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	<title>Trek Brasilis &#187; Voyager</title>
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	<description>A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português</description>
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		<title>Roteirista de Jornada vai adaptar livro para o cinema</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fandom]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Harry Kloor, roteirista conhecido pelos fãs de Jornada por escrever episódios para a série Voyager, vai adaptar ao cinema o romance de ficção científica Have Space Suit &#8211; Will Travel, de Robert A. Heinlein. A empresa produtora de Kloor, Jupiter 9, adquiriu recentemente os direitos sobre a obra de Heinlein, que é dirigida ao público infantil. Heinlein foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/07/Harry-Kloor.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12833" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/07/Harry-Kloor-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Harry Kloor, roteirista conhecido pelos fãs de Jornada por escrever episódios para a série<em> </em><strong>Voyager</strong>, vai adaptar ao cinema o romance de ficção científica<em> Have Space Suit &#8211; Will Travel</em>, de Robert A. Heinlein. A empresa produtora de Kloor, Jupiter 9, adquiriu recentemente os direitos sobre a obra de Heinlein, que é dirigida ao público infantil.</p>
<p><span id="more-12827"></span></p>
<p>Heinlein foi um dos primeiros autores best-sellers de ficção científica e alguns o consideram um dos três autores mais importantes do gênero, ao lado de Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. <em>Have Space Suit &#8211; Will Travel</em> foi originalmente publicado em capítulos na revista <em>The Magazine of Fantasy &amp; Science Fiction</em>, em 1958, e foi a última obra que o autor escreveu para leitores adolescentes.</p>
<p>A história se passa em 2040 e mostra um garoto que perdeu um concurso em que poderia ganhar uma viagem de graça para a Lua. No entanto, ele acaba ganhando uma roupa de astronauta obsoleta, que acaba levando-o ao primeiro encontro humano com alienígenas.</p>
<p>Os créditos de Kloor incluem séries de TV como <strong>Voyager</strong> (<em>Drone, Scientific Method, The Raven</em> e <em>Real Life</em>), a série animada Godzilla, <em>Terra: O Conflito Final</em>, e o ainda inédito desenho animado <em>Quantum Quest: A Cassini Space Odyssey</em>, que vai ser lançado nos cinemas este ano. Os efeitos desse documentário animado foram produzidos pela Digimax com imagens do espaço capturadas a partir de sete missões espaciais em curso.</p>
<p>&#8220;Eu fui inspirado a me tornar um cientista e escritor de ficção científica, em parte, pela leitura das obras do grande mestre Robert Heinlein&#8221;, disse Kloor.</p>
<p>A adaptação de Heinlein será uma produção independente e tem como produtores Ellen Gotham Group Goldsmith-Vein e Peter McHugh. Gotham Group foi um produtor de <em>As Crônicas de Spiderwick</em> e está em pré-produção de &#8220;Rapto&#8221;, estrelado por Taylor Lautner e dirigido por John Singleton.</p>
<p>Ainda não há um cronograma mas, de acordo com a <a href="http://www.variety.com/article/VR1118021311.html?categoryid=13&amp;cs=1" target="_blank">Variety</a>, o projeto já está bem adiantado, uma vez que os herdeiros do autor recusavam-se a ceder os direitos até que Kloor apresentasse um roteiro completo.</p>
<p>Fonte: Omelete</p>


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		<title>Celebridades de Jornada em novas séries</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 12:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Original]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Comos fãs de Jornada, sempre temos aquela curiosidade de saber como andam os atores das nossas séries preferidas, mesmo que tenha passado algum tempo de encerramento. Alguns estão estreando em novos seriados ou fazendo participações especiais. William Shatner, Jeri Ryan, Rene Auberjonois, Anthony Montgomery, e outros. Desde que Voyager chegou ao fim, Jeri Ryan (Sete de Nove) anda muito ocupada, com participações em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/cast-st.png"><img class="alignright size-full wp-image-12097" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/cast-st.png" alt="" width="240" height="130" /></a>Comos fãs de Jornada, sempre temos aquela curiosidade de saber como andam os atores das nossas séries preferidas, mesmo que tenha passado algum tempo de encerramento. Alguns estão estreando em novos seriados ou fazendo participações especiais. William Shatner, Jeri Ryan, Rene Auberjonois, Anthony Montgomery, e outros.</p>
<p><span id="more-12095"></span></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/bodyofproof.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-12103" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/bodyofproof-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Desde que<strong> Voyager</strong> chegou ao fim, Jeri Ryan (Sete de Nove) anda muito ocupada, com participações em <em>Boston Public, Shark,  Leverage, Lei e Ordem</em>. E agora ela faz parte de uma nova série pela ABC, <em>Body of Proof</em> , que lembra um pouco <em>Crossing Jordan</em>. Ryan entrará na equipe de médicos legistas no auxílio à polícia. A atriz Dana Delany (Desperate Housewives) é a protagonista, com Ryan como parte do elenco de apoio.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Sensored.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12124" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Sensored-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Robert Picardo, o Doutor Holográfico, está experimentando outro gênero de entretenimento, filmes de terror. Ele é protagonista de um filme chamado <em>Sensored </em>(exclusivo para DVD), onde interpreta um autor de livros infantis que tenta enfrentar seus próprios demônios, vivendo entre a realidade e a ilusão. Picardo também está em outras produções independentes do mesmo gênero, como <em>Trail of Blood, Confined </em>e<em> Legends of Nethiah: The Nameless</em>.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Auberjonois.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-12108 alignleft" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Auberjonois-130x150.jpg" alt="" width="130" height="150" /></a>Rene Auberjonois, o transmorfo Odo de <strong>Deep Space Nine</strong> terá participação especial numa série de TV. Na verdade, o ator estará em dois seriados, Eureka e Warehouse 13, que farão uma espécie de crossover, onde parte de cada elenco de uma série terá participação na outra. Em <em>Warehouse</em> o episódio crossover se chamará &#8221;13.1&#8243; e o de Eureka &#8220;Crossing Over&#8221; . Auberjonois, que também já esteve em<em> Boston Legal</em> ao lado de Shatner, fará o papel de um ex-agente de Warehouse. As duas séries possuem boa audiência nas Tvs americanas.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Colm-Meaney.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12132" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Colm-Meaney-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Já o ator Colm Meaney, que interpretou o chefe Miles O´Brien, poderá ser visto no drama histórico, intitulado, <em>Alleged</em>, que conta a história do julgamento de John Thomas Scopes (1925), um professor do Tennessee, que ensinava a Teoria da Evolução em sua escola, mesmo contra uma Lei do Estado, que proibia a sua divulgação. O drama envolve discussões sobre criação, evolução, eugenia, parcialidade da imprensa. Colm faz o papel de um jornalista contrário as idéias conservadoras da época. O filme está previsto para sair no próximo semestre.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Anthony_Montgomery.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-12112 alignleft" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Anthony_Montgomery-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O ator Anthony Montgomery, o navegador alferes Travis Mayweather da série <strong>Enterprise</strong>, em breve será visto em <em>Single Ladies</em>, um filme de drama feito exclusivamente para TV e que será exibido pela emissora VH1. Montgomery fará um empresário de sucesso e um marido amoroso, que luta para fazer sua união durar. A data para ir ao ar ainda não foi anunciada, mas está previsto para este primeiro semestre. Anthony Montgomery já teve participações nas séries <em>NCIS</em> e <em>House </em>e em produções independentes como <em>An American in China</em> e<em> Why Am I Doing This?,</em> sendo que nesta última trabalhou ao lado de Garrett Wang (Harry Kim) de <strong>Voyager</strong><em>. </em>Para quem não sabe, o ator chegou a fazer dois testes para trabalhar na série <strong>Voyager</strong>. Um para um papel fixo e outro como o filho de Tuvok. Embora não tenha conseguido, ele foi lembrado, mas tarde, para <strong>Enterprise</strong>.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/marina-sirtis.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-12117 alignright" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/marina-sirtis-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Marina Sirtis, que interpretou a conselheira Troi de <strong>A Nova Geração</strong>, revelou numa entrevista a um<a href="http://www.marinasirtis.co.uk/" target="_blank"> site </a>de fãs da atriz que vai fazer a voz de uma vilã chamada Queen Bee, na nova série animada da Disney intitulada <em>Young Justice</em>, que irá ao ar no Cartoon Network no final do ano. A atriz disse também em seu <a href="http://www.marinasirtis.tv/sub/home.htm" target="_blank">blog</a> que vai aparecer em &#8220;Shadows In The Sky&#8221;, um filme independente inglês que será gravado na Austrália. Ainda sem data prevista para lançamento.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/shatner-dad-says.jpg"><img class="size-medium wp-image-12121 alignleft" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/shatner-dad-says-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Aos 79 anos, William Shatner adicionou um outro papel em sua carreira como ator de série de TV. Ele, que já fez personagens em Jornada, TJ Hooker e Boston Legal, agora aparecerá numa comédia estranhamente intitulada, <em>* $ #! Que Meu Pai Diz</em>. O seriado é uma das novas comédias que a CBS está lançando.<em> $ * #! Que Meu Pai Diz</em>, é baseado no popular Twitter, onde o jovem  Justin Halpern descreve o relacionamento com seu excêtrico pai. William Shatner personificará o pai de Justin, um cara franco e teimoso que adora expressar suas observações não solicitadas e muitas vezes politicamente incorretas. As gravações já começaram e Shatner pode ser visto nesta imagem ao lado.</p>
<p>Outras celebridades em atividade:</p>
<p>Kate Mulgrew (capitã Janeway) está numa peça de William Shakespeare, a famosa tragédia &#8221;Antônio e Cleópatra&#8221;. Ela encarnará a própria rainha do Nilo.</p>
<p>Patrick Stewart (Picard) está na peça shakesperiana &#8220;Macbeth&#8221;. Ele também faz a voz para o filme de animação inglesa <em>The Water Warriors</em><em>, </em>ainda em produção.</p>
<p>Quem também está fazendo teatro é Robert Beltran (Chakotay). Ele faz parte do elenco de &#8221;Boleros for the Disenchanted&#8221; em cartaz no American Conservatory Theater.</p>
<p>Robert Duncan McNeill, o Tom Paris, está trabalhando atualmente como diretor e produtor executivo de uma comédia da NBC chamada <a href="http://www.nbc.com/chuck/" target="_blank"><em>Chuck</em></a>.</p>
<p>Roxann Dawson (B.Elanna Torres) também está na carreira de diretora. Dawson está na produção da série policial <em>Cold Case</em>. Ela dirigiu ainda um episódio do seriado <em>Caprica</em>.</p>
<p>Garrett Wang (Harry Kim) e Ethan Phillips (Neelix) estão trabalhando em produções independentes.</p>
<p>Tim Russ (Tuvok) está se aventurando na carreira de diretor com produções independentes e de curtametragens como <em>Star Trek: Of Gods and Men</em> e <em>Frame of Mind</em>. Ele lançou recentemente um livro para crianças, &#8220;Bugsters&#8221;.</p>
<p>Armin Shimerman, o ferengi Quark, estreou em 2009 numa produção independente de suspense e terror chamada <em>I Was a Teenage Demigod</em>. Ele também faz a voz de alguns personagens do desenho animado <em>Batman: The Brave and the Bold.</em></p>
<p>Siddig El Fadil, o Doutor Bashir, é um dos protagonistas no longametragem <em>Cairo Time</em>, um drama romântico que envolve dois personagens num relacionamento proibido. Siddig faz o papel de Tareq Khalifa, um policial egipcio, que se envolve com a mulher de um diplomata canadense.</p>
<p>Após seu trabalho no remake de <em>Sexta-Feira 13</em>, Nana Visitor (major Kira) está fazendo a voz de Rita, personagem do desenh0 animado <em>Family Guy </em>(Uma Família da Pesada).</p>
<p>Scott Bakula, que interpretou o capitão da Enterprise NX-01, Jonathan Archer, é integrante do elenco regular na comédia da TNT, <em>Men of a Certain Age</em>, além de participações especiais em <em>Chuck</em> e <em>The New Adventures of Old Christine</em>. Bakula anunciou que está sendo cogitada a produção de um filme para a série de TV, <em>Quantum Leap</em>. Ele reprisaria seu personagem Sam Beckett. Até agora, não há confirmação oficial desse projeto.</p>
<p>Jolene Blalock. a Vulcana T´Pol, participou da cancelada série <em>Legend of the Seeker.</em> Atualmente ela está como protagonista da produção independente <em>One Kine Day, </em>ainda em fase de pós-produção. Ela também aparecerá como convidada na telenovela americana <em>Sinners &amp; Saints.</em></p>
<p>Dominic Keating, o tenente Reed, está na produção do filme de fantasia e ficção, <em>The One Warrior</em>. O longametragem é de baixo orçamento e será lançado direto para DVD. O roteiro trata da aventura de um personagem através de um reino mítico com muitas batalhas. Dominic fará o desconhecido guerreiro Wizard. </p>
<p>John Billingsley, o excêntrico alienígena Dr. Plhox, esteve recentemente no filme catástrofe <em>2012</em>, como professor West. Billingsley está participando de duas produções independentes<em> Losing Control</em> e <em>Sidonia</em>.</p>
<p>Jonathan Frakes, o comandante Riker, fará uma participação especial no seriado de TV, C<em>riminal Minds</em>.</p>
<p>Do novo elenco de <strong>Star Trek</strong>, Zachary Quinto (Spock) e John Cho (Sulu) tiveram suas séries canceladas, <em>Heroes </em>e<em> Flash Forward</em>.</p>
<p>Chris Pine (Kirk) está com o Center Theatre Group participando da peça &#8220;The Lieutenant of Inishmore&#8221;, uma comédia. Ele também faz parte do elenco de <em>Small Town Saturday Night</em> e <em>Unstoppable</em>, dois filmes de drama com lançamentos previstos para o final de 2010.</p>
<p>Karl Urban (McCoy) faz parte do elenco de <em>Red</em>, adaptação de uma HQs do DC Comics. No elenco Bruce Willis, John Malkovich, Morgan Freeman, Mary Louise Parker, Richard Dreyfuss. Urban fará um agente da CIA que perseguirá o personagem de Bruce Willis. Lançamento programado para 15 de outubro de 2010.  </p>
<p>Fonte: TrekWeb, TrekMovie e TrekToday.</p>


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		<title>Celebridades de Jornada na FedCon XIX</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[No início de maio mais de 5.000 pessoas puderam ver e confraternizar com várias celebridades na FedCon XIX, a maior convenção sobre ficção científica da Europa. Este ano ela foi realizada em Bonn, na Alemanha. Jornada foi representada pelos atores Michael Dorn, Terry Farrell, Plakson Suzie, Chase Masterson, Martha Hackett e Intiraymi Manu. Veja detalhes a seguir, incluindo fotos. O site Trek Movie fez um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/fedcon19_logo.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12042" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/fedcon19_logo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No início de maio mais de 5.000 pessoas puderam ver e confraternizar com várias celebridades na FedCon XIX, a maior convenção sobre ficção científica da Europa. Este ano ela foi realizada em Bonn, na Alemanha. Jornada foi representada pelos atores Michael Dorn, Terry Farrell, Plakson Suzie, Chase Masterson, Martha Hackett e Intiraymi Manu. Veja detalhes a seguir, incluindo fotos.</p>
<p><span id="more-12040"></span></p>
<p>O site<a href="http://trekmovie.com/2010/05/12/con-report-tng-ds9-voy-trek-stars-at-fedcon-xix/" target="_blank"> Trek Movie </a>fez um resumo do que aconteceu de mais importante por lá.</p>
<p><strong>Terry Farell</strong></p>
<p>A expectativa era grande pela presença de Terry Farell, a triz que interpretou Jadzia Dax em <strong>Deep Space Nine</strong>. Quando o mestre de cerimônias da FedCon, Ed Wasser, anunciou que Farrell não poderia comparecer, foi uma decepção geral. Uma mensagem em vídeo, gravada e passada num telão, mostrou a atriz justificando a ausência em razão de não ter conseguido embarcar a tempo da Pensilvânia (EUA) para Bonn. Na verdade tudo não passou de uma pegadinha com o público, devido ao fato de que Farrell tinha cancelado várias aparições em FedCons passadas.  A atriz apareceu no palco um instante depois e os fãs acolheram com aplausos estrondosos. Entre palestras, fotografias e sessões de autógrafos, ela teve tempo para procurar dentro da convenção mercadorias e ficar com os  fã nas salas de convenções. </p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Farrell.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12048" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Farrell-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a>Durante sua estada no palco, ela procurou matar à curiosidade dos fãs a respeito de sua vida atual e de seu trabalho na franquia. A atriz disse que , aos 46 anos, gosta de ser mãe e dona de casa agora, observando que &#8220;ser mãe é muito mais fácil do que interpretar, porque você não tem que se manter em forma e não ter seu retrato tirado todo o tempo&#8221;.</p>
<p>Quanto a pergunta sobre a cena da morte de Jadzia, Terry Farrell reiterou que os escritores não procuraram sua opinião de como Jadzia poderia sair da série. A atriz teria preferido uma saída diferente para seu personagem, já que uma vez morta a impediria de um possível retorno como atriz convidada. Ela afirmou que não estava apenas decepcionada com a morte de Jadzia, mas também com a forma como isso foi incorporado ao enredo. &#8220;Ser morta por Dukat que saiu do nada, pareceu inútil&#8221;, disse aos fãs. A melhor alternativa? Em sua opinião, teria sido muito mais dramático se Worf tivesse tomado uma decisão diferente no episódio da sexta temporada, <em>Change of Heart</em> (O Coração de um Guerreiro), deixando-a morrer no mundo alienígena para ter sucesso em recuperar uma fonte de informações valiosas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Nota 1</span>: O episódio <em>O Coração de Um Guerreiro</em> é o 16º da penúltima temporada e a trama envolve Worf e Jadzia em uma missão para recuperar um informante da Federação no mundo do Dominion, na qual Dax é ferida e Worf deve escolher entre completar a missão ou salvar sua esposa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Nota 2</span>: Segundo os rumores da época, durante a renovação do contrato dos atores com o estúdio para a última temporada, Farrell não chegou a um acordo e foi a única a deixar a série. Além disso, outros acontecimentos culminaram na insatisfação da atriz e na sua posterior saída. Para mais detalhes veja o artigo no TrekBrasilis intitulado <strong><a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/ds9/producao/verdadesmentiras.htm" target="_blank">Verdades e mentiras de Deep Space Nine</a>.</strong></p>
<p><strong> Michael Dorn</strong></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/michael-dorn.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-12053" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/michael-dorn-300x288.jpg" alt="" width="240" height="230" /></a>Michael Dorn é o ator com mais aparições em Jornada. Ele esteve nas séries<strong> A Nova Geração </strong>e<strong> Deep Space Nine</strong>, além de ter participado em cinco filmes, incluindo o sexto da série original. Dorn contou muitas histórias sobre seus anos como o mais conhecido Klingon, Worf. Uma coisa que ele compartilha com seu personagem: tanto ódio aos Pingos, &#8221;porque eles são muito bonitos&#8221;, brincou. Michael Dorn disse à sua platéia que tinha sempre considerado Worf como o homem másculo, não muito interessado em esforço intelectual, mas sim em esportes, bebidas e mulheres e ainda brincou com os fãs ao dizer que a melhor coisa para ele ao encarnar Worf foram as mulheres com quem contracenou.</p>
<p>Questionado sobre sua transição para <strong>Deep Space Nine</strong>, o ator brincou ao dizer que tornou-se uma decisão muito fácil uma vez que ele ouviu falar sobre o seu salário. Dorn observou que a boa atmosfera no set de filmagens foi a diferença mais marcante durante seu período na franquia, uma vez que o elenco de A Nova Geração nunca perdeu uma oportunidade de brincadeira e risadas. O ator disse que inicialmente sentiu definiu <strong>Deep Space Nine</strong> como &#8220;andar em uma catedral&#8221;, acrescentando que ainda mantem contato com seus colegas de elenco, mesmo após o fim da série.</p>
<p><strong>Suzie Plakson</strong></p>
<p>Outra presente a convenção foi a atriz Suzie Plakson. Suzie, que está com 51 anos, já fez várias personagens femininas em Jornada, como a Vulcana Selar e a Klingon K´Eheler em <strong>A Nova Geração</strong>, a entidade feminina dos &#8220;Q&#8221; em <strong>Voyager</strong> e a andoriana Tarah em <strong>Enterprise</strong>.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/suzie.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12056" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/suzie-300x246.jpg" alt="" width="300" height="246" /></a>A atriz, que agora explora seu talento na música, onde lançou um álbum chamado &#8220;&#8221;I Didn’t Wanna Do It&#8221;, lembrou que ficou muito animada quando soube que K&#8217;Ehleyr iria morrer, porque ela nunca tinha feito uma cena de morte antes. Então, recebeu o script e ficou muito desapontada ao ler as palavras &#8220;K&#8217;Ehleyr é encontrada morta&#8221;. Isso significava que ela estaria apenas deitada no chão imóvel, ao invés de agir nos últimos momentos de vida de seu personagem. Com um comentário crítico sobre os papéis femininos do gênero, Suzie observou que os autores, provavelmente, teriam escrito uma cena dramática e cheia de ação para um personagem masculino que tivesse o mesmo destino.</p>
<p><strong>Martha Hackett</strong></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Martha-Hackett.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-12071" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Martha-Hackett-263x300.jpg" alt="" width="263" height="300" /></a>A atriz Martha Hackett também comentou a respeito de seu trabalho em Jornada. Durante a apresentação ao público, Martha contou que chegou a fazer um teste para o papel de Jadzia, mas como sabemos não foi chamada. No entanto, os produtores Berman e Braga a convidaram para fazer uma Terrelian no episódio final de <strong>A Nova Geração </strong>(All Good Things &#8230;&#8221;). Infelizmente sua cena foi cortada na edição. A atriz lembra que a maquiagem desse personagem foi uma das mais demoradas e complicadas que ela já fez. Conforme seu relato, era necessário várias horas para aplicar e remover a máscara, &#8220;Foi um daqueles trabalhos onde os atores tem de respirar através de canudos durante a aplicação&#8221;, comentou.</p>
<p> Mas foi somente durante a série <strong>Voyager</strong> que ela conseguiu um papel de destaque, a traiçoeira personagem Seska.</p>
<p>Martha revelou que a personagem começou como convidada para um arco. Seska não foi planejada com antecedência, mas surgiu iterativamente em cada novo script. A gravidez da atriz levou a uma coincidência especial: quando Hackett estava se preparando para informar aos produtores de sua gravidez, ela recebeu um script em que a gravidez de Seska foi revelada. Questionada sobre se realmente Seska amava Chakotay, a atriz respondeu: &#8220;Sim, por sua própria maneira&#8221;.</p>
<p><strong>Chase Masterson</strong></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Chase-Masterson.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12066" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Chase-Masterson-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a>Um dos momentos mais divertidos da festa foi quando a atriz Chase Masterson entrou no palco. Demonstrando suas habilidades para entreter o público, Chase (literalmente) enrolou-se na bandeira alemã para a Cerimônia de Abertura e trouxe para a multidão uma variedade de canções de jazz. Ao estilo Marylin Monroe, ela pediu a um corajoso da platéia para se juntar ao palco. O termo &#8220;corajoso&#8221; ficou claro quando ela empolgadamente retirou o cinto do uniforme da Frota Estelar vestido pelo convidado, que, no entanto, conseguiu manter o seu uniforme até o final da canção, já que sua esposa estava assistindo o painel também.</p>
<p>No bate papo com o público presente, Chase Masterson descreveu como ela chegou ao papel de Leeta na série <strong>Deep Space Nine</strong>: O namorado dela na época era um grande fã de Jornada. Ele só permitia que ela o chamasse apenas durante o intervalo comercial, qunado os episódios da série passavam na TV. Ela ficou impressionada com aquele amor a franquia e falou com seu agente que gostaria de estar nessa série. Masterson fez o teste para o papel do amor de Jake Sisko, Mardah, mas não conseguiu a vaga. Como os produtores ficaram impressionados com sua performance, mais tarde criaram o papel de Leeta especificamente para ela. A atriz também contracenou com o ator Robert Picardo, que fez Lewis Zimmerman no episódio de <strong>Deep Space Nine</strong>, <em>Doutor Bashir, Eu Presumo</em>. Segundo a atriz, Picardo foi muito divertido ao inserir linhas diferentes no diálogo, por conta própria, resultando em situações engraçadas.</p>
<p><strong>Manu Intiraymi</strong></p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Manu-Intiraymi.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-12068" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/Manu-Intiraymi.bmp" alt="" width="317" height="238" /></a>Manu Intiraymi fez o papel de Icheb em 11 episódios de <strong>Voyager</strong>, onde era um jovem ex-borg. O ator falou sobre seu trabalho atual, incluindo um drama sobre a 2 ª Guerra Mundial. Lembrando do período na franquia, Intiraymi mencionou que atuar em frente a bela Jeri Ryan (Sete de Nove) tornou-se difícil ao longo do tempo para um garoto na puberdade, como ele. Embora seja grato por todas as oportunidades que abriram para ele, devido a sua participação em <strong>Voyager</strong> , Manu disse que há uma coisa que ele não perde por um segundo: o apelido de &#8220;Menino Borg&#8221;. O ator comentou, em tom de gozação, que depois que seu agente negociou um aumento salarial, os autores começaram a colocar Icheb em condições de risco de vida, a cada novo script. Manu alegou ter entendido a mensagem do estúdio.</p>
<p>Outro que esteve presente a convenção foi  James Cawley, produtor do fanfilm Star Trek: <em>Phase II . </em>Ele mencionou seus mais recentes trabalhos, &#8221;<em>Enemy: Starfleet</em>&#8221; e &#8220;<em>The Child</em>&#8220;, sendo que <em>Enemy: Starfleet</em> está quase completo, e ficará disponível na internet no mês de Junho, enquanto que <em>The Child</em> somente será lançado no ano que vem.</p>


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		<title>Tim Russ nega comentário sobre filme de Voyager</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo rumor que está acontecendo pela internet diz respeito a produção de um filme da série Voyager. Este rumor parece ter sido iniciado a partir de um post numa página no Facebook atribuída ao ator Tim Russ. Mais tarde o próprio ator negou o boato. Veja detalhes. A fase dos burburinhos sobre Jornada começa a ganhar fôlego a partir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/tim-russ.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11914" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/05/tim-russ-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Um novo rumor que está acontecendo pela internet diz respeito a produção de um filme da série <strong>Voyager</strong>. Este rumor parece ter sido iniciado a partir de um post numa página no Facebook atribuída ao ator Tim Russ. Mais tarde o próprio ator negou o boato. Veja detalhes.</p>
<p><span id="more-11908"></span></p>
<p>A fase dos burburinhos sobre Jornada começa a ganhar fôlego a partir de agora.  E o último deles refere-se a um possível filme baseado em <strong>Voyager</strong>, a quarta série da franquia. Esse rumor iniciou-se na página de Tim Russ no Facebook, que tem 517 amigos. Na quarta-feira um post estampava o anúncio: &#8220;Tim Russ: Pode haver um novo filme de Star Trek Voyager!&#8221; e que foi logo seguido por &#8220;Tim Russ: Não sei se nós vamos fazer o filme ainda&#8221;.</p>
<p>Como todos sabem, a Paramount está atualmente desenvolvendo um outro grande orçamento para a continuação de<strong> Star Trek</strong>, no entanto, esse boato deixou muita gente imaginando que poderia ser um projeto somente para DVD ou um fanfilm. Russ dirigiu e atuou um projeto independente, <em>Star Trek: Of Gods and Men</em>.</p>
<p>Num e-mail encaminhado ao site <a href="http://trekmovie.com/2010/05/01/rumor-control-tim-russ-has-not-announced-a-new-star-trek-voyager-movie/" target="_blank">TrekMovie</a>, Russ diz que não postou nada no Facebook sobre um filme de <strong>Voyager</strong>. Na verdade, Russ diz que na página do Facebook, apontam ele como casado, embora nunca tenha se casado. Portanto, ele afirma que é outro caso de fraude e falsificação de celebridade na rede social.</p>
<p>Quanto à vida real de Tim Russ, ele diz que fez algumas aparições na comédia <em>Samantha Who?.</em> Que também foi convidado para aparecer numa série de adolescentes, <em>ICarly!</em>, além de fazer trabalho de voz no desenho animado Sym-Bionic Titans. O ator também dirigiu recentemente o  filme<em> A Night at the Silent Movie Theater</em>, do estúdio <a href="http://www.darkskypictures.com/Dark_Sky_NEW_Hollywood_Movie_Projects.php" target="_blank">Dark Sky Pictures</a>, que tem a participação de Ethan Phillips (Neelix) e Tony Todd (Kurn, irmão de Worf).</p>
<p>Embora seja apenas um rumor, o boato traz o tema discutido muitas vezes pelos fãs sobre algum filme da franquia Direto para DVD. Outras franquias como <em>Babylon 5 </em>e<em> Stargate</em> fizeram filmes direto para DVD. Não parece provável que a Paramount ou a CBS venha a produzir algo do gênero.</p>
<p>Fonte: TrekMovie.</p>


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		<title>Paraíso Questionável</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Space Nine]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>
		<category><![CDATA[Blaze of Glory]]></category>
		<category><![CDATA[DS9]]></category>
		<category><![CDATA[Eddington]]></category>
		<category><![CDATA[For the Cause]]></category>
		<category><![CDATA[For the Uniform]]></category>
		<category><![CDATA[Maquis]]></category>
		<category><![CDATA[Sisko]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esteira da boa recepção ao artigo sobre as temporadas iniciais de Deep Space Nine, o Trek Brasilis faz agora a migração do Conteúdo Clássico de outro dos artigos relacionados &#8212; no caso, uma análise detalhada do arco Maqui desenvolvido nas séries modernas de Jornada durante os anos noventa. Uma leitura longa, mas que deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-11197" title="paraiso00" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso00.jpg" alt="" width="145" height="190" />Na esteira da boa recepção ao <a href="http://www.trekbrasilis.org/2009/12/17/o-subestimado-inicio-de-ds9/">artigo sobre as temporadas iniciais</a> de <strong>Deep Space Nine</strong>, o <strong>Trek Brasilis</strong> faz agora a migração do Conteúdo Clássico de outro dos artigos relacionados &#8212; no caso, uma análise detalhada do arco Maqui desenvolvido nas séries modernas de <strong>Jornada</strong> durante os anos noventa. Uma leitura longa, mas que deve dar boa oportunidade de debate entre a comunidade do <strong>TB</strong>.</p>
<p><span id="more-11053"></span></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p><em>- Você é contra os Maquis? Acha que eles estão errados? Que são &#8220;terroristas&#8221;?<br />
- Sim.</em></p>
<p>&#8211; Londo Mollari e Leandro M. Pinto, <strong>Fórum Trek Brasilis</strong>, circa 2004.</p>
<p>Com a [então] recente transmissão pelo Universal Channel do episódio &#8220;Blaze of Glory&#8221;, um dos melhores e mais interessante arcos de trama já desenvolvidos para nossa franquia chega nesta sua conclusão final de sua apresentação ao fandom brasileiro de <strong>Jornada nas Estrelas</strong>. Originalmente desenvolvido para ser um dos elementos para a base de <strong>Jornada nas Estrelas: Voyager</strong>, o arco da crise das colônias na Zona Desmilitarizada Cardassiana e o grupo de resistência Maqui encontrou excelente campo para prosperar e florescer em <strong>Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine</strong>.</p>
<p>O presente artigo não tem a intenção de ser uma repassada geral em detalhes de toda a história do movimento Maqui e/ou em alguns de seus elementos enquanto produção de uma série de televisão. Para este efeito, já existe disponível aqui no <strong>Trek Brasilis</strong> a excelente série de artigos escritos por Luiz Castanheira, <a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/ds9/coluna/coluna1.htm">&#8220;É Fácil ser Santo no Paraíso&#8221;</a>. Assim, seria contraproducente querer reinventar a roda, uma vez que ela já existe e funciona de maneira maravilhosamente bem, e sua leitura é absolutamente fundamental para se ter uma boa visão deste arco de trama de <strong>Deep Space Nine</strong>.</p>
<p>Já este artigo em particular, trata-se de uma visão extremamente pessoal do arco Maqui, na qual este autor faz uma análise dos elementos existentes ao longo dos episódios e extrapola alguns outros, de modo a termos o todo do arco Maqui visto por outros ângulos, e a maneira pela qual o embate final entre dois participantes, Sisko e Eddington, encerra o arco de tanto em seus aspectos pessoais para as pessoas envolvidas, como nos aspectos políticos e sociais relativos a Federação.</p>
<p>Assim, o resultado do artigo não pode ser encarado de outra forma senão como esta opinião pessoal sobre as reais raízes da crise Maqui, seus reais fundamentos e justificativas (ou a falta disto), suas conseqüências finais, e suas possibilidades. Contudo, é de se considerar que tal opinião estará bastante embasada por argumentação e avaliações das evidências existentes no cânone e cronologia da série. Caberá a cada um dos leitores ponderar a respeito da validade ou não das questões discutidas aqui.</p>
<p><strong>Origens da Crise: A Federação tem direito aos setores contestados?</strong></p>
<p><em>- Eles morreram porque você encheu a cabeça deles com falsas esperanças. Você vendeu a eles sonhos de uma vitória militar quando o que eles realmente precisavam era uma paz negociada.</em></p>
<p>&#8211; Sisko para Eddington, <strong>Blaze of Glory</strong>.</p>
<p>Para especularmos a respeito do que seria a resposta a esta questão, primeiro precisamos avaliar os elementos existentes no cânone e cronologia da franquia de <strong>Jornada nas Estrelas</strong> que diz respeito a guerra entre a Federação e Cardássia, a qual teria sido o estopim original daquilo que viria a ser a crise maqui.</p>
<p>Como diversos elementos isolados ao longo de diversos episódios de <strong>A Nova Geração</strong>, <strong>Deep Space Nine</strong> e <strong>Voyager</strong> já deixaram claro, houve um conflito militar entre a Federação e Cardássia em algum momento entre as décadas de 2350 e 2360. O Chefe Miles O&#8217;Brien, por exemplo, já teve inúmeros elementos de sua carreira estabelecidos como servido durante esta guerra, além de diversos outros elementos cânones e cronológicos que fazem menção a este conflito. Desta forma, é largamente inquestionável que tal guerra ocorreu.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11175" title="paraiso01" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso01.jpg" alt="" width="210" height="158" />Mas quais teriam sido as razões desta guerra, e suas conseqüências? Os assentamentos coloniais federados nos setores em disputa parecem estar bem no meio da questão. Assim, devemos considerar que estes assentamentos federados são ou a razão desta guerra, ou sua conseqüência. Em qualquer caso, a situação que temos é: Cardássia afirma que aquela região pertence a ela. Para isto ser verdade, ou a Federação anexou lenta e gradativamente aquela região ao longo de décadas (dai a possibilidade de ser a razão) ou anexou de uma só vez (daí a possibilidade de ser o resultado).</p>
<p>Em qualquer destes cenários, a Federação está de posse de território cuja soberania está sendo contestada. No meu entender, a possibilidade de os cardassianos terem completa razão em pedirem os territórios de volta é alta, e eles podem estar dentro do seu total direito de reclamarem para si os setores os quais teriam sido seus. Vamos avaliar como isto seria possível.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YQ36hE-gruw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/YQ36hE-gruw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><em>Trailer original de &#8220;For the Cause&#8221;</em></p>
<p>Uma das características que se alega que a Federação tem é a de que, frente a uma situação injusta, a Federação seria do tipo de sociedade que pisaria firme para defender seus ideais, e defender aquilo que acredita que é o correto. Mas da mesma forma, ela seria do tipo de sociedade que, frente a se demonstrar que aquilo que ela está fazendo é errado, ela tem a grandeza de admitir que o outro lado está com a razão e então recua, em nome de garantir que as soluções mais corretas e mais justas sejam aquelas garantidas.</p>
<p>Vamos levantar as possibilidades de desfechos sobre as demandas cardassianas por ter aqueles territórios:</p>
<p>1. <strong>A Federação ter direito aos territórios e não os devolver</strong>: este seria o posicionamento mais digno e justo de a Federação ter, ou seja, ela saberia que está com a razão e ela pisaria firme pelo direito de proteger a legalidade de sua situação.</p>
<p>2. <strong>A Federação ter direito aos territórios e mesmo assim os devolver</strong>: este posicionamento demonstraria que a Federação seria uma completa e total inepta, uma nação de entreguistas controlada por políticos sem-espinha e defendida por bananas incapazes, os quais não teriam peito de pisarem firme por seus ideais.</p>
<p>3. <strong>A Federação não ter direito aos territórios e negar a devolução</strong>: embora nesta possibilidade a Federação pelo menos pisa firme por aquilo que ela acredita, ela estaria agindo de maneira abertamente arrogante, desonesta e imperialista, ao se recusar devolver para terceiros o território que claramente não lhe pertence.</p>
<p>4. <strong>A Federação não ter direito aos territórios e os devolver</strong>: nesta possibilidade, a Federação admite que errou em primeiro lugar ao ocupar território que não lhe pertencia, e aceita devolver este território a seus legítimos donos.</p>
<p>É de se notar que destes quatro cenários, o único no qual a Federação sairia sem nada contra si teria sido o primeiro deles, onde ela tem direito aos sistemas, e pisaria firme para garantir seus ideais e garantir uma situação justa. Contudo, como é cânone que dados territórios foram de fato devolvidos aos cardassianos, ou pelo menos trocados por outros, tanto este primeiro cenário como o terceiro estão fora de cogitação em ter sido aquilo que ocorreu. Restam o segundo e o quarto.</p>
<p>O segundo cenário, se foi aquilo que de fato ocorreu, mostraria de uma maneira clara e definitiva que a Federação realmente seria governada por um bando de clones do Nerville Chamberlein, e o Almirantado da Frota Estelar seriam realmente os Keystone Kops. Sem meias palavras, este cenário é simplesmente imbecil demais, mesmo para os padrões federados, de ser realmente aquele que corresponderia a realidade dentro do contexto onde o universo de <strong>Jornada</strong> ocorre.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11176" title="paraiso02" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso02.jpg" alt="" width="210" height="144" />Resta, assim, o quarto cenário, aquele o qual eu considero pessoalmente o mais provável que tenha ocorrido: ou seja, a Federação admitir que tudo bem, errou ao ocupar indevidamente aqueles setores anos antes, e errou ao criar colônias neles; desta forma, a troca de setores na criada Zona Desmilitarizada entre Cardássia e a Federação seria a tentativa federada de corrigir tais erros, e devolver determinados sistemas aos seus legítimos donos.</p>
<p>De todos os cenários, parece ser aquele que mais condiz com aquilo que se conhece sobre a Federação de Planetas Unidos. Ela poderia ter agido de maneira diferente e se recusar a devolver os territórios? Poderia, mas isto poderia ser bem mais incoerente com os valores federados – mas iremos falar mais sobre esta possibilidade ainda.</p>
<p>Portanto, são por estas razões e por esta avaliação e análise dos elementos cânones do arco Maqui que eu considero para o presente artigo o cenário em que a Federação não tinha direito sobre determinados territórios que ocupou na Guerra da década de 2350, e teve que concordar em sua devolução para os Cardassianos, por ser o cenário que eu acredito represente melhor a situação política que levou aos acordos que criaram a Zona Desmilitarizada e a gênesis da crise Maqui.</p>
<p><strong>Aspectos da crise em contraste com elementos históricos reais</strong></p>
<p><em>- Eu conclamo todos os oficiais e soldados franceses que estão na Grã-Bretanha ou eventualmente se encontrarem nela, com ou sem suas armas, para se juntarem a mim. Aconteça o que acontecer, a chama da resistência francesa não pode e não irá morrer.</em></p>
<p>&#8211; General Charles De Gaulle, em discurso na BBC em 18 de junho de 1940, que ajudou a originar os grupos da Resistência Francesa que viriam a ser conhecidos como os Maquis.</p>
<p>Embora eu não seja realmente grande fã de analogias como base de argumentação, há momentos em que elas servem bem para pelo menos ilustrarem um ponto, e existem duas em questão que se encaixam bem na atual análise da questão Maqui. Vamos a primeira delas, que se trata de uma comparação entre como poderia ter sido a Guerra Cardassiana/Federada da década de 2350, com a crise e guerra das Ilhas Malvinas, entre a Grã-Bretanha e a Argentina, no início da década de 80.</p>
<p>Inicialmente, vamos traçar alguns paralelos e equivalências:</p>
<p>Grã-Bretanha &#8211; Democracia parlamentar;<br />
Federação &#8211; Democracia parlamentar.<br />
Iremos considerar ambas como elemento &#8220;DEMOCRACIA&#8221;.</p>
<p>Malvinas &#8211; Território em litígio controlado pela democracia parlamentar;<br />
Colônias na ZDM &#8211; Território em litígio controlado pela democracia parlamentar.<br />
Iremos considerar ambas como &#8220;TERRITÓRIO&#8221;.</p>
<p>Argentina &#8211; Ditadura (em 1982), clama para si o controle do território próximo as suas fronteiras;<br />
Cardássia &#8211; Ditadura, (em 2350s) clama para si o controle do território próximo as suas fronteiras.<br />
Iremos considerar ambas como ambas como &#8220;DITADURA&#8221;.</p>
<blockquote><p>Em dado momento (meados do séc 19 para um, meados do século 24 para outra), DEMOCRACIA, por já ter feito algumas incursões naquela área, e vendo que o TERRITÓRIO, embora clamado pela DITADURA e dentro de sua esfera de influência, não era muito usado pela DITADURA, se apoderou indevidamente do TERRITÓRIO por razões particulares a si, e posteriormente instalou colonos lá, que desde então se consideram plenos cidadãos de DEMOCRACIA.</p>
<p>Então, em outro dado momento (1982 e 2350’s), DITADURA invade a força o TERRITÓRIO; DEMOCRACIA repele o invasor, e mantém os seus colonos no TERRITÓRIO. Mas DITADURA justifica a invasão alegando que aquele território sempre foi por direito seu, mesmo que não o utilizasse em larga escala por algum período de tempo.</p></blockquote>
<p>Até aqui, esta primeira analogia serve bem para ilustrar que se observando a questão por diferentes ângulos, tanto Cardássia quanto a Argentina tem alegações válidas para desejarem manter seu território, bem como a Federação e a GB. Tanto Cardássia quanto a Argentina alegam que aquele território sempre foi por direito seu, e fora tomado indevidamente –- uma alegação justificável e compreensível. Por outro lado, tanto a Federação quanto a GB alegam que possuem colonos assentados neste território aos quais seria injusto pedir que se retirassem de seus lares &#8212; também alegações justificáveis e compreensíveis.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11178" title="paraiso03" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso03.jpg" alt="" width="210" height="144" />Contudo, considerando que a posição britânica nas Malvinas não está no momento sob tanta ameaça, vamos então a outra analogia, na qual podemos encontrar uma necessidade real e imediata da retirada de colonos assentados em território ao qual a potência colonial necessita abrir mão: a questão israelense e palestina na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Para esta, consideraremos Israel e a Federação como &#8220;POTÊNCIA COLONIAL&#8221;, consideraremos os Colonos Judeus e os Colonos Maquis como &#8220;COLONOS&#8221;, e a Cisjordânia e Faixa de Gaza, e os sistemas planetários na ZDM Cardassiana iremos considerar como &#8220;TERRITÓRIO&#8221;:</p>
<blockquote><p>POTÊNCIA COLONIAL está controlando o TERRITÓRIO depois de ter tomado seu controle em guerras anteriores, inclusive algumas em defesa própria contra agressões iniciais. Neste TERRITÓRIO, a POTÊNCIA COLONIAL incentivou pessoas a irem criar colônias. Então estes COLONOS, incentivados pela própria POTÊNCIA COLONIAL, ocuparam o TERRITÓRIO e nele construíram seus lares e criaram prósperas comunidades baseadas nos valores da POTÊNCIA COLONIAL.</p>
<p>Porém, um certo dia, a POTÊNCIA COLONIAL, para cumprir eventuais acordos de paz com os povos e nações que anteriormente controlavam o local, terá que retornar tais territórios para estes povos, e assim sendo, retirar os COLONOS que incentivou a irem para lá. Contudo, os COLONOS já deixaram claro que não desejam sair, embora isto seja necessário para a política externa da POTÊNCIA COLONIAL.</p></blockquote>
<p>Neste ponto de ambas as analogias, chegamos no ponto em que as eventuais escolhas dos colonos britânicos nas Malvinas e dos colonos judeus na Cisjordânia poderiam vir a ser exatamente as mesmas as quais os Maquis tiveram que enfrentar. Particularmente para os judeus na Cisjordânia, uma vez que a retirada de Israel dos territórios palestinos ocupados é algo muito mais crítico para a geopolítica atual do que uma eventual retirada britânica das Malvinas.</p>
<p>Assim, os colonos judeus na Cisjordânia, como os colonos federados na ZDM Cardassiana, podem ter duas opções: ou eles se retiram com a sua POTÊNCIA COLONIAL, ou eles então aceitam ficar no local, mas não mais como cidadãos da POTÊNCIA COLONIAL, mas sim como cidadãos de um estado hostil a esta sua antiga POTÊNCIA COLONIAL.</p>
<p>No caso federado, eles não aceitaram nenhuma destas duas opções, e providenciaram uma espécie de terceira via: pegaram em armas, e passaram a agredir o estado hostil em questão (no caso deles, os Cardassianos), e após a intervenção da POTÊNCIA COLONIAL na questão (no caso a Federação), passaram a também agredir militarmente esta última, sua antiga nação.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11179" title="paraiso04" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso04.jpg" alt="" width="210" height="144" />Agora, no caso israelense, será que seria viável ou justificável, do nosso ponto de vista fora do universo de <strong>Jornada</strong>, acreditarmos que aquilo que seria o mais correto aos colonos judeus fazerem seria o mesmo que aqueles colonos federados que se tornaram Maquis fizeram? Será que seria viável ou justificável esperar o mesmo dos britânicos nas Malvinas, na improvável hipótese de que eles se vissem na mesma situação? Ou seja, além de passarem a atacar argentinos, seus navios e sua presença nas ilhas, passassem a atacar também britânicos que viessem interceder na onda de violência que se instalasse na região?</p>
<p>Haver a possibilidade de fazermos estes paralelos da crise Maqui com estas duas questões geopolíticas de nosso próprio universo demonstra bem como o arco Maqui provou ter um enorme potencial para estabelecer que todos os seus participantes, todos os lados envolvidos, maquis, federados e cardassianos, todos estes podem ter bons pontos a defender, e podem ter pontos nos quais estão errados e tem que cederem alguma coisa. Mas ainda retornaremos isto do potencial.</p>
<p><strong>A Terra é um conhecido paraíso. E quanto as colônias federadas?</strong></p>
<p><em>- Na Terra não existe pobreza, crime ou guerra &#8211; você olha para fora do QG da Frota Estelar e você vê um paraíso. Bem, é fácil ser santo no paraíso. Mas os Maquis não vivem no paraíso. Aqui, na ZDM, estes problemas ainda não foram resolvidos. Aqui não existem santos, apenas pessoas. Famintas, assustadas e determinadas a fazer o que for necessário para sobreviver, quer isto receba a aprovação da Federação ou não.</em></p>
<p>&#8211; Sisko, <strong>The Maquis</strong>, Parte 2.</p>
<p>Uma idéia muito difundida no fandom, que conta inclusive com o apoio de personagens dentro do próprio contexto do universo onde se passa a franquia, é que os políticos federados na Terra teriam dificuldades de solidarizarem com os colonos os quais estão prejudicando com suas decisões.</p>
<p>Contudo, eu nunca aceitei – e jamais aceitarei – este posicionamento de Sisko pelo valor da face. Antes de qualquer coisa, precisamos nos lembrar de que estamos falando da <em>Federação</em>, aqui. A mesma Federação que nos é vendida como sendo o ápice da conscientização social humana, a sociedade construída em cima dos melhores valores sociais que se pode imaginar aos quais um dia iremos evoluir, a sociedade a qual os aliens sempre parecem estar dispostos a ingressarem, tal qual um endosso desta superioridade social federada.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11180" title="paraiso05" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso05.jpg" alt="" width="210" height="144" />Então, como é que podemos aceitar que Sisko, ou quem seja, venha e faça um contraponto entre o &#8220;Paraíso da Terra&#8221; e &#8220;Colônias Federadas&#8221;, como se esta última fosse o absoluto oposto de um paraíso? Simplesmente não tenho como imaginar que a tão cantada em prosa e verso sociedade federada permitiria que suas colônias fossem tão, mas <em>tão</em> precárias que se poderia ter esta visão.</p>
<p>Se assim fosse, então onde é que estava toda esta indignação para contra esta situação precária em primeiro lugar? Se eles viviam em situações tão precárias, deveriam protestar contra. Como nunca protestaram (e já houve várias chances de saber através dos personagens se eles protestavam por isto, mas nunca aconteceu) podemos então assumir que não viviam tão de maneira tão ruim assim.</p>
<p>A vida colonial é dura, exige muito trabalho e suor? Tudo bem, isto ela pode ser. Exige sacrifícios e exige disposição? Também muito bem. Há problemas a serem endereçados? Também plenamente plausível. Mas sendo sociedades montadas nos valores sociais federados, e construídas com recursos federados, e sendo resultado de duro trabalho honesto, é de se imaginar que a vida nelas esteja longe de ser um antro subdesenvolvido, onde impera a violência, o desgoverno, a miséria e outras chagas sociais as quais dizem para nós que a Federação já se livrou.</p>
<p>Tais colônias certamente dispõem de todos os recursos tecnológicos a disposição da Federação, já que são colônias federadas. Tais colônias certamente são protegidas com o manto da justiça federada, com a segurança de não haver crimes e existem com os indicadores sociais federados, os quais devem indicar um padrão de vida digno. Assim, se a vida nas colônias não é nenhum paraíso, onde se precisa trabalhar duro, pelo menos possuem um modo de vida digno, justo e condizente com o que se espera de uma sociedade desenvolvida.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L2Kx7IihZbE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/L2Kx7IihZbE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><em>Trailer original de &#8220;For the Uniform&#8221;.</em></p>
<p>Portanto, o velho discurso &#8220;É fácil ser santo no paraíso&#8221; não serve de maneira alguma como argumentação para defender posições de &#8220;Ah, vocês não nos entendem&#8221; da parte dos colonos maquis para os políticos e militares na Terra. Se a Terra é um paraíso, as colônias que este paraíso espalha por ai também não devem ser nenhum buraco lamacento e sem-lei. Quantas pessoas hoje em dia, em nosso universo aqui, não considerariam a vida nas colônias federadas como um verdadeiro paraíso?</p>
<p>Desta forma, a fala de Sisko, ainda que soe linda e inspiradora, também não se sustenta por muito tempo frente a uma análise mais racional levando em conta a sociedade sobre a qual comenta. A Federação pode até não ser perfeita, sem dúvida que não é, mas da mesma forma os elementos até hoje nos apresentados sobre a Federação não combinam em nada com uma sociedade que permitiria que suas próprias colônias fossem tão ruins como Sisko parece assumir que seriam. Defeitos no ideal federado e no seu &#8220;Way of Life&#8221; podem ser encontrados de maneira muito mais eficiente e abundante em outros aspectos, mas certamente não muitos iriam estar na maneira pela qual as colônias existem.</p>
<p><strong>Os colonos e as motivações relativas ao seu grupo social como um todo</strong></p>
<p><em>- Olhe lá fora.</em> [Eddington aponta um disruptor klingon contra Sisko, que afasta uma lona] <em>Estas pessoas? Eles eram colonos em Salva Dois. Eles tinham fazendas, e lojas, e lares e escolas&#8230; então, um dia, a Federação assinou um tratado e entregou o seu mundo aos cardassianos&#8230; bem deste jeito. Eles tornaram estas pessoas refugiados da noite para o dia.<br />
- Não é tão simples assim e você sabe disto. Estas pessoas não precisam viver assim&#8230; nós oferecemos realocação.<br />
- Eles não querem ser realocados. Eles querem ir para casa para as vidas e lares que eles construíram.</em></p>
<p>&#8211; Eddington e Sisko, <strong>For the Uniform</strong>.</p>
<p>A paixão e o entusiasmo pelo qual os Maquis se pegam a sua causa é admirável, e merece uma avaliação mais cuidadosa. Ao longo de todo o arco, as raízes desta rusga foram estabelecidas meramente como sendo a questão do tratado com os Cardassianos. Assim, é importante considerar que na questão Maqui, jamais houveram razões ideológicas realmente profundas como motivação para o levante destes cidadãos federados contra seu governo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11182" title="paraiso06" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso06.jpg" alt="" width="210" height="144" />Em momento algum do arco, jamais se estabeleceu que os participantes do movimento tivessem quaisquer divergências de cunho racial, religioso, econômico, social ou qualquer outro aspecto destes contra as políticas da Federação <em>antes</em> que a Federação tivesse o posicionamento que teve em relação ao acordo com os Cardassianos e sua entrega das colônias. Mesmo uma eventual tentativa de se aplicar a minha chamada &#8220;Velha Máxima&#8221;, sobre &#8220;Não ter sido visto em tela não quer dizer que não exista&#8221;, não é possível, pois houveram ao longo do arco inúmeros momentos onde a menção a estas outras questões ideológicas teriam sido adequadas ou até mesmo fundamentais, caso realmente tivessem existido.</p>
<p>Até como comentei anteriormente, não houve sequer uma eventual crítica a &#8220;Não Vivemos no Paraíso, Façam Algo&#8221; que existisse bem antes da questão da devolução surgir e ser colocada como eventual pano-de-fundo ideológico para motivação. Mas como vimos, nada disto ocorreu. Desta forma, considero seguro afirmar que nenhum daqueles rebelados federados realmente tinham rusgas ideológicas profundas contra a Federação além daquelas que se encaixam na questão de &#8220;Perdemos Nossos Lares&#8221; e &#8220;A Federação Nos Abandonou&#8221;.</p>
<p>Estas são de fato razões plenamente compreensíveis de um homem se rebelar contra um governo. Contudo, apenas por si mesmas, e considerando todo o contexto social onde tais homens estavam inseridos, também não querem dizer que torna tais razões completamente justificáveis, e assim, o levante Maqui pode, sim, ser questionado quanto a sua validade moral. Ele pode, sim, ter sido algo fundamentalmente errado de os colonos fazerem.</p>
<p>Enquanto estava tudo bem e tudo bom, supostamente não havia nada de errado com nenhuma política da Federação, como vimos. Não interessaria como e sob que circunstâncias a Federação teria conquistado aquele território, e se isto seria justo ou não, o que interessava para os colonos é que agora era território federado. Contudo, quando esta política colonial federada teve que ser revista, então nisto, e apenas e tão somente nisto, o levante Maqui surgiu com o discurso de &#8220;Opressores&#8221; e &#8220;Feddies Go Home&#8221;.</p>
<p>Nunca se tratou de ideologia, de se acreditar em ideais, de se questionar as tradicionais posturas e valores federados. Nunca se tratou de serem contra o eventual imperialismo federado. Tratou-se de que, quando as políticas federadas, com as quais sempre concordaram, passou a agir contra eles, só aí tais políticas aparentemente se tornaram imorais e questionáveis; só aí a Federação passou a ser vista como maligna. Ou seja, se tratou de eles terem perdido a ferramenta do imperialismo federado, ferramenta a qual eles nunca tiveram objeções algumas, e ferramenta absolutamente necessária para eles.</p>
<p>Pois segundo consta, o cidadão federado é alguém que está plenamente consciente de que o bem-estar do todo de sua sociedade é algo que deve vir primeiro, algo que deve se sobrepor aos seus próprios desejos e interesses pessoais. Atitudes egoístas e meramente em proveito próprio são conceitos que supostamente o típico cidadão federado já deixou para trás na evolução de sua sociedade. As necessidades da maioria se sobrepõem as necessidades da minoria&#8230; ou a de um só.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11183" title="paraiso07" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso07.jpg" alt="" width="210" height="158" />Mas, como alguns outros federados já nos mostraram, também existem situações onde a necessidade da minoria é a que se sobrepõe, e leva pessoas a cometerem atos que se pode classificar com traição por um ângulo, mas também como alta lealdade por outro. Assim, eu não quero dizer com esta análise que os posicionamentos dos colonos, se realmente aplicado como sendo algo que fizeram, tenha sido algo necessariamente ruim para a série, muito pelo contrário.</p>
<p>Poder haver uma leitura das atitudes dos colonos de modo a os retratar como humanos que tem falhas, humanos que tem agendas próprias e que podem desejar agir mais em seu próprio interesse do que no interesse de sua comunidade, supostamente o que se espera de bons federados, é de fato algo muito interessante e que ajuda a dar texturas mais palpáveis a estes humanos, e uma boa adição ao contexto social onde se passa o universo de <strong>Jornada</strong>. Mas são avaliações importantes de serem feitas.</p>
<p><strong>Eddington e suas motivações pessoais</strong></p>
<p><em>- Eu conheço você. Eu já fui como você, mas então eu abri os meus olhos. Abra os seus olhos, Capitão. Por que a Federação é tão obcecada com os Maquis? Nós nunca lhe fizemos mal. E mesmo assim nós somos constantemente detidos e acusados de terrorismo. Suas naves estelares nós caçam por toda a Badlands e nossos simpatizantes são assediados e ridicularizados. Por que? Por que nós deixamos a Federação, e esta é uma coisa que vocês não podem aceitar. Ninguém deixa o paraíso. Todos deveriam querer ser membros. Mas que diabos, vocês querem até os Cardassianos como membros. Vocês estão somente lhes enviando os replicadores pela certeza de que um dia eles irão ocupar o seu &#8220;lugar reservado&#8221; no conselho da Federação. Sabe, de certo modo vocês são piores do que os Borgs. Pelo menos eles avisam sobre seus planos de assimilação. Vocês são mais insidiosos. Vocês assimilam pessoas, e elas nem mesmo sabem disto.</em></p>
<p>&#8211; Eddington, <strong>For the Cause</strong>.</p>
<p>Como visto em &#8220;For the Cause&#8221;, o Comandante Michael Eddington, attaché de Segurança da Frota Estelar para DS9, traiu a Federação ao agir como o principal operativo Maqui na obtenção de replicadores industriais destinados para os Cardassianos, e conseguiu pegar todo o comando de DS9 com as calças na mão. Ao final do segmento, se despede de Sisko com um ótimo dialogo com ele, no qual inclui o monólogo acima.</p>
<p>Eddington levanta excelentes pontos neste seu discurso, inúmeros dos quais eu mesmo compartilho e concordo plenamente. Só que Eddington se pega em omissões e falácias para procurar argumentar suas justificativas. Ele afirma que os Maquis nunca lhes fizeram mal (para a Federação). Eles queriam deixar a Federação e ficarem onde estavam? Muito bem, mas da mesma maneira, aparentemente não queriam, ou não tinham como se tornarem cidadões da nação a qual estava chegando ali no local, Cardássia. O que fazem? Entram em conflito com os Cardassianos, e ainda que possam ter reagido como defesa, sabidamente também atacaram alvos civis e fizeram muito das suas. Com isto, quer desejassem ou não, eles tornaram a coisa um problema também da Federação, mas Eddington é desonesto e intransigente demais para admitir isto, uma vez que isto, obviamente, rasparia fora parte da santidade que quer aplicar a seu discurso.</p>
<p>Ocultar quaisquer motivações pessoais de Eddington antes de &#8220;For the Cause&#8221; era algo de se esperar, sem dúvida alguma, a fim de manter o elemento de surpresa sobre a traição de um dos tripulantes secundários da estação ao qual estávamos tão acostumados a encararmos como um leal operativo federado no time de Sisko. Em relação ao cerne da questão Maqui, não há realmente nada a considerar diretamente &#8212; Eddington não era um colono ou tinha relação direta com as colônias de alguma forma, então não tinha realmente nenhuma ligação pessoal com o levante.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11184" title="paraiso08" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso08.jpg" alt="" width="210" height="158" />Contudo, após Eddington claramente ser estabelecido como Maqui, poderíamos esperar um maior aprofundamento nas motivações que o levaram a ingressar no movimento&#8230; mas não muito mais temos além desta frivolidade mal embasada do seu discurso inicial, além também das reações dele à vendeta pessoal de Sisko contra si, coisa que ele interpreta como a obsessão federada em os perseguir supostamente sem motivação, como ele menciona em seu discurso.</p>
<p>Por ambos os episódios &#8220;For the Uniform&#8221; e &#8220;Blaze of Glory&#8221;, não temos rigorosamente nenhum indício que indique que o próprio Eddington tivesse um posicionamento ideológico fundamentalmente contra as políticas federadas anterior a todo o problema colonial com os cardassianos, da mesma maneira que para os demais Maquis, bem como outras questões fundamentais a sociedade federada a qual fizeram parte. Sim, tem a parte que ele comenta em seu discurso que &#8220;abriu os olhos&#8221;, mas omite qualquer outra questão mais específica que justifique suas ações, e no lugar disto apenas faz alegações vagas sobre assimilação disfarçada, em um ranço geral que, ainda que não tenha soado falso, soou claramente desprovido de real substância.</p>
<p>Pois é importante se considerar algo importante sobre tão badalado discurso: na parte em que ele compara a Federação ao Borg, ele já passou o que fala para um ponto que seria mais ideológico do que qualquer coisa, um ponto que é uma crítica a Federação em geral, e tal crítica, tal visão, é algo basicamente ideológico, e não há nenhum indício de que Eddington tinha sequer pensado a respeito disto antes de deixar a Federação. E ter se levado em consideração tais elementos teria sido algo a mais a se inserir não apenas no personagem, mas também no arco, e acredito que teria incluindo tintas ainda mais interessantes em ambos.</p>
<p>Há, claro, também o elementos de busca da glória de líder em tempos difíceis, sobre o qual Sisko especula em determinados momentos de &#8220;For the Uniform&#8221; e &#8220;Blaze of Glory&#8221;, e é um elemento que não pode ser ignorado. Sisko analisa a admiração que Eddington demonstra por <em>Os Miseráveis</em>, o romance francês escrito por Victor Hugo, e como há mais na comparação feita por Eddington a Sisko e o livro – o próprio Eddington se vê na mesma situação. Eddington quer partir de modo grandioso, de modo significativo, e isto principalmente poderia ser incentivado por sentimentos ideológicos, ou egocêntricos. Como o primeiro é algo que tanto a causa Maqui como Eddingtontoda carecem, ficamos com o aspecto de glória pessoal para satisfazer o próprio ego, que Eddington pinta com tintas nobres a associar isto a uma causa maior.</p>
<p><strong>A incapacidade federada em lidar com o problema Maqui</strong></p>
<p><em>- Capitão, o senhor alguma vez lembrou a Frota Estelar de que eles colocaram Eddington aqui em DS9 porque eles não confiavam em mim?<br />
- Não.<br />
- Faça isto, por favor.</em></p>
<p>&#8211; Odo e Sisko, <strong>For the Uniform</strong>.</p>
<p>Ao longo de todos os episódios relacionados a crise Maqui, desde &#8220;Journey&#8217;s End&#8221;, em <strong>A Nova Geração</strong>, a Federação demonstrou uma incrível capacidade de meter os pés pelas mãos em tratar do problema, e de muitas maneiras, em uma situação onde tinha que optar por uma decisão entre várias possíveis, ela sempre optava pela pior possível, especialmente nas situações em que todas as opções eram de certa forma ruim.</p>
<p>Em situações deste tipo, havia muitos personagens que consideram que a Federação, já que está frente a isto, uma situação onde não há saída, onde todas as opções colocam a Federação em uma posição desfavorável, então ela deveria ir pelo menos pela opção que satisfaz o seu próprio pessoal. Por este ângulo, eu poderia entender a eventual seguinte opção federada: <em>&#8220;Embora poderia admitir que estivesse errada inicialmente sobre ter ocupado aqueles setores, o que aconteceu, aconteceu. Assim, a Federação deveria escolher lutar ao lado de seu povo, ao invés de abandoná-lo, e deveria fazer isto quer estivesse certa ou errada a respeito do real direito sobre as colônias. A defesa do seu pessoal ali deveria se sobrepor a isto tudo.&#8221;</em></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11185" title="paraiso09" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso09.jpg" alt="" width="210" height="158" />Este posicionamento &#8212; basicamente o mesmo do cenário número 3 que discutimos anteriormente neste artigo &#8212; embora eu pessoalmente o consideraria inadequado, seria um posicionamento no qual a Federação pelo menos teria a decência de pisar firme por algo em que acreditaria ser aquilo que deve prevalecer em relação a toda a situação, algo nas linhas de <em>&#8220;Sim, teria sido errado ocupar as colônias em primeiro lugar, tudo bem, mas a esta altura do campeonato, mais errado ainda seria abandonar os colonos, então não iremos ceder&#8221;</em>. E assim, federados e colonos, conscientes de sua escolha, certa ou errada, enfrentassem juntos e firmes as conseqüências de seus atos.</p>
<p>De muitas formas, isto seria semelhante ao que Israel tem feito ao longo dos anos, desde que ocupou a Cisjordânia após a Guerra dos Seis Dias, em 1967: embora se pode constatar claramente que a ocupação é ilegal após se fazer uma avaliação racional da situação, e assim tal situação é condenada pela comunidade internacional, Israel também não pode negligenciar o fato de que, tenha sido certo ou errado, colocou colonos no local e tais colonos fizeram ali seus lares. Retroceder agora e entregar sem mais nem menos o controle da região para os Palestinos é colocar aos colonos a seguinte situação: ou deixam seus lares e retrocedem para Israel, ou ficam no meio de um estado que é hostil a sua presença ali. Basicamente, a mesma situação na qual a Federação colocou os seus próprios colonos. Eu não tenho como concordar com esta eventual posição e racionalização da situação, mas entendo quais poderiam ser os sentimentos que poderiam levar a ela.</p>
<p>Posteriormente a implantação do tratado, inúmeras vezes a Federação também demonstrou não saber lidar adequadamente com o conflito que resultou desta decisão. Particularmente aos últimos três episódios do arco, Eddington percebeu claramente que Sisko estava levando suas operações contra os Maquis, particularmente se voltando contra ele, mais por questões pessoais do que qualquer outra coisa, como desejar que uma situação estável retorne a região. Apesar disto, em um raro surto de bom senso, o Almirantado Federado faz com que o Capitão em comando das operações contra Eddington mude, para o Capitão Sanders. Contudo, mesmo esta mudança de comando não melhora a situação, e depois, a Federação não tem como impedir que Sisko retome as rédeas, e também não demonstram reservas a esta atitude ou as suas táticas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11186" title="paraiso10" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso10.jpg" alt="" width="210" height="144" />Com a sua expertise prévia em procedimentos federados, Eddington sem dúvida utiliza isto muito bem a seu favor, aproveitando-se da suprema incapacidade e incompetência federadas de conseguirem coordenar o que quer que seja, para com isto dar um baile nos operativos federados enviados contra ele, e na turma da <em>Defiant</em> em particular. O que não quer dizer, é claro, que esta inaptidão federada em lidar adequadamente com a crise não tinha como virar-se contra ele. É o que de fato ocorre, com a iniciativa de Sisko em utilizar ele mesmo armas de destruição em massa contra as posições Maquis na Zona Desmilitarizada. Eddington desdenha da ameaça de Sisko como quem chama o seu blefe, mas o Capitão federado mostra-se impassível e plenamente firme e decidido, e Eddington pode reconhecer a seriedade de Sisko.</p>
<p>Chega a ser irônico, de muitas formas. Desde as mais remotas raízes da crise, vindas da Guerra Cardassiana da década de 2350, a Federação demonstrou uma capacidade sem igual de meter os pés pelas mãos e fazer as piores escolhas possíveis, mesmo em cenários onde só haviam escolhas ruins. E agora, no apagar das luzes da crise, ela se vê frente a uma situação onde um oficial de campo seu se valeu de armas de destruição em massa, sem sequer ter a mais ínfima autorização do governo federado para isto. E como visto ao final de &#8220;For the Uniform&#8221;:</p>
<p><em>- Benjamin, eu estou curiosa&#8230; o seu plano de envenenar os planetas maquis&#8230; você não providenciou a autorização com a Frota Estelar primeiro, providenciou?<br />
- Eu sabia que tinha esquecido de fazer algo.</em></p>
<p>&#8211; Dax e Sisko, <strong>For the Uniform</strong>.</p>
<p>Sisko sequer considera as eventuais conseqüências de seus atos, e sequer demonstra preocupação aqui neste momento com Dax. O resultado final é o que importa, e quanto a trâmites e considerações burocráticas, isto não o vai impedir de agir firme &#8212; é como se ele já soubesse de antemão que a Frota Estelar e o governo Federado não vão fazer absolutamente nada em relação a esta sua atitude. Duas hipóteses para esta aparente segurança demonstrada nesta cena: ou ele sabe que seus superiores são realmente um bando de bananas-sem-espinha que controlam um governo criminalmente omisso, e cuja opinião pública é composta de uma população apática e desinteressada, ou então ele sabe que estes mesmos superiores concordariam com o seu uso de armas de destruição em massa da maneira que fez, e não se opõe a uma situação em que a decisão de se usar tais armas está meramente com o comandante local. Ambos os casos não são atitudes moralmente justificáveis por Sisko e/ou pelo governo federado, para se dizer o mínimo.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11187" title="paraiso11" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso11.jpg" alt="" width="210" height="158" />&#8220;Ah, mas ninguém se feriu&#8221;, &#8220;Ninguém foi morto&#8221;. Verdade. Mas isto não muda o fato de que Sisko empregou armas de destruição em massa sem a autorização do governo federado, e absolutamente nada foi demonstrado como conseqüência deste ato, que supostamente deveria ser questionado por este governo. Mas, como de praxe, nada temos vindo do apático e ausente governo federado, e querer se racionalizar a decisão de Sisko e a falta de conseqüências a ela como algo justificável nas bases do &#8220;Ah ninguém morreu&#8221; é ignorar completamente as razões que fez da atitude de Sisko algo moralmente questionável em primeiro lugar.</p>
<p><strong>O Embate entre Eddington e Sisko</strong></p>
<p><em>- Sabe qual é o seu problema, Capitão? Você está levando isto para o lado pessoal. Não tinha que ser assim, isto não era sobre mim&#8230; eu não tenho antipatia ou ressentimentos contra você.<br />
- Eu gostaria de poder dizer o mesmo.<br />
- Realmente vale a pena arriscar a você mesmo, sua nave&#8230; sua tripulação&#8230; em uma vendeta pessoal? A Frota Estelar aprovaria?</em></p>
<p>&#8211; Eddington e Sisko, <strong>For the Uniform</strong>.</p>
<p>De muitas maneiras, a interação entre Eddington e Sisko, entre o final de &#8220;For the Cause&#8221; até o final de &#8220;Blaze of Glory&#8221; serve como um microcosmos de todo o arco, e das posições federadas e maqui nas questões da crise. Sisko segue um senso de dever racional para encarar o problema, mas sem perder de vista que de certa maneira, os maquis tem suas justificativas para lutar. Seu senso de dever contudo não faz com que ele abandone a sua convicção de que a solução federada encontrada é a que deve ser mantida, apesar de seus problemas, e a medida que o problema avança, a resolução deste se torna uma obsessão para si. Eddington, por outro lado, olha a crise toda como uma causa completamente justificável a ponto de ficar admirado em constatar que podem existir pessoas que pensam diferente do que ele, e para garantir a suposta validade moral daquilo que defende, faz racionalizações imprecisas e baseadas em falácias, ignorando aspectos específicos de todo o problema, no caso destes aspectos atrapalharem suas intenções de defesa de causa grandiosa.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11188" title="paraiso12" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso12.jpg" alt="" width="210" height="158" />Sem dúvida, a interação entre estes dois personagens é o ponto alto destes três episódios em particular. Temos um Eddington completamente diferente daquele que costumávamos ter, que até então fazia sua participação nas tramas de uma maneira tão neutra e tranqüila que praticamente soava como ruído branco. A isto, se contrapõe as reações de Sisko, e embora ele siga no seu melhor e não perca o rebolado em momento algum, Sisko não conseguia pegar o Maqui de guarda abaixada de modo a ele estar com a iniciativa – quando Sisko finalmente conseguiu isto, com a sua própria utilização de armas de destruição em massa, não hesitou em momento algum a aproveitar a oportunidade para o golpe final do embate.</p>
<p>Posteriormente, ele soube conduzir melhor sua interação com Eddington na missão de parar os supostos mísseis maquis. E embora &#8220;Blaze of Glory&#8221; não tenha sido realmente o melhor dos três episódios (&#8220;For the Uniform&#8221; o é), o seu diálogo com Eddington durante a missão está entre os melhores momentos entre os dois adversários, e um dos melhores de Sisko no geral. Mas embora Sisko estivesse sob controle da situação, isto não impediu Eddington de ter uma surpresa escondida no final, claro, ao revelar que aquele ardil todo era meramente um plano B para resgate de eventuais sobreviventes maquis. No frigir dos ovos, ao final de &#8220;Blaze of Glory&#8221;, Sisko foi quem restou de pé na arena, mas com um sentimento de &#8220;Bem jogado, Eddington, bem jogado&#8221; do que um nas linhas de &#8220;Eu venci, e na sua cara!&#8221; Uma pena realmente que &#8220;Blaze of Glory&#8221; seja realmente o final das possibilidades de interação entre dois tão fantásticos e bem construídos personagens.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p><em>- É isto, então, o fim dos Maquis?<br />
- Quem sabe? Poderia haver mais deles aí fora&#8230; se escondendo do Dominion, ganhando tempo&#8230;<br />
- Você quase parece demonstrar esperança por isto.<br />
- Há sempre algo de atrativo sobre uma causa perdida.</em></p>
<p>&#8211; Dax e Sisko, <strong>Blaze of Glory</strong>.</p>
<p>Com &#8220;Blaze of Glory&#8221;, chegamos aos atos finais do arco Maqui. Dentro do contexto onde existe o universo de <strong>Jornada nas Estrelas</strong>, o que teria sido do movimento deste ponto em diante? Como podemos ver nesta quinta temporada de <strong>Deep Space Nine</strong>, quando Cardássia se juntou ao Dominion, uma das primeiras coisas que eles fizeram foi varrer do mapa toda a presença Maqui nos territórios que compunham a até então Zona Desmilitarizada, tal qual Dukat afirmou que faria.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11189" title="paraiso13" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso13.jpg" alt="" width="210" height="158" />Não posso comentar muito mais para poupar o artigo de &#8220;spoilers&#8221;, mas é suficiente dizer que, considerando o contexto em que o desfecho da guerra irá ocorrer, as razões mais básicas para a crise Maqui terão desaparecido, e também pela já comentada falta de raízes ideológica realmente profundas, o movimento como um todo teria chego a seu fim definitivo, restando eventualmente apenas células isoladas aqui e ali, com zero de força política ou relevância.</p>
<p>Em <strong>Voyager</strong>, a situação terá sido semelhante – o fato de a questão Maqui ter sido deixada de lado nesta série até bem antes do arco Maqui ter sido resolvido em definitivo em <strong>Deep Space Nine</strong> acaba sendo algo que ajuda a demonstrar como teria sido efêmero e circunstancial as motivações para o levante, o qual sempre teria carecido de raízes mais profundas.</p>
<p>Todos estes aspectos que debati aqui neste artigo teriam sido intencionalmente desenvolvidos pelas diversas equipes criativas que trabalharam com tramas Maqui? Difícil dizer, e muito provavelmente não. Contudo, isto está longe de ser algo indesejável, muito pelo contrário. Sem dúvida alguma que houve uma clara intenção de mostrar os federados por ângulos mais cinzentos, de maneira a demonstrar que mesmo os nobres federados são capazes de atos duvidosos. Só que como podemos ver, não foi apenas isto que foi possível se retirar deste excelente arco que agora termina. O arco Maqui teve tantos elementos interessantes e tantos aspectos ricos em possibilidades, que foi possível se desenhar um contexto onde realmente todos os participantes poderiam ter aspectos sombrios e motivações desprezíveis, incluindo os maquis; e todos os participantes poderiam ter justificáveis e boas posições, incluindo os cardassianos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/j2zcYesJjo8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/j2zcYesJjo8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><em>Trailer original de &#8220;Blaze of Glory&#8221;</em></p>
<p>O resultado foi um claro &#8220;no-win scenario&#8221;, especialmente para a Federação, ou seja, um caso onde não importa qual seja o resultado, qual seja a decisão tomada, alguém tem que ceder e alguém tem que ficar desgostoso, e não interessa o quão &#8220;evoluídos&#8221; eles fossem, eles não conseguem encontrar maneira de satisfazer a todos, de encontrar a solução pacífica ideal. Resta se debater a respeito de qual saída é a menos pior, e exatamente isto é uma das coisas que ilustram bem todo o potencial que o arco Maqui teve, e o qual infelizmente não foi desenvolvido a este total potencial.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-11190" title="paraiso14" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/03/paraiso14.jpg" alt="" width="210" height="158" />E havia potencial para o arco ter sido muito mais explorado, sem dúvida alguma. Infelizmente, através do desenvolvimento geral de <strong>Deep Space Nine</strong>, o arco Maqui foi sendo gradativamente deixado de lado para dar lugar ao arco que mostrou a Guerra com os Klingons durante a quarta temporada, arco este que foi um elemento do arco maior que levou a Guerra Dominion, tão cantada em prosa e verso através do fandom como o ponto alto de <strong>Deep Space Nine</strong>, e uma das razões, senão a principal, desta série ter a qualidade que tem.</p>
<p>Contudo, eu não compartilho desta opinião sobre o arco da Guerra Dominion. Enquanto conflito político, econômico, social e militar, o arco da Guerra Dominion foi muito mal desenvolvido, e acredito foi uma enorme perda de tempo que desviou <strong>Deep Space Nine</strong> de caminhos que teriam sido ainda mais proveitosos para a série, onde ela teria tido ainda mais qualidade. Embora a quinta, sexta e sétimas temporadas de <strong>Deep Space Nine</strong> tenham tido inúmeros excelentes episódios, muitos destes ligados diretamente bem ao arco Dominion, eu considero que isto se deu quase que exclusivamente aos pontos fortes gerais de <strong>Deep Space Nine</strong> – o desenvolvimento dos personagens, e as maneiras pelas quais eles interagem entre si frente as situações que tem que conviverem. Embora a guerra em si os tenha colocado nas situações que enfrentaram, ela em si enquanto arco de trama não foi boa, e não aproveitou <strong>Deep Space Nine</strong> a todo o seu potencial, pois estes pontos fortes da série já estavam cristalizados muito antes do arco Dominion tomar para si todo o oxigênio do ambiente.</p>
<p>Pois como sempre tenho dito, <strong>Deep Space Nine</strong> foi uma série cuja qualidade foi bem mais constante do que se costuma considerar. Sim, a série teve um aumento na sua qualidade das primeiras temporadas para as últimas, mas este crescimento foi bem mais suave e gradativo do que se costuma acreditar. Não considero suas primeiras temporadas de modo algum fracas, especialmente a segunda e terceira, e as temporadas seguintes, boas que são, também não são o ápice de qualidade máxima que o fandom costuma considerar. O arco Maqui e seus elementos relacionados colaboram muito nesta minha visão geral da qualidade de <strong>Deep Space Nine</strong>, uma vez que a maioria de seus elementos estão concentrados nas primeiras temporadas da série.</p>
<p>Uma situação onde o arco maqui fosse desenvolvido a todo o seu potencial, poderia nos ter oferecido um ótimo e constante campo para forte desenvolvimento de personagem, teria tido elementos de trama com forte peso social e político, tudo isto elementos pelos quais <strong>Deep Space Nine</strong> é conhecida e aclamada, e também teríamos tido todas a considerações sobre exploração da fronteira final pela qual <strong>Jornada nas Estrelas</strong> em geral é aclamada. Mas, ao invés disto, tivemos a Guerra Dominion. Bem, já que é o que resta, então vamos a ela.</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado no conteúdo clássico do <strong>Trek Brasilis</strong>.</em></p>


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		<title>Kate Mulgrew relembra série Voyager</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Na comemoração do 15º aniversário de Voyager, a quarta série de Jornada, o site TrekMovie conversou com Kate Mulgrew, conhecida por fazer a capitã Janeway. A atriz falou sobre o início de seu trabalho na franquia e sua luta para se firmar no elenco principal. Ela também expressou o desejo de voltar a fazer o mesmo papel. Star Trek: Voyager foi a quarta série televisiva da franquia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Kate-Mulgrew.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-10412" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Kate-Mulgrew.jpg" alt="" width="200" height="153" /></a>Na comemoração do 15º aniversário de <strong>Voyager</strong>, a quarta série de Jornada, o site <a href="http://trekmovie.com/2010/01/19/voy15-kate-mulgrew-talks-to-trekmovie-about-15-years-of-voyager-beyond-audio/" target="_blank">TrekMovie</a> conversou com Kate Mulgrew, conhecida por fazer a capitã Janeway. A atriz falou sobre o início de seu trabalho na franquia e sua luta para se firmar no elenco principal. Ela também expressou o desejo de voltar a fazer o mesmo papel.</p>
<p><span id="more-10411"></span></p>
<p><strong>Star Trek: Voyager</strong> foi a quarta série televisiva da franquia de Jornada nas Estrelas. Ela foi criada por Rick Berman, Michael Piller e Jeri Taylor, e foi exibida pela emissora UPN em 16 de janeiro de 1995 por sete temporadas. A série tem como foco a nave Voyager, que em sua primeira missão desaparece na região das Bandlands, tendo de atravessar 70.000 anos-luz de distância para retornar a Terra.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você está consciente de que é o 15 º aniversário da exibição de <em>Caretaker</em> (primeiro episódio de Voyager)?<br />
</strong></span><br />
&#8220;Eu não posso acreditar nisso. Na verdade, eu não teria tido conhecimento, até que você entrar em contato conosco. Isso é absolutamente inconcebível. Parece, no máximo, cinco anos atrás. Não é fantástico?&#8221;</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Então, olhando para trás, agora que você tem a perspectiva do tempo, o que você acha do legado de Voyager, dentro de Jornada?</strong></span></p>
<p>&#8220;Provavelmente, fui a primeira mulher capitão. Essa foi uma ousada e acho muito sábia decisão, pelos poderosos da Paramount e da UPN. Será lembrada dessa forma. Ela será lembrada como uma nave destemida, um grupo interessante, uma criação muito inovadora do Doutor, que significa a tecnologia abraçando a humanidade e vice-versa. A solidão e o isolamento de Janeway. A distinção entre os dois. Seu amor por sua equipe e da natureza transcendente deste amor, que eu não estou certo de que já tinha sido visto antes&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você falou sobre o primeiro capitão mulher e a importância disso. Você acha que olhando para os seus fãs e os fãs da série versus outras séries, que a Voyager foi mais bem sucedida em trazer mulheres e meninas como os fãs?</strong></span></p>
<p>&#8220;Eu não penso que haja qualquer dúvida sobre isso. Eu sei disso! E isso é como deveria ser. Somos uma sociedade e uma cultura que vive pelo exemplo e persevera pelo exemplo, e assim se virmos uma mulher no lugar do capitão, elas são desenhadas para seguir essa jornada. Eu sei que arregimentei um número crescente de jovens cientistas, garotas de todos os setores da ciência, que foram atraídas pela Janeway e sua jornada. Que é talvez o aspecto mais gratificante desta década em minha vida, que eu sei que eu influenciei e impressionei a vida de muitas jovens. E endossei muitas mulheres de meia idade que eu acho que provavelmente não de outra forma sentida, não como persona non grata, mas a sociedade não as leva a sério como os seus colegas masculinos. Por isso, é apenas outra subida no degrau da escada&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Geneviève-Bujold-VOY.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10430" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Geneviève-Bujold-VOY.jpg" alt="" width="284" height="212" /></a>Falando de quinze anos atrás, e das filmagens de <em>Caretaker</em>, o que foi intimidante para você? Não foi só substituir os três capitães do sexo masculino, mas também literalmente entrando no lugar de outra atriz? [Geneviève Bujold, que foi substituída por Mulgrew depois de 2 dias no trabalho]<br />
</strong></span><br />
&#8220;Eu diria que não fico facilmente intimidada, muito menos quando se trata de minha carreira. Isso eu considerei desde o início como uma oportunidade. Não houve tempo para a intimidação. Se houve alguma coisa, eu superei as expectativas e fiz do meu jeito . Quando saiu, eu sobrevivi! [risos]&#8221;</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você assistiu algumas das filamgens com Bujold antes que você começasse?</strong></span></p>
<p>&#8220;Não. Eu não tive interesse. Por que eu iria fazer isso? Isso seria como me travasse. Isso aconteceu muito rápido. Foi um nocaute. Eu ganhei. Fui trabalhar quatro dias depois&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Então você teve que fazer isso novamente quando mudaram o seu cabelo.</strong></span></p>
<p>&#8220;Eles não paravam de mudar meu cabelo até que eu dissesse a eles que eu iria embora, se não deixassem as mãos longe de mim&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Mulgrew-penteado.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10432" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/Mulgrew-penteado-300x238.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a>Por quantos estilos eles passaram?</strong></span></p>
<p>&#8220;Eu não sei, mas foi terrível, e foi apenas mais um exemplo de contratação de uma fêmea. Eu não quero ser cruel, mas certamente não fizeram isso com Patrick Stewart, fizeram? [risos] &#8230; Os homens não sabem lidar com isso. Você não tem idéia de quanto irritante é quando você tem dez pessoas cochichando ao seu redor como abelhas, como mosquitos, e é tudo sobre como você se parece, mas você tem que dar um monólogo de cinco página no vórtice ou nebulosa ou onde quer que seja, e seu íntimo, seu cabelo, seu isso, seu aquilo. E é aí onde fica desigual, muito desigual&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Me lembro da Chase Masterson de Deep Spsace 9 me dizendo que as atrizes teriam que gastar tanto tempo fazendo maquiagem beleza quanto os que fazem alienígenas com todas as próteses. Achei isso surpreendente.<br />
</strong></span><br />
&#8220;Não é de se surpreender, é inaceitável. Somos contratadas pelo nosso visual. Se eu tivesse aparência engraçada, não teria sido contratada para ser a capitã Janeway. Eles precisam e querem um bom visual feminino inicial, mas depois eles vêem o que você pode fazer, é um absurdo!&#8221; </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você também trabalhou com os escritores, você teve idéias?<br />
</strong></span><br />
&#8220;Claro que eu tive, e eu sentia muito fortemente as idéias. Eu era parte da história de Leonardo daVinci (episódio <em>Darkling</em>). Eu queria tanto explorar o seu lado criativo. Eu pensei que seria muito interessante ver mais de sete anos, como Janeway cresceu de forma criativa, imaginativa. E como ela usou o holodeck. Então isso era eu. Acho que os grandes temas e questões, como o suicídio, foram meus. A solidão, no que se refere a um capitão do sexo feminino, era minha (idéia). Uma história completa para contar. Eles tocaram isso de forma cautelosa e não perfeitamente acabada. Eu posso entender isso, o capitão se destina a conduzir&#8230;&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Durante a série, houve uma série de debates na sala de escritores sobre como abordá-la. Se deveria ser mais serializada, de caráter mais focalizado, ou mais sci-fi etc. Você estava ciente destes debates filosóficos na época? Será que a opinião do elenco nunca pesou sobre o que eles queriam?<br />
</strong></span><br />
&#8220;Sim, mas nós estávamos apenas tangencialmente envolvidos. Não se esqueça que estávamos muito separados. Nossos estúdios ficavam muito distantes das salas dos roteiristas. Para ver (Rick) Berman ou (Brannon) Braga, eu teria de ter um carrinho, ir até lá e ter a oportunidade, o que nunca tive. Com apenas meia-hora para o almoço, estas coisas são muito difíceis, e eu estava filmando até dezoito horas por dia. Então você está falando sobre o tempo e a separação entre Igreja e Estado. [risos] Quer dizer, Berman, quem eu só tive um almoço na semana passada, foi sempre muito sensível, como foi o Brannon. Eu sempre pensei no Brannon como sendo excepcionalmente talentoso. E eles me ouviam. Eles ouviam com grande atenção, quando os números da audiência cresceiam. Eles queriam ver se eu poderia carregar o público masculino e uma vez que foi estabelecido, eles ficaram mais respeitosos&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/endgame.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-10435" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/endgame.bmp" alt="" width="342" height="256" /></a>A série terminou com <em>Endgame.</em> Você ficou feliz com a forma como terminou? Você sentiu  que o final fechou todas as pontas soltas ou houve algumas que você queria fazer?</strong></span></p>
<p>&#8220;Eu estava muito envolvida com <em>Endgame</em> e estava completamente de acordo com essa idéia. Eu sugeri que alguém tinha de fazer isso, por isso tivemos a almirante. Tinha que ser a almirante ou a capitã. Você não pode amarrar as coisas muito bem e sucintamente com um arco agradável, quando se trata de uma franquia como Jornada. Muito aconteceu e muito está em jogo, e quem sabe quando ela voltará. Penso que fizemos o melhor que podíamos. Sei que foi um final polêmico, mas assim foi com  <em>All Good Things</em> ( final de <strong>A Nova Geração</strong>). Você não pode ganhar o coração quando você diz adeus, porque dizer adeus é difícil&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Falando de almirantes, a Almirante Janeway voltou em Nemesis. Mas ao longo dos anos, houve alguma discussão a cerca de Voyager, você ou o elenco, em possível filme?</strong></span></p>
<p>&#8220;Acho que houve algumas discussões, claro que sempre que há proveito, há conversa, mas parece que não levou a nada. No entanto, penso que é uma conversa no espaço, você sabe o que quero dizer? É uma parte do continuum. [risos] E se  for adiante, ele será realizado. Mas até esse momento, é sempre sobre o valor de mercado. É por isso que este filme atual (<strong>Star Trek</strong>) voltou, e foi um prequel. Como uma cultura, estamos conectados para encontrar jovens mais interessantes do que pessoas mais velhas. Essa é apenas a maneira como ela é. Mas pode haver um tempo para algum tipo de grande reunião, que seria bastante interessante, não é? Eu gostaria de ver Picard e Janeway e Kirk juntos, seria fabuloso&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Que Kirk? Há dois agora.</strong></span></p>
<p>&#8220;Estou falando do meu amigo, Bill Shatner&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você estaria interessada em se envolver com os filmes de J.J. Abrams também?</strong></span></p>
<p>&#8220;Eu estaria. Odiaria pensar que eu já dei o final e definitivo adeus a Kathryn Janeway. Que foi quase uma década de minha vida. Eu criei meus filhos durante esse período. Eu perdi muito e ganhei muito. Eu me casei e divorciei. Foi enorme em todos os sentidos e formou o resto da minha vida. Você, então, não quer dizer adeus a esse personagem. Você quer manter esse personagem o maior tempo possível, através de tudo. [risos]&#8221;</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Fora do mundo de Jornada, o que nos pode dizer o que está acontecendo com Kate Mulgrew em 2010?</strong></span></p>
<p>&#8220;Bem, eu estou fazendo essa série chamada <em>Mercy</em> para a NBC. Eu interpreto a mãe do protagonista. Isso é interessante. Eu fiz um filme no verão chamado <em>The Best and the Brightest</em>, que será lançado este ano. E eu estou procurando um grande papel. <em>Equus</em> eu fiz no ano passado, mas agora eu estou procurando um realmente grande. E eu confio que virá. Minha vida foi muito completa e muito rica, nos últimos nove meses. Posso dizer-lhe que, sem entrar em detalhes, para tornar mais misterioso. A vida é boa&#8221;.</p>


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		<title>Jeri Ryan fala sobre Sete de Nove e novo trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[A atriz Jeri Ryan é provavelmente mais conhecida como Sete de Nove, a Borg sexy da série Voyager. Em entrevista ao site Sheknow Ryan falou sobre o tempo em que esteve na franquia e seu novo personagem na série de TV Leverage. De descendência alemã, Jeri Lynn Zimmerman cursou Artes Cênicas e conquistou o prêmio de Miss Illinois e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/jeri-ryan.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-10256" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/jeri-ryan-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A atriz Jeri Ryan é provavelmente mais conhecida como Sete de Nove, a Borg sexy da série <strong>Voyager</strong>. Em entrevista ao site <a href="http://www.sheknows.com/articles/813117" target="_blank">Sheknow</a> Ryan falou sobre o tempo em que esteve na franquia e seu novo personagem na série de TV<em> Leverage</em>.</p>
<p><span id="more-10253"></span></p>
<p>De descendência alemã, Jeri Lynn Zimmerman cursou Artes Cênicas e conquistou o prêmio de Miss Illinois e o terceiro lugar no concurso de Miss America em 1990.  No mundo artístico, ela fez sua estréia na série dramática <em>Who&#8217;s the Boss?. O</em> seu bom desempenho valeu a participação em vários outros seriados como <em>Melrose Place</em>, <em>Matlock,</em> <em>The Sentinel&#8230;</em></p>
<p>Antes de Jornada, Ryan chegou a trabalhar numa série de ficção científica,<em> Dark Skies,</em> que foi cancelada já na primeira temporada.</p>
<p>Em 1997, Ryan foi escalada para interpretar Sete de Nove, uma Borg sensual, na criticada série <strong>Voyager</strong><em>. </em>Sua entrada se deu<em> </em>a partir do fim terceira temporada<em>. </em>Rumores de bastidores diziam, na época, que  Mulgrew (Capitã Janeway) e Ryan não estavam se dando bem, o que foi negado, mais tarde, pela própria Mulgrew.</p>
<p>Anos depois de <strong>Voyager</strong> ter acabado, Ryan ainda é reconhecida por seu papel e se sente grata pelo seu trabalho poder continuar após o fim da série. &#8220;Tenho muita sorte de ter tido um papel que foi tão bem escrito que era tão rico para interpretar como uma atriz e que se tornou um personagem icônico&#8221;, disse ela.</p>
<p>&#8220;Não olhe como se eu estivesse desdenhando&#8221;, disse ela. &#8220;Estou muito grata por isso, o que é muito raro. É bom que ela tenha causado uma boa impressão nas pessoas e que gostei muito&#8221;.</p>
<p>Mas estar no elenco de Jornada veio com um preço. &#8220;Também é assustador começar em Jornada, pois é notório pelos atores que ficam de lado&#8221;, disse Ryan referindo-se ao medo de ficar estereotipado pelo personagem. &#8220;Eu me sinto incrivelmente afortunada, já que eu tenho trabalhado bastante e constante desde então&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/leverage.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-10261" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2010/01/leverage-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Após o fim da série <strong>Voyager</strong>, Ryan teve participação em <em>Boston Public, </em><em>Two and a Half Men, Um Estranho no Paraíso, </em><em>Boston Legal e</em> <em>Shark. A</em>tualmente, ela juntou-se ao elenco de <em>Leverage</em>, para alguns episódios. &#8221;Foi muito atraente para mim ter apenas sete episódios&#8221;, disse a atriz, &#8220;em parte porque as filmagens são em Portland e minha família está em Los Angeles. Mas também é incrivelmente livre. Você não precisa se preocupar com um enredo de vários anos. Você não tem de se preocupar como uma cena afeta os relacionamentos dos personagens em épocas de três, quatro e cinco anos. É divertido. É uma rápida participação&#8221;. A série <em>Leverage</em> já teve a participação especial de vários atores de Jornada como Armin Shimerman (Quark), Brent Spiner (Data) e Wil Wheaton (Wesley), até mesmo Jonathan Frakes (Riker) dirigiu um dos episódios.</p>
<p>Jeri Ryan está com 41 anos e é mãe de dois filhos.</p>
<p>Para saber mais sobre Jeri Ryan e a produção da série <strong>Voyager</strong>, você poderá encontrar no<a href="http://www.trekbrasilis.org/classico/voy/producao/index.htm" target="_blank"> Conteúdo Clássico </a>do TrekBrasilis.</p>
<p>Fonte:<span style="color: #000000"> </span><a href="http://www.trektoday.com/content/2010/01/ryan-on-trek-and-leverage/#more-8157" target="_blank"><span style="color: #000000">TrekToday</span></a></p>


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		<title>Mulgrew fala da série Voyager e de Star Trek</title>
		<link>http://www.trekbrasilis.org/2009/10/31/mulgrew-fala-da-serie-voyager-e-de-star-trek/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 13:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o lançamento de promoção do mais novo game, Dragon Age Origins, a atriz Kate Mulgrew (capitão Janeway) que cedeu sua voz para o joguinho, foi entrevistada pelo site SciFi Now, onde defendeu a série em que participou, Voyager, e falou um pouco sobre o novo filme da franquia, Star Trek.  Qual é a sua melhor recordação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/10/captain-Janeway.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9082" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/10/captain-Janeway.jpg" alt="captain Janeway" width="90" height="127" /></a>Durante o lançamento de promoção do mais novo game, <em>Dragon Age Origins</em>, a atriz Kate Mulgrew (capitão Janeway) que cedeu sua voz para o joguinho, foi entrevistada pelo site <a href="http://www.scifinow.co.uk/news/interview-kate-mulgrew/" target="_blank">SciFi Now</a>, onde defendeu a série em que participou, <strong>Voyager,</strong> e falou um pouco sobre o novo filme da franquia, <strong>Star Trek</strong>. </p>
<p><span id="more-9081"></span></p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Qual é a sua melhor recordação da série Voyager?</strong></span></p>
<p>Mulgrew: &#8220;As amizades, eu acho. Não posso escolher uma, mas posso dizer que fiz amizade com Bob Picardo (Doutor) e McNeill Robbie (Tom Paris) e outros, grandes amigos, amigos para sempre. Certas verdades, e intimidades foram compartilhadas durante sete anos e foram profundamente comoventes. Então, na medida em que o trabalho foi por quase uma década da minha vida, essas amizades me permitiram abraçá-las completamente&#8221;. </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Como capitão da Frota Estelar do sexo feminino, pode-se argumentar que você incorporou a mensagem de Roddenberry da igualdade muito mais do que Kirk e Picard fizeram?</strong></span> </p>
<p>Mulgrew: &#8220;Claro que sim! Eu acho que Roddenberry queria muito por um capitão para explorar a sua própria humanidade, através de todas as outras espécies exóticas que ele ou ela iria encontrar. E eu acho que me foi permitido isso, eu lutei por isso. Eu disse para os produtores, no início, que só tinha realmente uma maneira de ir aqui. Você tinha que me deixar comandar da raiz de minha própria natureza, que é para &#8220;amar e proteger &#8220;, que consiste em introduzir um grau de leveza sobre esta nave que se perdeu no espaço, que é formar amizades. Eu queria que ela se desenvolvesse ao longo dos sete anos, e acho que consegui isso. Espero que tenha feito&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888"><strong>A série atraiu algumas críticas dos fãs por causa do humanização dos Borgs ao longo dos anos. Você diria que eles se tornaram menos eficazes como adversários quando a série continuou?</strong></span></p>
<p>Mulgrew: &#8220;Eu não sei, eu quero dizer que Sete de Nove foi uma personagem muito forte e poderosa para trazer a bordo, na humanização da espécie, por isso talvez que suavize essa relação contraditória, mas eu não acho que de algum modo tenham atenuado o horror deste confronto final entre Janeway e a Rainha Borg. Eu não acredito que, por um minuto, quando você viu o cubo Borg aproximando-se da Voyager, não sentiu um frio terrível na sua espinha. Penso que com os Borgs, a resistência é inútil, e na pessoa de Sete de Nove, era apenas uma forma de tentar uma maior compreensão da visão de Roddenberry&#8221;. </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Há um episódio que se destaca para você como um favorito?</strong></span> </p>
<p>Mulgrew: &#8220;Eu amei <em>Death Wish</em> (Desejo Fatal segunda temporada). A discussão sobre o suicídio no continuum, porque eu achava que foi a primeira vez que realmente vimos Janeway em um dilema. E isso é o melhor de Jornada, quando o dilema é filosófico. Eu também adorei <em>Counterpoint</em> (Contraponto &#8211; quinta temporada), onde eu poderia ter um pouco de amor. Eu amei <em>Endgame</em> (episódio final), onde teve a minha mão em quase todos os aspectos disso. Eu gostei muito deles. Alguns deixaram um pouco a desejar, mas a maioria, eu creio que ficou muito bem feito&#8221;. </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você já viu o novo filme de Star Trek?</strong></span> </p>
<p>Mulgrew: &#8220;Não, eu imagino que vou ser solicitada para falar disso o tempo todo. Eu não assisti, mas não por qualquer motivo ruim, foi por motivo de comodismo. Eu fiz a minha Jornada, e quero aproveitar isso quando eu ver o filme, eu quero estar confortável quando eu ver isso, então eu vou esperar até que eu possa vê-lo na minha sala. Entendo que ambos os jovens (Pine e Quinto) são extraordinários. Eu tenho certeza que foi muito bem feito. Eu só quero vê-lo no conforto da minha casa&#8221;. </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Você consideraria um retorno da personagem de Janeway?</strong></span> </p>
<p>Mulgrew: &#8220;Eu gostaria, eu adoraria voltar a fazer Janeway. Eu adoraria fazer ela em um filme, seria ótimo&#8221;. </p>
<p><span style="color: #888888"><strong>Portanto, se J.J. Abrams viesse a oferecer &#8230;?</strong></span> </p>
<p>Mulgrew: &#8220;Eu adoraria fazer isso! Eu acho que ele seria sábio fazê-lo, não é? Ele deveria por Picard e eu lá dentro. Acho que essa é uma idéia brilhante&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://trekweb.com/articles/2009/10/29/Kate-Mulgrew-Says-She-Havent-Seen-JJ-AbramsnbspTrek-Movie-Yet-Would-Love-to-Play-Admiral-Janeway-Again-in-a-Future-Star-Trek-Movie.shtml" target="_blank"><span style="color: #000000">TrekWeb</span></a>.</p>


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		<title>Stewart e Mulgrew falam de Jornada na DragonCon</title>
		<link>http://www.trekbrasilis.org/2009/09/12/stewart-e-mulgrew-falam-de-jornada-na-dragoncon/</link>
		<comments>http://www.trekbrasilis.org/2009/09/12/stewart-e-mulgrew-falam-de-jornada-na-dragoncon/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 02:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes para Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[Na convenção da DragonCon 2009, além da presença de William Shatner (Kirk) e Leonard Nimoy (Spock) tivemos mais duas celebridades de Jornada estiveram no evento. O ator Patrick Stewart (Picard) e a atriz Kate Mulgrew (Janeway) falaram ao público sobre seus trabalhos nas séries e o filme Star Trek. A presença de Patrick Stewart foi considerada uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/stewart-e-mulgrew.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8248" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/stewart-e-mulgrew.jpg" alt="stewart e mulgrew" width="158" height="127" /></a>Na convenção da DragonCon 2009, além da presença de William Shatner (Kirk) e Leonard Nimoy (Spock) tivemos mais duas celebridades de Jornada estiveram no evento. O ator Patrick Stewart (Picard) e a atriz Kate Mulgrew (Janeway) falaram ao público sobre seus trabalhos nas séries e o filme <strong>Star Trek</strong>.</p>
<p><span id="more-8245"></span></p>
<p>A presença de Patrick Stewart foi considerada uma grata surpresa, uma vez que o ator, já há um bom tempo, não vinha participando das várias convenções que se realizaram. De acordo com um relatório da <a href="http://dailydragon.dragoncon.org/2009/the-definitive-patrick-stewart/" target="_blank">DailyDragon</a>, Stewart disse à multidão que estava &#8220;nervoso e inseguro&#8221;, mas, quando pegou o microfone já se sentiu mais à vontade para conversar.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/Chains-of-Command.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8253" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/Chains-of-Command.jpg" alt="Chains of Command" width="292" height="219" /></a>&#8220;Para Stewart, seus episódios de <strong>A Nova Geração</strong> favoritos são: <em>A Família</em> e o duplo <em>Cadeias de Comando</em>. Cada um desses dois episódios mostra não apenas a natureza complexa e contraditória do personagem Jean Luc Picard, mas também o talento perfeito de Stewart&#8221;, disse o artigo. </p>
<p>Falando sobre seus ex-companheiros de elenco, Stewart mencionou seu respeito por Jonathan Frakes (Riker). Uma das melhores lembranças de Stewart foi quando Frakes teve a primeira chance para dirigir um episódio da série na terceira temporada (<em>The Offspring</em>  &#8211; Descendência). Ele disse que Frakes estava &#8220;muito confiante desde o início&#8221;. O velho capitão Picard sentiu-se orgulhoso por ter testemunhado o início de uma carreira maravilhosa na direção, do seu colega de série.</p>
<p>Segundo o artigo do DragonCon, &#8221;parte do contrato original de Stewart com a Paramount envolveu um compromisso de assinatura para seis anos da série. Stewart hesitou, uma vez que tinha outros projetos que ele não queria desistir. Todo mundo em Hollywood, que ele conhecia, garantiu que <strong>A Nova Geração</strong> não iria possivelmente dar certo e que seria uma sorte sobreviver à primeira temporada. Engraçado como as coisas mudam&#8221;, disse o artigo.</p>
<p>Quando o assunto foi <strong>Star Trek</strong>, ele falou com carinho de J.J. Abrams e do filme, chamando-o de &#8220;absolutamente fantástico&#8221;. Ao ser perguntado se considerava a idéia de fazer uma aparição no próximo longametragem, ele disse: &#8220;Sinto que deixei um legado de Jean-Luc Picard que não precisa mais ser adicionando&#8221;.</p>
<p>Em matéria de Nimoy, Stewart afirmou que estava &#8220;um pouco temoroso quanto a sua presença no cenário&#8221; (em <em>Unification</em> &#8211; Unificação), mas ficou impressionado com o humor de Nimoy, além de sua dignidade e entusiasmo. Já quanto ao Sr. Shatner, por outro lado. &#8220;Uma longa pausa se seguiu, após a qual ele acrescentou:&#8221; Ele é notável, não é?&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/Kate-Mulgrew.jpg"></a><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/capita-Janeway.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8265" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/capita-Janeway.jpg" alt="capita Janeway" width="164" height="200" /></a>Outro capitão presente na DragonCon foi a atriz Kate Mulgrew, capitã Janeway da série <strong>Voyager</strong>.</p>
<p>De acordo com artigo do DailyDragon, Mulgrew relatou que seu mandato como Janeway foi a década mais difícil de sua vida, como profissional. Como o terceiro capitão da franquia (ela referia-se a capitão de nave, não considerando a estação espacial <strong>Deep Space Nine</strong>, como uma) e a &#8221;primeira&#8221; moça, descreveu um &#8220;sentimento de privilégio e terror&#8221;, e uma &#8220;nova fronteira, parafraseando&#8221; o que ela chamou de &#8220;mantra de Jornada&#8221;.  </p>
<p>Ela salientou ainda que não havia necessidade de artifícios femininos e interesses românticos para estabelecer Janeway como uma líder. Depois de algumas batalhas iniciais sobre seu estilo de cabelo e uniforme, os produtores deixaram &#8220;à sua própria sorte&#8221; e &#8220;dentro de duas temporadas, toda a audiência mudou e ampliou. Você é a maior audiência no mundo&#8221;. </p>
<p>Ela lembrou que para a série &#8221;deu o melhor que pode. Certamente eu tentei com os dois diabinhos, refiro-me aos filhos, em casa&#8221;, brincou.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/janeway.jpg"></a>Mulgrew disse que ela &#8220;ama a ficção científica&#8221; e &#8220;ama a ciência, de uma forma exaltada e diferente de pensar.&#8221; Ilustrando o desenvolvimento do caráter de Janeway, ela descreveu que experimentou &#8220;um profundo sentimento de todas as espécies, gêneros, credos, classes&#8221;. Ela entendeu a capacidade de sua personagem em &#8221;amar e compreender as qualidades de liderança dentro de sua própria humanidade&#8221;.</p>
<p>Kate Mulgrew também foi entrevistada para a cancelada revista britânica Star Trek Monthly, em sua última edição. Ela falou de seu trabalho no filme <strong>Nemesis</strong>.</p>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/Adm-Janeway.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8267" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/09/Adm-Janeway.jpg" alt="Adm Janeway" width="350" height="280" /></a>&#8220;Fiquei muito feliz por receber essa chamada. Fiquei encantada por estar dando ao Capitão Picard (Patrick Stewart) suas ordens, como há muito tempo eu queria fazer. Rick me ligou e disse: &#8220;Gostaria que você viesse e fizesse essa ponta para nós. Você pode fazer isso? &#8220;. Eu disse que sim. Foi muito simples. E realmente não levou um dia no set. Eu fiquei uma hora, talvez duas no máximo. Estava na estação de som e Patrick Stewart estava fora da câmera, e a cena era basicamente eu dizer a ele o que fazer. Foi muito rápido. Foi extremamente organizado. Rick Berman, desceu para o cenário e Patrick foi, como sempre, muito gentil. E foi isso. Eu tinha que pegar um avião em questão de horas, por isso foi muito rápido e foi muito gratificante. A filmagem em si foi só comigo. O capitão Picard não estava na filmagem com a Capitã Janeway&#8221;.</p>
<p>E sobre a promoção para almirante? </p>
<p>&#8220;Foi interessante, o uniforme eu coloquei foi uniforme de Almirante Janeway, não de Capitã Janeway. Há uma diferença. Não é apenas um uniforme para mim. Você tem que entender, esses tipos de detalhes são muito importantes para o ator. Certamente, eu já não sou o capitão de uma nave destemida que havia ficado perdida no espaço há tanto tempo. Eu sou agora almirante &#8211; bem e verdadeiramente fixada em uma posição de alto comando. Assim como a atriz, mesmo que por apenas para uma ou duas horas eu estava lá, eu tentei levar isto a outro nível&#8221;.</p>
<p>E quanto as chances da atriz Mulgrew, da Capitã Janeway ou Almirante Janeway aparecerem em algum  filme futuro?</p>
<p>&#8220;Eu já disse isso antes e continou dizendo: é tudo especulação de que eu iria colocar um uniforme novo. Foi especulação antes de que eu colocaria um uniforme em <strong>Nemesis</strong> e é especulação novamente agora. Se, de fato, eles vierem a pensar em fazer um filme de <strong>Voyager</strong>, eu ficaria muito feliz de falar com eles sobre como fazer isso. Mas como eu disse, é tudo especulação neste momento. Estou aberta a isso&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://trekmovie.com/2009/09/07/stewart-talks-star-trek-movie-mulgrew-talks-voyager-at-dragoncon/" target="_blank"><span style="color: #000000">Trek Movie </span></a><span style="color: #000000">e </span><a href="http://trekweb.com/articles/2009/09/03/Kate-Mulgrew-Talks-About-Her-Admiral-Janeway-Cameo-in-Nemesis-Says-She-is-Open-tonbspStar-innbspa-Voyager-TV-Movie-.shtml" target="_blank"><span style="color: #000000">TrekWeb</span></a><span style="color: #000000">.</span></p>


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		<title>Entrevista com Tim Russ</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 01:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Expandido]]></category>
		<category><![CDATA[Voyager]]></category>

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		<description><![CDATA[O site TrekWeb conversou com o ator e diretor Tim Russ, o oficial vulcano Tuvok da série Voyager. Nessa entrevista exclusiva Russ falou sobre diversos aspectos da franquia de Jornada, incluindo o filme de J. J. Abrams Star Trek, seu trabalho na série de Berman e sobre a produção independente Star Trek: Of Gods And Men, na qual ele dirigiu. Como você se envolveu com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/tim-russ.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7617" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/tim-russ.jpg" alt="tim russ" width="112" height="126" /></a>O site <a href="http://trekweb.com/articles/2009/07/08/Exclusive-Tim-Russ-Talks-Of-Gods-and-Men-Voyager-and-JJ-Abrams-Star-Trek-Movie.shtml" target="_blank">TrekWeb</a> conversou com o ator e diretor Tim Russ, o oficial vulcano Tuvok da série <strong>Voyager</strong>. Nessa entrevista exclusiva Russ falou sobre diversos aspectos da franquia de Jornada, incluindo o filme de J. J. Abrams <strong>Star Trek, </strong>seu trabalho na série de Berman e sobre a produção independente <em>Star Trek</em>: <em>Of Gods And Men</em>, na qual ele dirigiu.</p>
<p><span id="more-7616"></span></p>
<p>Como você se envolveu com o filme não oficial <em>Star Trek: Of Gods And Men</em>?</p>
<blockquote><p>Fui abordado por Sky Conway para dirigir uma produção independente baseada em Jornada. Ele não tinha um script naquela altura, então colaboramos com uma história com Ethan Cawlk e Jack Travino. </p></blockquote>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/tim-russ-of-glds-and-men-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7622" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/tim-russ-of-glds-and-men-2-300x253.jpg" alt="tim russ of glds and men 2" width="300" height="253" /></a>Como foi dirigir ícones de Jornada tais como Walter Koenig (Chekov) e Nichelle Nichols (Uhura)?</p>
<blockquote><p>Ambos foram muito surpreendentes, em seus respectivos papéis. Nichelle acabou trabalhando na sua própria característica, de maneira que ela fez algumas mudanças no diálogo de última hora, mas nós chegamos bem no final. Na ocasião houve algumas diferenças de interpretação ou linhas de escolha, mas também superamos estes obstáculos.</p></blockquote>
<p>Você está satisfeito com a resposta positiva dos fãs em relação a <em>Star Trek: Of God And Men</em>?</p>
<blockquote><p>A resposta foi maravilhosa e sim eu fiquei muito satisfeito com ela.</p></blockquote>
<p>Existe a possibilidade de um sequel de <em>Of Gods And Men</em>? Ou outro filme independente baseado em Jornada?</p>
<blockquote><p>Não neste momento.</p></blockquote>
<p>Qual é sua opinião sobre a produção de J.J. Abrams?</p>
<blockquote><p>Alguma coisa do enredo foi semelhante à <em>Of God And Men</em>. Eu achei que o trabalho foi magnífico. Eles fizeram um excelente trabalho de contar uma história na qual qualquer um, mesmo aqueles não familiarizados com Jornada poderia apreciar, e isso foi esperto.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/setre-de-nove.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7628" src="http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/07/setre-de-nove.jpg" alt="setre de nove" width="200" height="174" /></a>Agora, vamos falar de <strong>Voyager</strong>. Você criticou no passado as mudanças na série com entrada de Sete de Nove (Jeri Ryan). Pode explicar?</p>
<blockquote><p>Achei que o seu personagem foi concebido para a atração sensual na série. A atriz era muito talentosa e fez um excelente trabalho em seu papel. Mas eu acreditava que o personagem era muito similar a Tuvok no seu comportamento.</p></blockquote>
<p>O que lhe dá mais saudades sobre ter trabalhado em <strong>Voyager</strong>?</p>
<blockquote><p>Tive saudades de trabalhar com meus companheiros de elenco e com a produção. Eles foram aqueles que tornaram a coisa divertida naqueles longos dias e noites de filmagens.</p></blockquote>
<p>Em geral, você ficou feliz com as histórias de <strong>Voyager</strong>?</p>
<blockquote><p>Sim, muito. Eles tiveram brilhantes histórias.</p></blockquote>
<p>Você está familiarizado com a coleção de livros Star Trek Titan, em que Tuvok trabalha com o capitão Riker na USS Titan, após seu retorno à Terra?</p>
<blockquote><p>Sim, tenho dois deles, embora eu não os tenha lido ainda.</p></blockquote>
<p>Para mais informações, visite o <a href="http://www.timrusswebpage.com/" target="_blank">site</a> de Russ e o <a href="http://startrekofgodsandmen.com/main/" target="_blank">site oficial </a>de Of God And Men.</p>


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