DSC 1×06: Lethe

"Lethe" -- Episode 106 -- Pictured (l-r): Jason Isaacs as Captain Gabriel Lorca; Sonequa Martin-Green as First Officer Michael Burnham of the CBS All Access series STAR TREK: DISCOVERY. Photo Cr: Jan Thijs/CBS © 2017 CBS Interactive. All Rights Reserved.

Episódio introspectivo e turbinado pelo cânone revela fraquezas de Gabriel Lorca e Sarek

Sinopse

O embaixador Sarek prepara-se para deixar Vulcano a bordo de uma pequena corveta espacial, acompanhado pelo adjunto V’Latak. O destino da nave é secreto e envolve uma tentativa de estabelecer uma linha diplomática com algumas casas dissidentes do Império Klingon, na esperança de encontrar um caminho para a paz.

O esforço, contudo, falha, quando V’Latak se revela um terrorista vulcano, um extremista lógico que se opõe à integração entre Vulcano e os outros mundos da Federação. Em um ataque suicida, ele explode a bordo da nave, e Sarek tem tempo apenas de erguer um campo de força para evitar problemas maiores. Mas o embaixador é gravemente ferido.

A bordo da Discovery, enquanto Lorca e Tyler participam de um treinamento de tiro em uma sala de projeção holográfica, Michael Burnham percebe imediatamente que seu pai adotivo está sofrendo, graças ao elo telepático que os dois têm em razão de Sarek ter salvo a vida de Michael quando ela era criança, por meio de uma transferência parcial de seu katra — sua “alma” vulcana. O capitão Lorca é informado da situação e decide tomar satisfações com o almirante Terral, um vulcano.

Terral confirma a natureza da missão de Sarek e o desfecho desafortunado, indicando que a nave dele está à deriva numa nebulosa perto de Yridia. Atendendo ao pedido de Burnham, Lorca decide conduzir uma missão de resgate não autorizada.

A iniciativa não cai bem com a almirante Cornwell, que visita a Discovery nas proximidades da nebulosa para questionar a decisão unilateral do capitão. Katrina Cornwell e Gabriel Lorca claramente têm um passado de intimidade. Ela diz que veio apenas visitar um amigo e ajudá-lo num momento difícil, mas Lorca desconfia que está sendo avaliado. Ela insiste que ele voltou ao comando de uma nave estelar depressa demais, depois do que aconteceu à USS Buran e de seu recente aprisionamento pelos klingons.

Enquanto isso, a missão de resgate a Sarek não tem grandes progressos. A Discovery não pode entrar na nebulosa, pois há risco de explosão na interação entre os gases da nuvem espacial e os esporos embarcados. A solução proposta por Burnham é que ela vá numa nave auxiliar para dentro da nebulosa, e use um dispositivo projetado para aumentar o sinal telepático de sua conexão com Sarek como guia. Ela requisita a cadete Tilly para acompanhá-la e monitorar o equipamento, e Lorca designa o tenente Tyler como piloto para a missão, indicando que sua prioridade deve ser trazer Burnham de volta inteira, ou ele nem precisa voltar.

Na Discovery, Lorca segue em seus esforços para dissuadir a almirante Cornwell de que está tudo bem com ele — e isso inclui seduzi-la.

Na nave auxiliar, Burnham consegue repetidas vezes estabelecer um elo com Sarek, mas ele parece ter sua mente focada em um episódio do passado — o momento em que Michael foi rejeitada para o Grupo Expedicionário Vulcano. Ao encontrar Michael dentro de sua mente, Sarek tenta expulsá-la dali. Ela não entende o que se passa. Por que Sarek estaria revivendo, em seus últimos suspiros, a decepção que ela lhe causara? Tyler aponta que é atípico para alguém morrendo ficar pensando em uma decepção causada por outra pessoa. O mais normal seria a pessoa relembrar seus arrependimentos.

Michael renova seu esforço para contatar Sarek e o questiona sobre o que ele está tentando esconder. Eis que ele decide revelar um segredo guardado há sete anos: na verdade, Burnham não foi exatamente rejeitada pelo Grupo Expedicionário Vulcano. O que ocorreu é que o líder da organização não queria aceitar dois “não vulcanos” e pediu a Sarek que escolhesse entre Burnham, sua filha adotiva, e Spock, seu filho de sangue. Sarek decidiu preservar a vaga para Spock, preterindo Michael. Uma decisão que, mais tarde, se mostrou nula, pois Spock preferiu ir para a Academia da Frota Estelar, em vez de seguir carreira entre os vulcanos. Sarek revela então muita vergonha de sua decisão. Mas Michael pede que ele a ensine a salvá-lo como ele a salvou antes. E então ele desperta em sua nave à deriva, apenas por tempo suficiente para enviar um sinal localizador. O resgate está a caminho.

Na Discovery, Lorca e Cornwell estão dormindo juntos. Ela repara algumas estranhas cicatrizes em suas costas, mas, quando toca o corpo dele, o capitão desperta com um feiser na mão e aponta para ela. O momento é de choque. Ele pede desculpas, alegando não estar acostumado a dormir com ninguém, mas, para ela, é a gota d’água — Lorca já não é mais o mesmo homem desde o incidente com a USS Buran e está seriamente perturbado, incapaz de seguir no comando da Discovery. Lorca se desespera, pede que ela não faça nada, mas a almirante sai do alojamento determinada a tirá-lo da cadeira de capitão.

Em seguida, a enfermaria entra em contato: Sarek está a bordo, são e salvo, mas bastante debilitado. Lorca vai até lá e encontra Burnham muito grata pela chance que ele lhe deu de salvar seu pai adotivo. A missão de paz, contudo, parece perdida. Sarek não terá como encontrar os klingons no planeta neutro de Cancri IV. O capitão sugere que talvez a almirante Cornwell possa cumprir a missão no lugar dele — ela não perderia a chance de trilhar um caminho para a paz.

Cornwell concorda, mas diz a Lorca que, quando voltar, eles tratarão do afastamento do capitão para que ele tenha tratamento adequado. “Que a sorte favoreça os audaciosos”, respondeu Lorca, enigmaticamente.

A bordo da Discovery, Michael Burnham vive um momento de intensa confusão mental, com muitas emoções conflitantes. Ela se senta com Tyler no refeitório e ouve dele a conclusão óbvia: isso é que é ser humano. Confiante de que deu mais um passo importante rumo ao auto-conhecimento, ela se apresenta a ele como se tivessem acabado de se conhecer.

Em Cancri IV, a almirante Cornwell também acaba de conhecer alguns klingons, mas tudo não passou de uma armadilha. Dennas e Ujilli, líderes de duas das casas, usaram a oportunidade para capturar a oficial da Frota Estelar como prisioneira para o general Kol, líder do Império Klingon recém-unificado. Em troca, ele dará a elas sua tecnologia de camuflagem.

Comentários

Uma das perguntas que mais perturba os fãs é por que diabos os produtores quiseram estabelecer Star Trek: Discovery como uma série que se passa 10 anos antes da Jornada nas Estrelas clássica. A desvantagem — na forma de um descompasso visual e estilístico entre uma série produzida em 1966 e outra em 2017 — é mais que óbvia. Qual seria a vantagem?

Bem, “Lethe” responde a essa pergunta em grande estilo, não só respeitando o cânone da série original como enriquecendo-o enormemente. De quebra, é um grande episódio por si mesmo, com o potencial para agradar também os fãs recém-chegados, que não estão cientes das mais de cinco décadas de história pregressa da franquia. O trabalho perfeito nessas duas frentes faz deste segmento o melhor de Discovery até aqui.

O fato de Michael Burnham ser uma irmã adotiva mais velha de Spock oferece uma janela incrível na família humana-vulcana mais apaixonante da galáxia. E em “Lethe” descobrimos por que Sarek ficou tão desapontado pela decisão de Spock de não cursar a Academia de Ciências de Vulcano e, em vez disso, partir para uma carreira na Frota Estelar — uma rusga que levou os dois a ficarem 18 anos sem se falar. O conflito entre eles, na Série Clássica, sempre pareceu um pouco artificial, nada mais que uma conveniência de roteiro para impulsionar a trama do também ótimo “Journey to Babel”. Não faria sentido um embaixador vulcano que se casou com uma humana ter tamanha ojeriza da Frota Estelar a ponto de passar 18 anos sem falar com o filho pelo fato de ele ter optado por essa escolha de carreira, em vez de seguir em instituições puramente vulcanas.

Também podemos especular que a existência de Michael Burnham torna mais palatável a própria decisão de Spock de se afastar das instituições vulcanas, apesar de seu orgulho de ser vulcano. Afinal, sabemos que ele mesmo foi vítima de preconceito na infância, e Michael certamente também foi. Por sinal, ela foi vítima de um atentado no Centro de Aprendizagem Vulcana cometido por extremistas lógicos justamente por se oporem à presença dela, uma humana, lá. Spock, para os padrões vulcanos, sempre foi um rebelde, e jamais compactuaria com atitudes como essa.

Ou seja, a inclusão de Burnham à família de Sarek e Amanda é uma ótima adição ao cânone, que faz muitas coisas fazerem mais sentido depois disso do que antes.

Contudo, nenhum episódio pode se sustentar apenas com o que ele faz pelo passado da franquia. Sua trama precisa ressoar com o aqui e agora, com os telespectadores mais interessados na NCC 1031 do que na NCC 1701. E, nesse sentido, “Lethe” também não desaponta.

Temos aqui um episódio bastante introspectivo. Para que se tenha uma ideia, a cena de ação mais intensa do segmento é uma simulação de combate, e mesmo ela é basicamente uma “entrevista de emprego” em que Lorca sonda a possibilidade de recrutar Tyler como seu novo chefe de segurança a bordo da Discovery.

Duas tramas correm paralelamente — e, quando digo paralelamente, estou escolhendo a palavra com muito cuidado. Numa delas, Michael tenta resgatar Sarek, algo que envolve muito mais engajá-lo de forma íntima do que qualquer ação física. Na outra, Cornwell tenta alcançar Lorca, o que, de novo, envolve muito mais uma exploração da intimidade entre os personagens do que qualquer ação física.

Os dois “sondados” — Sarek e Lorca — reagem violentamente. O primeiro expulsa Michael de sua mente diversas vezes. O segundo se mantém na defensiva o tempo todo e, num momento extremamente tenso, chega a apontar um feiser para a mulher que está deitada com ele. Nos dois casos, as reações violentas acabam por catalisar a revelação do que eles tentam esconder. Sarek quer esconder a vergonha de ter preterido Michael em favor de Spock; Lorca quer esconder o fato de que ele se tornou outro homem depois da perda da USS Buran e seu recente cativeiro com os klingons. Em ambos os casos, a verdade vem à tona de forma dramática, com excelentes atuações de James Frain e Jason Isaacs.

O crédito vai para Joe Menosky, veterano de outros carnavais trekkers, e Ted Sullivan, recém-chegado à franquia, pelo belo paralelismo traçado entre duas histórias aparentemente muito diferentes.

Saímos conhecendo muito melhor tanto Sarek quanto Lorca. O primeiro se vê expondo aquilo que nenhum vulcano gosta de expor — seus pensamentos e sentimentos mais íntimos. Os contatos acontecem à revelia dele (e explicam por que os roteiristas quiseram introduzir todo aquele lance do katra no piloto da série) e a dinâmica das cenas “telepáticas” — misturando lembranças e interação em tempo real entre Sarek e Burnham, com o conflito representado fisicamente por uma luta entre eles — funciona muito bem.

Lorca, por sua vez, não é o tipo de capitão que aceita que as coisas aconteçam a contragosto. Ele se revela um líder maquiavélico, em que os fins justificam os meios. Se ele quer agradar Burnham, tudo bem lançar uma missão de resgate à revelia do Comando da Frota Estelar. Se ameaçado pela almirante Cornwell, tudo bem mandá-la para uma missão que ele realmente acreditava ser uma armadilha. A oportunidade de despachar Cornwell no lugar de Sarek é, no mínimo, uma conveniência feliz para ele, e sua indisposição de lançar uma missão de resgate após a notícia de sua captura é ainda mais intrigante — estaria o capitão intencionalmente abandonando sua amiga apenas para preservar  seu comando da Discovery? Ele iria tão longe assim? Saímos do episódio sem saber, apenas com a imagem de Lorca em seus aposentos, olhando para o vazio do espaço com o feiser preso à calça e seu reflexo na janela.

No fim das contas, todos os personagens — à exceção de Saru, mais uma vez escanteado — saem enriquecidos da jornada. Michael pela primeira vez decide abraçar sua humanidade, Sarek revela sua fragilidade emocional escondida sob décadas de treinamento de supressão vulcano, Lorca expõe, ainda que apenas por um momento, sua fragilidade, e Cornwell, coitada, é quem paga o pato com os klingons.

O resto do elenco, apesar do pouco tempo de tela, também ganha algumas cenas saborosas. Tyler, o recém-chegado, é quem mais avança sobre elas, revelando o desabrochar de uma relação mais íntima com Burnham. Tilly também tem bons momentos em tela, mostrando uma estranha relação de pupila-mentora com Michael (e podemos dizer que a mentora em assuntos da Frota Estelar é a pupila em termos de interações sociais). Stamets segue encarando outros efeitos colaterais estranhos de seu encontro com a rede micelial. Ele agora está mais relaxado e, apesar de não ser “Ave Maria”, está cheio de graça. Essa transformação é boa ou má para ele? Ainda não sabemos. Mas que é divertido ver em tela a nova vibe do personagem, bem interpretada por Anthony Rapp, isso é.

Visualmente, a bonança de Discovery continua. As imagens de Vulcano são incríveis, com a presença de dois corpos celestes ao fundo que remontam a Jornada nas Estrelas: O Filme, e o design da nave de Sarek também parece alinhado com o que se esperaria de uma nave vulcana daquele porte.

A cena de treinamento holográfico também é interessante e alinhada com o que se esperaria de um precursor primitivo dos holodecks com que nos acostumamos a partir de A Nova Geração. (E não custa lembrar que vimos uma sala de holografia a bordo da Enterprise em “The Practical Joker”, da Série Animada de Jornada nas Estrelas.)

E os klingons desta vez aparecem pouco e aparecem bem. É um alívio vê-los sendo usados de forma adequada, agindo e avançando a guerra do lado deles, em vez de meramente fazendo discursos. Kol, o novo poderoso chefão klingon, claramente, não é tão falante quanto T’Kuvma, mas soa bem mais perigoso e ardiloso. Ganhar uma guerra dele não parece trivial, e isso é bom para o futuro da temporada. Vejamos aonde vai.

Avaliação

Citações

V’Latak – May I inquire as to the nature of our diplomatic mission?
(“Posso perguntar sobre a natureza de nossa missão diplomática?”)
Sarek – Allow me to be diplomatic and ask that you do not. In times of crisis, ignorance can be beneficial.
(“Permita-me ser diplomático e pedir que não pergunte. Em tempos de crise, ignorância pode ser benéfica.”)

Burnham – Everyone applying to the Command Training Program will be smart. Personality doesn’t count.
(“Todo mundo que se inscreve no Programa de Treinamento de Comando será esperto. Personalidade não conta.”)
Tilly – That’s just something people with no personality say. Wait… Which… which in no way means you… you absolutely have a personality!
(“Isso é algo que pessoas sem personalidade diriam. Espere… o quê… o que de modo algum você é… você com certeza tem uma personalidade!”)
Burnham – Six point five seconds is not an arbitrary number. Your new time will earn you a physical endurance commendation. Today your goal is 6.5 seconds. Then, getting a transfer on a Constitution-class like the Enterprise. After that, First Officer track. See your path. Stay on it. Reach your destination. Cadet to captain; just like that.
(“Seis vírgula cinco segundos não é um número arbitrário. Seu novo tempo irá lhe render uma comenda de resistência física. Hoje sua meta é de 6,5 segundos. Então, obter uma transferência para uma nave da classe Constitution, como a Enterprise. Depois disso, rota para primeiro oficial. Veja seu caminho. Permaneça nele. Chegue a seu destino. Cadete a capitão; simples assim.”)

Cornwell – I can’t leave Starfleet’s most powerful weapon in the hands of a broken man.
(“Não posso deixar a arma mais poderosa da Frota Estelar nas mãos de um homem abalado.”)
Lorca – Don’t take my ship away from me. She’s all I got. Please, I’m begging you.
(“Não tire minha nave de mim. Ela é tudo que eu tenho. Por favor, estou implorando.”)

Trivia

  • O título do episódio foi tirado da mitologia grega. Lete era tanto um rio do mundo dos mortos quando a deusa do esquecimento. O mesmo nome, na Série Clássica, foi dado a uma das internas da colônia penal de Tantalus V, onde o doutor Tristan Adams promovia experimentos bizarros de esvaziamento da mente, em “Dagger of the Mind”. Os letheanos, por sua vez, são uma espécie que apareceu pela primeira vez no episódio “Distant Voices”, de Deep Space Nine, cujo argumento foi escrito por Joe Menosky, co-autor de “Lethe”.
  • Michael Burnham faz a primeira menção à USS Enterprise, nave que no momento tem como um de seus tripulantes seu irmão adotivo, Spock, sob o comando do capitão Christopher Pike.
  • As cenas em Vulcano foram filmadas no Museu Aga Khan, em Toronto.
  • Neste episódio vemos que os vulcanos ainda não se livraram de todos os extremistas que rejeitavam a influência de civilizações alienígenas. Grupos assim foram vistos cometendo atentados em Enterprise, ambientada um século antes de Discovery.
  • A simulação holográfica de batalha foi filmada em 12 horas, e a maior parte da coreografia foi elaborada por Jason Isaacs, baseada em suas experiências cinematográficas anteriores.

  •  Aprendemos mais sobre o passado do tenente Ash Tyler, antes de seu serviço a bordo da USS Yeager. Ele foi formado e condecorado pela Academia da Frota Estelar. Sua mãe era professora de ensino fundamental na Issaquah Elementary, a 24 km de Seattle, e morreu a caminho das luas de Grazer, por um acidente com um cometa errante.
  • Pela primeira vez vemos o capitão Lorca sentar-se na cadeira do capitão.
  • A atriz Mia Kirshner faz sua estreia interpretando Amanda Grayson. A personagem já foi vivida por cinco atrizes. Jane Wyatt fez Amanda na Série Clássica e nos filmes com o elenco original, Majel Barrett deu voz a ela em “Yesteryear”, da Série Animada, Cynthia Blaise viveu uma Amanda jovem, dando à luz Spock, em Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira, e Winona Ryder viveu Amanda em Star Trek (2009).
  • Descobrimos que Burnham ganhou o livro “Alice no País das Maravilhas” de Amanda Grayson durante um evento de troca de livros realizado na sétima lua de Eridani d, presumivelmente no mesmo sistema planetário de Vulcano.
  • Nas cenas da lembrança de Sarek em Vulcano, pode se ver ao fundo a nave T’Plana Hath, que promoveu o primeiro contato entre humanos e vulcanos, em 2063.

  • A nebulosa em que a nave de Sarek fica à deriva fica perto de Yridia, local próximo à fronteira klingon conhecido por abrigar “mercadores de informações”. Yridianos apareceram ou foram mencionados em Enterprise, A Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.
  • Os anciões de Cancri IV, assim como seu planeta (que serviu de palco para a malfadada reunião entre a almirante Cornwell e representantes klingons), jamais haviam aparecido antes em Jornada nas Estrelas.
  • A klingon Dennas é líder da Casa de D’Ghor, e o klingon Ujilli é líder da Casa de Mókai. Ambos fazem sua segunda aparição, depois de figurarem como hologramas em “Battle at the Binary Stars”.

Ficha técnica

Escrito por Joe Menosky & Ted Sullivan
Dirigido por Douglas Aarniokoski
Exibido em 22/10/2017
Produção: 106

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Jason Isaacs como Gabriel Lorca
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly
Shazad Latif como Ash Tyler

Elenco convidado:

Jayne Brook como Katrina Cornwell
Wilson Cruz como Hugh Culber
James Frain como Sarek
Mia Kirshner como Amanda Grayson
Kenneth Mitchell como Kol
Conrad Coates como Terral
Emily Coutts como Keyla Detmer
Julianne Grossman como computador da Discovery
Luke Humphrey como V’Latak
Clare McConnell como Dennas
Sara Mitich como Airiam
Oyin Oladejo como Joann Owosekun
Damon Runyan como Ujilli
Jonathan Whittaker como diretor vulcano


Você pode baixar o mp3 para ouvir o debate offline aqui.

Ouça o Odocast sobre o episódio aqui.

Leia a coluna de Luiz Castanheira aqui.

220 Comments on "DSC 1×06: Lethe"

  1. Guilherme C. Grunewald | 23 de outubro de 2017 at 12:51 am |

    Só esperando sair na Netflix. ^_^

  2. É muito bom ver que Vulcano é lindo e que… ainda está lá. 🖖

  3. Claudio Arrochela | 23 de outubro de 2017 at 8:12 am |

    Caros, definitamente Lorca veio do universe espelho (na minha visao), viram que a almirante estranhou as cicatrizes nas costas…ele dorme armado… ao mesmo tempo senti ele uma pessoa mais amigavel, pois ajudou a Michael em relacao ao Sarek, tratou bem o Stemets e outros, SEM CONTAR QUE OFERECEU A MICHAEL UM POSTO NA PONTE (SERA QUE ELA VAI VOLTAR A USAR O BADGE DESTA??), o Tyler se e o Voq disfarcado fez muito bem seu dever de casa, esta muito convincente e a interacao dele com a Michael acho que ainda vai render…O final com a prisao da almirante deixa o Lorca entre a cruz e a espada, resgata-la arruina sua carreira mas sera que seus motivos prevalecerao…protagonistas deste episodio Michael e Lorca…

  4. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 8:46 am |

    Vamos às minhas opiniões, fora de ordem e em tópicos:
    – N sei se Lorca veio do Universo Espelho. Acho q não, mas posso estar errado.
    – Aliás, ele “botou o galho dentro” (como diz meu pai) qto ao resgate da Almirante.
    – Tyler ser o Voq… Acho menos provável do q semana passada, mas ainda acho.
    – Um “holodeck” a bordo, p/ treinamento? N gostei.
    – Cornwell e Lorca… Isso sempre ficou no ar. Agora consumou-se o fato.
    – Citações escancaradas á classe Constitution, Enterprise e Spock. Alguém disse q Spock n seria nominalmente citado… Errou.
    – Elo mental transdobra novamente. “Eu nunca vou entender o misticismo vulcano” (comandante Morrow, STIII).
    – Gostei da Amanda defendendo a Michael nas lembranças.
    – Aliás, ver Vulcano como algo além daquele deserto quente pra kct foi muito bom.
    – Sou suspeito pq gosto da interpretação do James Frain. Mas a lavagem de roupa suja do Sarek foi interessante.
    – Stamets, Saru e o doutor Culber só ficaram c/ 1 cena cada, nesse episódio.

    Achei o episódio mais fraco até aqui. 2,5 de 4. Mesmo assim, gostei.

  5. Alessandro Ferreira | 23 de outubro de 2017 at 8:59 am |

    Bom apenas para recordar que na boa e velha NX 01 Enterprise já se usava tecnologia holográfica para treinamento. Acredito que possa ser uma tecnologia rudimentar de holodeck. Podendo criar pequenos ambientes de treinamento
    Eu gostei do episódio como um todo. E gosto também de ver cenas do ” cotidiano” a bordo de uma nave estelar

  6. Sobre o suposto “erro de canon” do holodeck, eu fico espantado como tem gente que considera que a tecnologia do holodeck teria ido do completo zero para o visto em TNG de maneira instantânea, sem ter existido versões mais simples antes. Isto é um tipo de mentalidade e leitura absolutamente tacanha do que foi visto em tela.

  7. Acabei de ver o episódio de hoje, gostei de muitas coisas, outras coisas eu achei interessante e como trekker chato que sou, algumas outras coisas não gostei tanto.

    Cada vez mais a série de entrelaça com a série original seja em elementos, personagens e citações de outros.

    A USS Enterprise é meninada para alegria dos fãs, a personagem Amanda, mãe do Spok dá as caras na série, ao lado do Sarek e seu filho Spok também é citado.

    Nesse episódio, vemos uma linda vista de Vulcano (não sei como JJ Abrams ousou explodi-lo), em seguida o embaixador Sarek parte de Vulcano para tentar negociar tratativas de paz com os Klingons, no Sistema Crancri, um mundo neutro nesta guerra.

    A nave do embaixador sofre um atentado por um vulcano-bomba (algo análogo a um homem-bomba). Ele sobrevive ferido, mas inconsciente.

    A Michael por dividir o katra do embaixador Sarek, consegue sentir a sua dor e o perigo que se desenha.

    Então temos uma missão de resgate mesmo que contrariando as intenções do almirantado da BV Frota.

    A Discovery por meio do propulsor de esporos emerge na lindabe vasta nebulosa aonde ocorreu o incidente.

    Ao mesmo tempo que a Michel inicia uma jornada interior se ligando ao katra do embaixador, na tentativa de acordá-lo do seu estado de inconsciência para que ele mande um sinal de socorro.

    Bom, a primeira coisa que curti neste episódio foi vistar Vulcano novamente, mas aí veio a minha primeira decepção, o atentado ocasionando por um vulcano.

    Por mais que vulcano exibam uma certa arrogância no trato com outras espécies, eles são pacifistas. Ademais as tensões entre humanos e vulcanos já foram muito bem resolvidas há cem anos atrás no quarto ano da série Enterprise (bom, parecia que tinha de resolvido).

    Na minha humilde e humana concepção, não era mais plausível que vulcanos se portassem como terroristas no século XXIII.

    É mais uma solução de roteiro para dar mote a trama, tal como foi o sequestro do capitão Lorca no episódio anterior.

    Mas que seja, ainda no século XXIII existem vulcanos fanáticos e puristas, com um discurso anti-federação, que estranhamente se aproxima muito do discurso dos klingons.

    Essa é talvez a crítica que tenho, que não é uma crítica, é mais um desapontamento da minha parte com a relação ao vulcanos.

    No mais gostei das reverências e gostei de ver que capitão Lorca é altamente instável, o que me faz crer naquela teoria de que ele advém do universo espelho. Será?

    Afinal quem dorme com uma arma ao lado e acorda assustado e tenta disparar contra a sua almirante/amante?

    Essa instabilidade e o fato dele nas palavras da almirante não ser mais o mesmo, jogou severas suspeitas sobre a sua personalidade.

    A almirante estava convencida a removê-lo da cadeira de capitão.

    Só que ela resolve substituir o embaixador Serek em sua tratativa de paz no sistema Cancri, quando tudo não se misturou uma farsa e a almirante cai nas mãos dos klingons e é capturada.

    Lorca, conveniente, não se prontifica a resgatá-la e se justifica dizendo que é seria melhor aguardar instruções do comando da frota, o que mais uma vez lança dúvidas sobre o seu caráter.

    Já Sarek é resgatado e durante o elo mental com a Michael, descobrimos a difícil escolha de Sofia que Sarek teve que fazer, ao privilegiar o filho Spok na academia de ciências de vulcano em detrimento da Michael, o que ele fez a contragosto, acabou por marcá-lo quase que emocionalmente.

    Daí a rusga com Spok, que preferiu sair da academia de ciências de Vulcano para ser alistar na frota.

    Foi um excelente episódio e visualmente deslumbrante, seja por mostrar Vulcano, seja pela nebulosa.

    Detalhe, todos repararam na alteração de humor do Stamets? É, até parece que ele andou tomando “chá de cogumelo” kkkkkkkk tum-dum-tssss

    Os alienígenas de Cancri, o sistema neutro, já foram vistos na franquia alguma vez? Curioso.

    Assim, o Tyler com sua cara de bom moço e habilidades táticas foi promovido a chefe de segurança, mas continua não convencendo. E eu acredito que o Lorca suspeita dele, mas o mantém por perto por alguma razão.

    Por fim, é interessante notar que só vemos os klingons em momentos pontuais da trama, surgindo por de trás dos panos, estão sempre as escondidas, tramando.

    Gostaria de ver um episódio mais focado neles, eles precisam ser melhor trabalhados ainda na série. Certamente, veremos isso mais adiante.

    É o que vocês acharam?

  8. Sobre a polêmica do holodeck: Na verdade, o erro canônico aconteceu em Voyager, né. Em um dos episódios da série eles deixam claro que as naves da Federação não eram equipadas com um holodeck antes do final do século 24. Sendo que o holodeck foi apresentado como um tipo de sala de recreação da Enterprise ainda na TAS.
    Acredito que o holodeck era apenas uma sala pequena de recreação e treinamentos, e foi sendo aperfeiçoado a partir de TNG

  9. Nada contra o holograma, ela está bem difundido na tecnologia da Discovery que é uma nave tecnologicamente superior as demais.

  10. Prefiro as holo suítes do Quark, são mais divertidas.

  11. Para mim a Enterprise do Kirk que não tinha esse equipamento de holodeck, mas o fato de não haver um lá, não é um impeditivo.

  12. Eu adorei as citações escancaradas. Quanto ao elo mental transdobra quantico entrelaçado, eu estava revendo o quarto ano de Enterprise, e o comandante Tucker se liga a Tpol durante um sonho, mas ele estava servindo em outra nave na ocasião a anos luz de distância.

  13. Não diria certamente, mas há suspeitas.

  14. Esse final, com o Sarek deitado na enfermaria da Discovery me remeteu a TOS, pois ele termina o episódio se recuperando de uma transfusão tb na enfermaria.

    Isso me faz pensar no fato de que, na maioria das vezes em que o personagem é visto na franquia, ele tá sempre doente, machucado ou com algum problema de saúde, como em TNG.

  15. Continuo achando que o Tyler é o Voq, ou pelo menos um espião klingon geneticamente adulterado com memórias implantadas.

  16. Tem vulcanos fanáticos até no século XXIV, vide o episódio Gambit, parte II, da TNG.

  17. Claudio Arrochela | 23 de outubro de 2017 at 10:02 am |

    Caros e quanto a promocao da Michael que Lorca oferece no final? sera que ela volta a ter o direito de usar o badge no uniforme, pelo que entendi seria num posto de ciencias na ponte.

  18. Vou ver esse episódio, não me recordo dele! Mas valeu pela referência 😉

  19. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 10:03 am |

    Verdade, tinha esquecido disso. Então há um certo precedente na franquia.

  20. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 10:04 am |

    Tinha? Eu n lembro.

    Bem, eu achei esse episódio um pouco + fraco do q o anterior (mas o anterior é duca). Mas ainda assim é bom.

  21. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 10:06 am |

    Eu concordo que o holodeck não vai do zero pra 100 em um instante. Mas eu achei que foi realista demais para essa época. Bem, estamos na Discovery, onde há desenvolvimento de tecnologia, não necessariamente só o motor de esporos. Lembremo-nos que ela pode comportar até 300 equipes de pesquisa a bordo (apesar de ter 124 tripulantes apenas – ô nave deserta, essa).

  22. Esse Lorca aí deve ser do espelho mesmo. Eles anda jogando várias referencias, brincando com isso. E ainda termina com ele vendo uma imagem refletida. Acho que a almirante jogou uns ‘verdes’ porque estava desconfiada, como citar uma vez que eles esvaziaram uma garrafa de whisky e ele claramente não sabe. As marcas nas costas, sinal de escravo? Dormir com a arma pronta e ajustada para matar. Tratar a nave como um pequeno reino. São tantas pequenas coisas. Gostei de ver que existe tênis naquele período.

  23. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 10:08 am |

    Engraçado q os vulcanos fanáticos n me incomodaram a mínima, achei bem válido ver q n são unanimidade – e já dizia Nelson Rodrigues, a unanimidade é burra.

  24. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 10:10 am |

    N acho q Lorca tenha falhas de caráter por n montar uma operação de resgate à Almirante. Acho q ele botou o galho dentro depois q ela mostrou que ele pode ser tirado do comando.

  25. Pra mim ele vai deixar ela como boi de piranha. Se ele for do espelho mesmo o que vem primeiro é o status. A menos que ele veja um jeito de deixar ela na mão dele.

  26. Alessandro Ferreira | 23 de outubro de 2017 at 10:20 am |

    Tinha sim, o Ten Reed acoplava um transmissor e este projetava alvos holográficos no Arsenal, lembro da Hoshi no episódio Sleeping Dogs temporada 1, treinando.

  27. Mas eu sempre vi os vulcanos como seres racionais e lógicos, pacifistas quase que moralmente superiores.

    Em Enterprise eles haviam se desviado da filosia de Surak. E ao resgatarem o katra de Surak eles conseguiram reestabelecer a fiosofia pacifista deles. Não há lógica nas ações terroristas.

    Verdade, não existe uma unanimidade, os vucanos dissidentes se chamam Romulanos! kkkkkkkkkk

    Mas você está certo, se nem o meio irmão de Spok seguia filosofia de Surak para a decepção de Sarek, o que dirá outros vulcanos.

  28. Eu ainda acho que ele se omitiu de forma deliberada! Que bom que não dá para ter 100% de certeza. Vamos esperar para ver!

  29. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 10:30 am |

    Eu sei que vai ter muito mimi em relação ao holograma de treinamento (não é um holodeck do seculo XXIV), mas para mim esta dentro do esperando pois este tipo de holograma apareceu mais ou menos em ENT e é o esperado para o nível de tecnologia do sec XXIII.

    Sobre o episódio é bom, mantém o nível da série na média alto, mas inferior a outros, porém dentro do esperado.

    Gostei que tem muita interação entre os personagens, aprofundando os relacionamentos e construído uma equipe na nave.

    Explica pontos sobre a Michael, Spock, Sarek e Amanda. Aliás neste ponto o Sarek de DIS é o Sarek que conhecemos de TOS e TNG, o cara que se relaciona muito mal com seus filhos e super fechado.

    Não gosto muito de todo este negocio da comunicação mental vulcana via subespaço, mas tudo que vimos é cânone, pois em outros episódios de outras séries de ST a coisa funciona mais ou menos assim mesmo. Então é só uma questão de gosto. Não gosto e espero que não tenhamos muitos episódios apoiados neste conceito.

    Para quem conhece o cânone os terroristas vulcanos não são surpresa, apesar de serem parte da federação, fundadores e defensores da mesma, os vulcanos não são tão integrados assim com as outras especies e mantêm até no século XXIV uma certa distância arrogante das outras especies. Temos vários exemplo disto como o episódio de DS9 do jogo de beseibol entre a tripulação da DS9 e da nave só de vulcanos (aliás odeio este episódio, chato …). Em VOY o Tuvok é outro exemplo, parte da tripulação, mas sempre meio distante …

    Sobre o Lorca cada vez mais é a história dele fica mais interessante, quem é este cara ?

    No geral a série continua numa vibe muito boa.

  30. Gostei de ver uma nave 100% vulcana, tanto por dentro e quanto por fora, é linda.

  31. Realmente, me falaram que na segunda temporada de TNG há terroristas vulvanos. Bom, estou revendo os meus conceitos quanto aos vulcanos.

  32. Escrevi “vulvanos” por engano e não paro de rachar de rir aqui! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK 😛

  33. A verdade é que os vulcanos são terinados pelos Jedi e usam a força para se comunicar! 😛

  34. “Percebo que a viagem pelo caminho do micélio melhorou seu humor, tenente.”

    São uns fanfarrões esses escritores.

  35. A pergunta que não quer calar, no século XXIII já existia holografia pornô? Qual a graça de se criar um holodeck e não utlizá-lo para esta finalidade? Treinamento tático… aff!!!

  36. É interessante, o bom humor do tenente é um reflexo das alterações que ele sofreu no final do episódio anterior.

  37. Alessandro Ferreira | 23 de outubro de 2017 at 11:41 am |

    Jovem brother só dar uma escapada e ir ver as escravas de Órion, kkkkkkkkk

  38. leonardo da costa ferreira | 23 de outubro de 2017 at 11:47 am |

    Quando Michael souber que Tyler é Voq e que o mesmo jantou sua antiga capitã….. Esse episódio não perco por nada no mundo. Ansioso.

  39. No episódio “Unexpected”, da primeira temporada da série Enterprise, vimos que os xyrilianos possuem um holodeck em sua nave, e depois esta tecnologia é repassada aos klingons.

    Em que pese foi apresentado que somente no século 23, apareceriam os Holodecks na Federação, a Enterprise NX-01 um século antes, já tinha contato com um povo que fazia uso dessa tecnologia. Tecnologia que repassada aos klingons nesse episódio.

  40. Alessandro Ferreira | 23 de outubro de 2017 at 11:53 am |

    Será mesmo que Tyler é Voq?
    Será mesmo que o Lorca é do Univ Espelho?
    Meu palpite é de que o Lorca que vemos é o Voq.
    E que o Lorca está preso na nave klingon
    E no processo de transformação envolve também memórias recentes serem transferidas ao Voq

  41. Salvador Nogueira | 23 de outubro de 2017 at 11:54 am |

    Acho que é só uma questão de nome. Holodecks são coisas do século 24. O holodeck, lembremos, não é só uma recriação holográfica — ele também cria uma ilusão de um ambiente sem fronteiras e materializa objetos simples à moda do replicador. O que vimos é um precursor, como o de TAS, mas não é um holodeck.

  42. ST DSC ep6
    Nota 10- incrível como a qualidade da série não cai.
    O roteirista Joe Menosky , que foi o mesmo de Darmok TNG temp5 ep2 – é realmente excepcional e juntamente com Ted Sullivan.
    Começa com o planeta Vulcano jamais visto em tanto esplendor e diria que esse episódio é muito sobre os Vulcanos.
    Vemos uma mãe -Amanda , humana com filha adotiva humana e filho meio vulcano vivendo entre vulcanos arrogantes.
    Revemos o grupo vulcano extremista da lógica ,como havia em ENTERPRISE temp4 ep7 – A Forja.
    ” Minha mente para sua mente”- elo mental em dose máxima de pai pra filha e citado novamente  que o Katra tem poderes curativos como ” um enxerto de alma”. E é como uma super estrada não mapeada conectando toda consciência e vida.
    …Soubemos agora o quanto foi marcante e duro para Sarek ,a decisão de Spock em partir para a Frota Estelar em vez da Academia de Ciências de Vulcano. O link com TOS foi muito lógico .

    ##Interação##entre os personagens muito boa ala TOS- destaque nesse episódio…
    …Burham e Tilly,
    … Lorca e Tyler,não sei quem é o espião klingon ali mas ainda penso em Lorca( notem a forma como ele come o biscoito
    ” chinês” nesse episódio, esmagando entre as mãos e derrubando na mesa e diferente de como fez quebrando com uma mão no epis 3 em frente a Burnham )

    …Lorca e Alm Katrin- mais uma vez o Capitão é “pegador” mas é tb cauculista e frio- chega a ser maquiavélico pois eu senti que ele viu na missão da amiga e Almirante, uma possibilidade de se livrar dela e impedir que fosse retirado do comando da nave.

    … Burnham e Tyler( notem que ele a conhece na nave e sabe de seu passado mas bate na mesa como um klingon e a cumprimenta por ela estar servindo na nave e isso parece uma honra, como seria para um klingon em sua nave- ele é o espião disfarçado? ).

    …Stamets e Lorca- parece q o Stamets pós experiência de esporo drive está mais bem humorado-seria um espelho do verdadeiro?

    ….Burnham e Lorca ele a ajuda e promove pra oficial de Ciências na nave ela aceita e tenta fazer a sobrancelha levantar como Spock faz em TOS ( mania de família kkkkkkk)

    Nota-se mais tempo do episódio com interações e menos combates e explosões….

    E o Sintetizador de alimentos fala com os tripulantes!! Hilário!!

    Nave auxiliar da DSC é bem maior que na 1701!! Mas é a nave mais avançada da Frota , então é compreensível.

    Lorca parece saber que a Alm Katrin não será resgatada no final e está sempre esperando ser atacado…mantém um phaser sempre à mão…e oque são as cicatrizes em triângulo que ele tem nas costas?

    Sem dúvidas esse episódio
    ” Lethe” ( Esquecimento )é pra não esquecer!!

  43. Fabiano Correia | 23 de outubro de 2017 at 12:27 pm |

    Deve ser um protótipo
    Pode ser que ainda leve algumas décadas para implementar em todas as naves

  44. Fabiano Correia | 23 de outubro de 2017 at 12:29 pm |

    A série animada não é considerada cânone
    So o Robert april

  45. Sim. Mas aos poucos as citações estão aparecendo.

  46. Fabiano Correia | 23 de outubro de 2017 at 12:30 pm |

    Eu achava que poderia haver holodecks porém eles eram Grandes demais para colocar nas naves

  47. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 12:35 pm |

    …Burham e Tilly,

    Neste episódio a interação das duas foi muito legal.
    Elas estão ficando realmente amigas e companheiras, aquele tipo de parceria que as séries de ST sempre apresentaram, e neste episódio a relação pareceu evoluir naturalmente e não de forma forçada como foi nos primeiros episódios.

    A Burham depois da descoberta da verdade sobre sua entrada no grupo de vulcano parece que tirou um preso das costas, gosto como a atriz consegue passar estas mudanças da personagem sem precisar falar nada. Ela está mandando muito bem na personagem.

  48. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 12:35 pm |

    A nave é legal mas o episódio é chato kkkkkk

  49. Eu acho que DIS aos poucos tá canonizando TAS, o Capitão April existiu e o holodeck já estava presente em naves da frota assim como em TAS!

  50. Sua resenha foi muito boas, pois o que são aquelas cicatrizes nas costas do capitão em forma de triângulo?

  51. Não seria lógico questionar se motor de esporos não está fazendo fisicamente mal ao Stamets? Se o tardígrado gritava, como será que o Stamets reage? A utilização do motor com um humano dentro deveria no mínimo ser suspensa por enquanto ou vir acompanhada de maiores questionamentos. Mas fiquei surpreso que a Discovery já estava saltando pelo espaço.

  52. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 12:44 pm |

    Na verdade que me lembro nas séries todas as vezes ele estava com algum problema, tirando a aparição nos 2 primeiros episódios de DIS.
    Na como era só holograma e “elo mental” não conta.

    Quando aparece fisicamente ele sempre está com algum problema.

    – Em TOS estava com problema no coração;
    – Em TNG com degradação mental na primeira aparição;
    – Em TNG no episódio duplo estava morrendo.

    Esqueci alguma aparição nas séries ?

    Acho que os roteiristas não gostam dele.

    No cinema em ST III e IV ele está normal.

  53. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 12:47 pm |

    Cara, o Sarek só tem decepção familiar:
    – O filho, meio-vulcano, desdenha da Academia de Ciências Vulcana e vai pra Frota.
    – A filha adotiva é uma amotinada.
    – O outro filho, meio-irmão do primeiro, rompe c/ os ensinamentos de Surak e vai numa bad trip mutcho loka pelo espaço.

    Q família disfuncional, hein? E o pior é q lá no fundo, ele jogará a culpa na esposa, que é humana! 😀

  54. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 12:48 pm |

    Ah, é verdade, aqueles alvos eram holográficos! Verdade, esqueci disso.

  55. Vai ver os roteiristas são romulanos! hehe

  56. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 12:53 pm |

    Sim tá indo neste caminho …
    Na verdade não temos holografia em TOS somente porque na década de 60 não tinha tecnologia nem para imaginar este tipo de coisa, nem para implementar na TV.
    Mas claro que pensando na tecnologia do século XXIII comparada com a nossa do século XXI é lógico que vai existir holografia e bem avançada.

    Por isto a aparição destas tecnologias em DIS não me incomoda, não podemos fica presos as limitações que TOS tinha em temos de tecnologia e orçamento, isto para mim é muito mimi de alguns.

  57. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 12:54 pm |

    A culpa é dos pais …

  58. leonardo da costa ferreira | 23 de outubro de 2017 at 12:54 pm |

    Bem pensado. Duvida é salutar. De qualquer maneira será um belo embate físico e intelectual entre a Michael e o espião. Seja ele o Lorca ou o Tyler.

  59. Fica a lição, filho a gente não cria para gente, a gente cria para mundo… sendo humano ou não! hehehe

    Mas eu acho que foi uma “maldade” o que ele fez com a Micheal, de certo modo eles tinham razão… é quase que um experimento.

    Fazer um humano se portar como vulcano a ponto de suprimir as suas emoções é óbvio que ia gerar danos e desequilíbrios psicológicos na Michael.

  60. Como eu comentei mais embaixo, o holodeck foi inspirado pelo inventor Gene Dolgoff , que possuía um laboratório de holografia em Nova York, pessoa com quem o criador de Star Trek, Gene Roddenberry, se encontrou em 1973.

    A primeira aparição de um holodeck (então chamado de “sala de recreação”) veio episódio da série animada de Star Trek (1974), chamado “The Practical Joker”.

  61. Eu não acho que eles jataram a capitã Giorgiu, na verdade, foi no café da manhã! 😛 rsrsrs

  62. SAIU AGORA!!! Star Trek: Discovery é renovada para a segunda temporada!

    CHUUUUUPA HATERS!!!

    http://www.adorocinema.com/noticias/series/noticia-135046/

  63. Acabei de rever agora na hora do almoço. O episódio beira a perfeição. Abraços 🖖

  64. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 1:09 pm |

    Pessoal, agora temos feed: http://feeds.feedburner.com/Dobra9! E essa semana sai o episódio 3 (pelo menos), o 4 já foi pro editor e eu começo a redigir o texto do 5. E vamos q vamos… Em dobra 9!

  65. Ricardo Pinheiro | 23 de outubro de 2017 at 1:10 pm |

    Q nada, Sarek e Amanda vão fazer um “jogo de empurra”, um jogando a culpa no outro. Como sempre digo, isso vem desde Adão e Eva:

    “- Não fui eu, foi ela!”
    “- Não fui eu, foi a cobra!”

    E por aí vai.

  66. Amanda: A culpa foi sua, esposo.
    Serek: Não, a sua lógica é falha. A culpa foi sua, mulher!
    Amanda: Minha? Você é um pai quase que ausente! Elos mentais não substitui um pai presente.
    Serek: Ilógico. Sou um ótimo pai e esposo. Desculpe se eu estava ocupado tentando promover a paz no universo.
    Amanda: E o Sybok? Até hoje você não me contou com qual vulcana você se engraçou!
    Serek: Ilógico!
    Amanda: Eu vou para casa da mamãe na Terra! E dessa vez não vou cair no golpe da pinça vulcana. Nem chegue perto!
    Serek: Eu ia sugerir uma terapia de casal vulcana.
    Amanda: O que?
    Serek: Veja… Minha mente, sua mente….

  67. Clico no link e aparece isso para mim:

    ‘invalid feed request
    Error 400″

  68. Bom pelo menos estabelece o motivo pelo qual Sarek ficou anos sem se falar com Spock ter rejeitado a academia de Vulcano. Abriu mão de uma que queria ir e tinha talento para isto, por outro, seu filho, que preferiu rejeitá-la e se alistar na Frota Estelar, ou seja, seu errôneo julgamento. Episódio Regular/bom – 0-4 daria 3. Holodeck bem primitivo se comparado com os vistos no século XIV, ideia originária em colocá-lo em cena, assim como os transportadores rudimentares do seriado Enterprise, destinados a carga. Lorca, reforçando ainda mais seu anti-heroísmo com interesse ocultos, mandou a Alm. para uma “emboscada” e resolveu seguir as regras para resgatá-la para ganhar tempo, tendo em vista a ameaça em removê-lo do comando da Discovery, fora a sedução com uma garrafa com aquele velho “papo” de velhos amigos…..

  69. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 2:15 pm |

    Eu senti vendo o episódio que ele tava mandando ela meio que para uma emboscada, mas como ele poderia saber ?

    Só o instinto ? Mistérios e mais mistérios …

  70. Por isto que coloquei emboscada entre aspas, acho que ele não sabia, mas tratando-se de Klingons, não são de confiança e calhou de acontecer…

  71. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de outubro de 2017 at 2:39 pm |

    Na teoria sim deveria usar a badge.
    O capitão pode promover tripulantes por ações de campo, o Picard fez isto com o Wesley, a Janeway também com o Tom, e acho que o Archer fez algo parecido com a T’Pol.
    Mas a pergunta que não quer calar a nave não tinha oficial de ciências na ponte ? Numa nave cientifica ?

  72. Fabiano Correia | 23 de outubro de 2017 at 2:46 pm |

    Lorca e mais sinistro do que se parece

  73. João Luiz Silva Cruz | 23 de outubro de 2017 at 3:28 pm |

    Sua análise foi muito lógica Sr Spock, gostei!

  74. João Luiz Silva Cruz | 23 de outubro de 2017 at 3:30 pm |

    Seria uma espécie muito interessante esses Vulvanos kkkkkkk

  75. João Luiz Silva Cruz | 23 de outubro de 2017 at 3:40 pm |

    Episódio muito bom, manteve o nível alto, e me manteve ligado do começo ao fim mais uma vez, nota 3,5/4. (O visual de Vulcano lindo de morrer)
    Discovery vai ter season 2, com números impressionantes de audiência, etc… E para que não tá gostando como diria o grande filósofo Cebolinha: “Chola mais”.

  76. Huahuahuahuahuahuahuahuahua

  77. Choooooooooooola cambada! Kkkkkk

  78. Mauricio Silva de Moura | 23 de outubro de 2017 at 4:16 pm |

    Para mim o melhor episódio. para quem curte o universo vulcano foi esclarecedor. O grupo começa a ganhar personalidade. Não podiam continuar isolados. tem que ter alguma cumplicidade entre as personagens principais. Assim foi com TOS e assim começa a ser com Discovery. Live long and prosper para a serie. pena que a segunda temporada só em 2019. Começamos a sentir falta antes mesmo de terminar.

  79. Há 17 dias atrás, quando comentava a resenha do Castanheira para o episódios Context is for Kings, eu fiz essas observações e lancei no ar uma pergunta sobre o capitão Lorca. Tô começando a acreditar que eu tinha razão e estava sendo profético!

    “Se ele não segue as leis, a quem ele responde? Apenas a si próprio!
    Para mim é apenas questão de tempo, até o Capitão Lorca se corromper, se já não se corrompeu.
    Narrativamente, é muito bom vermos isso num seriado de Jornada, o que, com certeza, possibilitará muitas surpresas e reviravoltas na trama, enriquecendo-a bastante!
    Finalizo com uma pergunta, quais as chances do capitão Lorca se tornar ou herói ou o vilão da série?”

  80. Outro bom episódio essa semana. A série continua melhorando aos poucos. Nota 3 de 4. Achei que o Motor de Esporos tinha ficado de lado, mas eles usaram novamente neste episódio?

    No geral, é uma boa série de Star Trek sim, não é excelente, mas é boa. A ideia de se passar num período antes da TOS continua me incomodando. A estética simplesmente não encaixa.

  81. Caramba! Eu vi essa promo frame por frame hahaha! Que bichão é aquele na área de carga? A Discovery explodindo! Ansioso para a chegar a segunda!

  82. Mariana Gamberger | 23 de outubro de 2017 at 7:30 pm |

    Pelo que entendi, a injeção doi, mas o Stamets sabe o que vai acontecer e está ali porque quer. Ele não luta contra. O tardigrado estava ali contra a sua vontade e não podia fazer nada, então ele gritava, muito mais por protesto do que de dor. Ele era um prisioneiro.

  83. Ronaldo Adriano | 23 de outubro de 2017 at 9:10 pm |

    Neste episódio foi mencionado pela primeira vez na série a Enterprise.

  84. Ronaldo Adriano | 23 de outubro de 2017 at 9:12 pm |

    Bloqueado já, para ver algo só no Aftertrek

  85. Em algum momento o spore drive vai ser banido, talvez seja ligado com alguma interação com o universo espelho.

  86. Agora irao falar que nao era um Holodeck…kkkk

  87. Vi o episódio com sérias dúvidas se o Salvador vai ou não vai ficar maneta. Abraços 🖖

  88. Isso importa? Há alguma menção na série de quando esta tecnologia iniciou? Como eu não vi todas as séries e minha memória não é lá estas coisas e eu não sou nenhum especialista em cânon (graças a Kahless) então tenho esta dúvida. Abraços 🖖

  89. Respondendo a mim mesmo, rs. Eu citei que o episódio beira a perfeição pela empolgação do momento e porque eu achei o episódio redondinho com poucas falhas. Mas não há aquele UAU como em alguns episódios memoráveis tipo o “Sacrifício dos Anjos” de DS9 e outros que poderia citar. Mas Discovery chegará lá. Abraços 🖖

  90. Legal… pra você não importa… mas para os EXTREMISTAS DEFENSORES DO CANON… que são muitos desse pessoal antigo… devem estar se estrebuchando… Como as séries aconteceram em épocas separadas… a Primeira vez que apareceu o Holodeck foi na The Next Generation…. mas depois na Serie Enterprise (que é a ultima na tv) ocorreu um episódio onde eles encontram uma nave alienígena que possuía essa tecnologia, mas a Frota não absorveu naquele momento a tecnologia… mas fato é que na serie classica isso não existia, e a mesma ocorre 10 anos após a discovery…. EU VEJO COMO UMA BRECHA, onde os roteiristas (e eu) resolveram colocar isso… e digo E PORQUE NÃO…

  91. Foi mencionado em Enterprise pela primeira vez

  92. Não tenho o que reclamar. 3.5

  93. Vai ver ele é o Garth. Já vi esse comentário rolando por aí

  94. Ele tava relaxadão. Antes da viagem ele só fazia reclamar.

  95. Kkkkkkkk

  96. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 9:48 am |

    Esse é o feed pra vc cadastrar no seu agregador de podcasts. Se clicar e jogar pro navegador, deve abrir uma página com os episódios, gerada pelo feedburner.

    Tenta aí, aqui deu certo: http://feeds.feedburner.com/Dobra9 .

  97. Saru. Afinal, o Spock era oficial de ciências E primeiro oficial.

  98. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 9:49 am |

    Sensacional, estou rindo aqui! Acho q vou usar isso no comentário desse episódio, do Dobra 9. Se bem q eu tive uma ideia… Vamos ver.

  99. Fabiano Correia | 24 de outubro de 2017 at 9:57 am |

    Poderia ser um protótipo afinal a Discovery e cheia de tecnologias que são experimentais

  100. Você toca em um ponto interessante, Victor.
    O problema dos Vulcanos serem moralmente superiores é justamente eles acreditarem que são de fato moralmente superiores. Não precisamos ir até outro planeta para ver os estragos que grupos que se achem moralmente superiores podem fazer, nossa história está cheia de exemplos.
    No episódio em questão o terrorista de orelhas pontudas me pareceu em resquício dos dissidentes apresentados em Enterprise.
    Um fato interessante também no episódio é que, pela primeira vez em DSC, ele acrescenta peso a elementos da série clássica, no caso o desapontamento de Sarek com Spock, que agora pode ser visto também como arrependimento pela sua atitude com a Michael.

  101. Francisco Paulo Fiorentino | 24 de outubro de 2017 at 10:05 am |

    Eu só vou dizer uma coisa: O capitão Lorca virou meu capitão favorito. Quero dizer, o cara dormiu com uma Almirante, sua superior. Deixou Kirk no chinelo no quesito Pegador.

  102. Alessandro Ferreira | 24 de outubro de 2017 at 10:24 am |

    De fato… isso é algo que não vimos em Star Trek … kkkkkkk

  103. Alessandro Ferreira | 24 de outubro de 2017 at 10:27 am |

    Será que é a I.S.S. Discovery?? rsrsrs

  104. Alessandro Ferreira | 24 de outubro de 2017 at 10:29 am |

    seria um “Eugênio”, a lá versão vulcana? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  105. Leandro Henrique Pereira Neto | 24 de outubro de 2017 at 10:40 am |

    Verdade apesar de a série DIS não citar deve ser isto mesmo.
    A entrada da Michael na ponte vai ser no mínimo interessante ver a reação dos demais personagens como o Saru e a piloto que não lembro o nome.

  106. Agora só falta explicar porque o Spock nunca menciona a Michael Burnham.

  107. Acho que isso implica uma guinada no roteiro, em que ele vai passar a ser um parceiro científico da Michael Burnham.

  108. Acho que se agnt for assistir todos os episódios em maratona, é possível compreender que cada personagem tem o seu momento na trama.

    Nesse episódio, houve um aprofundamento na história de alguns personagens, e é bem elucidativo.

    Eles parecem ter abandonado a história do tardigrado, e focado na história dos personagens.

  109. Humberto Junior | 24 de outubro de 2017 at 10:49 am |

    Spock puxou a Sarek e não era muito de falar sobre sua família. Isso fica bem claro em muitos episódios de TOS. Ele nunca mencionou a seu capitão e amigo que Sarek era seu pai, por exemplo, além de só mencionar Sybok, quando o próprio apareceu tocando o terror em Nimbus III.

  110. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 11:11 am |

    O Leandro lembrou q usaram um “holodeck versão 0.1” a bordo da NX-01, p/ treinamento de tiro, no arsenal da nave.

    Eu confesso q n lembrava q eram hologramas. Logo, se encaixa como uma melhoria da tecnologia q vimos em ENT. Um holodeck versão 0.5, versão alfa, q tal? 😀

    Em tempo, essa cena levou 12 horas para ser rodada, está lá no After Trek.

  111. NÃO VI NINGUÉM COMENTAR, mas neste episódio, os klingons tiveram uma gesticulabilidade facial incrível. A boca mexia perfeitamente bem com as demais partes da face quando em fala em alguns membros desta raça.

    É uma pena que a equipe artística quis mais causar pelo impacto visual, do que pensar em como seria a estrutura facial dos Klingons em fala. A não ser, que extra série, a biologia Klingon seja trabalhada em um curto vídeo ou um num livro de ciências klingon mostrando a articulação facial deles em comparação com a humana, e que devido a composição planetária e sua evolução, o engessamento facial seja uma forma de proteção devido as inúmeras intempéries do planeta. Apesar de achar interessante uma explicação evolutiva para isso, tb faço coro com quem não gosta desses novos klingons. Acredito, que na próxima temporada, a maquiagem Klingon sofra alguma alteração, pq a crítica é geral. É o maior erro de Star Trek Discovery, as demais bola fora, é perdoável.

  112. GENTE! MUDARAM A FOTO no IMDB – EIS O SUPOSTO ATOR “JAVID IQBAL”

    Seria esse Javid Iqbal, o “ator” responsável por dar vida ao personagem Voq?

    Ou será que a produção da série ainda está tentando manter o segredo em razão das fortes suspeitas que rondam a origem do personagem Ash Tyler, e interpretado pelo ator Shazad Latif?

    Muitos acreditam que Ash Tyler é, na verdade, Voq que de alguma forma foi fisicamente modificado.

    http://www.imdb.com/name/nm8856297/

  113. Vou responder igual o Ash Tyler (vulgo Voq): “Me sinto honrado! ” 🙂

  114. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 11:33 am |

    Como disse o Matt Mira no After Trek, Vulcano antes era uma paisagem desértica… Agora está tão bonito que eu gostaria de visitá-lo um dia.

    Concordo com ele.

  115. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 11:34 am |

    Existem proxies para isso, ora. 😀

  116. No episódio “Unexpected”, da primeira temporada da Série Enterprise, temos um erro de continuidade. Os xyrilianos possuem um holodeck e sua nave, e depois esta tecnologia é repassada aos klingons. Anteriormente foi apresentado que somente no século 23, apareceriam os Holodecks na Federação, portanto a Enterprise NX-01 não poderia esbarrar um século antes em 2151 com um povo que tivesse a tecnologia. Ainda temos o agravante dessa tecnologia ser repassada aos klingons. http://www.ussventure.eng.br/LCARS-Terminal_net_arquivos/Artigos/080229.htm

  117. Pera… o JAVID IQBAL é um ator real e ele existe, MAS ELE NÃO É O RESPONSÁVEL por interpretar o Voq. É o que está escrito no IMDB:

    “”Did You Know?
    Trivia: He is not the Canadian actor that played the role of “Voq” in the CBS Star Trek: Discovery (2017) TV series.””

    Já o ator que vive o Voq na série continua com o seu perfil no IMDB sem maiores detalhes:

    http://www.imdb.com/name/nm9333617/

  118. Hummmmmmmm….

  119. Ricardo Pinheiro | 24 de outubro de 2017 at 12:05 pm |

    O mistério continua: Salvador Nogueira vai ficar maneta ou não? 😀

    (E eu tb sou canhoto, apesar de ter sido aleijado pelo joystick do Atari 2600, então jogar e usar mouse… Só com a direita)

  120. A humanidade meio que foi tutelada pelos vulcanos nos 50 anos após a primeira dobra espacial, nesse período a fome e a guerra deixaram de existir. Essa evolução, esse em parte, em atribui aos vulcanos que ajudaram a Terra.

    Então, tinha em mente que eles eram por natureza pacifistas e que acreditavam no potencial da humanidade, assim como Serek acreditava, já que seguiam o ensinamentos de Surak, a lógica e controle das emoções.

    Aliás, o Spok é meu personagem favorito de toda a franquia e acreditava que todos os vulcanos tinham que ser mais ou menos como ele.

    Mas aí veio Enterprise e os fanáticos da lógica, praticando atentados terroristas, no entanto, ficou bem delineado que, de certa forma, muitos vulcanos se desvirtuaram os ensinamentos de Surak.

    Todavia, ao recuperarem o Katra de Surak, não haveria como fugir mais das raízes da filosofia vulcana, já que o espírito se Surak se fazia novamente presente.

    Sem perder de vista que a sociedade vulcana já sofreu um grande expurgo no passado, quando aqueles estavam descontentes com a filosofia da lógica pregada por Surak, deixaram Vulcano e se assentaram em Romulus.

    Mas a verdade é que a sociedade vulcana é uma sociedade plural como qualquer outra, embora aparenta ser rígida em seus preceitos. Exigir que todos indivíduos sigam uma só linha de pensamento é ruim, pois isso seria uma massificação de pensamento. Com certeza há dissidentes. 🙂

  121. Para mim, o episódio 6 só fez alimentar mais ainda a teoria de que Tyler é Voq.

    O único furo na história é o fanatismo de Voq em relação à pureza klingon, mas até isso é superável, pois ele já havia começado a ceder ao aceitar tomar os cristais de dilítio da Shenzou.

  122. Sabemos que ele é canadense! Pera, Willian Shatner é canadanse! kkkkkkkk

  123. Exato, vejamos:

    – Segundo o Lorca o Tyler luta como Klingon!
    – O Tyler fala em honra e diz: “Será um “honra” servi-lo!”
    – O Tyler no refeitório dá um soco na mesa ao cumprimentar a Michael.
    – O Tyler é pego numa pequena mentira e faz um cara feia!

  124. João Luiz Silva Cruz | 24 de outubro de 2017 at 12:42 pm |

    Reparei isso também, e pelo qui vi no After Trek eles deram uma diminuída considerável nas camadas de maquiagem, ao menos pareceu isso no caso da L’rell 2.0.

  125. Fabiano Correia | 24 de outubro de 2017 at 12:49 pm |

    Vulcanos são assim mesmo

  126. Fabiano Correia | 24 de outubro de 2017 at 12:51 pm |

    Eu acho que ele é do universo espelho
    O original deve ter morrido na batalha do episódio 1

  127. Mais um episódio com cara de ST de verdade. Agora essa questão de Voq e Ash Tyler serem a mesma pessoa, cabe ao Lorca levantar a ficha dele com mais calma e tentar recuperar diários da nave que ele serviu, se bem que o Lorca não é inocente. Parece estar dando corda pra ver até onde ele vai. Tô com pena da Almirante ….

  128. Porque o Salvador vai ficar maneta? kkkkkkkkkkk

  129. Tenho uma teoria um pouco diferente quanto à questão de Voq ser Tyler.

    Acredito que os roteiristas acrescentaram algumas distrações e falsas pistas para embaralhar o jogo.

    Algumas fortes pistas indicam que Tyler seja mesmo Voq: (1) L’Rell afirmou que ele teria de abrir mão de tudo (inclusive de sua identidade – tão cara a um fanático cioso de sua condição Klingon); (2) Voq desapareceu da narrativa após ouvir essas palavras; e (3) Tyler mente sobre ter sido abusado sexualmente por L’Rell desde o início da guerra, quando, na verdade, ela estava seguramente em outro lugar com Voq.

    Até aqui não disse nenhuma novidade. Todos viram esses elementos. Os roteiristas simplesmente os deixaram lá para nós…

    Mas, de início, desconfiei de que Lorca – após a tortura nas mãos de L’Rell – pudesse ser Voq disfarçado de humano.

    Porém, se fosse assim, como explicar as inconsistências de Tyler?

    Agora julgo ser mais provável que Tyler seja mesmo Voq disfarçado e que Lorca tenha sofrido lavagem cerebral para facilitar sua infiltração.

    Repare que, mesmo podendo matar L’Rell durante a fuga, Lorca apenas a fere no rosto. No episódio seguinte (Lethe), o capitão torna Tyler seu oficial de segurança e – aparentemente – cria uma emboscada para a Almirante que ameaçava seu comando na Discovery.

  130. Maurício Oliveira | 24 de outubro de 2017 at 7:06 pm |

    Lorca é 10!

  131. Este, até o momento, foi o melhor episódio para mim.

    Por essa razão dei nota 4,0 em vez dos costumeiros 3,5 e 3,0.

    Gostei também da referência à uma “nave da classe Constitution, como a Enterprise”.

    Mas provavelmente não a veremos na série, pois envolveria seu redesenho e a “invasão” do território explorado pela Paramount no cinema.

    É uma pena, pois gostaria de ver o capitão Pike, a número um, o Dr. Boyce e o oficial de ciências (Spock) em algum episódio.

    Ou mesmo um jovem Kirk como navegador na USS Farraguth.

    Seria igualmente interessante ver o exato momento em que McCoy substitui o falecido Dr. Piper.

    Foram momentos jamais explorados o suficiente pela série original.

  132. Salvador Nogueira | 24 de outubro de 2017 at 7:37 pm |

    Leia meus comentários sobre o episódio anterior na página do GDE.

  133. Salvador Nogueira | 24 de outubro de 2017 at 7:39 pm |

    Não era. Mas já entrei nessa toca do coelho uma vez com você. Não vou entrar de novo — ainda mais porque o holodeck de A Nova Geração não envolve só hologramas, mas tecnologias ligadas ao … replicador. 🙂
    Mas sugiro rever o episódio da Série Animada “The Practical Joker”.

  134. Estou com receio de isso de o Tyler ser o Voq ser uma surpresa reservada para o final mas que o público descobriu antes. No Aftertrek não tocam no assunto o que é estranho já que o Voq não aparece há dois episódios e com a internet bombando sobre este assunto eles deveriam ter mencionado nesta última edição.

  135. Eu apoio a série ser ambientada no seculo 23 por ter sido bem pouco explorada essa época, o século 24 foi muito bem explorado com 3 séries…

  136. Só não concedi ainda 4.0 para nenhum episódio pois quero deixar a nota máxima reservada para quando surgir um Inner Light ou um The Visitor de Discovery. Qapla’🖖

  137. David Gaertner Curitiba | 24 de outubro de 2017 at 8:01 pm |

    Gostando ou não, não dá pra negar; o Lorca é f**=d* para K7

  138. Eu explico. Criaram a personagem Michael Burnam em uma série lançada em 2017 e o Spock foi criado em uma série da década de sessenta. Aliás quando Nimoy faleceu a nova série nem havia sido anunciada. Desculpe a brincadeira meu caro mas é que volta e meia eu vejo comentários como este seu, e o fato concreto é que temos que ter certo jogo de cintura com estas “novidades antigas” senão não há roteiro que resista. Abraços 🖖

  139. Oba hoje tem TB ao vivo. Não percam!

  140. Jotape Ferreira | 25 de outubro de 2017 at 12:01 am |

    Não bastaria um exame médico mais detalhado? Uma coisa é mudar por fora…

  141. Jotape Ferreira | 25 de outubro de 2017 at 12:08 am |

    Episódio muito bom. Achei interessante esse lance de ter uma facção extremista vulcana que “logicamente” acha a Federação uma perda de tempo. E teve a revelação de que o Sarek escolheu o Spock ao invés da Burman.

    O capitão Lorca aceitou muito diboas o Tyler. O cara mal chegou e já “ganhou” a função de chefe de segurança. O Lorca tá muito pistola… Falando nisso, a estratégia dele pra manter a Discovery sob seu comando só foi por água abaixo porque o maluco dorme com um feiser debaixo do travesseiro…

    Até cheguei a pensar que ele sabotaria a nave da almirante lá que foi trocar umas ideias com os klingons, mas eu acho que ia forçar demais a barra. A não ser que houvesse alguma justificativa.

  142. Lavagem cerebral? Não creio. Prefiro acreditar que o Lorca fingiu cair na armadilha klingon como estratégia. Te garanto que na hora H quem irá dar mais tiros será o capitão.

  143. Lorca pode estar ” programado” por L rell pra progeger Tyler sem investigar sua ficha e assim Tyler Voq poderá dominar a nave

  144. Cara eu não acredito! Será mesmo? Eu tive a honra de assistir antes do bloqueio. Será que este pessoal da CBS se deu ao menos ao mínimo trabalho de verificar a grande divulgação que o TB está fazendo de Discovery, e de graça? Ah por favor.

  145. Vamos tentar descobrir o motivo? No TB ao vivo foi discutido que o Tyler na verdade é o Voq, isso deve ser “segredo de estado” da CBS, ninguém pode saber! Por isso o bloqueio! Rsrs. Só levando na piada mesmo. E você, sugere um motivo aí! Rs. Abraços 🖖

  146. João Luiz Silva Cruz | 25 de outubro de 2017 at 7:18 am |

    Acho que foi bloqueado por conta que apareceram partes do episódio.

  147. Esse episódio de TAS não quer dizer nada. Só que APÓS os 3 anos iniciais da missão do Capitão Kirk na Enterprise, podem ter separado um espaço na nave e instalado uns holo-emissores. Antes não tinha, o que é bem evidente.

    Aliás, quando apresentado o holodeck moderno em TNG, todos ficam encantados com a “nova tecnologia”

  148. Só se então, ninguém se salvou na Buran. E ele inventou a desculpa de ter explodido a nave para justificar a usurpação do posto na frota.

  149. O Lorca e o Stamets devem ser as versões do Universo Espelho. Ambos encerraram episódios olhando seus reflexos, a dica maior já está dada.

  150. Salvador Nogueira | 25 de outubro de 2017 at 11:49 am |

    É bem evidente como? Tem algum episódio que mostra todas as localizações da Enterprise para você dizer que não tinha? Alternativamente, em TAS, eles falam que a Sala de Recreação é nova, ou recém-instalada? Se não mostram e se não falam, você está tirando conclusões que vão além do cânone.

    Lembremos também que a Discovery é uma nave mais nova que a Enterprise clássica.

    Por fim, é verdade que os tripulantes em A Nova Geração estavam impressionadíssimos com os novos holodecks — mas note que seu encantamento vinha com o realismo da simulação (que permitia que andassem a qualquer parte sem perceber os limites da sala) e com a verossimilhança dos personagens criados pelo computador. Nenhuma dessas coisas está presente no simulador de combate da Discovery.

  151. Concordo, Renan.
    Há muito a ser explorado: Andorianos, Vulcanos, Romulanos e Klingons.

    E como tentam reerguer a série do inexplicável ostracismo a que esteve submetida por cerca de 15 anos, acho interessante voltar às origens de tudo e estabelecer uma uma base sólida para o recomeço.

  152. É uma hipótese interessante, Waldir.
    E tão possível quanto a outra até o momento.

  153. É o que leva a crer, prova não existe nem para lá nem para cá.

    Por sinal, Discovery é mesmo mais nova que a Enterprise? Lembremos que o registro da Discovery (NCC-1031) é menor que da Enterprise (NCC-1701).

  154. Pode ser… Temos que aguardar o desfecho desse mini-arco.

  155. Sim, mas como justificar um exame médico a base de que suspeita? Vamos aguardar algum conflito em que ele seja ferido e algum exame médico seja necessário ou ele se recusar a fazer um, aí……

  156. Jotape Ferreira | 25 de outubro de 2017 at 2:35 pm |

    O cara “passou” meses numa prisão klingon. Mesmo sem ferimentos aparentes, ele não deveria passar por um exame clínico completo?

  157. Concordo. Talvez haja neste caso uma falha no roteiro mas aí talvez digam que estão num tempo de guerra para justificar a falha.

  158. Salvador Nogueira | 25 de outubro de 2017 at 5:44 pm |

    O cânone só vale para dizer o que é. O que pode ser é o terreno que os roteiristas podem explorar e aí definir o que é.

    E, sim, a Discovery é mais nova que a Enterprise. A Enterprise foi lançada em 2245 (data conjectural), mas com certeza estava em serviço em 2254 (The Cage). A USS Discovery claramente é uma nave nova, e a série começou em 2256.

  159. Estou em crise de abstinência, quero mais Discovery!

  160. É incrível como na cabeça de cada fã surge sempre uma nova teoria.

  161. João Luiz Silva Cruz | 25 de outubro de 2017 at 8:23 pm |

    Imagina depois da segunda parte… só em 2019…

  162. É dificil de te entender… Neste episódio mostra claramente o holodeck… eles chamam de sala de recreação.. mas considero isto uma adequação à época em que o desenho foi exibido… Entre 1973 e 1987 muita coisa mudou no cenário tecnológico… principalmente no inicio dos anos 80… com isso muitos termos usados apenas por pessoas familiarizadas a eletrônica (e a recém sub divisão da eletrônica: a computação… e de pois a informática) começaram a ganhar espaço na linguagem popular… Agora, dizer que não é um holodeck em discovery… (SIMULACAO DE BATALHA EM HOLOGRAMA COMPLETA)… Não precisa entrar na toca do coelho… valeu..

  163. Salvador Nogueira | 25 de outubro de 2017 at 11:27 pm |

    Não entrarei. Com você, as conversas entram num loop infinito. Você quer chamar de holodeck, chame de holodeck. Quer chamar de queijo Camembert? Tudo bem por mim. Vá em frente e diga o que quiser sobre o que quiser. 😉

  164. João Luiz Silva Cruz | 26 de outubro de 2017 at 6:21 am |

    É uma hipótese.
    Algo aconteceu com Lorca, e não acho que não foi bem comoele disse (Explosão da Buram).
    Com Stamets já vimos o que aconteceu, agora resta saber se eles vieram de um multiverso diferente do mirror ou se é no “nosso” mirror tradicional.

  165. Cara, como fã de ficção científica em geral, achei bem legal esse episódio.
    Como trekker, achei o mais disruptivo em termos de cânone até agora. Eu não achei errado eles terem colocado as holografias como forma de comunicação pq, quem acompanha desenvolvimentos tecnológicos sabe, holografia tem tudo para ser a próxima revolução da telecomunicação. Até o fim desse século as pessoas terão hologramas em casa. Entretanto, esses hologramas são aqules de luz que você passa a mão e não existem mais. Agora… Holodeck no século XXII!!!!!!?????? Desculpem, isso foi demais para meu lado trekker.

  166. Jotape Ferreira | 26 de outubro de 2017 at 2:23 pm |

    Uma coisa que tava pensando é a seguinte: essas questões que poderiam “dedurar” logo de cara o Tyler levam em conta que já saberíamos que ele é o klingon disfarçado. Mas pense no público mais casual, que assiste Discovery sem maiores “compromissos”?

    Os roteiristas podem estar dando um “migué”, ignorando um procedimento médico padrão porque uma parte do público pode até mesmo nem desconfiar que o Tyler pode ser mais do que aparenta…

  167. Desbloqueado, só assistir.

  168. Ronaldo Adriano | 26 de outubro de 2017 at 11:14 pm |

    Obrigado.

  169. Fabiano Correia | 27 de outubro de 2017 at 9:14 pm |

    Eu particularmente preferia que fosse no século XXV afinal star trek sempre foi pra frente

  170. Foi bloqueado porque exageramos na dose de cenas. Estamos reavaliando o formato para os próximos.

  171. Os números de registro não refletem a ordem cronológica das naves.

    Discovery foi recém saída do estaleiro. No terceiro episódio é comentado rapidamente isto.

  172. Disco, o que significa isso naquelas camisetas? rs

  173. Hidalgo Dos Anjos | 28 de outubro de 2017 at 3:19 pm |

    Pessoal seus comentários engrandecem ainda mais a interpretação das histórias. Desculpa perguntar mas… como vocês concluíram que os Klingons estavam jantando a capitã. Assisti duas vezes ao episódio e não percebi isso. Achei que o general havia distribuído provisões da nave deles para conquistar os demais. Valeu

  174. Atari 2600? Então somos contemporâneos. Puts passar com aquele bonequinho do H.E.R.O. Por sobre aquele rio de lava e ainda sem deixar o tentáculo te pegar, lembra disso? E isso sem poder salvar o jogo, uma falha na energia e já era! E essa molecada de hoje em dia ainda acha que é fera. Rs.

  175. Já “morri” muito ali, pior foi quando consegui passar e “morri” com uma maldição de uma cobra que saia pela parede. Nunca custa relembrar

    https://www.youtube.com/watch?v=XPyBF7BDxn0

  176. very interesting a sua pergunta.
    Sacou a resposta?
    Se houver uma similar na Enterprise do Pine vai estar escrito ENT ou ENTER?

  177. Acho engraçado o povo reclamarem do “Holodeck”, tudo teve uma versão rudimentar antes. Alguém se lembra dos transportadores da Enterprise NX-01, só eram destinados ao transporte de cargas, inclusive reforçado em Beyond na Franklin, cabendo o sr. Scott fazer umas mudanças……..

  178. Hahaha! Cara que legal este vídeo!

  179. É algo que cânone poderia responder com o tempo, partiria do princípio do que muitos frotistas (caminhões e ônibus) fazem para organizarem a ordem dos seus veículos para um melhor controle de idade e ordem na empresa. Talvez a USS Constellation e a USS Discovery foram construídas no mesmo estaleiro, por exemplo. Estaleiro 10 Ordem de construção 17 (Constellation – NCC-1017) Estaleiro 10 Ordem de construção ou lançamento 31 (Discovery – NCC – 1031) Estaleiro 17 Ordem 01 (Enterprise – NCC 1701), só uma suposição de que como poderia ser para melhor ilustrar…….

  180. Salvador Nogueira | 28 de outubro de 2017 at 5:37 pm |

    Significa que ainda existe humor no século 23. 🙂

  181. Kirk nunca aprovaria isto.

  182. Ricardo Pinheiro | 28 de outubro de 2017 at 11:16 pm |

    Detalhe importante: Shazad Kalid Iqbal é britânico, de ascendência paquistanesa (e escocesa).

  183. Ricardo Pinheiro | 28 de outubro de 2017 at 11:18 pm |

    Se eu te contar q eu tenho um Atari 2600, adaptado p/ ter pausa e saída RCA, ligado na minha TV de 48″ da sala, vc acredita? Sim, eu tenho. E comprei ele na caixa, por R$ 150.

    E não é só isso, eu tenho um cartucho Harmony (http://harmony.atariage.com/Site/Harmony.html) onde coloquei um cartão miniSD (sim, mini) de 512 Mb com todas as ROMs possíveis e imagináveis q achei do Atari. E vendi todos os cartuchos q eu tinha, só o Harmony me basta agora. 😉

    Retrocomputação é um mundo novo a ser explorado. Recomendo que ouçam, se puderem, o Retrocomputaria. E visitem o site. Acho q vcs vão gostar.

  184. seculo XXIII, 23 …não 22 , estamos em 2256…..e não achei que era um hollodeck mas sim uma evolução doque vimos em ENT na sala de tiros do chefe de segurança Reed ensinando Hoshi, lembra-se…..e é natural que tenham essa tecnologia na Discovery pois em ENT já encontraram aliens que tinham o hollodeck…..e a camuflagem de nave tb….

  185. não precisam mostrar a nave 1701, podem mostrar Spock numa tela falando com a Discovery sem mostrar nada atrás ,,,,,

  186. tanto Lorca como o médico podem estar programados pelos klingons para não investigar direito o Tyler, mas ainda penso que o klingon disfarçado seja Lorca pós tortura klingon…..

  187. Nossa que legal! Caraca, o Atari não tinha pausa, nem lembrava disso! Vou dar uma passada lá no retrocomputaria, você já havia dado a dica no Dobra 9 mas ainda não visitei nem ouvi. Abraços 🖖

  188. Todas as interações de Tyler com Michael foram bacanas, em especial a última, e o novo chefe de segurança mostrou tal sensibilidade humana que me faz até duvidar um pouco de ele ser o Voq, e até está me fazendo torcer para que não o seja.

  189. A última cena da Michael com Sarek, na qual o diálogo termina com a nossa cada vez mais querida amotinada proferindo a palavra “pai”, foi belíssima, belíssima.

  190. Vamos elevar nossos pensamentos a Kahless para que a Netflix passe a liberar os episódios domingo à noite. Qapla’

  191. E no caso da mais famosa estação espacial, dependendo da época poderia ser “DEEP” ou “TEROK”.

  192. Um episódio com tamanha sensibilidade, excelência na execução, nos efeitos, nos textos, nas interpretações, grande beleza, enriquecimento do cânone, e alguns com a ideia fixa em torno do significado da palavra holodeck. Abraços!

  193. Lá lá laiá, lá laiá, tá chegando a hora…

  194. Discovery não chegou nem à metade da primeira temporada e já conta com algumas cenas antológicas que a meu ver ficarão para a história da franquia. O vôo exploratório da Michael na busca do artefato alienígena. Michael vencemdo o computador na lábia. A libertação do Tardígrado. Todas as interações entre Michael e Sarek no último episódio. Faltou alguma? Abraços 🖖

  195. Baixa o emulador Stella e as roms, faz do seu PC um Atari. As vezes, quando to de folga aqui ponho River Raid, Megamania ou Keystone Kapers e me divirto como se estivesse nos anos 80 novamente….

    Keystone Kapers
    https://www.youtube.com/watch?v=jeY1ML0d3CI

    River Raid
    https://www.youtube.com/watch?v=GXEmPenZN0g

    Megamania
    https://www.youtube.com/watch?v=9eGImPhurTU

  196. Jotape Ferreira | 29 de outubro de 2017 at 1:15 pm |

    Pode ser que o Tyler seja humano mesmo, mas teria a mente trocada pela do klingon albino.

    Ei, é sci-fi!

  197. Ops, eu quis dizer Pike (o capitão) e não Pine (ator que interpreta o futuro capitão).
    E o comentário tem como referência a data estelar dos eventos desta série.

  198. Não sei se Dukat teria todo este senso de humor, apesar de não parecer ter sido um cardassiano típico!

  199. Ops, eu quis dizer Pike (o capitão) e não Pine (ator que interpreta o futuro capitão).
    E o comentário tem como referência a data estelar dos eventos desta série, que se não me falha a memória ocorrem antes de o Kirk ser promovido a capitão da Enterprise.

  200. Ricardo Pinheiro | 29 de outubro de 2017 at 4:58 pm |

    Mas foi dito no episódio 4 q eles comeram o corpo da Capitã Georgiou.

  201. Não sei quando começou a paixão de Dukat pela Kira, mas se ela desse alguma bola pra ele na época e pedisse este capricho já vejo os dois correndo pelo promenade com camisas de corrida “TEROK”. Besteirol total. Abraços.

  202. L’Rell cita que Voq parecia se deliciar com o crânio da capitã federada.

  203. Achei que a palavra DISCO foi usada para identificar quem faz exercícios nos corredores da seção disco. Nem atentei para o nome da nave…. Kkkkkk

  204. Gente, como eu não vi a nave do primeiro contato, lá? Eu perdi esse super easter egg!

  205. Se no game River Raid o avião está sobrevoado o terreno há vários metros de altura, como ele só pode voar em cima do rio azul, mas se choca com terreno verde? hahahaha

  206. Cara, o único problema é que quanto mais novas tecnologias vemos no passado (#paradoxo) mais a Enterprise NCC-1701A dos filmes fica parecendo um Fusca do Itamar, uma nave nova com tecnologias antigas.
    Pelo menos é o que eu acho, mas sou forçado a concordar em parte com seu ponto de vista. Vimos a Enterprise NCC-1701A pela última vez em 1991. São “somente” 26 anos, mas também “já fazem” 26 anos, a tecnologia evoluiu e a forma como imaginamos o futuro evoluiu junto.

  207. kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  208. De repente a Tilly é fã do grupo Ottawan e resolveu fazer uma homenagem, kkkkkkkkkkk.

  209. Passei batido também. Super legal eles terem pensado nisso.

  210. Gostei, até agora da Discovery, mas colocar ela DEZ anos antes de Kirk e Spock é um pouco de mais. Sou um trek velho, ou seja, sei que as insignias da Enterprise eram só dela, sei que a frota NUNCA se comunicou via holograma, nem nos tempos do Picard/Janeway. Tá vamos dar uma licença poetica vai que é DEZ anos antes do filme do cinema do novo universo, ai sim poderia se encaixar, mas mesmo assim aja água pra engolir algumas licenças poeticas hein.

  211. Renan Cariolando Feitosa | 2 de novembro de 2017 at 7:37 am |

    Por falar em lethe, não seria a almirante cornwell a lethe do episódio clássico dagger of mind? Ela é tipo uma psicóloga ou algo assim kkk que antes foi outra pessoa, quando kirk indagou sobre quem ela foi ela foge da questão dizendo que importava… Sabemos que os klingons tem uma máquina de lavagem cerebral, chamada mind shifter, teria ela passado por esse processo? E o lorca também mais a um nível susceptível?

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