Site do novo filme para o Brasil

dodiretor.jpgA Paramount colocou no ar a versão em Português para o Brasil do site oficial de Jornada nas Estrelas, onde há disponível o teaser trailer legendado, que também tem o texto em português no grafismo próprio do teaser, como a frase O FUTURO COMEÇA e outras. O TB agradece a dica do leitor Henrique Hübner pelo aviso a respeito desta novidade.

Algo que pode se notar é que as legendas parecem ter um erro de tradução na parte em que o CAPCOM da NASA diz “Godspeed, John Glenn”, traduzido por “Boa sorte, Senhores”. Possivelmente isto ocorreu por o tradutor ter compreendido “Gentlemen” ao invés do nome do Glenn, pois realmente a pronúncia de ambos pode confundir. Ou então foi uma escolha deliberada em omitir o nome do astronauta, um dos sete “Eleitos” do primeiro grupo de astronautas da NASA, por talvez considerarem que as platéias nacionais não iriam saber de quem se trata.

Eu prefiro acreditar no caso do erro, mas nunca se sabe. Uma escolha melhor para o “Under Construction” também teria sido “Em Construção”, mas enfim, não vamos reclamar demais também…!

24 Comments on "Site do novo filme para o Brasil"

  1. “Ou então foi uma escolha deliberada em omitir o nome do astronauta por talvez considerarem que as platéias nacionais não iriam saber de quem se trata.”

    É compreensível… Citar o Glenn soa muito americano pra mim…
    Afinal, o Pavel, digo, Yuri Gagarin chegou antes dele lá em cima…

  2. Isso sim é que foi tosco: colocar “Under Construction” como “A Ser Contruído” ao invés de “Em Construção”…

    E só pra relembrar STAR TREK é “Jornada Estelar” e NÃO “Jornada nas Estrelas”.

    À essa altura, fazer o que, né!? “O costume do cachimbo…”

  3. Alguém arrisca uma data para o lançamento em 2009? Quem sabe o Carnaval? É só o que falta? 🙁

  4. Segundo noticiam, Cloverfield vai ser lançado em 8 de fevreiro (próxima sexta-feira). O parâmetro para o lançamento do ST nos cinemas brasileiros deve ser o mesmo, ou início de fevereiro, ou após o carnaval.

  5. Alan Pires Ferreira | 3 de fevereiro de 2008 at 12:33 pm |

    No teaser com legendas também traduziram o erro de Neil Armstrong: Estava combinado que suas primeiras palavras na Lua seriam “That’s one small step for a man; a giant leap for mankind” (Um pequeno passo para UM homem; um grande salto para a humanidade). Mas ele se confundiu, e disse “That’s one small step for man; one giant leap for mankind” (Este é um pequeno passo para O homem; um grande salto para a humanidade). Uma frase que não faz sentido algum, a não ser para demonstrar que errar é humano…

    Os documentários também costumam omitir o fato de que ele tropeçou na porta do módulo lunar, e por muito pouco o primeiro passo do homem na Lua não foi o primeiro tombo – Seria a marca de uma mão, e não de um pé na poeira lunar.
    🙂

  6. Os últimos filmes de Jornada que estrearam em novembro/dezembro nos EUA chegaram por aqui uns 2 meses depois, pelo jeito isso se repetirá no novo filme. Por Surak, e imaginar que ainda falta 1 ano para podermos ver esse filme… é muito tempo!

  7. Alan,

    durante muito tempo houve essa discussão infinita sobre se Armstrong disse “for man” ou “for a man”. Neil sempre disse que falou o “a”, mas as gravações não corroboravam isso. Entretanto, a transmissão não era a mais limpa do mundo, o que gerava controvérsia. Mas um estudo recente de fonologia sobre a gravação original dá pistas convincentes de que Armstrong falou a verdade todo esse tempo e disse “a man”. De todo jeito, neste caso, o que vale é a intenção.

    Ah, e a frase não foi “combinada” — pelo menos, não segundo o homem que a proferiu. Ele teria pensado nela durante a viagem de 3,5 dias da Apollo 11 até a órbita lunar.

    E, por último, nunca ouvi sobre essa história do tropeço, mas acho esquisita, porque entre a escotilha e o chão havia uma longa escada, que descia por uma das pernas do módulo lunar. Armstrong saiu da nave de costas, mais ou menos como uma pessoa faz para descer a escada de uma piscina. E passou um belo tempo no último degrau da escada observando o solo antes de dar o “pequeno passo”. As imagens de TV não mostram tropeço nenhum.

    Abraços de um fã do Projeto Apollo,
    Salvador

  8. Esse povo Xiita fica reclamando da tradução, eu reclamo da data de estréia, só 2009…

  9. Só pra apimentar este assunto envolvendo a missão Apollo à lua, sabemos todos que aquele era um período de guerra fria, uma competição espacial com a URSS. Gagarin (soviético) foi o primeiro homem a ir ao espaço e declarar: a Terra é azul!” Há dúvidas se, realmente, o homem (made in USA) pisou na lua, com direito a sites inflamados sobre o tema.

  10. Só para complementar, vamos refletir uma dúvida minha e não apenas minha: por que, com a tecnologia tão mais avançada que temos hoje do que há 40 anos, os americanos estão ensaiando só voltar à Lua depois de 2020?

  11. Alan Pires Ferreira | 3 de fevereiro de 2008 at 11:34 pm |

    Ricardo,

    Há 30 anos, um vôo Rio-Paris podia ser feito em apenas 4 horas; atualmente, o tempo mínimo de cruzeiro é de 12 horas. Depois da queda do Império Romano,as cidades européias precisaram de um milênio e meio para conhecerem novamente o sistemas de água e esgoto. Os egípcios do tempo de Cleópatra já tinham ar condicionado (à base de água) e dispunham até mesmo de um teste de gravidez idêntico ao que pode ser encontrado hoje nas farmácias.

    Definitivamente, o acúmulo de conhecimento da humanidade não é linear; nem sua permanência garantida. Isso explica por que a Federação conhece pouco ou nada de robótica e de engenharia genética – Eles optaram por não se aprofundarem nestes temas. Conhecimento que não é utilizado é perdido. Atualmente não temos tecnologia para mandar nem mesmo um gato para a Lua – Nem mesmo fazendo uso de suas sete vidas.

    É por causa deste retrocesso tecnológico que surgem essas teorias malucas de conspiração, afirmando que as viagens à Lua nunca teriam acontecido. As pseudo-evidências montadas pelos lunáticos são tão ridículas, que qualquer leigo pode derrubá-las. Em comparação, entre 1969 e 1972 nove astronaves foram enviadas para a Lua. E os 12 homens que caminharam em sua superfície trouxeram tanta documentação de suas viagens, que é impossível negar que ela tenha de fato ocorrido.

    Podemos começar assistindo essas vinte horas gravações de vídeo feitas na Lua…

    aqui

  12. Alan Pires Ferreira | 3 de fevereiro de 2008 at 11:48 pm |

    Salvador,

    Não sabia que Armstrong já tinha comentado o assunto. Confesso que minha primeira reação seria a de duvidar que o maior evento de propaganda da história (criado por um povo fanático por marketing) não tenha sido planejado em seus mínimos detalhes; que tenha sido dado aos astronautas liberdade para improvisar. Mas às vezes esses pequenos detalhes realmente são esquecidos. Se o cara diz que foi ele mesmo quem criou a frase, e que houve um problema de transmissão, não vejo motivos para duvidar. Ele com certeza tem credibilidade de sobra para ter sua versão sustentada.

    Quanto ao escorregão, não me lembro mais do nome do livro onde li esta anedota; se localizar a fonte, te aviso. Cá entre nós: Não seria difícil escorregar, usando roupas tão desconfortáveis, com tantas camadas como as que eles usavam. Até mesmo a NASA já soltou imagens de tombos no solo lunar. Eu tenho aqui em casa um documentário fantástico sobre as viagens à Lua: In the Shadow of the Moon (2007). É simplesmente emocionante.

  13. Alan,

    Sem dúvida, escorregar era muito fácil, e o senso de equilíbrio fica seriamente prejudicado pela mudança de gravidade.

    Agora, os egípcios nunca tiveram teste de farmácia para gravidez (isso é certo!), e um vôo Rio-Paris nunca levou quatro horas (exceto, talvez, num Concorde, que, que eu saiba, nunca fez esse trajeto).

    Mas isso não quer dizer que os EUA não tenham HOJE (ou 40 anos atrás) as tecnologias para ir à Lua. A NASA tem. O que a NASA não tem é o dinheiro. O plano de retornar à Lua em 2020 não tem a ver com o tempo que eles precisam para aprender a voltar lá. Tem a ver com ter uma verba escassa até a aposentadoria dos ônibus espaciais (ao final de 2010) e um orçamento que atualmente é cerca de 0,5% do orçamento do país. Na época do Projeto Apollo, Kennedy e Johnson davam à NASA cerca de 5% do orçamento do país.

    Ir à Lua não é tão difícil assim. Na verdade, os sistemas de suporte de vida são similares ao que estão na estação espacial (você também duvida que ela esteja lá em cima?). A diferença é a propulsão, pois é preciso escapar do campo gravitacional terrestre e ir até lá. Só que a Lua é o objeto mais próximo que podemos visitar — ou seja, em tese, o objetivo mais fácil que poderíamos ter, além da órbita terrestre.

    Os americanos já enviaram espaçonaves do tamanho de carros em rotas para fora do Sistema Solar. Por que seria tão difícil mandar um caminhão para a Lua? Falta só o dinheiro. 😉

    Abraços,
    S.

  14. Puxa Salvador…

    Minha terra já foi importante, já tivemos oncorde sim, mas vc era muito menino ainda, rs… 🙂

    veja o link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u4763.shtml

    Sobre o teste de gravidez parece que é uma teoria que foi noticiada na Superinteressante: http://super.abril.com.br/superarquivo/2003/conteudo_123902.shtml

    E por favor, não me chame de velho só porque eu assistia Jornada nas Estrelas em preto e brqanco na Tv Continental Rio em 1969! 🙂

  15. Alan Pires Ferreira | 4 de fevereiro de 2008 at 11:25 am |

    Salvador,

    Documentos históricos citam que os egípcios embebiam tiras de papiro com certas substâncias químicas, que em contato com a urina de uma gestante mudavam de cor. Seria o avô de nosso teste de gravidez.

    Segue a tabela de rotas regulares do Concorde na década de 70, com respectivas distâncias e tempo de vôo:

    Linha Distância Supersônico Subsônico
    ————————————————————-
    New York – London 5500km 2H 6H
    Paris – New York 5500km 2H 6H
    Paris – Washington 5800km 2H 6H
    Paris – Rio 9100km 4H 12H
    Paris – Johanesbourg 8800km 3,2H 9,5H
    ————————————————————-

    Nesta época eu poderia pegar um vôo de Belo Horizonte para o Rio no início da madrugada, apanhar o Concorde para Paris, fazer uma conexão para Londres e chegar lá antes do nascer do sol! Depois de passar todo o dia na capital inglesa, poderia tomar o primeiro vôo após o pôr do sol e retornar a BH ainda no mesmo dia! É claro que seria preciso programar os vôos comerciais para isso, mas hoje não seria possível nem mesmo remanejando os vôos.

    Quanto à viagem à Lua, estamos falando exatamente a mesma coisa com palavras diferentes. Você sabe muito bem que enviar uma nave robótica é um desafio infinitamente mais simples que enviar um ser humano e trazê-lo de volta. E também que levar pessoas até a Estação Espacial (400km de altitude) ou até o telescópio espacial Hubble (600km de altitude) é bem mais fácil que levá-las 400.000km até a Lua. A propulsão é completamente diferente, são problemas completamente diferentes! O ônibus espacial é como uma JANGADA; não pode ser usado para andar livremente pelo Sistema Solar, com mostram os filmes.

    Ainda que a viagem já tenha sido feita antes, foi em uma outra época, com tecnologia que não existe mais. Adaptar todo aquele conhecimento adquirido para a tecnologia atual demandará muito tempo e dinheiro, e recriação de boa parte dos procedimentos. Com o baixo orçamento e a falta de prioridade que a NASA tem hoje, ela calcula em 15 anos. Fato é que, mesmo dispondo de orçamento ilimitado, seria impossível mandar um homem à lua hoje (04/02/2008) ou nos próximos 12 meses.

    Grande abraço.

  16. Alan Pires Ferreira | 4 de fevereiro de 2008 at 12:32 pm |

    O finado astrólogo Carl Sagan dizia que qualquer raça que se recusasse a explorar o espaço estaria fadada à extinção; pois seria apenas uma questão de tempo até que algum cataclismo natural varresse seu planeta. Mas ele também dizia que a probabilidade da Terra ser atingida por um meteoro ou outra ameaça externa nas próximas centenas de milhares de anos era mínima. Teríamos, portanto, tempo de sobra para fazer o dever de casa. Segundo ele, investir pesado em exploração espacial tripulada nos anos de 70-90 teria sido um erro, pois nossa tecnologia ainda era muito frágil, e os custos seriam astronômicos. Assim que as imagens de corpos carbonizados ou congelados começassem a ultrapassam em muito as imagens de missões bem-sucedidas, haveria clamor mundial para que o projeto de caixões espaciais de luxo parasse – Isso atrasaria a exploração em um século, tornando-a um tema quase tabu. O certo seria manter um programa de sondas com mecanismos de tele-presença cada vez mais sofisticados, mantendo os humanos apenas na órbita da Terra (pertinho da margem, onde é mais seguro). Só à medida em que a tecnologia evoluísse e as mentes amadurecessem é que deveríamos tentar passos mais longos, seguindo o caminho trilhado pelas sondas espaciais.

    Fato é que a tecnologia só amadurece quando é colocada em prática. Já está na hora de arriscarmos alguns passinhos mais arrojados. Mas não devemos deixar de levar em conta o fato de que se trata de um programa de longuíssimo prazo. Uma habilidade que diferencia o Homo sapiens dos outros animais é sua capacidade de planejar a longo prazo. E a exploração espacial exige que estiquemos esta capacidade ao máximo. A maioria de nós é capaz de planejar somente aquilo que iremos usufruir daqui a poucos anos, em nossa própria geração ou pelo menos até o final da vida. Mas a terra-formação de Marte, por exemplo, é um projeto que demandaria pelo menos 400 anos. Seria um presente para 16 gerações adiante! Se pensar no sustento de seu próprio filho já é difícil para alguns, imagine pensar em um futuro tão longínquo! Vários projetos multi-geracionais já foram tocados pelo ser humano. Eu me recordo agora do avião e do computador. Mas não me lembro de nenhum onde os participantes tivessem plena noção de que estavam contribuindo para um projeto cuidadosamente estudado, com prazo certo para terminar. (Talvez a criação dos Estados Nacionais?)

    Nós do século 20 somos muito mal acostumados, porque nascemos em uma época onde houve uma súbita maturidade tecnológica. Como resultado, muitos daqueles projetos de longa data (como os já citados avião e computador) puderam ser concluídos rapidamente. Mas isso dificilmente ocorrerá com a exploração espacial, onde o prazo é naturalmente mais dilatado. É tão mais difícil e doloroso para nós domarmos o entusiasmo!
    🙁

  17. Acompanhando animado o bate-papo de vocês, Salvador e Alan Pires.

    Quanto ao vôo do Concorde Paris-Rio, na época, na década de 70 ( e talvez até no início da de 80 ) lembro que uma vez fui ao aeroporto do “Galeão” assistir com meu pai a aterrissagem do Concorde. Era espetacular.

    Não sei a época ao certo, mas sei que eu era bem pequeno ( nasci em 70 ). Creio que naquele tempo era comum ir ao aeroporto para fazer isso.

  18. Alan,

    na verdade, boa parte da minha resposta (sobre o que falta para voltarmos à Lua) era para o Ricardo. Sobre o Concorde, realmente eu desconhecia vôos Rio-Paris. O fato é que nunca foi “affordable” voar de Concorde (o que nos leva de novo ao grande limitante tecnológico: grana).

    Agora, esse dos egípcios aí, eu vou precisar de mais que “documentos históricos” para comprar. 😛

    Abraços,
    S.

  19. Engraçado que tao falando do homem voltar a lua, mais quase não se comentou o trailer do filme.Nele mostra a Enterprise sendo construída na superfície. Mais se eu não tou enganado no século 23 a Federação já construía as suas naves no espaço.

  20. MOABI,

    acabou que muito da discussão do novo trailer aconteceu na divulgação de uma versão “bootleg”, divulgada no mesmo dia em que ele apareceu nos EUA.

    De toda forma, só para não te deixar no vácuo: é só impressão. A Enterprise-D, no século 24, foi parcialmente construída em solo (marciano, no caso).

    Abraços,
    S.

  21. Henrique,

    acho que deve ser um privilégio ter visto Jornada em PB em 1969! Eu te invejo por isso! Isso sem falar nos pousos lunares que estamos discutindo aqui! 😉

    Sobre a matéria da Super do Antigo Egito, ela é mote de uma piada recorrente entre mim e o Reinaldo José Lopes (meu colega aqui na editoria de Ciência do G1). Eu me lembro que na capa da Super dizia até que os egípcios faziam cirurgias cerebrais!!! Eu levaria com um grão de sal a matéria. A Super (que eu adoro, apesar de tudo) já fez capa levantando a “polêmica” de que o HIV não causava Aids e a “polêmica” das vacinas… tempos sombrios, para uma revista que já foi muito boa e que está voltando a ser em tempos recentes.

    Abraços,
    S.

  22. Vou estudar mais sobre o assunto específico, embora o período da guerra fria eu conheça e, confesso, sou apaixonado por temas sobre teorias da conspiração, pois, dá pra desenvolver muitos livros e filmes em cima disso, não é? Não vou desacreditar os teóricos, mas nunca afirmei que o homem não foi à Lua e nem os teóricos afirmaram e por isso são teóricos, pois não têm provas! Mas é bom que tenhamos dois lados de uma moeda, para que reflitamos e nunca sejamos manipulados e… obrigado pelas informações, Nogueira.

  23. Alan Pires Ferreira | 6 de fevereiro de 2008 at 12:45 am |

    Também acho lamentável que a Superinteressante tenha decaído tanto, a ponto de virar um manual de metafísica – O mesmo ocorreu com o Discovery Channel. É o peso da popularidade: Você não pode decepcionar seu público. E como a esmagadora maioria do povo curte misticismo, religião e auto-ajuda…

    Mas não foi lá que eu li sobre o teste de gravidez, não. Agora eu me lembro. Foi em uma série de documentários da BBC, apresentados pelo humorista Terry Jones do Monty Python. Alguns desses filmes foram exibidos pelo Discovery Channel (ainda em seus bons tempos) e outros pelo The History Channel. Há um sobre o Egito Antigo, outro sobre a Roma Antiga e um terceiro sobre a História do Número 1. Apesar de serem rigorosamente baseados em fatos, eles se concentram no lado pitoresco da História.

    Ficamos sabendo, por exemplo, que na Roma Antiga havia lojas de “fast-food” em cada esquina, pois não era possível arranjar lenha e apartamentos com cozinha para todo mundo. (A cidade tinha mais de um milhão de habitantes, que moravam em prédios de até cinco andares.) Os pratos mais populares nessas cantinas eram… pizza e hamburger! Foram os avós da Pizza Hut e do McDonald’s.
    😉

  24. “Os pratos mais populares nessas cantinas eram… pizza e hamburger! Foram os avós da Pizza Hut e do McDonald’s.”… com a vantagem de serem naturais! A desvantagem era não haver freezer, porque tudo era conservado na base do sal.

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