Episódio delicado aborda vida, morte e transcendência dando destaque a Ilia
Sinopse
Data estelar: desconhecida
A Enterprise investiga uma estranha nuvem espacial com várias esferas brancas de energia. Uma dessas luzes acompanha a nave por um tempo e acaba adentrando a nave. Passa por Uhura e Chekov, ambos dormindo, antes de chegar em Ilia e entrar em seu abdômen. Ela desperta e deixa seus aposentos. Ao chegar à enfermaria, é recebida por McCoy. Ela não entende… não quebrou seu voto de celibato, mas pode senti-lo dentro dela, e conta como uma bonita luz branca entrou dentro dela. “Estou grávida, doutor.”
A gravidez, para espanto geral, dura apenas três dias. Durante o parto, Kirk ordena que um guarda fique a postos na enfermaria. McCoy protesta. Ele não quer que nada ameace Ilia ou a criança.
De volta à ponte, o capitão manifesta preocupação sobre o fato de que não se sabe o que engravidou Ilia, ou por quê. Decker parece estranhamente tranquilo, duvidando que um recém-nascido possa trazer algum perigo. Kirk aponta que não há garantias e, ao ser perguntado por Uhura se Ilia poderá ficar com o bebê se ele for normal, o capitão responde: “Eu não chamaria uma concepção imaculada seguida por uma gravidez de três dias… de ‘normal’.”
Após o parto, McCoy chama Kirk à enfermaria. Ilia batizou sua filha recém-nascida de Irska, em homenagem a seu pai – a palavra significa “pura luz” em deltano. McCoy aponta que a criança, biologicamente, é humana, não deltana, com cabelo e tudo. E está crescendo muito depressa, mais do que durante a gestação. Algo como um ano de envelhecimento normal por dia.
McCoy recomenda contra separar mãe e filha, mas Kirk está inconformado. Ilia foi impregnada sem consentimento por uma forma de vida alienígena desconhecida, com intenção desconhecida. Por quê? O médico pondera os riscos, ao informar que a criança parece ter uma forma de leucemia que não responde à medicação e não deve viver mais que uma semana.

Uhura chama Kirk à ponte. Um cilindro alienígena se aproxima da nave, que vai a alerta amarelo. Xon indica que não há sinais de vida conhecidos. Em seu interior, um campo de intensa radiação do mesmo tipo encontrado na nuvem espacial quatro noites atrás – no mesmo momento em que Ilia engravidou.
Após o parto, McCoy chama Kirk à enfermaria. Ilia batizou sua filha recém-nascida de Irska, em homenagem a seu pai – a palavra significa “pura luz” em deltano. McCoy aponta que a criança, biologicamente, é humana, não deltana, com cabelo e tudo. E está crescendo muito depressa, mais do que durante a gestação. Algo como um ano de envelhecimento normal por dia.
McCoy recomenda contra separar mãe e filha, mas Kirk está inconformado. Ilia foi impregnada sem consentimento por uma forma de vida alienígena desconhecida, com intenção desconhecida. Por quê? O médico pondera os riscos, ao informar que a criança parece ter uma forma de leucemia que não responde à medicação e não deve viver mais que uma semana.
Uhura chama Kirk à ponte. Um cilindro alienígena se aproxima da nave, que vai a alerta amarelo. Xon indica que não há sinais de vida conhecidos. Em seu interior, um campo de intensa radiação do mesmo tipo encontrado na nuvem espacial quatro noites atrás – no mesmo momento em que Ilia engravidou.

Uma semana se passa sem que se consiga fazer contato com o misterioso cilindro. Ao mesmo tempo, contrariando os prognósticos de McCoy, Irska segue viva, com idade biológica aproximada de dez anos. Ilia está criando a filha em seus aposentos, um ambiente bem diferente da esterilidade típica da Enterprise, com texturas suaves e cores saturadas recobrindo as paredes, fumaça saindo de um incenso, almofadas pelo chão e plantas exóticas.
A mãe diz que terá de retornar ao trabalho, mas a filha quer ir junto. Ela explica que não é possível. Irska pergunta o que fará sozinha, e Ilia a aconselha a fazer o que quiser e descobrir alegria sozinha – e assim nunca precisará temer rejeição. As duas dão um abraço afetuoso, e Ilia vai aos aposentos de Kirk, pedindo para voltar ao serviço. O capitão estranha a ideia de deixar a menina sozinha e pergunta quais os planos para ela. Ilia deixa claro que não tem planos, que a menina está crescendo rápido e não estará com ela por muito tempo. “Tenho de amá-la, ensiná-la o que eu puder e então deixá-la partir.”
De volta à ponte, Ilia assume o posto de navegadora, quando soa um alerta de intruso. Algo está se transportando do cilindro alienígena lá fora. É uma forma de radiação, que entra em um filtro de purificação atmosférica da nave. Nos aposentos de Ilia, Irska se mostra temerosa. Na ponte, Kirk ordena ações evasivas, mas a Enterprise não consegue se afastar do cilindro. Uma tentativa de disparar em dobra 9,2 falha, e o cilindro segue acompanhando a nave. Irska aparece na ponte e se reúne com sua mãe.

Para piorar as coisas, Xon informa que a forma de radiação que entrou na nave contaminou o sistema de filtragem. Se algo não for feito para corrigir isso, todos estarão mortos em doze horas. Na enfermaria, McCoy trabalha furiosamente no problema, auxiliado por Chapel, sem resultados. Na sala de recreação, Janice Rand está entre as que já manifestam sintomas sérios de envenenamento radioativo. Irska vê duas tripulantes jogando xadrez e pede para jogar, mas elas dizem que não jogarão mais jogos. Sem entender, Irska se afasta e vai à engenharia. Ela toca em Scotty, também ferido, e ele sente dor. Ela pede desculpas. O engenheiro então dá um presente a ela: um bracelete ajustável, que pode servir nela não importando o quanto ela cresça. Ela fica feliz com o adereço e agradece.
Na ponte, Kirk, Decker e Xon especulam sobre os alienígenas. Xon sugere que eles podem ter envenenado a atmosfera para descobrir como a tripulação reage, ou buscando um meio de se comunicar. Ilia chega, e Kirk pergunta a ela se seria possível que a mudança na atmosfera fosse para afetar Irska de algum modo. Xon acredita que a hipótese é crível e Kirk ordena que McCoy reexamine a criança, sob os protestos de Ilia.
O médico então descobre que a Irska tinha a solução do problema há uma semana – os estranhos glóbulos brancos que ele interpretara como uma forma de leucemia. Ele prepara injeções e leva a Kirk e Ilia, acompanhado por sua pequena e entusiástica assistente, Irska. Ilia está feliz. Kirk está intrigado. E então a nave passa a alerta vermelho. Xon informa que o cilindro alienígena está disparando um feixe de energia de natureza desconhecida contra a Enterprise. Kirk olha para Irska, que parece não saber do que se trata.
De volta à ponte, Kirk ordena prontidão nos feisers e manobras evasivas. O cilindro interrompe o disparo, mas o motor de impulso da Enterprise está danificado e causará a explosão da nave se não for reparado. Kirk quer que Ilia leve Irska para fora da ponte, mas a menina insiste em ficar e ver mais. Enquanto Scotty planeja um delicado reparo que pode expô-lo à radiação fatal, Kirk expulsa Ilia e Irska da ponte.
Uhura vai se desculpar com as duas, mas Irska diz que entende, que a mãe a explicou, e que ambas amam o capitão Kirk, bem como Uhura. A oficial de comunicações abraça a menina, e Ilia “sente” algo que a perturba. Ela liga o monitor e vê Scotty se preparando para o reparo perigosíssimo. Irska faz perguntas sobre morte e vida, e Ilia fala sobre a crença deltana de que, antes de nascer e depois de morrer, eles existem como amor puro, algo que tentam refletir ao longo da vida.

Na ponte, Xon faz outra descoberta surpreendente: pelo exame de McCoy, Irska poderia resistir à radiação para efetuar o reparo do motor de impulso. Decker diz que Ilia nunca autorizaria, e Xon sugere que não a consultem, para a consternação do primeiro oficial. O vulcano acredita que tudo faz parte do plano dos alienígenas. Kirk, vendo Scotty em perigo, ordena que Ilia traga Irska à ponte. Xon explica a situação, e a menina se voluntaria para ajudar. Ela quer salvar seu amigo Scotty.
De fato, o engenheiro é tirado de lá severamente afetado, enquanto Irska faz os reparos. Ela parece saber o que fazer. Scott é levado à enfermaria, e Xon prevê que uma nova dificuldade será imposta à Enterprise, já que esse tem sido o padrão de ação dos alienígenas. O vulcano propõe um elo mental com Irska, especulando que seu subconsciente explique sua conexão com a nave alienígena. A menina volta do reparo e está ótima de saúde. Ela também se diverte com a ideia de unir mentes com Xon e ensinar um vulcano a chorar.
O procedimento começa, e Xon diz as palavras que saem da mente de Irska: “amor”, “vida”, “morte”, “compaixão”, “medo”, “corpo”, “dor”, “cryontha”, “aprender”. E então parecem vir de outra fonte: “entender cryontha, encerrar perigo”. Nisso, a nave alienígena volta a atacar, desta vez envolvendo a Enterprise toda em um campo de energia que vai desfazer o casco em 12 minutos. Escudos, mais uma vez, são inúteis. Kirk pergunta a Irska se ela sabe o que é perigo. Ela sabe. Mas não sabe o que é cryontha.
De volta à ponte, Kirk ordena disparo de feisers contra o cilindro. Irska grita de dor e grita com o capitão, implorando que ele pare. O cilindro parece não danificado. Kirk ordena novo disparo. Chekov hesita, mas obedece. Irska grita novamente. Ilia empurra o navegador do painel com violência, e só Xon consegue imobilizá-la com uma pinça neural. Kirk ordena que Ilia e Irska sejam confinadas em seus alojamentos. Xon indica que o único efeito dos disparos é ferir a criança, e que deveriam em vez disso entender o significado de “cryontha”.
Ilia recobra a consciência em seus aposentos e conversa com Irska, que pergunta se ela pode explicar o que é “cryontha”. A mãe diz que a resposta está na mente da filha, em algum lugar.

Na ponte, todas as equipes reportam negativo na busca de uma solução para o ataque do cilindro alienígena. As bases de dados também não trouxeram nenhuma informação relevante sobre “cryontha”. Xon acredita que cada calamidade que afetou a nave foi projetada para ensinar à criança algo sobre vida, morte e emoções. Havia uma sensação de incompletude, como se ela ainda estivesse evoluindo e esses fossem passos necessários ao processo, e cryontha seria a chave para o próximo passo em seu desenvolvimento. O vulcano sugere que um novo elo mental possa esclarecer o significado. Com menos de seis minutos restantes, Kirk concorda e vai com Xon aos aposentos de Ilia.
Ao chegarem, encontram Ilia e Irska sentadas de pernas cruzadas uma à frente da outra, numa espécie de transe. O vulcano sugere que essa conexão possa servir o mesmo propósito do elo mental. O rosto de Ilia então muda, e ela grita “não!”. As duas voltam ao transe, alheias à presença de Kirk e Xon. O capitão instrui o vulcano a estabelecer contato telepático com elas e tentar guiar o processo. Com dificuldade, Xon consegue, até que ele e Ilia são atirados para longe. Irska continua num transe, e Kirk chama McCoy, preocupado com seus tripulantes. Quando se dá conta, Irska sumiu. Kirk lança um alerta para que a encontrem, e ela é detida por um tripulante na sala de transporte. O capitão vai até lá e ouve dela: “Cryontha” significa “casca desnecessária”. Ela estava tentando se transportar para a nave alienígena.
Xon então aparece e diz que precisam deixar ela partir. Faltam apenas 22 segundos para o casco perder integridade estrutural. Kirk aquiesce. Irska é transportada, o campo de energia que cerca a Enterprise retorna ao cilindro, que então se transforma em uma grande esfera de energia, como as que a nave encontrara dias atrás. O vulcano então explica: milhares de séculos atrás, a espécie de Irska existia em forma humana. Assim como os humanos passam por todos os estados evolutivos de uma única célula a um ser humano completo no útero, Irska precisava experimentar todos os estágios anteriores de sua espécie. Ou seja, por essa perspectiva, ela não teria nem nascido ainda.
Ilia chega e confirma essa ideia, indicando que a filha havia experimentado todas as alegrias e dores de ter um corpo e estava pronta para dispensar a “casca desnecessária”. A deltana foi seu primeiro útero; a Enterprise, o segundo. Kirk lamenta que a “gestação” de Irska tenha sido tão curta, mas Ilia aprecia a experiência, para ela um milagre.
Comentários
“The Child” traz uma aventura intrigante de ficção científica que aprofunda nosso conhecimento de Ilia e dos deltanos, inspira no conceito biológico da recapitulação evolutiva, a noção de que os vários e dinâmicos estágios embrionários refletem o caminho evolutivo de uma espécie.
A ideia nasceu no século 19 com o biólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919) e sua teoria da recapitulação, ou lei biogenética, segundo a qual a ontogenia (o desenvolvimento embrionário) recapitula a filogenia (evolução ancestral). A inspiração veio do estudo de embriões humanos nos mais variados estágios, comparados a embriões de outros animais, e guarda certa consistência, já que embriões de vertebrados compartilham estágios iniciais similares antes da gradual especialização dos tecidos, órgãos e estrutura. Hoje, a ideia é vista como uma simplificação excessiva, mas não deixa de ser fascinante.

E tudo fica ainda mais interessante quando os escritores Jaron Summers e Jon Povill extrapolam o conceito para pensar em entidades não corpóreas, um dos elementos mais recorrentes da primeira versão de Star Trek, dos organianos às luzes de Zetar, passando pela turma do Sargon. O que seria uma recapitulação ontogenética para seres que deixaram a forma corpórea e agora existem como energia pura?
Poderia ser só um exercício intelectual interessante, mas a dupla de roteiristas o transforma em uma aventura cheia de perigos, em que a tripulação precisa trabalhar para resolver o mistério de Irska. Kirk se vê na desconfortável posição de enxergar, desde o início, uma ameaça à Enterprise, quando todos os outros viam apenas uma criança adorável e indefesa. Estranha é a postura de Decker, dada a relação pregressa dele com Ilia – o personagem fica quase totalmente de fora do episódio.
As sequências com a perseguição entre o cilindro espacial e a Enterprise oferecem visuais interessantes e fazem sua própria recapitulação ontológica de episódios clássicos, como “The Corbomite Maneuver”, com a boia da Primeira Federação, e “The Squire of Gothos”, do planeta que insiste em acompanhar a nave.

Contudo, o maior destaque do episódio fica com o desenvolvimento de Ilia e da cultura deltana. Com a visita aos aposentos da navegadora, conseguimos visualizar melhor essa civilização que prioriza o bem-estar e o amor, desapegada de sentimentos mais humanos de possessão e controle. As lições que Ilia aplica à jovem Irska são inspiradas e não parecem vazias – desde a sensacional sacada de “aprenda a ser feliz sozinha e nunca sofra com rejeição” até a crença de que todos vêm do amor e retornam ao amor, e a vida é um exercício de tentar se aproximar desse estado natural.
A isso se contrapõe a ferocidade da tenente ao defender sua filha, confrontando Kirk diversas vezes e praticamente indo às vias de fato com Chekov para interromper os disparos de feisers da Enterprise que inadvertidamente estão ferindo Irska. A personagem cresce muito com a história. E mesmo Kirk, em sua rispidez, se mostra razoável nas preocupações – fiel ao capitão que aprendemos a admirar na versão original.
No fim das contas, “The Child” tem uma aura quase espiritual, falando de vida, morte e transcendência, defendendo um valor fundamental de Jornada nas Estrelas, segundo a qual exploramos o universo para aprender mais sobre ele, mas sobretudo sobre nós mesmos, aperfeiçoando nossa própria perspectiva sobre a existência e a consciência humanas.
Avaliação




Citações
“Today I resume my duties. That means we’ll be apart for a time.”
“Can’t I work with you?”
“No. My work is my work. It is important that you spend some time alone now and become who you are to be.”
“But what will I do?”
“Learn. Do whatever you want to do. See if you can discover joyfulness alone. Once you have achieved that, you need never fear rejection.”
(Hoje volto ao serviço. Isso significa que estaremos afastadas por um tempo.)
(Não posso ir trabalhar com você?)
(Não. Meu trabalho é meu trabalho. É importante que você passe algum tempo sozinha agora e aprenda a ser quem você deve ser.)
(Mas o que eu farei?)
(Aprenda. Faça o que quiser. Veja se pode descobrir alegria sozinha. Uma vez que atinja isso, você nunca precisará temer rejeição.)
Ilia e Irska
“No life form in the entire galaxy can spoil good news faster than your average Vulcan.”
(Nenhuma forma de vida na galáxia inteira pode estragar boas notícias mais rápido que um típico vulcano.)
Leonard H. McCoy
Trivia
- Seymour Cassel, que interpreta Hester Dealt, um dos médicos da equipe do Dr. McCoy, viria a ser visto novamente em Jornada em “Alliances”, o vigésimo episódio da primeira temporada de Star Trek: Voyager, onde ele interpreta Mabus, o líder do secto Trabe dos Kazons que se reune com a Capitão Elizabeth Janeway.
- Uma das inspirações que a dupla de roteiro teve foi de uma das idéias de Gene Rondeberry em 1964 para um episódio que se chamaria “Infection”.
- O laboratório de ciências específico para bioengenharia onde Xon e McCoy fazem pesquisas com Ilia e Irska só viria a ser visto novamente no filme de estréia da franquia nos cinemas, Star Trek: A Ira de Khan, em 1983.
- A imunidade contra radiação beta de Irska será novamente citada como importante elemento de trama durante a Guerra Dominion, na quinta temporada de Star Trek: Deep Space Five, no episódio “The Shores of Chin’toka”, escrito por Ira Behr e J. Michael Straczynski.
- O episódio “Envoys” da sexta temporada de Star Trek: Below Decks brinca com o conceito de entidade alienígena em forma de ponto de luz flutuante, uma velha trope da franquia. No teaser do episódio, Mariner e T’lyn capturam um que havia entrado a bordo da Burbank, e a convencem a produzir um tricorder roxo para a alferes. Esta entidade vista em BDS era muito maior e maligna do que aqui, embora Mariner consiga a capturar com facilidade.
- Após as missões da Apollo 24 e 25, entre os equipamentos que a NASA mandou para a base lunar de Jamestown, um novo reprodutor de fitas VHS foi enviado para substituir o que havia quebrado durante a missão da Apollo 22, incluindo fitas VHS de Star Trek que entre outros episódios, já incluiam “The Child”, que havia ido ao ar próximo da missão de transporte dos itens.
- No episódio é citada a estrela Epsilon Indi. Essa estrela também foi citada na Série Clássica, no episódio “And the Children Shall Lead”.
Ficha Técnica
Escrito por Jaron Summers & Jon Povill
Dirigido por Jon Povill
Exibido em 04 de outubro de 1977
Título em português: “A Criança” (AIC-SP), “A Criança” (VTI-Rio)
Elenco
William Shatner como James T. Kirk
DeForest Kelley como Leonard H. McCoy
Stephen Collins como Willard Decker
Jon Rashad Kamal como Xon
James Doohan como Montgomery Scott
Nichelle Nichols como Nyota Uhura
Persis Khambatta como Ilia
George Takei como Hikaru Sulu
Walter Koenig como Pavel Chekov
Elenco convidado
Seymour Cassel como Tenente Comandante Hester Dealt
Enquete
Edição de Leonardo Magalhães
Citações, Trivias e Ficha Técnica por Juliane Gamberger
Sinopse e revisão por Marcelo Penteriche
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