VOY 1×01: Caretaker

Piloto inicia a série com o pé direito, graças a uma história boa e coerente. Leia agora a revisão do Trek Brasilis para “Caretaker”, partes 1 e 2, de Jornada nas Estrelas: Voyager.

Sinopse:

Data Estelar: 48315.6.

Uma nave de renegados maquis desaparece misteriosamente em uma região do espaço conhecida como Badlands. A Frota Estelar – que tinha um oficial infiltrado na tripulação – designa a novíssima USS Voyager para investigar. Comandada pela capitão Kathryn Janeway, a nave parte da estação Deep Space Nine em direção às últimas coordenadas conhecidas.

Ao chegar ao campo energético de difícil navegação, a nave é sondada por uma fonte alienígena que emana uma onda tétrion-coerente. Incapaz de evitá-la, a Voyager é atingida e deslocada instantaneamente cerca de 70.000 anos-luz, para o outro lado da galáxia, uma região isolada e desconhecida.

Entre mortos, feridos e uma nave com sérias avarias, a capitão ordena o início dos reparos. Mas a Voyager é novamente sondada e os tripulantes abduzidos. Todos são transportados para um ambiente holográfico. Após serem submetidos a experimentos médicos, são devolvidos.

Surgem dois problemas. Um dos membros da tripulação de Janeway não volta. Além disso, eles ainda não sabem como retornar ao espaço da Federação. A capitão contata o comandante da nave maquis, Chakotay, para saber se seu oficial desaparecido foi transportado para lá por engano. Ela descobre que a engenheira dos maquis também não voltou. As duas tripulações decidem trabalhar juntas para recuperar os colegas e encontrar um meio de voltar para casa.

Acabam conhecendo um alienígena prestativo chamado Neelix, que os conduz até o quinto planeta do sistema solar mais próximo. O planeta é ocupado pelos Kazons, uma raça militarizada. Os habitantes nativos, Ocampas, deixaram a superfície por conta de um desastre ambiental irreversível e há gerações vivem no subsolo, onde estão as únicas fontes de água daquele mundo. Aparentemente, água é tão escassa naquela região do espaço que motiva grandes conflitos políticos e territoriais.

Em busca dos Ocampa, que, segundo Neelix, estão cuidando dos tripulantes desaparecidos, o grupo avançado liderado pela capitão entra em conflito com os Kazons. A equipe retorna à Voyager depois de resgatar uma Ocampa chamada Kes.

Com a ajuda de Kes, as tripulações descobrem um meio de se transportar para o subsolo do planeta, na colônia dos Ocampas. Enquanto investigam, percebem que a entidade que os levou ao Quadrante Delta é, na verdade, um “guardião” daquela raça e vem há milênios protegendo-os e alimentando-os. Descobrem, também, que o comportamento do ser vem mudando. Ele parece enviar suprimentos para os próximos anos e reforçar os campos de energia que impedem o acesso da superfície à cidade subterrânea. Essas ações levam a crer que a entidade está morrendo e quer garantir a sobrevivência dos Ocampas.

Os oficiais desaparecidos são encontrados e todos retornam à Voyager. Com a notícia de que o guardião está morrendo, a capitão estuda a possibilidade de usar a sua estação para enviar as naves de volta ao espaço da Federação. Mas os Kazons, interessados em controlar a estrutura alienígena para ter acesso à colônia Ocampa, aparecem com reforços. Estão determinados a impedir que os oficiais usem a tecnologia avançada do guardião.

As naves inimigas abrem fogo e, enquanto a Voyager tenta se defender com a ajuda dos maquis, Janeway e seu oficial de segurança, Tuvok, transportam-se para a estação, para programar a volta ao Quadrante Alfa. Entretanto, encontram o guardião e descobrem que ele acionou o mecanismo de auto-destruição, visando impedir o acesso dos Kazons à sua tecnologia. Alega que se aquilo for permitido, os Ocampas serão exterminados. Janeway pede a sua ajuda para levá-los de volta para casa, mas a entidade diz que isso já está além de seu poder. Ele está fraco demais.

A batalha é difícil. Os Kazons atacam com vantagem numérica. Chakotay decide transportar a sua tripulação para a Voyager e traçar uma rota de colisão com uma das naves hostis. Quando essa nave colide com a estação, danificando-a, a seqüência de destruição é parada. O guardião, então, pede que a capitão destrua a tecnologia para assegurar a sobrevivência dos Ocampas.

Janeway se vê em um grande dilema. Se destruir a estação, estará destruindo a única chance que tem que de levar sua tripulação para casa instantaneamente. Por outro lado, se não destruir, terá que conviver com a decisão de ter condenado à morte uma civilização inteira.

De volta à Voyager, a capitã ordena que Tuvok dispare contra a estrutura com dispositivos de tricobalto. Os Kazons retiram-se, declarando que agora são oficialmente seus inimigos. Janeway, por fim, convida os maquis a fazer parte de sua tripulação e inicia a longa jornada de volta para a Terra, uma viagem que deverá consumir pelo menos 75 anos.

Comentários:

“Caretaker” é um episódio que serve muitíssimo bem ao seu propósito: apresenta um retrato fiel dos personagens principais e ao mesmo tempo introduz de forma satisfatória a premissa da série.

Após o “know-how” obtido com a produção dos pilotos de A Nova Geração e Deep Space Nine, não foi tão complicado criar um piloto bem-sucedido. Somado a “Emissary”, este aqui é o melhor piloto da história de Jornada nas Estrelas.

Bem ao estilo das séries que o precederam, “Caretaker” aproveita para mostrar um problema contemporâneo dos mais relevantes: a capacidade de inadvertidamente causar um desastre ecológico. Foi assim que o Guardião, criatura proveniente de outra galáxia, adquiriu a “dívida que nunca poderá ser paga” com os Ocampas. Ao explorar seu mundo, ele não-intencionalmente alterou o ecossistema, tornando impossível a ocorrência de chuvas no planeta.

Até parece a atitude de uma “espécie bípede inferior”, que queima petróleo e carvão e emite um monte de CFC na atmosfera, só para meio século depois descobrir que está detonando seu próprio habitat…

Além da boa apresentação da nave, a nova USS Voyager, o episódio também levanta situações a serem resolvidas no futuro, como os conflitos entre federados e maquis e a substituição dos oficiais mortos quando da abdução da nave pelo Guardião. Infelizmente, esse tipo de recurso seria muito pouco utilizado pela série, que se concentraria em histórias centradas em um único episódio.

O piloto também apresentaria os Kazons, uma primeira tentativa de criar uma raça inimiga recorrente para Voyager. No princípio, deu certo. Mas logo eles acabaram se tornando desinteressantes.

A participação especial de Quark e a partida de Deep Space Nine foram bons truques para tentar trazer a audiência das séries anteriores para a nova encarnação do franchise. Ao longo do tempo, entretanto, a polarização foi inevitável, separando os trekkers em fãs de Deep Space Nine ou de Voyager, com poucas intersecções entre os dois grupos.

De um jeito ou de outro, Michael Piller, Jeri Taylor e Rick Berman começaram a série com o pé direito. Infelizmente, para andar, depois do pé direito, sempre vem o esquerdo…

Citações:

Janeway – “Mr. Kim, at ease before you sprain something.”
(“Senhor Kim, à vontade, antes que desloque alguma coisa.”)

Stadi – “Do you always fly at women at warp speed, Mr. Paris?”
(“Você sempre voa nas mulheres em velocidade de dobra, sr. Paris?”)
Tom – “Only when they’re in visual range.”
(“Só quando elas estão em alcance visual.”)

B’Elanna – “Who is she to be making these decisions for all of us?”
(“Que ela é para tomar essas decisões por todos nós?”)
Chakotay – “She’s the captain.”
(“Ela é o capitão.”)

Trivia:

  • Voyager é a quarta série “live-action” de Jornada nas Estrelas, e a primeira (desde A Nova Geração) a não ser exibida pelo sistema de syndication. A série é transmitida pela rede de TV da própria Paramount, a UPN.
  • O diretor Winrich Kolbe é o mesmo que dirigiu o episódio duplo final da Nova Geração, “All Good Things…”.
  • O ator que interpreta o vulcano Tuvok é Tim Russ, que já havia feito uma participação como membro de um grupo de terroristas em um dos episódios do 6º ano da Nova Geração, “Starship Mine”. Tim Russ também fez participações na série Deep Space Nine e no filme para cinema “Jornada nas Estrelas – Generations”, sempre como coadjuvante.
  • Robert Duncan McNeill (Tom Paris) também já participou da Nova Geração, como um cadete da Academia da Frota, no episódio do 5º ano “The First Duty”.
  • Geneviéve Bujold foi a primeira atriz a interpretar Janeway, porém pulou fora da série após filmar algumas cenas do episódio-piloto, pois não aguentou o ritmo das gravações. Kate Mulgrew foi então contratada para assumir o papel.
  • Como já havia acontecido no episódio-piloto da Nova Geração, um integrante do elenco fixo de outra série de Jornada faz uma aparição especial neste episódio. É Armin Shimerman, mais conhecido como o Ferengi Quark.
  • Neste episódio são introduzidas as raças Kazon e Ocampa.
  • Um “blooper” (erro de gravação) ocorre enquanto a nave auxiliar em que estão Tom Paris e a Tenente Stadi vai de encontro à nave Voyager, atracada na estação espacial Deep Space Nine. Em uma cena, o número de registro no casco da nave é 71325, e em outra cena, é 1701-D!
  • O episódio original contém um diálogo entre a piloto Stadi e Tom Paris, enquanto ela o conduz até a Voyager, que não existe na versão em duas partes, feita para a segunda exibição do episódio. Esta segunda versão é a que foi exibida pelo USA Network. A versão original existe no Brasil em VHS, lançada pela CIC Vídeo.

Ficha técnica:

História de Rick Berman, Michael Piller e Jeri Taylor
Roteiro de Michael Piller e Jeri Taylor
Direção de Winrich Kolbe
Exibido em 16/01/1995
Produção: 001

Elenco:

Kate Mulgrew como Kathryn Janeway
Robert Beltran como Chakotay
Roxann Biggs-Dawson como B’Elanna Torres
Robert Duncan McNeill como Tom Paris
Jennifer Lien como Kes
Ethan Phillips como Neelix
Robert Picardo como Doutor
Tim Russ como Tuvok
Garrett Wang como Harry Kim

Elenco convidado:

Bruce French como médico Ocampa
Richard Poe como Gul Evek
Josh Clark como Carey
Alicia Coppola como tenente Stadi
Stan Ivar como Mark
Scott Jaeck como primeiro-oficial Cavit
Eric David Johnson como Daggin
Basil Langton como homem do banjo
Scott MacDonald como Rollins
Jeff McCarthy como médico humano
Gavan O’Herlihy como Jabin
Jennifer Parsons como enfermeira Ocampa
Angela Paton como tia Adah
Keely Sims como filha do fazendeiro
David Selsburg como Toscat
Armin Shimerman como Quark

36 Comments on "VOY 1×01: Caretaker"

  1. Não dá pra comparar Caretaker com Emissary!

    Voyager se mostrou intragável do primeiro ao último episódio.
    Carisma sempre foi essencial em Jornada e esses personagens aí nunca tiveram…

  2. Tirando Neelix, o episódio até que se salva.

    Voyager deveria ter sido a nBSG de Star Trek.

    É LAMENTÁVEL o desperdício de potencial que uma trama dessas poderia ter rendido.

  3. “Voyager deveria ter sido a nBSG de Star Trek.”
    Poderia mesmo! Quem acompanha nBSG consegue imaginar como Voyager poderia ser bem mais feliz nos seus roteiros. Ao contrário, preferiram dar mais valor às tecnobaboseiras, manter a nave sempre intacta, colocar sempre um humanóide novo a cada capítulo e nem parecia que a nave estava perdida no quadrante Delta, com a nave inteira, a tripulação coesa com uniformes e hierarquia sempre em ordem, etc. Foi mais uma exploração espacial que uma tripulação de perdidos no espaço!

  4. Alvaro Monteiro | 7 de dezembro de 2008 at 10:53 pm |

    A Voyager tem dois personagens que considero geniais. O Doutor Holografico e a 7 de 9.
    O design da nave tanto externa quanto internamente são belíssimos…Os melhores momentos estão nos encontros com os Borgs.

  5. Concordo com os colegas acima que DS9 realmente superou Voyager, mas acho este o melhor episódio piloto de todas as séries. Graças ao bom Deus que essa equipe desgastada foi toda embora!

    Gente, uma coisa! Estou vendo Heroes e a série está passando pelo mesmo problema de Voyager, desperdício de potencial, percebo que vários atores de Star Trek estão aparecendo por lá. Alguém sabe dizer se tem gente por trás das câmeras que era da equipe de Voyager?

  6. MELHOR PILOTO????????NÃO CONCORDO.GOSTEI DO PILOTO DE ENTERPRISE ACHEI COM ELE Q A SERIE SERIA OTIMA,ME ENGANEI GOSTANDO APENAS DA ULTIMA TEMPORADA..MAS FALANDO DE VOYAGER,PRA MIM A PIOR SERIE DE JORNADA, O DOUTOR FOI A UNICA COISA Q SALVOU.

  7. Gilberto MEsquita | 8 de dezembro de 2008 at 9:11 am |

    Post 6

    O doutor e a Sete de nove, que borgona.rsrsrsrs

  8. Nao assisti a toda a serie Voyager, mas concordo que poderia ser melhor, porém gostei muito de alguns episódios, principalmente A BLINK OF A EYE, tirado de A WINK OF A EYE de TOS mas mesmo assim de estória maravilhosa.
    No entanto, gosto é gosto, acho o DS9 a série mais fraca de todas e vejo pessoas que gostam mais dela que de TOS ou TNG.
    Mas como disse: gosto é gosto.

  9. Adendo: a Voyager pode nao ter tido o melhor piloto, mas foi o melhor encerramento, pois os do ENT e DS9 foram muito ruins.

  10. Na minha opinião, a melhor série derivada de jornada nas estrelas foi ENTERPRISE.

    Sei que para muitos estou a afirmar uma HERESIA, mas sustento a opinião – especialmente em relação às duas últimas temporadas.

    Por outro lado, VOYAGER não foi esse HORROR todo que costumam dizer. Ela teve alguns bons episódios – especialmente à partir da terceira temporada.

  11. Esta série teve alguns bons episódios e roteiros bem estruturados, mas o elenco… este não tinha NENHUM carisma… Preferi Enteprise. 🙂

  12. Sempre gostei das generalidades de Star Trek.

    A era Voyager foi sofisticada e bem alinhada, seja no campo de design até os figurinos e cenários.

    Mas as tramas eram fraquinhas ante a premissa que poderia ter ido a lugares inimagináveis do cosmos desconhecido.

    A Voyager poderia ter feito novos contatos e ter trazido alianças com novos mundos. O final dessa viagem poderia ser resumido em uma frase que poderia ser ditada pela capitã:
    -Federação, estes são nossos novos amigos,
    nossos novos…
    …Vizinhos!

    Star Trek-TNG e Star Trek-Voy são cronologicamente contemporaneos, e seria interessante ver aventuras mescladas.

    Isso poderia, em parte, vingar o que não foi feito em Generations.

  13. Esse Caretaker ou Carateca (como surgiu nas rodinhas de piada) é ruim demais. Como já foi dito por colegas esse não chega aos pés do Emissário. Uma entidae lança a Voyager no quadrante Delta (Oooooh que meda) e aqueles Kazons mongolóides como vilões não dá, as coisas em Voyager só melhoram com a entrada dos Borgs.

  14. Se tirar Kim, Neelix e Chacotay; acho que a série poderia ser um pouco melhor.

  15. Concordo com o Sarek, a ENT foi muito boa, apesar da Guerra Fria Temporal, e a Voyager nao foi tao ruim assim. Faço apenas um parenteses qto a TNG. E tb concordo com o Severino, principalmente qto ao Neelix, mas a Sete de Nove compensa.

  16. NA MINHA OPINIÃO A QUARTA TEMPORADA DE ENTERPRISE FOI A MELHOR DE TODAS, TIRANDO O ULTIMO EPISODIO

  17. PROs:
    BORGS!! (a lot of them!)
    Rainha Borg
    Especie 8472
    Quantum slipstream
    Doutor
    7 de 9

    Contra
    Tecnobaboseira
    Transwarp
    Ets com maquiagem barata na orelha e nariz
    Travessuras no holodeck
    NAOMI
    Mais episodios no holodeck
    CHAOTIKA!
    Bellna TPM Forever

  18. As duas últimas estórias de ENT foram ruins, mas o último episódio deve ser usado como exemplo de como não se fazer um filme.
    Isso sem falar naquele gordão NUMBER ONE que apareceu extemporaneamente.

  19. A única coisa que prestou no primeiro capítulo de Voyager foi a abertura.

  20. Por falar nisso, o tema é um dos mais lindos.

  21. Perguntando aos amigos novamente: Gente, uma coisa! Estou vendo Heroes e a série está passando pelo mesmo problema de Voyager, desperdício de potencial, percebo que vários atores de Star Trek estão aparecendo por lá. Alguém sabe dizer se tem gente por trás das câmeras que era da equipe de Voyager?

    Continuando. Gosto de todas as séries, a música de abertura de Voyager é a mais bonita, o visual mais bonito, mas cheia de furos e brincadeiras com a nossa inteligência.
    DS9, personagens e História sólidos, até Odo era mais sólido que alguns de Voyager (hehe) possivelmente a melhor série junto a NG, mas não gostei da 1ª e 2ª temporada de DS9, passei realmente a gostar a partir da 4ª.
    Enterprise poderia ser muito melhor a parte da Guerra temporal, mas teve a melhor última temporada.

    Na verdade o que detonou as séries foi a equipe cansada, tem no DVD de Enterprise, acho que foi o Bragan, dando risada, falando que no fim da 3ª temporada eles colocaram a Enterprise no passado, sem saberem o que fariam depois, ou seja, foi só para despertar perguntas em nós. Ridículo! Como fazer um episódio pela metade, fim de temporada, sem ter idéia do que seria o fim. Por isso a minha pergunta acima.

  22. Há meu ver cada seriado tem seus pontos fortes e fracos. No entanto o que me destacou mais em cada um foram os seguintes confrontos:
    ENT vs Xindis
    VOY vs Borgs
    DS9 vs Dominions
    TNG vs Romulanos
    TOS vs Klingons
    Destes alguns episódios me cativaram. O ultimo episódio de ENT. O triplo confronto entre a Voyager os borgs e a espécie 8472.
    E quanto ao personagem mais cativante, fico com Seven of Nine e seus dotes que a meu ver ultrapassaram os da T´Pol.

  23. No entanto, quanto a Seven of Nine e a T’Pol, a produção fazia de propósito ao vestilas com aqueles uniformes super aderentes. Era dificil prestar atenção no desenrolar da história quando as duas entravam em cena. Creio que na década de 60 os fãs do sexo masculino passavam pelos mesmos problemas quando aquelas mulheres (principalmete as ordenanças) apareciam com suas mini-saias deixando suas pernas totalmente expostas uma vez que os costumes daquela época eram mais conservadores que os desta.
    E por falar em ordenança, alguém sabe quem fará este papel em STXI, se é que o Sr. J.J. nã a retirou da ponte????

  24. Neelix e Naomi estão para Voyager assim como Wesley para TNG.

    O que salvou a série foi Seven e o Doutor, disparados.

  25. Eu discordo, acho a T’Pol muito mais interessante que a 7 of 9.
    E na série TOS, tinha uma loira no episódio do Apollo, espetácular…..

  26. eu entendi direito? tem alguém que acha o último episódio de ENT cativante?
    Tem certeza?

  27. O último episódio de ENT é uma afronta à inteligência de qualquer espectador da série…

    M’Y

  28. Claro! Começou brilhantemente com Broken Bow, na 1ª temporada, teve ótimas 3ª e 4ª temporadas e aí no fim, a tripulação faz parte apenas do holodeck da Enterprise D e os intrusos da TNG, com o perdão da palavra, são os que fazem o encerramento da série que não é sua!!! Isso é uma falta de respeito com o fã e telespectador, igual fazem algumas emissoras de televisão por aqui! Eu, que não engulo aquele holodeck, ter que vê-lo como o palco de despedida da minha série preferida dentro do Universo Star Trek depois da TOS, não é fácil!!! Tive de encher a cara pra esquecer aquela vergonha e, se o DVD não fosse original, o teria quebrado. Desculpem o desabafo, mas se eu pudesse voltar no tempo “via guardião da eternidade” e pudesse assimilar um cérebro, assimilaria o de algum daqueles patéticos que escreveram aquele episódio infame e mudaria o roteiro e certa parte do elenco. Também aproveitaria pra ver o que tem dentro de suas cabeças. Pensaram no que pensei? Fui!!!

  29. O último Ep de Enterprise seria legal se estivesse sido encaixado no meio da temporada, sem mostrar o que aconteceu com os personagens é claro. A questão é que na época eles não sabiam até bem próximo do fim da temporada que a série seria cancelada realmente, como Quark disse uma vez, “olhando por esse prisma…!” Até que fizeram algo surpreendente.
    Mesmo assim não gostei como o fim da série!

  30. A morte do Trip foi muito mal engendrada.
    Mas, pelo que soube, foi adiantada a apresentaçao da criaçao da Federaçao, por que eles já sabiam que a série seria encerrada, pois ela estava sendo planejada apenas para o sétimo ano.

  31. Puxa…

    Levei um susto! Saí dos comentários de ENTERPRISE para ver os novos comentários desta matéria do Voyager.
    Comecei a ler… “Caramba, voltei para os comments do ENTERPRISE!”, saí, clicando no link dos comments do Voy 1×01…

    Comecei a ler… “Caramba, voltei para os comments do ENTERPRISE de novo”, saí, voltei…
    Pensei que havia algum problema no link para Voy 1×01.
    Que nada!

    A matéria é sobre Voyager e me encerram falando de Star Trek ENTERPRISE!

    Em nome dos Frequentadores do TrekBrasilis, peço desculpas ao Staff deste site, ante a falta de tenencia que essa turma revela na relação Comentário/Assunto da Matéria.

  32. Leandro Martins | 10 de dezembro de 2008 at 1:02 pm |

    Como ambos os artigos são as fichas dos episódios-pilotos, comentários a respeito da série como um todo são compreensíveis, embora na borda do tolerável. A mesma coisa sobre estas polêmicas a respeito de VOY e ENT em particular.

    Mas para o futuro, a moderação seriamente recomenda que os comentários foquem nos aspectos dos episódios em particular de cada artigo. “Comentários” genéricos na classe “lolz VOY/ENT é uma porcaria11!!!!111” que não agregam em nada à discussão do episódio do artigo não serão bem-vindos, para dizer o mínimo.

  33. Isso parece até a discussao: ST X SW.

  34. Mas que é legal fazer os comentários, isso é …

  35. Obrigado, verde! Sei que o assunto não é ENT aqui, mas não pude resistir, pois ainda penso estar numa democracia (pelo menos aqui), porque o país ainda está num processo de via democrática, não de todo democrático, é claro! Desculpem todos, mas não retiro uma vírgula do que digitei!!!

  36. O ser humano e a sua habitual, costumeira e, sem originalidade, crueldade!Gostaria de saber se os críticos das séries mencionadas teriam coragem de escrever roteiros melhores!È muito fácil ficar do lado de cá, apenas metendo a lenha no trabalho dos outros!Tenho certeza que a equipe de Rick Berman e Brannon Braga fizeram o seu melhor. Gosto da Voyager, torço pra que lancem logo a temporada 3 em dvd, pois estou acompanhando a série agora. O episódio piloto é muito legal! e a segunda temporada termina de uma maneira dramática (não vou dizer como pra não estragar o barato de quem ainda não viu). Voyager é dez!

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