• Jcursiolf

    O que eu acho “disgusting” é como tem gente que se importa mais com o visual do que com a história apresentada, esperando que cenários, efeitos e maquiagens sejam visualmente idênticos a 1960.

  • Edson Santos

    Quando assistimos as atuais produções de Jornada o que se espera em termos de modernidade é que não haja muita diferença do que se fez nas series de 60 e os filmes posteriores. Senão vira uma salada sem sentido e perde-se continuidade na franquia tendo como prejuízo uma desvalorização significativa do produto podendo extinguir o mesmo.

  • Mario Gms

    Eu tinha este preconceito, muito pelo o que foi entregue pela série Enterprise em no episódio espelho.
    Eu me descolei deste pensamento quando transportei a obra Star Trek para um signo literário. Ou seja, a obra é a interpretação de sua época na sua essência e não em sua estética.
    A lógica é a seguinte:
    1- A imaginação do futuro é um pensamento projetivo linear. Isto quer dizer, que baseado no momento atual, na tecnologia atual, vc projeta como ela poderia ser. Isto não é real na pratica, porque a evolução tecnológica é exponencial e com saltos. Desta forma, há um “Gap” enorme, um descompasso com uma visão de futuro.
    Seria como um humano na era pre industrial conseguindo imaginar um iPhone 7. Impossível, né?
    Sendo assim, isto se reflete em Star Trek em 50 anos. Gene não poderia imaginar os desdobramentos tecnológicos que viriam com tamanha precisão. Esta falta de acurácia se apresenta na estética da série.
    Conseguir uma harmonia estética e crível com reboots e sequeis parece ser um paradoxo.
    2-Elevar a obra ao contexto literário e não literal.
    Liberdade estética com a tecnologia vigente.
    3- Manter a coesão e coerência textual da saga, o conteúdo, a forma é secundaria.
    4- Manter a proposta original em refletir temas contemporâneos envelopadas com estética ficcional.
    5- Trazer reflexão de comportamento e transgredir regras sociais reacionárias.

    Resumindo: a história importa mais.

  • Vedek Pedro

    Ninguém quer isso. Por isso o período de Discovery é péssimo. Sempre que vemos mexer em clássico vemos m.
    Se fosse pós voyager podiam colocar todos os efeitos que quisessem e ninguém ia reclamar.

  • Mario Gms

    Eu tinha este preconceito, muito pelo o que foi entregue pela série Enterprise em no episódio espelho.
    Eu me descolei deste pensamento quando transportei a obra Star Trek para um signo literário. Ou seja, a obra é a interpretação de sua época na sua essência e não em sua estética.
    A lógica é a seguinte:
    1- A imaginação do futuro é um pensamento projetivo linear. Isto quer dizer, que baseado no momento atual, na tecnologia atual, vc projeta como ela poderia ser. Isto não é real na pratica, porque a evolução tecnológica é exponencial e com saltos. Desta forma, há um “Gap” enorme, um descompasso com uma visão de futuro.
    Seria como um humano na era pre industrial conseguindo imaginar um iPhone 7. Impossível, né?
    Sendo assim, isto se reflete em Star Trek em 50 anos. Gene não poderia imaginar os desdobramentos tecnológicos que viriam com tamanha precisão. Esta falta de acurácia se apresenta na estética da série.
    Conseguir uma harmonia estética e crível com reboots e sequeis parece ser um paradoxo.
    2-Elevar a obra ao contexto literário e não uma rigidez
    estética.
    Liberdade estética com a tecnologia e visão projetiva vigente.
    3- Manter a coesão e coerência textual da saga em seu conteúdo.
    4- Manter a proposta original em refletir temas contemporâneos envelopadas com estética ficcional.
    5- Trazer reflexão de comportamento e transgredir regras sociais reacionárias.
    Resumindo: a história importa mais

  • Jcursiolf

    Pela sua lógica nunca mais vai poder fazer séries anteriores a Voyager por causa da tecnologia atual e dos efeitos novos.

  • Mario Gms

    Justamente, o paradoxo citado.

  • Jotape Ferreira

    Billzão fechou a questão: “Star Trek foi sempre mais sobre as histórias e mensagens do que a aparência.”

  • Mauricio Silva de Moura

    Tem que ter uma filosofia por trás, não bastam roupas, efeitos visuais tem que ter ideias filosóficas sempre foi a essência de star trek…compreendi assim o recado de Shatner.

  • Victor Agmc

    Eu também compredi algo assim

  • Victor Agmc

    exato

  • Vedek Pedro

    Isso. Mas como ST é sobre o futuro, não vejo problemas.

  • Trekker

    Vide “”Balance of Terror”. Tinha nada de efeito lá. Só isopor caindo quando havia um tiro. Parecia até uma prévia de A Ira de Khan, no quesito combate submarino x submarino.

  • Trekker

    Issaê!

  • ralphpinheiro

    Exato. A essência de Jornada é a visão da humanidade no futuro evoluindo e indo através das estrelas procurando novos mundos e a si mesma. Por se passar na década de 60 era mero recurso tecnológico da época. Se Gene Roddenberry ainda estivesse vivo certamente aprovaria as mudanças de visual e ainda faria outras mudanças para se adequar aos tempos atuais, como ele mesmo fez isso no seu primeiro filme.

  • AJVERDE

    Sabemos que a adrenalina e timing dos nossos tempos irão estar presentes. A esperança que tenha conteudo. Muitos seriados atuais tem algo pra contar, mas outros são simplesmente dispensáveis. Eu assisto The Walking Dead, mas quase não há mais interelação entre os personagens, praticamente é só morte, por vivo e mortos. Eu espero, sinceramente, que Discovery tenha algo pra contar e estou curioso e ansioso do que o Meyer pode produzir em função disso tudo.

  • Amadeo Talamini Carneiro

    Concordo foi o que entendi. não adianta modernizar e não ter conteúdo.