6 Responses to “Barney Burman fala dos prostéticos em Jornada”

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  1. Desde quando são apenas BÍPEDES com CINCO dedos nas MÃOS e apenas DOIS OLHOS na cabeça OVALADA, pra mim não muda quase nada do que sempre foi…

  2. Nelson Pieka Rivaldo

    Concordo com você, Rodrigo. Pra mim o maior problema de filmes e séries de ficção é que a base para criar alienigenas é o ator e o orçamento, deixando todos os aliens muito parecidos.

    Ainda acho que a melhor descrição de um ser extraterrestre está no livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams: “o Huluvu é uma tonalidade de azul superinteligente”. Quando você conseguir imaginar como é um Huluvu terá uma idéia das espécies que poderemos encontrar.

    O velho “vida longa e próspera” para vocês.

  3. Padô

    Por isso os vampiros que a Buffy matava pareciam Klingons, era a maquiagem do mesmo cara.
    Mas, tirando um ou outro alien somente um pouco mais trabalhado que os das antigas produções, não teremos nada de mais surpreendente.

  4. DOC_BR

    Em casa de ferreiro o espeto é de pau, ele não teve tempo em fazer uma peruca pra ele.
    Talvez o termo mais correto seja prosteses, pq não substitui algo que já havia e sim coloca por cima, acrescenta, mas também não corrige.

    PRÓTESE, PRÓSTESE, ÓRTESE

    Prótese e próstese são duas palavras de origem grega, formadas com o mesmo tema, thésis, do verbo títhemi, colocar, acrescentar. Diferem entre si quanto ao prefixo pró- ou prós-. Ambos os prefixos preexistiam na língua grega com as funções de advérbio e de preposição. Pró- tem o sentido de “na frente”, “diante de”, e prós- “junto a”, “sobre”, “próximo”. Em grego clássico também já havia, pré-formados, os termos próthesis e prósthesis, o primeiro na acepção de “colocação à frente”, “diante de” e o segundo no sentido de acréscimo, adição.[1][2]

    Prósthesis foi empregado por Hipócrates, referindo-se a colocação de talas de madeira na imobilização de fraturas do antebraço. [3]

    A tênue diferença semântica dos prefixos pró- e prós- não se manteve nas traduções para as línguas modernas e os dois termos tornaram-se formas paralelas variantes de uma mesma palavra, o que ocorreu já na sua passagem pelo latim. Na língua inglesa usa-se somente a forma prosthesis, enquanto nas línguas neolatinas a forma preferida é prótese. [4][5].

    No sentido de acréscimo, adição, o termo é usado em Gramática para designar a modalidade de metaplasmo em que se acrescenta uma letra ou sílaba no início de uma palavra, sem alteração de significado. Ramiz Galvão, em seu dicionário etimológico das palavras derivadas do grego, recomenda usar próstese somente como termo gramatical e prótese como termo médico. Esta distinção, no entanto, não prevaleceu entre os gramáticos.[6]

    Nas línguas modernas, a forma prothèse foi primeiramente empregada em francês, em 1695. [5] Do francês prothèse passou para as demais línguas neolatinas com as adaptações próprias a cada idioma: espanhol, protesis; italiano, pròtesi; português, prótese.

    Órtese, apesar da semelhança com prótese, tem etimologia muito diversa. Órtese é oriundo da palavra grega orthósis, formada, por sua vez, de orthós, reto, direito, e o sufixo –sis. [5] Este sufixo grego expressa ação, estado ou qualidade. [7] Orthósis, no caso, é a ação de endireitar, de tornar reto, retificar.

    Segundo Marcovecchio, a alteração gráfica de orthose para orthèse ocorreu em francês arbitrariamente, a partir de 1975, sem nenhuma razão que a justificasse. Do francês estendeu-se a outros idiomas.[5] Em português o acento tônico deslocou-se para a primeira sílaba, de que resultou órtese. É provável que a substituição de orthose por orthèse, em francês, tenha se operado por analogia com prothèse.

    Após este preâmbulo, podemos estabelecer a diferença entre prótese e órtese.

    Na terminologia médica atual considera-se prótese a peça ou dispositivo artificial utilizado para substituir um membro, um órgão, ou parte dele, como, por exemplo, prótese dentária, ocular, articular, cardíaca, vascular etc. Mais recentemente, além do conceito anatômico, nota-se a tendência de considerar como prótese também os aparelhos ou dispositivos destinados a corrigir a função deficiente de um órgão, como no caso da audição.[8][9].

    Órtese tem um significado mais restrito e refere-se unicamente aos aparelhos ou dispositivos ortopédicos de uso externo, destinados a alinhar, prevenir ou corrigir deformidades ou melhorar a função das partes móveis do corpo.[9]

    Referências bibliográficas

    1. PEREIRA, Isidro – Dicionário grego-português e português-grego, 7.ed. Braga, Liv. Apostolado da Imprensa, 1990.
    2. BAILLY, A. – Dictionnaire grec-français, 16. ed. Paris, Lib. Hachette, 1950.
    3. HIPPOCRATES – Peri agmon 6. The Loeb Classical Library, vol.1, W. Heinemann Ltd., 1972, p. 111.
    4. DORLAND’S ILLUSTRATED MEDICAL DICTIONARY, 28. ed. Philadelphia, W.B. Saunders Co., 1994.
    5. MARCOVECCHIO, Enrico – Dizionario etimologico storico dei termini medici. Firenze, Ed. Festina Lente, 1993.
    6. GALVÃO, B.F. Ramiz – Vocabulário etymologico, ortographico e prosodico das palavras portuguesas derivadas da língua grega. Rio de Janeiro, Liv. Francisco Alves, 1909.
    7. LOURO, José Inez – O grego aplicado à linguagem científica. Porto, Ed. Educação Nacional, 1940.
    8.HOUAISS, Antônio, VILLAR, Mauro de Salles –Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001.
    9. REY, Luís. Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S.A., 1999.

  5. Raul Mamoru

    Criar alienígenas é algo complicado.

    Alguém já viu um?

    Não temos referência de como seja um.
    Acho que “pernas” serão iguais em qualquer planeta ou raça.

    Fazer alienígenas humanóides encontra um fundamento plausível a partir do momento em que assumimos que a forma humana não é privilégio de seres “humanos”.

    Cerio que a forma humanóide seja uma peculiaridade dos habitantes da galáxia “Via Láctea”.

    Alienígenas humanóides são ‘parentes’ planetários em um raio determinado de anos-luz.

    Depois desse raio, começamos a encontrar seres fisicamente menos assemelhados a nós.
    É lógico que se começamos a falar nesse nível, é porque já estamos a ultrapassar o limite de via leitosa.

    De qualquer modo, em cenas onde o alienígena aparece de corpo inteiro, aparecem complicações operacionais se o design for muito extrapolado.

    Isso sai caro, financeiramente.

  6. Lucian Solo

    Uma dessas variações alienígenas que mais achei legal foi na série “Enterprise”, da maneira como eles produziram os xindis aquáticos. As naves deles tinham uma arquitetura bem interessante, repleta de água, com alguns poucos compartimentos preparados para convidados respiradores de ar.
    Outros bem interessantes mostrados na série foram os xindi insectóides e os tholianos (originalmente mostrados de maneira tímida na série clássica).

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