Kate Mulgrew e o desafio de ser capitã em Jornada
A atriz Kate Mulgrew foi uma das convidadas a participar do evento Women in Hollywood, na qual debateu no painel sobre o papel da mulher na indústria do entretenimento. Mulgrew falou breve a respeito da capitão Janeway (Voyager) e o desafio de interpretar uma mulher no comando de uma nave.
“Eu aprendi algo sobre o contingente masculino, quando interpretava a capitã Janeway”, disse Mulgrew durante o o evento, “Eles sentiram medo em colocar uma mulher no assento (de capitão). Não precisava ser gênio para decobrir que estava relacionado ao sexo. Eu não queria que ela se parecesse com alguém que queria ter relações sexuais. Defendi o fato de que não queria que ela (Janeway) tivesse qualquer relação sexual como uma primeira capitã feminina, porque não queria correr o risco de seguir no caminho que conduz as senhoras que fizeram isso antes – tornar-se um objeto sexual. Eu disse que não iria fazer isso porque eu não conseguiria vencê-los com o meu comando, desse modo eu não seria a atriz que acho que sou. Então eles permitiram que eu seguisse a sugestão. Mas a primeira pergunta que me fazem em cada convenção que vou é porque eu não tive um namoro com Chakotay”.
Fonte: TrekWeb
8 Responses to “Kate Mulgrew e o desafio de ser capitã em Jornada”
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Embora a equipe de produção de Voyager tenha feito algumas incoerencias no tocante a tempo e alguns enredos fracos, o que não tira o pioneirismo de Kate Mulgrew.
Acredito que a decisão dela foi acertada, afinal, ter ou não ter um namoro só seria um tempero fraco além de prejudicar sua atuação, afinal como primeira mulher em comando, deveria mostar serviço e a urgência maior é, ir e levar seus comandados para casa, missão altamente estressante.
Parabéns Kate, você leva a frente o espirito Trekker!
Concordo
Além de mostrar um profissionalismo no papel representado, ainda deu mais realismo ao cargo de capitão. Eu não assisti a série toda, mas no começo a capitã estava assim mesmo, no final, apesar de não se relacionar com seus comandados, ela teve alguns casos amorosos com alienígenas e hologramas, mostrando que era humana mas tinha total controle sobre si mesma.
Escolher esta linha de atuação se mostrou acertada, tanto que ela conseguiu convençer os executivos de seu ponto de vista.
Realmente mostrou profisionalismo e competência para o papel e se a série por um motivo ou outro não teve alguns momentos felizes, pelo menos a parte dela como atriz foi feita direitinho.
Não entendo pq as pessoas consideram Enterprise e Voyager séries ruins, elas tiveram defeitos, mas muitos acertos. E isso não tem como negar.
Se a Capitã Janeway tivesse se envolvido emocionalmente com qualquer alguém durante a série, o papel de Kate seria rebaixado a um personagem imoral/banal de novela global.
Falam mal de mulher no comando, mas Kate deu honra à este papel.
E para finalizar:
“Não entendo pq as pessoas consideram Enterprise e Voyager séries ruins, elas tiveram defeitos, mas muitos acertos. E isso não tem como negar.”
…………………………………………………………………………de Constâncius
Para quem ainda não conhece…
Este site tem links com imagens curiosas da Kate:
http://community.livejournal.com/janewayites
A Kate foi uma das razões de eu ASSISTIR Voyager. Claro que acabou depois das palhaçadas com o Continuum… Q’s em guerra, desenvolvendo sexualidade e até procriando… Technobubble a torto e a direito… NÃO DÁ PRA ENGOLIR O NEELIX! Caiu a qualidade dos enredos, mas as atuações continuaram muito boas: Picardo – o “Holodoc” o melhor! Kate e Roxy sempre competentes. Melhor que Akiraprise, sem dúvida.
Reconheço que a Voyager poderia ser um pouco mais científica, mas gosto de todos os seriados, principalmente o ENT, para mim é 10. Já assisti 3 vezes de ponta a ponta, fora os esporádicos.