Eu também vi quatro cenas do novo filme!

star-trek-logo-1Como já publicado anteriormente, o TB viu quatro cenas do novo filme, por meio de nosso editor Salvador Nogueira. As cenas foram mostradas numa sessão promovida pela Paramount apenas para a mídia e exibidores de filmes. Seguindo a linha democrática do site, abrimos espaço a outro fã de Jornada que também esteve lá, para opinar sobre o que achou desses 25 minutos de projeção.

Flávio Fernandes é um leitor do TB que está sempre dando sua opinião nos artigos que são publicados neste site. Ele trabalha num dos maiores exibidores de filme da cidade de São Paulo. De acordo com ele, a Paramount locou um cinema na Avenida Paulista para um evento aos exibidores do Brasil inteiro (Cinemark, UCI, Severiano Ribeiro e etc.).  Neste evento eles falaram sobre dois filmes:  Watchmen e Star Trek. O tema do encontro foi sobre o lançamento dos filmes no  Brasil, parcerias, campanha de marketing e outros. O evento foi fechado, coorporativo. As cenas de Jornada (inclusive com legendas) foram totalmente digitalizadas, geradas nos EUA – através de satélite.  

Segundo Flávio, infelizmente não foi possível obter imagens, uma vez que ocorreu um forte esquema de segurança, não permitindo a presença de celulares, máquinas fotográficas e etc.

Ele nos enviou um texto, em que comenta sobre o que achou dessas quatro cenas. Veja abaixo. Vale lembrar que vocês poderão também comentar sobre o assunto com mais profundidade  no Forum TB.

Prezados colegas:

Inicialmente é bom ressaltar que sou um trekker ortodoxo, principalmente no que tange a Série Clássica. Isto posto, seguem minhas impressões sobre as quatro cenas que assisti na última quinta-feira.

 

Cena 1 – Conhecendo Kirk – em um Bar:

Quanto a questão de Kirk estar bêbado e gostar de bares isto sempre foi – razoavelmente – característica dele.  Sabemos que ele era freqüentador de cabarés em Rigel 2, ou que por exemplo, Scotty já o tinha visto bêbado (Lembre-se do episódio “O Intruso” da série clássica).

Então seria aceitável vê-lo quando jovem, com vinte e poucos anos em um bar bêbado.  Bem, quanto a ele brigar, então, também seria algo aceitável, pois, o homem não pode ser tão “bom de briga” sem “treinos”, não é??

Como não conhecemos a questão do “Reboot” tão falado da estória é difícil analisar algumas coisas, mas, parece-me que a “cantada” na Uhura é um uma falha e algo dispensável.  Não que ela não seja linda (nas duas versões Nichelle ou Zoe), mas realmente não vemos nada disto no relacionamento entre os dois, aliás, dentro do cânon o relacionamento de ambos mostra-se muito frio e profissional. 

Quanto ao Pai de Kirk ter salvado 800 pessoas, servido na frota estelar e etc… também é um fato jamais mencionado no universo de Jornada.  Realmente não sei como esta questão vai ser apresentada.

Bem, em relação à produção da cena, a música, o Lay-Out do Bar, os alienígenas, pode não ser cópia de Star Wars como o Salvador citou, mas tem a haver.  A música é bem humana, o ambiente do bar é bem humano, mas as cenas têm sim conexões aparentes com Star Wars.  Lamentavelmente, para mim. 

Falando sobre Cristopher Pike, sempre o vi como um Kirk mais velho.  Não conhecemos este personagem bem, talvez por isto eu tenha esta impressão.  O que podemos ver, na cena, é que ele será um tutor de Kirk.  Um oficial com mais experiência que vai guiá-lo por um tempo.  Bem, neste caso, como o personagem está em aberto achei muito interessante esta abordagem.

A cena é dinâmica, bonita, musical e muito bem fotografada.  Não achei nada “criminoso” a postura do jovem Kirk nela apesar da questão da Uhura.  Acho que dentro de um contexto, sem muito rigor, a mesma pode ser inserida no que conhecemos de Jornada.

 

Cena 2 – A reação alérgica de Kirk:

Esta cena é problemática.  Isto porque existem várias coisas que contrariam o que conhecemos, na minha opinião.  Fica muito nítido mesmo.  Olhem bem o que eu digo:

 1) O Lay-Out da Enterprise: Basicamente temos um Lay-Out branco (paredes da nave) e preto (chão da nave). A nave por dentro é muito diferente, a ponte de comando completamente diferente. Nem tão arredondada é. Realmente, infelizmente, vejo novamente algo de Star Wars aqui. Lembre-se da primeira cena do episódio quatro de Star Wars quando Darth Vader arromba uma porta de uma nave que está transportando a Princesa Lea. Então, o interior em termos de cores é parecido mesmo com a nova Enterprise;

2) Os Romulanos: Nem preciso falar sobre isto (Lembre-se do episódio: “O Equilíbrio do Terror da série clássica). Este é um erro crasso do Cânon, mas, deve haver alguma explicação, mas qualquer uma que haja levará a alteração da missão de cinco anos que conhecemos. Por isto, acho inaceitável, e poder-se-ia ter alternativas a isto, digo, dentro do roteiro;

3) A postura de Spock, muito bem falado pelo Salvador, mostra uma falta de profundidade. Eles realmente são parecidos fisicamente, mas a simpatia (ou “anti”-simpatia – como queiram) brilhante de Nimoy não dá nem para perceber de longe. Parece alguém estranho, um novo personagem nitidamente opositor a Kirk com uma energia que ele nunca perseguiu, nem nas suas maiores convicções. Neste particular, o que vi de Spock não gostei mesmo.

Quanto a questão da doença, das mãos inchadas e etc… tudo bem.  São argumentos do roteiro com um pouco de humor que podemos aceitar. 

Como disse esta cena mostra o quanto às coisas vão mudar, o quanto o cânon será deixado de lado, o quanto não se trata apenas de uma Jornada nas Estrelas 2.0, mas sim de uma nova realidade (ou realidade alternativa) que vai inclusive deixar de lado a nossa querida série clássica.  Temos que nos preparar para isto mesmo.

 

Cena 3 – O nosso velho Spock – Alento para nós, os tradicionais:

Esta cena é realmente familiar.  Kirk é bem Kirk mesmo aqui.  Gostei também do Scotty (apesar de ele estar acompanhado de um alienígena típico de Star Wars.  Estarei  sendo implicante??).  E quanto a Spock, que “fascinante” foi vê-lo novamente.  Com a “profundidade” de sempre, mais idoso, mas – sim – o nosso velho Spock mesmo.  Todo o tempero de nosso querido personagem foi resgatado nesta cena, neste momento.  Esta cena – sim – era Jornada pura.  Um diálogo típico, os personagens em suas melhores características, um cenário típico, uma situação típica e etc… Adorei esta cena, e a mesma me deu realmente – ainda – esperanças.

 

Cena 4 – Ação em Vulcano:

Esta cena mostra o que eu acho que vamos ver na maioria do filme:  Uma “aventurona”.  Se isto é bom ou ruim, acredito, é algo pessoal de cada um que vai assistir ao filme. A “aventurona nua e crua” não considero isto Jornada.  As aventuras de Jornada são dentro de um contexto especial típico.  Não sei se veremos estes aspectos “típicos” presentes com muita freqüência neste filme.

Bem, os efeitos especiais são espetaculares. Mas, minha ortodoxia me impõe a necessidade de comentar alguns detalhes á saber:

 1) Não entendo como não foram usados os phasers nesta cena. O combate corpo a corpo faz parte de Jornada, é super legal, mas no contexto na cena os phasers seriam os mais apropriados;

2) O comportamento de Kirk e Sulu, no combate, é invertido. Novamente vemos um jovem rebelde meio perdido (Kirk) e o inverso um oficial bem treinado (com uma espada de Samurai retrátil) comandando a cena. Isto não é aceitável, ainda por cima, Sulu salva a vida de Kirk (o que seria aceitável num contexto menos absurdo);

3) A cena não tem um conteúdo prático bem definido do que se “tinha que fazer”, “como foi feito” e os “resultados em relação aos objetivos”. Não é muito Jornada também.

Fora as impressões acima tudo tem um bom ritmo, um dinamismo, uma boa fotografia e efeitos especiais muito modernos e interessantes, mas é  só, e beira um “besteirol” muito bem feito.

 

Comentários Finais:

Fica fácil analisar uma estória de fundo dos personagens de Jornada das Estrelas como um Trekker ortodoxo.  Nas cenas fiquei procurando o Feenegan e Ruth (A Licença), Carol Marcus (ST II), Kobaiashi Maru, e etc…  Não achei.  O fato é que – talvez – eu não vá achar no filme inteiro.  Posso ficar chateado, pensando que JJ. Abrahams não é maior que Jornada nas Estrelas, deixando de lado tanta coisa, violando o cânon e etc… para ter um filme em novo ritmo e versão 2.0. Mas o resumo de tudo é que além de primeiro precisarmos assistir o filme inteiro para entender o andamento das coisas, a seqüência dos fatos do roteiro e etc… teremos que estar preparados para ver algo novo e tentarmos apreciar.  Se os ingredientes antigos, em “pílulas” forem acrescentados nesta nova versão, que isto nos sirva de consolo.  Se ficar evidenciado que – no roteiro – quando Nero altera a linha temporal (e por isto não teremos nesta nova realidade as aventuras da missão de cinco anos que aprendemos a amar desde a infância), e que será fruto de uma necessidade de manter nossa Jornada nas Estrelas viva, teremos que conviver com isto.

Talvez nada disto seja importante para o diretor, para os roteiristas e nem mesmo para o novo público alvo da franquia, mas para alguns como eu será.

Pode não ser o motivo de deixarmos de assistir o filme, até várias vezes.  É claro que iremos assistir, comprar os DVD´s no futuro e até mesmo ter carinho por tudo isto. Porém, o que senti, em resumo, vendo as cenas, é que Jornada nas Estrelas como conhecíamos acabou quando vimos nossa Enterprise indo em direção ao Sol no filme número seis (A terra desconhecida).  Ainda com Shatner e companhia.

Agradecemos a contribuição de Flávio Fernandes neste artigo.

37 Comments on "Eu também vi quatro cenas do novo filme!"

  1. Mario Auusto Gomes | 13 de janeiro de 2009 at 7:36 am |

    Obrigado ao Tb pela elegância de colocar pontos de vista diferentes, mesmo sendo claramente pró-JJ.
    Flávio colocou em palavras as sensações e ansiedades dos fãs de longa data, é exatamente isso.
    Em uns fóruns portugueses é citado como Star Trek Kids e parece ser por aí.
    Claro que 150M vão fazer diferença visualmente, ainda mais atualmente com a computação gráfica barata e mais potente de hoje em dia.
    Esse filme deve levar os Oscars, ou Oscares( não sei o plural) de produção técnica, como FX etc, mas não fará mais barulho que isso.
    Irá ser um filme que se esquece 15 dias após, porém para os fãs antigos, será inesquecível a morte de TOS.

    Uma outra dúvida é a seguinte, no trailler, McCoy (novo) parece muito afetado, como se tivesse sob anfetamina, soou forçado pra mim, essa postura é contínua ou foi apenas momentânea.
    Vou acrescentando mais opiniões conforme for pensando sobre os escritos de Flávio…

  2. Adoro ST tanto quanto SW, acho que vou gostar MTO do filme.
    abrs

  3. Concordo com o autor, a serie clássica foi encerrada no filme VI, tudo depois dele foi a continuação do universo trek, mas ainda acho que esse será um grande filme, mesmo que tenhamos que ser (bastante) tolerantes quanto as (falhas) mudanças no canon, e, convenhamos, isso não é nenhuma novidade para nós, ótimos filmes não foram la muito canonicos, exemplo: filme IV, o VIII.

  4. Vixe… a coisa vai ser feia a hora que alguns lerem este tópico…

    M’Y

  5. O que acho incrível, e respeitando essa postura, é que muitos tratam jornada como história e não estória. Gente, é ficção, não é realidade! As aventuras vão ser contadas de forma diferente, para um público diferente, e isso não quer dizer que seja ruim.

    Quem não quer ou não gosta de mudanças, como já disseram, tem os DVD’s para assistir.

    Jornada, como era, não tinha mais apelo. Estava gasta. Para não morrer ou ser esquecida, tinha que mudar. Simples assim.

  6. Mario Auusto Gomes | 13 de janeiro de 2009 at 9:00 am |

    TOS morreu, simples assim.

  7. Sou chato à beça em relação ao canon de Star Wars e estou com essa série 3D entalada na minha garganta devido ao passar por cima de algumas coisas e tenho realmente torcido para que os responsáveis esqueçam da existência de alguns personagens a fim de salvar suas histórias prévias em detrimento de 5 minutos em algum episódio – sem falar que a série se centra no Panakin, o Jedi mais chato e burro da história, e sua Padawan Ahxata, segundo lugar nestes mesmos quesitos.

    Logo, entendo perfeitamente quem tem este sentimento em relação ao canon de Jornada. E este tem sido o único problema relatado em reviews. Porém Star Wars nunca teve a opção “universo paralelo” e “viagem no tempo” que Jornada tem – para o bem e para o mal. E já sabemos a um bom tempo que o filme se baseia em uma das N interpretações que Jornada tem desses dois assuntos para a criação de um universo paralelo onde se passa o filme (da mesma maneira que “In the Mirror Darkly” de Enterprise se passa no Universo Espelho).

    Logo, estas questões de canon desaparecem, pois estamos em outro universo. Isso é um fato! Assim, descartando as questões de canon, todos os reviews são positivos. Isso também é um fato! Se a decisão de usar outro universo é boa ou ruim, aí é opinião pessoal de cada um. Mas que os reviews são positivos em 90% dos casos, isso são.

    M’Y

  8. Mario Auusto Gomes | 13 de janeiro de 2009 at 9:17 am |

    A aproximação visual e de dinâmica com SW me incomoda muito também.
    São coisas diferentes e deveriam permanecer distintas seja esteticamente e na dinâmica de história.
    Transformar ST num genérico SW é o pior dos mundos pra mim.

  9. Cena 4-Ação Em Vulcano

    1) Não entendo como não foram usados os phasers nesta cena. O combate corpo a corpo faz parte de Jornada, é super legal, mas no contexto na cena os phasers seriam os mais apropriados;

    ***Tudo bem, Spielberg também trocou as armas dos guardas por rádios policiais.

    2) O comportamento de Kirk e Sulu, no combate, é invertido. Novamente vemos um jovem rebelde meio perdido (Kirk) e o inverso um oficial bem treinado (com uma espada de Samurai retrátil) comandando a cena. Isto não é aceitável, ainda por cima, Sulu salva a vida de Kirk (o que seria aceitável num contexto menos absurdo)…

    ***Por que Sulu não poderia salvar Kirk?

    Há uma regra canonica que impeça de os personagens secundários de salvar o dia?

    São esses momentos iniciais que vão determinar o espírito sacrificial de Kirk em relação a tripulação.

    E é esse espírito sacrificial que colocará a tripulação ao lado de Kirk para buscar um velho amigo em Genesis.

    O filme de JJ está aí para formar o início desta formidável aliança de amizade e sacrifício.

    O povo tá querendo o que? Um episódio inicial em que aparece todo mundo com as amizades estabelecidas? Então rebobinem “The Cage” e bom divertimento.

  10. Qunato a aparência dos cenários, o staff de JJ vai receber, aos poucos, o feedback do público, que irá determinar um rumo mais claro para a produção.

    Em relação aos cenários, se mudarem, não vou aceitar falações:
    Star Trek IV, V e VI tiveram pontes totalmente diferentes na sequência.
    E ninguém reclamou.

    Ô JJ, ‘perta Play aí!

  11. Raul
    Tiveram, mas em momentos diferentes, um ano após outro, inclusive naves eram diferentes, vc deve ter dormido no cinema devido ao falatório de ST.
    Não há nada que se duvide que um upgrade na ponte possa ser feito continuamente.
    O que você quis dizer foi a diferença da ponte, com aquela original dos anos 60…..
    concordo com o post anterior, aproximar duas coisas tão diferentes quanto ST e SW era desnecessário e indesejável para alguns fãs, como no meu caso e do autor do tópico.

  12. Retifico meu post anterior.
    Não eram naves diferentes, era Constitution A.
    Mas mantenho a posição sobre as reformas contínuas na ponte, os anos passaram naquele século, upgrades foram necessários, sem crise.

  13. Ratifico minha opinião, Jornadas estava agonizando depois de Enterprise, e acho que qualquer tentativa de revive-la é muito bem vinda (principalmente com caras capacitados como JJ e muita grana).
    Agora quanto ao canon, volto a dizer, tive que engolir aquele lixo de “Generations”, tanto que preferi adotar como “meu canon” o livro a “Volta do capitão Kirk”, por tanto estes “pequenos” furos no canon não me preocupam
    Vida Longa e Prospera Star Trek

  14. Não gosto de SW (veja, não estou dizendo que é ruim, só não gosto). Ver esse visual “implantado” em Jornada me desagrada um pouco.

    Mas pretendo esperar o filme sair antes de exibir qualquer opinião a respeito disso. Gostei da descrição das 4 cenas e gostei de ambas as opiniões: que me preparam para ver o filme de modo a saber o que encontrar.

  15. Parabéns, Flávio.
    Concordo com seu comentário, acho que o filme será muito diferente do que os trekkers mais ortodoxos imaginavam.
    Eu queria muito que o filme retratasse o passado que todos nós aprendemos lendo livros e com referencias de seriados e filmes… mas será tudo diferente.
    Pelo bem de ST e para que ela sobreviva, teremos que aceitar isso.
    Creio que o filme será bom sim, se pensarmos nele como um reboot ou forçássemos a crença de que foi criado um Universo Paralelo com o retorno de Nero.

  16. Eu gostei muito dos comentários das cenas… não vejo a hora de poder ir ao cinema, assistir a esse filme.
    Eu recentemente comecei a minha coleção de ST, comprando primeiramente os filmes, no ano passado… semana passada comprei o meu primeiro box, com a primeira temporada de TOS e estou assistindos os episódios… Pretendo adiquirir ao longo deste ano os outros boxes, e as outras séries… gosto muito de ST.
    Mas vou ser sincero com relação à esse reboot: isso pode até funcionar por um tempo, mas acredito que, cedo ou tarde, teremos uma série de TV da “Nova-Nova” Geração de ST. Isso seria o mais lógico, as novas aventuras da federação, de uma nova nave chamada Enterprise, no século 25 ou 26, explorando os outros quadrantes da galáxia, e outras galáxias… tudo na vida é evolução, é pra frente, é sequência… isso sim dá certo… TNG só deu certo porque foi isso que ocorreu: mesma nave, mesma idéia, um século depois de TOS, novas aventuras, novos efeitos especiais, etc.
    É isso que eu acredito e é isso que eu torço para que ocorra nos próximos anos… Não torço pelo fracasso deste novo filme, mas torço sim para que não se crie uma série de TV a partir desta nova ST paralela… espero que no futuro possamos ver a próxima fase, a próxima geração de ST, junto com klingons, romulanos e borgs, enfrentando novos desafios e inimigos onde ninguém chamais esteve…

  17. Quanto a questão da doença (vírus injetado por McCoy), das mãos (e língua) inchadas e etc… tudo bem. São argumentos do roteiro com um pouco de humor que podemos aceitar.

    Tive a impressão de essa cena ser quase o mesmo que aconteceu com Jar Jar Binks em Star Wars – Episódio I – A Ameaça Fantasma.

    Só que lá o pobre Binks prendeu uma das mãos na fan (hélice) de uma turbina e tomou um baita choque num conector de energia; e por isso ficou com a língua inchada sem conseguir pedir ao pequeno Anakin Skywalker para desligar os motores de arranque do Podracer.

    No fim das contas eu entendi que teremos, ainda que a contragosto, para muitos ou apenas alguns, uma “STAR menos TREK e mais WARS“…

    😀

  18. Caros, boa tarde.

    Eu raramente escrevo aqui (o que é uma pena e com certeza não por falta de vontade) mas acho que preciso me manifestar.
    Vamos lá.
    Eu tenho visto as pessoas dizendo que este novo Jornada fere o canon, fere a cronologia, fere a estética e fere principalmente o que nós, fãs de primeira linha, achamos de Jornada e o que Jornada representa pra nós. Concordo. E discordo mais ainda. Explico.
    Sim, este filme é diferente da Jornada que conhecemos? É. Seria mais interessante ver a estoria do filme seguindo o canone e mostrando como a viagem de cinco anos começou, ou ainda como Kirk realmente virou capitão, aproveitando ai anos e anos de estoria não contada e vazia que nós fãs adorariamos ver, com uma estética mais parecida com a da TOS ? Até acho que sim…seria mais interessante. Mas e depois ? Pararia por ai ? Sim, pararia, pois dai em diante temos 3 temporadas que contam estorias fantásticas com os personagens que gostamos do jeito que gostamos. E eu, particularmente, não quero só isso. Não quero só um filme… Não quero uma Enterprise com interior de madeira e MDF pintados indo pro cinema pois isso, como disse, foi feito (e muito bem feito) nos anos 60.
    Então o que fazer ? Simplesmente apagar o que nós fãs conhecemos e começar do zero ? É, é uma saida… Mas não foi isso que aconteceu neste filme. Explico mais ainda.
    Eu comprei (ou melhor, ganhei da minha sogra que sabe da minha paixão por jornada) o Box de “Realidades alternativas e universo espelho” (alias, recomendo). E, em um epsódio de TNG “Parallels” eu pude compreender mais o que os roteiristas e o JJ fizeram com nossa Jornada. Não vou explicar o epsódio (pois acho que os mais xiitas conhecem) mas vou falar sobre o paradoxo do Avô em relação a viagens no tempo. Este paradoxo diz que, se vc volta no tempo e mata o seu avô, vc nunca teria existido certo ? ERRADO. Quando vc faz isso vc muda a historia de tal maneira que uma nova linha temporal é criada em um outro universo. E tantos outros universos com tantas outras linhas temporais são criados tantas vezes que vc volte no tempo. Isso é teoria Jornadesca ? Não… isso é uma teoria quantica da nossa boa e velha fisica humana… E isso, até onde eu li e sei, foi um recurso usado pelos roteiristas deste filme e por varios escritores de Jornada neste vastos anos de series e livros. Volto a dizer.. Nem adiante espernear, pois essa tecnica vem sendo usada muito em Jornada desde a sua criação.
    Mas por que eu estou explicando isso ? Ora, quando Nero volta no tempo (ele é do tempo de TNG) e sabe-se Deus por que mata o pai de Kirk na USS Kelvin, uma nova linha temporal é criada. Nesta, Kirk talvez tenha crescido revoltado por conta da morte do pai, talvez tenha aprendido a dirigir, tenha demorado pra se alistar na frota, talvez nunca tenha servido em outra nave antes da Entreprise… Nesta linha temporal talvez a Enterprise seja diferente por razões que não sabemos ainda, talvez Chekov tenha servido nela desde a sua primeira viagem…talvez…talvez… Este bando de “talvezes” foi o ponto de partida para que os roteiristas escrevessem uma estoria sobre Jornada, com Kirk, Spock, MaCoy, Enterprise e toda a trupe, com a liberdade que precisavam para termos depois mais um, mais dois, mais tres, mais “n” filmes…
    E sinceramente, eu gosto muito desta ideia. Muito mesmo…
    Ah…e o que aconteceu com a nossa Jornada querida ? O que aconteceu com o canon, com a nossa Enterprise e a tripulação mais famosa e querida de todas ? No meu caso eu sei onde está… E está na minha memoria, no meu coração e em 3 box na estante de casa, prontos para serem vistos e revistos a qualquer momento, com muito carinho, admiração e respeito.
    Não irei ao cinema com o “complexo da ex-namorada” pois não tentarei achar qualidades de TOS que este filme não tem…. Nem com o complexo da “namorada do visinho” achando que tentaram fazer de Jornada uma Star Wars de orelhas pontudas. Irei ao cinema com o peito e cabeça abertos. Sugiro a todos os fãs e não fãs fazerem o mesmo e aproveitarem o passeio.
    E que venham mais Jornadas !!!!!!!!

  19. Bem escrito e estruturado, o que podemos concluir do artigo acima?

    ST vs SW
    O fandom ainda tem de amadurecer muito e perder esse complexo em relação a SW. Em todo upgrade visual que ST passa, temos o mesmo comentário: “- Humm, tá muito SW pra mim.” Infelizmente (ou felizmente), SW influenciou TODO o cinema de aventura. O retorno de ST às telas em 1979 se deve ao sucesso do filme de George Lucas. Esse é um argumento desprovido de bom senso, a não ser que me citem todos os elementos que caracterizam um filme de SW (e elas existem e são seguidas a risca pela Lucasfilms) e me mostrem as coincidências em relação a ST XI.

    A questão das cenas de ação
    A franquia nunca lidou bem com isso, mas temos de lembrar: ST originalmente foi pensada como um seriado de ação e aventura dentro de um contexto de FC. Se na década de 60 não havia a “ação alucinada” de hoje era porque aqueles eram outros tempos com outros orçamentos. Os filmes e epídódios de ST já acertaram (ST II, ST III) e erraram (ST X) a dosagem de “aventura descerebrada,” mas não acredito que a franquia tenha sido criada para ser um “café filosófico.”

    O cânon (lá vamos nós de novo!)
    Não sei se o foco desse filme é mostrar o Kobayashi Maru (que para mim, daria um filme inteiro ). De qualquer forma, Nero alterou essa linha temporal, o que traduzindo significa: os roteiristas vão usar ou não o cânon clássico de acordo com suas necessidades, ponto.

    A conclusão que tiro dos comentários é que apesar de aparentemente se parecer com SW, ter cenas de ação e não mostrar todo o cânon em 25 minutos, puxa! até que a porcaria do filme é boa! Se tivesse sido feita por um herdeiro do Gene e não pelo intrometido do JJ Abrams, com certeza seria alvo de pedradas menores.

  20. Agradeço ao Flávio pelo texto e ao TB por abrir espaço a sua publicação.

    Desculpem! O último parágrafo não saiu no texto anterior

  21. Flavio Chiarotti Junior | 13 de janeiro de 2009 at 6:49 pm |

    ficar postando no Forum, mas vai lá: Sobre o Kirk dar uma cantada na Uhura, vale lembrar que o primeiro beijo inter-racial da TV foi justamente entre Kirk e Uhura. Talvez ai, um pequeno gancho do JJ para os trekers. pode até ser dispensável mas não acredito que seja imprevisível, pensando-se em Kirk!
    Sobre a cena do bar remeter a Star Wars, também vale lembrar que JJ diz que o filme é para não iniciados e, os que não tem StarTrek no DNA, vão sim comparar com Star Wars. E a tal cena no filme do Lucas é FAMOSA!!!
    Sobre o design interno da Enterprise, isso nao posso falar, pois só vi no trailer mas, até ai, mudanças fazem parte da vida! Pegue um episódio de TNG e veja como a ponte esta antiquada ou, veja a ponte da Voyager!!!
    Sobre os Romulanos serem os vilões novamente, vale pois os caras são maus mesmo. Os klingons meio na minha visão se tornaram muito simpaticos com o passar do tempo. o que eu gostaria de ver mesmo eram os andorianos!!!
    Quanto ao Spock de Quinto, infelizmente vou ter que esperar! mas na minha opinião o cara teve que encarar o alienigina mais famoso do universo e pior ainda, teve que contracenar com o proprio Nimoy! quem esteve na recepção dele aqui no Brasil vai entender o que eu digo! O cara é magico!!!
    Quanto ao humor, Star Trek teve bastante e, um pouquinho é sempre bom! Espero me divertir muito na estreia do filme.
    A cena 3 com Leonard, sem comentários!!!!
    Quanto ao fato da aventurona, bem.. com o advento dos efeitos especiais cada vez mais impressionantes, temos cada vez mais ação na tela. Se isso é bom ou ruim, cabe a cada um dizer o que gosta!

  22. Flavio Chiarotti Junior | 13 de janeiro de 2009 at 7:02 pm |

    Só mais uma pra quem gosta de canon: Kirk serviu como tenente na USS Farragut sob o comando do Cap Garrovick e, até agora não ouvi nada disso em depoimento nenhum!!! Cap Pike foi Cap do Spock e se não me engano Kirk só foi ter contato com Pike em The Menagerie I e II.

  23. Esta discussão só vai se encerrar quando assistirmos ao filme no cinema, ai vão começar N discussões, sobre tudo do filme. Só quero lembra-los que há alguns anos atrás isto aconteceu com PERDIDOS NO ESPAÇO. O trailller era eletrizante, os atores nomes conhecidos, como GARY OLDMAN, que segundo as criticas especializadas era o Dr. SMITH mais negro, mais cruel. Atualizaram o design do JUPIER 2 e do do ROBOT B-9, pois eram designs ultrapassados (anos 60). Então o que aconteceu? O design da nave desagradou a todos pois ficou a coisa mais sem pé nem cabeça, o mesmo com o ROBOT, que ficou com garras (horrivel) e umas esteiras gigantes. E a estória? Bem a estória uma colcha de retalhos com idas´para um futuro incerto após sair do PORTÃO ESTELAR (?), mais ida pro futuro na bolha no planeta, volta pro passado na mesma bolha (ufa, entenderam algo?). Nem compensa falar das atuações, fraquissimas, rasas como um pires. Este é o meu receio com JORNADA NAS ESTRELAS: Mudança de design em nome da modernidade, idas e vindas do fururo, com estória incerta. Mudanças drásticas de personagens e para completar um MARKETING de divulgação completamente alienado em relação a quem realmente o filme interessa: nós o público que paga e que determina que filme acontece ou não.
    Não sou pessimista mas está tudo indo para um rumo muito duvidoso.
    Quanto a reboot não dá para saber pelas informações divulgadas até agora se é ou não, está em cima do muro querendo agradar a gregos e troianos, este é realmente o perigo.
    Tem um ditado Arabe que diz: A melhor forma de fracassar é querer agradar a todos ao mesmo tempo. Torço pelo melhor, qualquer que seja ele.

  24. Maís uma produção que teve grande reestruturação vai se Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados”.
    No novo filme teremos novos transformers que se transformarão de forma mais parecida com os desenhos animados antigos. Como todos sabem o primeiro filme foi muito questionado pelos fãs sobre as transformações, já que eram complicadas demais, tornado possiveis quaisquer transformações e impossivel qualquer brinquedo licenciado ser fiel ao filme.
    Ou seja, se o novo ST for mais ou menos teremos muitas mudanças a nosso favor. Já que os estudios hoje em dia tem gente contratada exclusivamente para acessa site independentes, de fãs e entendidos para “roubar” as correções desejadas pelo público.

  25. Hildebrando, me desculpe, mas isso é uma generalização. A Múmia também foi uma refilmagem e foi um tremendo sucesso. Podemos falar também do 007 e do Batman, mas eles já foram citados anteriormente. A questão toda gira sobre quem é o responsável pelo projeto. Estou querendo dizer com isso que ST XI será um sucesso e terá continuações, seriados, etc ? Não, só estou dizendo que, para os estúdios, refilmagens e continuações são as apostas menos arriscadas e ST é ambos. Isso pode tanto resultar em um novo sucesso quanto em outro “O dia em que a Terra parou.” Até agora, as indicações tem sido positivas, principalmente aquelas que não se originam de extremistas.,Se vamos criticar, que sejam pelos motivos certos.

  26. Ora…tb sou fan incondicional de jornada…mas essa historia de canôn vcs exageram um pouco!

    Tb adoro de paixão a série clássica, mas convenhamos…depois de Nêmesis, ficou claro que ate mesmo os trekkers estavam exauridos de jornada, assim tb estava eu…tanto que nem mas meus DVDs eu vejo mais e quando soube que a historia iria ser recontada…não dei muita importância…mas eles aos poucos despertaram meu interesse…Galera, vai ser legal, precisamos nos manter abertos as mudanças e novas abordagens…se isso for necessário para revitalizar algo que já estava a muito saturado

    Quanto aos Alienígenas estilo Star Wars…bom todo mundo sabe que os aliens de jornada só tinham o estilo humanoide por simples falta de dinheiro dos produtores na época da série clássica! e como muitos estudiosos são fãs de jornada…acredito que é de conhecimento que é pouco provável que da existência de vida fora da terra, esta se pareça com os seres humanos…então, por que não ???
    lembrem tb que no sexto filme eles ousaram mais nas criaturas e nas series tb!

    Concordo, com os colegas que citaram 007 e batmam…duas franquias que igualmente estavam saturadas e foram recriadas com enorme sucesso!

    Que tal acreditarmos então que seria a sexta série! aceitamos TNG ate Deep Space Nine com toda sua distorção das idéias de GB, Então…ate podemos não concordar com uma coisa ou outra…mas devemos acreditar que a mudança veio em boa hora. Embora a Enterprise esteja diferente…continua sendo a Enterprise, hora, quando vi pela primeira vez a NCC-1701E em uma foto, torci o nariz, mas quando assisti ao filme achei uma nave belíssima, adoro!

    Bom, seja como for galera…se trata de mais uma Jornada nas Estrelas! vamos aproveitar!

  27. Errata. não é GB…o correto é GR de Gene Roddenberry

    peço desculpas…foi maus!

  28. Se, hipoteticamente, Gene Roddenbery estivesse vivo (ou ressuscitasse, como gostariam alguns) e estivesse produzindo este novo filme, certamente não haveriam tantas desconfianças. Ninguém estaria se sentindo previamente traído. A questão das viagens temporais e universos paralelos sempre foi utilizada ao longo das várias séries da franquia, conforme conviesse. Por que não pode ser usada agora? Isto não é Sci-Fi? Se os eventos realmente criarem uma realidade alternativa que possa nos trazer sequências de cinema ou uma nova série de TV , tanto melhor. Um universo paralelo não sepulta o universo anterior, simplesmente coexiste com ele.
    Outra questão é discutir a personalidade de Sulu, Chekov e Uhura. Convenhamos, na série original eles foram personagens altamente secundários, pouquíssimo desenvolvidos pelos autores. Quantas frases ou ações Sulu teve ao longo de TOS. Na verdade estes personagens irão receber agora uma importância que jamais tiveram.
    Por fim gostaria de comentar a situação ST x SW. Jornada é anterior a Guerra nas estrelas e eu a assistia desde pequeno. Quando os três primeiros filmes de SW estrearam, eu, adolescente, os achei muito chatos. Quando saíram os três últimos filmes ( I, II e III), eu já adulto, achei-os excellentes, tanto visualmente quanto em estória, tornando inclusive mais compreensíveis os três filmes iniciais. Inclusive achei muito legal a refilmagem e inserção de cenas em novas versões dos filmes antigos, sem puritanismo. Eu enxergo isto como as novas edições de um livro, por exemplo, que o atualizam ao longo do tempo. É claro também, que a bela estética de SW influencie outras obras. Lembrem-se que em Jornada VI “A terra desconhecida” há uma cena de bar com alienígenas que parece ter sido extraída diretamente de Star Wars. Nem por isso deixei de ser fã de Jornada. Não há nehuma contradição ou traição em se gostar simultaneamente de Jornada, SW, Galáctica ou qualquer outra série. Não se trata de religião e sim de entretenimento e cultura.
    Mais que nunca, vida longa e próspera.

  29. O proprio Diretor disse que nao seguiria o canon, se perceber ate mesmo o tos original tambem erra.
    Ele mudaria para salvar a serie, ja que os proprios fãs mataram a serie enteprise, e outros filmes e series, pois todo fã critico é um fã diretor. o contexto foi mudado para que os não trekers conhecem os novos parametros e novas ideias, senao teriam que correr atras dos manuais,livros e outras coisas, assim.. acredito que o filme sera otimo, e os que nao sabem assistir um filme e ja comecar a ver coisa errada, esquece fique em casa, e outra, se nao me engano o filme seria tambem em tempo paralelo, me lembrou o livro efeito entropia misturado com o star trek : new voyagers onde os klingons colocam Kirk no passado, e fica 1 ano fora da epoca real, senao me engano, de resto acho que sera um otimo filme, e espero um seriado para breve, e os criticos, ah os criticos que se ferrem. ah citando um email acima senão me engano kirk serviu a farragut e a republic.

  30. O que me preocupa não são os detalhes sobre a “forma” (ponte, bar, alienígenas, até detalhes do cânon), mas o conteúdo.
    Jornada (ou pelo menos, o melhor de Jornada) possuía inteligência e profundidade, na forma de confiança no futuro, exploração do desconhecido, discussão ética e filosófica, caracteres bem definidos, roteiro ambicioso.
    Estou achando que esse novo filme sacrificará algumas destas qualidades.

  31. Eita povo que confunde CANON com TIMELINE!!!

    O Universo “1.0” de Jornada existe ao mesmo tempo que o Universo Espelho, certo? E como vimos em Enterprise, eles se separaram na chegada dos Vulcanos. Em um, Cochrane se tornou amigo deles e em outro atirou neles.

    O Universo “2.0” funcionaria da mesma forma, com a diferença de que o 1.0 seria o sem a influência de Nero e o 2.0 com a influência de Nero.

    Tanto o timeline do Universo 1.0 quando do Universo Espelho (e agora do Universo 2.0) são canônicos, embora sejam diferentes.

    M’Y

  32. Abu
    Todos podem ter seus gostos e desgostos, mas como coisas diferentes, todos saem perdendo quando ST e Sw ficam parecidos, glorifica a “mesmalização”, transformar ST num SW genérico como indicaram é um erro.
    Se alguém gosta dos dois, foram pelas virtudes das duas, transforma-las em algo “igual”, quem sai perdendo é a diversidade e as camadas de fãs (que faço parte, que não gosta de SW)
    Acho que deu para me entender agora.
    E viva o falatório de ST.

  33. BORING……..CHEGA DE LER OPINIÃO DOS OUTROS….VOU ESPERAR PARA TER A MINHA……CADA UM TERÁ SUA MANEIRA PARTICULAR DE VER O FILME.

  34. São dois universos diferentes, portanto, não há como comparar os dois universos e dizer que um fere o outro.

  35. Mario Auusto Gomes | 14 de janeiro de 2009 at 2:23 pm |

    Post 35
    Você não leu o post do Flávio?
    Há uma similaridade estética e dinâmica segundo o tópico e seu autor.
    Concordo, com você, são universos diferentes e devem permanecer assim.

  36. Primeiro, parabéns ao Fabio Federico, no post 19, irretocável.

    E lá vamos nós de novo:

    Se estamos nos atendo ao campo da Ficção Científica, seja ela mais POP ou não, qual seria melhor:

    Buck Rogers? Flash Gordon? Star Trek? Sta Wars? Galactica?

    Não sei. E mesmo se eu tivesse certeza, ou pensasse que tinha, não mudaria minha vida.

    O que sempre percebi que todas têm em comum, e citarei somente o ponto NEGATIVO, sem justificar, atenuar, etc.

    É a quase insignifcanete presença de atores e atrizes Árabes, Indígenas, Latinos, Negros e até Escandinavos (não me referia obviamente a caucasiano pois se tem em excesso).

    Temos os grandes heróis e seus “escudeiros” sempre sendo homens caucasianos, na maioria das vezes loiros de olhos claros.

    Não que seja algo de todo ruim, mas é tão evidente essa preferência por CAUCASIANOS, que até nas versões mais novas desses produtos/franquias tivemos nomes como Benjamin Lafayette Sisko (ST:DS9), Mace Windu (SW-NT), entre outros poucos…

    Não é nada atoa que J.J.Abrams & Cia Ltda agora criaram o tal Capitão (cubano???) Richard Robau (ator Paquistanês-Americano) para comandar a excêntrica nava U.S.S. Kelvin.

    Poxa! Personagem CUBANO? Então deveriam ter chamado o Amaury Nolasco ou alguém simplesmente Latino…

    Valeu, J.J.!!! \\//_

    E cadê mais FOTOS da U.S.S. Enterprise??? 🙁

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