Estúdio mostra super imagens em alta resolução

poster-star-trekO site TrekMovie publicou imagens do filme em alta resolução, que foram liberadas pela Paramount Pictures no “Press Kit Preview”. Todas as fotos você já conhece, mas estas novas versões estão em tamanho gigante (5484 x 2332), de modo que permitem a você realmente enxergar novos detalhes, incluindo uma análise mais atenta do exterior da nova Enterprise NCC 1701.

Não há nada de novo. A única mudança que vemos aqui é com relação ao parceiro de produção. Durante o ano de 2008 a Paramount mudou o parceiro da produção de Star Trek, passando do Nível 1 para Spyglass Entertainment. Isso não tem qualquer impacto real sobre o filme, propriamente dito. É comum que os estúdios tragam novos parceiros financeiros em filmes de grande orçamento para partilharem os custos (e lucros), e por algum motivo eles mudaram parceiros de 2008, como se vê no novo anúncio do estúdio para o filme.

“Star Trek”

Paramount Pictures e a Spyglass Entertainment apresentam

Uma produção da Bad Robot

“Star Trek”

Produtores Executivos Bryan Burk Jeffrey Chernov Roberto Orci Alex Kurtzman

Produzido por J.J. Abrams e Damon Lindelof

Baseado em “Star Trek” Criado por Gene Roddenberry

Escrito por Alex Kurtzman & Roberto Orci

Dirigido por J.J. Abrams

Elenco:

John Cho, Ben Cross, Bruce Greenwood, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Winona Ryder, Zoë Saldaña, Karl Urban, Anton Yelchin, com Eric Bana e Leonard Nimoy

Sinopse:

Do diretor J.J. Abrams ( “Missão: Impossível III”, “Lost” e “Alias”), os produtores Damon Lindelof e Bryan Burk e roteiristas Roberto Orci & Alex Kurtzman ( “Transformers” e “MI: III “) é uma nova visão da maior da aventura no espaço de todos os tempos, “Star Trek”, apresentando uma jovem, nova tripulação aventurando audaciosamente onde ninguém jamais esteve.

Estréia: 8 de maio de 2009

Este filme ainda não foi classificado.

CRÉDITOS NÃO SÃO FINAIS e estão sujeitas a alterações

“Star Trek” é propriedade da Paramount Pictures Release.

Vejam as imagens abaixo e cliquem nelas para verem em super alta definição.

enterprisekirkspock-na-ponte

Aproveitando a oportunidade, em nome do Trekbrasilis, desejo a todos um FELIZ ANO NOVO. E continuem ligados aqui porque este ano de 2009 promete ser cheio de novidades e estaremos lhes oferecendo, com muito prazer, informações sempre atualizadas dessa franquia que tanto adoramos.

31 Comments on "Estúdio mostra super imagens em alta resolução"

  1. Nessa fotinha da U.S.S. ENTERPRISE dá pra ter certeza absoluta de que as naceles seguem o estilo visual das naves do planeta Naboo da Trilogia Prólogo de STAR WARS, obviamente por ser essa ENTERPRISE re-refit desenhada pelo designer Ryan Church.

    Notem que as partes azuis brilhantes quase não ficam expostas, sendo cobertas pela cobertura das extremidades dos coletores buzzards.

    Mas por Surak, por que não mostraram mais fotos novas das nave?

    🙂

  2. Foto da ponte de comando com Kirk na poltrona de capitão e McCoy ao lado pensativo.

    http://img.trekmovie.com/images/st09/st09_hr_kirkbridge.jpg

  3. Rodrigo,

    Provavelmente para evitar mais polêmica, já que o novo design não é exatamente uma unanimidade…

    Abs,

  4. Super imagens em alta resolução…… da mesma coisa. Valeu o registro, mas ainda anda a passos de cágado a divulgação do filme. Quando veio o trailer pensei que teríamos uma enxurrada de fotos oficiais, mas me enganei. 🙁

  5. Acho que o que menos gostei foi ver uma seção disco com outra textura (chapeamento) em relação ao resto da nave.
    Agora também imagino que o objetivo de projeto era fazer uma nave que ressalta-se o tamanho enorme dos motores. Por isso o resto da nave é tão minimalista. Uma receita máxima e tradicional do mercado americano de altomóveis: “Se não impressiona pela beleza, impressiona pelo ronco do motor”.
    Outro assunto desse artigo é atroca de empresa parceira de produção. Estas empresas serião responsaveis pela maximização dos recurssos de mídia. Um dos motivos é que a primeira empresa estava preparada para digitalizar o filme em HD-DVD, e com a derrota deste formato para o Blue-Ray ela teria que ivestir pesado em reestruturisação. Como a Paramount não a tinha contratado com exclusividade, foi preferivel utilizar uma empresa já adequada ao novo padrão.

  6. Agora a casa caiu! Minha esposa achou a nova Enterprise mais-ou-menos bagunçada e coisa de gente exibida. E a antiga “bonitinha” e luxuosa se comparada com a nova.
    Mais uma não Trekker que vai dar trabalho para levar ao cinema.

  7. Não sei bem porque, mas NÃO fui muito com a cara desse Kirk…

    🙁

    Ah! Já sei, é porque NUNCA fui mesmo com a cara do Kirk.

    😀

  8. Alan Pires Ferreira | 31 de dezembro de 2008 at 10:04 pm |

    Pelas imagens divulgadas já estou prevendo que este filme também foi rodado em widescreen anamórfico, como o Cavaleiro das Trevas. Tenho uma TV LCD 16:9 e outra CRT 4:3 aqui em casa. Na antiga é quase impossível ver filmes neste formato, pois mais da metade da tela é ocupada por faixas pretas. Estaria Hollywood forçando a barra para todo mundo comprar TV’s novas, dando uma ajuda à indústria eletrônica?

  9. A nova ENTERPRISE esta bonita, não tem como negar… Mas que o visual dela não esta tão bonito quanto da ENTERPRISE – a é inegável…

  10. Post 8:

    Lamento informar que Widescreen Anamórfico não quer dizer quase nada.

    Compare esses dados:

    O Cavaleiro das Trevas – Widescreen Anamórfico: 16×9

    Clone Wars Vol 1 e 2 – Widescreen Anamórfico: 1.78:1 (16×9)

    Guerra dos Mundos – Widescreen Anamórfico: 1.85:1 (16,65×9)

    TITANIC – Widescreen Anamórfico: 2.30:1 (20,7×9)

    A Vingança dos Sith – Widescreen Anamórfico: 2.35:1 (21,15×9)

    Então, só ressaltando as proporções:

    2.35:1 (21,15×9) > 2.30:1 (20,7×9) > 1.85:1 (16,65×9) > 1.78:1 (16×9)

    E mesmo assim são todos Widescreen Anamórficos.

    Já as telas na proporção 1.33:1 são chamadas de 4:3.

    Já o formato IMAX, cuja peícula é de 70mm x 48,5mm, usa a proporção 1.44:1 ou 13×9.

    O cinema é anterior ao advento da televisão; quando esta foi criada, já existia uma quantidade enorme de filmes feitos.

    Estes filmes eram registrados em películas nas quais a proporção da imagem no fotograma era 4:3 (1,33:1). Esta proporção foi sugerida a Thomas Edson no ano de 1889 por George Eastman, que na época fabricava filmes em rolo para sua máquina fotográfica Kodak.

    Thomas Edson acabara de inventar o kinetoscópio (o princípio do cinema) e precisava de filmes para usar em sua recente criação.

    Os rolos de filmes fabricados por George possuíam 70mm de largura: este propôs então a Edson que os rolos fossem cortados ao meio e as duas partes emendadas, nascendo assim a bitola de 35mm.

    Dentro desse espaço, Edson reservou as margens para as perfurações que tracionavam o filme e desenhou no espaço restante o retângulo na proporção 4:3 . Esta proporção, ainda na época do cinema mudo, foi adotada como padrão em 1932 pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences e passou a ser conhecida como Academy aspect ratio.

    Quando a TV foi criada, definiu-se que o tamanho de sua tela deveria ser também 4:3, para que pudesse exibir os filmes até então existentes.

    A partir de 1953, com o lançamento do CinemaScope pela 20th Century Fox com o filme bíblico “The Robe” (O Manto Sagrado), a imagem exibida nas telas dos cinemas aumentou em largura (widescreen).

    Uma lente especial, denominada ANAMÓRFICA (‘sem forma’, ‘deformado’, criada pelo físico francês Henri Chrétien), encolhia a imagem, comprimindo-a horizontalmente no negativo de 35mm durante a filmagem.

    Posteriormente, no momento da exibição, uma lente inversa fazia a descompressão, gerando uma imagem na proporção de 2,55:1 .

    O nome ANAMÓRFICA deriva do fato de que quando se observa a imagem comprimida no negativo, as formas estão distorcidas, na verdade ‘esticadas’ verticalmente.

    Outros formatos anamórficos se seguiram, utilizando proporções diferentes, como o Panavision (2,40:1), Ultra Panavision 70 (2,76:1), Super Panavision 70 (2,20:1), VistaVision (1,85:1), Todd-AO (2,35:1), Technirama (também 2,35:1) e outros.

    Em alguns formatos, a película utilizada era de 70mm (como o IMAX) ao invés de 35mm (cinema convencional).

    Atualmente no entanto, o processo anamórfico mais utilizado é o Panavision.

    As partes superior e inferior às linhas brancas podem ser mascaradas na câmera no momento da filmagem ou no laboratório no momento da confecção das cópias para distribuição, opções denominadas Hard Matte. Ou podem permanecer sem máscara alguma (esta última opção denominada Open Matte ou Soft Matte, onde toda a área do negativo é exposta): neste caso, no momento da exibição em sala, o projecionista deve utilizar uma máscara no projetor e uma lente correta para projetar a àrea interna às linhas brancas ocupando toda a tela.

    A lente amplia a imagem dentro das linhas brancas acima para toda a altura da tela, descartando o que está acima e abaixo das mesmas.

    Os formatos utilizados com este processo são 1,66:1 e 1,85:1 (europeu e americano). Se o formato utilizado for o 1,66:1 uma pequena faixa vertical é descartada de cada um dos lados do fotograma pela máscara no projetor.

  11. Rodrigo Quinlan, pensei em comentar alguma coisa do tipo para o Post 8, mas você já o fez de uma maneira… como posso dizer? ..perfeitamente didática !! rssss – Valeu !! Toca aqui o/ !!

  12. Esqueci de mencionar que as telas de tvs comuns (de Tubo de Raiso Catódicos) na proporção 1.33:1 são chamadas de 4:3, o equivalente a 12×9 (à razão de 3 x 4:3).

    😀

  13. A Enterprise tem aquelas comportas de atracação redondas, perto da engenharia, como em ST I.

  14. hahahahaahaha

  15. A nave tá esquisitinha….. mas por todas as imagens e o trailer, o MacCoy de olhos castanhos e o Kirk de olhos azuis não consigo engolir…..

  16. Só pra constar, aquela foto da ENTERPRISE está na resolução de 5484 x 2324 ou seja:

    Widescreen Anamórfico: 2.35 : 1 (21,15×9).

    A mesma resolução de Star Wars – Episódio III – A Vingança dos Sith.

    😀

  17. Tantos comentários técnicos aqui e de graça. E deve ser a mesma coisa em outros sites de ST. Más quem deveria ler isso ($J$J$ e a trupe) não leem nada pelo que percebi, eles continuam soltando tecnobaboseiras sem embasamento de ST. Olhem isso. Mais uma desculpa esfarrapada, absurda e ainda mais errada: A produção de STXI disse pelo site oficial da Microsoft que a USS Kelvin tem sim só uma nancele. Más como os fãs estão reclamando muito isso, eles (a produção) penssaram que por um motivo de física as naves só podem ter dois motores. Agora e por causa dessas reclamações, eles estão dizendo nesse mesmo site, que por dentro daquela nancele única tem dois motores. Não estão nem mesmo dizendo que ela tem um motor duplo (uma fileira de molas de dobla em forma de D a direita e outra em forma de D invertido do lado esquerdo), como as naves Cardassianas. Más o que eles não sabem é que o motivo de as naves de ST terem quase sempre mais de um motor não tem nenhum motivo de funcionameno. Assim como as maiorias de marinhas atuais equipadas com aeronaves, por segurança. Se um motor falhar ou quebrar, o outro ainda pode te levar a um lugar seguro.
    Então por isso e por muito mais (como os posts neste artigo), que acho que em matéria de conteudo e respeito a ST essa equipe de produção não me parece nada confiavél.

  18. Desculpem o pessoal do Trek Brasilis pelo meu post acima, o site de divulgação dos dados técnicos da USS Kelvin é o da Microsoft.

  19. Alan Pires Ferreira | 1 de janeiro de 2009 at 11:23 pm |

    Post 10:

    Putz, isso é o que eu chamo de expertise em formatos de tela! He, He!

    Mas a minha impressão de leigo ainda é a de que estão abusando das telas largas. Até a proporção de 1.78:1 a imagem fica confortável e mais próxima da visão humana que as de 1.33:1. Mas imagens de 2.35:1 são cansativas, ruins de se captar.

  20. O que eu mais gostei nessas imagens com maior resolução é que a Enterprise ficou mais bonita ao ver os seus detalhes.

    Aqueles primeiros estranhamentos de vê-la redesenhada já são coisa do passado. Agora só falta encarar numa tela gigante e apreciar mais ainda.

    Pena que não teremos (provavelmente) nesse filme uma apresentação mais demorada, com a câmera passeando por todos seus cantos, como no primeiro longa.

  21. Ainda espero entender por que o disco defletor/antena/farol/etc ficou tão EXPOSTO nesse redesenho da Enterprise…

    🙁 Alguém tem um palpite?

  22. Leandro Martins | 3 de janeiro de 2009 at 1:07 pm |

    O disco defletor da Enterprise durante TOS também era mais exposto como este, Rodrigo.

  23. Nada tenho contra a nova Enterprise. É mais uma releitura artística.
    Mas que é uma Enterprise tunada, é!

  24. Realmente o defletor está mais pronunciado, maior agora é iluminado contrariando o cannon mais uma vez. Outra coisa que não gostei nele é aquela grande parte de equipamentos sem carenagem atrás dele, é até meio ridículo.
    E, realmente é uma versão artistica, a propósta de funcionalidade acima da média em naves de ST, prometida pela produção do filme foi mais uma prova de incompetência da equipe. Em beleza ela só ganha da NX, não tem a elegância da verdadeira Constitution, e de longe não tem nem um dedinho de funcionalidade, e, principalmente se a comparada a Galaxy.
    E a respeito de TUNNING, são os motorzões que chamam a atenção. Na minha opinião, que gostou da nave só reparou no tamanho deles, ou seja, uma tremenda apelação ao “poder” da navezinha .

  25. Leandro Martins | 4 de janeiro de 2009 at 3:56 pm |

    Khaless do céu, os caras tem o cuidado de deixarem o disco defletor pronunciado como no traço original das Connies da década de 60, e vocês ainda acham ruim.

    Não adianta, com certa parcela do fandom, o JJ e equipe está em um Catch-22 completamente impossível de escapar. Nada que fizerem vai satisfazer em cenário algum, nada.

  26. Connies?
    Catch-22?

  27. Connies deve ser apelido “carinhoso” (???) para a classe Constitution. 😀

  28. Catch-22 (Ardil 22 no Brasil) é um romance satírico-histórico do autor estadunidense Joseph Heller, publicado originalmente em 1961.

    O livro, situado durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial de 1943 em diante, é frequentemente citado como uma das maiores obras literárias do século XX.

    O romance gira em torno de Yossarian, um bombardeador de B-25 da Força Aérea Americana, enquanto ele e os demais membros do “256.° Esquadrão” encontram-se baseados na ilha de Pianosa, na Itália.

    Devido a seu uso específico no livro, a frase “Catch-22” passou a ter um significado idiomático para uma situação sem saída, uma armadilha.

    No livro, “Catch-22” é uma lei militar, a lógica auto-contraditória circular que, por exemplo, previne que alguém tente fugir das missões de combate.

    Você pode usar Catch-22 para se referir a algo paradoxal sem, digamos, um final feliz. Algo como “Um beco sem saída”.

  29. Obrigado Rodrigo. Más acho que Connies são as antigas maquetes em materiais diversos, de naves e bases das antigas séries de Sci-Fi

  30. Leandro Martins | 5 de janeiro de 2009 at 9:32 pm |

    Não, o Rodrigo está certíssimo — ao dizer Connies, eu me refiro ao apelido da classe Constitution.

  31. Jorge Rodrigues | 8 de janeiro de 2009 at 6:42 am |

    “Ardil 22”

    Olha, até onde sei a expressõa funciona como uma desculpa para situações limites, e não como beco sem saída. Trata-se de fingir-se de louco para escapar às obrigações (Ulisses tentou escapar de ir à Guerra de Tróia assim, o que mostra a antiguidade do “ardil” na lçiteratura). No Brasil foi amplamente empregada assim, até os anos “70”, sendo comum o “este cara é 22”, ou “ele finge que é 22 para não trabalhar”.

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