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	<title>Trek Brasilis &#187; Deep Space Nine</title>
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	<description>A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português</description>
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		<title>Avery Brooks é detido por dirigir embriagado</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que um dos capitães de Jornada está com um pouco de dificuldades em comandar sua nave ou seria seu carro? De acordo com TMZ, o ator Avery Brooks (Sisko) foi preso no fim de semana por dirigir embriagado. O site relatou que o ator foi preso no domingo, em Wilton, Connecticut. Segundo o relatório &#8220;alguém reclamou que ele estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2012/01/sisko-bebida.jpg"><img class="alignright  wp-image-22790" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2012/01/sisko-bebida-300x231.jpg" alt="" width="270" height="208" /></a>Parece que um dos capitães de Jornada está com um pouco de dificuldades em comandar sua nave ou seria seu carro? De acordo com <a href="http://www.tmz.com/2012/01/31/star-trek-avery-brooks-arrested-dui/#.TyhzGPnfWXt" target="_blank">TMZ</a>, o ator Avery Brooks (Sisko) foi preso no fim de semana por dirigir embriagado. O site relatou que o ator foi preso no domingo, em Wilton, Connecticut. Segundo o relatório &#8220;alguém reclamou que ele estava dirigindo de forma irregular&#8221; e por isso ele foi parado pela polícia e preso depois de um teste de sobriedade de campo (o equivalente ao bafômetro). Se condenado, Brooks poderia pegar 6 meses de prisão, embora na maioria dos Estados réus primários acabam tendo liberdade condicional &#8211; e tanto quanto sabemos Brooks não tem antecedentes. Fonte: Trek Movie</p>
<div class="shr-publisher-22785"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2012%2F02%2F02%2Favery-brooks-e-detido-por-dirigir-embriagado%2F' data-shr_title='Avery+Brooks+%C3%A9+detido+por+dirigir+embriagado'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2012%2F02%2F02%2Favery-brooks-e-detido-por-dirigir-embriagado%2F' data-shr_title='Avery+Brooks+%C3%A9+detido+por+dirigir+embriagado'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com o designer Doug Drexler</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Doug Drexler é um profisional com um longo caminho em Jornada. Ele já compilou o USS Enterprise Officer’s Manual, escreveu histórias em quadrinhos baseadas na série original, serviu como maquiador de A Nova Geração, como artista cênico em Deep Space Nine, artista de efeitos em Voyager e ilustrador sênior em Enterprise, entre outros. Além disso, Drexler ainda trabalha no calendário anual de naves Ships [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/Doug_Drexler_and_Enterprise_NX.jpg"><img class="alignright  wp-image-21530" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/Doug_Drexler_and_Enterprise_NX-300x300.jpg" alt="" width="210" height="210" /></a>Doug Drexler é um profisional com um longo caminho em Jornada. Ele já compilou o USS Enterprise Officer’s Manual, escreveu histórias em quadrinhos baseadas na série original, serviu como maquiador de <strong>A Nova Geração</strong>, como artista cênico em <strong>Deep Space Nine</strong>, artista de efeitos em <strong>Voyager</strong> e ilustrador sênior em <strong>Enterprise</strong>, entre outros. Além disso, Drexler ainda trabalha no calendário anual de naves <em>Ships of the Line</em>. Numa entrevista ao <a href="http://www.startrek.com/article/doug-drexler-from-makeup-to-design-part-ii" target="_blank">StarTrek.com</a>, ele descreve como foi seu trabalho na franquia.</p>
<p><span id="more-21518"></span></p>
<p><strong><span style="color: #888888">Vamos começar com o Calendário de <em>Ships of the Line</em> 2010. Está disponível. O que é novo e excitante sobre isso?</span></strong></p>
<p>&#8220;Bem, você sabe, a gente começa a desenvolver esse trabalho bem atrás. Estou pensando em 2013, neste ponto, já que terminamos. Vou dizer um pouco sobre isso porque é interessante, o que está acontecendo. Rizzoli é a nova editora. A Pocket Books não vai continuar. Eu não sei exatamente a razão. Tudo que sei é que o seu acordo de licenciamento com a CBS expirou e não sobreviverá a isso. Então, a Rizzoli tem o que pegou. Sua programação editorial é totalmente diferente da Pocket Books. Se fosse a Pocket, teríamos até março para concluir a imagem. Mas a Rizzoli acabou der pegar a licença e não haverá tempo suficiente. Seu pensamento: &#8211; Vamos fazer o melhor que pudermos.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/Ships-of-the-Line-calendar-2012.jpg"><img class="alignleft  wp-image-21538" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/Ships-of-the-Line-calendar-2012.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a>&#8220;Agora, francamente, quando você está fazendo uma transição como essa é muito importante a maneira como você olha quando sai do outro lado. Você não pode olhar como uma recauchutagem. Então eu conversei com meus amigos que trabalham no calendário e eu disse: &#8220;Olha, eles querem fazer uma coisa de reanálise. Pessoalmente, eu não vou fazer isso, eu vou criar uma arte nova para executar novamente, e vocês estão livres para fazer isso também, se quiserem&#8221;. E todo mundo aceitou. Nós pegamos o calendário juntos há cerca de três semanas. Eu acho que é um dos calendários mais bonitos. Assim, às vezes um material extra-legal sai da adversidade. Eu estou realmente animado com ele.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">OK, vamos falar do passado. Você amou a série orignal quando criança em Manhattan. Você até abriu uma loja dedicada a Jornada, antes de se tornar um maquiador. Como foi que você ficou com a Nova Geração?</span></strong></p>
<p>&#8220;Isso ocorreu antes de <strong>A Nova Geração</strong> estar no ar. Eu estava trabalhando em Nova York como um maquiador quando a série estava sendo desenvolvida. Tinha Roddenberry e Justman liderando. Esse foi o meu sonho. Um dia eu pensei: &#8220;Que diabos? Por que não?&#8221;, e liguei para o escritório da Paramount (em Los Angeles) e disse: &#8220;Eu gostaria de falar com Robert H. Justman&#8221; e eu tinha Bob Justman na linha. Esse é o tipo de cara, um companheiro maravilhoso, aberto, com um grande senso de humor. Se você ler &#8220;Whitfield The Making of Star Trek&#8221;, você lerá memorandos de Bob. Hilariante! Nos demos muito bem, ele e eu visitamos o cenário algumas vezes enquanto eles ainda estavam construindo para a série. Foi assim que eu vim a conhecer Bob.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Como você fez a passagem de A Nova Geração para Deep Space Nine?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu passei pela temporada três, quatro e cinco de <strong>A Nova Geração</strong>. Quando <strong>Deep Space Nine </strong>começou a ser desenvolvida, Mike me perguntou se eu queria me juntar a seu grupo, para fiscalizar (a maquiagem) na nova série. Mas eu tinha conhecido Mike Okuda no departamento de arte, e nós nos demos bem lá. Depois de passar três anos no palco, eu estava gostando tanto da cenografia e dos gráficos que perguntei a Mike (Okuda) se havia alguma maneira que eu pudesse escapar de lá. Então eu pulei diretamente da maquiagem para o departamento de arte. Eu acho que o último episódio de <strong>A Nova Geração</strong> em que trabalhei foi &#8220;Time&#8217;s Arrow, Part I&#8221;. Eu fiz a maquiagem de Mark Twain. Esse episódio foi de duas partes. Eu estava no departamento de maquiagem na parte I, e no departamento de arte na parte dois. Quando a nova temporada começou de <strong>A Nova Geração,</strong> Mike Westmore foi para Herman Zimmerman e disse: &#8220;Podemos ter Doug por um dia, para que ele possa mostrar aos novos maquiadores como fazer o Twain?&#8221; Então, houve esse dia quando eu trabalhei em ambos os departamentos. Na parte da manhã eu estava fazendo maquiagem em &#8220;Time&#8217;s Arrow, Part II&#8221;, e depois disso eu atravessava para o departamento de arte. Eu coloquei o meu kit de maquiagem sob a minha nova mesa, e isso permaneceu por sete anos em que fiquei em <strong>Deep Space Nine</strong>.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-okuda.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-21651" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-okuda-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a>&#8220;Foi a partir daí. A beleza de Jornada é que éramos uma família que, se você realmente tivesse vontade, você poderia deslizar em outros departamentos. E eu fiz exatamente isso. Depois de trabalhar em design gráfico com Mike (Okuda) em <strong>Deep Space Nine</strong>, eu fui para os efeitos visuais em <strong>Voyager</strong>, até trabalhar para a Foundation Imaging, por alguns anos. Quando veio a série <strong>Enterprise</strong>, Herman Zimmerman me chamou e disse: &#8220;Por que você não traz seu conhecimento CG de volta para o departamento de arte, e nós vamos projetar uma nave aqui em três dimensões?&#8221; Eu acho que pode ter sido um das primeiras vezes em que a CG foi usada como uma ferramenta de design, nessa medida, onde literalmente construimos a nave e fomos capazes de olhar para ela de qualquer ângulo. Poderíamos fazer animações e enviá-las para Rick Berman. Até então, Rick só foi capaz de ver desenhos, esboços. Um modelo em 3-D que você pode executar pela câmara, bem, você está realmente vendo o que está olhando na tela. Não há nenhuma adivinhação envolvida. De qualquer forma, Herman me fez uma oferta que eu não poderia recusar, né?&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você passou tanto tempo em Jornada que não dá para entrar em detalhes sobre suas experiências em cada série. Assim, de um modo geral, o que você mais gostou?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #888888">A Nova Geração &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;A única coisa que se destaca para mim é que <strong>A Nova Geração </strong>foi um puro-sangue. Gene Roddenberry e Bob Justman ainda estavam no comando. Estar trabalhando em uma série em que Gene Roddenberry estava ligado, foi uma emoção. Foi um sonho realizado. Então havia esse elenco. Eu estive neste negócio há 32 anos, e nunca vi nada parecido com o elenco de <strong>A Nova Geração</strong>. Você lê sobre as séries onde dizem que é uma grande família e, em seguida, você descobri que eles realmente se odiavam. Não em<strong> A Nova Geração</strong>. Era uma família real e todo mundo divertia-se muito. Foi pura diversão, não importa o quão tarde você trabalhasse. Brent Spiner e Jonathan Frakes, os caras estavam loucos e totalmente malucos. Eles não levavam nada a sério até que a câmera estivesse rodando. Honestamente, eu não acho que já tenha visto um ensaio normal com eles. Cada ensaio tinha alguém tentando sacanear uma outra pessoa. Se eu pudesse voltar no tempo, provavelmente seria para essa série.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Deep Space Nine &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;<strong>Deep Space Nine</strong> foi realmente uma série super-importante para mim. Foi a série que eu fiz uma transição da minha carreira em primeiro lugar e percebi que Hollywood era minha ostra. Qualquer coisa que eu queria fazer, eu poderia fazer se colocasse minha mente para ela. <strong>Deep Space Nine</strong> me mostrou isso. Mas a coisa mais importante que saiu de <strong>Deep Space Nine</strong> foi a minha amizade com Mike e Denise Okuda. Mike deu uma chance para mim. Ele tinha visto meus desenhos e coisas assim, mas eu nunca tinha teclado um computador antes. Ele convenceu Herman (Zimmerman) para deixar eu entrar e fazer a maquiagem de trabalho no departamento de arte. Devo-lhe muito isso, mas a amizade que temos, é algo que não tem preço. Então, essa foi a minha primeira incursão na direção de arte. Lembro-me do dia em que Mike deu sua palavra e comprou um computador. Eu não tinha idéia de como usá-lo. Eu tinha duas semanas para chegar até a velocidade de trabalho. Eu fiz todas as ilustrações para Mike e Denise, e para a <em>Star Trek Encyclopedia</em>. Tornei-me o rei dos desenhos de naves. Eu penso sobre isso agora e ainda é excitante para mim.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você estava em Voyager, mas não no departamento de arte &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;<strong>Deep Space Nine</strong> e <strong>Voyager</strong> eram sobrepostas. Então, às vezes, Richard James, o designer de produção, me trazia durante a fase de concepção de <strong>Voyager</strong>. Eu tive influência no visual da nave fiz cortes, e fiz alguns gráficos. Então, no momento em <strong>Deep Space Nine</strong> terminou, eu tinha começado a conhecer os caras de efeitos visuais muito bem. Assim, cerca de um ano antes de <strong>Deep Space Nine</strong> terminar eu estava pensando sobre o que eu ia fazer. Sabia que o departamento de efeitos visuais estava usando Lightwave, um programa de CG. Mike realmente tinha uma cópia do Lightwave em seu escritório, mas ele estava tão ocupado que nunca chegou a usá-lo. Eu olhava para aquela caixa todos os dias e dizia: &#8220;Uau, isso é muito legal&#8221;. Finalmente, eu disse, &#8220;Hey Mike, você se importaria se eu levasse isso para casa?&#8221; Ele disse: &#8220;Claro, se ajudar&#8221;. Então, Levei-o para casa e acabei usando-o no departamento de arte, no último ano de <strong>Deep Space Nine</strong>. Gente como Gary Hutzel me viu trabalhando com Lightwave. &#8221;Ei, como você gostaria de construir uma nave para mim?&#8221; Foi assim que a coisa começou nos efeitos visuais, e quando <strong>Deep Space Nine</strong> terminou, eu estava na Foundation Imaging e trabalhando no departamento de CG de <strong>Voyager</strong>.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-painel.jpg"><img class="alignleft  wp-image-21652" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-painel.jpg" alt="" width="259" height="259" /></a>Particularmente com Hutzel &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;Exatamente. Quando <strong>Enterprise</strong> terminou, eu fiquei pensando: &#8220;Cara, eu estive em Jornada por 17 anos! Este poderia ser o fim dela! Eu nunca vou trabalhar de novo! Quem recebe uma sorte assim?&#8221;. Mas quando eu cheguei em casa, havia uma mensagem de Gary na secretária eletrônica. Logo eu sabia que ele ia me pedir para vir para <em>Battlestar Galactica</em>. E foi isso, eu estava na série. Foi uma experiência fantástica. Tivemos Ron Moore lá, e ele sempre foi um cara inteligente, criativo. A mais recente <em>Battlestar Galactica</em> era descendente de Jornada, particularmente <strong>A Nova Geração</strong> e <strong>Deep Space Nine</strong>. Muitos de nós acabou ali. O conhecimento que nós ganhamos de Jornada entrou em Galactica. E isso afetou as histórias também, porque nas histórias Ron queria dizer sobre <strong>A Nova Geração</strong>, onde ele realmente não pode fazer porque as pessoas de <strong>A Nova Geração</strong> se davam bem na Frota Estelar, mas ele poderia dizer sobre Galactica. Ron queria ter pessoas nas gargantas uns dos outros, e foi isso que ele fez. Mas Jornada e Galactica, estão muito, muito relacionadas. Há quase uma linhagem distinta da idade de ouro de Jornada para <em>Battlestar Galactica</em>.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você realmente pulou da Voyager para Battlestar Galactica. E sobre Enterprise?</span></strong></p>
<p>&#8220;Oh homem, o céus! Herman queria que eu voltasse como ilustrador desta vez. Para passar por essa experiência de projetar a nave e trabalhar com os produtores &#8230; Rick Berman estava muito, muito envolvido. Ele orientava para onde estávamos indo. Basicamente, você está agindo como uma lente para tentar focar o que quer. Claro, você está inserindo-se aí também. Esse é o jogo. É tudo sobre detalhes. Quando eu trabalhava na NX, se você olhar para aquela nave, cada centímetro quadrado, não há nada frívolo sobre ela. É tudo baseado na sabedoria de Jornada. Cada pedacinho é algo que você estabeleceu em todos as séries, e (fazer isso) conduz alguém que tem assistido todas as séries e conhece intimamente todas as séries. Cada painel tem um propósito. Sabemos onde tudo significa, cada câmara.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Seu projeto atual é o piloto Battlestar Galactica: Blood and Chrome. Como foi isso, e de que forma, tecnologicamente falando?</span></strong></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-cowboy.jpg"><img class="alignright  wp-image-21655" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/12/doug-cowboy-300x300.jpg" alt="" width="270" height="270" /></a>&#8220;Eu trabalhei com Gary Hutzel, que mais uma vez é o nosso supervisor de efeitos visuais. Ele é muito divertido. De uma forma muito importante era diferente de qualquer outra coisa que eu já trabalhei. A série inteira foi em tela verde. Não houve cenários. Isso aconteceu por causa da economia. Conjuntos de cenários de uma série de televisão como <strong>A Nova Geração</strong> ou a última <em>Battlestar Galactica</em> são proibitivamente caros. Ninguém quer correr esse risco. Além disso, a forma como as redes têm feito negócios nos últimos tempos, é meio bizarro. Eles cancelam uma série depois de um episódio. Se um programa não executa direito, vão cancelá-lo. Naquela época quando você sabia que uma série seria mantida no ar por um ano, você poderia ter uma chance, porque sabia que iria desenvolver uma audiência ao longo do tempo. Com a mentalidade atual das emissoras, não há chance de construir uma audiência, e após um ou dois episódios, é cancelada. É simplesmente impossível. Então, eles querem fazer uma série ao preço mais baixo possível, porque se for cancelada após um ou dois episódios, ninguém fica com sua cabeça cortada.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Qual é o próximo passo a frente para Blood and Chrome?</span></strong></p>
<p>&#8220;Vamos ver se vai ou não vai virar série. Esperemos que sim, e devemos saber em fevereiro. Decisões nunca são feitas durante as férias.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">O que mais você está trabalhando no momento?</span></strong></p>
<p>&#8220;Neste momento, estou trabalhando em um projeto legal, mas não posso dizer o que é. Acho que a maioria das pessoas sabe o que está acontecendo, mas nós vamos falar sobre isso quando for a hora certa. Eu estou esperando por Blood and Chrome. Até então? Eu não sei. É uma espécie de uma vida nômade, este negócio. Na verdade, eu só trabalhei alguns dias fazendo um pistoleiro num western independente de Ben Alpi&#8217;s, chamado <em>Cowboy Creed</em>. Ben tinha me visto praticando estilo ocidental manuseio da arma no meu blog e me convidou para fazer um papel no seu filme. Quem poderia dizer não a isso?&#8221;</p>
<div class="shr-publisher-21518"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F12%2F23%2Fentrevista-com-o-designer-doug-drexler%2F' data-shr_title='Entrevista+com+o+designer+Doug+Drexler'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F12%2F23%2Fentrevista-com-o-designer-doug-drexler%2F' data-shr_title='Entrevista+com+o+designer+Doug+Drexler'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Marc Okrand, o criador da linguagem Klingon</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todos os fenômenos dentro do universo de Jornada, um dos mais fascinantes é o fato de que a língua Klingon é praticamente considerada uma língua real, falada fluentemente por muitos fãs ao redor do mundo. O lingüista Marc Okrand é considerado o criador da linguagem Klingon. Numa entrevista ao Star Trek.com, Marc fala do processo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/marc-okrand.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-20979" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/marc-okrand-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De todos os fenômenos dentro do universo de Jornada, um dos mais fascinantes é o fato de que a língua Klingon é praticamente considerada uma língua real, falada fluentemente por muitos fãs ao redor do mundo. O lingüista Marc Okrand é considerado o criador da linguagem Klingon. Numa entrevista ao<a href="http://www.startrek.com/article/qapla-klingon-language-creator-marc-okrand-part-1" target="_blank"> Star Trek.com</a>, Marc fala do processo de criação da língua Klingon e Vulcana e sua evolução durante os filmes e as séries.</p>
<p><span id="more-20974"></span></p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você é considerado o criador da linguagem Klingon. Como você conectou pela primeira vez com Jornada, e o que você realmente fez em Star Trek II: A Ira de Khan?</span></strong></p>
<p>&#8220;Minha formação é em lingüística, e eu tenho um Ph.D. em Lingüística da Universidade da Califórnia, Berkeley. Por um tempo, eu ensinei a lingüística, mas, nos últimos 30 anos ou mais, eu estive envolvido com o closed caption de programas de televisão. O primeiro closed caption entrou no ar em 1980. O primeiro programa a ser legendado ao vivo &#8211; além de alguns testes que nós não divulgamos &#8211; foi a apresentação do Academy Awards em 1982. Então eu cheguei em Los Angeles na segunda-feira antes do Oscar e não havia nenhum trabalho a fazer. Com o tempo livre, peguei o telefone e comecei a fazer planos de almoço e jantar. Durante uma dessas chamadas, uma amiga me convidou para almoçar. Ela trabalhava na Paramount Pictures.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/saavik-spock.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21000" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/saavik-spock.jpg" alt="" width="320" height="189" /></a>Sua amiga era Sylvia Rubinstein, que foi assistente administrativo de Harve Bennett produtor executivo de Star Trek II &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;Star Trek II estava em pós-produção. Ela, Harve e eu nos conhecemos há muitos anos. Eu sabia que meus amigos trabalhavam em Jornada, e achei legal, mas não tinha nenhuma conexão adicional. De qualquer forma, Sylvia e eu e Deborah Arkelian, assistente de outro produtor, fomos para o almoço, e durante a conversa do almoço, de alguma forma o fato de que eu tinha um grau em lingüística surgiu. Deborah disse que era interessante, porque eles estavam em contato com o Departamento de Lingüística da UCLA. Perguntei porquê, e ela me disse que havia uma cena no filme onde Spock e um novo personagem, uma Vulcana, teriam uma breve conversa. Essa conversa foi filmada com os atores falando em inglês, mas, por várias razões, eles pensaram que seria melhor se eles falassem Vulcano acompanhado por legendas em inglês. A pessoa que eles estavam procurando na UCLA era para fazer frases sem sentido que combinavam com os movimentos labiais em inglês, então eles dublariam como se fosse um filme estrangeiro. Eu disse que achava que era uma boa idéia &#8211; um lingüista saberia que sons você poderia ou não ver nos lábios, e assim por diante, portanto, um lingüista faria um bom trabalho. Mas havia algum tipo de problema de logística e eles estavam preocupados que o trabalho não fosse feito a tempo. Perguntei quando teria que ser feito. Deborah disse: &#8220;Até o final desta semana&#8221; &#8211; que era exatamente quanto tempo eu ficaria na cidade. Eu disse: - &#8221;Eu posso fazer isso&#8221;. Sylvia concordou. E nesse ponto, o produtor Bill Phillips ao me conhecer disse: - &#8221;Venha me ver depois do almoço&#8221;. E de repente eu estava trabalhando para Jornada.&#8221;</p>
<p>&#8220;À tarde, Bill Phillips me mostrou a cena no filme que precisava ser mudada para Vulcano. Eu escrevi o diálogo, apenas quatro linhas, e era composta por sílabas que combinavam com os movimentos dos lábios, mas parecia diferente. Por exemplo, se a sílaba inglês fosse &#8220;boo&#8221;, eu mudaria para o &#8220;Moe&#8221; &#8211; tem a mesma aparência, mas sons diferentes.&#8221;</p>
<p>&#8220;No dia seguinte, Bill mostrou-me um pouco do início de <strong>Star Trek: O Filme</strong> onde Spock estava prestes a aceitar a sua realização do Kohlinar. Esta cena foi inteiramente em Vulcano. Então, eu rapidamente fiz algumas mudanças para que o Vulcano &#8220;novo&#8221; se encaixasse com o que já estava no filme. Eu, então, foi apresentado à atriz que interpretava a Vulcana (Saavik), uma atriz muito nova para Hollywood com o nome de Kirstie Alley, e comecei a trabalhar com ela para que ela pudesse dublar suas linhas. Na sexta-feira daquela semana, eu trabalhei com Leonard Nimoy para que ele pudesse dublar a sua. Nesta altura, os ensaios do Oscar estavam em andamento, e eu tinha que atendê-las. Então, depois de ajudar Leonard com suas linhas, eu entrei no carro e foi ao centro para o Oscar, pensando: &#8220;Eu acabei de ensinar Spock a falar Vulcano&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/klingons-STMP.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-21003" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/klingons-STMP.jpg" alt="" width="322" height="167" /></a>Para Star Trek III: A Procura de Spock, você basicamente criou a linguagem Klingon. O que deu para fazer isso?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu comecei olhando para <strong>Star Trek: O Filme</strong>, porque é onde o Klingon foi realmente falado primeiro. Há talvez uma meia dúzia de linhas em Klingon com legendas no início do filme. Escrevi essas linhas o melhor que pude, fiz uma lista dos sons nas palavras e descobri o que era uma legítima sílaba. Esse foi o começo. Todos os sons e todas as sílabas e todas as frases no primeiro filme formaram o esqueleto do que eu estava para construir. Quando eu estava assistindo o primeiro filme, não sabia quem compunha essas linhas. Quando conheci Mark Lenard, o ator que falou Klingon nesse filme, ele me disse que elas foram criadas por James Doohan. Então James Doohan realmente foi o criador original Klingon. Cheguei e o aperfeiçoei.&#8221;</p>
<p>&#8220;Neste processo, eu tinha quatro coisas em mente: (1) a linguagem tinha que incluir todos os sons do primeiro filme, (2) a linguagem tinha que ter sons não-inglês, uma vez que era para ser alienígena; (3) a linguagem tinha que ser gutural (grave ou profundo), uma vez que o roteiro de Star Trek III expressamente referia-se aos Klingon como uma linguagem gutural, e (4) que teve que ser aprendida e pronunciável pelos atores de língua inglesa, por isso contém muitos sons comuns em inglês, além dos sons mais exóticos. Eu também tentei fazer a gramática tipo não-inglês. O vocabulário foi fácil &#8211; eu inventei apenas o que era necessário para o filme. Se uma palavra não correspondia, eu não colocava um equivalente Klingon. O mesmo foi para a gramática &#8211; se uma construção particular ou elemento gramatical, digamos, um pronome, não fosse necessário para o filme, eu não o compunha. Mais tarde, eu adicionei lotes de vocabulário e gramática &#8211; material não pertencente ao filme. Mas, inicialmente, o roteiro levou o que foi feito&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Como foi ensinar os atores a falar Klingon ou Vulcano em Star Trek III?</span></strong></p>
<p>&#8220;O orador Klingon principal em Star Trek III era Christopher Lloyd, que interpretava o capitão Kruge. Ele era um ótimo aluno. Ele estava interessado não apenas em obter a pronúncia certa, como queria saber o significado das palavras e como as frases se encaixavam. Nós trabalhamos juntos praticamente todos os dias quando estavam filmando uma cena com Klingon falado. A maioria dos outros oradores Klingons no filme eram tripulantes do Kruge. Para a maior parte, eles tinham uma linha cada um que gritavam quando as coisas estavam indo errado. Eu não acho que eu já tenha visto um grupo de pessoas mais entusiasmadas. Ah - havia um outro orador Klingon chave, e havia o capitão Kirk. Ele tinha uma linha, o equivalente em Klingon para &#8221;leve-me para cima&#8221;, no final do filme. Eu não fui capaz de estar no set no dia que William Shatner filmou essa cena, mas eu trabalhei um pouco com ele uma semana antes. Eu não tinha idéia de como ele iria se sair até que eu vi o filme. Lembrei-me de suas aulas e fez um grande trabalho. Havia apenas um orador Vulcano no filme, e esse foi a nova Saavik, Robin Curtis. Robin aprendeu rápido e deu adequadamente a língua Vulcana uma emoção - mas ainda assim significativo &#8211; no roteiro.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><span style="color: #888888"><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/kruge-kilngon.jpg"><img class="size-full wp-image-21001 alignleft" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/kruge-kilngon.jpg" alt="" width="293" height="151" /></a></span></span>Naquele filme, Lloyd foi o seu melhor aluno. Seja honesto: quem foi o pior?</span></strong></p>
<p>&#8220;O pior foi um membro da tripulação do Kruge &#8211; cujo nome não me lembro &#8211; que simplesmente não conseguia. Eu não tenho certeza do que ele estava falando, mas ele pegou o espírito da coisa.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você trabalhou tão bem em Star Trek I e Star Trek V e VI. Dê-nos uma memória ou duas de cada produção. E de que maneira o idioma Klingon evoluiu de filme para filme.</span></strong></p>
<p>&#8220;Star Trek V era diferente de Star Trek III de duas maneiras. Primeiro, os personagens tinham conversas. Em Star Trek III, era na maior parte, embora não inteiramente, Kruge dando ordens. Mas em Star Trek V, Klaa e Vixis tinham, relativamente, falas longas. Isso foi realmente um desafio maior para os atores do que para mim, porque cada um tinha de aprender não só a sua própria linha, mas também a linha do outro ator para que ele soubesse quando começar a falar. A outra forma que fez Star Trek V diferente de Star Trek III é que depois de Star Trek III, o Dicionário Klingon tinha saído. Quando eu estava fazendo as linhas de Star Trek III, eu estava fazendo exatamente isso &#8211; aperfeiçoando-o. Se eu não gostasse de algo, eu poderia mudar. E se um ator pronunciasse errado, mas ainda soava como Klingon, eu poderia mudar a palavra Klingon para corresponder ao que o ator disse. Em Star Trek V, eu tive que ir pelo livro. Eu estava preso com o que eu tinha escrito, gostando ou não. Claro, houve novas palavras e novas peças da gramática eu tive que inventar para Star Trek V, mas eu tinha que ter certeza que usei o material do livro, se ele existisse.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Falando do livro &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;O livro originalmente deveria sair ao mesmo tempo que Star Trek III, mas foi adiado por razões que são realmente interessantes e que eu deveria ter escrito, mas agora eu principalmente gostaria de esquecer. Depois que terminei ele, e quando nada estava acontecendo com a sua publicação, o filme entrou em pós-produção. Durante a pós-produção, eles mudaram algumas linhas que foram originalmente em inglês para Klingon, por isso fizemos algo como fizemos com o Vulcano em Star Trek II, só que eu tinha que fazê-lo soar como o Klingon no resto do filme, tanto em termos de sons quanto de gramática. Eu não tive a relativa liberdade que tive com o Vulcano. Eles também mudaram algumas legendas, por isso uma linha Klingon que originalmente significava uma coisa de repente significava outra. Isto, naturalmente, fez com que, em alguns casos, o dicionário já não combinava com a película ou faltaram algumas palavras que estavam no filme. Por causa do atraso na publicação, no entanto, eu fui capaz de fazer alterações no dicionário, para que todas as alterações feitas na pós-produção fossem incorporadas ao livro.&#8221;</p>
<p>&#8220;Mas na época de Star Trek V, o livro tinha sido publicado, então eu não podia mais fugir. Isso fez com que a criação de diálogos para Star Trek V realmente ficasse mais difícil do que foi para Star Trek III. É mais difícil seguir as regras do que as compor. Na verdade, um dos atores fez confusão numa linha em Star Trek V em uma cena que era demasiado complexa para refazer. Depois que Star Trek VI saiu, o dicionário foi reeditado com um adendo ao incorporar materiais criados após Star Trek III. Eu descobri uma maneira para que a linha fizesse sentido, combinando com a legenda e incluído no livro que revi. Assim, a linha em Star Trek V ficou correta depois de tudo isso.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/chang.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-21005" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/chang.jpg" alt="" width="312" height="181" /></a>A única coisa nova e importante em Star Trek VI foi a incorporação de Shakespeare &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;O script estava cheio de linhas de Shakespeare, algumas faladas em Inglês e outras em Klingon. Então eu tive que traduzir pedaços de Shakespeare em Klingon, o que significava que eu tinha que descobrir o que seria um &#8220;petardo&#8221; Klingon, entre outras coisas. Nenhuma das linhas de Klingon foram usadas no filme &#8211; no momento em que terminei, elas foram trocadas de volta para o Inglês ou cortadas. Havia uma linha de Shakespeare que era falada em Klingon no filme, embora não tivesse sido parte do roteiro original. Essa linha era &#8220;Ser ou não ser&#8221;. Quando o diretor do filme, Nick Meyer, me pediu para criar uma versão Klingon disso, eu disse &#8220;tudo bem&#8221;, mas achei que seria difícil. O problema era que não não há verbo em Klingon que signifique &#8220;ser&#8221;, e eu fiz um grande trabalho sobre isso no livro. Pensei um pouco e perguntei ao Nick se a linha poderia significar &#8220;viver ou não viver.&#8221; Ele disse que estava bem e que eu deveria ensinar o Chris. Chris era Christopher Plummer, que estava fazendo o General Chang, e que era para falar a linha. A palavra para &#8220;viver&#8221; em Klingon é &#8220;yin&#8221;, e que eu transformei em &#8221;yin pagh yInbe&#8221;, literalmente, &#8220;viver ou não viver&#8221;, embora existam muitas outras maneiras que eu pudesse ter feito isso também. Quando eu disse a linha de Christopher Plummer, ele pensou e perguntou se poderia haver alguma outra maneira de dizê-lo. Pensei um pouco mais, e sugeri que &#8220;tah&#8221; substituisse &#8220;yin&#8221;: &#8220;tah pagh taHbe&#8221;. Isto soou bom para ele, especialmente com o H, áspero e gutural no final, de modo que se tornou a linha. A sílaba &#8220;tah&#8221;, até aquele momento, tinha um significado de sufixo &#8220;continuar a fazer&#8221; se ao verbo fosse anexado, por isso em &#8221;comer&#8221; mais tah significava &#8220;continuar comendo&#8221;. Eu dei uma promoção para o status de verbo, mas mantendo o mesmo significado. Então uma nova palavra que signifique &#8220;continuar, prosseguir, resistir&#8221;, foi criada assim: &#8220;continuar ou não continuar, prosseguir ou não prosseguir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se você ouvir atentamente, em Star Trek VI, você pode me ouvir falando Klingon. Há uma cena a bordo da nave Klingon, depois de ter sido atacada, onde há o caos &#8211; a perda de gravidade, retorna então a gravidade, um monte de vítimas. E há muitos gritos e pedidos sendo gritados por várias pessoas. Minha voz está no mix lá. Em algum lugar. Em segundo plano.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">O que Gene Roddenberry já disse a você sobre o seu trabalho e como ele complementou sua criação?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu conheci Gene Roddenberry algumas vezes. Ele me agradeceu por minha contribuição para os filmes e, por esse tempo, <strong>A Nova Geração</strong>. Lembro-me de pensar que o agradecimento deve ir por outro caminho &#8211; eu que deveria agradecer a ele por sua contribuição.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Quanto diferente foi um desafio em A Nova Geração?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu não estava envolvido em tudo durante a primeira temporada de <strong>A Nova Geração</strong>. Há pelo menos um episódio com Klingon falado naquele primeiro ano. Eu acho que o escritor foi quem criou, disseram eles. Eu me envolvi durante a segunda temporada, que estava sendo filmada, em parte, enquanto Star Trek V estava sendo filmado, por isso na hora do almoço você via uma mistura de pessoas do século 20, 23, 24 vagando até o refeitório. As pessoas de <strong>A Nova Geração</strong> estavam trabalhando em um episódio que envolvia Klingons e queriam uma linha Klingon ou duas. Eles tinham uma cópia do dicionário, mas não conseguiam encontrar o que eles precisavam. Eles ouviram que eu estava no estúdio para Star Trek V, então eles me pediram para passar por lá. Encontrei-me com eles e lhes dei as linhas que eles precisavam, e eu fui consultado para alguns episódios mais. Eu não trabalhei diretamente com nenhum dos atores. Mais tarde, a maioria dos Klingon ouvidos em <strong>A Nova Geração</strong> foram criados pelos escritores, alguns dos quais seguindos muito de perto o dicionário, alguns nem tanto. Mas qualquer Klingon falado durante <strong>A Nova Geração</strong> considera-se como Klingon legítimo, tenha eu feito isso ou não, e eu incorporei tudo isso para a linguagem.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/sleepingdogs.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21007" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/sleepingdogs.jpg" alt="" width="318" height="178" /></a>Há alguma coisa, que você fez para Deep Space 9, Voyager e Enterprise?</span></strong></p>
<p>&#8220;<strong>Deep Space 9</strong> e<strong> Voyager </strong>funcionaram principalmente como <strong>A Nova Geração</strong> &#8211; isto é, os escritores criaram o diálogo Klingon, às vezes com base no dicionário, às vezes não. Eu me envolvi no final de <strong>Enterprise</strong>, fornecendo algum diálogo Klingon e ajudando com alguns Vulcanos, e então a série foi cancelada.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Como você se aproximou para ser consultor em Star Trek, e como foi essa experiência para você?</span></strong></p>
<p>&#8220;Recebi um telefonema do escritório do filme Star Trek perguntando se eu estaria disposto a ajudar. Fui convidado para criar algumas linhas de diálogo em quatro línguas &#8211; Klingon, Vulcano, Romulano, e uma nova linguagem para um novo tipo de alienígena. As cenas com Klingon e da nova linguagem foram cortadas do filme relativamente cedo. Para Vulcano, eu construí sobre o que tinha feito para Star Trek II e III e Enterprise. Eu nunca tinha feito nada com Romulano antes, mas desde que romulanos e vulcanos estão relacionados, eu fiz a um idioma Romulano que poderia estar relacionado ao Vulcano &#8211; Não de perto, mas em certas maneiras padronizadas. As duas línguas são ouvidas em sua maioria no fundo em vez de serem faladas por personagens principais.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu não trabalhei com nenhum dos atores neste filme. Deram-me um roteiro com as linhas que precisava de tradução &#8211; Eu nunca tive uma cópia do roteiro completo &#8211; e escrevi transcrições e gravações em mp3 para os atores e para o treinador de diálogo usar. Eu estive no set uma vez &#8211; mas não para trabalhar. Aconteceu de eu estar em Los Angeles e passei a conhecer algumas das pessoas que eu tinha lidado via telefone e e-mail.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você estará envolvido na seqüência e, em caso afirmativo, quando você começa a trabalhar?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu sei muito pouco sobre a sequência. Vamos ver se alguma coisa acontece.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você escreveu livros sobre Klingon, mesmo libreto (texto de ópera), e muito mais. Você ficou surpreendido pela forma como esta linguagem ficcional, em essência, tornou-se real?</span></strong></p>
<p>&#8220;Quando Harve Bennett e eu, pela primeira vez, falamos sobre Klingon em Star Trek III, concordamos que, a fim de fazer o som real, teve que ser real. É por isso que eu trabalhei em um sistema fonológico e gramático e assim por diante, em vez de apenas ter um som legal . Eu escrevi &#8221;The Klingon Dictionary&#8221; esperando que as pessoas gostassem, é claro, mas eu sinceramente esperava que as pessoas olhassem para ele, tentando dizer algumas palavras &#8211; talvez memorizar uma ou duas. Eu nunca imaginei que as pessoas iriam estudá-lo tão a sério &#8211; analisar tudo &#8211; e aprender a falar tão bem que eles pudessem realmente levar em conversas e traduzir obras de literatura. Mas isso foi o que aconteceu. Eu acabei conhecendo e me tornando amigo de um monte de bons oradores ao longo dos anos, então eu não fico mais surpreso quando eles falam, mas quando ouço as pessoas que eu nunca conheci antes &#8211; especialmente em lugares que eu nunca fui antes ou no YouTube ou algo assim &#8211; falando a língua, ainda é uma sensação estranha. Embora as pessoas ainda peçam para mim novas palavras e julgamento gramatical, a linguagem tem assumido uma vida própria. Mesmo as pessoas que não sabem uma única palavra sabem que há tal linguagem e fazem piadas sobre ela &#8211; quando alguém tosse, outro diz: - &#8221;Você está falando Klingon&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Quantas vezes as pessoas se aproximam de você, querendo conversar em Klingon?</span></strong></p>
<p>&#8220;Além das convenções de Jornada ou coisas do gênero, eu não acho que isso já aconteceu. Mas em um local Klingon ou de Jornada, as pessoas vem até nós e dizem coisas para mim &#8211; não tanto para iniciar uma conversa a respeito, mas apenas dizer &#8220;Olá&#8221;. Eu geralmente não me envolvo em uma conversa Klingon &#8211; principalmente porque se eu cometer um erro &#8211; e tenho feito muitos &#8211; há até uma página na web com uma lista deles &#8211; torna-se-á parte da linguagem só porque eu disse , e então eu me afasto de tudo.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Outra pergunta para ser honesto &#8230; O quanto famoso você está entre os seus amigos lingüistas e colegas?</span></strong></p>
<p>&#8220;No início, eu não sabia qual seria a reação de lingüistas &#8211; o que significa, principalmente, aqueles na academia &#8211; o que poderiam pensar. Eu estava em uma reunião de lingüistas pouco depois do livro ser lançado e um professor da UCLA aproximou-se de mim e perguntou se eu era a pessoa que escreveu  &#8221;The Klingon Dictionary&#8221;. Eu disse que sim, e ele disse que tinha algo importante para me dizer. Eu pensei que eu estava prestes a ouvir algo como &#8220;Klingon vai de alguma forma manchar a disciplina ou algo assim&#8221;. Ela disse: &#8220;Eu quero que você saiba o quão grande é você por poder comprar um livro de lingüísticas em um aeroporto&#8221;. E esse foi um precursor do que aconteceu &#8211; Klingon foi incorporado as aulas da faculdade, em livros didáticos. Tornou-se uma forma de obter pessoas interessadas no campo. Eu não sei se eu sou uma estrela, mas alguns anos atrás eu conheci o então editor de Language, a revista publicada pela Linguistic Society of America. Ele era um estudioso muito conhecido e respeitado. Quando ele foi apresentado a mim, ele disse, &#8220;Oh &#8211; o lingüista famoso&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">No que você está trabalhando atualmente?</span></strong></p>
<p>&#8220;Agora, eu estou tendo um pouco de calmaria, tendo acabado três grandes projetos: um CD de aprendizagem da língua que tem muitas palavras novas, todos referentes às coisas da Terra todos os dias, a versão Klingon de Monopoly, e um livro contendo uma versão expandida do libreto da ópera. Oh &#8211; e eu ajudei a alguns amigos com algumas coisas apropriadas para dizerem em seu casamento.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">E antes de terminarmos: qual é a sua palavra Klingon favorita &#8211; e por quê? E qual ator ou atriz que você pessoalmente ficou muito impressionado ao ouvir Klingon?</span></strong></p>
<p>&#8220;Como eu estava trabalhando na língua, eu me perguntava se não haveria uma palavra que as pessoas saberiam mesmo que não soubessem nada mais sobre Klingon. E a palavra acabou por ser &#8220;Qapla&#8221;, que significa &#8220;sucesso&#8221;. Então eu acho que essa é a minha palavra preferida. Ouvir Christopher Plummer dizer as linhas que eu fiz até foi bastante impressionante. Melhor ainda era ouvir Klingon falado pelo reverendo Jim (interpretado por Christopher Lloyd) do sitcom Taxi.&#8221;</p>
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		<title>Produtor de Deep Space Nine lançará série espacial</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 12:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>

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		<description><![CDATA[A emissora SyFy anunciou três novos projetos de séries para TV. Uma delas, direcionada aos fãs do gênero scifi espacial, está sendo produzida pela Universal Cable Productions e tem como produtor executivo Robert H. Wolfe. De acordo com a emissora, a trama do seriado gira em torno da nave Defender, oriunda da recem formada Unity Democracy. A nave leva uma tripulação de seres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/Robert-Hewitt-Wolfe.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-20508" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/11/Robert-Hewitt-Wolfe.jpg" alt="" width="197" height="197" /></a>A emissora SyFy anunciou três novos projetos de séries para TV. Uma delas, direcionada aos fãs do gênero scifi espacial, está sendo produzida pela Universal Cable Productions e tem como produtor executivo Robert H. Wolfe. De acordo com a emissora, a trama do seriado gira em torno da nave Defender, oriunda da recem formada Unity Democracy. A nave leva uma tripulação de seres humanos e trans-humanos na busca por mundos perdidos exigindo a lei e a ordem, após décadas de turbulenta guerra. Mundos estranhos e conflitos entre tripulantes serão o ingrediente da nova série espacial. Robert Hewitt Wolfe foi produtor executivo de séries como <em>Alphas</em> e <em>Dresden Files </em>pela SyFy, bem como produtor de consultoria em <em>The Gates</em> e <em>The 4400</em>. Ele participou como co-produtor de <strong>Deep Space Nine</strong>, escrevendo mais de 30 episódios. Também foi showrunner do projeto de Gene Roddenberry, <em>Andromeda</em>, estrelado por Kevin Sorbo. Fonte: TrekWeb e Airlock Alpha</p>
<p><span id="more-20500"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="shr-publisher-20500"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F11%2F11%2Fprodutor-de-deep-space-nine-lancara-serie-espacial%2F' data-shr_title='Produtor+de+Deep+Space+Nine+lan%C3%A7ar%C3%A1+s%C3%A9rie+espacial+'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F11%2F11%2Fprodutor-de-deep-space-nine-lancara-serie-espacial%2F' data-shr_title='Produtor+de+Deep+Space+Nine+lan%C3%A7ar%C3%A1+s%C3%A9rie+espacial+'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Alexander Siddig compara Primeval a Jornada</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 12:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexander Siddig, que é conhecido dos fãs de Jornada por seu papel como Dr. Julian Bashir em Deep Space Nine, está participando da série Primeval, fazendo o misterioso milionário e cientista Philip Burton. O Sci-Fi Bulletin conversou com o ator que falou de seu novo papel, comparou esta série com Jornada e com o gênero sci-fi em geral. Veja os pontos mais importantes. Primavel é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Siddig.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-20081" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Siddig-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Alexander Siddig, que é conhecido dos fãs de Jornada por seu papel como Dr. Julian Bashir em <strong>Deep Space Nine</strong>, está participando da série <em>Primeval</em>, fazendo o misterioso milionário e cientista Philip Burton. O <a href="http://scifibulletin.com/primeval/archive/interview-alexander-siddig/" target="_blank">Sci-Fi Bulletin </a>conversou com o ator que falou de seu novo papel, comparou esta série com Jornada e com o gênero sci-fi em geral. Veja os pontos mais importantes.</p>
<p><span id="more-20053"></span></p>
<p><em>Primavel</em> é uma série de televisão inglesa do gênero ficção científica. No Brasil, está atualmente sendo transmitida na HBO Family. A série refere-se a anomalias temporais que se formam ligando a nossa época com outras, do passado ou do futuro, permitindo que criaturas pré-históricas, ou futurísticas venham para o nosso mundo.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Os efeitos mudaram consideravelmente desde Deep Space 9; você sente como se estivesse fazendo algo completamente diferente?</span></strong></p>
<p>&#8220;Não, não em tudo. A cena com Rex no episódio três da última temporada poderia ter sido assim com <strong>Deep Space Nine</strong>. Isso é um velho truque da escola de Jornada, ter alguém preso em uma câmara e com o relógio correndo. Em muitos aspectos, foi o que aconteceu naquela cena.&#8221;</p>
<p>&#8220;Há enorme semelhança com Jornada; muitas comparações fáceis podem ser feitas, em parte porque no final de contas é um filme de gênero, como Jornada era obviamente. Apesar que Jornada liderou o caminho na criação de um mercado para esses seguimentos, no qual ainda me sinto muito orgulhoso disso &#8211; Eu acho que eles fizeram um ótimo trabalho, qualquer que seja a pessoa que diga sobre <strong>Deep Space Nine</strong> &#8211; a tocha foi levada com fidelidade por esta série neste respeito. Eu tenho um fraquinho por peças do gênero, por causa de Jornada, porque eu fui criado no palco em sci-fi.&#8221;</p>
<p>&#8220;A caracterização é um pouco mais sofisticada do que era em Jornada, e os efeitos vieram aos trancos e barrancos, mas a principal diferença é que alguns de nós velhotes, como Ben Miller e eu, temos alguns quilômetros rodados e fazemos as coisas um pouco diferentes da maneira que poderíamos ter feito alguns anos atrás. É voltar a essa autocracia: ​​tentar ser um ditador benigno no set com suas falas e tentar fazê-las a mais interessante possível, sabendo tudo o que se passou antes, com 200 episódios de Jornada &#8211; o que foi feito, o que pode ser novo.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu encontrei um modelo interessante para a base sobre meu personagem e foi por Tony Blair. Você vai ouvi-lo &#8211; vocalmente eu peguei muito emprestado com ele, toda tonalidade de como ele transmitia sua mensagem, a confiança aparente quando ele fala com as pessoas sobre suas idéias. Eu pensei: - &#8221;quem venderia idéias brilhantes?&#8221; Tony Blair. Mesmo quando ele não tem certeza da idéia de que ele está vendendo, ele é um vendedor maravilhoso. Eu gostava de fazer isso. É muito diferente de outros personagens que eu fiz na TV e no cinema. É muito divertido fazer um pastiche muito sutil. Eu acho que vai estar acima da cabeça de todo mundo, mas foi divertido ter por base isso.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Qual é o maior desafio sobre Primeval?</span></strong></p>
<p>&#8220;Em termos de meu personagem sozinho, o desafio foi tentar manter a evolução dele e na direção geral, quando ele se desdobra para este caráter mais e mais maníaco, que começa no final da série quatro. Mantendo-o ambíguo e fazendo as pessoas, se não adivinharem exatamente o que sua agenda é, mas mantê-lo atraente em um certo nível onde as pessoas ainda se enchem com uma sensação de medo e suspeita &#8211; que foi a bola mais delicado de fazer malabarismos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nós estávamos filmando fora de ordem. Ben estava fazendo sua rotina de comédia por todo o país por isso tivemos de acomodar sua agenda. Sabíamos que ele ia estar lá para o final das filmagens, por isso filmamos o final no meio. Eu tive que seguir o clímax de volta para o brilhante manipulador político. Isso foi bizarro!&#8221;</p>
<p>Fonte: TrekWeb</p>
<div class="shr-publisher-20053"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F26%2Falexander-siddig-compara-primeval-a-jornada%2F' data-shr_title='Alexander+Siddig+compara+Primeval+a+Jornada'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F26%2Falexander-siddig-compara-primeval-a-jornada%2F' data-shr_title='Alexander+Siddig+compara+Primeval+a+Jornada'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Bill Blair, o ator de múltiplas faces alienígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode não saber quem é Bill Blair, mas reconhece alguns rostos que interpretou em Jornada e até mesmo em outras séries scifi. Ele é um dos atores mais procurados para fazer personagens alienígenas bizarros. Foi homenageado, recentemente, pelo  Guinness World Record, tendo seu nome incluído como aquele que  &#8221;portou mais personagens de efeitos especiais em uma carreira&#8221; (num total de 202). O Star [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/bill-blair.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-19924" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/bill-blair-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Você pode não saber quem é Bill Blair, mas reconhece alguns rostos que interpretou em Jornada e até mesmo em outras séries scifi. Ele é um dos atores mais procurados para fazer personagens alienígenas bizarros. Foi homenageado, recentemente, pelo  Guinness World Record, tendo seu nome incluído como aquele que  &#8221;portou mais personagens de efeitos especiais em uma carreira&#8221; (num total de 202). O Star Trek.com bateu um papo com ele.</p>
<p><span id="more-19921"></span></p>
<p>Se você assistiu regularmente <strong>Deep Space Nine, Voyager </strong>ou<strong> Enterprise</strong> &#8211; para não mencionar outras séries como <em>Alien Nation</em> ou <em>Babylon 5 ou Sliders</em> - então você já viu um pouco de Bill Blair ao longo dos anos. Blair é um dos mais movimentados atores de Hollywood, mas você só o vê basicamente enterrado sob maquiagens e próteses. Ele já apareceu como Cardassiano, Jem&#8217;Hadar e Klingon, além de pelo menos três diferentes Vulcanos em <strong>Enterprise.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #888888">Entrar no Guinness World Record é uma honra muito singular e específica. O que significa para você ter ganhado isso?</span></strong></p>
<p>&#8220;Este é um sentimento de realização, algo que eu nem sequer pensava até cerca de cinco anos atrás. Quando comecei a olhar para este tipo de homenagem, aprendi com o pessoal do Guinness, que eles não tinham nada parecido com isso e me convidaram para apresentar o que tornou-se esta categoria. Estou orgulhoso desta conquista e ela me diz que passei muito mais tempo na maquiagem e látex do que eu jamais havia imaginado. É verdadeiramente uma grande honra fazer parte dos arquivos de registro do Guinness World e espero que eu possa continuar a aumentar o número recorde ao longo do tempo.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Bill_Blair_The_House_of_Quark.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-19937" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Bill_Blair_The_House_of_Quark-289x300.jpg" alt="" width="202" height="210" /></a>Então, qual é o segredo para interpretar um personagem alienígena convincente?</span></strong></p>
<p>&#8220;Ser alguém que pode viver em um mundo de faz de conta e também poder acreditar que ele ou ela tem a forma física em algum lugar diferente e que se diverte com isso. Além disso, a capacidade e personalidade para vestir todos os make-up e figurino por muito tempo, longas horas, não quer magoar.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Como você conseguiu sua primeira série, Deep Space Nine, e qual foi o episódio?</span></strong></p>
<p>&#8220;Meu primeiro episódio memorável foi &#8220;The House of Quark&#8221;, onde eu era um membro do Alto Conselho Klingon ouvindo explicação de Quark dos fatos financeiros da situação. Consegui o emprego por estar disponível na hora certa, quando o pessoal de elenco me chamou depois que outro ator teve que cancelar no último minuto. Lugar certo, hora certa &#8211; e sorte.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você apareceu em dezenas de episódios de Deep Space Nine. Quais foram suas experiências mais memoráveis ​​na série? Qual ou quais personagens você mais gostou de fazer?</span></strong></p>
<p>&#8220;De forma geral, foi ter sido capaz de trabalhar com um elenco e equipe incríveis. Que o trabalho e a experiência sempre foram tão maravilhosos, que fizeram todos os episódios especiais. A melhor experiência individual foi quando eu fiz quatro diferentes raças alienígenas no mesmo episódio, e que foi o episódio de duas partes para concluir a série (&#8220;What You Leave Behind&#8221;). Eu sempre gostei de fazer mais Klingons e Cardassianos, tanto quanto gostava da maquiagem dos personagens e eu gostava do quanto eu poderia fazer com cada personalidade. Uma vez eu fiz um guarda de prisão Cardassiano que deixou Kira sair da prisão, ele fez seu papel, em silêncio simples, mas foi tão importante no caráter e atitude.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você apareceu em pelo menos sete episódios de Voyager. Quais foram algumas das experiências mais memoráveis ​​nessa série, e qual ou quais personagens você mais gostou de fazer.</span></strong></p>
<p>&#8220;A minha melhor memória de<strong> Voyager </strong>foi a de um viajante Klingon no episódio &#8220;Prophecy&#8221; &#8211; muita diversão e momentos de reações como B&#8217;Elanna contando sua história. E então houve &#8220;Friendship One&#8221; como uma das raças alienígenas que sofreu terrível radiação. Eu fiz a escolta para Neelix, e foi tão importante manter o caráter austero e atitude durante as cenas. Eu também tenho boas lembranças de &#8220;Critical Care&#8221;, onde passei por três opções de personagens antes de finalmente ser lançado como o assistente do médico, um papel muito importante como um ponto de enredo e uma constante em algumas cenas.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Blodgette-Blood-and-Fire.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-19951" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Blodgette-Blood-and-Fire-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>Você também esteve em Star Trek: The Experience, a Invasão Borg 4-D, e em um dos filmes de fãs, New Voyages: Blood and Fire. Você gostou de trabalhar com eles?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu adorei fazer o Borg. Intenso como era o cenário, eu nunca pensei sobre isso, até que gostei da experiência de filmar em 3-D e chegar a fazer ainda outro clássico personagem da franquia. Interpretar o comandante Blodgette em <em>Blood and Fire</em> foi maravilhoso, quando tive que co-estrelar com Denise Crosby. Ela era ótima de trabalhar e interagir como atriz, e o resto do elenco foi muito aberto e acolhedor comigo. Eu também fiz todos os efeitos especiais de maquiagem para a parte dois desse episódio.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você retornou a Jornada de novo para Enterprise, aparecendo em vários episódios. Como é que o primeiro aconteceu? A idéia foi de quem? Foi um teste? E como foi a experiência?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu fiz o teste/entrevista para um papel no episódio &#8220;The Andorian Incident&#8221;. Eu trabalhei com Scott Bakula, pela primeira vez, a um tempo atrás em <em>Quantum Leap,</em> como garçom em um restaurante. Tivemos uma grande interação em uma cena que fez o episódio tão especial. Também foi somente a segunda vez na minha carreira chegar a desempenhar um Vulcano, outra raça, grande clássico da franquia que eu queria fazer no momento. Voltei para a <strong>Enterprise</strong> mais três vezes como diferentes Vulcanos e também um vagabundo sem abrigo em outro.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Há um monte de fãs lá fora que não percebe que você apareceu com tantos personagens em tantos episódios. Quanto surpreende você ter uma base de fãs dedicados e qual é a reação que você recebe do povo quando descobre que os personagens foram produzidos por você?</span></strong></p>
<p>&#8220;Quando eu participo das convenções em todo o mundo, é verdade que a maioria das pessoas nunca viu o Bill real, e eles são fascinados pelas histórias e lembrando todos os personagens um por um, como eu passei pelas séries e episódios. O mais memorável de todos os envolvidos foi Armin Shimerman (Quark) em uma convenção em Las Vegas. Fui até falar com ele, e ele conhecia minha voz, mas não o rosto. Eu me apresentei. Ele sabia o nome e comentou como ele adorou, finalmente, encontrar-me em pessoa em vez de alienígenas.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Vulcan_monk.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19953" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Vulcan_monk.jpg" alt="" width="220" height="213" /></a>Além de Jornada, quais você diria que são alguns de seus papéis mais familiares ou populares, dentro e fora da maquiagem?</span></strong></p>
<p>&#8220;Desde os meus dias iniciais na carreira, as pessoas se lembram de mim como um rosto recorrente na série <em>Dallas</em> e depois <em>Knots Landing</em>. Em anos mais recentes, a partir de um episódio de <em>Curb Your Enthusiasm</em> e na popular série <em>Heroes</em>. Aqueles eram todos, claro, como o Bill real. Na maquiagem, me lembro com carinho o momento na Disney World quando um jovem fã me reconheceu como um Minbari em <em>Babylon 5</em>. Eu estava parado e ele veio falar comigo e entramos um pouco mais nos personagens que interpretei. Ele, então, descobriu por que não deveria abordar celebridades, quando eu então fui perseguido por cerca de 20 jovens senhoras, todas com câmeras querendo tirar fotos comigo. Foi muito divertido e eu tive um grande momento com todos lá naquela noite. Os mais populares papéis são o sacerdote Brakiri no episódio &#8220;Day of the Dead&#8221; em <em>Babylon 5</em> , e o Vulcano em <strong>Enterprise</strong>.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">O que você está trabalhando atualmente?</span></strong></p>
<p>&#8220;Mais recentemente, no ano passado, eu estava em <em>Mad Men</em>, <em>NCIS</em> e <em>Homens De Uma Certa Idade</em>. Este ano, tenho trabalhado dentro das séries de TV <em>Raising Hope</em>, <em>How I Met Your Mother</em>, também <em>Jane by Design</em>, <em>iCarly</em> e filmes que ainda estão para serem lançados. Tem ainda um sem título, mas é um grande filme que será conhecida em 2012. Eu também filmei <em>Argo</em> (com Ben Affleck e Bryan Cranston) e <em>Gangster Squad</em> (com Ryan Gosling e Stone Emma).&#8221;</p>
<div class="shr-publisher-19921"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F19%2Fbill-blair-o-ator-de-multiplas-faces-alienigenas%2F' data-shr_title='Bill+Blair%2C+o+ator+de+m%C3%BAltiplas+faces+alien%C3%ADgenas'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F19%2Fbill-blair-o-ator-de-multiplas-faces-alienigenas%2F' data-shr_title='Bill+Blair%2C+o+ator+de+m%C3%BAltiplas+faces+alien%C3%ADgenas'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Morre o ator Charles Napier</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Série Original]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nota triste para o mundo de Jornda fica por conta do falecimento do ator Charles Napier, que morreu após passar mal em sua casa. O ator veterano, mais conhecido por interpretar caras durões em dezenas de filmes e programas de TV, incluindo Super vixens, The Blues Brothers, O Silêncio dos Inocentes e dois filmes Austin Powers &#8211; deixou sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Charles-12.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-19822" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/10/Charles-12-300x122.jpg" alt="" width="300" height="122" /></a>Uma nota triste para o mundo de Jornda fica por conta do falecimento do ator Charles Napier, que morreu após passar mal em sua casa. O ator veterano, mais conhecido por interpretar caras durões em dezenas de filmes e programas de TV, incluindo <em>Super vixens, The Blues Brothers, O Silêncio dos Inocentes</em> e dois filmes <em>Austin Powers</em> &#8211; deixou sua marca em duas séries de Jornada. Interpretou o personagem Adam no episódio da série original &#8220;The Way to Eden&#8221; e o general Rex Denning em <strong>Deep Space Nine,</strong> no episódio de &#8220;Little Green Men&#8221;. Napier estava com 75 anos. Fonte: Star Trek.com</p>
<div class="shr-publisher-19820"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F07%2Fmorre-o-ator-charles-napier%2F' data-shr_title='Morre+o+ator+Charles+Napier'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F10%2F07%2Fmorre-o-ator-charles-napier%2F' data-shr_title='Morre+o+ator+Charles+Napier'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Terry Farrell relembra a trill Jadzia Dax</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 12:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>

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		<description><![CDATA[Terry Farrell foi uma jovem e talentosa modelo que tentou seguir a carreira de atriz. Seu papel mais expressivo foi de Jadzia Dax em Deep Space Nine. Após sua saída de Jornada, ela também brilhou na série Becker. Hoje, Farrell vive uma vida bem normal, na Pensilvânia, longe das pressões e tentações de Hollywood. Numa entrevista ao StarTrek.com ela contou sua experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/emissary.jpg"></a><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/dax.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-18850" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/dax-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Terry Farrell foi uma jovem e talentosa modelo que tentou seguir a carreira de atriz. Seu papel mais expressivo foi de Jadzia Dax em <strong>Deep Space Nine</strong>. Após sua saída de Jornada, ela também brilhou na série <em>Becker</em>. Hoje, Farrell vive uma vida bem normal, na Pensilvânia, longe das pressões e tentações de Hollywood. Numa entrevista ao StarTrek.com ela contou sua experiência com a franquia e porque se afastou de tudo para ser uma dona de casa.</p>
<p><span id="more-18846"></span></p>
<p><strong><span style="color: #888888">Deep Space Nine já estava em produção quando você ganhou o papel de Jadzia Dax. O que você lembra desse período quando você fez o teste, conseguiu o papel, teve acessórios no traje e maquiagem?</span></strong></p>
<p>&#8220;Oh meu Deus, eu estava uma pilha de nervos. Eu estava realmente animada. Depois de tudo o que eu tinha que fazer para conseguir o papel, fiquei atordoada quando cheguei lá e vi o quão grande era o conjunto. Se bem me lembro, eu estava pensando: &#8211; &#8220;Isso é enorme. Este é o maior cenário em que eu já estive&#8221;. Eu estou falando sobre o conjunto OPS, e era tão intimidante e avassalador, e eu já estava muito cansada de todos os testes de maquiagem e toda a emoção. Eu estava muito magra então. Não estava comendo tão saudável como deveria. Eu sei que eu estava fumando, em seguida, de modo que não era bom. Mas eu sentia como se estivesse sob uma enorme quantidade de pressão. Se bem me lembro, praticamente todo o resto tinha sido filmado e tive que gravar minhas falas porque eu fui a última pessoa contratada. Então eles mudaram a minha maquiagem. Eu acho que eu tinha uma testa que não gostaram de como parecia. Então Michael Westmore veio com os pontos e tirou a testa. Então tivemos que regravar. E, você sabe, eu não sou uma boa pessoa para ficar com privação de sono. A sério, quando tivemos a nossa primeira pausa de Natal, eu acho que não fiz nada nessas duas semanas. Eu só ligava a TV e eu não lembro de ter feito qualquer coisa, mas olhando para o aparelho de televisão. Foi incrível. Eu aprendi muito. Mas foi realmente gostoso ser jogada nas trincheiras. Eu gostaria de poder voltar e fazer isso de novo agora. Sabendo o que sei agora, eep eu acho que estou muito melhor preparada para fazer Dax, assim como uma mulher, como ser humano no planeta, tendo 47 anos de idade. Eu acho que eu faria um trabalho muito melhor com Dax agora.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/emissary.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-18883" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/emissary-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a>Uma vez que você se estabeleceu, foi fácil você entrar na Jadzia e o que a deixa mais intrigada sobre o personagem?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu acho que o que mais me interessou foi tentar encontrar a sua força. Ela não estava na defensiva, ela sempre foi calma, relaxada e confiante. Ela tinha uma maneira pacífica e madura. Acho que isso é o que eu tinha para mostrar. Eu não acho que eu realmente alcancei isso para mim mesmo, sem ser Dax, até que eu tive um filho. Mas eu acho que interpretar ela era realmente foi a minha âncora para sentir-se segura no mundo naquela época. Fazendo Dax me fez sentir como se eu estivesse segura e eu estava segura.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Deep Space Nine era muito sombria, mas Jadzia era muito esperançosa e positiva. Qual a importância que você sentiu do personagem interpretado dentro do contexto da série?</span></strong></p>
<p>&#8220;Avery (Brooks) costumava sempre dizer-me que eu era muito aberta e, honestamente, eu acho que isso é apenas uma parte de quem eu sou. Acho que isso é parte do que eu trago para a fotografia. Eu tenho muita energia. É difícil para mim aprimorar, relaxar e ser estabilizada. Então eu acho que a energia constante que flui através dela estava apenas sendo otimista. Fiz Mimi em <em>Mimi &amp; Me</em>, e foi realmente fora do padrão. É assim que eu me canalizei sendo Terry. Acho que essa é a minha personalidade surgindo.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Agora mudando de lado. Como ela foi importante para você como uma atriz naqueles momentos em <strong>Deep Space Nine </strong>, onde vimos um lado mais sério da Jadzia? Você teve muitos episódios que envolveram momentos mais sombrios, entre eles o Universo Espelho.</span></strong></p>
<p>&#8220;Estes eu desejaria ter podido fazer de novo, os episódios do Universo Espelho, porque eu não tinha bastante confiança de que eu ia ficar bem. Houve um episódio em particular (&#8220;You Are Cordially Invited&#8221;), que David Livingston dirigiu. Worf (Michael Dorn) e Jadzia se casaram. David foi muito solidário e Michael, eu e David todos realmente trabalhamos juntos, e foi um daqueles episódios mágicos para se trabalhar. Depois tivemos o episódio (&#8220;Change of Heart&#8221;) onde Worf e eu fomos em uma viagem e eu quase morri, e Worf teve que tomar a decisão se deveria ficar para trás e me salvar ou ir em frente com a missão. Essa foi outra que eu me senti como se estivéssemos todos muito ligados. Essas são algumas que se destacam neste momento, conversando com você. Mas muitos deles, especialmente nos dois primeiros anos, eu senti como um peixe fora d&#8217;água. Eu não me sentia confortável. Eu estava tentando descobrir como isso estava trabalhando para mim. Eu ainda estava tentando memorizar todo o meu diálogo. Acho que levou alguns anos para me sentir como se eu estivesse imersa nela e confortável.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/Worf-and-Jadzia.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-18885" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/Worf-and-Jadzia-300x229.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a>Como você e Michael Dorn reagiram quando os produtores chegaram a vocês e disseram: &#8220;Vamos fazer de Jadzia e Worf um casal?&#8221;</span></strong></p>
<p>&#8220;Oh, nós achamos que éramos tão inteligentes flertando um com o outro de modo teríamos mais coisas para fazer juntos, apenas porque éramos amigos. Ha! Você pensou que eles tinham planejado isso o tempo todo, porque tudo isso foi tão fácil. E eu adorei, porque Michael e eu éramos muito bons amigos. Nós poderíamos apenas bateu cabeça e realmente falar as coisas. No momento em que poderia ser realmente irritante porque estávamos muito cansado o tempo todo. Mas tendo que fora da equação, eu aprendi muito de trabalhar com Michael, como pessoa e como artista. Ele é um amigo muito bom. Meu marido me lembra dele em que eles não dizem que &#8220;Basta.&#8221; Eles são constantemente escolhendo em outras coisas. É como, &#8220;Já chega!&#8221; Mas é que necessitam para torná-lo perfeito.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você deixou Deep Space Nine depois de seis temporadas, antes do final. Você foi direto para a série Becker, que foi o que fez durante vários anos. Você se arrepende da decisão de deixar Deep Space Nine? Foi a escolha certa para você, então e agora?</span></strong></p>
<p>&#8220;Meu contrato tinha acabado, então eu não senti que deixei a série. Eu senti que meu contrato estava acabando, e não havia uma negociação (por mais de um ano). Então eu percebi que não havia nada que eu pudesse fazer, se não houvesse nada para nós conversarmos, a não ser deixar meu contrato expirar. Sim, eu achei que foi a coisa certa a fazer. Foi irônico que (a produção de) Becker me dispensou, mas acho que, como pessoa, eu estava realmente feliz por ter a experiência de trabalhar em um programa de meia hora também. Que também me levou alguns anos para chegar nas trincheiras e compreender onde eu estava. O primeiro ano foi muito difícil porque eu estava muito acostumada a ser uma heroína. Foi muito difícil, então, estar em um sitcom onde seu personagem é tão neurótico e não podia fazer nada direito. E eu não tive interrupção. Eu morri um dia (em Deep Space Nine) e no dia seguinte eu fiz o teste (para Becker) para os mesmos executivos da Paramount. Mas é irônico que justamente quando eu senti que realmente estava acertando o meu passo com Becker, eles me mandaram embora. Lamentei. Achava que (a próxima) temporada ia ser de ouro. Infelizmente, não deu mais certo o resto do caminho.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Muitos fãs ficaram surpresos que você não tenha retornado como Dax, de algum modo, no final da temporada de Deep Space Nine. E você?</span></strong></p>
<p>&#8220;Sim. Sim. Eu não queria morrer. Eu teria ficado muito feliz se eles apenas tivessem me deixado ser um recorrente (personagem) na temporada final, então eu não teria que estar em cada episódio. Eu estava realmente cansada. Eu estava cansada de acordar às quatro da manhã. E estava cansada de todas as minúcias. Tenho certeza que muitos outros atores se sentiam assim também. Quando você é o número cinco (na folha de chamada), você fica esperando esse horário chegar e torna-se frustrante. Você quer se sentir como se tivesse sua vida novamente, e eu definitivamente coloquei minha vida em espera porque eu não sabia como equilibrar uma programação de constante mudança o tempo todo. Foi muito difícil para mim.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/tearsofthephrophets.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-18887" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/tearsofthephrophets-300x229.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a>Depois que você saiu, você continuou assistindo Deep Space Nine?</span></strong></p>
<p>&#8220;Não. Não, eu não. Eu não, porque a pessoa me substituiu, eu não queria não gostar dela ou ficar com ciúmes, porque eu sabia que ficaria. Eu amei Dax. Eu nunca deixei de amar a série. Eu nunca deixei de amar as pessoas. Apenas a rotina de tudo isso, eu precisava de uma pausa. Eu, pessoalmente, só precisava de uma pausa mental e, infelizmente, eu não estava madura o suficiente para apresentá-la talvez na maneira de dizer, &#8220;Eu poderia por favor, ser um personagem periódico?&#8221; Tenho certeza que nesse ponto, também, para Rick Berman e aquelas pessoas, era tudo ou nada. Eles estavam com raiva porque eu não estava fazendo o que eles queriam que eu fizesse ou esperavam que eu fizesse. Então foi uma situação infeliz no todo.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você está realizada agora, porém, você pode sentar-se com seu filho Max e assistir a episódios da série?</span></strong></p>
<p>&#8220;Sim. Bem, veja, agora o difícil é eu estar assistindo a um programa onde eu estou com Worf (Michael Dorn) nos amassos e vou estar num beijo com Michael neste episódio? Eu beijar outra pessoa? Meu personagem não era previsível o suficiente para eu dizer: -&#8221; Sim, isso vai ser um episódio fácil de passar com meus sete anos de idade!&#8221; Mas ele tem visto&#8221;“Trials and Tribble-ations&#8221;. Então esse é o episódio que ele tem visto até agora. Mas ele tem meu boneco de brinquedo. Dax brinca com qualquer um &#8211; Sonic e Buzz Lightyear. Dax está sempre do lado deles, que é muito legal.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">O que você está fazendo nos dias de hoje?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu sou uma professora de yoga registrada na Yoga Alliance. Eu tenho minhas 200 horas em que ensino no nosso centro. São duas vezes por semana e eu tenho uma classe agradável. Comecei a fazer jardinagem novamente este ano. E, claro, eu sou uma mãe e uma esposa. Isso é o que eu faço.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você diria que está oficialmente aposentada como atriz e, em caso afirmativo, por quê?</span></strong></p>
<p>&#8220;Bem, acho que estou oficialmente aposentada como atriz e eu diria que é porque meu foco está na minha família. Eu esperei tanto tempo para colocar esta família unida. Eu vim de uma casa, onde minha mãe tinha se casado e divorciado duas vezes e foi uma coisa muito assustadora para mim. Demorou muito tempo para eu perceber que eu era o problema, que eu era a noiva em fuga. Quando eu finalmente encontrei o cara certo, minha vida de repente se tornou muito real, e eu não queria perder nenhuma dessas coisas incríveis que eu tinha acabado de ter: o cara certo, alguém que queria ter uma família comigo. Então, depois de viver em Los Angeles por 21 anos, eu pensei que provavelmente teria uma chance maior de ter um casamento saudável e forte se não estivéssemos fazendo o que estávamos fazendo, que era essencialmente à espera de qualquer trabalho e deixar o seu tipo de vida se desenrolar como se fosse um cigano. Eu não queria fazer isso. Eu não queria fazer isso com o casamento e eu certamente não queria trazer uma criança ao mundo nessa situação. E eu queria criar meu filho sozinha. Max ainda me ama, por isso tudo está bem.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/Terry-Farrell.jpg"></a><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/jadzia-convenção.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-18890" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/jadzia-convenção.bmp" alt="" /></a>Você ainda fazendo aparições ocasionais em convenção de Jornada, e você vai estar lá em cima no palco no show da Creation no seu 45 º aniversário na próxima semana. O que você ainda desfruta nestes eventos?</span></strong></p>
<p>&#8220;Oh meu Deus, estou mais relaxada do que eu já estive. Quando eu estava fazendo a série, eu estava sempre estressada sobre o tempo e as linhas de aprendizagem e sendo privada de sono e só porque eu era solteira, e todas aquelas coisas malucas que acontecem quando você está só. Além disso, eu era geralmente corria de volta para Los Angeles para fazer a série. Agora eu só posso apreciá-la mais. Eu ainda estou voltando a minha vida, mas eu não estou correndo. Não é como eu ter um prazo ou alguém gritando comigo sobre a possibilidade de perder o vôo e de estar atrasada (para trabalho). Eu sempre senti como se estivesse constantemente tentando montar esta vantagem precária. E eu simplesmente não tinha energia para fazer tudo. Agora eu posso levar minha família comigo. Mamãe pode ir para o trabalho e eu sinto que não tenho que preocupar com nada. Eu posso dizer &#8220;oi&#8221; a todos e eles desfrutam as convenções, e eu também. E à noite eu começo a sair com meu marido e filho, minha mãe e meu pai, e isso só se parece mais como a vida deve ser.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Desde os velhos tempos de Jornada você ainda está em contato com alguém?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu tento, mas é difícil para mim porque eu vivo tão longe de todos. Eu costumava ver Marina (Sirtis) o tempo todo. a esposa de Armin Shimerman, Kitty, e sempre conversávamos sobre ir fazer uma corrida, e então ia acabar indo para café da manhã em seu lugar. Eu via Brent (Spiner) e Michael Dorn. Mas agora eu realmente não os vejo porque eu vivo muito longe, que é outra razão pela qual eu gosto quando eu faço uma convenção. Eu começo a ver alguns dos meus amigos. E eu entrei em contato com Whoopi (Goldberg) por causa da Campanha &#8220;No H8&#8243;. Eu tenho a minha foto tirada para o &#8221;No H8&#8243;, que apóia o direito de se casar com quem você ama. Whoopi e eu estávamos tentando fazer uma foto juntas. Não deu certo, mas foi ótimo porque me colocaram de volta em contato com ela. Eu realmente nunca trabalhei com ela em Jornada, mas estávamos conectadas através da série <em>Hollywood Squares</em>. Eu estava em <em>Becker</em> (com o namorado de Goldberg, Ted Danson), que passou na CBS, e <em>Hollywood Squares </em>foi para a CBS, então foi divertido conhecê-la assim.&#8221;</p>
<div class="shr-publisher-18846"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F08%2F16%2Fterry-farrell-relembra-a-trill-jadzia-dax%2F' data-shr_title='Terry+Farrell+relembra+a+trill+Jadzia+Dax'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F08%2F16%2Fterry-farrell-relembra-a-trill-jadzia-dax%2F' data-shr_title='Terry+Farrell+relembra+a+trill+Jadzia+Dax'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>As muitas faces de Jeffrey Combs</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem algum ator de Jornada que possa ser chamado de muitas faces, esse é  Jeffrey Combs. Conhecido, na época, por seu papel no filme de terror cult Re-Animator, Combs já passou pelas séries Deep Space Nine, Voyager, Enterprise, interpretando os mais diversos personagens. Ele tem se mantido ocupado desde então, atuando em filmes, na TV e no palco, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/jeffrey.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-18765" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/jeffrey-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Se tem algum ator de Jornada que possa ser chamado de muitas faces, esse é  Jeffrey Combs. Conhecido, na época, por seu papel no filme de terror cult <em>Re-Animator,</em> Combs já passou pelas séries <strong>Deep Space Nine, Voyager, Enterprise</strong>, interpretando os mais diversos personagens. Ele tem se mantido ocupado desde então, atuando em filmes, na TV e no palco, e aparecendo em convenções em todo o mundo. Veja a entrevista do ator ao StarTrek.com, relatando sobre suas experiências na franquia. </p>
<p><span id="more-18761"></span></p>
<p><strong><span style="color: #888888">Seguindo todo o caminho de volta. Como você conseguiu seu primeiro emprego em Jornada?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu tinha feito testes várias vezes, talvez três ou quatro vezes, para <strong>Deep Space Nine</strong>. Eu só fiz o teste para a <strong>Nova Geração </strong>uma vez, e quando eles estavam lançando o piloto. Todos esses anos, e eu nunca fui convidado para entrar e fazer um teste em <strong>A Nova Geração</strong>. Então <strong>Deep Space Nine</strong> veio e eu continuei recebendo na caixa de mensagens o &#8220;muito obrigado&#8221;. Um dia eu entrei e Jonathan Frakes estava dirigindo o episódio. Eu conhecia Jonathan ligeiramente. Nós dois juntos fizemos teste para um filme, alguns anos antes e tínhamos ficado amigos. E ele lançou-me (como Tiron em &#8220;Meridian&#8221;), que Deus o abençoe. A coisa realmente linda sobre isso foi que quando eu estava no set me reconectado com Rene Auberjonois, com quem eu tinha feito teatro. Aconteceu então que René estava começando a procurar elenco (secundário) para o que ia ser o seu primeiro episódio como diretor (&#8220;Family Business&#8221;). Rene sugeriu-me e, abençoados, os produtores concordaram e lançaram-me para fazer Brunt (um Ferengi). Houve alguma resistência no início porque eu tinha acabado de fazer um episódio, mas foi, &#8220;Sim, mas ninguém vai saber&#8221;. Então, foi assim que eu comecei a tornar-me recorrente, e então eles me marcaram para fazer Weyoun, e o resto é história.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Em que ponto alguém &#8211; e nós estamos assumindo que alguém fosse Ira Steven Behr &#8211; disse, &#8220;Esteja pronto. Nós vamos continuar usando você e usando você e &#8230; &#8220;?</span></strong></p>
<p>&#8220;É tudo coisa do Ira. É tudo Ira. Eu não sabia que o Ira tinha sido um fã do meu trabalho. Ele me contou uma história uma vez. Ele disse: &#8220;Mesmo antes que você fosse em <strong>Deep Space Nine</strong>, eu te vi em um supermercado&#8221;. Eu disse, &#8220;Bem, você veio na minha direção e dizer oi?&#8221; Ele disse: &#8220;Não, não, não, eu não fiz, mas eu vi você?&#8221;. Eu pensei,&#8221; Por que você não fez isso?&#8221; Mas é o Ira. Abençoado seja. Lembro-me do dia em que eu estava de pé sobre o palco na leitura de Brunt e Ira veio até mim e disse: &#8220;Você sabe, nós queremos usá-lo como um outro personagem, onde nós vamos ver mais de seu rosto.&#8221; Mas eu realmente não acreditei nisso. É Hollywood. As pessoas dizem coisas. Mas Ira é uma raça à parte. Ele  faz o que ele diz. E veio Weyoun. Claro, eles mataram Weyoun no final do episódio, mas os escritores perceberam depois, &#8220;Espere um minuto, este é um personagem que achamos interessante&#8221;. Então é assim que Weyoun pode ser clonado num piscar de olhos. Problema resolvido.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/tiron.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-18778" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/tiron-300x270.jpg" alt="" width="240" height="216" /></a>Você acabou em dezenas de episódios de Jornada, que vão desde a Deep Space Nine a Enterprise. Por uma questão de tempo, vamos lançar os nomes de alguns dos personagens que você interpretou, e dê-nos algumas reflexões sobre cada um. Tiron (episódio Deep Space Nine &#8211; &#8220;Meridian&#8221;) &#8230;</span></strong></p>
<p>&#8220;Tiron tinha um nariz estranho, e eu tinha problemas respiratórios com ele. Eu tinha brânquias, e cada vez que eu respirasse pelo nariz, o nariz iria chupar a maquiagem. Então, eu realmente tinha que ter certeza, tecnicamente, de que eu não sopraria a maquiagem pela respiração. Mas eu comecei a trabalhar com Armin Shimerman. Ele era o cara mais doce. Ele foi o único que veio até mim e disse: &#8220;Bem-vindo. Se você quer rodar a cena, se você quiser trabalhar com ele, estou à sua disposição. Basta encontrar-me no meu reboque ou em qualquer lugar. Não importa. Estamos realmente felizes por você estar aqui&#8221;. Cara, foi uma grande coisa. Que generosidade e profissionalismo, até hoje, o Armin Shimerman é tudo.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Brunt (episódio Deep Space Nine &#8211; &#8220;Family Business&#8221;)?</span></strong></p>
<p>&#8220;Que capacete. Mesmo tendo orelhas grandes, eu não podia ouvir. Mas, cara, eu tive o melhor tempo de interpretação com Brunt. Para ser capaz de fazer se contorcer o Quark &#8230; delicioso seria a palavra que eu usaria para descrever Brunt.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Weyoun?</span></strong></p>
<p>&#8220;Weyoun é o seu melhor amigo. Ele realmente é, e ele quer que você saiba disso. Ele quer aliviar todos os seus problemas. Não há realmente nada para se preocupar, até estar com uma faca em suas costas, e então você percebe com quem você teve. Era um contraponto maravilhoso. Eu adorava ser tão mal e ainda ser tão bem-humorado e agradável com ele. Essa foi uma decisão que eu tomei, honestamente, o primeiro dia que eu fiz Weyoun. Eu não tinha idéia do que um Vorta se parecia até que a maquiagem foi feita às 6:30 da manhã, quando olhei no espelho e disse, &#8220;Quem é esse cara? OK, vou tomar uma decisão&#8221;. Decidi imediatamente que ele era um sujeito muito agradável, muito calmo. Às vezes você tem que correr com seu instinto inicial e, nesse caso, foi uma boa.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/Tsunkatse.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-18785" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/Tsunkatse-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a>Penk (episódio Voyager &#8211; &#8220;Tsunkatse&#8221;)?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu diria que  foi o encontro com The Rock. Além disso, a execução do scanner no corpo de Sete de Nove não foi muito desagradável. Mas a reunião com The Rock, eu nunca vou esquecer, ele veio até mim e disse: &#8220;Hey, como você está? Escuta, me chame de Dwayne&#8221;. Ele disse: &#8221; Posso lhe fazer uma pergunta?&#8221; Eu disse:&#8221; Claro&#8221;. Ele continuou: &#8220;Posso tirar uma foto com você?&#8221; Uau, isso foi muito legal.&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline">NOTA DO EDITOR</span>: The Rock era o apelido do lutador americano de luta livre Dwayne Johnson, convidado, na época, para uma cena de luta em <strong>Voyager</strong>. Mais tarde virou o ator profissional aparecendo em filmes como<em> O Retorno da Múmia, O Escorpião Rei, Doom, O Fada do Dente</em>, entre outros.</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Krem (episódio Enterprise &#8211; &#8220;Acquisition&#8221;)?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu amei Krem. Ele era um fraco gentil. Que realmente me deu a oportunidade de fazer o oposto de Brunt, para mostrar que existem Ferengis gentis e de bom coração também. É claro, Max Grodenchik como Rom poderia fazer esse argumento de sobra, mas ainda assim, para eu poder fazer essa performance foi realmente interessante. Além disso, a introdução do Ferengi foi interessante. Se você perceber, eles nunca se chamam Ferengis nesse episódio porque isso seria ir contra a bíblia de Jornada. Mas, ainda assim, foi o primeiro encontro com o Ferengi, e isso foi muito legal.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Shran?</span></strong></p>
<p>&#8220;Ah, Shran foi um presente. Eu amei Shran. Eu comecei a interpretar uma cor completamente diferente, e eu estava animado com isso. E eu não quero dizer azul. Shran me deu um espectro totalmente diferente do que eu tive com Brunt e Weyoun. Eu comecei a fazer um capitão, alguém com um distintivo real em seu ombro. Meu protótipo &#8230; Olhei para os vulcanos como se fossem os britânicos e os Andorianos como se fossem os irlandeses, e Jimmy Cagney era meu ideal. Esse é o tipo do cara que eu vi Shran como, um cara um pouco durão que tem fixação por sua terra, e você tem que passar por ele, não em torno dele.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888"><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/kirshara.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-18793" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/08/kirshara-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a>Você mencionou a sua dívida de gratidão para com Jonathan Frakes pela primeira contratação, com Rene Auberjonois por sugerir aos produtores que você fizesse um outro papel, bem como Ira Steven Behr que trouxe você de volta repetidamente em Deep Space Nine. Mas esses três homens não estavam envolvidos com Enterprise. Então, quem receberia o crédito por trazer você como Penk em Voyager e Shran em Enterprise?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu diria que foi Brannon Braga e Rick Berman. Eu não sei muito sobre como eles vieram com Voyager. Eles simplesmente ligaram e me ofereceram esse papel. Eu não fiz teste para isso. Nem para Shran. Eles apenas me ligaram e perguntaram sobre isso. Se bem me lembro, eu estava interessado em fazer testes para o piloto de Enterprise, mas acho que eles simplesmente não me viram em qualquer desses papéis. Então, eu fiquei meio surpreso quando acabaram ligando e me oferecendo Shran. Na primeira, na verdade, eles apenas me ofereceram como ator convidado (papel). Eu disse que precisava saber informações um pouco mais do que isso. Então eles disseram, &#8220;Bem, é um Andoriano&#8221;. E isso despertou meu interesse porque eu sou um fã da série original. Eu certamente sabia quem era os Andorianos e eu sabia que não tinha sido explorado tanto assim. Portanto, não havia território real para rastreá-los. Então, a questão chave, naturalmente, era &#8220;Será que ele morre no final do episódio?&#8221; Eles disseram: &#8220;Não, ele não morre&#8221;. Um raio não cai duas vezes. Eu não acho que eles fariam com Shran o que fizeram com Weyoun. Mas eles disseram que ele não morria e eu disse: &#8220;Ótimo, eu vou fazer isso&#8221;. E eu estou muito feliz que tenha decidido assim.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Agora, a história diz que ( o produtor de Enterprise) Manny Coto planejou torná-lo regular, como Shran, se Enterprise tivesse renovado para uma quinta temporada. Que havia sido passado para você naquele momento, ou isso é uma história de revelação pós-Enterprise?</span></strong></p>
<p>&#8220;É uma revelação pós-Enterprise. Eu suspeito que saiu de alguma entrevista com Manny. Aprecio profundamente ele. Ao mesmo tempo o tipo de dor (pelo cancelamento). Mas eu vou tomá-lo como o grande elogio que ele fez. Eu estava bastante envolvido nessa quarta temporada e por isso soa como se tivesse sido uma progressão natural, e teria sido algo novo, ter um novo alienígena na ponte adicionando outra dinâmica. Que teria sido muito, muito interessante.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Se lhe disse que você poderia fazer um dos seus personagens de Jornada mais uma vez, que personagem você escolheria e por quê?</span></strong></p>
<p>&#8220;Ooh, essa é uma boa. Eu diria Shran, só porque eu gosto de sua atitude e sua complexidade. E ainda havia algumas coisas para explorar a seu respeito. Eu acho que eu gostaria.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você realizou seu show solo &#8220;Nevermore&#8221; na Convenção Oficial Star Trek em Las Vegas. Como foi que o show originalmente surgiu?</span></strong></p>
<p>&#8220;Tudo começou, eu diria, cinco anos atrás, quando eu li uma biografia de Edgar Allan Poe, e eu estava impressionado com por que ninguém nunca tinha realmente dito a história deste homem. Para mim, ele é o Van Gogh dos Estados Unidos, apenas uma figura, obrigando trágico. Eu mencionei isso para Stuart Gordon, um diretor com quem trabalhei várias vezes, e cerca de dois anos e meio depois, ele veio a mim com um roteiro para um episódio de &#8220;Masters of Horror&#8221;, no canal Showtime. Ele correu por dois anos e foi uma série em que um diretor poderia escolher o seu projeto e, sem muita interferência, o que precisamos de mais. Foi o conto de Poe &#8220;O Gato Preto&#8221;, com Poe sendo o personagem principal. Foi uma idéia brilhante, porque dessa maneira você poderia contar a história de Poe e tecer sobre ele detalhes biográficos de sua vida.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">Você tem trabalhado muito tempo e pessoas diferentes provavelmente sabem de suas diferentes funções. Quando você anda pela rua e as pessoas te reconhecem, em que créditos ou papéis que elas ficam mais animadas para falar com você?</span></strong></p>
<p>Acabei de voltar do Havaí. Minha família e eu alugamos um carro. Percebi um dia que o pára-choque teve um arranhão. Nós não fizemos isso, e eu tinha certeza de que quando devolvêssemos a coisa nos daria trabalho. Entreguei e esse cara imediatamente olha para o nada, e eu pensei: &#8220;Tudo bem, aqui vamos nós&#8221;. Ele não diz uma palavra. No final da transação, ele fala, &#8220;Oh, a propósito, eu te amei em The Frighteners&#8221;, que é um filme que fiz que foi dirigido por Peter Jackson e estrelou Michael J. Fox. Virei-me e respondi, &#8220;Uau, ótimo. Obrigado&#8221;. Na maioria das vezes eu ando na rua e ninguém diz nada. A maioria das pessoas não me reconhece por minhas coisas de Jornada, porque eu estava tão profundamente imerso na maquiagem. Se as pessoas me reconhecem, é para meus papéis de maquiagem, como The Frighteners ou Re-Animator ou The 4400. Se as pessoas pegarem na minha voz, na verdade às vezes mencionam Jornada, mas também falam sobre o meu trabalho de narração em animação, como Justice League Unlimited. As pessoas parecem reais entusiasmadas com a minha interpretação por isso.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #888888">O que você tem para frente?</span></strong></p>
<p>&#8220;Eu comecei a trabalhar em um novo filme <em>Would You Rather</em>. É basicamente o game <em>Would You Rather</em>. Você prefere beijar essa pessoa ou aquela pessoa? Embora isso tenha consequências muito terríveis e intensas para o jogo. Tem um roteiro muito bom, este filme. É com Brittany Snow. E eu estou muito feliz por fazer parte de Transformers: Prime (ainda não exibido no Brasil). Eu estou numa série regular em que faço a voz de Ratchet, que é como Scotty e Magro. Eles estão no meio da transmissão da primeira temporada e nós estamos no meio de gravação de nossa segunda temporada. A animação é espetacular, e eu estou ao lado de ícones do mundo da locução. Peter Cullen está bem perto de mim. Ele é a voz de Optimus Prime. E lá está ele.&#8221;</p>
<div> </div>
<div>
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<p> </p>
</div>
<div class="shr-publisher-18761"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F08%2F11%2Fas-muitas-faces-de-jeffrey-combs%2F' data-shr_title='As+muitas+faces+de+Jeffrey+Combs+'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F08%2F11%2Fas-muitas-faces-de-jeffrey-combs%2F' data-shr_title='As+muitas+faces+de+Jeffrey+Combs+'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Shatner, Bakula e Brooks na Comic Con</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Série Original]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Fandom]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, William Shatner se fez presente no Comic Con, em San Diego. Ele participou de um bate papo com a platéia presente e via internet, onde respondeu às perguntas sobre o filme Star Trek, a cena escrita para ele, episódios favoritos e  muito mais. No painel sobre o documentário &#8220;The Captains&#8221;, teve como convidados Avery Brooks (Sisko) e Scott Bakula (Archer), incluindo o grito da audiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/Shatner-comic-con.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-18540" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/Shatner-comic-con-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></a>Nesta sexta-feira, William Shatner se fez presente no Comic Con, em San Diego. Ele participou de um bate papo com a platéia presente e via internet, onde respondeu às perguntas sobre o filme <strong>Star Trek</strong>, a cena escrita para ele, episódios favoritos e  muito mais. No painel sobre o documentário &#8220;The Captains&#8221;, teve como convidados Avery Brooks (Sisko) e Scott Bakula (Archer), incluindo o grito da audiência por &#8221;Khaaan&#8221;.</p>
<p><span id="more-18536"></span></p>
<p>O TrekMovie resumiu os pontos discutidos por Shatner.</p>
<p>• Sobre a cena escrita para ele para o filme <strong>Star Trek </strong>(e não usada), Shatner diz &#8220;que me pega realmente de surpresa, porque não havia nenhuma cena que eu tenha lido, então eu nunca espera-se que nesse filme&#8221;;</p>
<p>• Mais tarde Shatner também revelou que ainda não viu <strong>Star Trek</strong>, mas ele viu um clipe do filme com Leonard Nimoy e Chris Pine;</p>
<p>• Disse que a partir do que ele viu, achou Pine &#8220;maravilhoso&#8221; e que fez um &#8220;Capitão Kirk incrível&#8221;;</p>
<p>• Quando perguntado qual personagem de Jornada, além Kirk, interpretaria ele observou que não sabia de Star Trek o suficiente para dizer, acrescentando, &#8220;eu só quero fazer Kirk&#8221;;</p>
<p>• Mais tarde, observou que &#8220;eu nunca vi os outros filmes de Jornada. Eu mal assisti os que eu estive&#8221;;</p>
<p>• Ele mostrou-se incerto quanto aos episódios seus favoritos de Jornada, mas disse que os fãs pareceram gostar de &#8220;City on the Edge of Forever&#8221; e &#8220;Trouble with Tribbles&#8221;;</p>
<p>• Mas citou <strong>Star Trek V: A Fronteira Final</strong> (aquele que ele dirigiu) como filme favorito;</p>
<p>• Perguntado a respeito de seus trajes favoritos de Jornada, visto nas convenções, disse, &#8221;são aqueles com decotes grandes&#8221;;</p>
<p>• Admitiu que Jornada &#8220;lançou&#8221; a sua carreira e provavelmente levou-o ao sucesso no futuro, incluindo <em>Boston Legal</em>;</p>
<p>• Quando perguntado se ele vai ecrever mais novels de Jornada, ele respondeu &#8220;&#8221; Eles pararam de me pedir para escrever novos romances de Jornada&#8221;;</p>
<p>• Se ele pudesse mudar alguma coisa, qualquer coisa sobre o capitão Kirk, Shatner disse enfaticamente: &#8220;que ele ainda estivesse respirando!&#8221;, observando que &#8220;poderia ter sido divertido continuar fazendo Kirk&#8221; e &#8220;seguindo o seu processo de envelhecimento&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/shatner.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-18563" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/shatner-300x215.jpg" alt="" width="240" height="172" /></a>No painel que teve sobre o documentário &#8221;The Captains&#8221;, Bill juntou-se aos colegas capitães Avery Brooks e Scott Bakula e foram moderados pelo diretor Kevin Smith. Eles mostraram clipes de &#8221;The Captains&#8221;, e responderam perguntas de Smith e do público em um ambiente muito descontraído e divertido com um monte de brincadeiras. Brooks conseguiu ficar um pouco sério, quando falou sobre o desafio de escrever a música para o documentário. Bill observou que ele estava muito animado em conhecer a maioria dos seus capitães companheiros pela primeira vez, e as experiências que foram descobrindo um tanto diferentes e semelhantes as dele, chamando de um processo de &#8220;auto-descoberta&#8221;. Bakula também foi muito descontraído com o público, dizendo que achou divertido conversar com Shatner no documentário.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/brooks.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-18564" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/brooks-300x248.jpg" alt="" width="240" height="198" /></a>Qual foi o maior presente de suas séries para o mundo? Os capitães opinaram. Shatner respondeu que foram os fãs e a maneira como eles foram inspirados pela franquia. Bakula respondeu simplesmente &#8220;esperança&#8221;. E quando perguntado o que faz Jornada resistir ao tempo, Shatner respondeu que a franquia &#8220;é uma aventura. Algo que todos temos em comum&#8221;. Bakula acrescentou &#8220;Jornada nãovai a lugar nenhum tão cedo &#8230;. Há uma paixão e uma pureza para a franquia que pode ser reinventada por isso é eterna. Há muito espaço lá fora para ser explorado&#8221;. Brooks resumiu tudo dizendo: &#8221; Tem sido 44 anos e contando Muitas vezes, é repetido, mas nunca o mesmo, não vai a lugar nenhum.&#8221;</p>
<p>Em um evento de imprensa após o painel, Shatner foi questionado sobre sua carreira e disse que ele não se considerava um sucesso, destacando, &#8220;Sempre me iludi tentando encontrar o sucesso&#8221;. Bakula mais tarde comenta que Shatner manteve seu ego sob controle durante as filmagens de &#8221;The Captains&#8221;,&#8221;Ele não estava tentando ser a estrela &#8230; apenas fazendo uma entrevista.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/bakula.jpg"><img class="size-medium wp-image-18565 alignleft" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2011/07/bakula-300x216.jpg" alt="" width="240" height="173" /></a>Shatner também falou sobre as semelhanças e diferenças que ele descobriu ao fazer os capitães, salientando que o mais novo capitão (Chris Pine) é o único que vem de uma família de atores, mas que de outra forma todos os capitães compartilharam &#8220;disciplina, teatro, unidade de tristeza, dor&#8221;. Bakula também observou que foi uma experiência de aprendizado para ele, assim eu tenho a alegria de descobrir-lo, e ouvindo os outros caras falam que foi a epifania para mim. Foi muito revelador. &#8220;Brooks E concordou, especialmente sobre ser entrevistado pelo original Star Trek capitão, dizendo: É muito comovente para mim&#8221;,</p>
<p>O painel concluiu com Shatner levando a multidão ao delírio na Comic Con com um grito gigante de &#8221;Khaaaaan&#8221;. Veja o <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=RRF8-XVKzVc" target="_blank">vídeo</a>.</p>
<div class="shr-publisher-18536"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F07%2F25%2Fshatner-bakula-e-brooks-na-comic-con%2F' data-shr_title='Shatner%2C+Bakula+e+Brooks+na+Comic+Con'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.trekbrasilis.org%2F2011%2F07%2F25%2Fshatner-bakula-e-brooks-na-comic-con%2F' data-shr_title='Shatner%2C+Bakula+e+Brooks+na+Comic+Con'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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