• Edgar

    Não dizer “por Deus”? Não sou uma pessoa religiosa, mas não creio q a visão de Gene excluisse a figura de Deus. Uma expressão assim num momento tenso acho q até ateus pronúnciam…rsrsrs. A própria Enterprise clássica tinha uma capela, não?

  • Márcio Nunes da Costa

    McCoy várias vezes mencionou Deus.
    Em Star Trek 5 também uma força superior é mencionada. Também é neste filme quando Kirk confronta “Deus”.
    Kirk -> “Porque Deus precisa de uma nave?”

  • Vedek Pedro

    Ds9 quase não tinha religiosidade. Os ferengis tem leis financeiras que parecem religiosos. Os klingons tem sto vo kor. Os fundadores eram deuses. Os bajorianos então nem se fala

  • Victor Agmc

    Um futuro baseado na ciência não quer dizer um futuro sem algum tipo de espiritualidade. Não podemos simplesmente supor que a ciência irá substituir Deus. Aliás, me pergunto, aqueles que a fé inabalável na ciência ainda não seria uma forma de religião, na qual o universo pode ser explicado a partir da própria ciência?

    A ciência não tem todas as respostas, mas acerta a maioria delas e explica muito bem como o universo parece funcionar. É por isso que temos satélites, foguetes, celulares, TV, computador e mandamos o homem à Lua e naves até Marte e além.

    A religião pode não acertar muitas das respostas, aliás, erra muito. Todavia, ela traz consigo algum conforto que não se encontra na ciência. A religião, para o bem ou para o mal, nos conecta à espiritualidade e, nos faz sentir mais otimistas, mesmo diante das adversidades, mesmo quando tudo parece improvável.

    A religião sempre esteve presente da psiquê da espécie humana, desde tempos imemoriais e acredito que continuará a ser assim no futuro, porque essa forma de pensar, de acreditar, não é só cultural, é comportamental, uniu a nossa espécie, deu um senso de unidade para várias grupos humanos, de uma forma que nenhum outro ser vivo na terra já experimentou.

    Sim, a religião como a concebemos é fruto da imaginação coletiva, mas a religião faz parte de como a mente humana funciona, de como o ser humano se relaciona em sociedade.

    Somos mortais e a morte é o grande silêncio, é desligamento das faculdades mentais, do sentir, do existir. Um ser complexo, se torna pelo simples ato de morrer em um nada, num último fechar de olhos.

    Gostem ou não, a espiritualidade é tudo que nos resta quando perdemos alguém que amamos. Sem essa muleta é muito difícil seguir em frente. A negação da morte e posterior superação dela, só a religião e a espiritualidade nós dá.

    Acredito que será assim sempre, de alguma forma, Deus não estará morto no século XXIII, como não esteve no século XIX, XX e XXI. Ele será reinterpretado, porque é parte da psiquê da mente humana, bem ou mal, acreditar em Deus ou em coisas que não podemos verificar e testar, ainda sim, está em nossos genes.

    Muito de nós continuarão a seguir preceitos de justiça universais baseados em razões e sentimentos que acreditamos que transcendem nossa própria espécie, muitos seguirão acreditando em vontade racional por de trás do big-bang, muitos de nós continuaremos a ver a morte como transição, momento em que somos levados ao desconhecido.

  • Victor Agmc

    Um hipotético futuro baseado na ciência ao invés da religião, isso seria possível?

    Um futuro baseado na ciência não quer dizer um futuro sem algum tipo de espiritualidade. Não podemos simplesmente supor que a ciência irá substituir Deus.

    Aliás, me pergunto, aqueles que tem uma fé inabalável na ciência, se eles não enxergam a ciência como uma nova forma de religião, ou seja, dentro do espectro das certezas mais íntimas, a ciência seria uma certeza inabalável que se assemelha a algum tipo de fé. Afinal, para a ciência, todo o universo pode ser explicado a partir da própria ciência, certo?

    A ciência não tem todas as respostas e as vezes erra, mas acerta a maioria delas e explica muito bem como o universo parece funcionar. É por isso que temos satélites, foguetes, celulares, TV, computador e mandamos o homem à Lua e naves até Marte e além.

    A religião pode não acertar muitas das respostas, aliás, erra muito. Todavia, ela traz consigo algum conforto que não se encontra na ciência. A religião, para o bem ou para o mal, nos conecta à espiritualidade e, nos faz sentir mais otimistas, mesmo diante das adversidades, mesmo quando tudo parece improvável.

    O ser humano, em todas as épocas, em todos os tempos, sempre preferiu acreditar no que quer acreditar. E creio que no futuro será ainda assim.

    A religião sempre esteve presente da psiquê da espécie humana, desde tempos imemoriais e acredito que continuará a ser assim no futuro, porque essa forma de pensar, de acreditar, não é só cultural, é comportamental, uniu a nossa espécie, deu um senso de unidade para vários grupos humanos, de uma forma que nenhum outro ser vivo na terra já experimentou.

    Em diversas ocasiões da história o comportamento religioso já foi discriminado e de certa forma, a fé já foi substituída pela crença na figura do Estado (que no caso dos comunistas, procurou se banir a religião) ou foi substituída pela própria ciência, embora a ciência verdadeira, nunca irá adentrar em questões espirituais ou metafísicas, irá apenas negar esses aspectos que ela entende como fantasiosos do mundo real.

    Sim, a religião como a concebemos é fruto da imaginação coletiva, mas a religião faz parte de como a mente humana funciona, de como o ser humano se relaciona em sociedade.

    Somos mortais e a morte é o grande silêncio, é o desligamento das faculdades mentais, do sentir, do existir. Um ser complexo, se torna pelo simples ato de morrer em um nada, num último fechar de olhos.

    Gostem ou não, a espiritualidade é tudo que nos resta quando perdemos alguém que amamos. Sem essa muleta é muito difícil seguir em frente. A negação da morte e posterior superação dela, só a religião e a espiritualidade nós dá (pelo menos é o que ela pretende).

    Acredito que será assim sempre, de alguma forma, Deus não estará morto no século XXIII, como não esteve no século XIX, XX e XXI. Ele será reinterpretado, porque é parte da psiquê da mente humana, bem ou mal, acreditar em Deus ou em coisas que não podemos verificar e testar, isso, ainda sim, está em nossos genes, ou seja, essa capacidade de abstração do mundo real.

    Muitos continuarão a seguir preceitos de justiça universais baseados em razões e sentimentos que acreditamos que transcendem nossa própria espécie, muitos seguirão acreditando em uma vontade racional por de trás de toda a criação, do big-bang, muitos continuarão a ver a morte como uma transição, uma passagem, momento em que somos levados ao desconhecido ou o momento quando finalmente iremos reencontrar aqueles que nos foram queridos em vida e que partiram antes de nós.

    Acho estranho pensar que uma visão de futuro tenha necessariamente que excluir a outra. Tal como hoje, vivemos num mundo rodeado de invenções e descobertas científicas, mas a religião se faz presente de muitas formas em nossas vidas, nossa sociedade.

  • Trekker

    Digo coisas que aprendi: religiosidade e religião são coisas diferentes. Religião é onde colocamos nosso sentimento de religiosidade. Posso ter religiosidade sem ter religião (ter um sentimento para com Deus sem estar vinculado a um livro, um culto, etc). É um movimento de fé. Ou se acredita, ou não se acredita. Deus é improvável pela luz da ciência, mas é possível e provável pelas experiências que cada um possa ter na vida em relação a isso. Para tal, há de se percorrer um caminho, ter estas experiências e ter fé. Só com viveu (ou vive) isso, sabe. Minha percepção é essa: a ciência não antagoniza com a crença em Deus, ela apenas mostra como muitas coisas foram feitas por Ele. Outras, nossa mente (ciência) não consegue alcançar. Outras tantas, a ciência simplesmente erra (a meu ver), pois simplesmente não temos resposta para tudo. Mas, como eu disse, é uma questão de experiência e fé (ou o contrário: fé e experiência). Tenho muito que aprender e temo em ser arrogante e achar que tenho resposta para tudo nesse universo tal imenso. Afinal, quem sou eu? O que podemos pensar e fazer com nossa capacidade humana é espantoso, mas, como disse Shakespeare: há muito mais entre o Céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia.

  • Fabiano Correia

    No caso das religioes no futuro de star trek parece que não há mais igrejas como temos hoje talvez o pessoal acredite em Deus de outra forma que ainda não conhecemos

  • Fabiano Correia

    Talvez a visão deles sobre Deus tenha mudado