17 Responses to “TOS 1×03: Mudd’s Women”

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  1. fabiofbg

    Só falta ele aparecer no filme! eheheheheh
    Esse foi um dos vilões que eu mais gostei em TOS, era chato como a $%$%!@

  2. Alfonso Moscato

    Roger C. Carmel pode ser visto em muitas outras séries de TV dos anos 60, como em Viagem ao Fundo do Mar, no episódio “A Revolta das Máquinas”, do segundo ano da série. Carmel morreu em 1976.

  3. Helio

    Gosto muito dessas resenhas. Não tenho dúvida de que dão trabalho, mas seria legal se vocês dessem continuidade na análise das demais temporadas de todas as séries. Muitas vezes acabo de assistir a algum episódio, seja de que série for, e logo em seguida confiro o que o site tem a dizer a respeito. É interessante porque acontece, às vezes, de eu curtir muito um episódio e me deparar com uma opinião inteiramente diversa, com vocês malhando geral, ou vice-versa. Essa parte do site me interessa bem mais do que as infindáveis notícias e especulações acerca do novo filme ou ainda do que as manifestações cada vez mais esquisitas dos freqüentadores desse forum (não de todos, é claro). E quanto ao episódio em questão, adoro o Mudd. O clima de solidão dos mineiros e das mulheres, que se sujeitam a serem vendidas como mercadorias, por se sentirem desprezíveis, pra mim fala bem mais alto do que o eventual debate sobre drogas. Legal a leitura de vocês, de todo o modo. Isso amplia a minha capacidade de apreciar o filme. E que tal analisarem a 3ª temporada? Apesar de detestada por muitos, apresenta vários episódios bem legais, tem Klingons e Romulanos, cenários quase surreais (sabemos que por falta de verba, mas, na minha opinião, em muitos casos ficou interessante, como em ‘O Último Duelo’, cujos cenários me lembram Dali e em “Jóia Rara”, que apesar de não ser nenhuma jóia, tem um clima estranho, quase teatral, inclusive aparentando ter sido encenada em um palco de verdade). É realmente bom dar um tempo nessa história de JJ. Tá arriscado eu enjoar do filme antes de assistí-lo.
    Abraço a todos.

  4. Soarez

    Imudd é o precursor do Ipod!
    Engraçado como a SUTILEZA a INGENUIDADE e a RAZÃO podem gerar historinhas tão cativantes…
    Perdeu-se a elegância hoje em dia. Nenhum enlatado americano você vê uma “menção anti-drogas” como essa, SINCERA para dizer o mínimo.
    Ai vou chorar…
    PHUY!

  5. VERDE

    O Carmel teve um seriado em que era ator fixo, uma comédia chamada “AS SOGRAS”. Quando criança achava engraçado, mas nunca mais assisti para poder dar uma opiniao correta. Porém, tudo que era feito naquela época era legal.

  6. Jorge Rodrigues

    BELÍSSIMA RESENHA. PARABÉNS.

    Mas gostaria de um esclarecimento, quanto a serem Cristais de Dilítio (aparentemente uma substância natural encontrada no universo ST) ou Cristais de Lítio, como os que vêm agora sendo utilizados para gerar energia frequenciada, em compostos sintéticos de Lítio, Tântalo e Oxigênio (LiTaO3).

    Outro importante aspecto – aliás, confesso que sempre me pareceu mais importante do que o debate sobre drogas, nesse episódio -, e que se articula com o crescente movimento feminista da época da produção, é a mulher-objeto que toma consciência de si mesma, se revolta contra sua condição de “produto” à venda, e assume opções sobre sua vida. É uma síntese da condição feminina bastante eloquente ao público vinculado a este debate.

    Destaco ainda o largo emprego, nesse episódio, do recurso – corrente em TOS, e já então muito antigo nos filmes e demais seriados – da lente vaselinada para um close menos nítido e mais glamuroso das atrizes, o que era uma espécie de “maquiagem por fotografia”. Essa técnica ainda existe (com filtros, não mais com lentes engorduradas) e nas 4 ou 3 últimas temporadas de TNG era também empregada para os closes da Dra. Crusher (primeiro) e depois também da Conselheira Troi, e de algumas atrizes convidadas. Em “Mulheres de Mudd” serve para acentuar o contraste entre os supostos efeitos das “Pílulas de Vênus” e o “estado normal” das mulheres-objeto.

    Por fim um aspecto ético importante do roteiro: Kirk fica exasperado com a negociação porque dividido entre obter os cristais à força ou deixar a Enterprise cair na atmosfera por falta de energia. A recusa a tomar cristais à força, de 3 mineiros isolados, é bastante interessante, e o debate ético é mais sólido do que o de Archer assaltando uma nave amistosa e condenado sua tripulação a um perigoso e lento retorno de 3 anos, para roubar uma bobina de dobra (detalhe para STXI: a Enterprise de Archer não podia, neste referido episódio da 3a temporada, entrar em dobra com apenas uma bobina geradora de campo em funcionamento).

  7. OBSERVADOR

    Interessante a relação encontrada neste episódio entre drogas, beleza e prazer feminino.

    Mas trazendo para a realidade dificilmente vemos tal relação.
    A droga em vez de melhorar o relacionamento como é mostrado neste episódio, piora, destrói familias, acaba com os relacionamentos, empobrece, altera o estado de consciência em alguns casos e leva o individuo a violar a integridade de seu próximo.
    Muito diferente do apresentado onde as esposas de preoucupavam e realizar seus desejos e o de seus maridos.
    Este é o meu parecer.
    Não consigo relacionar Mudd’s Women com a realidade das drogas consigo sim relacionar com os produtos de beleza que cada dia estão se aproximando das “Pílulas de Venus”.
    Basta dar uma assitida nos programas de grande audiência as transformações que os salões de beleza fazem nas mulheres.
    Para mim estes são as verdadeiras “Pílulas de Venus” de Mudd de nossos dias.

  8. OBSERVADOR

    Post 7, com as devidas correções ortográficas. “A presa é inmig da perfição”.

    Interessante a relação encontrada neste episódio entre drogas, beleza e prazer feminino.

    Mas trazendo para a realidade dificilmente vemos tal relação.
    A droga em vez de melhorar o relacionamento como é mostrado neste episódio, piora, destrói familias, elimina os relacionamentos, empobrece, altera o estado de consciência em alguns casos e leva o individuo a violar a integridade de seu próximo.
    Muito diferente do apresentado onde as esposas de preocupavam e realizar seus desejos e o de seus maridos.
    Este é o meu parecer.
    Não consigo relacionar Mudd’s Women com a realidade das drogas, consigo sim, relacionar com os produtos de beleza que a cada dia estão se aproximando das “Pílulas de Venus”.
    Basta dar uma assistida nos programas de grande audiência e verificar as transformações que os salões de beleza fazem nas mulheres.
    Para mim estes são as verdadeiras “Pílulas de Venus” de Mudd em nossos dias.

  9. Raul Mamoru

    As Mulheres de Mudd.

    Mesmo fantasioso, este episódio mostra a época romântica e áurea dos bons tempos em que Star Trek foi concebido.

    Um episódio que ficou positivamente gravado na mente e no coração de minha esposa.

    E ela nem é trekker.

  10. Edu

    Ele me lembra o saudoso Q da TNG

  11. OBSERVADOR

    Post 8: Continuando

    Não quero dizer que Salões de Beleza sejam uma droga, mas no futuro os seus produtos se aproximaram a uma “droga”.

    “Toma-se uma pilula e rejuveneça 05 anos”

    Alias no mercado já existem muitas pilulas que encontram-se disponiveis para auxilio no processo de embelezamento feminino.

  12. Raul Mamoru

    da matéria acima…

    <<>>

    Nessa época dos 60′s de Star Trek, as drogas já estavam rolando pesado e destruindo vidas.

    E vejo que nesse episódio, parte do assunto foi para esse lado mesmo.

    Acho também que tudo (de Beleza, Trabalho à Religião) que se torna obsessivo se torna uma droga.

    Até mesmo o capitão Kirk foi alertado por McCoy quanto à obsessão à capitania em Star Trek-The Movie.

    E por falar em obsessão, me lembro de uma reportagem no A&E (Mundo), a respeito de um cidadão obcecado por Star Trek.

    Sua vida girava em torno da “filosofia” criada para a série. Seu guru era o velho Gene.
    Para resolver seus problemas do cotidiano ou até mesmo de assuntos pessoais, ele se perguntava:
    -O que Gene faria?

    A sua obsessão tentou levar sua esposa para o mundo de Star Trek, mas ela no final não suportou o modo de vida de seu marido.
    Veio o divórcio.

    Nem Nero, nem Klingons, talvez seja essa obsessão de muitos “Trekkers” que o sucesso de Star Trek de 2009 terá como maior inimigo.

  13. JR

    Nessa época, 1966, as drogas ainda não estavam rolando soltas. Ainda era muita maconha, mas pouco LSD e cocaina.

    Sobre o episódio o que acho mais importante é o senso ético do nosso Capitão.

    Bela história…….

  14. Maria da Conceição G. Simões

    Mais um ponto para Trek Brasilis. Objetivo e claro. Parabéns.
    Observador, não se melindre, eu sou mulher e fui adolescente nos anos sessenta-setenta, hoje em dia os salões de beleza e a estética feminina viraram verdadeiras drogas em todos os sentidos. Desde a escravização das mulheres que precisam semanalmente freqüentar institutos de beleza até a paranóia da magreza matando tantas jovens. Quando assisti pela 1ª vez a esse episódio eu era muito jovem e não compreendi muito bem, mais tarde ele se revelou muito complexo pois temos várias interpretações dos valores humanos: vaidade, ambição, luxúria, etc. e também, solidão, companheirismo, amor. Eles conseguiram sintetizar em poucos minutos metade de um livro de problemas psicológicos.

  15. Raul Mamoru

    Uau…

    É não é que o que ela escreveu é isso mesmo?

  16. Deusdeth

    E que mulheres de Mudd, hein !! ;-)
    O episódio é bem fraquinho mesmo, mais um “café com leite, sem açúcar”, mas para quem é fã (como eu) é sempre um prazer ver a Enterprise, Kirk e Cia. em mais uma aventura.
    Só um comentário, nos primeiros episódios de TOS (incluindo este), não temos ainda o Checov fazendo dupla com o Sulu. A cada episódio um timoneiro “chato”, quase um redshirt disfarçado com um uniforme dourado. Pergunta: quando o Checov enfim entra na série para ficar ?

  17. Deusdeth afirma:

    …Pergunta: quando o Checov enfim entra na série para ficar ?

    Se a pergunta foi sincera, a resposta é “Amok Time” (1º episódio da 2ª Temporada de TOS).=)

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