Produção fala sobre trabalho de bastidores
A revista Star Trek Magazine traz, em sua 19ª edição, um encarte especial, falando sobre parte do trabalho de bastidores na produção das cenas de Star Trek. Nessa edição temos os comentários do compositor da trilha sonora Michael Giacchino, do coordenador de dublês Joe Box e do diretor de fotografia Daniel Mindel.
Trechos da entrevista com o compositor Michael Giacchino.
De acordo com o compositor, sua abordagem na partitura de Star Trek é muito diferente do modelo de John Williams para Star Wars …
Falando muito honestamente, esta foi a primeira direção (na franquia) que tivemos, e eu tinha escrito vários temas que foram um tipo de espaço ópera, alguma coisa entre o que Jerry Goldsmith e John Williams fizeram, nesta linguagem que todos nós viemos a conhecer como “música do espaço”. Em cada uma delas, parecia um grande filme sobre espaço, mas isso não deveria ser em nosso filme. Mais uma vez, o filme volta para a idéia de que nós estávamos tentando fazer algo que não era exatamente o que você viu ou ouviu antes. Nós queríamos fazer algo que era um pouco diferente dos filmes de espaço, que não tivesse esse som.
J.J. (Abrams) sempre quis fazer uma música sobre o personagem. Ele dizia que o tema para este filme não poderia ser refinado, não poderia ser altivo, tinha de ter um sentido quase-inacabado, da mesma forma que Kirk é quase um personagem inacabado. Ele não é uma pessoa que está pronta, ele está chegando lá, mas
não está lá. Ele é um pouco grosseiro. J.J. queria algo que fosse um pouco triste, um pouco ressentido. Isso não é claramente o que Jornada tem sido, no passado, ou Star Wars, ou qualquer coisa que normalmente deveria ir nessa direção.
Acho que ele tinha toda a razão em dizer o que ele disse e o filme realmente teve a música em uma direção diferente. Estamos lidando com o início das relações entre esses personagens que conhecemos tão bem. É um começo difícil para eles, não é fácil. Teve uma hora em que tentamos fazer muito heróico ou demasiado tradicional, e isso pareceu errado, não verdadeiro com o que estava acontecendo emocionalmente na história. Musicalmente, se tivéssemos seguido em uma direção que a franquia havia ido antes, poderia ter um sentido vazio. Não teria a sensação de que estávamos indo em qualquer lugar diferente. Eu sinto que o filme realmente precisava de ser tratado de maneira diferente do que tinha sido nos últimos 10 anos.
Trecho da entrevista com o coordenador Joey Box.
A seqüência do skydiving (para-quedas orbital), quando Kirk, Sulu e Olsen se dirigem para a plataforma de perfuração acima de Vulcano, é um dos destaques do filme. Foi o maior desafio no filme. Houve uma série de incógnitas. Isso foi tudo acrobacias, com um pouco de efeitos visuais. Os nossos fantásticos efeitos visuais do diretor Roger Guyett acrescentou-lhes tremendamente.
Nós não tínhamos qualquer prática no skydiving. Isso fez com que fosse um pouco mais difícil, porque, se o fotógrafo está fazendo skydiving juntamente com as pessoas em queda pelo espaço, há uma oportunidade muito maior, na medida em que o movimento prossegue. Quando você começa a pôr fios sobre as pessoas, você pode perder o movimento do corpo natural, quando fica no espaço. No entanto, filmando isso em um conjunto de pedaços, fez evoluir um pouco mais, e no final do dia tivemos uma seqüência realista.
Na sequencia do skydiving não usamos dublês. A primeira coisa que fizemos foi simular a aterrissagem. Então, pegamos os atores e os colocamos pendurados em fios. Posicionamos eles e, em seguida, começamos a treiná-los. Eles ficavam de 9 a 12 metros no ar. No final do dia, você deseja que seus atores façam aquilo tanto quanto possível, caso contrário, você os estaria vendo em meio-perfil, com as cabeças balançando de forma não natural.
Eu diria que, nessa seqüência, 80 a 85 por cento foi feito pelos atores. Eles não fizeram o desembarque de forma perigosa, mas mesmo assim, fomos arrastando Chris Pine por toda a plataforma de perfuração. Ele era um verdadeiro desportista, ele é um cara durão. Todos eles foram fantásticos, e você não poderia ter conseguido um melhor grupo de atores como esse. Chris e John Cho estavam lá o tempo todo.
Trecho da entrevista com o diretor de fotografia Dan Mindel.
Eu presumi que o filme iria ser visualmente baseado na série de TV e filmes que decorreram antes, mas ficou óbvio muito rapidamente que J.J. (Abrams) não queria fazer isso. Ele disse-nos que não deveríamos realmente submeter-nos a qualquer coisa que não fosse o sentimento global da série, e não dos filmes e, então, produziríamos nossa própria interpretação disso, o que nós fizemos.
O meu primeiro pensamento foi, como sempre, que eu queria fotografar anamorficamente o
filme para lhe dar um sentido de grande tela. Eu vi os outros filmes no decorrer da minha vida e realmente não acho que eles tenham fugido do sentimento da TV. Pela natureza da série, os filmes ficaram antiquados, e queríamos modernizar Jornada, de tal forma que os jovens que nunca tinha visto ou ouvido falar ficariam engajados. J.J. é um mestre nisso. Sua contemporização destes empreendimentos monolíticos é fantástico. Ele é um dos diretores por aí com o conhecimento do popular Zeitgeist (espírito da época). Ele pode interpretar o que os jovens estão procurando. Estou confiante que todos estes novos garotos irão ver Star Trek e adorar.
Demorou um tempo para chegarmos à forma como queríamos esse visual, mas uma vez que fizemos as filmagens testes, tornou-se óbvio. Eu persuadi J.J. para filmar em widescreen Missão Impossível III, e quando nós começamos Star Trek, eu disse que realmente deveríamos filmar da mesma forma, feito analógico, não digital. Ele disse: “Prove”, de modo que foi o que fizemos. Transformou-se em estética, em oposição ao lado técnico das coisas. Fomos capazes de mostrar-lhe a estética.
Como já foi noticiado anteriormente, o DVD de Star Trek (com lançamento previsto para setembro) virá com extras referentes ao trabalho da produção, contendo entrevistas, comentários e muito mais. Aguarde por mais detalhes.
36 Responses to “Produção fala sobre trabalho de bastidores”
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Interessante saber que a trilha sonora de pouco impacto foi assim feita de propósito. Claro que ela está longe de ser fraca, até porque o Michael Giacchino é um compositor muito bom. Até gosto mais da trilha agora que vendo o filme no lançamento, sozinha se percebe muita mais detalhes sonoros.
E como seria as ideias anteriores a lá John Williams e Jerry Goldsmith? Com certeza, seriam bem ligadas aos temas tradicionais da franquia.
A sequência de skydiving para mim foi uma das que perdeu totalmente o impacto por já ter visto no trailer. Convenhamos aconteceu algo além do óbvio e do já sabido? Eles chegam, brigam e problema resolvido. Nâo tem nenhuma informação a mais. A do red shirt até nem funciona direito. Seria interessante se entrassem ali dentro daquela estrutura de onde saem os romulanos. Pelo menos o Kirk perseguir um deles lá dentro. Ou alogo assim.
A parte fotográfica do filme considero um dos elementos mais inovadores do filme de Abrams. Se distancia muito do restante da franquia e realmente a põe como obra cinematográfica em oposição a simplicidade do estilo televisivo de antes. Aquelas luzes na lente são uma ótima provocação visual. Uma bela assinatura fotográfica.
A trilha sonora é boa, não teve a maestria do Goldsmith, mas está de acordo com as cenas de do filme. o J.J. é um bom diretor. esses detalhes de produção são muito legais. É importante que os DVD´s tenham, mas uma coisa que lamento é não sairem erros de gravação dos lançamentos de Star Trek (com excessão do spin-off ENTERPRISE). Como participantes de fan clubes já vi muitas cenas hilárias que não são incluídas, tanto como erros de gravação como brincadeiras que foram efetuadas pelos atores. Esses acréscimos seriam divertidos.
Gostei muito de todos as atores, muito bem escolhidos e eles tem potencial para fazer muito. Pena a demora entre um filme e outro, mas eles são jovens e podem fazer muitos filmes.
Pena que um seriado seria difícil.
Nesses boxes podemos perceber que muitas coisas tiveram as suas razões.
O motivo disto ser feito assim ou assado mostra que para tudo houve um propósito, apesar das idéias terem sido limitadas pelo formato “cinema”.
Outro dia li, aqui mesmo no TREKBRASILIS que J.J.Abrams lamentou o fato de ter que limitar o filme na duração padrão de um longa metragem.
Agora, gostaria de saber se algum selo nacional lançou a trilha sonora do Giacchino no Brasil.
Raul
Estranho, porque tinha lido que o J.J. não gosta de filmes longos e tinha limitado a película (se ainda podemos chamar assim) a duas horas. Com os créditos acabou fucando com 2:06 horas.
Ainda tenho esperança que o no DVD, seja mais longo.
Post 3: Infelizmente o selo que lançou a trilha de Star Trek – Varèse Sarabande – não possui distribuição no Brasil.
O que mais me chamou a atenção na entrevista do Giacchino é algo que até parece óbvio, mas muita gente insiste em ignorar, quando dizem que “este Kirk não é o mesmo da TOS”. Óbvio que não é, na série original já vimos um Kirk formado, maduro. O Kirk do filme é o personagem ainda em formação.
Mesmo ao final, já capitão, ele ainda não está acabado, já que na nova linha de tempo Kirk chega ao comando da Enterprise prematuramente. E o mesmo pode ser dito, dadas as devidas proporções, aos demais. Em suma, a proposta do filme sempre foi de fato ser uma Jornada um tanto diferente, e nisso foi bem sucedido.
Ainda tenho vãs esperanças que a Devir lance um encadernado que una STAR TREK: Contagem Regressiva com STAR TREK: Nero.
A trilha (muito boa por sinal) quase me faz chorar (duas vezes) no início do filme quando o pai de kirk morre.
Ponto positivo do filme!
Cada vez mais percebe-se que o saldo foi super positivo, trilha, atuações, direção, fotografia, ação, tudo feito com muita competencia e respeito, Star Trek está em boas mãos.
Saber que a trilha está de proposito com o freio de mão puxado foi muito bom, pois quando ouvi o ema no cinema, ele parece claramente sem um impacto, falta algo ali… o que me deixou meio fustrado no cinema, mas agora entendo.
Eu sinceramente achei a trilha no CD muito boa e no filme muito mau aproveitada. Acho que as coisas poderiam ser melhores se houvesse mais tempo.
Não só a Skydiving não foi grande coisa e nem foi legal como também não serviu em nada na história, só foi uma tentativa do Sulu mostrar sua katana Jedi. E não serviu em nada mesmo, eles só pararam a broca quando já era tarde de mais.
Sobre o visual eu odiei, além de chamarem o visual de TOS de desuatualizado eu achei o deles exagerado. Uma coisa é desuatualizado e outra é classico. Uma coisa é modernizado e outra é exagerado. Já disse que mais feio que a Idiotaprise só mesmo a NX, mas só por fora, pois por dentro a nave do $J$J$ não tem concorrência, é a pior das piores.
Aproveito aqui para demonstrar meu desgosto com a forma como os roteiristas têm tratado certos elementos do universo treck particularmente os romulanos, descaracterizaram completamente os romulanos neste ultimo filme como tb no nemesis da nova geração, além de simplesmente acabarem com o Império Romulano para criarem uma nova linha temporal, aliás voces não acham que estão estragando o universo treck com esse excesso de viagens temporais? Ou seja nada é pra valer, tudo se torna provisório para os roteiristas, basta recorrer a uma viagem no tempo( coisa que se tornou banal na série) pra justificar as coisas mais absurdas, este ultimo episódio não foi diferente.
Falando em música…uma que nunca sairá da minha cabeça, símbolo desse filme, e que acho não tem na trilha oficial, é a aquela música épica do trailer final.
(trailer alias que não consta na fachada do site, uma pena, pois é um dos melhores de todos os tempos).
http://www.youtube.com/watch?v=szz0TouzhLA&feature=related
post 10.
Essa música se chama Freedom Fighters de uma dupla de compositores que se intitula Two Steps From Hell. Eles são especializados em fazer trilha sonora para trailers de filmes. Os caras são bons.
a diferença entre algo que passa um sentido de inacabado e algo realmente inacabado pode ser tênue…
Acho ótimo tentarem coisas diferentes, mas que a trilha podia ser melhor, podia…
O filme também me parece ainda estar “inacabado”, vide a bilheteria, que não foi tão boa assim…
Production Budget: US$ 150 million
Domestic: US$ 248,731,000 (66.7%)
+ Foreign: US$ 124,127,476 (33.3%)
= Worldwide: US$ 372,858,476
A bilheteria foi ótima, na opinião da Paramount, e isso é o que importa. Outro filme já está confirmado, provando isso. Houveram filmes que renderam mais este ano, mas nem por isso foram melhores, caso de Wolverine e Transformers. Fora esses dois, acho que somente Anjos e Demônios rendeu mais. Está bom demais e pode ser muito melhor no próximo filme, basta capricharem no roteiro, pois elenco e dinheiro tem o suficiente.
Tô doido pra ver as próximas trapalhadas de Kirk e sua turma.
O lado cômico do filme foi ótimo, faltou mais seriedade, quem sabe no “Retorno de Khan”…
Post 16
Eu esqueci que vc é o fan de Star wars !!!!!!!!!!!
Não gostei da trilha de Michael Giacchino, ficou parecendo muito as trilhas sem expressão utilizadas em DS9 ou ENTERPRISE….
post 14.
Corrigindo – $373,974,476
Vc acha que essa bilheteria foi ruim?
Então Wolverine foi um fracasso ($361,605,800)?
Exterminador 4 está com $323,943,644. Deve superar um pouco Star Trek, mas não muito.
Anjos de Demonios está com $461,578,023.
Impressionante é Transformers 2 – $591,459,000 (até agora). Sinal de que o público gosta mesmo é de muita ação e efeitos especiais, não importa os furos de roteiro.
Pois eu acho que para um recomeço de uma franquia de 40 anos esgostada, desgastada pelas fracas produções anteriores, foi uma vitória do J. J. Abrams. Eles podem fazer melhor no próximo. Vai depender do que escolherem: uma história zerada ou uma reciclagem de outra.
Sinal de que o público gosta mesmo é de muita ação e efeitos especiais, não importa os furos de roteiro = STAR TREK.
Achei um porre a trilha sonora do filme, foi o que mais odiei, espero que mudem no próximo filme.
Aqueles 25 anos que o Nero ficou dando bandinha pelo espaço do Spock/Quinto, poderia ser usado no próximo filme, daria pra encaixar alguma coisa ali.
Post 14
“vide a bilheteria, que não foi tão boa assim…”
Meu amigo o que vc quer mais. O filme está em cartaz nos EUA faz um mês entre os Top 10.
É a 50ª bilheteria mundial de todos os tempos e a 3ª do ano!!!
(fonte IMDB.com)
O que é boa pra vc?
O que eu acho incrível é que ainda tem gente tentando tapar o sol com a peneira. O filme é um grande sucesso de público e crítica. A bilheteria é excelente, as continuações estão garantidas e a franquia está renascendo.
Só não foi melhor no Brasil, graças a propaganda negativa, que muita gente que se diz fã, está fazendo desde muito antes dele estrear. E continua falando mal só pra não dar o braço a torcer.
Falar mal do design da nave, dos efeitos, da engenharia, do efeito de dobra, do transporte… Eu sei, eu sei. É tudo questão de gosto e gosto não se discute, se lamenta.
Mas isso não contribue em nada para ajudar a franquia a fazer o tão aguardado sucesso.
Achar a trilha ruim? Parada? Imcompleta? Caramba, o cara explicou que foi de propósito!!! O que vcs não entenderam? Precisa desenhar???
Life Long and Prosper \\//_
Acredito que a próxima trilha sonora será mais agitada, bem ao estilo da franquia, porque a fase de moldar personagens inacabados ficou para trás. Eles já estão quase prontos e terão de se superarfem com os novos conflitos que virão, seja pelo vilão, seja pelas divergências pessoais. Isso é Jornada.
^23
a trilha ficou ruim de propósito?
se ainda fosse sem querer, dava pra desculpar, haha…
Ninguém está falando que o filme não é um grande sucesso…
Post 23:
Adorei a nova Enterprise, comprei uma réplica da Playmates Toys, paguei R$ 170,00 com gosto e sem dó.
Quanto à suposta bilheteria do IMDB:
123º lugar – Star Trek – US$ 374 Mi = $249.8 + $124.1 (ano 2009)
Soletrando: Centésimo Vigésimo Terceiro lugar.
Fonte:
http://boxofficemojo.com/alltime/world/?pagenum=2&p=.htm
Até o filme Superman Returns fez mais que isso.
Vamos comparar só com três filmes BEM RUINS então:
9º lugar – Star Wars: Episode I – The Phantom Menace – $924.3 = $431.1 + $493.2 (1999)
17º lugar – Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith – $848.8 = $380.3 + $468.5 (2005)
35º lugar – Star Wars: Episode II – Attack of the Clones – $649.4 = $310.7 + $338.7 (2002)
Fonte: http://boxofficemojo.com/alltime/world/
Público comum não sabe mesmo escolher filmes.
Acho que só eu gostei da trilha… hehehe
Apesar de preferir a velha trilha original, eu não achei a nova trilha ruim.
Post 28:
Na verdde, colega, eu também gostei MUITO da trilha do filme, sobretudo as faixas:
- Star Trek;
- Enterprising Young Men (a melhor);
- Nero Sighted;
- Nero Death Experience;
- Nero Fiddles, Narada Burns;
- That New Cat Smell,
- To Boldly Go;
- End Credits.
Que bom, não estou só.
Eu gostei muito daquela que tocava no site, mas não me lembro o nome dela.
Já falei, Rodrigo, vc está no site errado.
Verde, vc é DONO do TrekBrasilis?
Então, por que não me expulsa? Fala pro Ralph me banir! :p
Pessoal, filmes de ação para a garotada não depende de qualidade, depende de marketing e feriados. Eu sei que é duro, mas esse filme é só isso para os não trekkers, diversão, eles não vão se tornar trekkers só com ele. O segundo vai ter que melhorar muito. Só espero que o $J$J$ seja um pouco parecido com Chris Nolan.
posto 10:
treck?????
mas que trecko é esse meu caro?
só conheço trek!!!!
falando em musica eu também gostei daquela que toca no segundo trailer… chamada de down with the enterprise também desse grupo chamdo two steps from hell. Diga-se de passagem que todo a trilha do filme podia ser desses caras aí… ou que pelo menos estas duas musicas fizessem parte do filme.
Post 33:
Eu virei trekker depois de ver esse filme.
Bem, na verdade, depende do que você considerar trekker: eu vi a TOS inteira, estou prestes a alugar os três primeiros filmes, tenho um comunicador, histórias em quadrinhos importadas e vou, daqui a pouco, comprar uma camisa da TOS azul (de ciencias)