TB ao VIVO: 1×13 – What’s Past is Prologue

Nossa equipe analisa o décimo-terceiro episódio da primeira temporada de Star Trek: Discovery, “What’s Past Is Prologue“, ou “O passado é prólogo”.

7 Comments on "TB ao VIVO: 1×13 – What’s Past is Prologue"

  1. Leandro Henrique Pereira Neto | 31 de janeiro de 2018 at 12:15 am |

    Parabéns pelo debate e defesa da verdadeira essência de jornada a diversidade.

  2. Salvador, você falou tanto do seu irmão! Seria muito legal se ele participasse da live com você! Família trekker que faz live unida permanece unida! rsrsrs Um abraço!!!

  3. Para mim essa foi a melhor live de todas, gostei muito do fato de que o assunto extrapolou um pouco Discovery para adentrar em questões políticas e sociais atuais, questões reais que de certa forma são pinceladas na série.

    Acredito que esse ativismo de jornada em prol do respeito às diferenças é o que jornada tem a oferecer de melhor.

    Como bem disse o capitão Kirk uma vez: “Here’s one thing you can be sure of, mister –leave any bigotry in your quarters. There’s no room for it on the bridge.”

    Traga a Susana para mais lives!

    PS: alguém comentou ontem (não sei se foi na live ou no bate-papo) que o Lorca tem mais em comum com o Putin do que com Trump… achei essa análise perfeita!

  4. Leandro Henrique Pereira Neto | 31 de janeiro de 2018 at 11:50 am |

    Lançada a campanha Suzana em mais lives.

  5. Dante Guimaraens Guazzelli | 1 de fevereiro de 2018 at 9:15 am |

    Gosto muito do debate de vcs mas queria fazer uma observação: mesmo sendo uma conceituação que vêm da revolução francesa, esquerda, direita e centro ainda são conceitos fundamentais para entender a política. O importante é entendê-los de uma forma relacional e não como conceitos estanques. Assim, em países com uma economia mais frágil ao capital internacional, como na América Latina ou África, o nacionalismo é vinculado aos setores da esquerda, que visam uma melhor distribuição de renda, enquanto que nas economias “fortes”, como na Europa e nos Estados Unidos, o nacionalismo acba sendo de direita.

  6. Leandro Henrique Pereira Neto | 1 de fevereiro de 2018 at 3:31 pm |

    Discordo ao relacionar nacionalismo a direita ou esquerda, e ao desenvolvimento do país.
    Por o exemplo o Bolsonaro é nacionalista e de direita.
    Existe nacionalistas de direita e de esquerda em qualquer país.

  7. Dante Guimaraens Guazzelli | 2 de fevereiro de 2018 at 1:56 pm |

    Na verdade me referia ao nacionalismo econômico. A ditadura brasileira, por exemplo, mesmo com um discurso nacionalista, não o era do ponto de vista econômico como era, por exemplo, o Brizola, que pode ser considerado de esquerda.
    Outra observação que gostaria de fazer ao debate é a de que os showrunners terem consultado movimentos lgbt não é uma limitação e sim o reconhecimento da responsabilidade que a série tem. Se pensamos que Jornada nas Estrelas tem um impacto social dentro da luta por direitos civis desde a série clássica, nada mais adequado e responsável que esta consulta. Imaginem se tivessem matado a Uhura na série clássica. Muito do que louvamos sobre a importância da série para a luta pela representavidade e direitos humanos estaria maculado. Um personagem como culber e stamets não é só um personagem, da mesma maneira como uhura e sulu não eram. Eles tem uma dimensão política e social e se quisermos diminuir isto temos que rever aquilo que afirmamos tornar Jornada nas Estrelas diferente.
    Ė possível que vejamos a morte dele da mesma forma como vemos hj a impossibilidade de haver uma imediata mulher na década de 1960.

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