Estudo culpa Jornada por falta de cientista mulher
Um novo estudo publicado pelo Journal of Personality and Social Psychology sugere que Jornada pode ser parcialmente responsável por alargar o fosso entre homens e mulheres nas carreiras de ciência da computação. Suas descobertas implicam que os estereótipos dos nerds associados a franquia e a ciência da computação podem dissuadir as mulheres a ingressarem nesse campo. Leia sobre o assunto e opine.
Pelas estatísticas do National Science Foundation, os homens (americanos) dominam o campo da ciência da computação, e a pesquisadora Sapna Cheryan da Universidade de Washington, principal autora deste estudo, queria descobrir se o estereótipo dos nerds era o culpado. No estudo, grupos de estudantes foram colocados em dois tipos diferentes de salas, configuradas como salas de aula de ciência da computação: O primeiro tipo foi de forma neutra, decorada com canecas de café, plantas e cartazes de arte, o segundo foi mais scifi, com cartazes de Star Trek, vídeo, jogos e histórias em quadrinhos. Todos os alunos responderam a um questionário perguntando se eles gostariam de ir para o campo da informática. Os resultados mostraram que as mulheres eram menos propensas a escolher uma carreira de ciência da computação se tivessem estado na sala de Star Trek, enquanto que os homens não mostraram nenhuma mudança.
“O que esta pesquisa mostra é que a imagem da ciência da computação – esta imagem, geeky masculina – pode fazer com que as mulheres sintam que não pertencem a esse mundo”, diz a autora Sapna Cheryan.
“Eu acho que essa é uma importante contribuição para a literatura”, diz Rodolfo Mendoza-Denton, da Universidade da Califórnia, Berkeley. Ele diz que levanta questões sobre o quanto as pessoas têm o controle consciente sobre as suas escolhas.
Pesquisas anteriores mostraram que uma pessoa pode ter um bom sentido do que outra pessoa é a partir do momento em que passar alguns minutos prestando atenção no seu companheiro de quarto. Questionou Cheryan se o mesmo não aconteceu nas salas de aula.
“Você pode obter uma mensagem sobre se pretende aderir a um determinado grupo, apenas por ver o ambiente físico em que o grupo está associado”, disse Cheryan. “Você entra, vê estes objetos e pensa: ‘Este não sou eu”.
“É um efeito consistente”, diz Cheryan. “O ambiente pode comunicar um sentido de pertencer, mas também comunica um sentimento de exclusão, ou a sensação de que este não é um lugar onde eu iria caber”.
“Há essa idéia de que as pessoas desenvolvem seu interesse especial ou sua carreira escolhida através de algum tipo de paixão interna que temos”, disse Mendoza-Denton, que observa que o meio pode influenciar seu interesse primário. “Esses estudos mostram que, de fato, os espaços em que você anda podem ter esse tipo de efeito. Essas são coisas muito sutis que podemos perder”.
Mendoza-Denton acrescenta que os resultados podem ser objeto de utilização em outras áreas em que as minorias estão representadas e adverte: “As pessoas têm que começar a levar a sério”.
Fonte: TrekMovie e SciFi Wire
37 Responses to “Estudo culpa Jornada por falta de cientista mulher”
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Interessante que, apesar de todo o crescimento tecnológico, ainda há conceitos junto a uma parte da populaçao, principalmente as mulheres, contrário a esse fato. Minha mulher, por exemplo, é totalmente contrária a uso de computadores e internet. Nem chega perto.
No entanto, nao havia me apercebido que a situaçao estava asim tao crítica, afinal, muitas psicologas se foram incentivadas por ST.
kkkkkk – Seráq esse “Journal” possui membros do programa “Fantástico” q num serissimo estudo nos anos 90 constatou q Jornada era um vicio perigossimo e alertava a humanidade pra tal “ameaça”….kkkkkkkkkkkkkkkkk
Pessoar vão arrumar o q fazer !!!!!
Abs
Acho que essas manias de geeks, de ter coleções e idolos é mais um sinal de não se querer crescer que espanta as mulheres, ou seja, elas gostam é de homem por perto, e não de crianças crescidas. Dizer que ST tem parte no problema é dizer que tudo o que é legal na formação das pessoas também é. Então eu concluo que é mais culpa dos garotos em gerla de não se distanciar infancia do que dos seus “brinquedos”. Ou que o problema pode ser ao contrário, que as mulheres amadurecem demais!
Ainda que assídua leitora do Trekbrasilis desde os 11 anos, raramente cheguei a opinar sobre algum post,mas este em particular me deixou surpresa.
Sou mulher, curso ciência da computação e sou apaixonada por Jornada há mais de 10 anos. E, nunca, em momento algum, a série e suas vertentes me dissuadiram a não ingressar na área de exatas, pelo contrário, sempre tive Star Trek como inspiração para meus ideais de uma humanidade melhor no futuro.
Claro que falo por mim,mas realmente acho que só mulheres preconceituosas e de mente fechada mudariam de idéia quanto à carreira por achar que isso é coisa de nerd.
Saudações,
Josi.
4^- Parabéns Josi !!!
Abs.
Não entendo a validade desses estudos. Pra mim não passam de experiências de comportamento induzido. Se nas canecas tivessem estampados os personagens da saga Crepúsculo, provavelmente, o resultado seria inverso.
Por outro lado, levando a sério esse estudo, e diante desses resultados, o que fazemos com eles? Nada!!
Se as mulheres estadunidenses são patéticas o suficiente para se manterem longe das carreiras de tecnologia só por temerem o rótulo de nerd, elas sem dúvida merecem a situação pior em que se encontram. Se insistem em ver uma diferença de valor entre os homens fanáticos por rodeio e futebol e os fanáticos por fórmula 1 e ficção científica, pior para elas: são as únicas que têm algo a perder com isso, pois se mantém à margem de um mundo de progresso ilimitado.
Desperdicio de dinheiro, tempo e muita falta do que fazer: Mas típico dos Americanos que querem medir tudo, pesquisar tudo, as vezes isto ajuda, as vezes isto é uma inutilidade total e só serve para criar mais estigmatização e preconceitos com relação a determinados grupos de pessoas ou fatos naturais da vida. Aliás tem até um sociologo americano divulgando uma pesquisa e pedindo que se abolice os termos “nerds“ e geeks“, por serem preconceituosos e estigmatizantes. Mas ads pesquisas mais “inssonssas“, podem sair grandes descorbertas, como PASTER pesquisando bolor, descobriu a PENICILINA, o antibiotico PAI de todos os outros antibioticos e inicio da famacopeia moderna, vai saber o que pode acontecer…
O mais curioso é que a série está repleta de mulheres de ciência em posição de destaque: Janeway (uma oficiala de ciências que ascende aos postos de capitão e almirante), Dra. Crusher, T-Pol, Christine Chapel… Há também mulheres ativas como Tasha Yar, Kira Nareeze, B’Elanna Torres… Se tem um seriado onde a diversidade de origem, gênero e raça são considerados um não-problema é Jornada nas Estrelas! Esse estado de coisas deveria ATRAIR as estudantes e não repeli-las.
Penso, se fosse fotos do Bill Gates e outros “Geeks” de sucesso mundial, qual seria a reação? Com certeza uma imagem infantil não vai atrair muitas pessoas, mas uma imagem de sucesso, o resultado é outro.
O sucesso motiva mais do que símbolos piegas. O nerd de ontem não é o nerd de hoje.
Bom! Depende o grupo de meninas que pegaram para participar dessa pesquisa, se for igual as que vemos todos os dias na TV, em series e BBB da vida é claro que não teriam interesse nenhum, tenho certeza que a mulher de hoje em nada parece com essa pesquisa, ela não é influenciada pelo ambiente e sim correm atrás dos seus sonhos e objetivos, sou casado e tenho uma filha.
Acredito que esse estudo não vale nada, tendo em conta as pessoas escolhidas: “No estudo, grupos de estudantes foram colocados em dois tipos diferentes de salas”.
Quando às mulheres não quererem parecer “nerds”, isso é um preconceito tipico americano, onde elas caem e se machucam só por não colocar óculos por “ficarem feias”. Tenho uma filha que usa óculos, é bonita e comanda a filial gaúcha da seguradora mais antiga do Brasil, fundada em tempos de Dom Pedro I.
Além do mais, o nerd do que você caçoa hoje será seu patrão amanha.
É isso.
Na moral???
E o kiko???
obs: agora faça uma pesquisa pesquisando sobre os cursos de Estilismo e Moda! (vamos culpar os homossexuais por que esses cursos tem poucos homens?)
Essa é mais uma daquelas pesquisas sem fundamento.
É óbvio que mulheres e homens têm diversas aptidões. Mas, acredito em apenas duas hipóteses:
1. Cultural (mais provável): Depende da formação de cada pessoa, de suas convivências e experiências;
2. Genético: A seleção natural operando ao longo de infinitas gerações foi “peneirando” genes específicos que condicionaram a uma predisposição à certas aptidões, orientada aos respectivos gêneros. (p. ex. homens caçadores e mulheres coletoras)
Enfim. No fim das contas, JORNADA NAS ESTRELAS continua ilesa. Se seus valores, propostas, e idéias fossem colocadas em prática, EM QUE MUNDO MARAVILHOSO VIVERÍAMOS!!!! (cheguei a me arrepiar quando escrevi isso)
Hilebrando, Pasteur (não PASTER, como vc escreveu) NÃO foi o descobridor da penicilina…
Sir Alexander Fleming foi o autor da desoberta…
Ele chegou à descoberta da penicilina e de suas propriedades antibióticas em 1928, ao observar uma cultura de bactérias do tipo estafilococo e o desenvolvimento do mofo a seu redor, onde as bactérias circulam livres. (citação tirada da wikipedia mas eu já sabia disso)
Jornada nas Estrelas levou muitas pessoas às carreiras ligadas às ciências.
Se, estatísticamente, foram mais homens do que mulheres, esse estudo não prova nada.
Pesquisas do tipo são tendenciosas, feitas por amostragem e em condições que podem induzir ao resultado que os pesquisadores queriam provar.
Nenhuma pesquisa prova o que acontece na população como um todo, qualquer pessoa que tenha um mínimo de conhecimento de estatística e de como são aferidos os resultados de pesquisas de opinião sabe disso.
Se no Brasil quase ninguém gosta de Jornada, como é que essa pesquisa explica o fato de que em uma faculdade, os cursos de exatas terem mais homens e o de humanas mais mulheres? Fácil: até outro dia mulher era só dona de casa, e agora “podem” trabalhar. Daqui uns anos a situação deve se equilibrar.
Deviam fazer uma pesquisar pra medir o quanto um BBB prejudica a sociedade…
Post.4.
Bom saber que vc, Joselisa, é frequentadora do TB há muito tempo e é um prazer termos mais colegas do sexo feminino acessando nosso site e dando suas opiniões, afinal, o TB é de todos e Jornada nos dá a sensação de universalidade e de otimismo no futuro.
4^- Parabéns Josi !!!
Abs. (2)
Bom, não posso avaliar a pesquisa sobre como seria o dia a dia americano, o que vejo, atraves de tudo que envolve o mundo nerd e cientifico é que as mulheres sempre estão presentes, mas me parece que são minoria, mas estão lá.
Basta ver um programa do Discovery ou outro sobre ciência, e as mulheres estão lá, uma reportagem sobre o mundo dos quadrinhos, e lá estão elas, sem mencionar o mundo da NASA e suas astronautas e tecnicas.
Nos extras do filme O Incrivel Hulk, é mostrado que uma das melhores cenas de ação em CGI, foi feita por uma jovem…portanto algo não fecha.
As séries de tv sempre deram um destaque absurdo as mulheres, desde Jornada, BSG e Stargate.
De uma forma geral me parece que os gostos pessoais da molecada, se encaixam mais no mundo cientifico, que os das mulheres.
O que leva uma pessoa a ingressar no mundo cientifico ou de computação? penso, que a curiosidade, o interesse por descobertas, o gosto pela aventura e tudo isso está MAIS presente no universo dos meninos, do que das meninas, ( o bom exemplo do momento é essa coisa do Crepusculo, que só mostra a submissão das mulheres ao MACHO dominante, sei lá mas deve ter feminista se revirando…), a ficção cientifica é repleta de ação, heroismo e aventura que de alguma forma inspiram o ingresso em profissões mais tecnologicas.
Uma comparação especulativa que me parece, é analisar os programas de tv e revistas destinados as mulheres no Brasil (sem querer ser preconceituoso, só analisando). Já repararam que os assuntos são sempre os mesmos: a receita do dia, o horoscopo, as mil maneiras de conquistar um homem, as fofocas das celebridades e as assuntos familiares. Isso de uma forma geral é o que a midia vende para as mulheres, mas para os homens, é passado outros ideais, que são de força, competitividade, ação…e aí entra a ficção cientifica na vida de alguns meninos, que é a porta de entrada para o interesse por assuntos ligados a ciência.
A culpa não é de Jornada e sim de como a sociedade vê ciência e impoe as suas ideias.
Sem querer ser chato, só completando, já repararam nos filmes nerds da década, sobre super-heróis de quadrinhos? em quase todos, a ciência está presente, desde os mutantes até o dr. Manhatan, mas que tipo de filme é destinado as mulheres, que tipo de história chama mais atenção delas, romantismo e comédia romântica. (não estou criticando as mulheres, por favor).
^19 – Cesar, concordo com você !
Eu assino para o meu filho uma revista chamada “Mundo Estranho”, que trata de vários assuntos, muitos deles derivados de ciência, astrologia e antropologia. É da mesma linha editorial da Super Interessante. A própria revista define seu perfil: Ciência para “garotos” de 10 a 14 anos.
Para as meninas sobram as “Capricho” da vida. Mas é claro que muito do interesse das crianças vem das referências que elas tem em casa. Independente de serem meninos ou meninas.
Fui …
De fato o estudo tem SIM cabimento.
Embora eu me entenda como Nerd e Geek desde muito jovem, de forma contrária ao que comentou a Joselisa, no post 4, não optei por curso da área tecnológica, sou graduado em Direito.
Todavia, sempre me senti meio excluído entre colegas e professores da área jurídica, me identificando com os que pendiam para áreas mais filosóficas, sociológicas e metafísicas, por assim dizer.
O que, sem sombra de dúvida, me aproximou naturalmente de obras relativas aos mitos dos épicos gregos, personagens bíblicos e até de sagas de ficção fantástica e/ou científica, mais especificamente de: O Senhor dos Anéis, Star Wars e Star Trek.
Nao podemos estigmatizar que estas pesquisas sao tendenciosas ou desnecessarias. É claro que se tivéssemos acesso aos objetivos e metodologia aplicada, seria mais fácil determinar a utilidade delas. Devemos também considerar a realidade do Brasil e a dos EUA, como foi bem salientado por posts anteriores. Mas é interressante verificar as tendencias e do porque as pessoas, no caso as mulheres, agem dessa forma. Como disse anteriormente, mas com outras palavras, me surpreende o quanto o ser humano nao mudou em vista do crescimento tecnológico. Na verdade, socialmente somos os mesmos da 2000 anos atrás. A tecnologia, ao invés de deixar o homem mais experto, ajuda ainda mais que sejamos controlados. Vide o nosso”digníssimo” presidente que, apesar de todos os escandalos, continua com 82% de popularidade.
Os posts do 4 ao 7 arrebentaram a boca do balão. O 11 e o 21 arremataram a coisa…
Palhaçada… se a pessoa não tem carater suficiente pra decidir o que quer, por achar que estará num grupo o qual não deseja (nerd, geek), a culpa é de jornada? A pessoa pode seguir o que quiser, e não necessariamente ter um rótulo. Se eu gosto de Computação mas não me ligo no mundo nerd, geek, ST e o escambau, é só me manter distante disto e seguir minha carreira.
Seria como, por preconceito, Patrick Swayze decidice não ser bailarino – com medo de ser tachado de homossexual (nada contra os homossexuais – tenho ótimos amigos que o são). Pow, o cara era durão e foi jogador de futebol americano (acho que nos tempos de universidade). Ele ligou pra algum preconceito? Não! Porque? Porque sabia o que qieria e não ligava pra preconceitos bobos…
Francamente!
Eu sempre falo para minha esposa, ” O Mundo Feminino (das mulheres) é muito insalubre…”
Isso porque elas são forçadas (em geral por outras mulheres) a dá muita importância a estética, e o visual deve combinar com alguma coisa da moda… “A moda é uma alienação com um objetivo claro de lucro e é mais perecível que carne…” Pra mim as mulheres são belas, e principalmente se começa a tirar os artifícios que lhe combrem o corpo…
É bem provável que alguma mulher bem resolvida ou até uma mais experiente, não se intimide por estereótipos ou regras de algum guru de moda, porém, no geral elas são suscetíveis a dar muita importância mesmo á aparência e estética.
Minha sobrinha recentemente fez a opção por um notebook (de um fabricante conhecido) que era todo colorido e tinha pouca memória e um processador lento, á optar por outro com o dobro de recursos que estava no mesmo preço, mas tinha um designer mais sóbrio. Ela comprou o colorido porque tem um “astral-legal” e dá pra combinar com roupas e mochila… -Notebook com astral-legal ???, eu lhe perguntei!, e ela me respondeu: – Há tio você não entende porque você é homem… OK, explicado! O objetivo do notebook na verdade é de ser um adorno e não uma ferranta, e se ele é rápido ou não, não faz diferença….
A meu ver as pressões de estética são o maior empecilho para muitas mulheres em vários aspectos, e isso afeta em cheio a vida-prática onde elas abrem mão do conforto (da saúde) para sofrer, mas sempre estarem lindas….
Claro que isso não é regra, nem se aplica á todas mas no fundo isso as incomoda e vai incomodar sempre, porque elas são cobradas pelas “amigas” o espelho e a concorrência que em geral é mais nova e curvilínea… hehe…
Muguerada! Vivam pra sempre e sempre felizes!
^15 – Maria de Fátima,
obrigado pela correção, desculpem a “falha“,troquei os cientistas envolvidos.
Mas é bom ver que meu texto foi lido e devidamente corrigido.
Tenho 22 anos e assisto Jornada desde os 11, sempre fui muito influenciada pelas mulheres da franquia, mas isso não me tornou nerd, muito pelo contrário, sou bem “mulherzinha”, de fazer chapinha todo dia, passar cremes, ir no salão de beleza… Claro que no meu salão não há nenhum cabeleireiro azul.
Há onze anos atrás eu queria ser bióloga, médica, astrônoma, acabei caindo no Direito, mesmo não tendo escolhido uma carreira “geek”, continuo fã de Jornada e não me preocupo com estereótipos.
O importante é se sentir bem, nerd ou não nerd, mulherzinha ou não!
Experiência sem sentido. ST foi uma das primeiras séries a colocar as mulheres em posição de destaque nos ANOS 60. Sempre pregou pela igualdade e diversidade.
Agora cutucaram a onça com vara curta.
Sou fã de Jornada nas Estrelas desde que tinha 8 anos e agora estou com 27. Sempre fui apaixonado por ciencias de um modo geral e jornada nas estrelas fez o desejo de tocar em várias dessas ciencias desde computação a pscicologia, portanto esta história de estereótipo é furada. Agora o que existe é um preconceito quanto a Ficção Cientifica, principalmente quando se fala de Jornada nas Estrelas vista nos anos 60. Talvez isto nao ocorra em todos os lugares, mas aqui onde eu moro, infelizmente é assim.
Há muito tempo não tenho participado desses posts, mas estou sempre lendo tudo, e este tópico é muito interessante. Tenho 56 anos e da minha geração não tenho nenhuma amiga que tenha sido influenciada pela Jornada. E olha que me formei em Medicina em 80 !!!! Tudo bem, que no Brasil os filmes sobre ciência só decolaram há pouco tempo, mas mesmo assim, sempre me senti isolada no meu gosto em estudar e conhecer coisas novas; na minha faculdade tinha uma colega que tinha escolhido medicina para arrumar um cara rico…. A pesquisa acima é ridícula, mas eu acho que reflete a verdade. Aqui, lá e em qualquer país, a mulher é sempre o “objeto”. Por nossa culpa, pela culpa da sociedade (pelo consumismo) ou dos homens ( muitos preferem a aparencia), não sei, mas a pesquisa está correta e ainda temos um caminho muito longo até vivermos numa sociedade igualitária. Vida Longa e Próspera para todos. Ah, Jornada não tem nada com as escolhas das mulheres, é claro.
Vai tomar banho que escreve uma besteira dessas…só prova uma coisa, com estatística mal usada vc pode provar o que quiser!!!!
Ah…Eu tb gostaria de relatar um fato muito importante… existem estatísticas que comprovam que a maioria dos terremotos no Japao são causados ou intensificados pela influencia das agitamento das barbatanas dos peixes na sua costa. (isso veio de uma tese de mestrado do Japao)
Post 25
Ri um bocado com voce.
Lembrei que quando comprei um netbook para minha filha ela queria um colorido.
Acabei comprando um vermelho, por nao haver um colorido com a configuraçao adequada. Ela reclamou muito.
Como sempre digo: É tudo igual, só muda o endereço.
Sem ofensa (rsrsrsrs).
Talvez só mude o endereço porque os pais as ensinem a serem superficiais.
Os meninos não ficam muito atrás não, tem guris com 15 anos atrofiados pela musculação só pra ficarem “bonitos”, outros que só querem saber de jogar futebol e videogame.
Agora dizer que Jornada desestimule as mulheres a seguirem uma carreira científica é bobagem, até mesmo por que, quem não gostaria de ser inteligente, bela e corajosa como as personagens de Jornada?
Mais ou menos off-topic: Tenho a série completa de Cosmos de Carl Sagan (original) e como tem coisa de ST nesta série (ou o contrário)! Inclusive o total apoio a inclusão das mulheres no meio…
Sabem o que mais gostei nesse tópico ?
A maior presença das mulheres.
É legal ver que vocês estão presentes, mesmo que só lendo (rsrs).
Apareçam mais, comentem mais.
Abraços …
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/01/100106_criancasmatematicaml.shtml
É impressionante como esse tipo de estudo de psicologia comportamental ainda é feito e goza de reputação! Em quase todos os casos se faz abstração de questões sociais e familiares que condicionam os papeis masculino e feminino, em especial, no tocante ao exercício profissional… Separa-se um momento ascepticamente da totalidade de relações sócio-históricas que delimitam possibilidades e adversidades enfrentadas pelos indivíduos, as condições objetivas a partir das quais elas escolhem um ou outro caminho.