DSC 1×12: Vaulting Ambition

Origem de Lorca é revelada em episódio frenético (e curto)

Sinopse

Michael Burnham, ainda se passando pela capitão da ISS Shenzhou, vai ao encontro da nave da Imperatriz Georgiou, para entregar o “renegado” Lorca, também se passando por sua contraparte do universo do Espelho. Burnham está apreensiva por reencontrar Georgiou, ainda que Lorca a recorde de que esta é outra pessoa, inteiramente diferente e extremamente perigosa.

A missão: recuperar os dados de como a Defiant saltou para o Universo do Espelho. Saru conseguiu decriptar o arquivo obtido na Shenzhou, mas ele está com vários trechos apagados — incluindo a informação de onde seria o espaço interfásico que permitiu à nave estelar do século 23 cruzar a barreira entre Universos.

Enquanto isso, na Discovery, Tyler está sendo mantido na enfermaria, enquanto Stamets continua sendo submetido ao tratamento com esporos desenvolvido pela cadete Tilly. A consciência do cientista está presa na rede micelial e lá ela encontra sua contraparte do Espelho, que também está presa. O Stamets-Espelho diz que seu outro eu precisa encontrar um caminho para fora.

Tyler por sua vez está totalmente fora de controle, preso entre duas identidades, a humana e a klingon. Saru, interinamente como capitão, pede ajuda a L’Rell para resolver, mas ela de início se recusa.

Na nave da Imperatriz, Georgiou celebra a volta de sua “filha” tida como morta e despacha de pronto Lorca para uma cabine da agonia. Michael é convidada para jantar por Georgiou e lá é obrigada a comer guisado de kelpiano, para manter o disfarce. Não foi lá muito útil, porque em seguida a Imperatriz revela que sabe que Burnham mente e na verdade a traiu para se aliar a Lorca. Sem demora, condena-a à morte.

No momento da execução, diante do Conselho, Michael diz que veio de outro universo e que pode provar — ela carrega a insíginia da capitão Georgiou, que contém a assinatura quântica de seu universo de origem. A Imperatriz então decide matar todos os seus conselheiros salvo um, para conter essa revelação. Ela quer de todos os modos eliminar qualquer referência à “subversiva” Federação Unida de Planetas.

Michael tenta persuadi-la a fornecer os dados da Defiant para que possam voltar para casa, mas Georgiou afirma que eles seriam inúteis — a transição entre universos deixou loucos todos os tripulantes da nave federada e envolve circunstâncias que não podem ser replicadas. Diante disso, ela oferece uma contra-proposta: informações sobre a tecnologia de esporos que permitiu à Discovery viajar com segurança entre universos pela liberdade de Michael. Ela concorda e pede que Saru traga a Discovery para perto da ISS Charon, a nave capitânia da Imperatriz.

Saru tem sua própria dose de problemas complexos. Sem solução para o caso de Tyler, que começou a se automutilar, ele o transporta para a cela de L’Rell. Com a situação literalmente em seus braços, ela finalmente concorda em realizar um procedimento, na enfermaria, e destrói da identidade de Voq. Em meio a um grito do ritual de morte klingon, Tyler, que antes era Voq, agora reencontra alguma medida de paz.

Enquanto isso, Stamets se surpreende ao encontrar Culber na rede micelial. Estaria ele vivo? Não. Culber mesmo é o primeiro a dizer que está morto, mas que Stamets precisa encontrar a saída dali. E assim o cientista consegue despertar na engenharia, enquanto sua contraparte do Espelho também desperta na nave da Imperatriz.

Lorca está sendo torturado quase até a morte na câmara da agonia, por um capitão imperial que acredita que o capitão da Discovery fez algum mal à irmã dele, julgando-o ser Lorca-Espelho. Depois de ver um de seus seguidores ser morto por um parasita de forma horrível, literalmente explodindo, Lorca parece estar no seu limite físico e mental. Preocupado em ter morto o prêmio da Imperatriz, o capitão imperial tira Lorca da cabine. Eis que era um truque. Lorca usa um desfibrilador para matar seu torturado e enfim revela que é, de fato, o Lorca do Espelho, líder que tentou dar um golpe de estado e derrubar a Imperatriz Georgiou.

Comentários

UAU. Então, Lorca é mesmo um terráqueo, vindo do universo do Espelho. Isso explica suas ações maquiavélicas desde o começo da série, embora ainda precisemos descobrir como ele foi parar lá afinal. Mas está claro a essa altura que Lorca só foi parar na Discovery para encontrar um caminho de volta a seu universo de origem — um universo em que os humanos são supremacistas e selvagens.

Vamos discutir isso tematicamente, no contexto da série, mais adiante. Mas primeiro quero gastar dois dedos de prosa para falar especificamente de “Vaulting Ambition”, e seus 37 extremamente densos minutos de duração.

São 37 minutos extremamente bem executados e com um nível de serialização de um naipe até então ausente na série, mas posso dizer que não gosto, por definição, de episódios com apenas 37 minutos? Discovery prima por um ritmo frenético que às vezes cai bem, e às vezes parece apenas uma estratégia para evitar que pensemos na história em andamento. Nisso, estão levando oportunidades de desenvolver os personagens ao altar do sacrifício.

No episódio em questão, aponto sobretudo a questão Tyler-Voq, aludida também desde o começo da série, e revelada no episódio anterior, “The Wolf Inside”. Aqui parece que esse lado da trama meio que “bateu o ponto”; “temos de resolver a trama desse espião duplo malfadado rapidamente”, e usaram uma solução “mambo-jambo” em que L’Rell realiza algum tipo de procedimento que envolve manipular o cérebro do pobre coitado a fim de eliminar sua personalidade klingon. E assim acaba a crise de Voq.

Como assim?! É isso então?! Parece um elemento completamente gratuito na trama, que deixou dois cadáveres (Culber e Voq) sem realmente trazer algum tipo de desenvolvimento dramático que não fosse tão somente produzir a “surpresa” (que acabou não sendo tão surpreendente para os trekkers mais dedicados) de que Tyler era um espião dormente. E aí, cumprida essa tarefa, essa parte da história pode ser descartada. Se parece meio sem sentido é porque é mesmo. Por que diabos L’Rell precisaria infiltrar Voq, o líder e sucessor de T’Kuvma, em vez de um espião “klingon da semana” qualquer?

Esse é o ponto mais complicado do arco de Discovery nesta primeira temporada até agora. OK que o plano de L’Rell jamais chegou a dar certo em algum momento. Mas pelo menos algum sentido ele deveria ter feito. Até agora, ao menos para mim, não fez.

Fica como ponto positivo a ação de Saru para resolver o impasse, deixando L’Rell conviver com o problema que ela se recusava a resolver. Nosso kelpiano favorito teve uma temporada discreta até agora, mas, sempre que ele é chamado ao comando, não tem decepcionado. Aconteceu em “Choose Your Pain” e se repetiu agora.

Na nave da Imperatriz, as coisas andam com mais fluidez. O encontro entre Burnham e Georgiou-Espelho é tenso como deveria ser, e a cena do guisado de kelpiano é forte, mas muito bem atuada. Se Sonequa Martin-Green não vendesse a repulsa lá, poderia passar como uma piada sem-graça de humor negro. Mas funciona lindamente e serve como amostra de que estamos numa versão do universo do Espelho que realmente não está para brincadeiras. O perigo espreita à cada esquina, como o seguidor de Lorca executado a sangue-frio também descobriu.

Em compensação, em alguns momentos o drama de fato caminha para o humor involuntário (ou, se não for humor involuntário, no mínimo exagero). Georgiou ouve uma informação secreta de Michael e, sem dó nem piedade, mata todo o seu conselho, salvo um, para não deixar que vazasse. Com uma arma que mais parece um daqueles spinners idiotas que viraram moda em tempos recentes. É exagerado mesmo para o exagerado universo do Espelho. O conselho dela era composto só por idiotas inúteis, dispensáveis dessa maneira?

A mesma crítica vale para o ponto final na conclusão de Michael de que convivera com Lorca-Espelho desde que chegara à bordo da Discovery. A montagem das frases de duplo sentido dele é bem boa, mas quando chegamos à Imperatriz dizendo que a sensibilidade à luz é a única característica fisiológica que distingue humanos nos dois universos, poxa, podíamos ter ficado sem essa, né? Mesmo tirando o fato de que jamais vimos qualquer evidência disso em todos os outros episódios do universo do Espelho na franquia, ainda assim é óbvio demais. O roteirista Jordon Nardino podia ter evitado passar o recibo nesta.

E chegamos, por fim, à revelação final: Lorca é do Espelho. Posso repetir? UAU.

Confesso que minha primeira reação a isso foi de profunda irritação. A série faz a gente gostar do personagem, aceitar suas ações questionáveis como se os fins justificassem os meios no contexto da Guerra Klingon, e aí esfregam na nossa cara: “vejam só quem vocês aceitaram como seu líder”. Minha primeira reação é: como eu pude ter flexibilizado meus valores para aceitar este capitão? E, naturalmente, fiquei irritado com os roteiristas por esfregarem esta falha na minha cara.

Num segundo momento, já recuperado do baque, cheguei à conclusão de que foi genial. Diante do mundo em que vivemos, em que as pessoas já começam a se esquecer dos traumas vividos por seus antepassados durante a Segunda Guerra Mundial — e esquecê-los é o primeiro passo para repeti-los –, Discovery assume sua vocação como uma peça de Star Trek para promover importante crítica social.

Muita gente tem criticado a série por, entre outras coisas, ter perdido esse elemento crucial para as Jornadas anteriores. Isso sem levar em conta a importância de entender que Discovery vive mais em função de seu arco do que de episódios individuais. Ou seja, se você quer encontrar uma crítica social pertinente, é o caso de avaliar o arco, e não este ou aquele episódio.

E eis que, nesse contexto, Discovery é bastante sofisticada. Começamos com a Frota Estelar 100% como a conhecemos, paradigma da virtude, comandada pela capitão Georgiou. Uma merda acontece, a diplomacia falha, e terminamos com uma guerra com os klingons. Eles são violentos, totalitaristas, supremacistas… são uma cultura completamente diferente da nossa. Em nosso mundo atual, lembram mais a atitude fundamentalista de grupos radicais islâmicos do que de qualquer coisa similar aos valores ocidentais. Certo?

Saltamos para o universo do Espelho. Aqui, os klingons são líderes de uma vasta aliança, e os humanos são os assassinos, imperialistas, fascistas, segregadores. Ou seja, aqui o “outro” somos nós. A mensagem geral: uma cultura não nasce boa ou ruim; são as circunstâncias que a fazem pender para um lado ou para o outro. E, talvez, as lideranças.

Eis que vem o golpe final: Lorca, o nosso capitão desde “Context Is for Kings”, é um desses líderes questionáveis, moldado por seu universo. E, embora pontuássemos aqui ou ali decisões anti-éticas que ele possa ter tomado, estávamos convencidos de sua capacidade de liderança e de que seus métodos podiam ser os mais adequados para um conflito mortal com os klingons.

Ou seja: acabamos com um Trump no comando da Discovery — e embarcamos junto com ele na viagem.

Agora fazem sentido algumas afirmações de Sonequa Martin-Green lá atrás, na estreia da série, falando da “história incrivelmente corajosa de Discovery“. Ela é mesmo corajosa. Não é fácil envolver os telespectadores na história ao se fazer crítica social. Não é seguro, do ponto de vista mercadológico, colocar a audiência no papel de criticada.

Star Trek sempre caminhou com cuidado nessa fronteira delicada entre expor uma falha da sociedade e ofender a sensibilidade de sua audiência. Normalmente, a crítica social era lançada sobre uma sociedade alienígena, enquanto podíamos nos refestelar no confortável ambiente de “sensibilidade evoluída” dos humanos do futuro de Jornada nas Estrelas.

Discovery traz uma mensagem importante: se as circunstâncias forem corretas, mesmo pessoas supostamente “evoluídas” (como nós, a audiência) podem se ver seguindo líderes que pregam valores inaceitáveis. Ninguém pode achar que uma insanidade coletiva tomou conta de milhões de alemães quando eles decidiram seguir Hitler em 1933, elegendo-o chanceler. Ninguém pode achar que todos os eleitores de Trump são supremacistas brancos. Mas precisamos, sim, estar sempre vigilantes, sempre atentos, nos questionando a todo momento quem estamos seguindo, por quê e a que custo.

Ao propor essa reflexão, Discovery se revela uma série com um olhar no futuro, mas focada acima de tudo nas questões de seu próprio tempo — algo que todas as séries de Jornada sempre se preocuparam em ser.

E, para não dizer que não falei de flores, gostei muito da forma como lidaram com a recuperação de Stamets, guiado mais por sua própria consciência — representada figurativamente por Culber, como se ele fosse “a melhor parte dele” — do que por qualquer abracadabra que Tilly estivesse fazendo para trazê-lo de volta. Eis aí uma solução para um ponto da trama bastante satisfatória. Não fosse aquela trupicada na “morte e ressurreição” gratuitas, no episódio passado, teria sido perfeito. E as cenas entre Anthony Rapp e Wilson Cruz são apropriadas e tocantes, como deveriam ser. Excelente trabalho nessa frente.

No fim das contas, “Vaulting Ambition” foi o episódio que mais enfatizou o caráter serializado de Discovery. Ele será lembrado como “aquele em que o Lorca revelou sua natureza”, algo que acontece literalmente no último minuto, mas sua importância não pode ser totalmente compreendida se não damos um passo atrás e enxergamos o quadro completo. E esse quadro mais amplo, a despeito de suas falhas e fios soltos, parece totalmente afinado com o que Jornada nas Estrelas sempre se propôs a fazer, com uma ousadia que a franquia raras vezes empregou.

Avaliação

Citações

Mirror Stamets – You’ve been wrong about everything. There is a god, and she’s very very mad at you right now… I totally had you for a second. You can’t deny it. You should have seen your face. I mean, our face.
(“Você estava errado sobre tudo. Há um deus, e ela está furiosa com você… Eu te enganei por um segundo. Você não pode negar. Você devia ter visto sua cara. Quer dizer, nossa cara.”)

Georgiou – Lord Eling, can you keep a secret?
(“Lorde Eling, pode guardar um segredo?”)
Eling – Yes, Emperor.
(“Sim, Imperatriz.”)
Georgiou – Good. Clean this up. Never speak a word of it to anyone, and I’ll make you governor of Andor.
(“Ótimo. Limpe isso. Nunca diga uma palavra sobre isso a qualquer um, e eu o farei governador de Andor.”)
Eling – Yes, Emperor.
(“Sim, Imperatriz.”)

Lorca – Your sister’s name was Ava… And I liked her, but you know, somebody better came along.
(“O nome da sua irmã era Ava… Eu gostava dela, mas sabe, alguém melhor apareceu.”)

Trivia

  • Este é o episódio em live action mais curto da história de Jornada nas Estrelas, com 37 minutos.
  • Alguns fãs dizem que há precedentes para o fato de os terráqueos serem mais sensíveis à luz do que os humanos do nosso universo. Eles mencionam que os ambientes nos episódios do Espelho (salvo o inicial “Mirror, Mirror”) são bem mais escuros que a bordo de naves da Federação e que Jonathan Archer parece estar incomodado com a luminosidade na ponte da USS Defiant.
  • O episódio dá alguns detalhes sobre o verdadeiro Ash Tyler, capturado na Batalha das Estrelas Binárias. O corpo atual é Voq transformado para se parecer com Tyler.
  • O fato de a rede micelial (e a consciência de Stamets) se manifestar como a Discovery, além de econômico, também tem precedentes em episódios anteriores de Star Trek. O recurso foi usado em “Remember Me” e “Birthright, Part I”, de A Nova Geração, “Distant Voices” e “Extreme Measures”, de Deep Space Nine, e “Barge of the Dead”, de Voyager.
  • O arquivo do caso da USS Defiant marca que ela chegou ao universo do Espelho na data estelar 0141.7. É o menor número de data estelar já visto na franquia.
  • Este é o primeiro episódio da série em que Keyla Detmer ou sua contraparte do Espelho não aparecem.
  • O roteirista Jordon Nardino diz que sua inspiração para os terráqueos do universo do Espelho foi o Império Romano. Nardino se divertiu particularmente ao criar os títulos e o nome inteiro da Imperatriz. Ela é apresentada como “Her Most Imperial Majesty, Mother of the Fatherland, Overlord of Vulcan, Dominus of Kronos, Regina Andor — Phillipa Georgiou Augustus Iaponius Centarius”. Em tuitadas, o roteirista explicou cada um dos títulos de Vossa Majestade Imperial. Mãe da Pátria é o mais óbvio. Soberana de Vulcano se ampara na lógica de que Vulcano seria uma das primeiras conquistas do Império Terráqueo, que se vê como “protetor” do planeta. “É paternalista/delirante”, diz Nardino. Dominus de Kronos é justificado pelo orgulho dos humanos de terem conquistado Qo’noS, o mundo natal klingon. Dominus se refere a dominação. E Qo’noS é pronunciado como “Kronos” por chauvinismo cultural. Regina Andor se refere à conquista de Andória, que nas palavras de Nardino, é “a joia da coroa terráquea”. Trata-se de uma conquista do Império feita antes de Hoshi Sato tomar o poder. Finalmente, para os nomes de Georgiou, Augustus se refere a Augusto, nome do primeiro imperador romano. Iaponius é latim para “japonês”. “Isso (em meu sonho febril) é um título que Hoshi Sato adotou quando se proclamou Imperatriz, para honrar sua terra natal”, explica Nardino. E Centarius se refere ao sistema mais próximo do Sol, Alfa Centauri — primeira colônia humana. Nardino ainda completa que, na cabeça dele, Georgiou provavelmente não é descendente direta de Sato, pois Philippa é malásia/chinesa, e Sato é japonesa. Mas destaca que nada disso é canônico até que apareça em tela. Por ora, é só opinião dele.

Ficha técnica

Escrito por Jordon Nardino
Dirigido por Hanelle M. Culpepper
Exibido em 21/01/2018
Produção: 112

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Jason Isaacs como Gabriel Lorca
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly
Shazad Latif como Ash Tyler

Elenco convidado:

Michelle Yeoh como Philippa Georgiou
Mary Chieffo como L’Rell
Wilson Cruz como Hugh Culber
Sam Asante como guarda sênior
Jeremy Crittenden como lorde Eling
Raven Dauda como Dra. Pollard
Billy MacLellan como Barlow
Dwain Murphy como capitão Maddox
Tasia Valenza como computador da Shenzhou
Marie Ward como guarda júnior

TB ao VIVO

247 Comments on "DSC 1×12: Vaulting Ambition"

  1. And Lorca Goes To…

  2. Quando chega a hora de revelar o plot twist, já não tem mais graça.

  3. Esse Mirror Universe está cada vez mais pesado. Já acabou a graça. Parece que estão se empenhando para mostrar toda crueldade que os humanos são capazes. E desde quando Star Trek tem fantasma da força?

  4. Luiz Jorge Dias | 22 de janeiro de 2018 at 12:24 pm |

    O único ponto alto do episódio foi a interpretação de Lorca. No mais, acho que deixou muito a desejar…

  5. Acho que vão acertar também que a Discovery não retorna do MU. Se voltar, não vai ser na mesma época de tempo que saiu, haja visto que agora eles tem dados que vão de encontro ao que já foi estabelecido em outras séries…

  6. Logo logo saberemos se o nosso Lorca está vivo.

  7. Desde quando o fantasma aparece em uma rede miscelinial que ninguém sabe como funciona, nem mesmo sabe se tudo não passa de delírio de Stamets ou a forma dele racionalizar a saída.

  8. Lorca do Universo do Espelho, melhor jogada de Discovery. O verdadeiro onde está? É a grande questão. Outro personagem volta e que morreu no Universo Normal, será a que morreu era do espelho também….?
    Discovery s01x013 – Preview
    https://www.youtube.com/watch?v=cQCbrEQgrgY

  9. A Discovery vai ter que voltar. O custo para produzir uma nova abertura é proibitivo. 😉

  10. kkkkkkkkk

  11. Alessandro Ferreira | 22 de janeiro de 2018 at 1:04 pm |

    Tenso foi o episódio durar tão pouco kkkkkk :/ sabe, fiquei pensando ao final do ep 11 se suporto essa ansiedade de toda segunda feira desejar que venha a próxima ou se espero tudo sair na netflix pra ver em sequência… mas não tem jeito, não resisto esperar tudo sair pra ver na sequência e fico sofrendo de ter q esperar 1 semana pelo próximo :/

  12. Mas o legal de assistir seriados bons é esse. Sempre ficar no aguardo do que virá na próxima semana ou temporada (se for o último episódio)…. Não curto seriados em que todos os episódios são lançados de uma vez. Um exemplo é House of Cards, um dos melhores seriados da atualidade, porém a Netflix lança todos em um dia. Em três dias acabo assistindo todos os episódios da temporada, porem, depois ficou outro ano inteiro a espera para assistir uma nova temporada…….

  13. Leandro Henrique Pereira Neto | 22 de janeiro de 2018 at 1:47 pm |

    Tenso, muito tenso, muito mistério novo e dúvidas, mas ao mesmo tempo outros foram resolvidos.
    Mesmo quem não gosta de DIS deve ficar ansioso para ver a continuação.
    Então a Michael do espelho estava com o Lorca … agora ficou realmente claro todo o interesse do Lorca na Michael.
    Mas como ele foi parar no nosso universo ? Na explosão da Buran ? Algo a ver com as experiências do outro Stamets ?
    Os 3 próximos episódios bem que podiam ser lançados todos de uma vez kkkkk, ficar nesta espera é de matar qualquer um.

  14. Gente, para mim não foi nenhuma surpresa a revelação de que o Lorca era do Mirror Universe, assim como também não foi nenhuma surpresa o fato de que o Voq e o Tyler são a mesma pessoa. Fato é que a série poderia dar menos pitas ou ser mais discreta para realmente surpreender o seu público com uma inesperada reviravolta na trama. Dark (série do Netflix) é um bom exemplo de como dar várias pequenas pistas sem tonar a trama previsível e ainda como surpreender o telespectador.

    No mais a única que me chocou foi servirem o Kelpian no jantar. Isso realmente me espantou e trouxe um desconforto enorme, inclusive eu cheguei a sentir náusea. Parabéns! Mas infelizmente, sinto que foi um episódio para encher linguiça.

    A presença do falecido Dr. Coubber (não sei como se escreve o nome dele), quer como um delírio ou como uma presença espiritual (se assim entenderem), foi algo bastante frustrante. Não me senti tocado ou comovido, certamente esperava mais de ambos os atores e do próprio roteiro. Afinal, como reagir a uma última oportunidade de se dizer adeus a quem se ama profundamente? Deveria ter sido um momento bastante profundo, deveriam faltar palavras. A atuação da dupla de atores um tanto quanto rasa ou racional demais, faltou sensibilidade e emoção.

    Quanto à imperatriz, ela ainda não disse a que veio. Com certeza o climax do Mirror Universe ainda está por vir. Já a atuação da atriz como a “megera mor” do Mirror Universe também não está a contento. Ela está muito contida. Espero que ela realmente venha a tocar o terror e que ela seja sádica, fria, cruel o suficiente para justificar a ia da série ao Mirror Universe.

    Por fim, que explicação capenga foi aquela? No Mirror Universe os olhos humanos são mais sensíveis à luz? :S

    Além de desnecessário, serve para insultar a inteligência do espectador, como se naquela altura ele não pudesse se dar por convencido de que o Lorca era daquele universo. Espero que os episódios seguintes sejam melhores e que as explicações do Lorca sejam boas o bastante para justificar a atenção demasiada que a série está dando ao Mirror Universe.

    Para mim, quanto ante voltarmos para universo prime melhor. O Mirror Universe já deu! NOTA 2.5! (Já sendo muito generoso)
    Não sei se a nota reflete o meu estado de espírito, já que eu voltei de férias. hehehe

  15. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  16. HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAA AMEEEEEEEEEEEI!

  17. Eu discordo de você deseducadamente. Rs.

  18. 🙂

  19. Esse carma negativo foi todo para Philippa Georgiou do universo prime que acabou sendo devorada…

  20. Cara. Considerando a expectativa do retorno da Capt. Georgious, se ela não tiver relevância ou uma morte digna de um grande personagem será totalmente brochante. Uma oportunidade desperdiçada.

  21. João Luiz Silva Cruz | 22 de janeiro de 2018 at 3:16 pm |

    Bom como já sabíamos(ou suspeitávamos), o Lorca é do Universo Espelho, foi a sequência natural para o plot da temporada, porém na minha opinião um erro pois perderemos o melhor personagem da série. O episódio foi pesado, sim, mas natural sendo do Mirror Universe, eu gostei 3/4.

  22. Foi o episódio de Discovery no MU que eu mais gostei até agora. Vi uma galera criticando aí em baixo, mas eu achei que esse episódio foi bom pq fez a história andar. O Stamets voltou, já sabemos qual é a do Lorca, do Voq/Tyler, enfim, preparou o terreno pro fim da primeira temporada. Acho que, continuando nesse ritmo, boas histórias vem por aí.

  23. E quanto aos olhos:
    “É porque eles são Dumal…das trevas.”
    Ou seja Star Trek for dummies.

  24. João Luiz Silva Cruz | 22 de janeiro de 2018 at 3:31 pm |

    A surpresa para quem é fã realmente não teve, é muito difícil porque eles foram colocando pistas em cada episódio, fora o spolier do Frakes, etc… e óbvio que culminou com a o final do Lorca sendo do MU, agora ninguém no começo da série imaginava teríamos um Capitão vindo do universo espelho, se me lembro muito bem e minha memória é muito boa, houve críticas da maior parte do Fandom sobre a postura do Capitão e de Oficial de segurança…quem foi imediatista tomou bola nas costas.

  25. Discovery nos recoloca em Jornada com estilo próprio e consistência. Como já dito em posts, os roteiristas conhecem tudo o que já foi feito e inovam com competência. E o encontro entre universos pode ser levado a sério, com as implicações de um no outro. Não teremos simplesmente um reset e tudo voltará a ser como antes. Com tantas implicações, haverá muita história para contar explicando porque no futuro nunca ouvimos falar da Discovery.

  26. O problema é que se você ficar analisando cada detalhe do episódio anterior, especulando sobre cada possibilidade, obviamente não vai ter muita surpresa quando assistir o próximo episódio.
    Eu não fiquei surpresa sobre Lorca ser do universo espelho, mas fiquei espantada (embora não devesse 😁) com a crueldade dele quando falou sobre a irmã do cara no final do episódio. Agora vai ser interessante ver como Burnham vai lidar com ele depois disso tudo.
    E, fala sério a Burnham ter escolhido o que seria servido para ela no jantar foi de doer, porque ela escolheu o Saru do universo espelho para ser servido no jantar, certo? OMG aquilo foi punk 😲
    E, o Tyler? Afinal o que foi que a L’Rell conseguiu com aquela intervenção, ficou mais tipo Voq, mais tipo Tyler ou meio a meio? Sei lá ainda tô pra ver ela acertar uma. E o Saru nem pensou duas vezes em deixar nas mãos dela. Só quero ver quando ele souber que a Burnham experimentou um Telpien no jantar.
    Esse episódio foi tipo, eu quero ver logo o que acontece no próximo.

  27. Se você viu o trailer para o próximo episódio a oficial de segurança, esta viva e volta. Fica a questão: qual o tardigrado matou no inicio do seriado?

  28. O Sarau nunca vai poder saber das coisas que rolaram ali,senão ele enlouquece na hora.

  29. João Luiz Silva Cruz | 22 de janeiro de 2018 at 3:51 pm |

    A julgar pelo comportamento quem morreu foi a do MU.

  30. Pois a oficial que se encontra neste universo do espelho aparece com uma cara de assustada…..bem diferente daquela…..

  31. Mas a Defiant não é de uns 10 anos no futuro?
    Então as informações de como acabou a guerra devem estar lá,junto de uns anos de spoilers.
    A imperatriz diz manter a informação sobre a Defiant sobre sigilo,mas os Tolianos também tem essa informação.

  32. Wesley R. Vilas-Lobo | 22 de janeiro de 2018 at 4:32 pm |

    Toda uma temporada baseada no universo mais sem pé nem cabeça de toda a franquia me entristece. Acho que não é só o universo, a série por inteiro é paralela. É tipo aquelas minisséries de BSG para contar uma história à parte.

  33. leonardo da costa ferreira | 22 de janeiro de 2018 at 5:15 pm |

    Os produtores e roteiristas tem sido muito ousados. Isso incomoda fãs acostumados com o padrão ST. Do meu ponto de vista está tudo bem. Muitos já comentaram, mas ficaram algumas perguntas no ar.

    As perguntas estruturantes: Jason Isaacs continuaram na segunda temporada de Discovery? Shazad Latif continuará na segunda temporada? Estou achando dificil. Seria uma pena pq são excelentes atores.

    As perguntas acerca da narrativa. Lorca do PU morreu? Michael do MU está mesmo morta? Ainda veremos o PU nesta primeira temporada? Caso Lorca fique no MU e assuma a liderança do Império Terreno, quem sentará na cadeira de capitão da Discovery? Saru? Michael? Outro personagem?

    Essas e muitas outras perguntas deixam aquela sensação de chega logo segunda feira. Nunca pensei que desejaria ver uma segunda feira. Nunca!!!! Só Star Trek faz isso com as pessoas.

  34. Eu concordo contigo. Eu já tinha achado ela muito interessante! kkkkkkkkkk

  35. Hehehe sua versão no Universo Prime virou comida de klingon, já nesse Mirror Universo é ela quem devora outro ser humanoide, inteligente e consciente! Ironia…

  36. Miguel Huertas Neto | 22 de janeiro de 2018 at 6:49 pm |

    No geral estou gostando desse arco no mirror universe, apesar das diversas falhas ( o próprio comportamento frio e racional do Lorca em contrapartida da insanidade do Kirk do mirror universe, que como disse Spock não consegue se comportar como ser civilizado, sendo assim facilmente identificado), e conforme algumas perguntas vão sendo respondidas, muitas outras aparecem, Lorca prime está vivo como prisioneiro? Qual o plano do Lorca mirror? No mais, queria ver a Defiant!

  37. Acabei de ver 😉

  38. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:06 pm |

    Acho que o lorca mirror e daquela ala moderada do imperio terráqueo

  39. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:07 pm |

    Se houverem tholianos vivos no universo espelho

  40. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:08 pm |

    Eu acho que eles vão ser destruídos no universo espelho
    Enquanto no prime eles vão estar como desaparecidos
    O que podera levar a proibição do spore drive

  41. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:14 pm |

    Episódio interessante
    Lorca e quem de fato suspeitavamos
    Agora o que chamou atenção foi o lance da rede micelial estar “morrendo”

  42. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:34 pm |

    Meu queixo caiu com a revelação do Lorca. E várias pontas se amarram, desde a fotofobia do capitão até a destruição da USS Buran.

    Agora, o lance da rede micelial estar morrendo é certamente a justificativa para o uso do sporedrive n ser possível no futuro.

  43. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:35 pm |

    Talvez seja do centrão, aqueles conservadores mas mais moderados… Mesmo pq se ele fosse de esquerda já estaria morto, visto q o Império Terráqueo é uma ditadura fascista.

  44. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:38 pm |

    Ah, povo, antes q eu me esqueça, o Dobra 9 está de volta! Nessa semana sai o episódio #10, e o #11 eu acabei de subir pro editor. O #12 eu vou começar a trabalhar em breve. Se vcs puderem prestigiar meu trabalho… http://komboconteudo.com/category/podcasts/dobra-9/ . Inclusive vai aí minha campanha: Chama eu pro TB Ao Vivo, vai! Eu prometo n falar muita besteira. 😀

  45. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:39 pm |

    Minhas opiniões:
    – Lorca do PU morreu na destruição da USS Buran.
    – Michael do MU está perdida por aí, s/ corpo n há morte.
    – Acho q voltamos ao PU até o fim da temporada. Suspeito q no próximo episódio.
    – Se Lorca tornar-se o novo Imperador, Saru será o novo capitão.

    Chute meu. Mas como os chutes dados aqui se confirmam… Vai q eu acerto? 😀

  46. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:39 pm |

    Some isso ao fato que a Discovery desapareceu no universo prime
    E tudo indica que eles vão morrer lá no universo espelho

  47. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:40 pm |

    Em Enterprise, eles torturaram tholianos. N duvido q o Império Terráqueo tenham matado todos… E os tribbles de lá tenham dentes. 😀

  48. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:41 pm |

    Não foi o Saru, foi um kelpiano. Mas de qualquer forma, foi punk mesmo. Ecaaa!

    A L’Rell fez uma macumba c/ luvas de RV ali, sob mira de 2 phasers.

    Concordo: Tb tô curioso. Chega logo, dia 29!

  49. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:42 pm |

    Só para ter uma noção da loucura dos cara no universo espelho da Kevin timeline os caras massacraram todos os romulanos

  50. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:42 pm |

    Seria uma solução fácil, cômoda… Q eu espero q n seja seguida. 😉

  51. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:45 pm |

    Rindo alto até agora!

  52. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:52 pm |

    Nah, quem n gosta está falando q The Orville é melhor, bla bla bla bla bla…

    A gente gosta e tá ansioso pra próxima 2a!

  53. Tem que voltar ao universo prime e acabar a guerra. Sabemos que a guerra acabará nesta temporada.

  54. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:54 pm |

    Humm… N sei. Se a série for uma série de antologias, é possível. Mas já disseram q n é, e o Universo Espelho n se sustenta muito + do q isso…

  55. Acho que inventaram aqueles gânglios dos kelpianos só por causa desta cena do jantar.

  56. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 7:57 pm |

    A ideia original do fuller era uma série antologica
    Pode ser que ainda mantém a ideia

  57. Ricardo Pinheiro | 22 de janeiro de 2018 at 7:57 pm |

    Exato, a guerra acaba em 3 episódios. Por isso q eu acho q eles devem voltar no próximo episódio ou no máximo no 14o, no início. Pra ter tempo de fechar tudo. Espero q n façam q nem Space Battleship Yamato, q a volta de Iscandar foi a partir do 25o episódio (de 26)…

  58. Antonio de Pádua | 22 de janeiro de 2018 at 8:24 pm |

    Minhas previsões são as seguintes: acho que Discovery sai do UE; Lorca fica lá; Stamets se recupera e arranja um jeito de ressuscitar o doutor; Burnham se torna a capitã da Discovery; a mente do Voq é retirada do “Tyler” e ele é reincorporado a Frota. Só peço que que o próximo episódio seja o ultimo neste universo paralelo.

  59. Quem me dera eu tivesse visto Patrulha Estelar (desculpe se este nome não agrada mas foi como eu conheci a série) por completo. Vi pouca coisa lá pelos idos dos anos oitenta, creio que passava Manchete. Eu vivia desenhando a Yamato por aí, principalmente nas carteiras escolares. Nostalgia total.

  60. Bem, a imperatriz mandou ela escolher um dos três kelpianos, me pareceu que ela escolheu o Saru do MU. Eu vou assistir novamente daqui a pouco e prestar mais atenção na cena.

  61. João Luiz Silva Cruz | 22 de janeiro de 2018 at 9:16 pm |

    Yamato é topper,

  62. Hidalgo Dos Anjos | 22 de janeiro de 2018 at 9:40 pm |

    Eu sinceramente preferiria um Star Trek com a velha fórmula conhecida. Esse negócio de universo PU e MU não tem fundamento. Temos uma série com uma nave esquisita onde o capitão não é o capitão. Também não tem um médico chefe nem chefe de segurança. Todos morreram. Que diabos estão fazendo?

    Todos da Discovery foram enganados pela Lorca de mentira, ou seja, em nenhum momento ele de fato esteve trabalhando em prol da Federação. Muito decepcionante.

    Nem um reset seria aceitável. Estou mais curioso em assistir para ver como os roteiristas vão sair dessa enrascada.

    Mesmo assim ainda é bom ter Star Trek de volta as nossas vidas e poder falar a respeito para o bem ou para o mal

  63. João Luiz Silva Cruz | 22 de janeiro de 2018 at 10:05 pm |

    O Mirror Saru ficou na Shenzhou, mas é parecido mesmo porque a maquiagem é muito bem feita.

  64. Ufa, ainda bem que o Lorca é do Universo Espelho. Já estava estranhando, pois ele é um verdadeiro psicopata. Agora resta saber onde está o Lorca bonzinho kkkkkk

  65. Renan Cariolando Feitosa | 22 de janeiro de 2018 at 10:41 pm |

    Puts e a prova que o Lorca era do universo espelho sempre esteve de cara.. Quem lembra da foto sensibilidade do archer do universo espelho?

  66. Marcus V. de Oliveira | 22 de janeiro de 2018 at 10:49 pm |

    Chamem ele!!!!

  67. David Gaertner Curitiba | 22 de janeiro de 2018 at 11:00 pm |

    Putz é mesmo. E assisti ao episodio de Entwrprise esses dias e nen me toquei

  68. Alessandro Ferreira | 22 de janeiro de 2018 at 11:14 pm |

    Aonde? Qual momento que aparece? Vi varias vezes e nao recordo

  69. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 11:25 pm |

    Se a série for uma antologia talvez a segunda temporada poderia ter essa pegada mais clássica (orville mostrou isso)

  70. Gente… A Cylon que morreu é Prime. A cópia que sobrou é do MU.

  71. David Gaertner Curitiba | 22 de janeiro de 2018 at 11:27 pm |

    Cara, teria que ver de novo mas tenho quase certeza que é no segundo episódio do universo espelho. O Archer e a Hoshi estão na cabine do Archer ainda a bordo da Enterprise. Uma cena bem rápida

  72. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 11:33 pm |

    Morto como o resto da Buran original

  73. Fabiano Correia | 22 de janeiro de 2018 at 11:34 pm |

    Bem otimista sua previsão
    A minha já é um pouco mais trágica: todo mundo vai morrer

  74. Chamem ele!

  75. A Defiant em questão é a do Episódio “The Tholian Web” (TOS), que desapareceu na fenda interfasica e reapareceu no Mirror Universe no Episódio Duplo “In a Mirror, Darkly” (ENT)

  76. Sim. O BD dela tem spoiler da guerra. Não. Os Tholianos não sabem. Eles invadiram a nave e sairam. Um ficou preso no salto e foi parar 100 anos atrás no MU. Para os Tholianos (como para a Federação), a nave sumiu.

  77. Verdade…

  78. No Episódio de Enterprise é dito que os Tholianos jogaram propositadamente uma ogiva de tricobalto em um poço gravitacional de uma estrela morta para abrir uma fenda, então eles teoricamente sabiam o que estavam fazendo, inclusive mandando um sinal para atrair uma nave na fenda.

  79. luva de RV… kkkkkkkk

  80. Ronaldo Adriano | 23 de janeiro de 2018 at 12:05 am |

    Tem muito material de Patrulha Estelar no YouTube, muito mesmo. E uma remasterizacao acontecendo neste ano no Japão chamasse Yamato 2202

  81. É tão parecido que é tipo o irmão gêmeo, e chamou a atenção da Burnham provavelmente por causa disso. Nessa série a gente tem que imaginar sobre o que ficou subentendido, em muitos momentos, que eu achei que o Saru MU tinha ido parar na nave da imperatriz, e a Burnham pensou que estaria fazendo uma boa ação escolhendo ele, pra depois ter aquela surpresa desagradável.

  82. bloquearam o link

  83. O ator foi muito bem… o Lorca fez e desfez na serie…. Fiquei decepcionado por ele ser do Universo Mirror… mas também achei ótima a inovação da serie sob o ponto de vista… Apenas fico preocupado com o futuro da serie já que nao vejo o mesmo valor na Sonequa que o Jason Issacs tem… Talvez na proxima temporada precisem colocar outro ator de peso para segurar as pontas..

  84. Sério que tem isso? Vou rever!

  85. Que enrascada?? Ninguem na Discovery foi enganado pelo Lorca…Pelo que contou ate agora na seria… ele somente enganou a Almirante… já que ele foi o unico que retornou de uma nave que explodiu… e pode ate ter sido mesmo ele que explodiu a nave como o Mudd falou… agora a tripulação foi escolhida por ele tempos depois… então nenhum deles tinha conhecimento do Lorca antes… a nao ser a tal chefe de segurança que pode muito bem ser do universo espelho… a tal da Eva…

  86. Que significa antologico que todos estao dizendo???

  87. Todos os previews do youtubte foram bloqueados – o jeito é esperar que outros postem

  88. Eu tinha assistido a primeira vez o episódio dublado, e por incrível que pareça entendi mais ou as coisas ficaram mais claras quando assisti o episódio legendado agora pouco.

    A dublagem da cena da L’Rell trabalhando no Tyler/Voq não capta muito bem o trabalho de interpretação dos atores. Legendado vc percebe melhor a interpretação de Shazad Latif, ele vai de um Voq atormentado para um Tyler mais suave, aliviado. Enquanto L’Rell se desespera com o que teve que fazer ao deixar Voq ir embora. Agora eu quero ver se Voq realmente foi embora ou ficou apenas adormecido novamente.

  89. Eu tentei evitar o máximo que pude os spoilers, que só agora vi que estavam discutindo, horas atrás no Twitter, sobre se o jantar era o Saru MU ou não. E, pelo jeito muita gente além de mim também pensou que era o Saru MU. Aparentemente no universo espelho o Saru tem sua versão em gêmeos. 🙄

  90. Olha, isso simplesmente não existe! Não há nada para se lembrar. Acabei de rever os dois episódios do universo espelho de ENT.

  91. Todos se corrompem para ter poder absoluto. O Lorca deseja o poder para si. E eu acho que a Georgiou como Imperatriz ainda não convence! Lorca para imperador já!!!

  92. Acabei de rever os dois e também não vi nenhum momento em que Acher demonstra sensibilidade à luz.

  93. O Renan trollou a gente! Ele deveria passar um tempo na cabine de tortura por levantar falsas provas! Hahaha 😛 Vida longa ao imperador!

  94. Sandra, eu assisti novamente, e em nenhum momento Burnham escolhe um deles para o jantar. A imperatriz manda ela escolher um deles (poderia ser para ser salvo) mas não diz para que. Tanto sim que, mais tarde, quando ela está tomando a sopa no jantar, ela só fica surpresa quando a imperatriz faz a revelação sobre a origem da comida.

  95. Acho que a maior pista de que o Lorca era do Mirror Universe é a cicatriz em forma de triângulo nas suas costas.

    Em no Mirror Universe de TOS vemos um dispositivo de dor portátil que se molda perfeitamente ao ferimento!

  96. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:17 am |

    Eu iria relacionar essa sua afirmação ao contexto político mundial, mas xá pra lá…

    Agora é que o pau vai comer. Vamos ver onde isso vai dar.

  97. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:18 am |

    Eu vi legendado, apenas.

    Acho que ficou adormecido. Não foi aquela macumba com luvas de RV q tirou um de dentro do outro.

  98. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:19 am |

    A ideia original do Bryan Fuller é que a série fosse uma antologia, como é True Detective e American Horror Story: A cada temporada, uma nave diferente, um tempo diferente, uma tripulação diferente.

    Não rolou, pelo visto.

  99. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:19 am |

    Foi a 1a coisa q veio na cabeça! 😀

  100. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:22 am |

    Eu dou nota 7,5.

  101. Só queria dizer que o meu eu do universo espelho provavelmente é um bolsominion!

  102. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:23 am |

    Aí eu lembro do Bezerra da SIlva cantando: “Pega eu, pega eu que sou ladrão”… Nada a ver, mas ficou engraçado!

    Me chama q eu vou, hein?! 😀

  103. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:24 am |

    SIm, foi o que eu acho também.

    E foi interessante ver mais de um kelpiano na série.

  104. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 2:27 am |

    Waldir, vou só te mandar um link: https://en.wikipedia.org/wiki/Star_Blazers:_Space_Battleship_Yamato_2199

    A série está sofrendo um remake desde 2012. Eu vi a 1a temporada, vi os longas e estou esperando fechar a 2a temporada pra ver. Detalhe: Está seguindo exatamente a série original, ou seja, agora temos o Cometa Império.

    Procure um pouco na Net q vale MUITO a pena. De nada. 😀

  105. Também vou fazer parte do lobby! Chamem o Ricardo Pinheiro para a live do TB!

    Já compus até um jingle para a campanha:

    “Se eles me chamarem
    E me quiserem lá
    Eu vou ôh ôh uôh ôh ôh…
    Sexy Yemanjah
    Tudo a ver com o mar
    A noite vai ter lua cheia”

  106. Gordura do Ultra | 23 de janeiro de 2018 at 2:38 am |

    Adorei o episódio , apesar da minha suspeita , fiquei surpreso quando Lorca realmente se revelou do Mirror Universe !

    mas faz tudo sentido desde o comportamento mais guerrilheiro e andar armado até pra dormir , que realmente coincide com o jeito paranoico do pessoal do espelho , agora pelo visto Lorca vai se revelar o vilão da temporada , bom tai um capitão que sentirei falta na próxima temporada

  107. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 6:28 am |

    Eu também não sei se a Michael se sustenta como capitão na próxima temporada, eu particularmente acho ela muito jovem e inexperiente para o cargo. Acho que seria legal manter ela em uma escada de ascensão até que mais temporadas a frente ela posso ser promovida.

  108. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 6:30 am |

    Na nave auxiliar só foi o Lorca e a Michael, se aquele realmente era o Saru Mirror então foi uma falha, para mim a maquiagem é muito bem feita então fica bem parecido. Então aquele não era o Saru MU.

  109. Renan Cariolando Feitosa | 23 de janeiro de 2018 at 6:34 am |

    E mano e só ver lá e na cena da cabine

  110. Eu acho o Lorca espelho o pesonagem mais interessante da série. Será que eu sou o Waldir espelho? Sei não, meus olhos estão ardendo… Bem, bobagens à parte, minha primeira frase é verídica, e temos no Isaacs o melhor ator de Discovery. Torcendo muito para que ele permaneça. Abraços 🖖

  111. Gostei deste episódio bem mais que o anterior. Agora já não quero tanto o retorno ao PU, curiosíssimo para saber o pandemônio que o Lorca vai fazer naquele lugar.

  112. Creio que em “caráter-espelho” o Lorca dá de mil na imperatriz. Vamos aguardar.

  113. O troll continua ou é sério isso? Se for sério Discovery vai ganhar o prêmio de maior respeito ao Cânone de todas as séries, dando continuidade a detalhes que nem os fãs lembravam ou davam importância.

  114. rsrsrs

  115. É nao sei o que Antologia… preciso ler o dicionario…

  116. Não tem isso do Achei ser sensível a luz! rsrs

  117. Ninguém disse que ela escolheu ele para o jantar, isso foi a surpresa mais desagradável que ela teve. Mas, o fato é que ela escolheu o Kelpian que aparentemente fazia um movimento de cabeça para ela como se tivesse reconhecido Burnham, e Burnham escolheu exatamente ele que é muito parecido com Saru MU.
    Alguém até mesmo postou um vídeo no Twitter que mostra a cena sendo descrita pelo Netflix em que eles também pensaram que era o Saru.
    Essa cena no mínimo tava muito esquisita.

  118. Você tem algum parentesco com o Ralph Pinheiro do TrekBrasilis? rs

  119. Pô dois trollers? Ou seria trolleiros? Um lançou e o outro endossou.

  120. Na descrição da Netflix eles dizem que ela escolheu Saru, vc pode ver e ouvir no video postado por esse Twitter: https://twitter.com/akeenshi/status/955597148409794560

  121. Um questão intrigante: A L’Rell realiza um procedimento para tentar salvar o Tyler/Voq com aquela luva que solta raios na cabeça dele. Num dado momento do procedimento, Tyler/Voq está falando klingon e no final ele termina a cena falando em inglês. Em seguida a L’Rell grita olhando para cima, gesto que me lembrou aquele ritual fúnebre klingon, em homenagem ao guerreiro morto. Teria a mente do Voq se apagado naquela ocasião? Será que a persona do Tyler sobreviveu em detrimento à persona do Voq?

  122. Então, por favor, mostre aonde está essa cena misteriosa que ninguém mais viu. Em qual episódio, em quantos exatos minutos de exibição do episódio isso ocorre? Obrigado.

  123. Suspeito que veremos a Defiant ainda!

  124. Isso é verdade, também achei a cara de Saru (rsrsrs), mas só citei essa estória do “escolhido para o jantar” em resposta ao seu post que agora está lá embaixo. Acho que agora, depois de termos visto de novo, ficou claro que Saru MU não fez papel de lagosta (kkkkk), pelo menos não para a Michel.

  125. Hum… Bem observado. Vou assisti esse episódio de TOS outra vez.

  126. André Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 10:09 am |

    Esse grito me pareceu mesmo de morte. Mas ela aceitou isso muito facilmente, será que ela não matou o Tyler e passou sabe-se lá como, uma informação para o Voq para fingir ser o Tyler?

  127. André Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 10:11 am |

    Pois é, considerando que todo mundo no MU é vilão, o vilão deles, é mocinho no PU. Então no caso o só é uma guerrilheiro que pode ser muito bem aceito na federação.

  128. André Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 10:14 am |

    Pior que eu achei a cena engraçada, apesar de ser horrível se colocar no lugar da Michel

  129. Aquele ator que fez o capitão que tortura Lorca no final, e que Lorca termina por matá-lo, é o ator que fazia o irmão de Cris na série Todo Mundo Odeia Cris? Achei muito parecido com ele.

  130. André Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 10:21 am |

    “Sem corpo, não há morte” Já diria o goleiro Bruno neh?

  131. Mas um caso de “infinitas possibilidades em infinitas combinações” que uma cena não detalhada deixa. Tudo pode ocorrer depois daquela operação.

  132. Que foi um “grito de morte” isso foi. Já saber quem de fato morreu, não sabemos, mas deve ter sido o Voq. Se for isto mesmo então teremos um Klingon morto, cujo corpo foi transformado em humano, com a “psique” do Tyler, e que poderá continuar como membro da tripulação e par da Michael. Ou seja uma maluquice total.

  133. À parte do episódio, o Jonathan Frakes gritando “Red Alert, Raise Shields!” no After Trek foi muito bom!
    Hahahahahaha

  134. Opa Frakes está neste último! Que legal!!!!

  135. Acredito que o Lorca Pu esteja vivo e foi feito prisioneiro pelos rebeldes .
    Principalmente que não sabemos como o Lorca Mu chegou ao universo Pu.

  136. kkkk me perdoe, foi o horário, não se tem uma menção, eu quis dizer, que da forma em que ele age, é perceptível que ele tem foto sensibilidade, de volta em 2010 eu percebi isso quando assisti pela primeira vez, ontem quando assisti o episodio de discovery, eu me toquei kkkk

  137. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 11:45 am |

    Isso mesmo. Se bem q essa é a regra do Judiciário americano.

    Lembro de um programador de software livre, sujeito brilhante (Hans Raiser) q tornou-se um homicida. Ele matou a esposa. Ele ficou ainda solto muito tempo, pq n acharam o corpo. Mas a pressão sobre ele foi tanta q ele fez um acordo, disse onde tinha escondido o corpo e finalmente ele foi preso e punido. Ainda está preso.

  138. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 11:45 am |

    Será?

  139. Ricardo Pinheiro | 23 de janeiro de 2018 at 11:46 am |

    Cara… Até onde sei, não. Mas tem muito Pinheiro por aí, se você for olhar nas matas do Sul do país, vai ver um monte de primos e primas nossas por lá!

  140. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  141. Bom dia a todos deste Forum. Concordo com as previsões de morte de todos. Acho que a DISCOVERY é uma NAVE AMALDIÇOADA, fadada a Morte no final. Não vão passar a informação de como ultrapassar os escudos de invisibilidade das naves Klingon. O Lorca vai causar a própria morte e a morte de todos. A DISCOVERY será dada como perdida e sua Tecnologia de Saltos de Esporos considerada insegura e ineficaz. Outras naves pesquisavam como ver os a invisibilidade, acho que esta será uma solução. Para uma segunda temporada, tudo novo, inclusive Design da Nave, mas mantendo o nome em Homenagem a Nave Desaparecida e situada após a Morte do Cap. Kirk e antes de PICARD. Também não vão dar bola para a KELVIN TIME LINE ( que é uma porcaria absoluta). Mas são achismos. No geral uma excelente serie, com uma produção fantástica. Poderiam ter feito algumas coisas diferentes, mas pontos de vista, são pontos de vista. Gostei de terem saída do mais do mesmo.

  142. Galera.. esse episódio foi muito massa… essa do Lorca foi phoda….será que a Michael espelho vai aparecer? Aquele que virou jantar naõ deveria ser o Saru espelho… não? E a Almirante? Depois de trouxeram ela da nave Klingon o que fizeram dela? Não me recordo….

  143. Como disse aí mais embaixo, andei revendo os episódios de ENT (Reflexo Sombrio 1 e 2) e mesmo sendo a última série a ser produzida, portanto a mais nova até agora, o ritmo, diálogos, iluminação, ângulo de filmagem e claro, efeitos, já estão todos datados. É impressionante a diferença da produção de DIS com a de ENT. O Gorn então… rsrsrs, ninguém merece! E olhe que esse Gorn já foi O Gorn!

  144. Pode ser que eles fiquem pedidos no tempo/espaço e “visitem” de relance vários momentos das outras séries, vivendo histórias independentes, mas que de alguma forma influenciem os eventos que conhecemos (caso estejam num momento já produzido).

  145. Tudo que eu pensei quando vi a cena foi “I can’t believe que eles fizeram isso”. Eu pensei que a cena do Saru MU dando banho na Burnham já tinha sido o fim, imagina se ela estivesse comendo o Saru MU, porque na primeira vez que eu assisti o episódio eu realmente pensei que era ele. 😝
    Imagina quando o Saru do prime universo se aproximar da nave da imperatriz comandando a Discovery e descobrir sobre tudo isso. E a Imperatriz que come Kelpiens vai lidar com o comandante Saru de que jeito?
    Como eu li por aí depois dessa, lidar com o Tarantino em Star Trek vai ser fácil.

  146. Leandro Henrique Pereira Neto | 23 de janeiro de 2018 at 2:50 pm |

    A almirante foi levada para uma base estrelar, pelo que entendi via nave auxiliar.

  147. Em termos, sim.

  148. Saru MU é o que está na Shenzhou (a voz é do Doug). Acredito que o que foi escolhido serviu de comida. Os Kelpianos parecem ter certa semelhança.

  149. Curioso também.

  150. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 4:05 pm |

    Eu sabia que ia dar alguma merda com o Kelpiano que ela escolheu, só não imaginava que seria tanto. Essa cena foi tensa…

  151. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 4:07 pm |

    Vou ter que ver esse episódio novamente, fiquei curioso. Se for isso mesmo então você tá de parabéns.

  152. O orçamento por episódio de Discovery é de cerca de US$ 8 milhões. Enterprise era cerca de US$ 850 mil na última temporada.

  153. Wesley R. Vilas-Lobo | 23 de janeiro de 2018 at 4:51 pm |

    Qndo a Discovery chega no universo espelho, ela é reconhecida, tem inclusive uma capitã, agora a gente descobre q a Discovery do espelho não tem motor de esporos, então ela não foi para o universo prime, onde ela está?

  154. Repostado acima novamente

  155. Pois foi exatamente o que quis pontuar: a evolução das coisas. Se formos comparar ENT com TOS veremos também um grande abismo orçamentário. Pena que não fui muito claro, mas graças a você, a mensagem (ideia) ficou completa!

  156. Você não ENTENDE matemática. E eu não posso ser direto.

  157. Não sabiam que a fenda ia dar num outro universo há 100 anos no passado.

  158. Kkkkkkkkk, gostei dessa!!!

  159. Esta era (mais ou menos) a premissa original, mas foi enterrada.

  160. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 11:16 pm |

    Essa frase foi dita pelo Ted Sulivan, no penúltimo After Trek, ele ainda disso que o que imagiamos não vai acontecer, agora não me pergunte o que imaginamos!

  161. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 11:18 pm |

    Eu imaginava que seria a nave da imperatriz, mas como não é então muito provavelmente a Defiant deve ter virado peça de museu.

  162. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 11:25 pm |

    Dá para ver que ele é mais gordinho que o Saru, deve ter dado um belo jantar.

  163. João Luiz Silva Cruz | 23 de janeiro de 2018 at 11:38 pm |

    Já tô me sentindo viúva do Lorca, estava vendo a cena de Batalha da USS Gagarin e Discovery contra as 6 naves Klingon e realmente não dá para acreditar que perderemos ele como personagem e capitão.

  164. Todos são camisas vermelhas em Discovery.

  165. César Pereira Chutti | 24 de janeiro de 2018 at 10:57 am |

    Tem sim meu amigo

  166. Pelo jeito ela o amava! Quer apostar que ela ficará no Universo do Espelho com o V’oq rebelde, seria uma saída digna para ela.

  167. Também me pergunto isso!

  168. Eu lembro que na época eu achei o visual do Gorn em computação bem legal, hoje dói ver aquele CGI!

  169. Sendo o Lorca do MU, será que o nosso Capitão aprecia a espécie do Saru? Será ele olha para o Saru e pensa: com uma maçã na boca perfeito! Olha só essa coxa! Hum…
    😛

    Agora que o Lorca foi desmascarado, quando ele for confrontado pelo Saru ele poderia mandar a seguinte fala: Não tenho que dar satisfações para um prato de comida!

    Ou ainda: Quando a comida começa a dar as ordens por aqui, é sinal de que tudo está perdido!

  170. Kkkkkkkkkkkk

  171. Excelente avaliação. Muito perspicaz!

  172. Leandro Henrique Pereira Neto | 24 de janeiro de 2018 at 1:31 pm |

    Tenho problemas sérios com ENT ela já nasceu datada, na época as melhores séries já tinham uma pegada diferente. Apesar da produção ser boa para a época, a série era bem chata na maioria do episódios. Culpa dos produtores bem medíocres que ela tinha.
    Hoje dia é complicado rever a série , fui rever estes episódios do espelho e sofri muito, e olha que eles são bons para o padrão ENT e talvez os melhores de espelho até então.

  173. hahahahaha

  174. Leandro Henrique Pereira Neto | 24 de janeiro de 2018 at 2:07 pm |

    Este After Trek teve umas partes muito legais. Interessante o Frakes falando que DS9 também teve uma forma de fazer jornada diferente, e falar também que ST demorou muito para colocar um casal homossexual na tela, afinal como ele mesmo diz estamos no século XXI.

  175. Leandro Henrique Pereira Neto | 24 de janeiro de 2018 at 2:09 pm |

    Concordo seria uma boa saída para a personagem, mas lamento perder uma excelente atriz que foi a melhor Klingon da série.

  176. Leandro Henrique Pereira Neto | 24 de janeiro de 2018 at 4:30 pm |

    Não gostei da cena, achei desnecessária, mas apesar de semelhança na teoria o Saru MU esta na Shenzhou. Não apareceu em momento algum ele indo para a nave da imperatriz.
    Na verdade nem temos certeza que Kelpiano escolhido virou comida, mas tudo leva a crer que sim.

  177. Destruída pelos Klingons que estavam a caminho daquele planeta estilo Avatar?

  178. João Luiz Silva Cruz | 24 de janeiro de 2018 at 8:40 pm |

    hahaha

  179. João Luiz Silva Cruz | 24 de janeiro de 2018 at 10:07 pm |

    É isso mesmo. Eu errrrrreiiii

  180. João Luiz Silva Cruz | 24 de janeiro de 2018 at 10:29 pm |

    Eu já tô me preocupando com a segunda temporada, sem o Isaacs…

  181. Ricardo Pinheiro | 24 de janeiro de 2018 at 10:35 pm |

    Pelo que falaram no After Trek, a Michael Burnham do Universo Espelho MÓ-RREU.

  182. Ricardo Pinheiro | 24 de janeiro de 2018 at 10:38 pm |

    Eu não sou bom em sutilezas, prezado Snatcher. Confesso, sou muito ruim pra perceber isso.

    Mas matemática, bem… Um bacharelado, uma licenciatura e um mestrado em área afim (Modelagem Numérica) me dizem que eu entendo um pouco desse negócio.

  183. Ricardo Pinheiro | 24 de janeiro de 2018 at 10:44 pm |

    No After Trek mostraram algumas evidências, além das q nós pegamos, como a “Vamos pra casa”, a reprogramação do salto, entre outros. Eles apontaram a cicatriz como tendo sido feita por um agonizador, e a comida do Lorca, que é bem semelhante (em aspecto) à comida consumida dentro da ISS Charon.

  184. Ricardo Pinheiro | 24 de janeiro de 2018 at 10:47 pm |

    Discovery mereceria o Troféu Cata Tribble da Galáxia, isso sim. 😀

  185. Ricardo Pinheiro | 24 de janeiro de 2018 at 10:53 pm |

    Tudo começou quando a família do Nishizaki ganhou os direitos sobre a marca na Justiça, em cima do Leiji Matsumoto. O filho dele prometeu q teria + material novo saindo…

    Em 2009 saiu Yamato Fukkatsu-hen, q se passa 20 anos no futuro da série, depois do Final Yamato (onde a Yamato afunda no planeta Aquarius – spoiler de 35 anos!). Depois houve um filme live action, feito no Japão. Esse eu n vi, mas dizem q é bom.

    Em 2012 saiu Uchuu Senkan Yamato 2199, q é o remake da 1a série (Quest for Iscandar). Depois fizeram um filme q resume a 1a temporada, e fizeram um longa (Odyssey of the Celestial Ark) q se encaixa entre 2 episódios, acho q o 25 e o 26… É na volta deles q tudo ocorre.

    Agora está saindo Uchuu Senkan Yamato 2201, q é o remake da 2a série (Cometa Império!). O problema é q ao contrário de Discovery, está saindo muito devagar. E a gente roendo unha.

  186. As experiências com os esporos nop Mirror Universe eram feitas na nave-palácio. Pergunto: será que essa nave saltava também, ou a experiência no MU só fazia o Stamets-MU viajar entre dimensões?

  187. Verdade, Leandro, foi meio difícil assistir de novo, e olhe que já tinha assistido pelo menos 3 vezes na época (comprei todos os boxs) e tinha gostado, mas agora achei muito parado, sem ritmo; acho que todos nós estamos “contaminados” pelo ritmo “gamer” que contaminou todos nós nesse início de século. JJ deve estar adorando isso! Rsrsrsrs

  188. Opa opa opa. Estou aproveitando o feriado em Sampa e curtindo Star Trek via Netflix e, ao ver o episódio 15 da primeira temporada de Voyager, me deparo com Tuvok fazendo treinamento com tripulantes ex maquis em uma corrida pelos corredores da nave. Lembrei na hora das críticas à corrida da Michael com a Tilly pelos corredores de Discovery. Acho que os fundamentalistas estão precisando estudar mais o tão sacrossanto e inviolável cânone. Abraços🖖

  189. Opa opa opa. Estou aproveitando o feriado em Sampa e curtindo Star Trek via Netflix e, ao ver o episódio 15 da primeira temporada de Voyager, me deparo com Tuvok fazendo treinamento com tripulantes ex maquis em uma corrida pelos corredores da nave. Lembrei na hora das críticas à corrida da Michael com a Tilly pelos corredores de Discovery. Acho que os fundamentalistas estão precisando estudar mais o tão sacrossanto e inviolável cânone. Abraços🖖 https://uploads.disquscdn.com/images/f7c2e1af99162528e4a75b03ca11dcbb4db324524d211fbc623ec8b96a9b46c0.jpg

  190. Tenho a seguinte percepção. Se as experiências com os esporos são realizados na nave-palácio, é porque são do máximo interesse da imperatriz que, inclusive, deve acompanhar os experimentos de perto.

    Está estabelecido na série que existe uma outra nave da Discovery no Mirro Universe.

    Sabemos que a USS Discovery no Universe Prime foi construída com as especificações necessárias para fazer o motor de esporos funcionar e, com isso, realizar os seus saltos. Provavelmente a ISS Discovery do Mirror Universe, que possui as mesmas especificações é uma nave experimental e também deve possuir a mesma capacidade.

    Por onde anda a verdadeira ISS Discovery? Não sabemos! (desconfio que isso será revelado)

    A capacidade de realizar saltos com um motor de esporos concede um poder inigualável a qualquer nave da frota estrelar. A ambição que move os humanos no Mirror Universe parece ser uma só: PODER! PODER ABSOLUTO!

    Logo, a imperatriz deseja centralizar em suas mãos absolutamente todo o poderio tecnológico e bélico do império.

    Em vista disso, é quase certo que a nave-palácio da imperatriz, para fazer frente à outras naves do império, também possui a tecnologia do motor de esporos.

    Acontece que a tecnologia dos esporos não está mais funcional, a rede micelial bugou!

    Já a imperatriz está mostrou um grande interessa na Michael, já que ela e a USS Discovery pode ter em mãos a chave para salvar a rede micelial e reativar tecnologia de esporos.

  191. Tenho para mim que mirror Lorca veio para ficar!

  192. Já a maior dica veio fora da série, quando o Jonathan Frakes deu com a língua nos dentes e disse que havia dirigido um episódio no Mirror Universe! kkkkkk

  193. Inveja!!! Quero um feriado aqui em BH também! Será que Mirror Universe existem feriados? kkkkkkkkkkk

  194. Ótima análise, Victor! Será que teremos episódios suficiente para tantas revelações?
    E já que você é tão bom em suas observações, o que você acha que farão com o final para deixar-nos loucos pela chegada da segunda temporada?

  195. Não sei, mas gostaria muito que a tripulação da Discovery, em algum momento, para tentar regressar para o seu universo, refizesse o salto da Defiant, invertendo os parâmetros do fenômeno que a trouxe para Mirror Universe.

    Com isso eles não só voltarão para Universo Prime, como também viajarão no tempo (100 anos para o futuro). Gostaria também que a Defiant aparecesse na série de alguma forma.

    Penso que a tecnologia de esporos será perdida e inviabilizada de uma vez por todas pelo Stamets, impedindo uma provável invasão de naves do Mirror Universe junto ao Prime Universe.

  196. João Luiz Silva Cruz | 25 de janeiro de 2018 at 2:12 pm |

    Tomara cara.

  197. João Luiz Silva Cruz | 25 de janeiro de 2018 at 2:14 pm |

    Tava tentando rever Voyager, parei no episódio 2 em uma cena da Kess chorando com o Neelix consolando ela…Parabéns para você que conseguiu passar dessa hecatombe da dramaturgia.

  198. Teve um episódio no qual na cena final o “carismático” Chakotay olha para uma Bellana triste sem saber o que dizer, começa a tentar dizer alguma coisa mas desiste, depois tenta novamente para voltar a desistir, e então quando está saindo da sala dá um giro, volta a olhar para a Bellana como quem vai enfim falar algo, mas novamente não diz nada. Pois é. Estou insistindo meu caro mas há coisas legais mesmo na primeira temporada. O Doutor por exemplo é muito bacana desde o início. Gosto da capitã também. Sigamos.

  199. Deves ter aí os seus também amigon! Valeu!

  200. Enfim descobrimos que o Lorca é um comensal da morte!

  201. Se a Michael é importante para o Lorca ela que se cuide ao lado da imperatriz. Certeza que a Georgiou espelho na hora H colocará a faca no pescoço da queridinha do Lorca como moeda de troca. Mas acho que ele vai nem ligar. Abraços🖖

  202. Obrigado por seu vislumbre!

  203. João Luiz Silva Cruz | 25 de janeiro de 2018 at 9:47 pm |

    O Doutor é a melhor coisa que tem em Voyager, de longe…

  204. leonardo da costa ferreira | 25 de janeiro de 2018 at 9:59 pm |

    Como o encaixariam no comando de uma nave da Frota? Vc tem alguma tese?

  205. Gostei dessa!

    A ida da USS Discovery para o Mirror Universe pode até ter surpreendido muita gente, mas havia uma evidência de que isso aconteceria antes mesmo da série estrear e esta evidência estava muito bem escondida!

    Reparem na conexão maliciosa entre o símbolo do Império Terrárquip do Mirror Universe e o cartaz inicial para a série Discovery:

    https://pbs.twimg.com/media/DUPPpyfWkAAbXZG.jpg

  206. Ele seria acusado de falsidade ideológica, conspiração, traição. Não teria lugar para ele na frota. Mas quem disse a Discovery irá retornar para casa? Não temos essa certeza. Como oficial experiente, no entanto, para onde a Discovery saltar no tempo e no espaço, ele será útil.

  207. João Luiz Silva Cruz | 26 de janeiro de 2018 at 7:26 pm |

    Cara, sensacional. Falamos até de Sec 31 no começo, mas na verdade toda questão estava relacionada ao espelho mesmo.

  208. Fantástica observação, Victor!

  209. Fabiano Correia | 28 de janeiro de 2018 at 1:14 pm |

    Eu acho que a Discovery espelho foi destruída na hora da troca
    Pois a mesma parece que estava numa luta
    Aí o salto pegou eles despercebidos o que levou a destruição imediata pois eles não estavam equipados com o motor de esporos

  210. Fabiano Correia | 28 de janeiro de 2018 at 1:20 pm |

    Eu acho que ela foi destruída de imediato na hora da troca

  211. Será que é lógico tentar arrebatar novos fans para Jornada nas estrelas em uma série tão intrincada e complexa e que pela ironia apenas Trekkers de longa data tem a capacidade de entender ?

  212. Ricardo Pinheiro | 29 de janeiro de 2018 at 2:07 pm |

    Tenho alguns amigos não trekkers que estão assistindo e adorando a série. Acho q é possível sim. O maior risco é eles depois verem as outras séries e acharem os roteiros “bobos” (HERESIA!), sendo que são, no geral, excelentes.

  213. Mas é a partir dai que surge a curiosidade de assistir as demais séries e filmes. Um conhecido meu, que nunca assistiu o Star Trek antes entrou nesta jornada de descoberta. Conversando com ele sobre o Império terráqueo, falei sobre a origem dele, um episódio dos anos 60 chamado Mirror, Mirror, da série clássica. Ele pesquisou, assistiu pela net mesmo e entrou nesta maratona de assistir toda a série clássica. Conversando com ele semana passada, ele assistiu a primeira temporada de TOS inteira e está no quarto episódio da segunda temporada e tem achado interessante o que tem visto. É assim que começa, basta apresentar o começo da linha para desenrolar o novelo inteiro.

  214. Salvador, na última frase antes da nota saiu a palavra “ousaria” quando deveria ser “ousadia”. Abraços 🖖

  215. Na Trivia está falando que o roteirista colocou que um dos nomes da Imperatriz Georgiou é Iaponius que foi um nome que a Hoshi assumiu como homenagem ao japão. Tem um problema ai: a Hoshi nos dois universos é radicada no Brasil!
    Rsrsrsrs

  216. Salvador Nogueira | 30 de janeiro de 2018 at 2:32 am |

    Tudo que nós sabemos é que ela dava aula numa universidade no meio do mato no Brasil. É absolutamente normal acadêmicos trabalharem longe de seu país de origem. Não sabemos a nacionalidade de Hoshi. E estamos falando da Hoshi Mirror, de quem sabemos menos ainda. Talvez se congelássemos a tela da ficha dela em In a Mirror, Darkly, pudéssemos descobrir de onde ela é. Alguém já fez isso?

    P.S.: Acabei de ler no Memory Alpha. Nascida em Kyoto, no Japão. Iaponius, sim senhores. 😛

  217. Salvador Nogueira | 30 de janeiro de 2018 at 2:32 am |

    Valeu! Corrigirei!

  218. Salvador Nogueira | 30 de janeiro de 2018 at 2:33 am |

    Eu acho a série perfeitamente compreensível para os não trekkers. Ser trekker só adiciona novas camadas, mas a camada básica é auto-explicativa.

  219. A propósito, ótima análise. Acho que a situação do Lorca nos dando um tapa cara e fazendo rever nossas opiniões, escolhas, nos trazendo esta reflexão, e aí como algo tão próximo dos dias atuais, isso é algo tão significativo (tão UAU!) que suplanta os tantos outros, menores, “furos” da história. Mas acho que é isso mesmo, temos que cobrar uma história verossímil, eu aliás trocaria mil efeitos especiais por um bom texto. Estamos, com Discovery, nos habituando com a excelência. Há séries da atualidade, com orçamentos milionários, que apresentam por vezes roteiros fraquíssimos, é algo que pouco vemos em Discovery, normalmente a discussão é se um episódio vale três ou quatro estrelas. Abraços 🖖

  220. Esse risco existe mas não creio que tanto em relação aos roteiros, mas quanto ao ritmo, imagens, bem, acho que poderão achar tudo muito leento.

  221. Sim. E quando esta turma nova se enveredar pelas outras séries vai querer rever Discovery só para pegar os detalhes perdidos por um não iniciado.

  222. Ricardo Pinheiro | 30 de janeiro de 2018 at 2:45 pm |

    Voyager, 2a temporada, episódio 15 – O Limiar. Eu me recusei a rever. Não dá.

    No resto, vamos empurrando, na esperança de q melhora na 3a temporada!

    PS: E os fundamentalistas, q reclamam de q Discovery é isso e aquilo… A série ainda n fechou a 1a temporada e eles já querem novos clássicos? Vão lá ver as 1as temporadas das outras séries, vão… Eu acho q só se salva a 1a temporada da Clássica. O resto é PIOR do q a 1a de Discovery. E tenho dito.

  223. Ricardo Pinheiro | 30 de janeiro de 2018 at 2:46 pm |

    20 de janeiro – fundação da cidade do RIo de Janeiro.
    25 de janeiro – fundação da cidade de São Paulo.

    Aí tem q ver qdo é o feriado da fundação de Belo Horizonte… =D

  224. João Luiz Silva Cruz | 30 de janeiro de 2018 at 3:20 pm |

    Pois é, tem muita coisa datada, eu particularmente acho a maioria dos atores de VOY péssimos.
    Sobre a galera que (ainda)tá criticando eu já não perco meu tempo mais, porque a maioria das “críticas” são infantis e incoerentes.
    Os números estão aí: Discovery atingiu o top 1 nos EUA na semana do dia 21, números não mentem eu fico mais feliz ainda de saber que a franquia não vai morrer na mão da mesquinharia e bobagens de alguns, e sim se renovar para mais 50 anos, com novos fãs e histórias por vir.

  225. Por hora, só o carnaval mesmo! 🙁

  226. E já tivemos clássicos na primeira de Discovery.

  227. Qual é aquele das salamandras, é este “O limiar” que citou? Este também não quero rever. Se na sua lista de ruins consta apenas um então está ótimo! Fiquei otimista! Ao ver a série percebi que havia visto apenas o primeiro da primeira temporada, e a segunda parcialmente. Não vi nada da terceira em diante.

  228. Já pensou que a Hoshi Sato pode ser descendente de imigrantes japoneses? São Paulo é cheio deles! E com certeza no século XXII a passagem de “avião” (ou qualquer coisa mais modernosa concebida para viagens rápidas) para ir do Brasil ao Japão deve ser uma pechincha!

  229. No episódio espelho de Enterprise ela Hoshi Mirror menciona o Brasil. Dá a entender que ela tinha raízes aqui. Mas tudo é possível.

  230. O que aconteceu com o verdadeiro Lorca? Morreu com a tripulação da Buran? Eu estava curtindo Jason Isaacs como capitão…

  231. Ricardo Pinheiro | 1 de fevereiro de 2018 at 2:57 pm |

    Eu abri mão de uma discussão aqui do Disqus a partir do Omelete, com um sujeito que até tem argumentos bem condizentes, mas baba de ódio. Cansei.

  232. Ricardo Pinheiro | 1 de fevereiro de 2018 at 2:58 pm |

    Estarei viajando no Carnaval, mas segunda-feira, irão eu, minha esposa e um amigo para ao redor de um notebook assistir o último episódio da temporada! 😀

  233. Ricardo Pinheiro | 1 de fevereiro de 2018 at 2:58 pm |

    Não sei se são clássicos, mas olha, a média da qualidade dos episódios é excelente. Eu não vi uma primeira temporada tão boa desde a Clássica.

  234. Ricardo Pinheiro | 1 de fevereiro de 2018 at 2:59 pm |

    Todo mundo diz que a terceira temporada, Voyager engrena e melhora. Ainda não cheguei lá.

  235. João Luiz Silva Cruz | 1 de fevereiro de 2018 at 9:03 pm |

    Nem é bom entrar nessas. Vida que segue cada um gosta do que quer.

  236. Dependendo de onde eu estiver verei no celular… hehehe

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