DSC 1×05: Choose Your Pain

Dinâmico e profundo ao mesmo tempo, episódio explora a ‘dor’ da tripulação da Discovery

Sinopse

O sofrimento aparente do tardígrado está literalmente dando pesadelos a Michael Burnham. Ela acorda no meio da noite depois de sonhar que está na Discovery, vazia, e ao mesmo tempo está operando o motor de esporos e dentro do cubo de reação, no lugar do tardígrado. Quando o motor é acionado, ela grita de dor… e acorda.

Burnham então decide procurar o doutor Hugh Culber e dividir com ele o problema, pedindo que ele investigue com ela se o animal está mesmo sofrendo, como parece ser o caso.

Enquanto isso, longe dali, na Base Estelar 28, uma estação espacial da Federação, o capitão Lorca se apresenta diante do almirantado e enumera os resultados recentes obtidos pela Discovery: nas últimas três semanas, o motor de esporos permitiu impedir a destruição das minas de dilítio em Corvan II, cortou o recebimento de suprimentos klingons em Benzar e espantou um ataque no sistema Ophiucus.

A almirante Cornwell não está particularmente animada — ela indica que a prioridade tem de ser a replicação do motor de esporos para outras naves e que informações de inteligência dão conta de que o segredo da Discovery já foi descoberto pelos klingons. Em razão disso, Lorca tem ordens de não usar o motor de esporos e priorizar a busca por tardígrados capazes de dar suporte a mais naves equipadas com a tecnologia. O capitão, claro, não fica nada feliz.

Mais tarde, de forma privada, a almirante Cornwell pressiona Lorca ainda mais, criticando sua iniciativa de recrutar a única amotinada condenada pela Frota Estelar, Michael Burnham, para sua tripulação. Mas o capitão é irredutível: “Minha nave, meu jeito.”

Em seguida, ele parte, via nave auxiliar, para se reencontrar com a Discovery. No meio do caminho, um cruzador de batalha klingon D7 aparece e imobiliza o veículo com um raio trator. O piloto é morto, e Lorca, capturado.

Na Discovery, Saru — agora no comando temporário — recebe da almirante a informação da abdução de seu capitão, acompanhada por ordens de resgatá-lo a qualquer custo, o mais depressa possível, antes que os klingons possam arrancar dele segredos estratégicos da Federação. Saru inicia um plano de busca e avisa à engenharia que pretende fazer múltiplos saltos com o motor de esporos.

Burnham, naturalmente, se opõe, argumentando que o tardígrado está sendo ferido no processo. Saru diz que não há evidências concretas disso e que, na falta delas, ele deve priorizar o resgate do capitão e a proteção de 134 almas a bordo da Discovery.

Apesar disso, por dentro, Saru está inseguro. No gabinete do capitão, ele inicia um protocolo para que o computador da nave contraste suas ações como comandante interino com a dos capitães mais condecorados da história da Frota, com um algoritmo que avalie seu próprio desempenho.

Na nave prisão klingon, Lorca descobre que não está sozinho em sua cela: há também um certo Harcourt Fenton Mudd, um civil da Federação, e um oficial da Frota Estelar muito abatido. Um guarda então entra, para na frente de Mudd e comanda, em inglês: “Escolha… sua… dor!”

Mudd aponta para o oficial da Frota Estelar, que apanha violentamente e depois é arrastado para fora, provavelmente morto. Ele então explica a Lorca que essa é a estratégia dos klingons para impedir que os prisioneiros se tornem parceiros — vira e mexe um deles precisa escolher qual colega de cela deve apanhar.

Em mais algumas horas, Lorca descobre que há mais alguém com eles — um oficial da Frota chamado Ash Tyler, que diz ter servido com o capitão Steven Maranville, da USS Yeager, uma das naves da Federação que participaram da Batalha das Estrelas Binárias. Lorca fica meio desconfiado dessa história, uma vez que seria incomum um oficial sobreviver por sete meses como prisioneiro klingon. Tyler diz que só foi possível porque a capitão klingon parece ter “se apegado” a ele.

Durante a conversa, Lorca conta que sua nave poderia resgatá-los, mesmo em território klingon, e um pequeno mascote de Mudd (um inseto ou artrópode de algum tipo chamado Stuart) rouba um pedaço de comida que Tyler havia oferecido ao capitão. Claramente é “cada um por si” na prisão klingon.

Na Discovery, Culber e Burnham determinam de forma conclusiva que o tardígrado está sendo prejudicado pelo uso no motor de esporos e apresentam o caso a Stamets, para que possam juntos encontrar uma solução. Uma revisão do funcionamento da tecnologia sugere que, para substituir o tardígrado, seria preciso alguma outra criatura consciente que tivesse a genética apropriada — dentre os requisitos, havia o de ter algum grau de parentesco evolutivo com os esporos. A única espécie conhecida na base de dados da Federação com todas as exigências é o Homo sapiens — o ser humano. Uma injeção de manipulação genética é preparada, mas apenas como último recurso — afinal, engenharia de DNA desse tipo está proibida desde as Guerras Eugênicas, no fim do século 20.

Saru é o primeiro a recordar isso e ordenar que o tardígrado continue a ser usado, até que o capitão Lorca seja resgatado.

Enquanto isso, na nave klingon, o comandante da Discovery está em maus lençóis: ele é levado para um interrogatório/tortura com a capitão, ninguém menos que L’Rell. Lorca repara que ela se refere à Discovery do mesmo modo que ele, o que o faz suspeitar que o mascote de Mudd fez mais que roubar alimento — ele estava servindo de escuta para os klingons.

De volta à cela, Lorca passa por mais uma sessão de “Escolha sua dor”. Ele está pronto para apontar para Mudd, quando é surpreendido por Tyler, que pede para ser escolhido. O klingon parte para bater nele, mas desta vez ele reage, nocauteando o guarda. Então ele e Lorca fogem da cela, deixando Mudd para trás — que promete vingança ao capitão.

Depois de enfrentar alguns soldados inimigos usando disruptores que tomaram dos guardas derrubados, os dois oficiais da Frota Estelar conseguem chegar a uma pequena nave incursora klingon, com a qual vão executar sua fuga. L’Rell enfrenta Tyler num combate corpo a corpo e um tiro de disruptor a atinge de raspão, queimando sua face.

Na Discovery, as buscas localizaram a nave que provavelmente está retendo Lorca, e Saru ordena o salto. O tardígrado não aguenta o tranco e entra num estado de “criptobiose”, inerte. O capitão interino não quer nem saber e ordena que o doutor Culber reidrate a criatura e a recoloque no cubo de reação. O médico se recusa, e a ordem recai sobre Stamets, que relutantemente concorda. Eles precisarão de um salto para escapar do espaço klingon após o resgate.

Na ponte, Saru nota que cinco incursoras klingons estão voando na direção da Discovery. Contudo, o padrão de voo indica que a primeira está em fuga, enquanto as outras quatro parecem estar em perseguição. A observação perspicaz permite deduzir que o capitão Lorca está no comando da primeira. Ele e Tyler então são transportados a bordo da nave estelar, e em seguida Saru dá a ordem para o salto.

A Discovery desaparece no subespaço e retorna ao território da Federação. Mas da engenharia só se ouve silêncio. Stamets está caído dentro do cubo de reação — ele se injetou os genes do tardígrado e usou a si mesmo como parte do motor de esporos. Em princípio, temiam que ele tivesse morrido. Mas ele então desperta e, diante do sucesso, apenas dá uma gargalhada.

Antes de devolver o comando a Lorca, Saru ainda tem uma última ação a fazer — pedir a Burnham que salve a vida do tardígrado. Os dois têm uma conversa sincera, em que o primeiro oficial reconhece que não a vê como uma ameaça, mas tem mágoa dela por ter tirado dele a oportunidade de aprender com a capitão Georgiou como ela o fez por sete anos. Burnham então decide dar a ele o telescópio que Philippa havia deixado para ela.

Tilly e Burnham reanimam o tardígrado com esporos e o libertam para o espaço, onde ele rapidamente sai de seu estado criptobiótico e viaja para o subespaço.

Quanto a Stamets, ele parece estar recuperado da arriscada operação a que se submeteu, pelo menos com base na avaliação de seu marido, o doutor Culber. Os dois comentam os eventos do dia enquanto escovam os dentes, mas quando os dois saem do banheiro para o quarto, o reflexo de Stamets no espelho fica para trás, indicando efeitos colaterais imprevistos da alteração genética a que se submeteu…

Comentários

“Choose Your Pain” é o episódio mais “redondo” de Discovery até agora. Mantém o nível de excelência narrativa que tem sido mais ou menos constante na série e consegue criar um segmento com começo, meio e fim, produzindo arcos para vários dos personagens, além de enfatizar que os diálogos preponderam sobre o espetáculo visual. Em muitos momentos, por sinal, apesar do dinamismo, ele lembra mais uma peça de teatro, ao enfatizar os atores em detrimento da ação.

Duas tramas paralelas sustentam o episódio, e é curioso notar como elas são respostas diretas a duas supostas “falhas” de “The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry” — uma é o dilema do uso ético do tardígrado e outra é o porquê da rápida missão a Corvan II, que termina sem que a Discovery sequer preste assistência imediata aos mineiros. Temos as duas respostas aqui: a bordo da nave, Burnham move a trama do tardígrado adiante, enquanto Lorca, em reunião com almirantes da Frota Estelar, expõe a necessidade de segredo para as operações da Discovery — algo que, ao que parece, a despeito de todos os esforços, já teria sido descoberto pelos klingons, segundo a almirante Cornwell.

Dito e feito, Lorca é sequestrado enquanto está em trânsito entre a Base Estelar 28 e a Discovery, e o objetivo dos klingons parece ser descobrir o segredo da Discovery. Ou seria outra coisa?

Essa trama a bordo da nave klingon permite que travemos contato com dois personagens esperados — o bom e velho Harry Mudd, revivido por Rainn Wilson, e o jovem (e talvez não tão bom) tenente Ash Tyler, interpretado por Shazad Latif. Seria ele Voq, cirurgicamente alterado para parecer humano?

Há razões extra-universo ficcional para acreditar que Tyler não é quem diz ser, e a principal delas é o fato de que o ator que supostamente interpreta Voq é creditado como Javid Iqbal — um nome que até tem um perfil próprio no site de cinema IMDb, mas com esse único crédito na carreira e sem fotos de si mesmo sem a maquiagem de Voq. Por outro lado, e veja que coincidência, Shazad Latif é um nome artístico; o nome de nascimento do ator de Tyler é Shazad Khaliq Iqbal. Quer mais? Ele originalmente foi apresentado, em dezembro de 2016, como o ator que viveria um protegido de T’Kuvma chamado Kol. Depois, anunciaram que, numa troca de papéis, Kol seria vivido por Kenneth Mitchell, e Latif viveria o humano Ash Tyler. Só que Voq, nas primeiras versões do roteiro do piloto, se chamava Kol. Fecha-se o círculo. Shazad Latif é Voq e Tyler. Sou capaz de cortar meu braço direito (sou canhoto, então não se preocupe tanto!) se o ator não estiver por trás da máscara do albino klingon.

Agora, mesmo sem saber de tudo isso, só com base na história, dá para perceber que a conversinha que Tyler passa em Lorca na prisão klingon não cola. Ele diz estar lá há sete meses, desde a Batalha das Estrelas Binárias, e só ter sobrevivido pelo fato de que a capitão klingon “adquiriu uma certa apreciação” por ele. Poderia até ser, se não fosse esta capitão a notória L’Rell, que passou seis desses sete meses morrendo de fome na nave-sarcófago ao lado de Voq. Ou seja, a história de Tyler é mentirosa.

O fato de as inconsistências estarem aparentes, tanto nos roteiros como nos bastidores, nos leva a crer que nunca houve o plano de tornar a natureza de Tyler um grande segredo. Pelo contrário, essa parece ter sido uma ideia gestada meio de improviso, depois que a escalação de Latif para viver um klingon já havia sido publicamente anunciada. E foi boa enquanto durou, nos levando até o momento em que Voq, nas palavras de L’Rell, seria obrigado a sacrificar “tudo”. (Em retrospecto, é incrível que tenhamos passado quatro episódios sem nos perguntarmos quem era Javid Iqbal, ator que, apesar de viver um personagem proeminente na série, jamais participou de ações de publicidade ou teve sequer uma foto divulgada. Um ato de ilusionismo muito bem executado pela CBS.)

A questão que se coloca agora é: Ash Tyler sabe que é Voq? Se sim, ele vai dar na vista? Se não, quando descobriremos? Tem alguma coisa aí nessa história que ainda vai nos surpreender? Como será a interação dele com a tripulação da Discovery? O drama naturalmente deve vir daí, de sabermos quem ele é, mas a tripulação não. Se bem explorado, pode ser um arco muito interessante — e perigoso. A conferir.

Retornando à cela da nave-prisão após essa longa digressão, nos deparamos com Mudd — ou melhor, com a nova versão de Mudd, repaginada com relação ao personagem da Série Clássica. Rainn Wilson faz um ótimo trabalho em resgatar alguns dos trejeitos de Roger C. Carmel, o ator original, mas dá um ar muito mais ameaçador ao personagem. Houve quem achasse que essa foi uma violação, mas, convenhamos: Mudd era retratado de forma simpática em Jornada nas Estrelas porque era o único modo de fazê-lo em 1966. Na prática, olhando nas entrelinhas, Mudd foi pego por Kirk, em “Mudd’s Women”, cometendo crimes terríveis, como tráfico de mulheres, promoção da prostituição e distribuição de drogas. Apesar do tom divertido que se dá a ele (única maneira de vencer a censura das redes de televisão na época), Mudd é um personagem nada ambíguo — é um vilão na melhor acepção da palavra.

Lorca, por outro lado, não é o melhor capitão que Mudd poderia ter encontrado pela frente. Neste episódio, descobrimos mais uma faceta dele — o fato de que não só ele sobreviveu à abordagem de sua nave anterior, a USS Buran, como a destruiu, com toda a tripulação dentro, para evitar que eles fossem feitos prisioneiros. Isso explica, a um só tempo, o comportamento dele diante da guerra e o fato de ele se sentir meio como “peixe fora d’água” na tripulação da Discovery — uma nave que ele assumiu só depois da perda da Buran, um mês após o início da guerra.

Tendo isso em conta, Lorca não é alguém de quem você deva esperar compaixão. Natural, portanto, a decisão dele de deixar Mudd para trás durante a fuga. Àquela altura, já estava claro que o traiçoeiro humano estava ali na cela em conluio com os klingons, espionando os oficiais que eram presos com ele com a ajuda do pequeno Stuart — um “bug” em pelo menos duas acepções da palavra inglesa. Um traidor e possivelmente um espião klingon. Não é o tipo de pessoa que eu levaria para a minha nave num tempo de guerra. Lorca muito menos.

O abandono de Mudd, claro, terá repercussões no futuro da série, uma vez que pelo menos mais uma aparição de Rainn Wilson está programada para esta temporada. Então, como ele mesmo promete a Lorca, esta não foi a última vez que vimos Harcourt… Fenton… Mudd! O que é boa notícia. O novo Mudd é divertido e perigoso na medida certa, de modo que não vejo a hora de reencontrá-lo.

Enquanto isso, no “lado A” do episódio (colecionadores de vinil entenderão), encontramos a Discovery sob o comando do capitão interino Saru. Foi o primeiro episódio a realmente envolver o personagem na ação de maneira mais significativa, o que expõe as qualidades dele como oficial da Frota Estelar. De novo, houve quem criticasse sua decisão de usar o tardígrado a todo custo, mas a responsabilidade primária dele era com a tripulação da Discovery e com o capitão Lorca.

Por sinal, Saru cumpre aqui sua promessa de fazer um trabalho melhor em defender seu comandante do que Burnham fez com a dela. Lorca volta são e salvo graças à perspicácia de seu primeiro oficial, que lançou mão de seus instintos naturais de “luta ou fuga” para perceber que uma das incursoras klingons estava escapando das demais, e não voando em formação com elas. Foi uma solução inteligente e orgânica no resgate — em todo o resto, fácil demais para o meu gosto — que valorizou a natureza do personagem.

Os demais tripulantes da Discovery também são usados de maneira efetiva, num episódio que equilibrou muito bem todos eles. O doutor Culber teve importante papel ao investigar a situação do tardígrado, Stamets e Tilly ajudaram a descobrir uma solução alternativa, e Michael Burnham, claro, serviu de âncora narrativa para a coisa toda, fechando em grande estilo o paralelo construído pelos roteiristas entre ela e o tardígrado nos últimos dois episódios.

Em “Context Is for Kings”, o tardígrado era o monstro, e Burnham era o monstro. Em “The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry”, o tardígrado era o incompreendido, e Burnham era a incompreendida. Em “Choose Your Pain”, o paralelo é manifesto até mesmo na sequência de sonho que abre o episódio — nela, Burnham é o tardígrado. E, ao fim, ambos encontram sua redenção — a criatura ao ser libertada, e Burnham ao achar alguma medida de paz em sua relação com Saru e promover a libertação da criatura.

Isso mostra a multiplicidade de texturas e leituras que Discovery, como um programa serializado, oferece. Outro ótimo exemplo é o próprio título do episódio: “Choose Your Pain”, ou “Escolha sua dor”. A leitura óbvia é que é a citação à frase que os klingons usam para controlar seus prisioneiros. Mas é isso mesmo? Ou é a dor de Lorca de ter perdido sua tripulação na Buran e ter ferido os olhos por causa disso? Ou é a dor do tardígrado, torturado para fazer o motor de esporos funcionar? Ou é a dor de Michael Burnham, de se sentir tão isolada e alienígena quanto o próprio tardígrado? Ou é a dor de Saru, inseguro acerca de sua capacidade de comandar? Bem, siga o título: “Escolha sua dor.”

E note que deixei de fora aí a dor de Stamets, porque essa merece um comentário à parte. Ele basicamente apresenta sua solução particular para o teste do Kobayashi Maru, se é que você me entende, e a cena em que descobrimos o que se passou é, em termos de tom e mesmo diálogo, bastante similar à da morte de Spock em A Ira de Khan — um “parabéns a todos aí na engenharia”, seguido pelo silêncio, seguido por “tem alguma coisa muito errada”.

Stamets, contudo, não morre. E, em vez disso, tem uma gargalhada histérica após acordar no cubo de reação. O que foi isso? Na minha modesta opinião, ele também exorcizou sua dor ali. Não só por poupar o tardígrado, algo que claramente o comoveu (como podemos ver por sua expressão quando a criatura entra em estado criptobiótico após o primeiro salto), mas por poder entrar em contato direto com seus esporos — algo que ele desejava ardentemente fazer e chegou a dizer ao ver o tardígrado interagindo com os cogumelos na floresta artificial da Discovery, no episódio anterior. O fato de que deu certo, e a surpresa de seu contato com o sublime, levou à gargalhada.

Então repare a riqueza deste episódio, que certamente merece múltiplas assistidas. Ele entrelaça de forma perfeita as tramas A e B, e todas as histórias pessoais dos personagens, a ponto de você nem sentir que está o tempo todo num pingue-pongue entre o núcleo Lorca e o núcleo Discovery. As duas histórias caminham juntas e têm conexão entre si, algo que faltou no episódio anterior, em que a trama klingon ficou como algo à parte. Temos um roteiro realmente incrível de Kemp Powers. Antes de ser integrado à equipe da série, ele era escritor de teatro e mostrou a que veio aqui. Bravo!

Ela acertou todas as notas certas em momentos delicados, como na cena final do episódio — a interação adorável entre os “maridos” Culber e Stamets — e no uso inédito do palavrão “fucking” no diálogo entre Tilly e Stamets. Em ambos os casos, funciona. No primeiro, a situação é retratada de acordo com a tradição de Jornada nas Estrelas, como uma “não questão”. No segundo, toda a doideira do motor de esporos realmente é “fucking cool”. O que une esses dois exemplos é a constante humanização dos personagens, algo que não canso de destacar em Discovery: é refrescante encontrar uma série de Star Trek em que os personagens humanos são tão ricos e interessantes quanto os alienígenas.

E a essa altura isso dá um gosto de “quero mais”. Espero que, ao longo da série, tenhamos tempo de conhecer também a tripulação secundária: Keyla Detmer, Joann Owosekun, Airiam, Milton Richter e o recém-apresentado tenente Rhys. Todos eles podem ter histórias pessoais fascinantes, só esperando para serem reveladas.

Avaliação

Citações

Mudd – Ouch!
(“Ai!”)
Lorca – Who are you?
(“Quem é você?”)
Mudd – The name is Mudd. Harcourt Fenton Mudd. Harry for short. I reiterate: ouch.
(“O nome é Mudd. Harcourt Fenton Mudd. Harry para encurtar. Reitero: ai.”)

L’Rell – Mm, you suffer from extreme photosensitivity.
(“Mm, você sofre de fotossensibilidade extrema.”)
Lorca – Well, we all have something, honey. And you’re seeking solace in the arms of a human male. We don’t even have the right number of organs for you. Why so hard up?
(“Bem, todos temos alguma coisa, querida. Você procura consolo nos braços de um macho humano. Nós nem temos o número certo de órgãos para você. Por que essa dureza?”)

Tilly – Guys, this is so fucking cool! …I’m sorry.
(“Pessoal, isso é muito foda! …Desculpe.”)
Stamets – No, cadet. It is fucking cool.
(“Não, cadete. É mesmo muito foda!”)

Saru – Dr. Culber believes the tardigrade is sentient. It remains in a state of cryptobiosis. We have no claim on its soul. Go save its life, Burnham. That’s an order.
(“O doutor Culber acredita que o tardígrado é consciente. Ele ainda está em estado de criptobiose. Não temos direitos sobre sua alma. Vá salvá-lo, Burnham. É uma ordem.”)

Trivia

  • Descobrimos que o capitão Lorca foi o comandante da USS Buran durante o primeiro mês da guerra, até ela ser perdida com toda a tripulação. O nome da nave é uma homenagem ao ônibus espacial soviético, Buran, que fez um único voo ao espaço, sem tripulação, em 1988.
  • Quando Saru pede ao computador uma lista dos capitães mais condecorados da Frota Estelar, vários nomes familiares aparecem: Robert April (primeiro capitão da USS Enterprise, que figurou na Série Animada, mas só se tornou um personagem do cânone agora), Jonathan Archer (capitão da Enterprise NX-01), Matthew Decker (comodoro visto em “The Doomsday Machine”, da Série Clássica), Philippa Georgiou (capitão da USS Shenzhou) e Christopher Pike (capitão da USS Enterprise durante a época de Discovery).
  • No roteiro original, havia mais um capitão condecorado listado: Robert Wesley, que é visto como comodoro e comandante da USS Lexington em “The Ultimate Computer”.
  • L’Rell aparentemente comanda um cruzador de batalha da classe D7 — embora eles não se pareçam em nada com os vistos antes em Jornada nas Estrelas.
  • A cadete Tilly menciona o Instituto Daystrom, confirmando que ele já existe no século 23 e foi provavelmente fundado por Richard Daystrom, o grande especialista de computadores visto em “The Ultimate Computer”.
  • A almirante Cornwell fala de uma instalação secreta da Frota Estelar em Jefferson, Iowa. Na versão original do roteiro, era Riverside, Iowa — cidade onde teria nascido o capitão Kirk e onde vemos a própria USS Enterprise ser construída no universo alternativo criado pelo filme Star Trek (2009), a famosa (e, para alguns, infame) linha do tempo Kelvin.
  • Ash Tyler diz ter servido com o capitão Steven Maranville, da USS Yeager, morto durante a Batalha das Estrelas Binárias.
  • Lorca menciona as missões realizadas pela Discovery nas últimas três semanas, que envolvem, além de Corvan II, Benzar (planeta natal dos benzaritas, vistos em A Nova Geração) e Ophiucus (sistema estelar com colônias humanas, notoriamente mencionado em “Mudd’s Women”).
  • O mapa da fronteira entre o Império Klingon e a Federação visto nesse episódio foi tirado do livro “Star Trek Star Charts”, de Geoffrey Mandel, e tem várias localidades conhecidas pelos fãs. O setor Mempa foi palco de uma das batalhas da Guerra Civil Klingon de A Nova Geração, a estação K7 foi visitada pela Enterprise em “The Trouble With Tribbles”, da Série Clássica, tanto Kirk (Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida) quanto Archer (“Judgment”) tiveram temporadas na colônia penal klingon de Rura Penthe, o sistema Morska abrigava a estação de comunicação klingon que a tripulação da Enterprise teve de enganar em A Terra Desconhecida, e por aí vai.
  • O bichinho de estimação de Mudd era chamado de Bugsley antes de ganhar o nome de Stuart, segundo os produtores.
  • Nos planos originais dos produtores, o tardígrado seria um tripulante da ponte da Discovery chamado Ephraim, em homenagem ao zoólogo alemão que o descobriu, Johann August Ephraim Goeze. A ideia foi descartada, entre outras razões, pelo alto custo que envolveria.

Ficha técnica

História de Gretchen J. Berg & Aaron Harberts & Kemp Powers
Roteiro de Kemp Powers
Dirigido por Lee Rose
Exibido em 15/10/2017
Produção: 105

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Jason Isaacs como Gabriel Lorca
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly
Shazad Latif como Ash Tyler

Elenco convidado:

Jayne Brook como Katrina Cornwell
Mary Chieffo como L’Rell
Wilson Cruz como Hugh Culber
Rainn Wilson como Harry Mudd
Conrad Coates como Terral
Emily Coutts como Keyla Detmer
Julianne Grossman como computador da Discovery
Patrick Kwok-Choon como Rhys
Sara Mitich como Airiam
Simon Northwood como piloto da nave auxiliar
Oyin Oladejo como Joann Owosekun
Christopher Russell como Milton Richter
Kirk Salesman como klingon da nave auxiliar 2
Tyler Evan Webb como klingon da nave auxiliar 1

Mais análises do Trek Brasilis

E você pode baixar o MP3 para ouvir offline aqui.

206 Comments on "DSC 1×05: Choose Your Pain"

  1. Uma boa notícia é que neste episódio os Klingons estão melhores.

  2. Bem vindo a spoilerlândia!

    Acordar de madrugada no segundo dia do horário de verão só para ver Discovery tem que ser muito trekker! Pessoal, dei nota máxima/quatro. Melhor episódio na minha singela opinião.

    Gostei de vários aspectos! Gostei do fim que deram ao tardígrado, pelo visto a frota nunca mais achará outro espécime.

    Aliás, eu achei que seria a Michael e não Paul Stamets que tomaria a decisão de substituir o tardígrado, me surpreendeu.

    Gostei da nave prisão klingons, dos klingons falando em inglês (provavelmente da casa mokai) e em especial eu adorei o Mudd. Adorei a interpretação do ator que fez o Mudd, me lembrou muito a interpretação do ator original. Será que o veremos novamente?

    Só achei que a captura do capitão ficou algo meio jogado na trama, só para servir a mesma. Um única crítica que faço.

    É tanta coisa acontecendo nesse episódio que é difícil falar de tudo.

    Gostei de saber mais um pouco do passado do Lorca e como ele é um personagem torturado pelas decisões que tomou, para mim um decisão bastante questionável.

    Explodir a tripulação de sua antiga nave para que ela não fosse levada como refém, evitando os horrores da tortura, foi algo muito pior do que o motim da Michel! Que iria querer servir com um capitão desses?

    Entretanto a vida esperança! O Lorca aniquilou qualquer chance deles escaparem ou serem libertados, mesmo que ínfimas.

    Mas o Lorca tem uma moral duvidosa, isso que faz personagem atraente.

    Finalmente, gostei de saber da cena final, da indicação de que teremos uma trama no universo espelho.

    Assim, temos um casal gay na tripulação, que bom! 🙂

  3. Fiquei com a impressão que foi a almirante que vazou a localização do Lorca. Pra mim foi muito manjado: ele saí de uma reunião com a almirante, logo em seguida é achado pelos klingons que matam o piloto sem mais nem menos e deixam ele vivo. E o carinha lá que ele resgata, muito conveniente, tenho certeza que é um espião klingon modificado pra parecer humano.
    Sobre a cena final eu não sei bem o que pensar, pra mim pode ser algum tipo de deslocamento dimensional, o equivalente a uma falha no transporte ou coisa do tipo. Como ele saí da frente do espelho e continua o reflexo lá? A física comum não explica isso e também não explica o risinho do reflexo no espelho.

  4. Revendo. Por ora nota quase 4.

  5. Sim, fiz uns acréscimos nos meus comentários falando mais um pouco dos klingons e suspeito que aquele outro prisioneiro que fugiu junto com o Loca seja, na verdade, um klingon.

    Também suspeito que Paul Stamets que voltou de dentro do motor de esporos é um contraparte do mesmo, do universo espelho.

  6. Eu adoro esses ganchos. Que bom que alguém deu um “print” nessa tela de computador. Tinha vista apenas o April e o Archer.

  7. Essa questão do espelho eu vi como uma liberdade criativa tão somente. Para dar uma indicação de que algo está errado.

  8. Exato! Isso ficou estranho e manjado. Tão manjado que só pode ser explicado pelo fato de que os klingons tinha informações privilegiadas de dentro do comando da frota estrelar. Sim, há vários espiões klingons infiltrados na frota.

  9. Pelo menos Robert April se tornou oficialmente canônico agora, pois, se não me engano, era creditado apenas nas animações dos anos 70 e muito se discutia se os desenhos poderiam ser ou não considerados dentro do cânon da fraqnuia

    Robert April em TAS
    https://uploads.disquscdn.com/images/4572f7b930c7af8a2e09e60be4c54fffdb28880c9bceca4ce5ecef8cb6994364.jpg

  10. Claudio Arrochela | 16 de outubro de 2017 at 10:12 am |

    Caros, achei o episiodio bem interessante, so achei a fuga meio igual a do Picard no filme nemesis, o conflito do Saru e a Michael ta demais, mas estou num beco… sonho com a redencao da Michael, ela poder usar o badge no uniforme de novo, mas pelas atitudes da almirante e do Saru nao sei como isto se encaixaria, pois penso que no primeiro ano de serie o arco da Guerra tera fim… entao a discovery ou sua sucessora terao o papel voltado para a exploracao de novo e como fica a amotinada nisto???? Tom sombrio no Harry mudd ficou diferente, mas interessante…. Primeira interacao de novos personagens, no caso o medico partner do Stamets, como o beijo interacial na serie classica, o capitao negro em DS9, a capita mulher em Voyager todas pioneiras nas suas epocas…

  11. O problema dos Klingons é que eles falam constantemente em klingon o que torna cansativo pra quem assisti. É muito comum em filmes e séries personagens estrangeiros com começarem a falarem na língua nativa e passam a falar em inglês de repente, dando a entender que continua a falar na língua nativa. Star Trek III utilizou deste recurso hora alternando em klingon, hora alternando em inglês no núcleo klingon do filme.

  12. Fabiano Correia | 16 de outubro de 2017 at 10:33 am |

    Indícios de uma pequena ponta da enterprise a vista???

  13. Fabiano Correia | 16 de outubro de 2017 at 10:34 am |

    Episódio interessante algo me diz que tem algo errado com o stamets

  14. Mariana Gamberger | 16 de outubro de 2017 at 10:41 am |

    Eu também achei esquisito pegarem o Lorca assim tão fácil. Mas realmente é bem possível que tenha algum Klingon infiltrado por ali.

  15. Mariana Gamberger | 16 de outubro de 2017 at 10:43 am |

    Sabe que também achei que a Michael fosse tomar o lugar no tardígrado, mas ai ela ficou no quarto, e sobrou para o Stamets (depois da chamada do Saru e a necessidade em sair dali).

  16. Mariana Gamberger | 16 de outubro de 2017 at 10:44 am |

    A nave Klingon é da L’Rell. Conforme o pessoal falou lá embaixo, tem grande indicação do Tyler ser um espião Klingon, provavelmente o Voq. Por isso a fuga deles foi “tão fácil”.

  17. A Enterprise, neste momento, é comandada por Pike (2256), mas quem sabe um Almirante/Comodoro April ou o próprio Capitão Decker não possam aparecer…. Pelo que eu li por aqui eles querem evitar ao máximo a presença de Spock em Discovery, que serve na Enterprise neste momento, portanto a Enterprise em si acho difícil aparecer, mas quem sabe a Constellation não possa dar as caras. Mas tudo isto é só especulação.

  18. Ainda há esperança

  19. Ricardo Pinheiro | 16 de outubro de 2017 at 12:11 pm |

    Enterprise é uma nave poderosa, hein? 3 capitães (April, Pike e Kirk), 3 lendas. Deve ser um ímã. 😀

  20. Archer, April e Pike vc quis dizer?!. Kirk era apenas cadete ou tenente nesta época, muito embora iria se tornar lenda viva em um futuro próximo

  21. Será que em cem anos foi só o Capitão Acher que se destacou? E os outros capitães da frota que comandaram suas missões nesse período?

    Agora, num curto espaço de tempo temos a Georgiu, o Mathew Decker, Pike e o April (todos contemporâneos!)

  22. Melhor episódio da temporada até o momento.

  23. Nesta tela faltou o Cap. Richard Robau, Cap. da Kelvin. É com ela que surgi o Universo alternativo depois do encontro com a Narada, mas antes do encontro o cânon é tradicional, portanto, ela vem do cânon normal, se tal incidente não ocorreu, portanto ela, em tese, ainda continua(ou) existindo. As vezes penso existir uma rixa velada entre a duas linhas.

  24. A rixa existe! hehe A linha temporal do JJ Abrams para os fãs é algo bastante controvertida! Muitos a tratam como algo fora do cânone.

  25. Olha o que eu achei:

    “Unused material for Jonathan Archer’s bio, featured in ENT: “In a Mirror, Darkly, Part II”, stated that Archer passed away one day following the christening of the USS Enterprise (NCC-1701), in 2245. If canonical, it would suggest that April and Archer knew each other.”

    http://memory-alpha.wikia.com/wiki/Robert_April

  26. Outro Capitão famoso que poderia estar na lista – Balthazar Edison, USS Franklin ela desapareceu no cânon normal e foi redescoberto no cânon alternativo. Krall deve existir na linha normal, mas provavelmente nunca será descoberto na linha tradicional, por exemplo.

  27. Agora imagina que loucura… eu me questionei se o Paul Stamets que saiu de dentro da câmara do motor de esporos é o mesmo Paul Stamets que entrou lá, ou se ele é uma contra parte do Paul Stamets do universo espelho, tendo em vista cena final.

    E se… e se… estivermos vendo a Discovery do universo espelho? E se o Paul Stamets já está dentro do universo espelho e nos não sabemos disso ainda? Será que seremos pegos de surpresa? kkkkkkkkk

  28. Acho que não o universo espelho. Já foi mostrada por aí uma placa de identificação ISS Discovery. Nada impede de ser de um universo alternativo. Outra coisa a lembrar é que ele injetou em si DNA de ser alienígena multidimensional. Vai saber que efeito colateral isso tem.

  29. Diferente das outras tripulações, a da Discovery vai precisar de um tempo bem maior para amadurecer.

  30. Estou impressionado com a constante da série. Não há episódio que não me tenha agradado. Mudd impecável, o mesmo canalha de sempre. Vendendo a mãe e entregando se for preciso, desde que, leve vantagem.
    Saru e Burnham se entendendo, isso me agrada. Lorca mostrando a cara e o valor de um capitão. A solução pra tirar o Estripador da nave foi bem legal. Melhor um humano se ferrando neste caso.
    O final gerando um suspense!
    Nota máxima pra este episódio.

  31. Mariana Gamberger | 16 de outubro de 2017 at 1:34 pm |

    Não gostei tanto desse episódio como dos outros, mas você tem razão, o nível de qualidade dos episódios está incrível.

  32. Ue, e o Archer e Picard?

  33. Ela é almirante. Tem outros meios de pegar a tecnologia sem ter que entregar o Lorca. Salvo, ela ser parte do plano para infiltração de mais um agente. A sala de reunião com almirantes não estava vazia por acaso.

  34. Flag Ship. Por isso os melhores estão lá.

  35. Picard ainda não nasceu!

  36. Concordo! A série tem mostrado apenas episódios bons ou muito bons, não há nenhum episódio ruim ou mediano. Rezo para que esse dia não chegue! Há questões controversas? Sim! Mas vejo estão fazendo uma série de qualidade.

  37. Outro episódio muito bom, tanto que passa ligeirinho, infelizmente e com bastantes referências.

    A atitude do Stamets foi igual a do Spock em A Ira de Khan, boa homenagem e o final ficou estranho, mas a referência parece óbvia, o Stamets estava de frente para um espelho que depois fica com fundo escuro…

    Gostei muito de ver o Saru no comando, a Michael tirando ele do sério e o desfecho da situação foi muito emocionante.

  38. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 3:47 pm |

    Bem o que dizer desse episódio… de longe o melhor da temporada.
    Me prendeu do 1 segundo ao último.
    Não tem como não dar um 4/4.

  39. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 4:11 pm |

    Agora faz sentido a fala da L’Rell, no episódio anterior, também acho que o Tyler seja o Voq.

  40. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 4:16 pm |

    Sério, o carinho que a produção dessa série demonstra com o Fandom é enorme, ver os nome do Archer, Pike e o Decker citados como os maiores capitães (até o momento), foi fantástico. Podemos reclamar de tudo até o final, mas não podemos reclamar do respeito e do tratamento que esses caras (produtores) tem com a franquia.

  41. Episódio 3 e 5 os melhores até agora. Mas esse foi ainda melhor que o 3. Excelente!

  42. Boa sacada. Não tinha pensado nisso!

  43. A cena da libertação do tardígrafo já vale a série. Atuações, imagens, trilha, significado. Belíssima.

  44. Fabiano Correia | 16 de outubro de 2017 at 5:32 pm |

    Estranho não citarem aquele Garth of izar

  45. Toda a interação da Michael com o Saru neste episódio, gente, o que foi aquilo? Aliás foi fantástico tudo o que envolveu o Saru. Esta série é algo de tanta qualidade que é de se espantar. Temos que torcer para não termos nenhuma baixa neste timaço. Abraços 🖖.

  46. Roxanne Lauderdalle | 16 de outubro de 2017 at 6:46 pm |

    fã service muito bem servido.

  47. Ricardo Pinheiro | 16 de outubro de 2017 at 7:23 pm |

    Gente, saiu Dobra 9 novo: http://komboconteudo.com/dobra-9-1-o-ola-vulcano/

    Se puderem ouvir, agradeço muito!

  48. Ricardo Pinheiro | 16 de outubro de 2017 at 7:25 pm |

    Ainda n teve tempo do Picard mostrar ao q veio… Ele ainda n nasceu!

  49. Cadê o episódio 05, sumiu do meu Netflix? 😱

  50. Leandro Henrique Pereira Neto | 16 de outubro de 2017 at 8:28 pm |

    Pela primeira vez dei 4 o episódio é excelente deu espaço para outros personagens , Boas atuações, as pontas soltas sendo fechadas, personagens agindo como esperamos da frota, outroscom moral e decisões dúbias. Adorei.

  51. leonardo da costa ferreira | 16 de outubro de 2017 at 8:47 pm |

    Impressionante como os produtores e roteiristas sabem mesclar ação com drama. Isso é uma tapa na cara de determinados membros de Hollywood como o Sr. J.J. Abranda. Isso é dosar um ritmo frenético com conteúdo. Em meio ao caos que nossa nação vive atualmente. Penso que Discovery é uma dádiva. Abraços.

  52. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 8:55 pm |

    Já tá no meu radar.

  53. Ótimo podcast, muito bom! 🙂 Já quero ouvir todos os episódios subsequentes!!!

  54. Tão dizendo em alguns sites que o episódio 05 fez algo que nunca foi visto em jornada antes, em 50 da franquia nunca tínhamos visto um personagem falar um palavrão! Estou tentando rebombinar minha memória para confirmar isso… mas não tô lembrando de nenhum exemplo! kkkkkk

  55. Não saiu preview do próximo episódio?

  56. Ainda não

  57. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 9:34 pm |

    Para descontrair

    O zagueirão mandou um “Choose your pain” no Biro Biro

    https://www.youtube.com/watch?v=nRjdKHKucVQ

  58. Estranho. Eles soltam os previews imediatamente após a exibição do episódio da semana.
    Acho que não querem dar mais detalhes do que vem por aí após o final misterioso do episódio dessa semana

  59. Com certeza aluguem já falou algo tipo: merda, fudeu, etc…

  60. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 9:37 pm |

    Data em Generations: Ohhh Shit!
    Mas o Data pode né? A tropinha tem que achar alguma coisa para falar mal.

  61. O Data pode e deve!!! Hehehe aqui, não faltaram como crítica, pelo contrário, senti que viram o palavrão como algo inesperado porém positivo!

  62. Eu acho que depois do after trek tem

  63. O Biro Biro pediu né? chegou dando cotovelada para roubar a bola, então não pode reclamar do carrinho que tomou e lhe “quebrou” as pernas! Não se faz mais futebol UFC como antigamente. KKkkkk

  64. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 9:54 pm |

    Eu achei umas das melhores cenas.

  65. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 9:56 pm |

    Sim, anos 80 a pegada era outra. Eu vi esse vídeo hoje e não teve como associar ao episódio kkk.

  66. Hoeraldo Junior | 16 de outubro de 2017 at 10:19 pm |

    É vero heim e ainda teve o Harry Mudd canalhão mor rs !

  67. Antonio de Pádua | 16 de outubro de 2017 at 10:29 pm |

    Achei muito legal todas as referências as séries anteriores. A lista dos capitães mais condecorados, com April e Pike. Saru sendo “Data”, procurando referências para si mesmo nos registros. Até as cenas de luta, pouco comuns nas séries mais recentes de Jornada, estão de volta.

  68. Eu gostei bastante do episódio, já assisti duas vezes. O melhor da temporada, depois do terceiro.
    Acredito que a história funciona muito melhor quando o foco são os vários membros da tripulação em volta da Michael, e não tendo a Michael como foco principal.

  69. Interessante. Então o próximo episódio não vai ser sobre o universo espelho ainda

  70. Parece que a CBS, além de não ter divulgado o preview do próximo episódio, retirou do ar também o preview dos episódios anterior. Por que será?

  71. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 10:41 pm |

    Eu não sei, mas acho que os previews estavam dando muito na cara o que iria acontecer nos episódios.

  72. Ronaldo Adriano | 16 de outubro de 2017 at 10:42 pm |

    Neste episódio além dos capitães mais “destemidos” mostrado ao Saru, este episódios fez mais ligações com outras séries e filmes de Star Trek, quando de novo Saru solicita análise dos sensores aparece em um display a Estação K7 e alguns planetas visitados por KIRK, na série Clássica, Setor Mempa que aparece na TNG e Morska e Rura Penthe do filme Star Trek 6.

  73. João Luiz Silva Cruz | 16 de outubro de 2017 at 10:51 pm |

    Aparece no display o sistema Acamar , episódio de TNG, sistema que fica no quadrante Beta, ou seja, os produtores realmente estão refinando a série com essas referências.

  74. I am MUDD !!! kkk – Foi 10 esse episodio!! nao voto porque esse negocio de dar 4 é esquisito… E o Saru… dando um banho na Michael…. kkk

  75. Ronaldo Adriano | 16 de outubro de 2017 at 11:17 pm |

    É mesmo Akamar, daquele episódio da TNG que tem a Soberana, muito bom, não me lembrava.

  76. Mauricio Silva de Moura | 16 de outubro de 2017 at 11:32 pm |

    Gostei do capitulo, a série vem evoluindo a cada semana. Contudo Achei Mudd muito sério, faltou o velho bom humor costumeiro..

  77. Já estou até gostando do tema de abertura.

  78. e na sala dos almirantes tinha um Alm Vulcano negro…
    Pergunto : Spock não era nessa época o único vulcano formado na academia da Frota….um almirante vulcano na Frota não teve que se formar na Academia da Frota….bem antes de Spock na USS !701 de Pike….temos um furo no enredo….
    Qual sua opinião….

  79. bem lembrado !!!

  80. Com a partida do Tardigrado, acho que esse mini-arco do Motor de Esporos acabou, né?
    Acho que seria bem legal se a série adotasse este formado de um arco principal na temporada (Guerra com os Klingons/Jornada da Michael) com vários mini-arcos de no máximo 3 episódios.

  81. nota 3,5 …por que acho que ainda vou me surpreender mais …
    Eu estou considerando que esta série não teve nenhum episódio ruim até agora. Todos bons ou muito bons e acho que o melhor ainda está por vir😃. Nesse ep 5 vi fã service de qualidade como a lista de melhores capitães da Frota até 2256 antes de Kirk.
    Gostei de ver a atualização tb de uma base estelar.
    Me intrigou a fala da Alm. Catherine sobre compensar o esforço de guerra pela ausência de Lorca…e depois ele aparece sozinho em uma nave auxiliar sabe-se indo pra onde? …ela o estava enviando pra alguma missão sozinho sem a USS DISCOVERY?? Foi proposital deixar-se abduzir pelos klingons? Pra ver oque eles já sabiam sobre o ” esporo drive”?? Descobrir como era o interior de uma nave klingon ??… LORCA pergunta ao Ten Tyler oque sabe da nave e quantos tripulantes ela tem….e em seguida diz q precisa encontrar um modulador para contactar sua nave para um resgate….bem curioso com isso!!
    A interação entre os personagens foi maior nesse epis. e vi uma homenagem na cena de Stamets x Burnham “eu digo porto belo vc diz porta bela” como sendo mais outro fã service nosnlembrando de McCoy x Spock em epis. de TOS onde McCoy diz : ” tomatos ou tomates” – lembram do episódio?😃
    Outro ponto interessante foi saber do Ten Tyler há 7 meses preso com klingons e que L’Rell
    ” gosta” dele …dando duplo sentido…talvez haja flash backs mostrando oque ela fez pra “torturar” ele…será que o colocou no ” pau de arara” ou pior? Ela me pareceu bem sádica com ele dizendo que não poderia deixa-la depois de ” tudo que passaram juntos”….namoro de 7meses??curioso essa relação klingon fêmea- humano macho….alguma experiência genética klingon pra gerar espiões com corpo humano e mentalidade klingon??- e por causa dessa parte da T’Rell sendo sádica com Tyler , eu não acredito que ele seja espião klingon…
    Lorca é um capitão espião ou veio do Mirror universe ? Ele parece saber muito mais dos assuntos da guerra que todos os demais…e destruiu sua nave e matou toda sua tripulação? Sem morrer junto deles? Foi lançado no Mirror universo na explosão e por isso foi o único sobrevivente de sua nave? E depois conseguiu voltar ao universo prime? Seria esse um segredo de guerra que nunca relataram na Frota até Kirk e cia. terem descoberto em TOS??
    Ainda saberemos mais dos segredos de Lorca!!
    Gostei da missão dada a Burnham para salvar o Tardígrado com ajuda do médico da nave e assim melhorar um pouco o clima trekker na nave. Melhor sacrificar um humano no esporo drive do que um ser tolhido de sua liberdade.
    Esse médico parece que vai participar cada vez mais do enredo e junto com Stamets…eles demonstram cumplicidade e são colegas de quarto. Espero que a relação seja discreta e semm apelações como foi nesse episódio em que eu achei que quase tivemos dois homens protagonizando o primeiro beijo frontal homossexual em série de streaming…que considero ser desnecessário acontecer e o diretor soube dosar o tom até agora e manter a faixa etária da série abaixo dos 18anos….
    Fiquei convencido que Stamets não foi altruísta salvando todos ao se expor como ” navegador” dentro do esporo drive no lugar do Tardígrado, pra mim ele gargalhou depois , num sentimento de glória por ter conseguido aprimorar sua pesquisa , pela fama que terá e ou talvez o novo ” Stamets’ Drive” o deixou louco ou mesmo o levou pro Mirror universe como dá a entender no final enigmático do espelho de Stamets mostrar ele do outro lado observando….
    Achei engraçadas as naves de rapina klingons😂😂…me lembrou borboletas ou libélulas kkkkkkk…..devem ser naves pequenas de ataque pertencentes à nave sarcófago antiga de T’kuvma….as naves de rapina de 2256 são diferentes como vimos no ataque à Colônia mineradora no ep 4.
    E …raio trator e armas klingons sempre emitem raios verdes!! Pensei q seriam vermelhos

  82. Gosto até do tema dos créditos finais:
    https://www.youtube.com/watch?v=8KFkL3o_iGM

  83. pode ser que o Voq aceitou ser modificado geneticamente e morfologicamente e inclusive ter sua memória apagada pela L’rell para poder ser um espião perfeito na nave DSC e ser ativado por senha quando os klingons precisarem….a L’Rell tinha dito no ep4 que Voq teria que renunciar a tudo se quisesse ganhar a guerra….mas para isso dar certo os klingons tem que ter abduzido o verdadeiro ten Tyler e o matado ou prendido para copia-lo em Voq, pois é lógico imaginar que o médico da DSC vai examiná-lo e checar se ele era mesmo desaparecido de guerra na batalha das estrelas binárias…..

  84. Comentário ou resenha? Minha nota também foi 3.5 pelo mesmo motivo. Abraços 🖖

  85. Você quis fizer o primeiro beijo homossexual em Star Trek, não? Já teve um em houve of cards. Inclusive hoje já é algo bem natural em vários seriados. Sobre o ep eu achei muito bom. Acho que esta pegando o jeito da coisa. Mas esses línguas tão difíceis de engolir. Detonaram com a D7. Enfim. Vou ter q mentalizar o universo prime visual 2.0 update na cabeça. Aí fica tudo legal

  86. Concordo

  87. Deve ter alguma dica no After Trek

  88. Concordo com a opinião da maioria no TrekBrasilis de que não existe um cânon visual e que mesmo quando Roddenberry estava no controle as mudanças visuais inexplicáveis aconteciam.

    A título de exemplo cito duas alterações/atualizações: (1) a fisiologia Klingon e a (2) reforma da USS Enterprise (tão profunda que nenhuma peça da velha nave ficou na nova versão: tudo foi mudado. Então, por que não construir uma nave do zero?).

    Mas existe uma tendência em que Discovery é apenas o exemplo mais recente, que me incomoda bastante. Exceto a nave que dá título à nova série (e sua irmã gêmea, a USS Glenn), todas as demais naves são apresentadas rapidamente (quase que entre 2 frames da “película”).

    Desde os filmes de JJ essa tendência vem se manifestando na franquia. A ponto de não se criar uma identidade visual, como antes.

    Nesse episódio de Discovery apareceu uma nova versão da D-7 klingon. Interessante, exceto pelo fato de que nem sei descrevê-la. Não tenho nem como dizer se gostei ou não. Não existem termos para comparação.

    Não sei se estou com problemas neurológicos da idade, ou se o mundo mudou a ponto de não mais se valorizar a identidade visual, ou se o gasto com computação gráfica está tão elevado que tentam reduzir custos de produção dessa maneira…

    Minha nota para este episódio é 3,00. E não por esse motivo e sim por outra tendência em termos de séries: as coisas acontecem rápido demais e se resolvem facilmente demais. A prisão e libertação de Lorca é um exemplo disso.

    Os roteiros me parecem um tanto preguiçosos em termos de não darem a impressão de furos involuntários.

    Mas minha nota é 3,00 pois – a despeito desses problemas – gosto da série.

  89. Na verdade, Robert April, se não me engano, era o nome originário do Capitão da Enterprise no piloto The Cage, depois modificado para Christopher Pike e depois modificado para James Kirk para o segundo piloto. Nas animações ficou estabelecido Robert April teria sido o primeiro Capitão da Enterprise, mas sempre houve esta controvérsia se as animações poderiam ser ou não consideradas canônicas. Discovery oficialmente estabeleceu a presença do personagem no cânon da série agora, Só falta a confirmação, provavelmente certa, de que teria sido o 1º Cap. da Enterprise.

  90. Excelente episódio, o melhor até agora na minha opinião.
    Sua teoria é interessante Victor. Aguardemos.
    Aquela cena do espelho me lembrou também outra série, bem mais difícil de acompanhar, Twin Peaks. Que aliás viajou muito na ficção científica na recente terceira temporada.

  91. Sarek seu filho foi mais emotivo e menos lógico ao avaliar o episódio? É que no post abaixo o FSpok deu 3,5!

  92. Que isso, nos anos 90 em DS9 a Jadzia Dax deu um beijaço em outra mulher e não foi só um selinho não, nem beijo de novela, sem falar na versão dominatrix e bissexual da Major Kira do universo espelho…

    https://www.youtube.com/watch?v=bvfJRLTNmUI

  93. Senti um clima?!

    https://www.youtube.com/watch?v=UZW5Xeetc0o

    PS – O cara ainda não descobriu IDM para baixar com perfeição!

  94. Eferos Masopias | 17 de outubro de 2017 at 9:38 am |

    Também senti falta disso

  95. Tipo… eu acho que essa cara vai virar chefe de segurança, já que o incidente com o tardígrado abriu uma vaga, aliás ele parece conhecer táticas militares, como se viu na fuga da prisão.

    Na minha opinião ele ainda pode ser um espião klingon. Será interessante se forem por esse lado, imagina se a Micheal vier a se apaixonar por ele? Aliás, se ele é um espião, tudo o que ele fizer será bastante suspeito e conveniente.

    Detalhe é o Lorca não desconfiar disso, aliás, a sua captura só pode ser explicada por um ato de espionagem, alguém entregou a sua posição.

  96. Interessante, se a série for tiver esse esquema de pequenos arcos de tramas de 3 episódios, lembrará muito o que foi feito na quarta temporada de Enterprise.

  97. Eferos Masopias | 17 de outubro de 2017 at 9:51 am |

    Concordo, os enredos estão muito bom, mas o tempo dispensado nessas interações ainda não pôde ser bem aproveitado

  98. kkkkkkkk. Todo bom vulcano tem uma desculpa guardada: “Eu me permito isso (ser ilógico nessa situação)”.

    Vide Spock em Amock Time e Sarek em Star Trek III.

  99. Quem foi pior: Michael Burnham, que provocou uma Guerra e condenada a prisão perpetua, Lorca que matou a sua tripulação ou a Frota Estelar que “premiou” seu capitão, que matou a sua tripulação, se salvou (contrariando aquela máxima de ser o último a abandonar a nave), dando-lhe, de quebra, o comando de uma nave experimental?!

  100. A música é linda e traduz um sentimento de deslumbre e fascinação se encaixando perfeitamente com a sensação experimentada ao final de um bom episódio. :’)

  101. Ah é mesmo, esqueci desse srsrsrrs

  102. Eu questionei justamente isso naquele na minha resenha/textão de ontem!

    “… aliás. uma decisão bastante questionável a de sacrificar a sua antiga tripulação para não cair nas mãos dos klingons.

    Explodir a tripulação de sua antiga nave para que ela não fosse levada como refém, evitando os horrores da tortura, foi algo muito pior do que o motim da Michael! Quem iria querer servir com um capitão desses? Se há vida, existe esperança!

    O Lorca aniquilou qualquer chance deles escaparem ou serem libertados, mesmo que ínfimas. Espero que isso seja melhor explicado.”

  103. Depois de uma pancadas dos klingons ele vai mudar rs

  104. Eu achei o Mudd bem Mudd hehe Ele ainda na prisão tava tirando a maior onda!

  105. Esse cena é hilária rs

  106. Vem comigo, Prime Universe 2.0 Update Visual Edition

  107. Verdade, Victor.

    Também fiquei com essa sensação de que esse cara é um espião klingon (talvez alguém que passou por uma reengenharia genética e que se tornará ponte para explicar os klingons de TOS).

    Pode ser também um ser-humano normal que sofreu lavagem cerebral para servir aos interesses do império klingon.

  108. Se o ato do Cap. Lorca foi ciente da Frota Estelar e o ainda premiou com um novo comando, fica aquela sensação de que o crime compensa. Kirk quase “teletransportou” Decker no vácuo quando soube o que ele havia feito com a sua tripulação em Doomsday Machine, muito embora o Comodoro, naquela ocasião, não havia agido com dolo, mas tinha sido apenas uma tentativa frustrada de resgatar/salvar a sua tripulação. Lorca foi pior, pois, ao sacrificar a sua tripulação, ele mesmo se salvou, não dando qualquer chance a eles de terem tido a mesma sorte e o pior foi a Frota lhe dando um novo comando, parece que o QI (quem indica) mais alto ainda impera no século XXIII……

  109. Bom… não dá para saber se foi isso o que de fato ocorreu, com certeza esse passado será melhor explicado.

    Talvez ele estive em outra nava da federação quando a sua tripulação foi capturada. Mesmo assim ele não tem amor pela tripulação. Como ele poderia saber do destino deles com 100% de certeza?

    Klingons não fazem prisioneiros, mas em certas circunstâncias aquela tripulação poderia ser usada como moeda de troca entre o império e a federação.

    Não sabemos das possibilidades.

    Quando ele sacrificou a tripulação parecia que eles já estavam irremediavelmente condenados a um destino cruel, como se eles fossem transformados em borgs.

    Eu também não entendi como ele pode ainda se manter na cadeira de capitão depois tudo isso. Realmente eu não entendi.

  110. Comento pelo que vi, se houver mais “angu” nesta história é possível rever a minha opinião(ex. ele morreria junto, mas por algum motivo sobreviveu aos destroços), portanto comento com base nas primeiras informações…. Mas, nesta situação creio que ele deveria ter morrido junto. Alguém se lembra da USS Europa?

  111. Ótimo… faz mais sentido! Ele estava no comando e a tripulação decidiu de forma unânime cometer arakiri e explodir o motor de antimatéria para não serem capturados. E por alguma “azar” ele ainda assim sobreviveu.

  112. Melhor episódio da série até aqui. E não por acaso foi o que teve maior participação do Lorca, que merece o protagonismo. Gostei do novoi Harry Mudd, e os klingons foram, finalmente, klingons. Nota 4.0

  113. Tá rolando um boato fortíssimo nos fóruns gringos que o oficial da Frota resgatado pelo Lorca é na verdade o Klingon albino. Será?

  114. Possível. Combinaria com o estilo deles visto em TOS, como aquele maluco na K-7 e tals.

  115. Ricardo Pinheiro | 17 de outubro de 2017 at 3:59 pm |

    Gente, o meu editor tá maluco e já soltou o episódio 2 do Dobra 9: http://komboconteudo.com/dobra-9-2-batalha-das-estrelas-binarias/

    Como mandei pra ele o episódio 3 hoje mais cedo, talvez para breve tenhamos o Dobra 9 #3. Aguardemmmmm!

  116. João Luiz Silva Cruz | 17 de outubro de 2017 at 4:02 pm |

    Eu to rindo dos comentários desse vídeo, eu sei eu vou pro inferno quando morrer…

  117. que quase tivemos dois homens protagonizando o primeiro beijo frontal homossexual em série de streaming…

    corrigindo… primeiro beijo homossexual de indivíduos XY em ST ….. 🙂

  118. MELHOR DIZENDO….
    primeiro beijo homossexual de indivíduos XY em ST ….. 🙂

  119. O klingon albino é o Voq

  120. ainda não sabemos como foi ….pode ser que ele detonou a nave e foi lançado involuntariamente para o universo espelho e voltou pro prime ou ele é do espelho….

  121. ainda não sabemos….eu cogitei de Lorca ser do universo espelho ou ter sido lançado pra lá involuntariamente na explosão…

  122. calma…não sabemos como foi ainda…hehehehe

  123. Fabiano Correia | 17 de outubro de 2017 at 5:29 pm |

    “Em tempos de guerra vale tudo”

  124. Em um segundo o Capitão Lorca obedece a cadeia de comando da federação, acatando a ordem da Almirante. No outro, o mesmo Capitão Lorca vira para a Almirante e diz “minha nave, minhas regras”. #WTF?

  125. O oficial médico finalmente teve uma participação relevante. Gostei da atuação.

  126. Ele não é lógico!

  127. Capitão Lorca toma a decisão de explodir uma nave inteira da federação, matando todos os seus tripulantes, mas quando o tiro passa de raspão na Capitã Klingon, e ela esta no chão, agonizando de dor, tendo a oportunidade de atirar, não atira.

  128. Exato, porque são humanos!

    Mas sem querer ser chato, não sabemos se os trill, espécie da qual a Jadzia faz parte, tem cromossomos sexuais como ocorre na espécie humana! hehehe

  129. Só eu achei o médico parecido com o Cuba Gooding Jr? Ótimo episódio, o mais acelerado até agora, mas sem cair num enredo vazio. Michael é uma boa personagem, mas não consigo ter uma grande empatia com ela. Nota 3,5.

  130. Quem está defendendo a ideia de algo estranho no Lorca deve ter razão, praticamente isto ficou claro no Aftertrek. Nosso colega Fspok comentou acreditar que o Lorca talvez tenha ido e retornado do universo espelho no evento da destruição da nave anterior. Quem sabe este seja o próprio Lorca-espelho, vai saber, que ao destruir a nave foi lançado em nosso universo. Ou veio, foi descoberto pela tripulação e agiu para defender sua identidade. Naquele diálogo dele com a almirante fica claro que ela estranhou a atitude dele. Ele comentou algo sobre se ela estaria incomodada com a independência dele, ao que ela respondeu: “nós somos amigos”, como quem diz que amigos não teriam o tipo de sentimento que ele sugeriu. Há caroço neste angu. Abracos 🖖

  131. Um episódio com a Marca ST revestido de boa ação, recursos tecnicos da modernidade e um argumento que faria Gene assinar embaixo com um toque de Meyer.

  132. Você percebeu que o “humano” tem uma marca abaixo do olho esquerdo, bem no local que Michael enfiou o dedo? Agora quem diz sou eu: “Há caroço neste angu”.

  133. Porque lhe foi concedido carta branca pelo alto comando da frota, a almirante é apenas uma almirante de esquadra, sem poder de revogar sua carta branca

  134. Pra mim e decepcionante a falta da “ship porn”… Mal conseguimos ver os detalhes das naves

  135. Tive a impressão de que a Almirante fosse o mais alto posto na frota, até pela maneira que ela portou-se nos dois últimos episódios.

  136. David Gaertner Curitiba | 17 de outubro de 2017 at 11:58 pm |

    Também concordo com o “tempos desesperados exigem posturas desesperadas”. O klingons aqui não sao aquelas criaturas caricaturescas a que estamos acostumados, seja por TNG, DS9 ou Voyager. Como diria o capitão Kirk em STVI, eles são animais aqui – violentos, brutais, inescrupulosos. Nada de raktajino ou outras amenidades aqui. Em Discovery eles são brutais e crus. E nada melhor para lidar com esse tipo de criatura que outras criaturas tão brutais quanto. Creio que a fase bonitinha da frota, com suas explorações e pesquisas, virão após a resolução do imbróglio em questão. É creio que a questão do motor movido a espirros Ser a deixar a de lado assim como foi deixada de lado a questão das naves reservadas equipadas com dispositivo de camuflagem. Mas não Agora. Acho que isso Será mais para o futuro da série.
    Para terminar, é incrível o nível de civilidade da discussão aqui, quando comparado aos comentários do Facebook. Melhor discutir ideias e ideais por aqui. Lá é um ambiente cheio de T’kuvmas e assemelhados.

  137. Faz todo sentido. E no Aftertrek praticamente confirmaram que pode ter algo errado com ele e a Almirante está desconfiando. Temos que ter em mente também que o Lorca-espelho estando por aqui por acidente não necessariamente precisa ter consciência disso. O cara vê o mundo mudar ao redor e aí? Estou bem curioso em como os produtores irão explicar este tal universo espelho para o público leigo, pra gente é moleza. Abraços 🖖

  138. um bom episódio com um trecho final ridículo.

  139. O teste será o Pingo de Lorca, se o bichinho tremer. Já era………..

  140. Porque foi ridiculo na sua opinião?

  141. Bom gente, teoria de que o Tyler não só é um espião Klingon, mas é o Voq disfarçado, tem ganhado muita força. Há elementos dentro e fora da série que indicam isso.

    Fora da série, descobrimos que o nome do ator que supostamente interpretar o Voq é fake. Segundo o IMDB o ator se chamaria Javid Iqbal. Mas Javid Iqbal não existe! Já Tyler é vivido pelo ator Shazad Latif. Todavia dizem que o nome completo do ator Shazad Latif “Iqbal”.

    Outro elemento fora da série, foi a participação dos atores que deram vida aos vilões klingons, Kol e capitã klingon da casa Mokai, todavia, o ator que dá vida ao klingon fanático religioso Voq não foi ao programa.

    Dentro da série, a última vez que vimos o Voq e a sua amiga klingon da casa Mokai (não me recordo o nome da personagem) eles estavam na Shenzhou.

    A klingon disse ao Voq que a casa dela é de espiões, que eles tem muitos recursos e que ele poderia se juntar a ela, mas teria que “abrir a mão de tudo”.

    Agora vemos a mesma Klingon como capitã da nave prisão, mas aonde foi parar o Voq? Ele sumiu!

    Todavia, lá estava o Tyler em sua cela com uma história estranha de ter sido capiturado pelos Klingons na batalha das estrelas binárias, o que não convenceu muito o Capitão Lorca, já que nunhum prisioneiro sobrevive tanto tempo na mão dos Klingons.

    O Tyler contrargumentou dizendo que a capitã klingon “gosta” dele. E embora seja possível, é no mínimo inusitado e estranho essa atração de um klingon por um humano, dentro de um contexto de guerra, movido por um forte sentimento xenófobo.

    Outra coisa, a fulga dele foi muito fácil.
    Então, sim… o Tyler e Voq são a mesma pessoa!

  142. Leandro Henrique Pereira Neto | 18 de outubro de 2017 at 11:56 am |

    Além disto a Klingon passou 6 meses com o Voq na nave dele nas estrelas binárias e somente a 3 semanas os dois saíram da zona da batalha. Então como era que ele sobreviveu estes 6 meses na prisão se a capitã que gostavam dele não estava lá ?
    A história dele tem mais furos do que um queijo suíço.

  143. Humberto Junior | 18 de outubro de 2017 at 12:40 pm |

    Também fiquei curioso…

  144. Sérgio Lopes Junior | 18 de outubro de 2017 at 1:59 pm |

    Acho que todos os princípios da federação estão deturpados nesta série,
    parece não haver escrúpulos, responsabilidade sobre os atos..os fins
    justificam os meios…o uso do tardígrado, a frota inteira perseguindo mais criaturas para usar nas naves…isso não faz sentido nenhum essa irresponsabilidade com outro ser vivo…estou começando a olhar novamente a série clássica pra saber se não estou louco, mas estou achando que deste jeito essa série não vai longe… um monte de efeitos visuais, muitos furos, pouco conteúdo pra pensar ou discutir…

  145. Sérgio Lopes Junior | 18 de outubro de 2017 at 2:05 pm |

    Pra mim ridículo foi aquela conversinha do Stamets com médico chefe escovando os dentes….ai o amor é lindo!

  146. Sérgio Lopes Junior | 18 de outubro de 2017 at 2:13 pm |

    Em nenhum episódio da série existem caças Klingons, pelo menos não me recordo de ter visto, até aí tudo bem, podem adicionar caças klingons, mas vamos pesquisar os designs anteriores, vamos fazer coisas que tenham relação com a série…essa série é pra ser uma continuação…deprimentes aqueles caças..

  147. João Luiz Silva Cruz | 18 de outubro de 2017 at 2:26 pm |

    O grande ponto aqui é saber como o Tyler (Voq, tá na cara já), vai se desenvolver em um ambiente averso. Eu acho que teremos surpresas positivas nesse plot.

  148. Sérgio Lopes Junior | 18 de outubro de 2017 at 3:07 pm |

    E o que é que a Discovery estava fazendo de tão importante que não poderia, em tempos de guerra, escoltar seu capitão a uma base estelar da federação para uma reunião do alto comando de guerra? No filme ela parece não estar fazendo nada enquanto o Lorca está na tal reunião.. furo, furo, furo….assim como a tempestade que pega o transporte da Michael, assim como a inexistência de nenhuma nave Klingon nas proximidades da Glenn e 12 Klingons dentro…

  149. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 4:52 pm |

    Pois é, não entendi no q aquela conversa foi ridícula.

  150. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 4:57 pm |

    http://memory-alpha.wikia.com/wiki/Starfleet_ranks

    E Katrina Cornwell é Vice-Almirante. É capaz da ordem ter vindo de cima, do Almirantado.

    http://memory-alpha.wikia.com/wiki/Katrina_Cornwell

  151. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 5:12 pm |

    O pessoal aqui é mais TNG. Só q sem maquis. 😀

  152. Sérgio Lopes Junior | 18 de outubro de 2017 at 5:35 pm |

    Acho que já tem muita série falando sobre essa questão de gênero e liberdade sexual, nada contra, mas acho que esta série de ficção científica não precisa ser mais uma delas… só isso…nada de homofobia ou qualquer relação do gênero que possam fazer…

  153. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 5:38 pm |

    E aquela q a Dax beijou viria a ser a mãe do Oliver Queen, em Arrow.

  154. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 6:12 pm |

    Concordo contigo que existem vários momentos em séries onde parece que estão jogando na nossa cara essa questão, sendo algo panfletário, enfiando goela abaixo. E não é apenas essa questão, são várias outras – e eu não sou burro, sou capaz de formar minha própria opinião.

    Mas eu acho q o maior mérito dessa cena é ser uma “não notícia”, não levantar bandeiras, mas sendo vista como algo normal na nossa sociedade.

    Honestamente, a mim não incomodou.

  155. Leandro Henrique Pereira Neto | 18 de outubro de 2017 at 6:13 pm |

    O grande problema é achar que por aparecer um personagem gay isto passar a ser uma questão de gênero ou de ativismo.
    Tenho certeza que todos aqui convivem com pessoas gay na sociedade, sejam familiares, amigos , colegas de trabalho , etc.
    Assim deveria ser normal ter personagens gays nas séries pois seria somente a representação da diversidade que existe no mundo real.
    Assim como convivemos com negros, mulheres, asiáticos, etc.
    Não é ativismo é somente a TV e o cinema retratar o mundo real, não um mundo artificial onde só existem homens brancos , heteros, de olhos azuis …

    Star Trek sempre esteja na frente em questão de diversidade, uma mulher negra na ponte, um asiático, um russo … uma debateu o que é ser humano com spock, data e o doutor holográfico.

    A presença de personagens gays para mim é natural e o normal para a franquia.

    Estranho seria se não tivesse.

  156. Leandro Henrique Pereira Neto | 18 de outubro de 2017 at 6:17 pm |

    O tardígrado foi libertado !
    Mais de um personagem se preocupou com ele e lutou por ele !
    A diferença é que em TOS e TNG estes assuntos eram resolvidos em 1 episódio e esquecidos depois.
    Discovery é uma série serial , uma história com 16 capitulos, e as consequências servem de episódio a episódio.
    Ou seja é uma série que segue a tendência atual de serialização de todas as séries de sucesso atuais.
    Isto é bom ou não ? É uma questão de gosto.

  157. David Gaertner Curitiba | 18 de outubro de 2017 at 7:24 pm |

    Falou tudo Cara! Alguns “fãs” estão se comportando como no tempo de Enterprise. Descem lenha em tudo. Depois que a coisa vai pro vinagre, daí não adianta o xororô. Consegui puxar alguns amigos para o mundo trekker e estao amando Discovery. Imagina a impressão que passaria segue já retomasse a série de cara. But haters gonna hate……whatever

  158. Renan Cariolando Feitosa | 18 de outubro de 2017 at 7:24 pm |

    de fato o Tyler é o Vok, quando a amiga dele fala que ele deveria renunciar tudo, já faz todo sentindo, certeza introduziram o vírus aumentado nele para virar humano.

  159. Quer dizer que o simbionte Dax é pai biológico do Arrown? 😛

  160. Renan Cariolando Feitosa | 18 de outubro de 2017 at 7:26 pm |

    ela é superior a ele, porém não pode reter os poderes concedidos pelo alto comando.

  161. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 7:40 pm |

    😯

  162. Ricardo Pinheiro | 18 de outubro de 2017 at 7:46 pm |

    MInha esposa está assistindo (aí eu vejo pela 2a vez, com ela). Dois amigos do trabalho e outro amigo estão vendo (ele ainda tem esperança de arrebatar a esposa pra ver tb). E todos os quatro (até o momento) estão adorando. Detalhe: Nenhum é trekker.

    Se depender de mim, + 4 pontos na audiência na Netflix. 😀

  163. David Gaertner Curitiba | 18 de outubro de 2017 at 7:51 pm |

    Achei tão natural. Sem levantar bandeiras nem nada. Sem apelação. Nem pegação teve. Acho que ficou ótima. Estanho é alguém se dizer fã de uma série que defende infinitas diversidades em infinitas combinações e lá no íntimo não acreditar em nada disso. Acho que quando a gente curte uma série no mínimo um pingo de empatia pela filosofia da série a gente deve ter. Sei lá. Mas gostei do final, do episódio inteiro e estou amando a série.

  164. É… Não vai durar… Mas, espere ai… Quais são os números de assinaturas da CBS All Access mesmo?

  165. Simplesmente ela está com receio que Lorca se torne Almirante ou ainda, ela não tem a influência que achou ter sobre ele.

  166. Dentro do contexto: Ela não era mais ameaça.
    Dentro da Produção: Ainda não é hora de trocar a atriz.

    Sobre a história de Lorca, há de se esperar para entendê-la melhor.

  167. na verdade eu estou me referindo a atores xy fazendo o primeiro beijo homossexual de ST….ufa!! essa foi difícil de definir aqui kkkkkkkkkkkkkkk

  168. Só o fato dele não ver um ISS pintado no casco já seria motivo para saber que está no lugar errado.

    Nope.

  169. batendo record de novas assinaturas e a faixa etária mais jovem que nao existia antes no All Acess,,,,,

  170. Pode ser mas ela estava com atitude e expressão amigáveis, ele parecia desconfiado e reativo. Se eu tivesse que apostar em qual dos dois é do universo espelho, por aquela cena eu apontaria para ele. Aguardemos.

  171. “Federation way of life”. É bom olhar TOS de novo.

  172. Lorca é um cara que defende outros princípios, que não os do almirantado, por isso é visto com reservas e ainda mais quando lhe deram carta branca em nome da guerra. É um cara importante neste momento mas não confiável.

  173. Além do que deixar sua capitã gritando de dor dividiria os Klingons.

  174. Isso. Deve ter sido uma decisão em conjunto e não de uma pessoa só. Então deve haver alguns contrários a essa iniciativa, ainda mais considerando o comportamento e pensamento de Lorca.

  175. João Luiz Silva Cruz | 18 de outubro de 2017 at 9:50 pm |

    Ou ver DS9 de novo haha. A federação só é perfeitinha e utópica em TNG e olhe lá…

  176. Isso é algo ainda não explicado ou explicado de maneira não convincente. O fato do Pingo reagir assim em TOS foi recurso de roteiro porque do jeito que foi feito não dava para descobrirem o espião Klingon. E a reação se dá por alguma rejeição fisiológica ou os Pingos tem memória coletiva?

  177. Acredito que TODOS os pingos tem aversão aos Klingons e vice-versa.

  178. Conhece falsidade?

    O Lorca conhece.

  179. Então… 2 + 2 = 4 ou seria -5 na língua dos haters?

  180. “Meo Deus”… O que mais a série vai fazer? Só falta colocar a Burnham beijando um branco.
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    .
    Xi… Acho que spoilei.

  181. David Gaertner Curitiba | 18 de outubro de 2017 at 11:34 pm |

    Se descobrir me conte.

  182. Contem para mim também. Quando li, achei até que ele estava se referindo a imagem no espelho, mas como não foi isso, também quero saber por que foi ridículo.

  183. kkkkkkkkkkk, parece que vai rolar…..

  184. Seria uma execução, ela estava fora de combate.

  185. Afinal, qual o motivo da controvérsia. O cara apagou o post, do que se tratava?

  186. Não aceita opiniões contrárias.
    Uma pena porque tem colegas aqui como o Vedek Pedro que ainda não aprecia muito a série e nem por isso apagou sua conta.
    Achei muita falta de consideração e educação com os demais membros.

  187. Hater, os famosos haters de comentários…..

  188. João Luiz Silva Cruz | 19 de outubro de 2017 at 9:21 pm |

    Acho que nem foi isso, o cara não gostou paciência, poderia contra-argumentar o do porquê. Se apagou o post é porque não está seguro da própria opinião ou quis praticar “flame bait” e caiu do cavalo porque no TB a galera discute com mais educação as coisas.

  189. Daniel Souza Lima | 20 de outubro de 2017 at 9:04 am |

    Olá a todos,

    Sou um fã de Star Trek também, principalmente dos filmes da TOS e da série de televisão de TNG. Agora estou fazendo uma maratona da série, terminei a 1a temporada e quero continuar até a última. Acho que TNG conseguiu uma proeza, que foi criar personagens tão carismáticos como os da série clássica, apesar que Kirk & cia. sempre serão especiais.

    E de quebra, estou assistindo Discovery. Mas acho que só nesse episódio comecei a gostar mais.

    Um motivo é que meu grande interesse é proteção dos animais, e eu não vinha aceitando o que estavam fazendo com o bichinho (digo, o Estripador, não, o tardígrado). Uma cisma que eu trago da Terra Desconhecida é a cena onde Kirk chama os Klingons de “animais”. Fico estarrecido quando alguém usa essa palavra para se referir ao que existe de pior somente no ser humano (bem, ou em Klingons). Aí em TNG, lá pelo episódio 7 da primeira temporada, acho, foi uma surpresa quando Riker explica para alguém que naquela época não se cria mais bichos para alimentação (só usam carne sintética, como agora alguns laboratórios estão começando a desenvolver). Pela primeira vez, sou fã de personagens que tem o mesmo estilo de alimentação que eu! rs E finalmente, vejo neste episódio de Discovery os personagens libertarem a criatura, por nenhum outro motivo, além de ela ser senciente.

    Enquanto que no nosso mundo atual, se acontecesse uma situação parecida, os cientistas iriam extrair do animal até a última gota de vantagem que pudessem.

    Enfim, senti-me inspirado a registrar essas impressões. Para quem ainda está muito pessimista com as chances dos bichos neste planeta (apesar de um ou outro sinal mais promissor), assistir Star Trek está sendo uma chance de “escapar” dessa realidade e uma grata surpresa.

  190. Eu duvido que ele esteja “engolindo” o Tyler. Context is for kings. O Lorca já deve estar no contragolpe.

  191. Aquele uivo de dor foi marcante.

  192. Ele não descumpriu nenhuma ordem. O que ele fez foi não atender a uma recomendação, a almirante deu quase que um conselho como amiga. Mas a reação dele foi bem pouco amigável.

  193. Jotape Ferreira | 22 de outubro de 2017 at 10:54 pm |

    Esse episódio foi fucking cool!

  194. Jotape Ferreira | 23 de outubro de 2017 at 2:07 pm |

    Salvador Nogueira, uma dúvida: o termo “capitã” não é mais usado?

  195. Eduardo Henrique Chagas | 24 de outubro de 2017 at 7:44 am |

    Nas forças armadas lusófonas não se usa essa flexão.

    Fato que descobri num making of do antigo USA Network, de quando foram fazer a dublagem de Voyager. “Capitão Janeway”.

  196. O episódio DSC 1×06: Lethe, mostrou q vcs estavam certos.

  197. Realmente, FSpock.

    Alguém poderia argumentar que o almirante poderia ter entrado para a Frota depois de Spock que, durante o presente arco de Discovery, já é um tripulante na Enterprise de Pike.

    Porém, esse almirante Vulcano teria tido uma carreira meteórica na Frota (mais eficiente que o Spock). Talvez tivesse ingressado na frota já como almirante (pistolão intergalático !!!).

    Brincadeiras à parte, também fiquei incomodado com essa aparente desatenção dos roteiristas e produtores. Desde a série clássica estamos acostumados com a ideia de Spock ser o primeiro vulcano na frota (algo coerente com a postura apresentada pelos vulcanos no episódio Lethe).

  198. Salvador Nogueira | 24 de outubro de 2017 at 7:26 pm |

    É isso. Até tentei emplacar “capitã” com a Netflix, uma vez que é o termo recomendado pela Academia Brasileira de Letras, mas a CBS estava determinada a manter o padrão “capitão”, baseado nas Forças Armadas Brasileiras e estabelecido em Voyager. Então, ficamos com “capitão” comum de dois gêneros.

  199. Será que a Federação de Planetas Unidos tem uma “presidenta”?

  200. Jotape Ferreira | 26 de outubro de 2017 at 2:15 pm |

    Salvador e Eduardo, valeu pelas explicações.

Leave a comment

Your email address will not be published.


*