Maioridade: A Nova Geração completa 21 anos

tng15anos11.jpgHá 21 anos e um mês (e um dia!), em 28/09/1987, ia ao ar nos Estados Unidos o episódio-piloto de A Nova Geração, “Encounter at Fairpoint“.

No final da década de 80, o universo de Jornada nas Estrelas não era tão imenso quanto hoje. Enquanto aguardamos o lançamento do décimo-primeiro empreendimento cinematográfico para o ano que vem, naquela época existiam apenas quatro filmes para cinema e a série original dos anos 60, além dos 22 episódios da série animada. Hoje temos dez filmes para cinema e mais de 700 episódios de televisão.

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Capa da primeira revista oficial da série. Dezembro de 1987

No Brasil, A Nova Geração chegou bem rápido. Já em 1989, as locadoras recebiam fitas com episódios da primeira temporada, algo até inesperado pois naquela época não havia Jornada na TV brasileira desde o início da década. Em 1991, a extinta TV Manchete comprou as duas primeiras temporadas da Série Clássica e o primeiro ano de A Nova Geração, que era exibido nas tardes de sábado. Embora a série não tenha demorado a chegar para os telespectadores brasileiros, ficou estagnada, presa ao seu primeiro ano durante muito tempo. Quem queria saber mais sobre as aventuras de Picard e a nova Enterprise-D tinha de recorrer aos “traficantes de fitas”, como eram conhecidas as pessoas que recebiam os episódios diretamente dos Estados Unidos e vendiam cópias, às vezes por preços bem salgados, para os fãs que tinham a necessidade de acompanhar a série. Vale ressaltar que na grande maioria das vezes a qualidade da imagem era péssima. Convenções e reuniões de trekkers para assistir às novidades de A Nova Geração eram eventos aguardados com ansiedade.

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Nessa época pré-internet e pré-TV por assinatura, uma boa maneira de acompanhar o que rolava, além dos eventos, era através das revistas em quadrinhos publicadas pela Editora Abril entre 1991 e 1992. As edições contavam com explicações dos editores sobre a presença de Whoopi Goldberg no elenco, as promoções de patente de LaForge e Data, o novo posto de Worf, a ausência da dra. Crusher no segundo ano e a nova barba de Riker.

Em 1997, uma boa notícia. A Rede Record começava a exibir o 3º ano, que contava com clássicos como “Yesterday´s Enterprise“, “Sarek” e boas supresas como “Who Watches the Watchers?” e “The Defector“. Infelizmente, a Record nunca exibiu o episódio final da temporada, “The Best of Both Worlds“. Enquanto isso, na TV a cabo, o canal USA promovia seu final de semana Sci-Fi, estreando o 2ª ano da série, uma temporada prejudicada pela greve dos roteiristas de Hollywood em 1988, mas que trazia bons roteiros como “Q Who“, “The Measure of a Man” e “A Matter of Honor“. O canal USA, depois Universal Channel, continuou a exibir a série até recentemente, e todos os 178 segmentos estiveram disponíveis ao fã brasileiro. A CBS Paramount também lançou por aqui os sete anos da série em DVD.

O Trek Brasilis, com seus quase dez anos de vida, conta com um grande acervo de informações sobre A Nova Geração em sua versão clássica, que aos poucos está sendo trazida para o site atual. Basta dar uma busca por “A Nova Geração” e conferir.

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Matéria publicada em 2002 pelo TB, quando A Nova Geração completou 15 anos, e atualizada para o aniversário de 21 anos da série.

41 Comments on "Maioridade: A Nova Geração completa 21 anos"

  1. Waldomiro Vitorino | 29 de outubro de 2008 at 10:12 am |

    Por coincidência, estou lendo só agora o livro ST TNG Companion, que é um guia de episódios repleto de informações, que cobre a série até o 5º temporada. Li a pouco sobre toda a concepção inicial e pormenores sobre o piloto.
    21 anos, hein? Incrível como o tempo passa! E é uma pena que o período cinematográfico da Nova Geração já passou e não tivemos o Q como vilão em nenhum dos filmes. Grande desperdício!

  2. Matéria nostálgica. Aquela do Encounter at Farpoint também é esclarecedora.

    Estranho…

    Gosto muito do universo de Star Trek, mas nunca me apeguei a TNG com tanta força quanto a TOS.

    Sempre a tive com respeito, mas nunca passou disso.

    Mas era uma série boa mesmo. Uma Enterprise convincente e personagens que mostravam que o tempo havia passado de verdade.

    Tinha um verdadeiro gostinho de série de tv, igual a da TOS.

    Uma coisa que não me convencia é que a Nave carregava famílias.
    Para quê?

  3. Gosto muito da nova geração, na verdade sou meio obscecada por ela, tive meu primeiro contato com jornada na Manchete assistindo tng, eu tinha uns 8 anos mas lembro bem do primeiro episódio que vi, foi aquele da 1ª temporada, acho que o nome é Justice, fiquei muito impressionada qndo vi que iam matar o Wesley por ter pisado na grama…sei lá…e depois foi aquela loucura de comprar os vhs pirata, nossa…que sacrificio que era conseguir determinados episódios…Mas está valendo, acho que tng merece nossos esforços!!

    Obs: depois de anos “correndo” atrás das vhs, acumulando uma quantidade absurda de fitas empoeiradas no meu quarto…veio os dvds e finalmente chegou aqui em São Bernardo do Campo, onde moro a Universal Channel, então deu pra assistir de novo a 6ª e a 7ª temporada.

    Vida longa à tecnologia.

  4. Nao sabia da data da estreia da TNG, exatamente quando fiz 10 anos de idade!!! É muita coincidência!!!

  5. TNG tinha tudo! A Enterprise era maravilhosa, a tripulação tinha um andróide, um klingon e uma meia betazed! Muito avant gard! Q era ótimo – e coninuou até VOY quando sh&#$% tudo. Sei que não era perfeita, mas TNG é a minha TOS.

  6. Eu não vivi esta época (era muito pequeno), mas gostaria de ter visto a reação dos fãs xiitas no lançamento de TNG, e ver se dá para traçar um paralelo em relação às primeiras reações quanto ao Star Trek XI…

  7. Jornada – Nova Geração – não é parecida com a série clássica, mas, tinha o mesmo espírito.
    Julgo eu ter sido esta a única série a ter o espírito da original.
    Realmente, vou além, acho que a Nova Geração manteve Jornada viva.
    Se poderemos ver o novo elenco com os personagens originais, tenham a certeza, que devemos isto ao pessoal do Picard.

  8. Post 2
    Raul
    Oitenta anos após a TOS verificamos uma federaçao mais poderosa, sofisticada, bem estabelecida. As novas naves já assumiam claramente que eram naves de pesquisa e nao de guerra. Podemos ver tanto em TOS quanto no ENT que era justamente esta a filosofia, naves de pesquisa, os armamentos eram para proteçao. Com a paz estabelecida as novas naves podiam conter as famílias dos tripulantes. Em caso de batalha, a sessao disco era desmembrada e ficavam somente os tripulantes designados e treinados para combate, isto é, caso fosse necessária essa separaçao.

  9. A NOVA GERAÇÃO ou A Vitória dos Redshirts.

    E o que seria esse: “Who Watches the Watchers?”

    E consoante a alguns dos colegas aqui, citando as palavras do Soarez:

    “…TNG é a minha TOS.” Bem, ao menos até agora…

  10. Rodrigo, “Who Watches the Watchers…é um episódio da terceira temporada onde eles discutem a primeira diretriz, é um bom episódio, mas nem tanto assim…no entanto ele é sempre citado. Foi isso mesmo que vc queria saber? ou eu entendi errado?

  11. sim..sim…não poderia deixar de falar isso, mas faço das palavras dos colegas acima, as minhas: “…TNG é a minha TOS.”

  12. fernando de paula | 29 de outubro de 2008 at 3:18 pm |

    concordo com quem disse que sem a turma do picard não teríamos mais jornada,mais ainda,a série definiu um padrão para o universo treker,personagens inesquecíveis,ótimos roteiros e o melhor dos capitães de jornada

  13. Waldomiro Vitorino | 29 de outubro de 2008 at 3:31 pm |

    Eu considero o capitão Picard mais completo que qualquer outro capitão da franquia. Além do soberbo trabalho dos roteiristas (principalmente a partir da tercira temporada), eu acredito que isso se deve muito ao excelente ator que é Patrick Stewart, um dos melhores, se não o melhor intérprete de Star Trek no geral. A Nova Geração na minha opinião, e sei que outros também pensam dessa forma, é a melhor série televisiva de ficção científica já produzida. Gosto muito de Generations e Primeiro Contato (apesar das duras críticas da maioria ao primeiro, o qual considero divertido e comovente a seu modo), porém Insurreição já decepciona mesmo e Nêmesis considero pior que ST V. Só acho que a série de Picard & cia poderia ter durado mais duas ou três temporadas numa boa…
    Torço para algum dia termos algum telefilme de TNG ou algo do gênero. Sonhar não custa nada!

  14. São dois os meus favoritos dessa primeira temporada, a novelinha holográfica de Dickson Hill e o outro onde a tripulação reagia como se estivesse bêbada, destaque para o Data justificando porque tinha ficado contaminado também, impagável. Me lembro da sessão espacial da Rede Manchete. Bons tempos….

  15. A Nova Geração passava na Manchete sábado, acho que às 19:00, depois do Cinemania, aquele programa apresentado pelo Wilson Cunha… eu era bem novo mas me lembro…

    O mais dífícil pra mim foi o looooooongo tempo sem episódios depois que o primeiro ano passou (segundo a reportagem, mais ou menos de 92 a 97)

    Só ficava ouvindo falar dos episódios sensacionais das últimas temporadas mas não tinha como assistir… (de vez em quando viajava até São Paulo pra assistir algum na convenção da Frota, mas não dava pra ir sempre…)

    Depois de muuuuito tempo a CIC lançou “Unification” e “Best of both…” em VHS.

  16. Caraca, que artigo nostálgico.

    Na minha locadora ( Para quem conhece o Rio, em Madureira, em frente ao Mc Donalds da Av. Edgard Romero ) tinha uns 10 episódios da primeira temporada em VHS. Na época até locadoras não eram muito comuns. Eu lembro que eu tinha que sair de Irajá ( meu bairro ) e ir de ônibus a Madureira para pegar um filme. Peguei todos os episódios que tinham na locadora, e depois vi o restante na TV Manchete.

    Lembro que fiquei obcecado pela série quando vi o primeiro ano na Manchete, principalmente porque demorou MUITO tempo para sair o restante. E eu sabia pelas notícias que a partir do terceiro ano a série havia decolado com episódios de grande qualidade.

    Fui acompanhando as notícias por uma fonte ou outra ( não tinha Internet ainda ) e passei a frequentar as reuniões do grupo Jetcom ( as reuniões eram na Tijuca, em alguns sábados ). Só que os episódios eram em passados em inglês.

    Para mim de certa forma também a “…TNG é a minha TOS” ( aliás quem fez este comentário resumiu nosso sentimento numa frase, perfeito ), só que eu já tinha uma grande identificação pela TOS. Já tinha visto todos os filmes, e a maior parte da série. Em minha infância eu vi a TOS ( uma parte ) e na adolescência a TNG.

    TNG foi uma grande série, com episódios memoráveis. O citado Who Watches the Watchers é um dos meus favoritos. Há outros maravilhosos, como The Inner Light, I Borg, Best of Both Worlds, Measure of Man, All Good Things, e muitos outros.

    Para quem ainda não viu, vale muito a pena pegar os DVDs. Qualquer dia destes eu mesmo vou fazer isso e ver tudo de novo.

    Abraço a todos.

  17. Valter, eu lembro que tinha muita vontade de ir a São Paulo ( onde eu moro agora ) para ir nestas reuniões da Frota, porque sabia que eles passavam muitos episódios, e legendados. Mas não cheguei a ir em nenhuma.

    Creio que a TNG passava na Manchete nos sábados à tarde, precedida de um ou dois episódios da TOS.

    Também vi primeiro Unification e Best of Both Worlds nas locadoras.

  18. Raul, também me incomodou o fato de a Enterprise transportar famílias. Me pareceu estranho de cara que a tripulação levasse consigo crianças, para enfrentar perigos como os Borgs, por exemplo. Isso me fez rejeitar a série logo na estréia, que tanto esperei na época. Em razão disso, só voltei a me interessar por Jornada (além da que passava nos cinemas, com a velha tripulação) muitos anos depois, quando TNG já tinha até mesmo acabado. Hoje em dia sou um grande fã, embora ainda não goste de criancinhas a bordo e ache que o holodeck, em muitos casos, sirva apenas como válvula de escape para eventuais crises criativas dos roteiristas (não que não existam excelentes episódios no holodeck).
    Quanto à rejeição dos fãs de TOS, questão levantada por Tomalak, de minha parte não houve. Acho que naquela época, tinhamos tão pouco de Jornada disponível, que uma nova série, tão logo foi anunciada, foi bem vinda. E com apenas três temporadas de TOS e alguns filmes em cinema, não havia tantas amarras “canônicas”.

  19. Eu me lembro que eu era pirralhinho (Criança mesmo) e ficava sentado no chão de madeira na sala de casa quando passava o The Next Generations, eu já tinha assistidos algumas das aventuras do Kirk. Lembro-me também que o primeiro episódio foi justamente o Piloto, adorei aquela idéia do disco da Enterprise se separando da engenharia. Quando vi o Riker a primeira vez, passei a analogia-lo com o Kirk, mas o personagem que eu mais gostava era o Data. Fiquei triste com a morte da Tasha, e não gostava como o Picard tratava o Wesley, na verdade eu odiava o Picard, pois não tinha maturidade para entender esse maravilhoso personagem, coisa de criança. Vários anos depois, eu passei a comprar os Boxes dessa série, hoje só ta faltando o ultimo do TNG, os dois finais da clássica.

  20. Mesmo porque o TOS foi meio aberto e, até mesmo, vago em muitos episódios, mas a TNG, com sete anos, foi mais concisa.
    Quanto levar famílias (com crianças), acho que seria uma tendência natural para quem “mora” no espaço. Com missões mais longas e mais distantes e com naves poderosas e sistemas de defesa que, na prática, fazem 99% das missões com sucesso de retorno seguro, nada mais natural.

  21. Luís Henrique Campos Braune | 30 de outubro de 2008 at 10:22 am |

    Só agora estou vendo STNG, em DVD. Estou gostando muito. Ser Treker é bom…

  22. Verde P.8/20

    Hélio P.18

    Obrigado!
    Valeu pelas explicações.

    A Galaxy Enterprise foi uma Senhora nave! Sofisticada, com acabamento até que luxuoso para uma nave estelar.
    Para morar nela, pagaria até aluguel!

    As outras parecidas com ela (Nebula por exemplo) tinham famílias também?

  23. Conheci STNG nas tardes da manchete, e pra mim tudo era maravilhoso, principalmente seu visual moderno…hoje tenho só a 2. temp. em dvd, ainda tenho muito a descobrir dessa série. A nave sempre gostei, mas hoje analisando, aquela sessão que parece um olho é muito estranha, ainda prefiro a boa e clássica Enterprise… dos filmes.

  24. Lembro que a primeira noticia sobre TNG foi na revista SET, em seu segundo numero, informando que haveria uma nova geração. Isto por volta de 1986. Em 1987, o Programa de Domingo da Manchete exibiu uma reportagem sobre a estreia nos States. Quando vi as cenas fiquei com vontade de ver a série, pois só conhecia a TOS, na epoca da Bandeirantes. Aluguei alguma fitas da CIC e depois para nossa felicidade a série foi exibida na Manchete (não sei se vcs sabem, mas a Globo teve a oportunidade de exibir a série antes, mas achou que não tinha publico para isto no Brasil e que era muito cara). Pena que durou apenas o primeiro ano.
    Agora com a Internet e os DVDs é que posso finalmente assistir a todos episódios.

  25. Ricardo Melo, você comentou da exibição na Bandeirantes da TOS, me lembro de assistir em 1983, quando tinha 10 anos, bem a tardinha, acho as 17h. Sempre tive curiosidade de comprovar isso, você sabe por quanto tempo ela foi exibida naquele ano, era nesse horário mesmo? obrigado.

    Na mesma época me lembro de várias séries scifi que passavam nos sábados de manhã, perdidos no espaço, tunel do tempo, viagem a o fundo do mar… o tempinho bom pra ficção cientifica na tv aberta.

  26. César
    Eu me lembro que assisti muito a TOS na Bandeirantes às 17:00 hs, mas acho que foi antes de 1989.

  27. andré santiago | 30 de outubro de 2008 at 5:22 pm |

    Eu era adolescente na época da estréia da TNG na manchete e, por “culpa” do meu irmão, passei a assistir aos episódios, já que chegávamos do trabalho juntos no sábado à tarde e ele tinha que assistir à série (com eu agradeço a ele até hoje…). Com o término da 2ª temporada, ficamos órfãos até a estréia do primeiro filme (que assisti no cinema, porém, um pouco perdido, pois não tinha assistido a série até o fim). Sem acesso a TV a cabo , fiquei no vácuo do tempo e, agora, estou assistindo aos episódios no DVD. Não sei se foi bom ou ruim não ter assistido na época, pois agora aproveito a qualidade do som e imagem digital.

  28. Putz meu… esses papos dão saudade. Me lembro em 1987 eu cheguei a colocar meu nome num “abaixo-assinado” pedindo para alguma emissora colocar no ar a STNG. Eu nessa época já tinha assistido TOS, pelo que me recordo, na bandeirantes. Fiquei doido com a notícia! Confesso que os melhores episódios de STNG assisti primeiro nas convenções da frota, que eram muito legais mesmo! No entanto, acho que a maioria das estórias são fraquinhas, mas engraçado que mesmo assim, o universo da franquia sempre me atraiu, por que sempre tinha alguma coisa nova para ver, independente da estória ser chata. Deve ser coisa de fã.
    Abs!

  29. Caro VERDE, lembro de assistir a série clássica no início dos ano 80, eu era muito pequeno, mas lembro tb que a série passava na Band, lembro tb que a professora do Jardim enlouquecia, pois em vez de desenha a minha asa como ela pedia, eu desenhava a Enterprise. 🙂

  30. é assim que nascem os trekkers

  31. POST 2
    A Nova Geração foi inovadora em muitos sentidos, estava assistindo há pouco outro seriado do fim dos anos 80 – “The Flash” comparando os efeitos visuais… Hoje em dia até os Fan films são muito competentes nesse sentido. Stargate, Galactica, Dune, muitos vieram depois da “Majestosa aparição da Enterprise D”. Sou de uma família Trekker, e posso dizer que os mais velhos ficaram ressabiados ao saber da Nova Geração de Jornada nas Estrelas. MAS era UM OUTRO SÉCULO, UM OUTRO CAPITÃO. Trazer o Kirk “de volta – só que – atualizado para os dias de hoje” pode dar um ataque cardíaco na minha tia…

  32. Sisino Borges de Santana | 31 de outubro de 2008 at 9:18 pm |

    Minha primeira reação ao conhecer TNG (através da Rede Record) foi de repúdio, pois pensava que a TOS jamais seria igualada!
    Felizmente, eu estava errado!
    Vida longa a TNG!

  33. Soarez
    Que legal, uma família trekker. Na casa da minha mãe era só eu, entre meus amigos, alguns gostavam um pouquinho. Só fui achar amigos trekkers quando saiu a Ira de Khan e recebi um panfleto para encontro na Augusta.
    Até minha mulher não aguenta mais assistir ST.
    Deve seroutra coisa ter uma família assim, parabéns…

  34. Soarez, que inveja meu, no bom sentido é claro, no meu universo ninguém sabe o que é Jornada, e quando alguém tenta adivinhar, já mistura c/ Star Wars.

    Pois é Verde, eu nem sabia direito ao certo o que estava acontecendo quando assistia TOS lá na Bandeirantes, mas aquelas cenas do Sulu correndo sem camisa pelos corredores da nave com uma espada, e do Spock pindurado de cabeça pra baixo num galho de arvore rindo, nunca me sairam da mente.

  35. André Luiz Fernandes | 4 de novembro de 2008 at 8:53 pm |

    Jornada nas Estrelas é um marco tanto quanto a clássica como a NG,Deep S]pace,Voyager,Enterprise e espero outras que viram.Um grande professor que inclusive foi meu disse uma vez:Ficção Cientifíca são para pessoas inteligentes e quem ama jornada assim como eu e muitas fãs comprovam essa teoria

  36. Como amplamente comprovado, scifi é para poucos e boa ficção para pouquíssimos. Somente pessoas com “algum” QI é que gostam mesmo. Em livros, então, é mais seleto o grupo. Pena que não tem se destacado grandes escritores ultimamente.

  37. VERDE, não temos novos escritores sci fi, mas que bom que podemos ainda desfrutar dos antigos.

    Bem ao menos eu, que li muito pouco de sci-fi até agora.

    Então talvez você possa me dar algumas dicas.

    O que ( lembro ) que já li:

    Asimov: Série fundação, Fim da Eternidade, Eu Robô, Cair da Noite.

    Stanislaw Lem: Solaris

    Frank Herbert: Toda a série Duna

    Vários de Star Trek, preciso dar uma olhada para lembrar os nomes.

    Caraca, será que eu li só isso ?? Deve ter mais coisa, mas não estou lembrando agora. Depois eu posto.

    Qualquer dica, agradeço.

  38. assim como tos, um marco historico da ficcao cientifica e das series televisivas. varios episodios dariam boas palestras em faculdades e afins. muito bom encontrar vcs aqui.

  39. Marinho
    Não tinha visto antes, mas segue livros bons:
    Arthur Clark: 2001 Uma oDisséia no Espaço, A Cidade e as Estrelas e o Fim da Infância, Encontro com Rama.
    Asimov: Nêmesis, Correntes do Espaço, Poeira de Estrelas, Viagem Fantastica II, 827 Era Galática, Nove Amanhãs, Cavernas de Aço, Caça aos Robots, Os Robots do Amanhecer, Os Robots e o Império,o Despertar dos Deuses.
    Ray Bradbrury: Crônicas Marcianas, E de Espaço, F de Foguete.

  40. Verde, grato pelas dicas.

    Creio que entre esses 827 Era Galática eu já li. Dos demais, nenhum deles.

    Valeu mesmo.

  41. É legal ler coletâneas de contos para conhecer os autores e seus estilos.

    Clássicos: Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Herbert G. Wells, Jules Verne, Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo).

    Brasileiros: Dinah Silveira de Queiroz, André Carneiro.

    Mais alguns autores de FC: Philip K. Dick, Robert A. Heinlein, Ursula K. Le Guin, Poul Anderson, Murray Leinster (pseudônimo de William Fitzgerald Jenkins), Frederic Pohl, C.M. Kornbluth, L. Sprague de Camp (este acreditava que a superpotência da era espacial seria o Brasil), George Orwell, Douglas Adams, Philip José Farmer, Fredric Brown, Brian Aldiss, Jacqueline Susann, Robert Silverberg, Walter M. Miller Jr., Bruce Sterling e William Gibson.

    Autores inesperados de FC: Italo Calvino, mais conhecido como ensaísta; Marion Zimmer Bradley, autora de “As Brumas de Avalon”; Doris Lessing, feminista e comunista, Nobel de Literatura de 2007, autora da série de FC “Canopus em Argos: Arquivos”; Arthur Conan Doyle (criador do Sherlock Holmes, também criou a FC O Mundo Perdido).

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