Kate Mulgrew relembra série Voyager
Na comemoração do 15º aniversário de Voyager, a quarta série de Jornada, o site TrekMovie conversou com Kate Mulgrew, conhecida por fazer a capitã Janeway. A atriz falou sobre o início de seu trabalho na franquia e sua luta para se firmar no elenco principal. Ela também expressou o desejo de voltar a fazer o mesmo papel.
Star Trek: Voyager foi a quarta série televisiva da franquia de Jornada nas Estrelas. Ela foi criada por Rick Berman, Michael Piller e Jeri Taylor, e foi exibida pela emissora UPN em 16 de janeiro de 1995 por sete temporadas. A série tem como foco a nave Voyager, que em sua primeira missão desaparece na região das Bandlands, tendo de atravessar 70.000 anos-luz de distância para retornar a Terra.
Você está consciente de que é o 15 º aniversário da exibição de Caretaker (primeiro episódio de Voyager)?
“Eu não posso acreditar nisso. Na verdade, eu não teria tido conhecimento, até que você entrar em contato conosco. Isso é absolutamente inconcebível. Parece, no máximo, cinco anos atrás. Não é fantástico?”
Então, olhando para trás, agora que você tem a perspectiva do tempo, o que você acha do legado de Voyager, dentro de Jornada?
“Provavelmente, fui a primeira mulher capitão. Essa foi uma ousada e acho muito sábia decisão, pelos poderosos da Paramount e da UPN. Será lembrada dessa forma. Ela será lembrada como uma nave destemida, um grupo interessante, uma criação muito inovadora do Doutor, que significa a tecnologia abraçando a humanidade e vice-versa. A solidão e o isolamento de Janeway. A distinção entre os dois. Seu amor por sua equipe e da natureza transcendente deste amor, que eu não estou certo de que já tinha sido visto antes”.
Você falou sobre o primeiro capitão mulher e a importância disso. Você acha que olhando para os seus fãs e os fãs da série versus outras séries, que a Voyager foi mais bem sucedida em trazer mulheres e meninas como os fãs?
“Eu não penso que haja qualquer dúvida sobre isso. Eu sei disso! E isso é como deveria ser. Somos uma sociedade e uma cultura que vive pelo exemplo e persevera pelo exemplo, e assim se virmos uma mulher no lugar do capitão, elas são desenhadas para seguir essa jornada. Eu sei que arregimentei um número crescente de jovens cientistas, garotas de todos os setores da ciência, que foram atraídas pela Janeway e sua jornada. Que é talvez o aspecto mais gratificante desta década em minha vida, que eu sei que eu influenciei e impressionei a vida de muitas jovens. E endossei muitas mulheres de meia idade que eu acho que provavelmente não de outra forma sentida, não como persona non grata, mas a sociedade não as leva a sério como os seus colegas masculinos. Por isso, é apenas outra subida no degrau da escada”.
Falando de quinze anos atrás, e das filmagens de Caretaker, o que foi intimidante para você? Não foi só substituir os três capitães do sexo masculino, mas também literalmente entrando no lugar de outra atriz? [Geneviève Bujold, que foi substituída por Mulgrew depois de 2 dias no trabalho]
“Eu diria que não fico facilmente intimidada, muito menos quando se trata de minha carreira. Isso eu considerei desde o início como uma oportunidade. Não houve tempo para a intimidação. Se houve alguma coisa, eu superei as expectativas e fiz do meu jeito . Quando saiu, eu sobrevivi! [risos]”
Você assistiu algumas das filamgens com Bujold antes que você começasse?
“Não. Eu não tive interesse. Por que eu iria fazer isso? Isso seria como me travasse. Isso aconteceu muito rápido. Foi um nocaute. Eu ganhei. Fui trabalhar quatro dias depois”.
Então você teve que fazer isso novamente quando mudaram o seu cabelo.
“Eles não paravam de mudar meu cabelo até que eu dissesse a eles que eu iria embora, se não deixassem as mãos longe de mim”.
Por quantos estilos eles passaram?
“Eu não sei, mas foi terrível, e foi apenas mais um exemplo de contratação de uma fêmea. Eu não quero ser cruel, mas certamente não fizeram isso com Patrick Stewart, fizeram? [risos] … Os homens não sabem lidar com isso. Você não tem idéia de quanto irritante é quando você tem dez pessoas cochichando ao seu redor como abelhas, como mosquitos, e é tudo sobre como você se parece, mas você tem que dar um monólogo de cinco página no vórtice ou nebulosa ou onde quer que seja, e seu íntimo, seu cabelo, seu isso, seu aquilo. E é aí onde fica desigual, muito desigual”.
Me lembro da Chase Masterson de Deep Spsace 9 me dizendo que as atrizes teriam que gastar tanto tempo fazendo maquiagem beleza quanto os que fazem alienígenas com todas as próteses. Achei isso surpreendente.
“Não é de se surpreender, é inaceitável. Somos contratadas pelo nosso visual. Se eu tivesse aparência engraçada, não teria sido contratada para ser a capitã Janeway. Eles precisam e querem um bom visual feminino inicial, mas depois eles vêem o que você pode fazer, é um absurdo!”
Você também trabalhou com os escritores, você teve idéias?
“Claro que eu tive, e eu sentia muito fortemente as idéias. Eu era parte da história de Leonardo daVinci (episódio Darkling). Eu queria tanto explorar o seu lado criativo. Eu pensei que seria muito interessante ver mais de sete anos, como Janeway cresceu de forma criativa, imaginativa. E como ela usou o holodeck. Então isso era eu. Acho que os grandes temas e questões, como o suicídio, foram meus. A solidão, no que se refere a um capitão do sexo feminino, era minha (idéia). Uma história completa para contar. Eles tocaram isso de forma cautelosa e não perfeitamente acabada. Eu posso entender isso, o capitão se destina a conduzir…”.
Durante a série, houve uma série de debates na sala de escritores sobre como abordá-la. Se deveria ser mais serializada, de caráter mais focalizado, ou mais sci-fi etc. Você estava ciente destes debates filosóficos na época? Será que a opinião do elenco nunca pesou sobre o que eles queriam?
“Sim, mas nós estávamos apenas tangencialmente envolvidos. Não se esqueça que estávamos muito separados. Nossos estúdios ficavam muito distantes das salas dos roteiristas. Para ver (Rick) Berman ou (Brannon) Braga, eu teria de ter um carrinho, ir até lá e ter a oportunidade, o que nunca tive. Com apenas meia-hora para o almoço, estas coisas são muito difíceis, e eu estava filmando até dezoito horas por dia. Então você está falando sobre o tempo e a separação entre Igreja e Estado. [risos] Quer dizer, Berman, quem eu só tive um almoço na semana passada, foi sempre muito sensível, como foi o Brannon. Eu sempre pensei no Brannon como sendo excepcionalmente talentoso. E eles me ouviam. Eles ouviam com grande atenção, quando os números da audiência cresceiam. Eles queriam ver se eu poderia carregar o público masculino e uma vez que foi estabelecido, eles ficaram mais respeitosos”.
A série terminou com Endgame. Você ficou feliz com a forma como terminou? Você sentiu que o final fechou todas as pontas soltas ou houve algumas que você queria fazer?
“Eu estava muito envolvida com Endgame e estava completamente de acordo com essa idéia. Eu sugeri que alguém tinha de fazer isso, por isso tivemos a almirante. Tinha que ser a almirante ou a capitã. Você não pode amarrar as coisas muito bem e sucintamente com um arco agradável, quando se trata de uma franquia como Jornada. Muito aconteceu e muito está em jogo, e quem sabe quando ela voltará. Penso que fizemos o melhor que podíamos. Sei que foi um final polêmico, mas assim foi com All Good Things ( final de A Nova Geração). Você não pode ganhar o coração quando você diz adeus, porque dizer adeus é difícil”.
Falando de almirantes, a Almirante Janeway voltou em Nemesis. Mas ao longo dos anos, houve alguma discussão a cerca de Voyager, você ou o elenco, em possível filme?
“Acho que houve algumas discussões, claro que sempre que há proveito, há conversa, mas parece que não levou a nada. No entanto, penso que é uma conversa no espaço, você sabe o que quero dizer? É uma parte do continuum. [risos] E se for adiante, ele será realizado. Mas até esse momento, é sempre sobre o valor de mercado. É por isso que este filme atual (Star Trek) voltou, e foi um prequel. Como uma cultura, estamos conectados para encontrar jovens mais interessantes do que pessoas mais velhas. Essa é apenas a maneira como ela é. Mas pode haver um tempo para algum tipo de grande reunião, que seria bastante interessante, não é? Eu gostaria de ver Picard e Janeway e Kirk juntos, seria fabuloso”.
Que Kirk? Há dois agora.
“Estou falando do meu amigo, Bill Shatner”.
Você estaria interessada em se envolver com os filmes de J.J. Abrams também?
“Eu estaria. Odiaria pensar que eu já dei o final e definitivo adeus a Kathryn Janeway. Que foi quase uma década de minha vida. Eu criei meus filhos durante esse período. Eu perdi muito e ganhei muito. Eu me casei e divorciei. Foi enorme em todos os sentidos e formou o resto da minha vida. Você, então, não quer dizer adeus a esse personagem. Você quer manter esse personagem o maior tempo possível, através de tudo. [risos]”
Fora do mundo de Jornada, o que nos pode dizer o que está acontecendo com Kate Mulgrew em 2010?
“Bem, eu estou fazendo essa série chamada Mercy para a NBC. Eu interpreto a mãe do protagonista. Isso é interessante. Eu fiz um filme no verão chamado The Best and the Brightest, que será lançado este ano. E eu estou procurando um grande papel. Equus eu fiz no ano passado, mas agora eu estou procurando um realmente grande. E eu confio que virá. Minha vida foi muito completa e muito rica, nos últimos nove meses. Posso dizer-lhe que, sem entrar em detalhes, para tornar mais misterioso. A vida é boa”.
32 Responses to “Kate Mulgrew relembra série Voyager”
Comments
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Apesar de Voyager ter tido uma grande quantidade de episódios ruins, eu sempre gostei da Capitão Janeway. Ela sempre teve muita personalidade.
A Kate Mulgrew é uma atriz bacana. É simpático ver ela defender a Janeway dessa forma. Mas a verdade é que a personagem foi muito prejudicada pela entrada de 7 of Nine (Jeri Ryan) em VOY. Isso não foi abordado na entrevista.
Pra mim, Voyager sempre foi uma série meio injustiçada. Tinha personagens excelentes, a começar pela capitã e sem dúvida, pelo Doutor. Assisti muitos episódios e acho que foi uma das melhores. Tudo tem altos e baixos, claro, mas não é o “patinho feio” que tanta gente diz. Fora a trilha sonora, no mínimo, arrepiante, assim como a de DS9, pra mim, imbatível.
Voyager foi sim uma boa série. Infelizmente não tenho esperanças de ver a Alm. Janeway novamente. Repito que Mulgrew compôs o personagem inspirada em outra Kate, a Heburn. Fi ótimo enquanto durou. “All the good things…”
Voyager foi uma série me dava folego em ser trekker nas tardes de sabado no antigo USA.
A dona Kate, além de exalar beleza mesmo sem estar maquiada, deu um romantismo (desproposital) impar para a encarnação da Cap.Janeway (algo que Genevieve Bujould jamais traria ao papel).
Das séries que abordam o séc.XXIV, Voyager foi a mais divertida, livre e sofisticada em termos visuais e das historinhas.
Se Voyager voltar, tem o meu voto de apoio ante o Conselho da Paramount.
Cade o Pado pra detonar??????
Gosto muito da VOYAGER, mas gostaria que ela tivesse sido um pouco menos exotérica e também sem grande parte do technobabol, que foi característica de muitos episódios.
Apesar de tudo tem grandes episódios e fiquei maravilhado com um em particular A BLINK OF AN EYE. Esse episódio foi uma refilmagem de A WINK OF AN EYE de TOS, mas foi uma grande reimaginação dessa estória.
A capitã Janeway foi demais seguindo sempre a ética da frota e um filme de cinema seria muito bom, pena que dificilmente irá acontecer.
A bola da vez é o prequel STAR TREK.
ADENDO
Conforme disse o Arthur, o tema de Voyager é maravilhoso.
Eu gostaria que o Goldsmith tivesse ampliado essa música num estilo beethoviano como a quinta sinfonia. Seria genial ….
A D O R E I Voyager!!!!
Claro que teve episódio horríveis, como TNG e DS9, mas no geral, foi ótima!!
A capitão Janeway é meio como uma mãe pra mim…
Saudades!!!!
Gostaria que fosse passada na TV aberta. Como pelo visto não teremos o restante de VOY, pelo menos teria a oportunidade de ver o que não nos é oferecido.
O papél da Mulgrew foi o melhor escrito, mais profundo e mais interessante. Dava até para dizer que se VOY fosse feito ainda mais em cima dela seria bem melhor, como era em TOSJan com Kirk, sabem era sempre o Kirk e um pouco de Spock e Magro. Mas a Janeway só receberia acompahia da Seven bem depois.
Me desculpem mas acho Voyager intragável!
Em vez de inovar como DS9, apenas reciclou clichês.
Chatíssima, com personagens sem carisma e muita tecnobaboseira. Não aguentei assistir toda.
HELP-ME – off-topic: falando de Kate Mulgrew lembro de Patrick Stewart. Lembrando dele e vendo como Kate defende ST, lembro de outra coisa: é verdade que Patrick, depois de ter finalizado ST, ficou meio rabugento, demonstrando certo desdém e coisa e tal em relação a ST?
Já li sobre alguém comentando isso, mas não sei se é verdade, quais são os fatos… Alguém disse, inclusive, que ele (Patrick) não entendia como entrou em ST, que isso foi um “desvio” em sua carreia e coisa e tal. Simplificando: cuspiu no prato que comeu.
Tudo isso é vero?
Estou vendo VOY agora (passando para a segunda temporada) e as únicas coisas que ainda me seguram são a capitão e o doutor. A K. Mulgrew é realmente uma excelente atriz.
E ainda acho que poderiam dar um ‘Grand Finale’ para o século XXIV, reunindo vários personagens das três séries em um mesmo filme.
Mas a atriz resumiu bem o que está acontecendo (agora e sempre, e em qualquer esfera): estão colocando o foco nos jovens e deixando os veteranos/experientes de lado.
O que é uma pena – porque acho que há espaço para todos.
“Então, não quer dizer adeus a esse personagem. Você quer manter esse personagem o maior tempo possivel, atravéz de tudo.”
Até parece o tio Bill Shatner falando!
Mas concordo com ela, deve ser muito chato desistir de algo se fez por tanto tempo!
Adoro Voyager, todo sabado não via a hora de assistir na TV (AXN), como disse a colega acima poderia passar na tv aberta. Poderiam vender também os dvd’s dos demais anos que eu saiba só sairam as duas primeiras temporadas.
Paulo
off-topic
Post 13
Trekker
Nao sei o que vc ouviu, mas do que disse é verdade. O Stewart após ter terminado a série teve várias propostas e chegou a dizer que ST foi um desvio de sua carreira. Porém, agora, como ele está meio por baixo, tem mudado de tom e falado bem. Inclusive em sua entrevista onde participaram o Shatner, Nimoy e a Whoopy Goldberg, ele falou coisas muito boas. Vale a pena assistir. Essa entrevista saiu no box da série de cinema remasterizada (primeiro box).
Post 17 – VERDE: entao eh isso mesmo… uma pena, pois ele eh um dos maiores atores que ja passaram por ST.
Ao menos, que eu saiba, Shatner nunca renegou ST, muito ao contrario, parece sempre querer estar por perto.
A melhor declaração do Stewart foi mais ou menos assim: “Não tive uma carreira de cinema, tive uma carreira de franquia.” (sobre Trek e X-Men)
Mas ele gosta mesmo é do teatro…
“Eu gostaria de ver Picard e Janeway e Kirk juntos, seria fabuloso”
Eu também.
Post 18
Apesar do Shatner achar que os fans levavam Star Trek sério demais, ele sempre reconheceu a importancia dela em sua vida.
Numa de suas célebres frases ele afirmou que os trekkers deveriam sair mais atrás das meninas do que dos filmes.
VOY foi uma série, no geral, péssima.
Com alguns episodios excelentes e alguns personagens também (Kate, Doutor e Seven).
Eu ainda bato na mesma tecla que VOY devia ser mais parecido com BSG, não conseguia engolir a nave novinha em folha todo santo episódio.
Enquanto isso num planeta chamado “brasilis”, se quizeres ver episódios de VOYAGER se contentem com o primeiro e o segundo anos da série, porque os demais estão a 70.000 anos-luz daqui! Haja folego de tanto esperar! Ninguém conhece um “buraco de minhoca” não?
post 23…
tá rolando uma tecnologia nova aí chamada internet… que vc pode pegar todas as series de ST com legenda e de graça… coisa fina… as possibilidades são infinitas…
Também acho Voyager muito fraca, com personagens redundantes e inaceitáveis, dignos de filmezinhos infantis (como o ridículo Neelix por exemplo e o bobalhão do Chakotay, que era digno de chacota mesmo)
Parece até que foi criada e desenvolvida pelo Spielberg, de tão bobóide e melosa que era.
A Next Generation também pecava por uma certa aura familiar exagerada (simbolizada por aquele negócio de oficiais de comando ficarem sentadinhos de perninha cruzada na ponte, parecendo sala de estar, e a Conselheira Troi dando chiliques sendo levada a sério pelo capítão).
DS9 foi, sem dúvida, o melhor resultado que ficou do que Roddenberry criou. Saudades.
Post 24.
Agradeço a informação, mas quero DUBLADA, tem na Internet?
Não!
Essa é a segunda vez que sai uma materia sobre Voyager e a reação é sempre a mesma:a maioria sente saudade e a não cosidera uma porcaria.Ótimo, pois tb gosto muito dela e já me achava minoria!Voyager teve epsódios chatos sim, mas em compensação tinha uma Capitã carismatica, o melhor médico das séries (McCoy não conta!)e 7 (que alem da beleza era um ótimo personagem).Não acho que a critica sobre o fato de que ela teria sido melhor se fosse como mundo-cão de BSG.Simples.Não seria Jornada.E Jornada é OTIMISTA.Até em DS9, no meio da guerra ,com camaradas morrendo em naves aos borbotões, tinha espaço para episodios centrados no Vic Fontaine, e brincadeiras no Holodec!!! Normal pra quem entende e curte Jornada, enfim….Acho que o que prejudicou a serie foi não usar a sintução-Maquis.Li em algum lugar que a intenção era que os maquis não se integrariam à frota no 1 eposódio, e sim que isso só ocorreria algumas temporadas depois.Seria interessante ver Chacotay como Capitão de sua nave interagindo com Janeway, fazendo uma aliança para voltarem para casa.Haveria mais confitos e novos pontos de vista.(Alguns maquis escolheriam qual lado servir, como Seska fez, só pra que era um ato de traição, por ex.,etc…).Talvez eles ficaram de fazer algo proximo ao que já era feito em DS9, (Frota vs Bajoranos) e como a audiencia dela não era muito boa , resolveram não arriscar neste conceito e procurar outro que ja tinha dado certo:TNG.Ai todos ficaram amiguinhos rapidinho e a serie perdeu um pouco da sua ousadia.Mesmo assim… Voyager rules!!!
Post 27
Só corrigindo:
é CONFLITOS e não confitos,…rsrsrrs
e é “Talvez eles ficaram COM MEDO de fazer algo proximo ao que já era feito em DS9, …”
Valeu!
Post 27
mais uma errata é SITUAÇÃO e não sintução,rsrsrsr
A serie voyager poderia continuar por mais 3 ou 4 temporadas visto que o proprio final deixou um campo vago para as sagas dos seriados …tambem deixou um vazio nos trekianos.
Kathryn Janeway foi uma boa capitã, teve momentos difíceis como naquele episódio que tem de sacrificar Tuvix para reobter Neelix e Tuvoc, ou quando explodiu a voyager com tripulação e tudo para salvar a outra voyager replicada. Foi meio mãezona da Sete de Nove e do Harry Kim.
Até hoje não entendi porque Jenifer Lien (Kess) saiu do show, alguém sabe?
Roxann Dawson foi a melhor atriz, alguém lembra de Faces? B’elanna Torres, na minha opinião foi a melhor personagem! Chacotay o pior.
“…Um filme com Kirk, Picard e Janeway…” – interessante!
Na minha opinião os autores conseguiram, de certa forma, dar um final razoável para cada uma das séries. E nem estou falando aqui de DS9 nem Enterprise, que particularmente parece ter saido um pouco fora dos eixos…. Mas enfim!
Se os autores querem mesmo (e tudo indica que sim) motivar e trazer os mais jovens para esse mundo, o lógico (como diria Tuvok e Spok), seria fazer um filme ou até mesmo uma pequena Mini-série, com uma “Nova” Nova Geração de Atores, trabalhando lado-a-lado com as feras (Kirk, Picard, Janeway, etc). Seria mais como um “…passando a bola…”.
Além de criar um novo filão abrindo novos horizontes e consequentemente novas idéias, é também uma forma mais segura de não deixar a série ficar apenas na lembrança.
Acho que ainda tem muito pano prá manga prá ser explorado e acho que a ligação entre o clássico e o que eles denominam “…mais jovens…” poderia ser uma solução interessante.
O que acham?”