Bate papo com Garak

Andrew J. Robinson que fez do seu Garak talvez o personagem mais complexo da história de Jornada, participou recentemente de um bate-papo com os fãs. Ele falou dos desafios de viver um personagem que é definido quase que integralmente através de sub-texto, do seu livro “Sitch In Time” que conta toda a história do “alfaiate Cardassiano” e da sua partipação presente e futura em convenções de Jornada fazendo leituras de material original escrito por ele, muitas vezes com o amigo Siddig El Fadil (o doutor Bashir) em uma peça escrita a quatro mãos chamada “The Dream Box”.

Robinson deu a sua opinião sobre o fato de DS9 não ser a mais popular de toda a séries de Jornada, dizendo que: “ela é a mais moralmente ambígua, com personagens e situações que não podem ser facilmente definidos em termos de ‘certo ou errado’ e ‘preto no branco'”. “O que apesar de ser mais interessante, criativamente falando, tende a incomodar boa parte da audiência”, completou o ator.

Andy disse que partilha com seu alter-ego, o talento para jardinagem, a claustrofobia e o sendo de humor e ironia. Seu episódio favorito e atuação favorita é “The Wire” e (como muitos atores) odiava o processo de maquiagem (de fato ele quase desistiu na primeira vez que colocou a maquiagem e o traje, mas algo mágico aconteceu quando Garak “olhou de volta” do espelho e ele sentiu que tinha que fazer o Cardassiano).

Ele lembrou do seu trabalho com Clint Eastwood em “Dirty Harry” e como seu trabalho marcante como o psicopata “Scorpio” o prejudicou na indústria. Ele mantém contato até hoje com Armim shimermam, Siddig El Fadil, Ethan Phillips e Robert Picardo. Ele disse que as melhores companhias de atores com quem trabalhou foram a da antiga série “Ryan’s Hope” (onde conheceu Kate Mulgrew) e a de DS9.

Seu filme favorito é “8 1/2” de Fellini. Seu maior arrependimento foi nunca ter se tornado em um músico de Jazz e da sua paixão por este estilo de música nasceu um interese comum com Avery Brooks (com quem sempre gostou de trabalhar junto e citou “In The Pale Moonlight” como um outro grande trabalho seu).

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