Site oficial mostra corredores da Enterprise

corredoresO site oficial do filme acaba de acrescentar uma nova seção na página de navegação (NAV), chamada de “Panoramas”, que lhe dá uma visão de 360 graus interativa de parte do interior da USS Enterprise. Você poderá acionar painéis de acesso levando a dois corredores distintos e ver com detalhes o novo visual da nave.

Acessando este recurso, através da seleção “Panoramas”, você será levado aos corredores A e B. Como na figura abaixo. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.

panoramas

painel-de-acesso-1

Na entrada da porta está escrito “câmara de vácuo”. Talvez um acesso ao exterior. Nessa imagem, você está dentro da câmara indo para o interior da nave.

painel-de-acesso

Painel da câmara para o corredor A.

corredor-a                                      Corredor A

painel-do-corredor-a

      Painel de acesso a outro compartimento

continuacao-do-corredor-a

                 Continuação do corredor A

terminal-ao-fundo-do-corredor-a

Terminal de comunicação ao fundo do corredor A.

outra-ala-do-corredor-a

O corredor A dá acesso a mais uma seção.

corredor-b

O mesmo acontece com o corredor B.

terminal-b

Terminal de acesso ao corredor B.

terminal-b1

Mais um terminal de acesso pelo corredor B.

camara-de-vacuo

Terminando na câmara de vácuo, que se encontra aberta.

Fonte: TrekMovie.

52 Comments on "Site oficial mostra corredores da Enterprise"

  1. Eu consigo ver…
    Corredores brancos…
    Muita fumaça…
    disparos lasers correndo por todos os lados…
    vejo corpos de soldados no chão…
    e um homem de preto com uma panela na cabeça e respiração dificil surgindo por uma porta…
    Ele eh seguido por guardas com armaduras brancas…

    “hã? Que?”

    Esquece.. foi apenas uma visão^^

  2. Ninguém, poderá reclamar de corredores escuros, falta de luz para a leitura ou algo o tipo, muito bem iluminados esses corredores.
    E continuam a perseguição às similaridades entre SW e ST . SRSRSRSR

    O maior erro do J$J$, foi dizer que gostava mais de SW, não podemos condenar o cara pelo seu gosto pessoal, eu gosto de SW, mas amo ST, e se me dessem uma boa grana pra dirigir um algo de SW, já sei o que não dizer. SRSRRS

  3. Os corredores me arremeteram mais para 2001 do que para Wars.

  4. Seu dúvida lembra muito 2001. O visual está extremamente clean.

    Agora, totalmente sem graça o material do site do filme. Eles estão tentando ao máximo deixar tudo como uma mega-supresa. Pois bem… aguardaremos.

    Abs,
    Spider

  5. Os terminais de acesso mostram o blue-print da nave mudando gradativamente.

    Agora uma pequena crica: Porquê usar aquela simbologia de identificação de corredores se, para identificar portas e terminais ainda usam o padrão alfa-numérico?

  6. ^post 1

    eu diria: “um homem de preto com um pinico na cabeça e respiração dificil (devido ao mau cheiro do pinico) surgindo por uma porta…”

    rsrsrsrsrs…

  7. Estão fazendo tanta surpresa que eu espero que não sejam surpreendidos …. com baixa bilheteria.

  8. E aquele desenho no chão da sala de vácuo, é parecidissimo com os símbolos de SW (acho que do Império).
    E infelismente, os corredores de ST nunca foram muito tubulares (talvez os das Galaxy, um pouquinho), e sim retangulares. Corredores tubulares são coisa de SW sim.
    Acho que se $J$J$ não tivesse dito nada sobre SW não teria feito diferença nenhuma nas comparações e julgamentos, já que ele deixa impricito sua preferência por SW.
    Uma curiosidade, é que os corredores curvos seriam resultado do formato da seção disco ser redonda. Más o fato dela ser redonda é porque esse formato facilita a geraçõa de gravidade. Porém se houvesse gravidade gerada com ajuda do formato circular da seção disco nos corredores ela incediria em vetores do ponto central em direcão aos exteriores, ou seja as pessoas andariam nas paredes mais distantes do centro da seção. Ponto negativo em física par SW e ST e ponto positivo para 2001.

    Eu disse, a nova Enterprise é um lixo.

  9. Só uma coisinha que esqueci, o visual interno da nave é basicamente um I-Pod.

  10. PADÔ
    O SISTEMA GRAVITACIONAL USADO PELA ENTERPRISE NÃO É O INERCIAL, COMO O DE 2001, TAL SISTEMA NÃO SERIA COMPATÍVEL COM O TIPO DE AVENTURA DA SÉRIE, PORTANTO NÃO É PONTO NEGATIVO PARA ST. SW SIMPLESMENTE NÃO CITA SISTEMA NENHUM, POR NÃO SER DO TIPO SCIFI, ST JÁ MENCIONA TAL SISTEMA, APESAR DE NÃO DAR MAIORES EXPLICAÇÕES CIENTÍFICAS SOBRE O CASO, MAS PODEMOS IMAGINAR UMA VEZ QUE O PRÓPRIO SISTEMA DE DOBRA JÁ EQUIVALE A GERAÇÃO DE UM CAMPO DE MASSA INERCIAL, PORTANTO NÃO É DIFÍCIL SUPOR QUE POSSA SER APLICADO O MESMO PRINCÍPIO.
    INTERESSANTE QUE EM PERDIDOS NO ESPAÇO VEMOS UM SISTEMA DE GERAÇÃO DE GRAVIDADE MECÂNICO NO PRIMEIRO ESPÍSÓDIO, MAS NESSE CASO NÃO TEMOS NEM IDÉIA QUE TIPO DE DISPOSITIVO FÍSICO ELE SE BASEARIA.

  11. Wilson Maffetano | 15 de fevereiro de 2009 at 9:35 am |

    Santo Deus! Que porcaria!

    Podem me dizer como esses corredores se encaixam no cânon? Pois são muito mais modernos do que qualquer coisa que jamais apareceu em Star Trek!

    Ahhh! Me desculpem… é “outra linha temporal”… por isso nada mais faz sentido.

    Parabéns!

  12. Verde, eu estou com você e não abro. Más a questão da seção disco ser redonda é por causa sim de uma gravidade inercial. Provavelmente quando desenharam a Constitution em TOS esse era o principio. Também podemos citar que fazer o chão curvo precisaria de cenários com plataformas, o que encareceria a produção, e Gene e Cia. como se sabe sempre lutaram com o baixo orçamento. Por isso os roteiristas inventaram o sistema mais sofisticado, para disfarçar. Ou alguém sabe outro motivo para os “discos voadores” serem discos?

  13. Se no canon… “científico” de Jornada seria realmente necessário uma forma circular para se gerar gravidade, como é que todas as demais naves daquele universo também tem gravidade artificial, com as Klingons e Romulanas, que de redondas nada tem?

    Nunca existiu no C&C esta de necessidade de forma circular para a gravidade artificial das naves. Isto é gerado como tudo o mais neste tipo de programa de TV: com um dispositivo tecnobáblico de conveniência.

  14. Wilson Maffetano | 15 de fevereiro de 2009 at 9:57 am |

    Post 5:
    “Os corredores me arremeteram mais para 2001 do que para Wars”

    Bem notado, Hollander. O problema é que está 200 anos atrasado – Star Trek se passa no século 23.

    Post 10:
    “… EM PERDIDOS NO ESPAÇO VEMOS UM SISTEMA DE GERAÇÃO DE GRAVIDADE MECÂNICO NO PRIMEIRO ESPÍSÓDIO, MAS NESSE CASO NÃO TEMOS NEM IDÉIA QUE TIPO DE DISPOSITIVO FÍSICO ELE SE BASEARIA”

    Em LIS o campo anti-gravidade é um sub-produto do Gerador de Campo Thompson, usado para impulsionar o Jupiter II em velocidade supra-luz.

  15. Acho que inventaram a tal de GRAVIDADE ARTIFICIAL
    apenas para baratear o custo de produção. Na época da criação de ST, nos anos 60, o conhecimento deste tipo de aparelhos/ conhecimento cientifico era muito restrito e fazer as pessoas andarem pela parede como em 2001 era carissimo.
    Quanto a PERDIDOS NO ESPAÇO, a física ou qulaquer outro conhecimento cientifico passava longe da realidade, nem se davam ao luxo de qualquer explicação plausivel, basta dizer que os motores do JUPITER II eram atômicos e deveriam gerar energia para uma nave ir a velocidade da luz, com um detalhe: se vôce verificar a nave de todos os angulos, não tem saída no casco para qualquer tipo de energia, o casco é todo liso, fechado.

  16. Interessante. As pessoas estão tão preocupadas em acharem semelhanças entre SW e STXI que nem percebem as diferenças.

    Não me lembrava mais de SW. Dando uma olhada no filme IV, vejo os corredores da nave da princesa Leia retangulares e não tubulares. Do cruzador do Império também. Somente a nave Falcon Milenium é que tem corredores tubulares, mas porque ela tem a forma discóide.
    Nada demais ter corredores tubulares na parte discóide da Enterprise.

    Quanto a luminosidade, a da nave do Império é bem mais escura que a da nova Enterprise. Somente a nave da princesa Leia era bem iluminada e com paredes brancas.

    Parte dos corredores da Discovery de 2001 tinham formato hexagonal e bem claros, não tão brancos. Essa sim tem semelhança com a Enterprise nova.

    Os da NX-01 também são tubulares, mas mais rústicos e sombrios.

  17. O tecnobable científico de Jornada diz que a gravidade artificial é produzida por gerados de grávitons e os amortecedores inerciais servem para a tripulação não virar mingau no movimento da nave. Simples.
    Isso está em manuais técnicos Star Trek.

  18. Post 15:
    “Acho que inventaram a tal de GRAVIDADE ARTIFICIAL apenas para baratear o custo de produção”

    Sem dúvida, hildebrando. Além disso os corredores eram retangulares e espaçosos para facilitar a passagem das pesadas e ruidosas câmeras de filmagens da época.

    “… os motores do JUPITER II eram atômicos e deveriam gerar energia para uma nave ir a velocidade da luz, com um detalhe: se vôce verificar a nave de todos os angulos, não tem saída no casco para qualquer tipo de energia, o casco é todo liso, fechado”

    hildebrando, o reator era atômico sim, mas apenas para energizar o dito Gerador de Campo Thompson que, como o nome sugere, cria um campo anti-gravidade que impulsiona a nave. Por isso não há quaisquer “canos de escape” no casco da nave.

    Post 16:
    “Interessante. As pessoas estão tão preocupadas em acharem semelhanças entre SW e STXI que nem percebem as diferenças”

    Nem me preocupei em comparar com SW. Mas venho analisando as diferenças sim, em relação ao cânon de Star Trek, e essas tem sido até agora muito ofensivas por parte do Sr. JJA.

  19. post 18.
    Lembre-se que linha temporal alternativa, canon alternativo. Só que nessa não tem reset button.

  20. Ralph, usando esse tipo de argumentação poderemos justificar qualquer coisa – boa ou ruim – que apareça em Star Trek de agora em diante.

    Nas diversas séries e filmes tivemos “tempos alternativos”, porém sempre manteve-se uma certa consistência com o cânon estabelecido.

    Por quê “jogar tudo para o alto agora”?

  21. Vários roteiristas já disseram que escrever histórias sobre tempos alternativos eram mais divertidas porque os liberavam das amarras do canon. Mas no fim sempre tinham de voltar ao “rumo” e aí vinha o reset.

    Só que agora os grandões da Paramount e Abrams acharam que os tempos são outros e o caminho seguido anteriormente era inadequado com a bilheteria que eles querem obter.
    Querendo fazer algo quase novo, sem perder o que foi feito de bom e procurando dar uma justificativa plausível, eles inventaram essa linha temporal sem reset.

    Não vou entrar no mérito se estão certos ou não. Só vendo o filme. Aí a gente discute mais profundamente.
    Mas que a original Trek não será mais a mesma isso é certo.

  22. Concordo com o Leandro.
    Quanto á seção disco, me lembro de ter lido sobre a origem da Enterprise, em que Gene queria algo diferente e, após muitas plantas criadas, chegou-se à forma que foi utilizada na seriado.

  23. Resumindo o que se disse sobre a seção disco:

    – Alguns pesquisadores do passado descobriram que no espaço sem gravidade uma nave em formato de disco girando no próprio eixo produziria aguma gravidade em vetores do centro para fora;

    – Algumas produções cinematográficas de sci-fi do passado levaram a descoberta para as telas fazendo “discos voadores” se popularizarem;

    – Nasce ST, más tentando sair das mesmices de “discos voadores” a produção faz a seção disco fixa, sem girar, o que descaracteriza a técnica gravitacional. Também podemos citar a falta de um orçamento digno como motivo de uso de teorias “alternativas”;

    – Com a popularização da série e proliferação de “tecno-fãs” (ironicamente sou um deles) as foturas produções tiveram que manter o estilo origial da nave, e tiveram que inventar uma nova solução para a gravidade.

    Concluo então que as naves de ST com seção disco as tem sem necessidade real, um “erro de percurso” no desenvolvimento do desenho original da Constitution que influência os desenhos das naves até a classe Galaxy, sendo substituido pelos atuais formatos de elipse e triangulo (ou espermatozóide no caso da Intrepide). Que usam gravidade gerada por placas gravitacionais no chão dos corredores e salas das naves e estações.

  24. Os corredores se parecem com os da Tantive IV, com a entrada do Vader, (gozado que esse cabeça de pinico é tão importante pro cinema (ou mais) quanto Kirk e seus camaradas, mas enfim…), mas e daí? o que provavelmente ficará marcado em minha mente será Kirk e cia andando por ali.

    Exemplo de similaridades: Aquela cena dos cadetes embarcando embarcando nas naves de transporte…tem uma parecida em Tropas Estelares, esse novo ST tem influencias de tudo quanto é lado, se isso será positivo, só vendo o filme.

  25. Branco, branco, branco, branco, branco, branco DEMAIS…

    Não gostei. Tá parecido DEAMAIS com 2001 – A Space Odissey, filme que NÃO gosto de jeito nenhum.

    Os corredores das Enterprises D e E eram bem mais “agradáveis” do que essa brancura toda.

    E por enquanto nenhuma arma ou acessório me pareceu interesse, sobretudo os phasers e tricorders, ficaram hiper-ultrapassados e “retrô-estilizados”.

  26. 1) Parecido com Star Wars ou 2001?
    É que os responsáveis pela antiga produção foram demitidos pela Paramount, que queria coisas novas.

    2) Problemas com formas discóides e plataformas de gravidade artificial, e ausência de saída de propulsores na Jupiter II?
    A fantasia/magia/sonho que fez parte da audiência original de Star Trek está morrendo.

    Na relação OBJETO DE ENTRETENIMENTO/AUDIÊNCIA, a audiência é que está com a visão do TODO um pouco distorcida.

    É que os espectadores estão transformando a FICÇÃO-científica em REALIDADE-científica.

    Assim não dá!

  27. Sem dúvida, Raul, é aquela velha história. A excessiva importância que determinada parcela do fandom dá para os aspectos tecnoblábicos e pseudocientíficos da franquia.

    Se considera isto como aspecto principal, ao invés de considerar apenas como o elemento auxiliar para se contar histórias. Este aspecto deve somente valorizar conceitualmente o exercício da boa pesquisa e exploração científica, mas não tentar realizar isto na marra.

    E nisto, se esquece que, qualquer das equipes criativos que tiveram o leme da franquia até hoje, se são obrigadas a escolher entre serem fiéis a uma certa teoria científica ou então poderem ter determinado aspecto da trama ou desenvolvimento do personagem da maneira que desejam, estas equipes criativas sempre foram pela segunda opção.

    Não encontrando jeito nenhum de conciliar as duas coisas, sempre criam conveniências de roteiro que ignoram ou distorcem aspectos científicos reais. E considerando o produto que estào fazendo, não há nada de errado nisto. Estão criando uma série dramática de ação/aventura, e não um documentário técnico.

  28. Ou seja, estão dando mais atenção a azeitona do que a empada. e olha que nem provaram ainda.

  29. A direção de arte e fotografia é muito mais que pintar um corredor de branco ou preto.

    Existe toda uma composição que só poderemos ver mesmo é na telona. Tenho certeza que esses corredores iluminados são, de certa maneira, para contrastar com a cor viva dos uniformes. Imaginem se fosse escuro ou colorido, que carnaval confuso iria criar.

    Vejo algumas semelhanças com 2001, o que me agrada. Outra surpresa foi o quão essa nova nave me lembra STI. Para mim, eles estão tentando ser mais fieis aos filmes que a série propriamente dita. A Seção disco parece uma réplica da Enterprise de ST-I.

    Uma coisa que me incomodou é que ST não conseguiu ainda sair daqueles ares “pseudo-futurista”. O LCARS de TNG é bonito, mas qual é a funcionalidade? Aqueles vidros transparentes e monitores LCD da ponte parecem algo: “uau, isso é do futuro”, tendo uma funcionalidade zero, assim como esses “technopaineis” apresentados nas últimas fotos.

    Para mim, nao conseguiu trazer mais realismo na design, o que é uma pena. Preferiu manter o que já estava sendo feito. Phasers reluzentes apesar de “cool” nao parecem uma boa idéia, pois o realismo é zero: para que ter uma arma brilhante? para o inimigo identificá-la mais facilmente?

  30. Pela primeira vez em dácadas, vi um set para o interior de uma nave que realmente busca passar a sensação que estamos em um ambiente fora da terra e não em um estúdio de tv. Sai os corredores retangulares de repartição pública e entra um design que é tão “ofensivo” ao tal canon quanto STNG foi “ofensivo” em relação à TOS. A última vez que me lembro de estar diante de um set que tenta transmitir uma certa atmosfera foi em ST The Movie no ínicio dos anos 80. O filme de acabamento mais cuidadoso da franquia em minha opinião.

    Ah! by the way…na época, deceram a burduna no refit da Enterprise, principalmente no corredor(!), na sala de recreação e nas naceles (pfiu!)

  31. POST 29>

    Concordo com vc Tomalak. Pq ter disparos “tracejantes”? Talvez por medo de serem linchados por violar o “CANON”, o pessoal da produção manteve o “efeito arvore de natal” nas batalhas espaciais.

    Com certeza isso tem de mudar.

  32. 31:

    Até que o “phaser” tracejante não me encomodou (já está cheio do phaser contínuo), referi-me ao material que é feito a pistola phaser. Parece-me um alumínio brilhante, SCi-fi demais e realista de menos.

    Só são pequenos comentários, que não diminuem minha ansiedade em relação ao filme.

  33. Agora o interessante é que, se for verdade, por que a Kelvin possuía corredores escuros?
    O que fez os projetistas da Frota acharem que as novas naves teriam de ser brilhantes ou será que a Enterprise é o único modelo desse perfil. Será que ela pode ser a nave capitânea , o orgulho da Frota?

  34. Uma comparação entre os corredores da Tantive IV

    http://farm3.static.flickr.com/2274/2404210987_d3dce2c41a.jpg?v=0

    …e os corredores da nova Enterprise

    http://www.trekbrasilis.org/tbweblog/wp-content/uploads/2009/02/outra-ala-do-corredor-a.jpg

    Uau! a semelhança é impressionante!

    Os dois são BRANCOS!

    Agora uma foto da centrifuga da Discovery.

    Pois é…branco.

    Que coisa.

  35. ops, aqui está a foto do interior do Discovery

    http://en.wikipedia.org/wiki/File:2001-centerfuge.jpg

  36. Pô, Leandro Martins e Ralph Pinheiro, explique qual é a bronca, acho que eu não fiz críticas graves ao filme más interessante e pertinente ao artigo. Então porque comentar o que comentamos. Acho que vocês estão sendo contaminados pelo quê combatem.

  37. Visual interno bacana é o da Nostromo, mas claro que não tem nada a ver, aquilo é um cargueiro.

  38. Os corredores ficaram bacanas, quando vermos na telona o contraste com os uniformes teremos uma real noção do que a produção nos reservou.

    Aquela simbologia nos corredores parece uma espécie de binário… (“Painel de acesso a outro compartimento”)… utilizando um código binário(pretos como 1 e branco como 0) esse Painel teria a numeração: 103 e abaixo 01.
    Claro se a frota estiver utilizando o código de Gray a corresponcia em números decimais seria outra… enfim… concordando com Hollander… achei no mínimo uma falta de imaginação.

  39. Uma coisa que me chamou a atenção nestes corredores é que além de visualmente monótonos, são meio estreitos e claustrofóbicos, qdo o que se via na antiga Enterprise era corredores suficientemente largos para a passagem de varios tripulantes ao mesmo tempo. Para dar idéia da imensidão da nave, a idéia original era de transmitir que além dos corredoreres a nave era como um grande prédio de escritórios, bem confortável, havia vários espaços de convivência, horto, cabines individuais e decks de observação… na TNG surgiram os holodecks.
    Imaginem passar 5 anos no espaço nestes espaços brancos e confinados… pura tortura!!!
    Parece até comercial de sabão em pó no espaço!!!

  40. POST 25 A 28
    Com relação a um documentário científico e não ficção: Isto, é claro, seria impossível, pois a própria sociedade criada em função de uma possível “dobra espacial” seria totalmente difierente do que conhecemos, pois questões fisico-temporais não são consideradas, resumindo em míudos, o universo de ST seria impossível fisico-socialmente. A validade de ST é o incentivo à ciência que ela gera, uma vez que se utiliza de conhecimentos físicos para criar as estórias e não, simplesmente, dizer que a nave viaja 100 vezes mais que a luz, não dando consideração à impossibilidades científicas.
    Outro fator, é o excelente entretenimento que fornece, algo de nível que raramente é visto na TV, que em sua maioria é violência gratuita e sexo.

  41. Querido oficial Padô (36.)

    Acho que você se refere ao meu comentário também (26.).

    É verdade que evitaríamos comentar sobre comments de outros participantes. Você está certo!

    Mas esta “concordância” (no meu entendimento) se deu devido a ataques pessoais que você deve ter testemunhado comigo.

    Ofensas e termos de baixo calão foram postados.
    E nesse nível foi colocado um basta.

    Diz a placa de instruções fixada próxima ao console de comunicação lá no campo de postagem, perto da entrada da seção de engenharia:
    “Quaisquer opiniões divergentes não são apenas permissíveis como encorajadas…”

    Mas “opiniões divergentes” nada tem a ver com “opiniões ofensivas” e ainda por cima pessoais.

    Creio eu que o conteúdo postado por mim foi fruto de observação do conjunto, longe de mim ofender alguém.

    Acho que o Lean Martin e o Ralph Pine seguiram a mesma linha.

    Também não podemos transformar o Trekbrasilis em uma comunidade tipo “1994”:
    Todo mundo durinho, alinhado, padronizado.

    Continuemos com o IDIC, mas sem baixaria, hehehe…

    ******************

    O meu comentário, lá no 26, é algo que percebi em mim mesmo:
    Estava assistindo Star Wars-The Clone Wars no Cartoon Network.
    Do nada comecei a criticar a tecnologia usada no episódio, a dos transmissores de hologramas.

    Percebi que aquele antigo coração que eu possuia, aquele coração que me fez acreditar em velocidade warp e teletransporte estava morrendo.

    Tudo tinha que ser plausível, justificado, científico.
    Chega, quero novamente sonhar com o impossível tecnológico, com a esperança científica.

    Pois foi com essa fantasia e disparates tecnológicos de Star Trek e Star Wars que a ciência começou a trabalhar em novas idéias.

    Como escrevi antes:
    Quero sonhar com o impossível tecnológico, com a esperança científica.

    Senão, vou exigir que me expliquem onde é que se esconde a mochila propulsora do…
    SUPERMAN!!!!

    Um abraço e obrigado, Padô!

  42. Niguém fez comentários diretos para vc, Padô. O Leandro falou de fandom ao concordar com o Raul e eu no plural.
    Além do mais concordo com quase tudo que disse no post. 23.
    Te acalma.

  43. E complementando o que o Ralph colocou, deixa eu destacar mais uma vez para o pessoal aqui o que as Normas de Uso do FTB, que também regem o uso da ferramenta de comentários, tem a dizer sobre “ofensas pessoais”.

    ——-

    02. Opiniões. Quaisquer opiniões divergentes não são apenas permissíveis como encorajadas, mas esteja preparado para defendê-las da maneira adequada ao ambiente de debate desta comunidade, bem como esteja preparado para ver determinadas opiniões e gostos pessoais seus colocados em xeque e não tome isto como ataques pessoais.

    Assim, se criticarem fortemente um episódio, série, filme favorito ou qualquer outro posicionamento seu, lide com o fato e contra-argumente de maneira adequada, ao invés de considerar como ofensa. Não considere também que os conceitos de Respeito à Opinião e Liberdade de Expressão sejam cheques em branco para se dizer qualquer coisa de qualquer maneira ou que tais procedimentos sejam permissíveis ou aceitáveis. Use tais direitos com critério.

    ——–

    Se alguém vem aqui e coloca sua “opinião” a público, então está aceitando colocar ela sob avaliação e escrutínio de outras pessoas. ACEITE que podem ocorrer contra-argumentação ao que você colocou, ao invés de ficar de mimimi ao estilo “Boohoo me ofenderam”.

    Portanto, chega de discursozinho em cima de caixote de sabão sobre suposto “cerciamento de liberdades” ou qualquer outra acusação sem fundamento.

  44. Se existe uma coisa no CANON que nunca me agradou é essa história de gravidade artificial e amortecedor de inércia. Só ST VI tratou isso com um pouco de inteligência. Um bom tiro na parte da nave que cuida dessa tal gravidade artificial e temos cadeiras e consoles que não servem para mais nada, já que a tripulação ficaria boiando pela nave. Afirmar que corredores largos, tetos altos, cadeiras e piscinas traz a idéia de “vencemos o espaço” é no mínimo anti-econômico em se tratando de algo tão perigoso como a exploração do espaço MESMO no séc XXIV. O teto baixo e os corredores circulares ao menos me passam a idéia de um pouco mais de SEGURANÇA.

  45. Uma coisa sobre as tecnologias de ST e SW (é, vou defender SW), é que elas são muito fantasiosas agora, más até o teletransporte na última decada ganhou cunho científico. Dizer que a dobra espacial é possivel só é fantasioso apenas por que ninguém a inventou ou teorizou de forma cientificamente plausivel até agora. Lógico que por enquanto o que podemos fazer é nos divertir. Más se não for assim, a humanidade está perdendo os seus sonhos.

  46. A gravidade artificial e amortecedores de inércia, são essenciais pra ficção cientifica espacial, pois senão, tudo teria que ser realista nos moldes de 2001, e convenhamos, apesar daquilo ser o mais próximo da realidade, é chato a bessa!!!!
    Portanto não importa muito a explicação, mas claro, quanto mais cientifica melhor.

    Concordo com o Padô, é preciso sonhar… nos dias de hoje vivemos a ficção cientifica de nossos avós, imagine daqui a 200 anos? que mundo teremos?

    O fato dos corredores serem pequenos não importa, afinal a Enterprise é uma nave de guerra, um submarino, não um navio de cruzeiro.

  47. Na verdade, não estava falando dos amortecedores de inércia e da gravidade artificial em sí. Mas do fato dos projetistas do futuro se comportarem como se eles NUNCA pudessem falhar. É como a história do Titanic. Por isso, acho o formato circular e baixo dos corredores a melhor coisa para que os tripulantes não saiam quebrando a cabeça nas quinas da nave, ou precisem ser rebocados do teto, quando o dispositivo falhar.

    Se bem que se o amortecedor falhar, um abraço…

  48. Me lembrou 2001.

  49. Com tanto branco, as legendas vão ficar ótimas……

  50. Bom, mas também já passou beeeeeeeeem da hora de todas as distribuidoras partirem de uma vez para legendas com fonte decente, ou seja, com borda pretas no desenho das letras ou cores diferentes, etc.

  51. AS LEGENDAS AMARELAS TEM SE MOSTRADO MUITO EFICIENTES.

  52. Alm. Augusto Du Arte | 29 de outubro de 2009 at 11:43 am |

    Nunca entendi porque pessoas que não gostam de giló, simplesmente não o comem e pronto. As que não gostam de ST vivem comparando e criticando os que gostam. Gente vão viver suas vidas e seus gostos. Deixe-nos gostar do que gostamos. Se gosta ótimo seja bem vindo a bordo. Se não não gosta vai para onde você gosta. Não fiquem ocupando nossos espaços com suas críticas.
    Vida longa e prosperidade a todos.
    PS. Amei a página.

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