14 Responses to “The New Yorker sobre Jornada, em 1979”

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  1. Constâncio

    O primeiro Star Trek para cinema é tão divertido quanto um documentário sem graça do Animal Planet. Deste filme só se salva os efeitos especiais e a felicidade de ver o elenco junto mais uma vez.

  2. Gustavo

    Apesar de tudo….eu gosto do primeiro filme do Jornada…..=]

    veremos artigos do New Yorker sobre os outros filmes??

  3. Christian

    Achei mto bem escrito, daria até pra dizer que Angell gostava de TOS e era conhecedor da série.

    Mas acho tbém que ele foi elogioso além da conta, pois pra mim, ST I é um filme vazio e sem graça, com uma premissa boa, mas mal contada.

    Agora, o que me chamou a atenção, foram os detalhes. Ele se preocupou em conhecer Jornada antes de escrever, ou pelo menos se informar corretamente.

    O que mais vemos por aí, são artigos onde os autores escrevem sobre Jornada visivelmente não tendo a mínima idéia sobre o que estão escrevendo, chamando Spock de Dr. Spock e por aí vai…

  4. Valter

    O que Jornada tem a ver com “Je T’Aime, Je T’Aime” ?

  5. Luís Henrique Campos Braune

    O post 4 do Valer é tb minha pergunta.

    Eu gostei de Jornada I. O ritimo do filme está próximode 2001 (pode ser influência de Douglas Trumbull, pois ele foi o “cara” que montou toda aquela beleza plástica que é 2001). Na minha opinião, este é o único problema do filme: o ritimo. Tenho a impressão que quizeram fazer uma grande ópera espacial, reintroduzindo os personagens, a temática da série e (digo mais uma vez) passar pelos mesmos trilhos de 2001. 2001, na minha opinião, é “o filme” de ficção, por vários motivos. tendo ele como referência (na época) e o Douglas Trumbull no time, o filme saiu daquele jeito. Mas gostei…

  6. Leandro Martins

    Bwhaha, temos que entender que Jornada I é um ótimo “filme-ambiente”: você deixa tocando no DVD enquanto fica fazendo outras coisas pela casa, ouvindo a trilha, vendo aqui e ali os efeitos, etc.

    > veremos artigos do New Yorker sobre os outros filmes??

    Hum o feedback sendo positivo como está sendo, não vejo porque não. Faremos mais um depois do carnaval, e seguimos em frente.

    > O que Jornada tem a ver com “Je T’Aime, Je T’Aime” ?

    Uma ótima pergunta. Eu apenas passei os olhos rapidamente pela crítica, então vou ter que voltar nela para ver com mais calma…!

  7. Giovanna

    Apesar de tudo, eu também gosto do primeiro filme! Não nego os problemas dele – e são vários – mas realmente aprecio!

  8. Valter

    coisas boas:
    -lindos efeitos
    -nova enterprise
    -trilha sonora inesquecível
    -final filosófico (eu adoro, tem gente que não gostou)
    -”a aventura humana está apenas começando…”

    coisas ruins:
    -uniforme pijama
    -roteiro reescrito enquanto se filmava, meio confuso
    -todos muito sérios, cadê o humor e a camaradagem da série?
    -cenas muito longas em que nada acontece, só efeitos, sem enfoque no lado humano

  9. Valter

    Eu gosto muito da longa cena de Kirk e Scotty passeando em volta da nave, com aquela trilha sonora e o Kirk fazendo cara de apaixonado.
    Estavam exibindo a nave nova para o público…
    Vendo o teaser do filme novo, eu me perguntei se eles não repetirão essa idéia…

  10. José Guilherme W. Machado

    Eu gosto muito do primeiro filme. Junto com “A Ira de Khan”, são os únicos filmes de Jornada que eu aprecio. Entendo as reclamações sobre o “ritmo lento” e “monotonia” que as gerações mais recentes fazem, acostumadas como estão à “ação frenética e animal”. Mas, para mim, não há problema algum, muito antes pelo contrário. Gosto do clima de lenta contemplação e maravilhamento que permeia o filme. Gosto das homenagens feitas sobre medida para os fãs. Gosto da história com DNA puro de FC. Gosto de muitas outras pequenas coisas.

    Sempre terei uma lembrança carinhosa desta produção que, mesmo com todos os problemas, tem qualidade e, sobretudo, dignidade – algo perdido nos filmes mais recentes.

    Fiquei curioso é para conhecer as tais críticas ácidas sobre a nova trilogia Star Wars… >:) Há algum link para elas?

    Abraços!

  11. Giovanna

    Valter, concordo com todos os seus pontos! Quando vi pela primeira vez aquela cena da volta em redor da nave, também fiquei fascinada, era a primeira vez em que a Enterprise aparecia tão bem feita, detalhada e bonita, diferente dos “efeitos” da série.
    Será que teremos esse efeito com o novo filme???

  12. Luiz André

    O cinema blockbuster acostumou-nos mal, porque parece haver uma necessidade de se ver cenas explosivas carregadas de efeitos especiais e punhos desferidos contra o inimigo. Fala-se do ritmo de “Jornada nas Estrelas – O Filme” como se fosse um empecilho para o desenrolar da trama, mas é esta característica que ajuda a diferenciar este exemplar da ficção científica de outros filmes correntes lançados na mesma época (mais o carisma dos personagens da série). Se formos pensar bem, os melhores filmes de ficção científica de todos os tempos não se baseavam em grandes cenas de ação em que o herói prevalecia sobre os riscos de sua jornada, mas sim de reflexões e questionamentos pelos quais ele teria de passar cruzar mais uma etapa de seu caminho. Nesta época, embora os efeitos especiais mostravam um avanço gradativo (com algumas “falhas” com as quais podemos reconsiderar nos dias de hoje), sua eficiência estava em trabalhar em função da história e não como uma “isca” para o grande público como se vê hoje. Por esta e outras razões mais, “Jornada nas Estrelas – O Filme” entra para a galeria de grandes películas na ficção científica por fugir da manufatura industrial de um típico filme do gênero e assim poder se inscrever como eficiente exemplar, a despeito de alguns problemas na produção.

  13. Mário

    Eu até concordaria com o Luiz André se o foco do primeiro filme não tivesse sido o de mostrar cenários exaustivamente, sem nenhum benefício para a trama. Eu lembro que a crítica ao filme, de muitos anos, é de que na verdade se tratava de um episódio de 45 minutos espichado para a telona, com aquelas cenas intermináveis. Ofereceu muito pouco de aproveitamento dos personagens ou de discussões filosóficas.

  14. Garak

    ST I é exaustivo , pouco criativo e nitidamente foi feito para aproveitar o gancho deixado por SW e encher os cofres da Paramount , que queria aproveitar sua galinha dos ovos de ouro num tipo de veículo de mídia mais rentável , o que só foi possível através da ‘abertura’ e desmistificação da FC implementada pelo filme de Lucas .

    Como valor artístico , vale muito pouco , até por que aquele ‘q’ de 2001 que quiseram dar ao filme ficou mais falso que uma nota de R$ 3,00 , acharam que bastava colocar a tripulação clássica e mais um monte de cenas ‘cabeça’ para que isso surtisse efeito .

    Embora o filme não tenha sido um fracasso , verteu para uma filosofia diferente para os outros filmes . Este talvez tenha sido o mérito maior de ST I : O de servir de parametro para a franquia para a próxima década .

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