Odocast analisa “Magic to Make the Sanest Man Go Mad”

Fernando Rodrigues, o Odo do Trek Brasilis, volta nesta semana com seu Odocast falando do episódio 7 de Star Trek Discovery, “Magic to Make the Sanest Man Go Mad“! Para ouvir o podcast, que conta com cerca de 40 minutos de análise, é só acessar na imagem acima apertando o play. E você pode baixar o mp3 para ouvir offline aqui. Para ouvir todos os Odocasts, é só visitar essa página.

6 Comments on "Odocast analisa “Magic to Make the Sanest Man Go Mad”"

  1. Fernando, porque você é o Comissário Odo do Trekbrasilis?

  2. Excelente podcast, concordo com quase tudo. O Salvador no TB ao vivo disse ago interessante, neste tipo de episódio os roteiristas dão uma piscadela de cumplicidade para a audiência, ficando meio que um comum acordo de que aquele é um episódio diferente em que coisas pouco críveis acontecem em prol de algo mais leve, como uma pausa na rotina para dar risadas. Em DS9 por exemplo já houve este tipo de episódio e lembro que certos integrantes do Domínio chegaram a ser retratados como perfeitos idiotas, quando na verdade idiota era tudo o que o Domínio não era; mas ninguém se importou pois o clima do episódio era aquele. Mas neste caso em Discovery não funcionou bem. Porque será? Creio que por diferentes motivos. Primeiro por algo que você falou e com o qual eu concordo e até já comentei por aqui, o episódio não é engraçado, no máximo divertido. Acho que para o leigo foi difícil perceber a relevância da história da esposa do Mudd, e aí a graça se perdeu. E note que eu já vi os dois episódios clássicos nos quais o personagem aparece, mas isso foi há tanto tempo que pouco lembro. No meu caso faltou cumprir a orientação do Guardião da Eternidade em revê-los. Um outro possível motivo é que talvez tenha sido cedo, um episódio como este talvez ficasse melhor depois que já tivéssemos mais intimidade com os personagens, com a série enfim. E a série é curta, quem sabe este ar de “perda de tempo, afinal estamos em guerra” ficasse amenizado se a temporada tivesse os quase 30 episódios com os quais estávamos habituados é um episódio como este ficasse mais palatável. Abraços 🖖

  3. Aonde eu assino para manifestar a minha concordância com todos os termos do seu post? ✍️ 👏👏👏

  4. João Luiz Silva Cruz | 4 de novembro de 2017 at 8:11 am |

    Concordo com tudo, mas no final acho que você pegou pesado com a Michael levando muito a sério a fala dela 😀
    Acho que foi uma fala solta mais para justificar algo complicado de se explicar pela timidez dela, então ela jogou a responsabilidade para o cargo, mas não quer dizer que ela entrou direto como 1º oficial na Shenzou.

    Referente ao restante concordo, a “canastrada” que deram no final não caiu bem, mas eu vi esse episódio como mais um refresco para o que vai vir, por que convenhamos, o ritmo estava bem acelerado, então eu vi esse episódio mais como um escape no qual a única contribuição para continuidade é o relacionamento da Michael com o Tyler.

    * Gostaria de ver mais o Mudd na série pois o ator mandou muito e acho que ele tem espaço para voltar (Talvez numa Season 2!).

    Agora é aguardar o próximo que promete demais…

  5. “…no final acho que você pegou pesado com a Michael levando muito a sério a fala dela 😀
    Acho que foi uma fala solta mais para justificar algo complicado de se explicar pela timidez dela, então ela jogou a responsabilidade para o cargo, mas não quer dizer que ela entrou direto como 1º oficial na Shenzou…“

    Legal, é isso mesmo. Michael começou na Shenzou como uma quase-Vulcana, tímida e avessa a sentimentos. Na nova situação e em contato com humanos certamente foi mudando mas aparentemene não a ponto de apostar ou conseguir apostar em um relacionamento amoroso. E vejam que se em sete anos tornou-se primeiro oficial deve ter dedicado seu tempo bastante a esta trajetória profissional. E ai, quando já estava como primeiro oficial manteve o status e até usando o cargo como justificativa e/ou desculpa da mesma forma que na Discovery se defendeu deste histórico “amoroso” usando a mesma razão.

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