Takei fala sobre personagens gays e o novo Sulu

george_takei-1.jpgO veterano ator da Série Clássica, George Takei (Sulu), conversou com o site Metro Weekly, onde disse estar feliz por Abrams manter a diversidade, assim como foi na série original e que gostaria de ver um tema sobre homossexualidade em Jornada. Takei ainda fez uma pequena revelação sobre o novo Sulu.

Takei, embora seja defensor de uma maior liberdade de expressão para temas homossexuais na televisão e no cinema, concordou com o criador da série original por não introduzir essa discussão nos anos 60, “Eu me lembro de ter conversado com Gene Roddenberry sobre a introdução de um personagem gay. Gene era um homem extraordinário e um visionário. Ele sempre nos dizia que a Enterprise era uma metáfora da Terra e que a força da nave estava na diversidade, com a tripulação trabalhando em conjunto. Gene era realmente uma pessoa esclarecida e achava ser uma tolice toda essa homofobia (discriminação a homossexualidade) e toda essa legislação e preconceitos contra a igualdade de sexos. Mas ele sentia que para estabelecer as bases que havia criado para a série era importante para a futura franquia se manter no ar, uma vez que as emissoras de televisão eram os meios de comunicação mais conservadores, na época. Se ele puxasse esse tema, o programa seria detonado”, disse Takei.

“Essa era a filosofia de Gene. Infelizmente, quando Gene morreu a série A Nova Geração morreu junto. Um grupo assumiu o comando e não necessariamente mantive a filosofia humanística do criador. David Gerrold, que escreveu “O problema com os Pingos”, produziu um episódio com tema homossexual para A Nova Geração, que não foi adiante por causa da tendência (conservadora) dos tempos. Contudo o script foi filmado no fanfilm New Voyages”, alegou o ator.

O personagem Sulu sempre aparentou possuir um temperamento forte e masculino. Chegou a ter uma filha, Demora (interpretada pela atriz Jacqueline Kim), e tornou-se capitão de uma nave estelar. Takei acredita que mesmo que fosse revelada sua sexualidade nos tempos da série original, eles não teriam mudado as características básicas de Sulu, “Essa é uma questão. Eles (da produção) sabiam que eu era gay, mas eu não havia divulgado isso a imprensa. É difícil de dizer, mas acredito que como meu personagem tornou-se pai e capitão, isso teria sido possível. Algumas pessoas sabiam de minha condição (gay), mas ainda assim fizeram o meu personagem seguir o caminho que seguiu”.

sulu_esgrima.JPGA respeito do novo Sulu, Takei fez uma pequena revelação, “É um Sulu mais jovem (do que eu fui). Na realidade, ele possui alguma bravura heróica nesse filme que vem à tona. Nós sabemos que a paixão de Sulu é a esgrima e teremos muita luta de esgrima acontecendo”, disse Takei. O ator John Cho que interpreta o jovem Sulu no novo filme de Jornada, disse em entrevista recente que estava fazendo muito treinamento para cenas de ação.

Fonte: TrekMovie e TrekWeb

29 Comments on "Takei fala sobre personagens gays e o novo Sulu"

  1. O Sulu como ator foi excelente, mas ele está confundindo o personagem com ele mesmo! Só porque ele é gay não quer dizer que o Sulu deveria ser gay! E não tem que botar nada de homosexualismo em jornada não! Algumas pessoas hoje em dia querem impor à sociedade que isso é algo dito “normal”. =/

  2. Alan Pires Ferreira | 13 de janeiro de 2008 at 12:55 pm |

    Alguns trogloditas acham que o simples fato do próximo RESPIRAR já é uma imposição! E estas bestas quadradas prepotentes, egoístas, mesquinhas ainda se auto-denominam trekkers.

  3. Francisco Oliveira | 13 de janeiro de 2008 at 1:33 pm |

    Pois é , recentemente ele trabalhou em HEROES como pai de Hiro Nakamura . Não vejo a necessidade de ele levantar bandeira sobre sexualidade …
    Da mesma forma que os heteros , as feministas , os machistas e por aí vai …cada um na sua respeitando ao próximo .

  4. Acredito que adicionar novos personagens sejam eles como forem, gays ou não, é válido e realmente vem a somar. Mas alterar tão radicalmente o que já foi pre-estabelecido como a sexualidade de personagens que estão aí a decadas apenas porque o assunto está deixando de ser tabu, não acho interessante. Parece forçassão de barra… Concordo com o NiCoDeMuS, o George Takei está confundindo as bolas.

    Abraços

  5. Alan Pires Ferreira | 13 de janeiro de 2008 at 3:32 pm |

    George Takei ter assumido publicamente sua homossexualidade foi a melhor coisa que poderia ter acontecido ao universo de Jornada nas Estrelas. Está ajudando a tirar as máscaras de tolerância dos trekinhas, permitindo que vejamos sua feiúra mesquinha, ignorante e preconceituosa. Adoro ver esses otários entrando em pânico diante de uma SITUAÇÃO REAL de diversidade. Os trekinhas alegam gostar de um seriado de TV defensor da tolerância e o estímulo à diversidade, mas ao mesmo tempo vomitariam de nojo caso fossem obrigados a apertar a mão de um homossexual e ficariam uma semana de piriri caso suas filhas namorassem um negro. Escondem sua intolerância atrás da falácia de que “introduzir situações de apelo gay, ainda que na proporção de 1 para 700 seria mudar os rumos da franquia, impondo um estilo de vida”. Ora, se os trekinhas não conseguem tolerar nem mesmo um humano com um gosto sexual diferente do seu, será que conseguiriam manter contato com alienígenas reais, alguns dos quais provavelmente devem se alimentar pelo mesmo orifício com o qual defecam? (Ou você acha realmente que as outra inteligências extraterrestres aí fora serão humanóides?) O que atraiu os trekinhas para Star Trek não foi sua visão futurista de integração pacífica, mas alguma pirotecnia tola de adolescente. Eles nunca conseguiram penetrar além do verniz. Não conseguem entender que o seriado é uma alegoria para a situação atual da Terra, uma crítica aberta a personalidades medievais como a sua.

  6. Prezado Alan,

    Vc deveria escrever um livro, não acha?

  7. Alvaro Monteiro | 13 de janeiro de 2008 at 5:16 pm |

    Acho que Jornada ja discutiu sobre homossexualidade em alguns episodios..Me lembro de um da Deep Space com a JadziaDax onde se reencontrava com uma mulher que teria sido o seu marido e grande amor…Metáforas a parte achei o resultado do episódio muito interessante para discutir preconceitos…

  8. Ok Alan! Você tem a sua opinião e eu tenho a minha. Não vamos discutir nem mesmo baixar o nível, ou não seríamos trekkers, como você mesmo disse!!

    Sim…eu me lembro do episódio da Jadzia! Rolou até um beijo com a outra atriz.

  9. Algumas pessoas hoje em dia querem impor à sociedade que isso é algo dito “normal”

    —–

    Nao imaginava essa frase horrenda vindo deum trekker…

  10. Olá a todos. Queria, antes de mais nada, dizer que é um prazer estar aqui e compartilhar desta companhia tão fervorosa quanto exigente.
    Quanto a homossexualidade, NiCoDeMuS não expressou qualquer tipo de preconceito, referiu-se a mudar a sexualidade de um personagem já criado e com um perfil, há muito, desenvolvido, que alias, concordo plenamente. Imaginemos se a partir de hoje a Ten. Urrura passasse ter etnia branca ou o Spock há manifestar emoções comuns… seria mudar um personagem já montado do qual já estamos afeiçoados (praticamente íntimos). Adicionar um personagem Gay, ou Iraquiano, ou Flamenguista… em fim, não teria o menor problema, pois será mais um a nos dar a oportunidade de nos afeiçoar.
    Alan, é muito comum confundirmos “preconceito” ao expressarmos nossas “predileções”. Lógico que cada um aqui tem gostos diferentes em algumas coisas, porém… mesmo assim, estamos juntos hoje por gostar muito da mesma coisa (Jornada nas Estrelas). Estamos no mesmo barco!! melhor dizendo… na mesma NAVE!!
    Abraços a todos

  11. Não sei se fui eu quem interpretou errado ou os colegas, mas não entendi como Takei querendo alterar o status hetero do personagem em momento algum da matéria.

    Na verdade ele até diz que mesmo se soubessem que ele era assumidamente gay na época o personagem provavelmente seria abordado da mesma maneira que o foi, como pai e capitão!! De fato alguns já sabiam de sua opção homossexual e o personagem não sofreu inclinações nesse sentido!!

    E também acho paradoxal um fã de Jornada manifestar discurso preconceituoso sobre o que quer que seja.
    Não concordar com a mudança infundada de características de um personagem estabelecido é uma coisa, mas repudiar um comportamento inerente a realidade da sociedade humana é outra bem diferente.
    Odiaria se do nada tornassem Sulu gay, mas nada tenho contra um personagem gay desde que seja novo na franquia.

  12. Amigos
    Lembro a vocês um episódio da Nova Geração (não me lembro agora o nome) aonde esta questão foi levantada de forma respeitosa. A história era a de um planeta aonde as pessoas não tinham sexo definido e o Riker acabou se apixonando por um dos personagens. Mas, no caso do Takei, ele está realmente misturando personagem com vioda pessoal.

  13. Leandro Martins | 14 de janeiro de 2008 at 1:02 pm |

    A melhor maneira de tratar o assunto de homossexualismo em obras da franquia é fazer como eu fiz na minha fanfic Earth, DC: fazer a coisa o mais “no-issue” possível.

    Ou seja, o fato de o personagem ser gay como apenas algo a mais da sua biografia e personalidade, e fim de papo, sem se atentar para esta questão a toda hora. Afinal de contas, seria exatamente assim que a sociedade federada do século 23 em diante trataria a questão.

  14. Como a homosexualidade é resultado de uma falha de programaçao do cerebro durante o desenvolvimento do feto, lá no seculo 23 esse pequeno problema poderá ser eliminado por tecnicas de engenharia genetica,por tanto no seculo 23 nao existirao mais homosexuais!!!!!

  15. Anderson,

    homossexualidade não é uma “falha” de programação. É uma forma alternativa de programação. Não causa problemas visíveis à saúde do organismo, então não pode ser considerada uma “falha”.

    E há até quem diga que, pela psicologia evolutiva, faz muito sentido, em animais sociais, ter certos membros do grupo com orientação sexual alternativa. Se fosse ruim para a espécie como um todo, o traço teria sido eliminado pela seleção natural. Ao contrário disso, o mundo animal está cheio de exemplos de homossexualidade.

    Tendo dito tudo isso, eu acho que esse tema tem de ser tratado com muita sensibilidades pelos powers that be em Jornada nas Estrelas. Não pela homossexualidade per se, mas pelo fato de que o programa é voltado para a família. Isso exclui também a presença de cenas tórridas de sexo (hetero ou homossexual) ou violência sanguinolenta (note como as mortes em Star Trek em geral são “discretas”, sem sangramentos ou grandes demonstrações de violência, mesmo entre os Klingons: uma facada, o cara cai no chão e morre!). Daí a necessidade de tomar cuidado.

    Fora isso, não vejo problemas. Alusões discretas à homossexualidade não fariam mal nenhum. Muito pelo contrário, ajudariam, de forma homeopática, a eliminar o preconceito, que lamentavelmente ainda é forte nas sociedades humanas do século 21.

    Abraços,

    Salvador

  16. Amigo Anderson, você parte de duas premissas pra lá de equivocadas. Em primeiro lugar, essa conversa de “falha de programação” do cérebro já caiu em desuso há muito tempo, e as únicas pessoas que ainda acreditam nisso são aquelas que insistem no comportamento ilógico e retrógrado de não encarar a diversidade sexual (ou quaisquer das infinitas diversidades, em suas infinitas combinações) como algo natural. A genética tem sua parte sim, mas fica bem longe de ser um fator determinante per se.
    Em segundo lugar no que tange ao Universo da série, a engenharia genética é, mesmo nos séculos 23 e 24, algo ainda levado com extremas restrições pelos humanos, devido a todas às complicações éticas inerentes à questão (exemplo disso são os geneticamente melhorados como Khan e o Dr Bashir). Fora o fato de que se hoje já é extremamente questionável, imagine no século 23, se alguém quisesse se propor a “curar” a homossexualidade. Por favor, vamos ter um pouco mais de bom senso.
    Concordo ideologicamente com o Alan, e também com o Rafael que apontou sabiamente que essa discussão sobre o Takei está fundamentada em um erro de interpretação de algumas pessoas. Basta dar uma revisitada no texto pra verificar que em momento algum Takei sugeriu que Sulu devesse ter suas características alteradas, embora acreditasse que pudesse ter sido possível SE a série tivesse sido feita após a revelação pública de sua sexualidade na década de 90. (no texto original ele responde isso em uma questão especificamente voltada para este aspecto).
    por fim quanto a abordagem do tema, acho que o Leandro está corretíssimo: tal característica num contexto de Jornada nas Estrelas deveria ser abordada de maneira totalmente natural, preferencialmente em um personagem regular, deixando a alegoria da situação do preconceito em episódios específicos (não necessessariamente em torno do personagem) e não tornando um drama permanente.

  17. “Refraseando” o Anderson eu poderia dizer que:
    “Como o preconceito é resultado de uma falha de programaçao do cerebro durante o desenvolvimento da pessoa, lá no seculo 23 esse (não tão)pequeno problema poderá ser eliminado por técnicas de filosofia e educação apropriadas, portanto no seculo 23 nao existiria mais preconceituosos.”

  18. Alan Pires Ferreira | 15 de janeiro de 2008 at 12:03 pm |

    Na minha opinião, o seriado que melhor soube lidar com essa questão da orientação sexual foi A SETE PALMOS (Six Feet Under) do canal HBO. Por acaso, eles tinham um personagem gay, um latino, um negro… MAS nem por isso o seriado se tornou gay, latino ou negro. Esta diversidade só serviu para enriquecer a série, ampliar seu escopo, aproximá-la do mundo real. Simplesmente não excluíram ninguém. SFU é um bom exemplo de onde vai dar a trilha de inclusão, de coexistência pacífica de opostos que começou em STAR TREK. É meu segundo seriado favorito. (A segunda temporada tem uma participação especial do doutor Phlox de Enterprise.)

  19. Não querendo fugir do assunto, Alan, mas já que você mencionou o seriado Enterprise, bem que a Paramount poderia lançar uma série que cobrisse essa lacuna entre a criação da Federação até os tempos de Kirk. Nessa nova série, além de ser bem detalhada a transição nesse espaço de cem anos – que explicaria o cenário encontrado depois pela tripulação da Enterprise do século 23 – entrariam novos personagens, onde seria abordado o assunto discutido acima, em 17 comentários, alguns inflamados!

  20. Parece que eles (paramount e produtores) têm medo de temas polêmicos, diferente de Gene que fez exatamente o contrário em sua época. Os temas polêmicos no ajudam a evoluir como pessoas para que possamos chegar no século 23 focado em viagens espaciais e explorar novos mundos, ao invés de ficar discutindo se Hiraku Sulu ou George Takei deveria ou não ser gay.

  21. Concordo do Zulu quando isse que muito da essência de jornada se perdeu quando Gene foi desta para melhor.

    Ora, na visão de Gene, a Terra no século XXIII e XIV é um paraíso em termos políticos/econômicos e sociais, aonde não existem guerras ou conflitos, logo, é por que os humanos aprenderam a conviver com as diferenças, sejam elas raciais, de gênero ou relativas à sexualidade e qualquer outra condição humana.

    Logo, seria extremamente coerente com a premissa lançada por Gene se houvesse ao menos um personagem homossexual em toda a franquia.

    Certamente que essa sua condição deveria ser mostrada com naturalidade, sem alarde, pois neste futuro imaginário, este detalhe não faria a menor diferença.

    Até porque, numa sociedade aonde as pessoas se relacionam, inclusive, sexualmente com outras raças alienigenas, qual seria o problema com dois humanos demostrarem afeto, ainda que sejam eles do mesmo sexo?

  22. Alan Pires Ferreira | 17 de janeiro de 2008 at 11:31 am |

    Eu acho que a franquia de Jornada nas Estrelas deveria ser entregue à HBO, um dos poucos canais de TV que gostam de polemizar questões sociais e filosóficas de modo explícito – O seriado se sentiria em casa! É raro encontrar na TV um seriado como Star Trek, que discuta abertamente a tortura (TNG 6×10 Cadeia de Comando), a pena de morte (VOY 2×24 Tuvix) etc. Mas a abordagem a alguns tabus do século 20 continua sendo enviesada; boa parte daquela rebeldia trekker original já foi domesticada, institucionalizada, diluída para menores. A questão da sexualidade é uma dessas que ficam só na sugestão. Ao invés de mostrar, eles se limitam a apenas insinuar que, no futuro, a orientação sexual das pessoas será um não-problema: Em ENT 2×14 Estigma (Stigma) o capitão Archer repreende duramente os vulcanos por discriminarem quem pratica elos mentais, comentando que isso também já ocorreu na Terra e foi superado. Já em DSN 4×06 Reunidos (Rejoined), quando Jadzia comenta que está namorando outra mulher, a major Kira exclama: “Oba! Quer dizer que vamos ter casamento?!” No mínimo, isto demonstra que casamentos entre pessoas do mesmo sexo são naturais para a cultura deles.

    Os chauninistas e egoístas em geral se opuseram ao fim dos sacrifícios humanos, à abolição da escravidão e à emancipação feminina. Mas a humanidade progrediu apesar deles: já estamos no meio do caminho com relação a algumas dessas conquistas, como a extinção do racismo. As lutas atuais são para garantir plena cidadania às minorias (étnicas, sexuais, culturais), erradicar a miséria e aprender a conviver racionalmente com a fauna e flora onde estamos inseridos. Entendo perfeitamente que alguns trekkers não queiram assumir uma posição de vanguarda em relação a estes avanços inevitáveis. Mas também não precisam assumir uma posição de retaguarda! Se não querem pular para o século 24 e ajudar a puxar a sociedade para este futuro, pelo menos que não retrocedam para o século 14 e tentem nos puxar de volta ao passado, usando como desculpa senso comum e dogmas tribais criados a partir da interpretação mesquinha de livros da Idade do Bronze.

  23. Alan Pires Ferreira | 17 de janeiro de 2008 at 11:48 am |

    Só para aproveitar o 24º post de modo mais alegre: esqueci de responder àquela brincadeira de que no futuro eles já terão “corrigido” o “defeito” de fabricação conhecido como homossexualidade. Em uma sociedade que fizesse isso também não haveria STAR TREK, por dois motivos óbvios:

    1º) Uma sociedade intolerante jamais pararia a “limpeza” com os gays. Tenha certeza de que, logo em seguida, eles cairiam na tentação de “corrigir” também os negros, pagodeiros, corintianos e trekkers…

    2º) Uma sociedade totalitária jamais aceitaria um universo ficcional pregando abertamente a diversidade e coexistência pacífica entre opostos. Tudo o que fosse remotamente relacionado a Star Trek seria sumariamente destruído.

    🙂

  24. HUAHUAHAUA… pagodeiros?! Muito boa… Concordo com posts anteriores, reciocinem… como a humanidade poderia ser o pilar da coexistência pacífica entre espécies tão diferentes e ter participado da criação aquela coisa chamada Federação se os humanos do futuro ainda são intolerantes ao ponto de moldar geneticamente todas as pessoas para extirpar aquelas características tida como indesejadas?

    Ora, volto a repertir, se neste futuro imaginário aonde pessoas se relacionam sexulamente inclusive com alienígenas cujas diferenças morfológicas são muitas vezes visíveis, o que haveria de tão errado numa relação entre humanos, ainda que do mesmo sexo?

    Por favor, não progetem o precoceito existente no sec. XXI como sendo um valor moral do sec. XXIV, senão não estaremos desvirtuando toda a filosofia de ST, até porque, jornada veio justamente para quebrar muitos tabus, ou pelo menos essa era a sua premissa nos anos 60.

    Se bem que melhorar geneticamente os pagadeiros para corrigir esse defeito me pareceu muito tentador… hehehe

  25. Correção: senão estaremos desvirtuando*

    É incrível como só percebemos os erros depois de enviar o texto! Se alguém souber como fazer para reeditá-lo agradeço!

  26. Alan, você disse tudo no 24º post! =]

  27. Isso é bacana… parece que alguem acima andou revendo os seus conceitos! hehe

  28. hummm, pagodeiros…………… Interessante…………

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