Imagens exclusivas do livro A Arte do Filme
Star Trek – The Art of The Film (A Arte do Filme) é um livro da Titan Books, com lançamento previsto para 17 de Novembro nos EUA. Escrito por Mark Cotta Vaz e prefácio de J.J. Abrams, o livro traça a evolução do filme, através de uma variedade de imagens concebidas na pré-produção como pinturas, conceitos de desenhos, figurino, cenografia, fotografia e outros. Veja aqui algumas imagens exclusivas, cedidas por um usuário do TrekBBS.
O livro, de capa dura, contem 160 páginas recheadas de ilustrações e textos. Não há previsão de lançamento no Brasil, então aproveite e veja algumas fotos abaixo do que eles tinham em mente para a reimaginação de Jornada.
A concepção da Terra.
O modelo sensual para a oraniana Gaila (Rachel Nichols).
O hangar da USS Enterprise.
Como deveria ficar a USS Kelvin após o ataque da Narada e os ângulos de filmagem.
Esboço da ejeção do núcleo de dobra da USS Enterprise.
Primeiras armas romulanas.
Um pouco mais dos Klingons.
No livro, o designer Michael Kaplan conta o seu desapontamento por não ver os figurinos e acessórios Klingons no filme, “Eu sempre brinco com J. J. sobre o corte destas cenas”, disse Kaplan, “Foram centenas de vestuários de prisioneiros e guardas Klingons. Os guardas com seus capacetes e capas estilo tropas de assalto eram os meus figurinos favoritos. Para os capacetes eu tomei como base o artrópode caranguejo-ferradura e queria que seus casacos parecessem grossos, como a pele espessa de um elefante ou rinoceronte”.
Esboço inicial das armas, acessórios e naves Klingons. Veremos no próximo filme?
33 Responses to “Imagens exclusivas do livro A Arte do Filme”
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Off topic: para quem não sabe, STAR TREK (XI) já foi lançado aqui.
Uma arte conceitual que gostaria de ver desse livro é a da engenharia da Enterprise.
Para então entender porque Abrams olhou, analisou, teve a ideia maluca e então disse: “Vamos fazer numa cervejaria”.
Mas esse negócio da cervejaria arde, não é?
Toda a criação-de-caso contra o fato de o cenário da engenharia ter sido feito em uma fábrica de cerveja é algo completamente fora de propósito em relação a importância disto para a produção como um todo. Ainda assim é coisa que persiste, em contraste a críticas em áreas até realmente válidas de serem feitas.
Parece até quye foi algum tipo de patrocínio que a cervejaria queria.
Eu, sinceramente, achei até mais “realista”, mas gostaria de ter visto a engenharia da concepção original
OFF TOPIC:
Mais um museu homenageando o Shatner
http://tvig.ig.com.br/183832/william-shatner-ganha-estatua-de-cera.htm
O que me chama a atenção é a beleza do desenho do cruzador Klingon!!É quase tão belo quanto a Enterprise.Nem as atualizações com a as Bird of Prey, são tão classudas!Pena que a vemos tão pouco nos filmes
Sobre os desenhos realmente me pareceram bons, menos a concepção da Terra, muito diferente da vista no filme e muito Curoscan.
O angar no entanto é muito melhor do que os vistos até hoje. Sempre foram salas enormes para poucas naves auxiliares. Em TOS era imenso só para a Galileu e a Copérnico. Acho que poderiamos dizer que o teletransporte nesse filme ainda é pouco utilizado, por isso um angar tão organisado para caberem tantas naves. Também é a única referência até agora de que a Trairaprise é realmente enorme, seja no livro, quadrinhos ou até mesmo o filme. Por fora e por outros angulos não aparenta.
Nada de mais na ejeção dos núcleos de dobra, a não ser que eram quatro. Até antes desse filme eram um central e outros auxiliares.
A Kelvin ainda não.
As armas tudo bem.
O crusador Klingon, agora sim. Um desenho muito bem feito e fiel ao conceito de Tanque de Guerra do espaço típico de uma raça militarizada, a outra nave era dispensável (parece uma mistura de nave Klingon com Reman e Dominiun). E concordo com todos os que sentiram falta dos Klingons no filme, os capacetes não foram felizes, mas na história final fez falta.
Leandro Martins, esse site é prova de seu conhecimento e dedicação à ST. Mas que o desenho da engenharia “cervejaria” causou um mal estar a ponto de abalar aopinião do filme isso realmente acontece. Se ela fosse diferente não mudaria a história. Mas que ficou muito feia e imprópria para tantas cena e tempo de exibição isso ficou.
Será que se não fosse dito nada sobre a engenharia da Enterprise ter sido filmada numa fábrica de cerveja, teríamos as mesmas críticas?
Acredito que não ….
Vejam bem…Com a ponte fase II,o esboço da nova engenharia,o hangar da Enterprise e alguns Klingons com algumas novas Aves de Rapina no proximo filme para mim estará ótimo…
Só um comentário (quase “off”) sobre a aparência da POLÊMICA nova engenharia.
Uma nave do porte da Enterprise precisa ter uma capacidade para estocar MILHÕES de litros de deutério – hidrogênio que possui um nêutron no núcleo – na forma líquida.
Então, achei mais do que apropriado mostrarem aqueles tanques imensos, os quais devem servir para o simples propósito de armazenar o “combustível” da nave! (claro que, na nossa realidade, não seria tão simples!) (o hidrogênio só se mantem líquido a uma pressão quase absurda, e, temperatura abaixo de 253 graus negativos!)
(mas, aqui entre nós, façamos de conta que aqueles tanques cilíndricos que aparecem no filme são feitos de um material especial e etc…)
Independente de sabermos, ou não, que era uma cervejaria, todos (ou quase todos) odiaríamos a coisa, pois ficou destoante, fora de propósito e feia. Sem elegância. Acho que todos aqui tem bom senso pra distinguir isso, independente de saber se era uma cervejaria ou não (poderia ser qualquer coisa real, pois percebe-se que não é cenário). Tanto faz o que seja: é real e destoante. Só quizeram economizar uns caraminguás…
Cervejaria, forja, ou celeiro de cavalos, o fato é que a concepção da engenharia destoa de todo o resto da nave. Isto é o ponto relevante que foi nitidamente observado na arte inicial onde os desenhos dela eram similares ao resto da nave, havendo harmonia.
Se a engenharia é “funcional” aos seus propósitos é ÓBVIO QUE É, afinal na história, a nave voa. Neste caso poderiam botar uma sala vazia e escura e dizer que lá tem uma tecnologia “milagrosa” que faz a nave voar. Daria no mesmo. Basta acreditarmos que “isso” faz a nave voar.
O fato é que cenários servem para fazer a imaginação imergir e embasar a história que está sendo contada. E esta engenharia conseguiu fazer o contrário. Enquanto alguém espera algo compatível com a nave, aparece algo totalmente inverso que por alguns segundos faz o cérebro se desligar da história para questionar: Opa! Isto não condiz com aquilo que seria o ideal.
Se cenários não atrapalham em nada a história de filmes, a ponte deveria ter sido feita de papelão com botõezinhos de balas Kids Cereja, Anis e Hortelã. Painéis de emergência com balas Soft de Morango, limão e abacaxi. Apenas a tela principal feita em CGI. Afinal para quê serve o cenário da ponte se as cenas mais importantes foram na tela principal, na cadeira do capitão e no manche do Sulu… enfim, basta imaginar…
Ninguem falou até hoje do cenário da engenharia da Kelvin. Tubulações, passarelas, reservatórios….. Ah, sim, esqueci, ela é velha e não é a Enterprise.
Olá estou aqui pela 1º vez e gostei muito do site, nota 10 para ele, bom estou muito ansioso para ver o novo filme de star trek.
As duas engenharias são ridículas. Ponto.
E isso independe de terem sido filmadas em cervejarias ou de terem sido desenhadas a partir de fotografias tiradas por um viajante do tempo que realmente esteve no interior de naves espaciais do século 23. E mesmo que alguém pudesse explicar a função de cada cano, tanque, anteparo e parafuso que aparecem em cena, o cenário continuaria sendo tosco, sujo, feio e claramente destoante do restante dos cenários da nave nessa produção e de tudo que já foi visto na franquia.
Pior do que os cenários das engenharias somente a mania de perseguição dos defensores do filme. Gostar do filme é um direito que assiste a cada um. Só que isso não consegue mudar o fato de que os cenários de engenharia de ‘StarTrek’ são provavelmente o ponto mais baixo desse fraco filme de ficção, apenas vagamente baseado em ‘Jornada nas Estrelas’.
A sala vazia e escura como cenário da engenharia ofenderia menos.
@16^ … Compatível com a tecnologia proposta daquela nave considerada como ultrapassada e não com uma zero-bala recém polida no estaleiro, né?
Os cenários da engenharia da USS Defiant em Mirror Dark de Star Trek Enterprise, apesar de simples, era mais convincente do que cervejaria, digo engenharia, dessa Enterprise.
quem disse q todos odiamos a engenharia?
não me inclua nesse todos.
quem já foi em qualquer navio de guerra e ou cruzeiro na cabine de comando, engenharia e dormitórios vai notar que é destoante sim, principalmente a engenharia (sala de máquinas) do resto.
“MIRROR DARKLY“ é um primor de cenografia, a interpretação atual da cenografia sessentista é simplesmente fantástica. Mike e Denise Okuda, foram fieis e imaginativos. Os tubos “JEFFREIS“ estavam lindissimos. Esta equipe sim soube fazer algo descente com um visual “RETRO“.Sem piso de ceramica ou manivelas e chaves de empurrar.
Concordo com o colega do post 21!
Engenheiros – com raras exceções! – preocupam-se em fazer as coisas funcionarem, e, por isso lançam mão de simplificações e construções que primam pela funcionalidade e não pela aparência/estética.
Beleza e estilo é coisa dos ARQUITETOS!
Por exemplo, um motor de dobra “mais bonito” não faria a nave ir mais rápido!
Definitivamente as partes “inústriais” do filme destoam do resto dos desenho de quase tudo, principalmente por que eram as únicas coisas fora da onda retrô. Se são funcionais eu não sei, pois é tudo Sci-Fi. Comparar reatores com base em energia de alta intensidade com navios que queimam combustíveis fósseis também destoa as idéias. Por isso acho que o que ficou foi que aqueles cenários resolveram as questões de enredo. Poderiam ser muito mais bonitos com certeza, mas lembrem-se, também havia problemas de cronograma e o medo de vasamento por parte da pirataria que pode ter apressado a decisão de não se construir uma engenharia de acordo. Concluindo, foi uma péssima escolha se analisarmos em partes, mas não estraga o todo para quem gostou. Eu mesmo que não gostei do filme não fico dizendo que é a única coisa ruim, pois tem muita coisa também, mas que é a piór isso é.
Eu implico com engenharia-cervejaria porque ao vê-la em cena (e nem sabia que era uma fábrica real) considerei muito destoante de tudo já visto na franquia, e até para uma revisão não combinava em nada aqueles grandes tanques com o resto dos cenários. O que tinham neles anti-matéria? Cevada?
Lembrando que até os designers da década de 60 foram pelo caminho do minimalismo.
E ao contrário, gosto muito da ponte ultra iluminada. Tem cara de moderno e de alta tecnologia.
Se Abrams errou em algum lugar foi na engenharia. Por não conhecer a franquia ele nem desconfiou que tocou num item icônico. Sâo raros os episódios em que ou a engenharia ou um engenheiro-chefe não tem importância na trama.
Basicamente, se não há um vulcano por perto, todo o lado Sc-Fi de Jornada diz respeito à engenharia.
Deve ser frustrante fazer todo um trabalho de pesquisa, figurinos e tudo mais (no caso dos Klingons) e não ser usado no filme.
É incrível como é necessário uma imersão nos conceitos da série pra fazer tudo direitinho, e no outro dia, a gente vem aqui pra meter pau no que não gostamos…ahaahahha
Detalhes de engenharia, da ponte, do uniforme são irrelevantes para a história, assim como os cenários de papelão e cola foram para TOS.
Adoro esses livros “The Art of” isso aquilo.
Do conceito à definição final, os trabalhos mostram que a arte não é definitiva, mas evolutiva, sempre se renovando e crescendo.
Star Trek também cresceu e se transformou e espero que o lado estético visual esteja sempre na vanguarda.
Pois Jornada é isso!
O Classicismo ou Eruditismo é importante, mas a reinvenção também sempre será bem vinda!
@27^Outros tempos Ralph. A qualidade das histórias tinha que ser boa para superar a deficiência ORCAMENTÁRIA dos cenários. Atualmente é inconcebível este caminho.
F. Hollander. Na verdade creio que o caminho se inverteu, agora temos as incansáveis cenas de ação e efeitos especiais com uma história que só serve para liaga-las uma as outras. Ou seja, A história é muito menos relevante do que nunca, o que importa é plenamente visual.
Cerveja Romulana é o “segredo” da velocidade de dobra da Enterprise.
Pelo menos dá pra “dobrar” a esquina…
O cenário de papelão e cola da Série Clássica dá de mil nessa patética “locação” da engenharia das naves em “StarTrek”…
Fiquei bastante intrigado ao ver uma imagem, no site Omelete, da capa BRASILEIRA da Edição Especial 2 discos em Blu-ray.
Será mesmo que teremos isso aqui no Brasil??? Será???