DSC 1×11: “The Wolf Inside”

Roteiro cheio de conveniências confirma que Tyler é Voq 

Sinopse

Michael Burnham segue a bordo da ISS Shenzhou, como se fosse uma capitão terráquea, e o sacrifício pesa sobre sua personalidade. Ela deixou Lorca para ser torturado, precisa passar pela execução sumária de acusados de pensamentos “maliciosos” contra o Imperador (teletransporte para o vácuo do espaço) e descobre que, nessa realidade distorcida, Saru é seu escravo pessoal.

Os dados da Defiant são um desafio maior do que ela imaginava — Burnham conseguiu descarregá-los do computador da Shenzhou, mas eles são grandes demais para serem analisados a bordo ou transmitidos por rádio subespacial. É o que ela conta a Saru, que ficou interinamente como capitão da Discovery. O kelpiano já tem seus próprios problemas, entre falhas elétricas, o assassinato de Culber e o estado catatônico de Stamets. Ninguém a essa altura sabe que o assassino é Tyler.

Para Burnham, as coisas estão para ficar piores: a Shenzhou recebe ordens do Império de ir até o planeta Harlak, onde se esconde uma base rebelde, e destruí-la com torpedos fotônicos. Michael não quer seguir essas ordens e planeja uma solução alternativa — sob o pretexto de obter inteligência sobre outros postos rebeldes, ela desce ao planeta com Tyler e lá estabelece contato com o líder rebelde, o Lobo de Fogo. Ele é, no universo do Espelho, o klingon Voq, o chefe de uma coalizão que reúne também andorianos e telaritas que se opõem ao Império Terráqueo.

O verdadeiro plano de Michael, além de salvar os rebeldes, é descobrir como os klingons nesse universo superaram sua xenofobia para se aliar a outras espécies. De início, o Lobo de Fogo desconfia das intenções dela, mas o Profeta — o Sarek do Espelho — faz uma fusão mental e confirma as boas intenções de Burnham. Os rebeldes oferecem inteligência que mais tarde será tornada inútil para que Burnham declare sua missão um sucesso e preparam-se para evacuar o planeta. Mas o caldo entorna quando Tyler tem outro surto, começa a falar klingon e ataca o Lobo de Fogo. Michael consegue contornar a situação com diplomacia, mas está inconformada com a atitude de seu colega e amante.

De volta à Shenzhou, ela o confronta até que ele finalmente admite a verdade — ele é Voq, alterado cirurgicamente para se parecer com Tyler, mas agora plenamente ciente de sua identidade. Ele tenta assassiná-la, mas é impedido pelo escravo Saru.

Na Discovery, a crise continua. Tilly convence Saru de que o melhor jeito de tratar Stamets é usando os esporos. De início, o procedimento parece caminhar bem, mas então Stamets tem um choque e perde todos os sinais vitais. Tilly fica arrasada ao ver o colega morto, mas então ele parece ter algum tipo de reação. Sua mente parece estar presa à rede micelial e lá Stamets tem um enigmático encontro com sua contraparte do universo do Espelho, dizendo “ao trabalho!”.

De volta à Shenzhou, tudo está pronto para a execução de Tyler por teletransporte. Michael opera ela mesma os controles e envia o traidor ao espaço… de onde ele é teletransportado para a Discovery, para ser detido para julgamento. Em seu traje, sem que qualquer um tivesse percebido, Michael conseguiu colocar um disco com as informações da Defiant. Missão cumprida.

Burnham consulta Lorca, fingindo submetê-lo a um interrogatório, e sugere que eles devem sair sali imediatamente, mas o capitão diz que ainda é cedo e arriscado demais. A conversa é interrompida quando outra nave entra em órbita de Harlak e começa a bombardear o planeta — antes do prazo prometido por Burnham para a evacuação. Michael fica duplamente chocada. Primeiro pelo ataque da nave, e depois pela comunicação que revela ninguém menos que o Imperador, ou melhor, a Imperatriz: Philippa Georgiou.

Comentários

“The Wolf Inside” trata basicamente do conflito de identidades, seja com Tyler descobrindo sua verdadeira identidade, seja com Michael tentando se manter fiel a seus princípios num universo selvagem. Mas é um episódio que confia demais nas grandes revelações que traz, sem se preocupar em fazer valer o investimento na história. É como se ele apostasse que, por inércia, a qualidade serializada de Discovery já lhe confere inevitavelmente credibilidade suficiente. Não é o caso, e o que temos é um segmento que amontoa inconsistências demais. E o mais frustrante é que todas elas poderiam ser resolvidas com duas ou três falas no roteiro.

Dramaticamente, o episódio é crucial: temos a revelação esperada desde “Choose Your Pain” de que Tyler é Voq, e ainda descobrimos que a Georgiou do Espelho é a Imperatriz. Isso sem falar na morte e ressurreição de Stamets, e no contínuo martírio de Michael tendo de encarnar sua contraparte cruel e impiedosa — sempre sob o olhar desconfiado de sua primeiro oficial, Keyla Detmer.

Olhando com frieza, há muita coisa boa. A pegada do universo do Espelho continua forte, numa versão mais agressiva e perigosa que a vista na série original, e o risco de que Michael possa a qualquer momento ser desmascarada assombra tanto ela quanto nós, como espectadores. Traidores e farsantes, uma vez revelados, não tendem a ter vida longa no Império Terráqueo.

Igualmente efetivo é o confronto entre Michael e Tyler “renascido como Voq”. A cena é bem escrita e bem executada. Shazad Latif mais uma vez faz um grande — talvez seu melhor — trabalho. E Lorca, embora apareça pouco, quando surge em tela nos lembra de imediato de como Jason Isaacs é um ator fantástico.

Por outro lado, a parte do episódio ambientada na Discovery é perda quase total. A ideia de que uma cadete da engenharia possa sugerir um tratamento para Stamets já é meio estranha, mas o fato de ela apresentar a sugestão diretamente a Saru e o capitão interino concordar sem ter ao menos consultado um dos médicos a bordo é absurdo num nível imperdoável.

Lembremos que Culber havia sido substituído como médico de Stamets por Lorca no episódio anterior, o que significa que outro oficial a essa altura já havia sido escalado para ser o responsável pela saúde do cientista/engenheiro catatônico. Sem falar que, no episódio 11, é estranho que sequer saibamos o nome do oficial médico-chefe da nave. Quem é esse misterioso doutor? Mister M? Seja quem for, sua ausência foi sentida neste episódio. E, de novo, era um problema de fácil resolução: bastaria ter Tilly apresentando sua proposta de tratamento a Saru e ao médico responsável. Apenas a mera presença dele ali, com uma ou duas falas, conferiria credibilidade à cena sem prejuízo do avanço ou do ritmo da trama.

Para tornar tudo ainda pior, a morte de Stamets decorrente do tratamento também foi um recurso dramático barato, anulado em cinco minutos. Serviu, se tanto, apenas para mostrar que figurantes sem fala ainda podem se vestir de branco a bordo da Discovery, quando médicos e/ou enfermeiros entram na câmara de esporos e tentam ressuscitar o tenente. E aí temos uma quebra de ato e na volta Stamets ressuscita sozinho. Para quê tudo isso? Falso drama. E o pior: movido a tecnobaboseira, algo que até então não tinha aparecido de forma proeminente em Discovery. Quase esperei a Tilly reverter a polaridade de um feixe de anti-táquions para resolver o problema…

Por fim, temos a parte da missão de Burnham e Tyler a Harlak, por si mesma uma das estranhas conveniências deste roteiro. A motivação de Michael para querer falar com o líder rebelde parece fraca. Teria sido melhor que ela justificasse sua ação apenas como a recusa em matar os rebeldes indiscriminadamente — ainda mais depois de ter participado da execução de três “traidores do Império por pensamentos maliciosos”. Mas quando ela joga para Lorca a carta “podemos aprender com esses klingons como lidar com os klingons do nosso universo”, a coisa para de fazer sentido. Descobrimos depois o porquê disso — é apenas para levar Voq-Espelho a falar coisas que despertem a ira de Voq-Tyler. Ou seja, conveniência em cima de conveniência.

No planeta, foi muito legal ver as novas maquiagens de telaritas e andorianos (desses últimos, adorei em particular o fato de eles mostrarem dois tipos de andoriano, um com as antenas perto da testa, à la Enterprise, e outro com antenas no topo da cabeça, à la Série Clássica). Contudo, esse prazer de fã não compensa o aspecto caricatural e figurativo dos personagens da coalizão rebelde. O Lobo de Fogo soa meio vazio, e Sarek “Profeta” é muito over. Os demais sequer falam qualquer coisa que importe. Tudo que temos aqui são meios para um fim — levar à revelação da identidade de Tyler —, e o resultado deixa a desejar. (Divertido ver Shazad Latif lutar com Shazad Latif, mas podia ser tão melhor que acaba registrando como oportunidade perdida.)

A quase-execução de Tyler-Voq é interessante, uma cena bem feita e que realça os valores da Frota Estelar, nas palavras de Saru, além da inteligência de Burnham, que encontrou ali um meio de enviar os dados da Defiant à Discovery. Mas é impossível não se perguntar coisas do tipo “como a Discovery chegou ali tão depressa?” ou “como a Shenzhou não viu a Discovery por perto?”. Era algo que poderia ser explicado com duas linhas de diálogo, de novo sem prejuízo da história ou do ritmo, mas foi negligenciado. Suponha aqui sua tecnobaboseira preferida para explicar o causo.

Com tudo isso, a despeito de suas qualidades, “The Wolf Inside” acaba devendo. É provavelmente o episódio mais problemático da série até o momento. Não é que não tenha momentos individuais (e importantes) muito bons. Mas os furos são tão excessivos, gritantes e desnecessários que é difícil para o telespectador manter a suspensão da descrença.

Pelo menos a cena final é empolgante, com a volta de Michelle Yeoh como a Imperatriz Georgiou, o que já deixa a audiência ansiosa pelo episódio seguinte.

 

Avaliação

Citações

Burnham – You remind me of everything good, of what I want my world to look like.
(“Você me lembra de tudo que é bom, de como eu quero que meu mundo seja.”)

 Trivia

  • Este é o décimo episódio da franquia no universo do Espelho, e o segundo de Discovery.
  •  O título do episódio é uma referência à expressão “lobo em pele de cordeiro”, e está ligado tanto à situação de Tyler, que descobre na verdade ser o klingon Voq, quanto à de Burnham, que precisa encarnar sua contraparte do Espelho, a “Açougueira das Estrelas Binárias”.
  •  Shazad Latif sentiu grande alívio ao poder finalmente admitir que era o ator por traz de Voq. Nos primeiros episódios, o papel era creditado a Javid Iqbal. Latif revelou que este é o nome de seu pai paquistanês, já morto. A escolha foi uma forma de homenageá-lo.
  •  A participação de Michelle Yeoh é creditada apenas ao final para manter segredo sobre sua aparição como a Imperatriz Georgiou.
  •  O episódio marca a primeira aparição de andorianos e telaritas na série. Ambas as espécies apareceram pela primeira vez em “Journey to Babel”, da Série Clássica, e foram mais desenvolvidas em Enterprise. As maquiagens atualizadas foram bem recebidas pelos fãs e não causaram tanta controvérsia quanto a mudança do visual klingon.

  •  Sarek do Espelho, chamado de “Profeta”, tem um cavanhaque, assim como Spock do Espelho, em “Mirror, Mirror”, e Soval do Espelho, em “In a Mirror, Darkly”. Aparentemente cavanhaques são moda entre os vulcanos do universo do Espelho.
  •  O episódio tem o maior teaser da história de Star Trek, com 14 minutos e 6 segundos.
  •  Lisa Randolph, a roteirista deste episódio, foi “emprestada” para a equipe de Discovery. Ela faz parte da equipe de escribas da série Jessica Jones, fruto da parceria Marvel/Netflix.

 Ficha técnica

Escrito por Lisa Randolph
Dirigido por TJ Scott
Exibido em 14/01/2018
Produção: 111

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Jason Isaacs como Gabriel Lorca
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly
Shazad Latif como Ash Tyler

Elenco convidado:

Wilson Cruz como Hugh Culber
James Frain como Sarek-Espelho
Michelle Yeoh como Philippa Georgiou-Espelho
Emily Coutts como Keyla Detmer
Riley Gilchrist como Shukar
Julianne Grossman como computador da Discovery
Devon MacDonald como engenheira de serviço
Ali Momen como Kamran Gant
Dwain Murphy como capitão Maddox
Tasia Valenza como computador da Shenzhou
Chris Violette como Britch Weeton
Romaine Waite como Troy Januzzi

TB ao VIVO

82 Comments on "DSC 1×11: “The Wolf Inside”"

  1. OFF, tem mais alguém com problemas para carregar os comentários ? No firefox, para mim, o Disqus não está carregando. Começou a ocorrer há menos de uma semana.

  2. Fabiano Correia | 15 de janeiro de 2018 at 11:08 am |

    Pelo visto o Tyler e realmente quem nos pensavamos

  3. Eta sorrisinho Lorca.

  4. O destaque deste episódio foi sem dúvida o Tyler/Voq! Que interpretação. O ator encarnou muito bem o papel de um ser atormentado, com duas personalidades estanques, que não comunicam entre si, isso foi muito bem trabalhado.

    Embora a audiência já soubesse desse “segredo” foi interessante ver como os personagens lidaram com essa revelação chocante, principalmente a Michael que parece estar entrando numa espiral sem fim de sofrimento. Por um momento eu acreditei que a execução do Tyler fosse realmente ser levada a cabo pela Miachel.

    Pior, ela nem teve tempo de digerir o choque da revelação do Tyler e já se viu diante de um novo baque, a imperatriz, como a maioria previu (eu inclusive), é justamente a contraparte da capitã Georgiu do Mirror Universe.

    Acredito que esse MU irá testar a os limites da Michael e sinto que o capitão Lorca a segue manipulando. Ele claramente tem um objetivo nesse universo. Aliás, começo a suspeitar que a Defiant terá um papel central no desfecho deste arco.

    Considerações:

    1) A cena da “morte” do Stamets foi muito comovente, a Tilly está cada vez mais caindo no meu gosto.

    2) Não só gostei de ver as espécies clássicas de jornada mais uma vez na tela, como os telaritas e andorianos, como fiquei bastante feliz em saber que essas espécies não foram drasticamente modificadas, aliás, gostei especialmente da caracterização do Andoriano, ficou muito parecido com os andorianos que vemos em TOS, claro que com uma maquiagem convincente e bem realista.

    3) Não sei como a Miachel utilizará a informação do Voq do universo espelho em seu favor quando retornar para seu universo, até porque ele não disse nada demais ao meu ver.

    Aliás, achei que a ida dela ao planeta rebelde foi um risco mal calculado, mas justificável diante do extermínio eminente. Por mais que Michael quisesse alertar os rebeldes do ataque iminente, ela acabou se expondo perante o império e a sua insubordinação atraiu os olhos da imperatriz.

    4) Concordo com a prognóstico da Michael, cada dia neste universo é como acordar dentro de um pesadelo.
    Este episódio teve um carga dramática intensa e não deu espaço para nenhum alívio cômico. Acredito que o Mirror Universe possa a vir se torna cada vez mais pesado de agora em diante.

    Motivo pelo qual começo a concordar com “Odo” que participou da última live do Trekbrasilis, é melhor que eles saiam o mais rápido possível deste universo, afinal, ele já não tem tanta graça e temo as coisas ficarão piores e conceito de universo espelho começará a ficar pesado e demais, indo além do necessário.

    Torço para que o próximo episódio seja a conclusão do arco do Mirror Universe!

    5) A direção deste último episodio não foi tão insipidara como a direção do “Riker” no último espisódio, portanto, dei nota 3,5 para este episódio.

  5. Engraçado, no meu caso, o Disqus não carrega no Chrome, já no Firefox carrega de boa, tanto é que só consigo comentar por ele aqui no Trekbrasilis. Mas em outros sites em que Disqus é usado (Baboo, TecMundo, SCS blog, Congresso em Foco) funciona normalmente em qualquer navegador (IE, Edge, Chrome, Firefox…)

  6. Excelente episódio, aos poucos o seriado vem esclarecendo algumas lacunas deixadas por outras séries como os klingons humanos, por exemplo. Finalmente a contraparte do Ten Tyler aparece no “jardim” de esporos (o que indica ser a ponte entre os dois universos) e o que resultará neste encontro, espero que não fiquem naquele dilema enfrentado por Kirk ao lidar com Lázaro em TOS em que um beirava a loucura e o outra a sanidade…

  7. O problema aqui é apenas no Trek Brasilis e eu acho que de uma semana pra cá. Os outros sites funcionam perfeitamente.
    Nesse momento, eu estou usando o Opera (ou seja, um fork do Chrome) .

  8. Esqueci de mencionar, este problema começou, no meu caso, a partir de quinta-feira.

  9. João Luiz Silva Cruz | 15 de janeiro de 2018 at 2:28 pm |

    Coitada, ela só se lasca.

  10. OMG!!! Caras o que foi esse episódio? Eu estou chocada 😨. Burnham e Tyler me mataram. E Lorca, sei não 🤔, que risadinha inside foi aquela no final do episódio quando a Imperatriz deu HELLOO?!!
    Eu acho que Burnham e L’Rell ainda vão queimar por Tyler, ainda não vimos esse drama por completo.

    Episódio FANTÁSTICO!!!

  11. Star Trek Discovery S01E12 Preview
    https://www.youtube.com/watch?v=maz30XZocL0

  12. Dá uma olhada no preview do próximo episódio…..

  13. João Luiz Silva Cruz | 15 de janeiro de 2018 at 3:11 pm |

    Concordo, não sei o porquê eles colocaram que o “imperador” é uma figura sem rosto. Não faz sentido. O MU é pesado mesmo justamente pela questão que nos vimos em nosso pior estado, acho que o próximo deve ser o último já que eles geralmente fazem arcos de 3 episódios.

  14. João Luiz Silva Cruz | 15 de janeiro de 2018 at 3:14 pm |

    Gostei da parte do Stamets no jardim, ele de fato é um dos melhores personagens e acho que vem coisa boa do arco dele.

  15. João Luiz Silva Cruz | 15 de janeiro de 2018 at 3:16 pm |

    Episódio foi bom dou 3/4, teve uma coisa me incomodou que foi o fato da Michael saber a posição da DSC no momento do transporte e a DSC já saber que iria receber o Tyler (Visto que eles já estavam esperando armados), não sei se foi falha do roteiro ou se alguma cena foi editada.

  16. João Luiz Silva Cruz | 15 de janeiro de 2018 at 3:21 pm |

    Acabei de rever a cena, depois que os seguranças pegam o Tyler a Michael dá uma olhada em direção ao Saru Slave, onde podemos subentender que no meio tempo para a execução ela entrou em contato com a DSC e bolou o plano.

  17. leonardo da costa ferreira | 15 de janeiro de 2018 at 4:46 pm |

    Desde que Discovery saltou para o MU a minissérie assumiu uma pegada mais B.S.G. Acredito que a ambientação no espelho deva continuar por mais dois episódios no mínimo. Eu acho que a grande inovação é que pela primeira vez fatos do MU estão rerveberando no PU e vice e versa. Antes era basicamente uma via de mão única. Personagens do PU iam ao MU e o transformavam. Quase nunca acontecia o oposto. Eu estou gostando. É uma novidade na história da franquia.

  18. Creio a intenção do Imperador sem rosto é a forma mistica de fazê-lo onipresente no Império. Como a barreira das distâncias, de certo modo, foi quebrado no século XXIII, qualquer um poderia sê-lo dai o medo e a opressão velada para exerce controle sobre os súditos. Qualquer um, no Universo do Espelho, poderia, em tese, ser o Imperador e os súditos poderiam estar sendo observado por ele sem saber, dai sobrevem o controle pelo medo de sofrerem as consequências de alguma desobediência. Situação semelhante foi vivida pela China Maoísta com a revolução culural. Todo mundo fiscalizava todo mundo e o medo de andar de forma contrária ao governo e ser denunciado pelo vizinho fazia que o ditador comunista fosse onipresente no Estado e a população sempre ficava na linha em virtude do medo em cair desgraça.

  19. Vai até o final da temporada – Se não me engano, serão seis episódios, como já foram dois (10-11) faltam mais quatro (12-13-14-15), isto se não começarem a segunda temporada no Universo do Espelho.

  20. Será que Lorca, na verdade, não é algum amante rebelde da Imperatriz?!

  21. Acho que Tyler Espelho veio para colaborar em vez de atrapalhar, afinal o diálogo entre os dois
    “Ola Paul. Pronto para começar a trabalhar?
    Torcia pra você encontrar o caminho”

  22. Acho que Tyler Espelho veio para colaborar em vez de atrapalhar, afinal o diálogo entre os dois
    “Ola Paul. Pronto para começar a trabalhar?
    Torcia pra você encontrar o caminho”

  23. Será que a nave da Imperatriz tem camuflagem e por isso Lorca queria tanto o código e a Michael por ser íntima da Imperatriz e assim ter acesso a mesma.

  24. rafaelpedro1612 | 15 de janeiro de 2018 at 7:41 pm |

    Olá. Alguém poderia esclarecer o exatamente foi feito com o Vok / Tyler? Não entendi bem. Transformaram o corpo original do Vok em corpo humano? E quanto aos órgãos? Se é assim, pq existem 2 personalidades? Aquilo foi muito confuso para mim.

  25. Então Voq foi mutilado cirurgicamente e transformado em humano e foi implantado memorias de tyler nele …sobre a sua mente.
    E o verdadeiro Tyler? Deve ter sido morto.

  26. Parece que tem uma coisa rolando entre eles, se é que Lorca é mesmo do universo espelho, no episódio anterior ficamos sabendo que o Lorca do universo espelho tinha se rebelado contra a Imperatriz.

  27. Como diria o Nerso da Capitinga, Ash Tyler “Mor-reu!”…

  28. Palavras do Voq, o corpo dele foi “reduzido” para ser transformado em um humano

  29. Leandro Henrique Pereira Neto | 15 de janeiro de 2018 at 10:23 pm |

    Bom episódio a interpretação do Tyler/Voq foi brilhante. Acredito que está disputa entre a personalidade Tyler/Voq ainda vai dar panos para a manga.
    A história caminhou bem esclarecendo alguns pontos e levantando outros novos.
    No aguardo do desenrolar da série, acredito que teremos mais dois no espelho e os dois últimos no universo prime.

  30. Luiz Henrique Mendes | 16 de janeiro de 2018 at 2:57 am |

    Mais um ep de tirar o chapéu. Cai bonito na execução do Tyler! Discovery com histórias fantásticas e um visual arrasador.

  31. Lendo seus comentários eu apostaria em uma nota de uns 2,5 e no entanto você quase deu nota máxima. Identifiquei-me com seus comentários pois algumas coisas que me incomodaram neste episódio se assemelham ao que disse. Lembrei também da Live do TB, será que manter a série por muito tempo no MU será algo que se sustentará? Eu já estou acreditando que não. Eu vou rever o episódio mas por enquanto é nota no máximo 3.

  32. Eu dei três e meio, já reconhecendo que fui generoso, logo, uma nota três também seja possível e talvez seja até mais adequada.

    No entanto, apesar das críticas que teci, como entretenimento o episódio funciona muito bem, prendeu minha atenção do início ao fim e ainda me deu alguns suspiros!

    Mas o episódio apresenta virtudes, a atuação do Shazad Latif está soberba e apesar de mais de ser mais tenso e sombrio, a trama me surpreendeu duas vez com duas quase mortes, a do Stamets e a do Tyler.

    O problema do Mirror Universe é que jornada é um futuro utópico, estão a distopia deste universo não combina com o otimismo da franquia.

    Dito isso, o fato do Stamets ter sobrevivido e do Tyler/Voq não ter sido executado, demostra que Discovery ainda mantém as esperanças de que os personagens poderão dar a volta por cima e superar essas adversidades.

    A série já começa forçar os seus limites e está cada vez mais difícil ou crível que eles poderão continuar a “enganar” a morte daqui para frente.

    E enquanto a série estiver vagando por esta distopia, também fica cada vez mais difícil para a Michael e a tripulação da Discovery se manter otimista.

    Por isso torço para que a Discovery retorne ao seu universo o quanto antes, já que o tom sombrio deste Mirror Universe destoa da essência de jornada.

  33. Ele disse claramente que é o Voq.

  34. Algumas situações que, apesar de se tratarem de pequenos incômodos, no conjunto da obra…
    – Meio difícil de aceitar esta dificuldade toda em passar as informações sobre a Defiant a ponto de isto durar dois episódios. Eles fazem comunicações por imagem, falam abertamente sem disfarces nestas comunicações, então não são rastreadas, e não conseguem enviar os dados a ponto de ser necessário enviar aquele disquetinho via Tyler/Voq?
    – No caso do Culber, foi só ele começar a desconfiar que o Tyler deu aquele golpe rápido é indefensável. No caso da Michael a conversa foi totalmente franca, ficou evidenciado claramente que o cara é um espião Klingon, e aí a ação dele foi bem mais lenta a ponto do Saru sem nome chegar e resolver. Mesmo considerando os sentimentos de Tyler pela Michael, sei não.

    Abraços.

  35. André Pinheiro | 16 de janeiro de 2018 at 10:17 am |

    No Chrome pelo celular ou pc pelo modo anonimo está abrindo. Já no modo normal não carrega…

  36. Interessante. Acabei de testar no firefox. No modo anonimo (private window), o disqus carrega normalmente. Dá até para logar e comentar, como estou fazendo agora.
    Testando no desktop.

  37. Antonio de Pádua | 16 de janeiro de 2018 at 11:39 am |

    Não duvido que organizem um resgate para recuperar o verdadeiro Tyler

  38. Antonio de Pádua | 16 de janeiro de 2018 at 11:40 am |

    Não nos esqueçamos que em ENT vimos a questão do virus que altera geneticamente os Klingons reduzindo as cristas

  39. Antonio de Pádua | 16 de janeiro de 2018 at 11:42 am |

    Acho que o Stamets do lado espelho é “do bem” e não concorda com os métodos do império Terraqueo

  40. Antonio de Pádua | 16 de janeiro de 2018 at 11:46 am |

    Apesar do enorme número de inconsistências que este “universo espelho” gera, o episódio foi muito legal e contribuiu para ir esclarecendo a história. No caso do Tyler / Voq, além dos procedimentos cirurgicos a que ele foi submetido, não podemos esquecer a terapia genética que vimos em ENT e que remove as cristas dos crânios dos Klingons. No caso do Stamets, creio que a sua contraparte do universo espelho é “do bem” e vai ajudá-lo. Creio que neste processo vai encontrar uma forma de “ressuscitar” o Doutor (no After Trek da semana passada ficou no ar se o Dr. estava 100% morto)

  41. Jotape Ferreira | 16 de janeiro de 2018 at 1:25 pm |

    Achei um bom episódio, mas aquele começo com a Michael pensando sobre a sua vida no UE achei meio maçante. Porém depois ficou bacana, com a missão no planeta rebelde, o surto e a revelação do Tyler e a aparição da Imperatriz.

    Teve muita coincidência? Teve, mas ficou legal de qualquer forma.

  42. Achei o episódio muito bom. Ponto forte do episódio a cena Tyler/Michael. Doug Jones muito bem com os dois Saru e os aliens tradicionais em nova e boa roupagem. Achei o episódio bem introspectivo, com revelações já um tanto imaginadas mas não esperadas tão cedo. Pra mim foi o “time” perfeito para revelação de Tyler/Voq. Já estava ficando difícil segurar esse trauma psicológico do personagem.
    Pontos fracos achei em cenas que pareciam cortadas demais ou corridas, como a cena da Detmer já acionando os torpedos logo depois da transmissão para atacar a base em outro planeta ou Tyler ser enviado ao espaço para ser capturado pela Discovery logo em seguida ou com Saru já sabendo quem era Tyler. Também achei a cena no planeta pouco convincente. Os rebeldes já levando a capitã do mal para seu líder e mostrando a localização da base camuflada. A cena technobable de Tily é bem Star Trek mas ela pedindo a Saru uma ajudazinha na Academia durante o procedimento ficou meio destoado. Mas de resto achei todo o episódio bom. O sorriso maroto do Lorca já diz muita coisa. Acredito que a Burnham vai precisar de ter jogo de cintura. Alguém dedurou sua demora em atacar e/ou ida ao planeta para a presença da Imperatriz, que sinto ter uma certa simpatia pela Mirror Michael mais do que mentora do Prime.
    Estou gostando desta volta da série. Parece que a série começa a encontrar seu caminho e os atores a agirem com mais desenvoltura.

  43. Universo Espelho não faz sentido mesmo. Melhor nem conjecturar muito.

  44. Tyler/Voq é um personagem já condenado nos dois mundos. Por trair a capitã e por ser espião Klingon. Fico pensando se vai durar mais que esta temporada.

  45. O episódio foi divertido? Sim. A produção e atuações continuam ótimas? Sim. Estou com medo de enjoar rápido do MU? Com certeza! Tenho medo de que desenvolvam os próximos episódio mostrando os contrastes entre os personagens do universo prime e do universo mirror, como fizeram com os dois Sarus e dois Tyler/Voq nesse episódio. Minha esperança é que, nos próximos episódios o plano do Lorca fica mais claro e que eles parem de enrolar sobre o mistério do Stamets.

  46. Acho difícil também, mas desde o último episódio acho que a conclusão desse série vai ser se desenvolver numa espécie de Game of Thrones: Michael e Lorca que se cuidem.

  47. A Beverly tabém pediu uma ajudazinha do Picard para ajeitar a vida do Wesley quando ele não passou na Acadêmia. Isso só não foi mostrado em tela.

    rsrsrsrsrsrsrs

  48. Achei uma boa sacada dos produtores para criar uma série de um estilo diferente de Star Trek que nós já vimos, mas baseada em um universo que já existia no cânone. Gosto bastante de BSG e essa pegada mais refletiva de Discovery, em alguns momentos, não incomodou, mas admito que gostei mais dos episódios mais leves do primeiro arco. Tenho medo de que a série fique muitos episódios nesse baixo astral da Michael.

  49. Isso vai de encontro com o episódio A Caminho de Babel, da série clássica, em que o Andoriano Thelev era, na verdade, da espécie de Orion, cirurgicamente alterado.

  50. João Luiz Silva Cruz | 16 de janeiro de 2018 at 3:36 pm |

    Seria interessante se ele estivesse vivo, e participasse da segunda temporada, abriria um leque de conflito com a tripulação em especial a Burnham.

  51. João Luiz Silva Cruz | 16 de janeiro de 2018 at 3:52 pm |

    Tive a mesma mesma impressão com relação a velocidade, tanto que no inicio achei forçado o transporte do Tyler para a DSC, mas depois reparando na cena anterior a Michael da uma olhada para o Saru slave e já bola o plano ali, o problema é que como não vemos isso em tela da impressão que ficou atropelado. E de fato ficou.

  52. ta parecendo que esfolaram o tyler e vestiram a pele dele no voq kkkkk

  53. Bervely pediu ajuda de PIcard para livrar a barra do Wesley no acidente com os cadetes.
    Só achei o momento da cena da Tily um pouco destoante. Talvez tivessem a intenção de quebrar o tom tenso da situação com uma pitada de humor leve. Só não tivesse essa sensação, outros podem ter achado legal.

  54. João Luiz Silva Cruz | 16 de janeiro de 2018 at 5:50 pm |

    Pode ser quye não realmente, mas com certeza não ficará até o fim da temporada lá.

  55. E eu desconfio que não fará muito bem para a nova audiência prolongarem muito a história dentro do MU. Tomara que saiam no próximo episódio.

  56. Só pra avisar que o TB Live, extraordinariamente, vai passar nesta quarta-feira. Ok? Não percam!

  57. Se você acha, ok. Talvez na penúltima…

  58. Primeiro você transforma o corpo Klingon em humano.
    Depois você esconde a personalidade que sobrou embaixo de uma nova personalidade humana.

  59. David Gaertner Curitiba | 17 de janeiro de 2018 at 12:39 am |

    Tô torcendo por isso

  60. David Gaertner Curitiba | 17 de janeiro de 2018 at 12:42 am |

    Concordo com cada palavra tua

  61. David Gaertner Curitiba | 17 de janeiro de 2018 at 12:44 am |

    Por favor me forem uma duvida….essa viagem ao UE….não está na mesma linha temporal de Enterprise, certo? Pois a Imperatriz Georgiu deve ser descendente da Imperatriz Sato. Então, a Defiant? Já fazem uns 90 anos que tá lá?

  62. Renan Cariolando Feitosa | 17 de janeiro de 2018 at 7:01 am |

    O episódio dos tribbles tbm temos um klingon cirúrgicamente alterado para parecer humano

  63. João Luiz Silva Cruz | 17 de janeiro de 2018 at 8:38 am |

    Até porque eles tem que resolver a guerra 😀 . Já que a Burnham tem a solução…

  64. Aproveitando o que o Ralph escreveu se existe um defeito mais destacado na série é justamente essa impressão de que faltaram cenas em alguns episódios, que alguns cortes são abruptos e que fica a sensação de que faltou uma frase a ser dita ou algo a ser mostrado.
    Longe de estar atrapalhando o desenrolar da série como um todo, mas já que não existe um limite rígido de tempo de duração dos episódios, poderia ser evitado.

  65. Eu concordo com você, essa cena destoou do resto do episódio. Pensando em retrospectiva, acho que ela só aconteceu porque os roteiristas queriam acrescentar um drama pessoal da Tilly na resolução do problema do Stamets. Mas no final, pareceu insensível e, talvez, pouco profissional da parte dela.

  66. Isso já vem de algum tempo. O telespectador tem de usar a presunção de veracidade para imaginar que fatos ocorreram para que a cena se complete. Não afeta em si o conteúdo do que se quer mostrar mas fica uma sensação estranha, de algo corrido.

  67. Sim. É o que se presume. Ainda não foi dito na série, mas se seguir o cânon, sim. O produtor Sullivan disse recentemente que a nave foi modificada pelos terranos, e pela imagem no episódio ela aparece com alguma mudança em relação a original que vimos em TOS.
    Não dá pra afirmar que a Imperatriz Georgiu seja descendente da Sato ou ter sido colocada lá por ela, mas a tendência é que seja isso mesmo. Uma boa sacada para o retorno da Michelle.

  68. Concordo. Eu bati muito nessa série mas percebo que ela começou a entrar nos eixos. Porem ainda fico agoniado com o visual esses klingons.

  69. Outra opção eh usar um doutor mirror. Rs

  70. Eu tomei um susto quando vi a Georgiou. No final do episodio percebi que estava de boca aberta do susto q eu levei. Kkkkkk

  71. Antonio de Pádua | 17 de janeiro de 2018 at 5:16 pm |

    Acho que a nave da Imperatriz é a Defiant

  72. Antonio de Pádua | 17 de janeiro de 2018 at 5:17 pm |

    Aí vai ser o “açougueiro mirror” não vai dar certo. kkkkkk

  73. DrunkCharmander | 17 de janeiro de 2018 at 6:48 pm |

    Vestiram ele estilo Dr Hannibal Lecter. Pesado.

  74. Na verdade Tyler não está condenado oficialmente ainda. Dependendo de qual personalidade dele vai prevalecer ele ainda pode ter algum tipo de redenção.
    Algo interessante que o produtor e roteirista que estava no último After Trek disse quando respondeu uma pergunta sobre outro assunto é que se vc não viu um corpo ainda, tudo pode acontecer. Mas eu acho que até mesmo vendo o corpo de Culber, tudo pode acontecer sobre a morte dele, e, por enquanto ainda não vimos o corpo do Tyler original, então vai saber o que vai acontecer na segunda temporada.
    Meu palpite é que a redenção de Tyler/Voq pode ser salvar a vida de Burnham, ele tinha prometido que iria protegê-la a qualquer custo, talvez ele sacrifique a própria vida fazendo isso.

  75. João Luiz Silva Cruz | 17 de janeiro de 2018 at 10:53 pm |

    Acho que por aí mesmo, até porque não faz sentido metade da termporada os caras se matando com a guerra e depois jogar o arco de lado, se fizerem isso será um tiro no pé.

  76. David Gaertner Curitiba | 18 de janeiro de 2018 at 9:28 pm |

    Valeu

  77. O que o Capitão Lorca realmente esconde? Uma lista de teorias sobre Lorca que estão pipocando na web!

    https://trekmovie.com/2018/01/19/star-trek-discovery-fan-theory-analysis-what-is-captain-lorca-hiding/

  78. Salvador, sobre sua análise, concordo em tudo. Foi o episódio que mais me incomodou, talvez empatando com aquele do Saru na floresta. Achei aquele grupo no planeta um bando de figurantes de luxo, a Michael não teve motivo plausível para ir naquela missão arriscada, entre outros problemas apontados por você, com os quais concordo. Este episódio me fez crer que já basta de universo espelho. Vamos aguardar o fim da temporada com esperança. Abraços.

  79. Hidalgo Dos Anjos | 21 de janeiro de 2018 at 9:08 pm |

    Eu realmente acreditei que a Michel não queria exterminar as pessoas do planeta e precisava ganhar temp o para achar uma solução.

    Também acreditei que poderia ter uma resposta sobre como todos estavam unidos em prol de uma causa o que ao retornar ao universo normal poderia ser a solução do fim da guerra com os Klingons

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