TB ao Vivo fala de “Context is for kings”

Salvador Nogueira, Luiz Castanheira, Fernando “Odo” Rodrigues e Mariana Gamberger participaram na noite de ontem (03/10) de mais uma edição do TB ao Vivo, debate no canal do YouTube do Trek Brasilis a respeito do episódio de Discovery da semana, neste caso “Context is for kings”. Se você perdeu ontem pode rever aqui, e ainda baixar o mp3 para ouvir offline!

Baixe o mp3 aqui.

50 Comments on "TB ao Vivo fala de “Context is for kings”"

  1. Pessoal, uma sugestão. A criação, em cada segunda feira cedo, de um post apenas para a discussão do episódio. Vejam que isso acaba ocorrendo naturalmente no último post publicado, dada a necessidade que todos têm em “conversar” a respeito. Já vi sso em outro site de franquia diferente. Abraços 🖖

  2. Pessoal, quero ressaltar aqui a qualidade desta série. De cada detalhe, mas principalmente dos textos e das interpretações. E neste último episódio em especial todos os diálogos entre Michael e Lorca, e entre Michael e Saru. Estamos diante de algo de incrível qualidade, com raros precedentes a meu ver na história de Star Trek, e quem sabe na história de todas as séries. Abraços 🖖.

  3. Primeiro a gente anseia pelo episódio. Depois por rever o episódio. Depois pelo After Trek. Depois pelo TB ao vivo. Depois pelo Odocast. Depois pelas resenhas. E aí revemos o episódio mais vezes. Isto tudo em poucos dias. Estamos ficando mal acostumados, rs. Quando a série entrar em hiato vai ser a morte. Rs. Abraços 🖖.

  4. Leandro Henrique Pereira Neto | 4 de outubro de 2017 at 11:19 am |

    Vai ser uma crise de abstinência brava …

  5. Boa sugestão. Vamos ver.

  6. Jotape Ferreira | 4 de outubro de 2017 at 1:09 pm |

    Bacana a preocupação dos roteiristas em procurar fazer algo diferente mas ao mesmo tempo que soe familiar no Trekverso.

    Agora, uma dúvida: já teve algum outro episódio de Jornada nas Estrelas que mostrou vítimas daquele jeito? Achei forte as cenas.

  7. João Luiz Silva Cruz | 4 de outubro de 2017 at 1:27 pm |

    Visualmente falando temos algo semelhante em “The Siege of AR-558” em DS9, mas não com as deformações dos corpos. Aliás se DS9 fosse feito agora com certeza seria uma banho de sangue em cada episódio do arco de guerra.

  8. Jotape Ferreira | 4 de outubro de 2017 at 1:29 pm |

    Valeu, João.

  9. Leandro Henrique Pereira Neto | 4 de outubro de 2017 at 1:34 pm |

    É uma boa o Seu Madruga (participante clássico do fórum) até criou no forum tópicos para os dois primeiros episódios, mas como falei lá fórum é muito década passada, está fora de moda assim como as listas de discussão por e-mail. O pessoal vai continuar conversando aqui mesmo.

  10. João Luiz Silva Cruz | 4 de outubro de 2017 at 1:38 pm |

    Tem outro de DS9 em que o Jake acompanha o Bashir em um planeta que foi sitiado também , há uma cena no campo de batalha de vários corpos no chão, não lembro o nome agora.

  11. Leandro Henrique Pereira Neto | 4 de outubro de 2017 at 1:38 pm |

    Diferente de alguns do Fandon gostei muito dos novos personagens até agora, eles por enquanto mostram carisma e despertam nosso interesse.

    Adorei a Michael, na missão avançada ela novamente mostrou que na hora do pega para valer acabar assumido a liderança e a responsabilidade.

    Ainda tá muito no começo mas por enquanto a série está me agradando muito.

  12. João Luiz Silva Cruz | 4 de outubro de 2017 at 1:42 pm |

    https://www.youtube.com/watch?v=QHE99CuK27w
    Obviamente guardando as devidas proporções com relação aos recursos que cada série teve.

  13. A classificação de idade para assistir aumentou, então passamos a ter cenas mais fortes. Não chegaremos ao ponto de GoT mas serão mais realistas.

  14. Jotape Ferreira | 4 de outubro de 2017 at 3:22 pm |

    Chamou minha atenção essas cenas em Discovery porque não lembrava de cenas mais “gore” em Jornada nas Estrelas. Mas como o Ralph mais acima lembrou, a classificação etária subiu.

  15. SPOILER ALERT!!!

    O experimento fracassado na nave Glenn me pareceu o pontapé inicial para termos algo como o episódio do universo espelho.

    E tomara que esse papo de dispositivo esporo de deslocamento seja outra ideia varrida para debaixo do tapete, assim como foi a “transdobra” de Star Trek III (1984) e como o teletransporte à distâncias absurdas da Kelvin Time Line deveria ter sido.

    Na minha opinião nem deveria ter aparecido: afinal, então, para que naves?

  16. achei o episódio 3 muito violento para o contexto de jornada.

  17. Gente, o Frakes vai precisar caprichar ao máximo para seu episódio ficar no nível do que até aqui foi apresentado. Na torcida por ele. Abraços 🖖.

  18. João Luiz Silva Cruz | 4 de outubro de 2017 at 6:12 pm |

    Aliás quem é o Sr Madruga na vida real? Sempre quis saber. E o GilKid será que tá vivo ainda?

  19. Episódio de excelente qualidade,sabíamos que a Michael voltaria à ativa más a forma como o retorno foi conduzido me agradou muito,além disso as dúvidas sobre até onde o capitão Lorca irá para vencer a guerra prometem muita tensão .

  20. Leandro Henrique Pereira Neto | 4 de outubro de 2017 at 11:55 pm |

    Não tenho a menor idéia talvez estejam postando por aqui com os nomes reais e nem sabemos.

  21. Eu suspeito que esse esporos, energia, vida… eu acho que isso tudo vai ser canalizado para o projeto genesis. Já vimos que a tecnologia é perigosa e que ela pode dar muito errado. Esse meio de transporte será utlizado pela Discovery em momentos esporáticos, em caso de extrema necessidade e depois, essa tecnolgia “milagrosa” vai ser direcionada para outros fins.

  22. Você sabe me explciar mais ou menos o que é “transdobra” e como ela se diferencia da “dobra” convencional? Porque é a transdobra é uma tecnologia infame? O nome soa até legal! Seria uma dobra espacial que mudou de sexo? 😛

  23. Ele dirigiu o filme Primeiro Contato, ele dará conta do recado! 😉

  24. Nasceu e morreu quando Scott desmontou o computador de acesso em STIII. Depois usaram esse mesmo termo para definir as viagens mais rápidas das naves Borg. Quem quiser extrapolar isso para tentar achar uma explicação, talvez tenha sido um começo de experimento da Frota e que não deu certo.

  25. Bem possível, pra explicar a sua não utilização.

  26. Tá vendo, não fosse o Scott que sabotou um computador, a Federação do século XXIII teria a mesma tecnologia dos Borgs do século XXIV, se é que isso faz algum sentido! kkkkkk

  27. Rogério Do Rosario | 5 de outubro de 2017 at 11:34 am |

    Eu não sei como vocês conseguem achar Star Trek nesta série…desde o filme de 2009 que eu não vejo nada relacionado ao que já foi feito. Tudo sempre se baseia em personagens fracos, vilões meia-boca, roteiros “dinâmicos” e vazios, pancadaria e o maior sacrilégio – destruir a Enterprise. Divirtam-se com esse novo caça níqueis…vida longa a The Expanse.

  28. Mas também dirigiu Insurreição… bleargh

  29. Jotape Ferreira | 5 de outubro de 2017 at 11:52 am |

    Então tá 50/50!

  30. Para esses casos, eu tenho memória seletiva! kkkkkkkkk

  31. Ele dirigiu Speed Racer. E agora?

  32. Os borgs usam “Conduítes de Transdobra”. Tirando a instantaneidade – até que se encaixa relativamente na tal rede de esporos.

    Pode ser que a Transdobra seja baseada em parte pelos esporos.

  33. Muito cuidado ao invocar estes nomes.

  34. Nope… o Frakes dirigiu Thunderbirds, o live action de Speed Racer é das irmãs (na época ainda irmãos) Wachowski.

  35. Obrigado pelo conselho, é exatamente isso o que eu estou fazendo, me divertindo! 😉

  36. A ideia por de trás de como esses esporos funcionam tem que ser melhor explicada, senão vai ficar parecendo pó de pirlimpimpim! kkkkkkkkkk

  37. Vou te explicar como funciona:

    “Não podemos limitar a nave a uma região da galáxia.”
    “Ok. Vamos criar a tecnlogia .”

    “Muito bem. Agora vamos ao que interessa na série: Como vamos desenvolver os personagens?”

  38. Opa. Verdade. Mas tão ruim quanto.

  39. Bom… sei que o pretexto é esse. Mas ainda sou crítico dos esporos até que eles sejam melhor explicados. Não gostaria que a série passasse ao largo disso. Senão fica parecendo mágica!

  40. Jotape Ferreira | 5 de outubro de 2017 at 2:58 pm |

    Tem chance do Nick Meyer dirigir um episódio. Vi que ele está sendo creditado como “consultor”.

  41. algo me lembrou do episodio Pegasus de TNG , com aquela tripulação encrustada na rocha quando a nave se re materializou dentro de um asteroide…..

  42. Eu Gostei…enredo com fisica quantica e entrelaçamento ,mais atual impossível e mantém o tom de criticar a realidade do mundo atual com guerra e politicagens que atrapalham a ciência…quanto ao tom ruim contra prisioneiros , isso tb vi em TOS e pode ser facilmente explicado, não sabemos ainda se esta nave científica na verdade seria uma nave da seção 31 ou de uma liga de especies , não puramente da Frota ….e se tem o monstro da semana ? TOS tb tinha e isso pra mim é irrelevante perto do enredo, imagino q essa criatura possa ser um tartígrado mutante por causa da tecnologia do
    ” esporo drive” …deformando o espaço tempo e ainda sem controle pelos pesquisadores. nota 8,5..

  43. pergunta : Por que enviar uma nave auxiliar pra USS GLENN ao invés de irradiar – teletransportar uma equipe de resgate?

    outra- Onde estava a nave Klingon cuja tripulação invadiu a Glenn? Fugiu deixando sobreviventes?

  44. Mariana Gamberger | 5 de outubro de 2017 at 3:57 pm |

    No episódio é falado que o local onde estavam os equipamentos tinha um campo de força, por isso eles teriam que ir até lá. Não era possível teletransportar. Mas realmente eles poderiam ir até a sala, pegar o que queriam, ir para outro local da nave e então serem teletransportados.

    Também fiquei me perguntando sobre a nave Klingon.

  45. Adorei o episódio, mas sendo um pouquinho chato: naves auxiliares com capacidade de dobra? Acho q não tinha na série clássica, só em TNG, não?

  46. Sim , mas este TOS é um TOS 2.1 , uma re leitura escrita no seculo 21 , diferente do Genne de 1960-70 , hehehehehe

  47. João Luiz Silva Cruz | 5 de outubro de 2017 at 6:54 pm |

    KKKKKK

  48. The Expanse é foda, mas comparado com o potencial que Discovery tem, Expanse parece uma série pré Enterprise.

  49. Os três primeiros episódios mostram um roteiro já conhecido,espero surpresas e sair do básico.

  50. Leandro Henrique Pereira Neto | 6 de outubro de 2017 at 5:33 pm |

    E se falar 3 vezes … Sr. Madruga .. Sr Madr…

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