Contagem para

Artigos Recentes

Publicidade


« Abertura de DS9 ao estilo nBSG | Principal | Novo rumor sobre cena do Kobayashi Maru »

Espécies: Kazons

Por Daniel Sasaki | 2 janeiro, 2008


Planeta natal: desconhecido
Quadrante: Delta
Tipo: humanóide
Alinhamento: hostil

 

 

História

Os Kazons são uma sociedade militarizada, dividida em facções que lutam entre si. A todo tempo, novos grupos são formados e outros desaparecem (por volta da data estelar 49005.3 havia 18 deles). Os mais conhecidos são os Kazons-Pomar, os Mostral, Hobai, Oglamar, Nistrim e Ogla.

Até o ano 2346, essa raça coexistiu com os Trabes em um mesmo mundo. Estes dominavam o comércio e detinham o poder político e acesso à informação, deixando os Kazons à margem da sociedade. Cansadas de viverem em regime de escravidão, as facções se uniram em luta sem precedentes para banir os Trabes, espalhando-os como nômades pelo quadrante e, apoderando-se da tecnologia dos antigos dominadores, tornaram-se uma grande força no quadrante Delta. Nos anos que se seguiram, no entanto, eclodiu uma permanente guerra civil.

Individualistas e intolerantes, os grupos tentam explorar ao máximo os recursos sob seu controle. Alguns negociam alimentos, outros equipamentos e outros, espólios de guerra.

Os Kazons-Ogla, que atualmente ocupam o planeta natal dos Ocampas, comercializam cormalina, mineral abundante na superfície. Para eles, a água é escassa, então empreendem campanhas militares para obtê-la. Aparentam ser a facção menos organizada da Ordem Kazon, o que se reflete no número de líderes (entitulados “Majes”) disputando o poder; há pelo menos dois deles: Jabin e Razik, além de seu sucessor, Haliz (data estelar 49005.3).

O primeiro contato que os humanos tiveram com a raça não ocorreu nas melhores circunstâncias. Na data estelar 48315.6, a nave USS Voyager, sob o comando da capitã Kathryn Janeway, foi catapultada para essa longínqua região da galáxia por uma poderosa entidade conhecida como “O Guardião”. A cerca de 70.000 anos-luz da Terra e procurando meios de voltar para casa, a tripulação da pequena nave envolveu-se em um sério conflito com espécie.

Os Kazons se destinaram a atacar a Voyager não apenas por ser uma fonte inesgotável de tecnologia, mas por ser tripulada por forasteiros, comandada por uma mulher e por pertencer a uma Federação comparada por muitos aos Trabes.

Em 2371, o Primeiro Maje Culluh, dos Kazons-Nistrim, negociou com uma tripulante da Voyager, a alferes Seska, tecnologia da Federação em troca de proteção contra ataques hostis, uma grave violação da Primeira Diretriz que rege toda nave da Frota. Quando a trama foi revelada, a moça buscou proteção nos Nistrim, tornou-se amante de seu líder e passou a se empenhar em tomar o controle da Voyager para iniciar uma conquista sistemática do quadrante.

O último encontro com a raça ocorreu no início do ano 2373, época em que a nave perdida da Federação finalmente atravessou o território hostil em sua longa viagem para o quadrante Alfa.

 Fisiologia

O conhecimento que se tem sobre o organismo dos Kazons e seu funcionamento é limitado. A espécie mostra características fisiológicas bastante similares às dos humanos. Porém, a musculatura parece ser mais desenvolvida.

Sabe-se de casos em que membros de facções extremistas injetaram produtos químicos no corpo que, em contato com substâncias do sangue Kazon, levaram a explosões causadas por reação em cadeia.

 Cultura

Os jovens Kazons não recebem um nome completo até matarem um inimigo em batalha. Só após fazê-lo é que passam a ser aceitos como machos da facção.

Desde a infância, são instruídos e treinados com rigor para se tornarem indivíduos valentes, xenófobos e extremamente machistas. Virtualmente nada se sabe sobre as mulheres da espécie, seu tratamento ou posição dentro da sociedade, ou sobre a estrutura familiar.

Os Kazons não dão valor algum ao capital acadêmico ou à intelectualidade. Para os Majes, tudo o que importa é o prestígio e superioridade perante as facções rivais, o que vai desde haréns a acúmulo de metais e riquezas materiais.

 Personalidades

Maje Culluh
É o líder dos Kazons-Nistrim. Destinou-se durante toda a vida a transformar sua facção na invejada potência que fora nos tempos do avô. Uniu-se à alferes Seska na missão de conquistar a USS Voyager e sua avançada tecnologia, mas falhou em todas as tentativas.

Kar
Jovem que tentou conquistar reputação ao atacar uma nave auxiliar da USS Voyager pilotada por Chakotay, o primeiro-oficial da capitã Janeway. No entanto, ao invés de matá-lo, acabou se tornando seu amigo, desafiando os padrões da sociedade Kazon.

Referências:

Voyager - 1ª temporada: Carataker parte I e II, State of Flux, Initiation, Maneuvers.

Voyager - 2ª temporada: Alliances, Investigations, Basics parte I.

Voyager - 3ª temporada: Basics parte II.

Voyager - 5ª temporada: Relativity*

Voyager - 7ª temporada: Shattered*

*Encontros causados por anomalias temporais.

 Marcos históricos:

2371
Primeiro contato com seres humanos, quando a nave USS Voyager da Frota Estelar é transportada cerca de 70.000 anos-luz ao quadrante Delta por uma força alienígena.

Artigo publicado originalmente no  conteúdo clássico do Trek Brasilis.

Compartilhe:
  • E-mail this story to a friend!
  • Digg
  • Rec6
  • del.icio.us
  • Technorati
  • Facebook
  • Live
  • Google
  • Print this article!

Categorias: Star Trek, Voyager |

Comente

Use esta ferramenta para fazer seus comentários sobre os artigos e postagens no Trek Brasilis.

Quaisquer opiniões divergentes não são apenas permissíveis como encorajadas, mas certifique-se de que aquilo que posta seja realmente isto: opiniões. Pois qualquer colocação sem boa argumentação, sem evidências que a suportem e sem conhecimento do que se fala não pode ser classificado como opinião, mas sim como mero pitaco.

Os comentários são passíveis de moderação pela equipe do TB, aplicando para isto as Normas de Uso gerais do Fórum Trek Brasilis. Xingamentos gratuitos e quaisquer outras atitudes nocivas que podem ser classificadas com trollismo será algo que a equipe de colaboradores pode bloquear. As opiniões divulgadas pela ferramenta de comentários são de total responsabilidade de seus respectivos autores e não necessariamente refletem as opiniões do Trek Brasilis e de seus colaboradores.