Roteiristas querem mais Star Wars em Jornada

orci-e-kurtzman-2.jpgUma nova entrevista com os escritores Alex Kurtzman e Roberto Orci foi realizada pelo site SciFi Wire. E como de costume falaram a respeito do filme de Jornada nas Estrelas, dessa vez incluindo mais de detalhes sobre a produção, o cânon e a intenção de trazer um pouco de Guerra nas Estrelas para a franquia.

Você ficaram intimidados em reavivar a franquia de Jornada?

Orci: “Essa não é uma coisa que você vá levianamente, a menos que você ache que tem alguma coisa realmente séria a contribuir, porque realmente crescemos com Jornada. Nós não poderiamos recusar por falta de conhecimento ou porque não temos opinião sobre o que gostamos de Jornada. O que ficou mais forte foi a pergunta – Será que somos dignos? – E chegamos à conclusão de que esta é a nossa profissão escolhida. Então, poderíamos também tentar conseguir algo para ela”.

Kurtzman: “E com Damon (Lindelof) envolvido, que também é um grande fã de Jornada, nós nos sentamos com ele durante um minuto, e percebi o quanto seria divertido para nós três trabalharmos em conjunto. Não havia desculpa para dizer não. Não poderíamos ter medo”.

Há uma enorme quantidade de material da franquia para trabalhar. Como é que vocês adaptaram na história o que querem contar?

Kurtzman: “Foi acordado que iria ser sobre a tripulação original, e no minuto que fizemos isso, ficou limitado o alcance do que gostaríamos de procurar para história”.

Qual é a história?

Orci: “É sobre a forma como a original tripulação chegou a se reunir, e que isso nunca foi coberto na sua totalidade, quer pela série ou qualquer dos seus filmes. Ninguém jamais contou a história de como a Enterprise zarpou”.

Kurtzman: “Há detalhes no cânon onde os personagens referem-se ao passado deles, mas existem grandes áreas de interpretações e é o tipo de claro onde você pensa – Peraí, eu entendo isso, mas como eles fizeram para chegar lá antes de irem a esse ponto?  – E é aí onde você tem alguma margem”.

Até ficar consistente ….

Kurtzman: “Você tem de ser coerente. Você não pode quebrar uma regra de algo que foi feito antes”.

Quando foi seu primeiro conhecimento de Jornada?

Kurtzman: “Eu era um pouco jovem para o primeiro filme da série original. Jornada me tocou em A Ira de Khan. A experiência de estar em um cinema e ver esse filme, com certeza foi a primeira vez algo paralelo a Guerra nas Estrelas para mim, em termos de intensidade emocional e  erudição scifi. Isso, por si só, já era motivo suficiente para fazer o filme, mas não sem estar ciente das regras”.

J.J. Abrams não faz segredo que ele tem mais amor a Guerra nas Estrelas do que a Jornada, mas vocês dois são completos fãs?

Orci: “Em termos de fandom sim, e Damon também é um fanático. Não vamos deixar cair a bola por falta de conhecimento. Ninguém pode dizer que não conhemos de Jornada. Poderia haver algumas coisas que fazemos e que as pessoas poderiam questionar do tipo – Detesto eles por algumas razões – mas não podem dizer – Eles não sabem de seu material”.

Orci: “E é controverso até mesmo mencionar Guerra nas EstrelasJornada na mesma frase, mas Alex disse – Temos que levar mais Guerra nas Estrelas em Jornada“.

Kurtzman: “A Guerra nas Estrelas original”.

Orci: “A Guerra nas Estrelas original. Quero sentir o espaço, quero sentir a velocidade e quero sentir todas as coisas que podem ficar um pouco perdidas quando Jornada se torna muito pomposa, o que eu gosto, mas ….”

Kurtzman: ” Jornada é muitas vezes o espaço equivalente a sub batalhas (de submarinos), e é o que a torna única e diferente de Guerra nas Estrelas, por isso não podemos passar longe, de qualquer modo”.

Além de compartilhar a parte criativa com Abrams, por que foi tão importante buscá-lo para dirigir o filme?

Kurtzman: “O que obtemos de J.J. dirigindo Jornada é cem por cento a tradução do script para a cena. Uma aventura épica no espaço é algo que poucos diretores podem conduzir. Você precisa de alguém que entenda o  gênero e o espírito de Jornada para realizar um filme deste escopo, o que é maior do que qualquer coisa feita para a franquia antes”.

Sua história de Jornada conquistou J.J. Abrams. Parece que vocês estão muito confiantes de que os fãs vão gostar dela, também?

Orci: “Vai haver um debate quando esse filme sair, se é ou não compatível com o cânon. Argumentamos que ele é. Mas, literalmente, não há nada que possamos dizer sobre este filme. Mesmo que pense que não seja controverso, as pessoas vão dizer – Oh, isso é conveniente, eles estão cobrindo uma história que nunca foi feita antes de lidar com o cânon.”

É um legado bastante intenso.

Kurtzman: “As perguntas que mais nos atraíram foram – Quais são as regras desses personagens, as regras desse universo e as regras daquilo que faz Jornada funcionar? – Se não tocarmos nisso, não importa o quanto o filme é coerente com tudo que veio antes, quem se importa? Se tocarmos nisso e apresentarmos algo que encarne o espírito daquilo que nós sentimos quando a vimos pela primeira vez, então esperamos que tenhamos Jornada“.

Fonte: Trek Movie

53 Comments on "Roteiristas querem mais Star Wars em Jornada"

  1. Ahhhh…que Star Wars o quê!!! precisa disso pra sentir o espaço? tenha dó…estou achando que esses dois nunca assistiram Jornada de verdade…pra entender mesmo!! nós já caimos em uma discussão semelhante a essa a um tempo atrás…Star trek vs Star wars…, pra mim…isto não vai prestar!!

  2. Já vi que vem discussão por ai….

    Eu só quero uma coisa de SW: a bilheteria, mais nada.

  3. Só uma pequena correção: Kutzman não quis dizer “sub batalhas”, no sentido de batalhas inferiores, mas batalhas de submarinos (submarines “sub”). Vide as discussões de fãs sobre os assuntos em fóruns estrangeiros.

  4. Flávio Fernandes | 6 de outubro de 2008 at 4:49 pm |

    Mariana:

    Concordo com você!!!

    Guerra nas Estrelas sempre foi mais comercial que Jornada devido aos obvios motivos de ter algo mais infantil (e fútil),de mais fácil e entretenimento rápido, e etc…

    Jornada não, tinha roteiros mais elaborados – complicados – de ficção pura aliado com o trabalho de equipe dos super-personagens.

    Então, comercialmente, Star Wars foi mais “barulhenta” á principio – mas – seguramente inferior intelectuamente e será menos duradoura no geral e em suas etapas – tenho certeza. Alías, acho que já acabou com a última trilogia que foi péssima, que nem amarrou direito os laços das estórias.

    Resta saber se não vão criar paralelos rídicos dos personagens (Kirk = Han Solo; Spock = Obi Wan Kenobi; Léia = Uhura e etc…), jé que isto seria definitivamente terrível.

    O pessoal de Jornada, a equipe, o universo e etc… são tão superiores que tal atitude seria um sacrilégio. Como colocar um diretor que prefira Star Wars??

    Olha, espero realmente que isto seja “Jogo de cena” e que na hora – no momento “X” – encontremos nossa “velha” Jornada das Estrelas mesmo.

    Abração Mariana!!

  5. Que horror, SW não tem nada a ver, não dá nem para comparar. Vade retro !!!!!!!!!!
    Imagina se é preciso alguma coisa de SW, acho que eu mereço mesmo…
    Essa acabou com o meu dia, estava tão essperançoso. Não tenho nada de quem gosta de SW, até eu gosto, mas é como gasoso e líquido, Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. SW é outra coisa.
    Por favor, me poupem desses comentários !!!!!
    Socorro !!!!!!!

  6. Ralph
    Essa foi sacanagem sua !!!!!!!!

  7. Mais uma vez, ocorre o problema maior dessa longa demora para sair o filme – alguém fica falando abobrinhas, fala demais e pronto – surgem controvérsias desnecessárias. Se os caras sabem da polêmica Star Trek x Star Wars, pra que darem declarações desse tipo? Tão querendo levar chumbo mesmo. Eu não quero saber de mais nada, exceto de ir no cinema e ver o filme, ponto final.

  8. Pelo visto Han solo vai ser o próximo capitão da Enterprise. E Darth Vader vai dizer que é o pai de Kirk. E a Leia mãe do Mccoy.

  9. Caro Flavio Fernandes, SW é pra sempre!!! igual a Jornada… que acabou o quê, a nova trilogia é um complemento da clássica, um aperitivo.

    Quanto a por mais SW em Jornada, também sou contra, pois o melhor filme, A ira de Kahn, é um exemplo do quanto a ação é diferente de SW, é mais dramática, tensa, afinal ST é baseada na rotina naval, nada haver com SW.

  10. post 6.
    Verde. Vc está correto. Eu já sabia.
    Faltou mesmo o parênteses explicativo. Não foi sacanagem.
    Já consertado.

  11. Aliás, quem observou foi o TOMALAK. Obrigado colega.

  12. gente, relaxa e goza…

    hahahahahaha…

  13. “…e é o tipo de claro onde você pensa – Peraí, eu entendo isso”

    “tipo de claro”? não entendi…

  14. Nesse ponto eles podem estar corretos.

    Em TOS as viagens não eram sempre fáceis, as vezes a nave parecia se arrastar, travar, não obedecer aos comandos, estremecer como se fosse quebrar ao meio, forçar os motores, enfim era uma máquina poderosa, mas uma máquina que beirava ao limite de sua capacidade, com um capitão que usava de muitas artimanhas e o seu engenheiro de milagres para lidar com seus limites.

    Em STNG parece que a Enterprise ficou pomposa demais, muito galante, parecia que sempre realizava uma viagem de cruzeiro e tinha sempre um ás tecnológico na manga para escapar dos problemas, nada de improviso, nada de artimanha, tudo politicamente correto, seguindo o manual.

    Star Wars Clássico lembra esse lado de aventura, de improviso, com a Falcon Milenium sacudindo, virando de um lado para o outro e seu capitão tendo que se virar para pôr tudo nos trilhos.

    Se eles estão se referindo a isso, estão certos. Jornada está sentindo falta de algo que exponha os personagens ao limite de suas habilidades, da possibilidade real de perigo e da capacidade de cada um de usar o que tem de melhor, sem manuais, sem regulamentos.

    Não precisam copiar nada de Guerra nas Estrelas, mas apenas voltar a ser o que sempre foi: aventura e emoção.

  15. Nelson Pieka Rivaldo | 6 de outubro de 2008 at 7:23 pm |

    Sabem o que me assusta nessa história?
    O diretor Kevin Smith, fã de Star WARS, assistiu a uma prévia do novo filme de Star TREK e gostou. Anoticia está aqui mesmo no Trek Brasilis, dia 24 de agosto.
    Um fã de SW elogiando ST, me dá medo. Sem contar que o ator que faz o jovem Kirk, não lembro o nome dele, diz ter se inspirado em Han Solo. E uma cena que escapou em que o Sulu aparece com uma espada, espero que ela não seja de luz, eu saio do cinema!
    Mas talvez isso seja apenas propaganda pra atrair um publico maior, não sei também se não é isso que eu quero acreditar.
    Eu sonhava com um filme que mostrasse a guerra com os Romulanos. Imaginem as tensões de lutar contra um inimigo que nunca se viu o rosto?
    Talves fosse melhor deixar Jornada descansar em paz.

  16. post 13.

    Existem cenas em que os personagens assumem certos comportamentos ou atitudes, que deixa margem a várias interpretações, onde não se sabe ao certo como eles chegaram a isso. É nesse claro, nesse espaço, sem explicação, que vc pensa como é que eles chegaram a serem isso ou fazerem aquilo.
    O filme vai explicar ou tentar pelo menos.

    Por exemplo, Kirk já aparece na série como capitão da Enterprise e falou uma vez sobre a ludibriação no teste do Kobayashi Maru, mas como chegou a ser capitão com tamanha irresponsabilidade? Isso dá margem a muitas hipóteses. O filme vai mostrar o por quê. Espero.

  17. Realmente essa notícia foi dose! Realmente triste de se ler.

    Como o Nelson disse, imagina um Sulu enfrentando um Romulano com sabre de luz?! Jornada é Jornada, SW é SW.

    Tomara mesmo que façam o filme direito!
    Já que quiseram fazer um filme com a série clássica, é bom que honrem todo o legado.

    Já que querem com ela jovem é bom que explique bem explicado como eles chegaram na Enterprise, sem jogar fora nada(de imporante, como o Spock ter servido na Enterprise bem antes de Lirk, por exemplo…)

    Já que quiseram colocar uma viagem no tempo na história, que deixem o Leonard Nimoy matar a saudade e emocianar os fans com um enredo que justifique (o erro na minha opnião) de se ter OUTRA viagem no tempo…

    Já que o filme se chama STAR TREK, QUE ELE SEJE SOBRE STAR TREK!

  18. cesar antonio r martins | 6 de outubro de 2008 at 10:09 pm |

    Eu venho dizendo há quase dois anos, por mais loucura que pareça ser:

    Ainda sentiremos a falta da dupla B&B…
    hehehehe

    A-koo-che-moya, Gene…

  19. ^post 14

    Apenas para deixar uma opinião: TNG se passa quase 100 anos depois de TOS. É muito comum que as coisas evoluam, regras sejam criadas e margens de segurança sejam estabelecidos com o decorrer do tempo causando a impressão de que a Enterprise-D seja “pomposa” demais.

    As dificuldades enfrentadas por Scotty a bordo da Constitution Enterprise o capacitaram a escrever os manuais de engenharia da Frota Estelar, como pode ser visto em TNG no episódio “Relíquias” da sexta temporada, em que ele é resgatado pela tripulação da Enterprise-D. Num momento crítico, LaForge seguindo os manuais e Scotty dizendo para esquecer tudo aquilo, pois ele havia escrito apenas para criar uma margem de segurança por exigência da Frota.

    Partindo desse princípio, é normal que a antiga Constitution Enterprise pareça “remendada” perto da Galaxy Enterprise.

    Saindo do campo que tange aos equipamentos, podemos citar o campo político. Nunca vimos Archer se preocupar com a primeira diretriz e Kirk já a defendia. Notaram como o tempo causa evoluções e cria regras para ter margens de segurança? Em ENT, Archer até especula sobre a criação de uma regra para não interferir com povos menos evoluídos, mas a falta dessa regra o deixa com muito mais atuação que Kirk tinha por exemplo, que deveria respeitar a margem de segurança de não atrapalhar o desenvolvimento independente dos povos que encontrava.

    Quanto a SW em ST, sempre acreditei que podem coexistir, mas cada um em seu foco. SW, com sua sempre presente, luta entre o “lado negro” e o “lado branco” da força e ST, com sua contínua exploração do espaço para se entender melhor como indivíduo.

    Um pouco de exploração de ST foi usada em SW, quando Skywalker duelou contra ele mesmo. Foi um momento de descoberta individual, de exploração de si. ST também usou duelos, numa roupagem diferente, colocando por exemplo Kirk e Khan no “front”, só pra citar um exemplo de cada.

  20. Essa comparação aí dos roteiristas doeu um pouco mesmo. Doeu tanto quanto a declaração do Sr. Chris Pine de se inspirar em Solo para viver Kirk.

    Gostei muito da declaração do Tomalak que disse que de SW só quer mesmo a bilheteria. Isso é verdade!!
    Eu acrescentaria que além da bilheteria também sempre quis que os filmes de Jornada contassem com maior orçamento para mostrar uma boa guerra, com belas batalhas, como das que só ouviámos falar no Universo da franquia!! Sempre quis ver a selvageria dos Klingons em batalha, o modo ardiloso dos Romulanos se esquivar e atacar em seguida, tudo isso mostrado nas proporções de uma guerra inserida em um filme. Claro que tudo isso numa história de Jornada, com seus elementos basilares. Só que sempre me frustrou ver os relatos de grandes contendas e nunca, ou quase nunca, isso ser mostrado.

    Procuro repousar a minha insegurança sobre o filme após essa declaração no fato de Nimoy saber que Star Trek é uma coisa e Star War é outra.

  21. Luiz Castanheira | 6 de outubro de 2008 at 11:36 pm |

    “Sweet Obama das alturas” (TM)

    Abraços
    Castanha

  22. Essa história do novo Sulu usar uma espada como arma, parece não se encaixar com Jornada. Vai ter outros com espada para enfrentar?
    Os únicos que poderiam usar algo semelhante seriam os Klingons, mas já disseram que seriam os romulanos de Nero.
    Romulanos piratas com espada?
    Acho que está mais para Piratas do Caribe do que Star Wars.

  23. “””””Jornada é Jornada, SW é SW””””””””

    Essa pérola sintetiza tudo. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é completamente diferente.

    Cada uma é genial na sua essencia. Eu adoro as duas…..

  24. Luís Henrique Campos Braune | 7 de outubro de 2008 at 12:19 am |

    Saivai-nos, São Spock Nimoy!

  25. Luís Henrique Campos Braune | 7 de outubro de 2008 at 12:19 am |

    Saivai-nos = Salvai-nos

  26. Sulu já usou uma espada (florete) no episódio “The Naked Time”. Perdeu as inibições e revelou-se um espadachim enrustido. Ninguém tem a menor idéia do contexto em que o personagem usará uma espada no novo filme. Como já disse anteriormente, tanta especulação me cansa. Claro que a culpa é do estúdio, que não libera nenhum material mais palpável sobre o que veremos em maio de 2009.
    Agora, aproximar ST de SW, no meu ponto de vista, significa infantilizar a franquia. SW, pra mim, é um conto de fadas (com princesa e tudo), que por acaso se passa no espaço. Não tem muita coisa de ficção científica, mas de fantasia. Também não traz muita reflexão. O enfoque é maniqueísta, diferentemente de ST.
    Fazer o quê, estamos nas mãos desses caras. Para o estúdio, se o filme afastar todos os fãs da verdadeira ST, mas criar um novo público, maior, mais chegado a um blockbuster descerebrado, lotando as salas com muita bagunça, mas sem o menor respeito pela franquia, melhor. Ninguém quer arte, ninguém quer história, ninguém quer conteúdo. Querem $$$$$.

  27. Credo! Star War…?! Só a bilheteria mesmo…

  28. Post 16: Nao concordo que o capitao foi irresponsável com o teste do Kobayashi Maru, nada a ver.
    Sobre a enterprise D, sem esse tipo de nave nao haveria condiçoes de levar crianças e civis. No tempo do Kirk eram militares mesmo.
    Agora, sobre o Sulu portar um sabre ou espada em vez de um phaser, por fvr, nao façam isso.

  29. Flávio Fernandes | 7 de outubro de 2008 at 9:07 am |

    Pessoal:

    Insisto que acho que Star Wars está morta. Digo isto porque tivemos 06 filmes e os últimos três foram fraquíssimo e também porque não existe um Canon verdadeiro a ser seguido.

    Acho um absurdo compararem Star Wars com Star Trek. Apesar de gostar de SW, é realmente inferior no que tange a parte intelectual.

    Espero que esta história de misturar as estações limite-se apenas a retórica e que na hora vejamos Jornada pura e crua.

    Vamos torcer.

  30. Loge de querer polemizar, mas de conciliar.

    Nada tenho contra Star Wars.

    Meu sonho era assistir ao filme, mas minha mãe não me levou por motivo de idade, era criança e a censura na era da ditadura era um pouco mais rígida.

    Na estréia da Rede Manchete, finalmente assisti ao início das aventuras de Sywalker e cia.
    E gostei muito!

    Hoje, não fosse o sucesso de Star Wars, o nosso primeiro amor – Star Trek – não teria zarpado no cinema e teria morrido em Phase II. (reconheçamos a história!)

    Jornada nas Estrelas é insuperável em termos de conteúdo, densidade e humanidade.

    Sobre a matéria, desejo entender que esta nova empreitada de Star Trek tem como alvo um campo maior:
    Os novos oficiais da Frota Estelar e a Aliança Rebelde em um só espírito.

    Mas isso é possível?
    Sim, desde que deixemos de subestimar a mentalidade dos que fazem parte da Força.
    A nossa Missão que, Audaciosamente nos impulsiona para a Fronteira Final, deve entender que esta coalisão é vantajosa para ambos, mas principalmente para a Federação.

    Digo isto porque, ao ampliarmos os nossos limites para dentro do espaço da Aliança Rebelde, agregaremos um maior contingente para o benefício da coexistência no espaço denominado SCIence-Fiction.

    Se por matérias desse tipo, os membros da Aliança Rebelde se achegarem à Federação, recebamos com respeito, e que pela nossa conduta e exemplo, eles também se sintam motivados a se aliarem a nossa Missão.

    Que venham elementos de Star Wars em nosso universo!
    Daí sim, aos poucos eles entenderão o que é, na realidade, Star Trek.

    **/\**

    Luke: -Meu caça está com avarias, solicito auxílio técnico, se possível.

    Enterprise: -Aqui é o cap.Kirk, da U.S.S. Enterprise para X-Wing! Prepare-se para ser abordado pelo nosso feixe trator! Aprecie a viagem, conduziremos você até a nossa…
    http://farm1.static.flickr.com/27/43134684_65e25beaae.jpg?v=0

  31. Post 15: “Um fã de SW elogiando ST, me dá medo.”

    Por Surak, como se fosse impossível a um fã de SW ser também fã ou pelo menos gostar de ST. Acho melhor ter um pouco mais de cuidado com essas afirmações, porque assim como há por aqui os fã-náticos que só gostam de Jornada, há outros que gostam de Jornada e de várias outras franquias de FC – incluindo aí SW. Menos, portanto. O essencial é que cada franquia mantenha a sua identidade, senão é preferível partir logo para um crossover – que, aliás, seria o sonho dourado do Madruga hehe.

  32. post 28.

    Não sei não, VERDE.

    Do jeito que foi contado, acho que o Kirk foi no mínimo leviano ao tentar alterar as condições do teste. Imagine, todos fazendo um teste em iguais condições e outro vem e altera o programa para facilitar na sua vez. Eu, se fosse colega de Academia, ficaria [email protected]%&*.

    É estranho a complacência da Frota com essa atitude, está mal explicado, deve ter havido um atenuante importante. Porisso é que os roteiristas estão fazendo uma versão que descreve melhor o fato ou vão tentar. Mas pelo que foi mostrado em rumores, nessa versão, Kirk vai ter problemas com essa atitude, principalmente com o diretor da Academia, acho que se depender dele Kirk está expulso.

  33. Post 32

    Saudações Ralph.

    Acredito que as atenuantes, que possam ter sido consideradas nesta situação, seja a criatividade, a iniciativa e mesmo a vontade férrea de não reconhecer a derrota sem antes tentar de todas as formas, reverte-la.

    Essas qualidades, creio eu, contariam muito para um capitão de uma Nave Estelar, muitas vezes distante de sua base, tendo de tomar decisões que poderiam causar a perda da nave, de vidas ou a eclosão de uma Guerra com outras raças. Sua engenhosidade, astucia e audacia, poderiam ser o fiel da balança para a sobrevivência da Nave.

    Se não estou equivocado, no ótimo episódio, Balance of Terror, Kirk resolve ir a caça da Nave romulana através da Zona Neutra, sem o consentimento da Frota Estelar, pois essa comunicação demoraria dias ( ou horas) para ser concretizada. Então ele assume os riscos, e no final do episódio chega resposta da Frota o autorizando-o a fazer o que fosse necessário para impedir o retorno da nave romulana a Romulus.

    Abraços

    SérgioR out

  34. Helio, – Post 26
    “se o filme afastar todos os fãs da verdadeira ST, mas criar um novo público, maior, mais chegado a um blockbuster descerebrado(mais infantil), lotando as salas com muita bagunça, mas sem o menor respeito pela franquia, melhor. ”

    Deve ser essa a tendencia do filme, infelizmente…

  35. Sem querer polemizar, mas SW daqui a 2 anos irá pra tv, como série, e com isso atingirá um público que antes não tinha, aumentando seu raio de ação. A força está longe do fim.

    Nem todo blockbuster é descerebrado, talvez o que eles querem é atingir esse estágio dos filmes do Lucas, Spilbergh… trazer essa empolgação do público em querer ver ST como algo moderno, o Spilbergh fez Minority Report com o Tom Cruise, um clássico Scifi moderno atraindo bastante atenção da mídia, trouxeram de volta o Indiana com as mesmas caracteristicas do passado e foi muito bem de bilheteria, tanto que o proximo esta por vir, penso que é por ai a coisa, aliar o antigo com o jeito novo de fazer filme.

  36. Ralph
    Não sei se foi por causa que eu li o livro Kobayashi Maru, (claro que não é “canônico”) mas lá explica direitinho como, pelo menos, poderia ter sido. O capitão faz por duas vezes ou tres vezes o teste e fica obcecado pela solução e na quarta vez, se não me engano, é que ele altera a programação. Portanto, qualquer idéia que tenhamos pode ser tão válida quanto ao que foi escrito no livro, por isso é que não concordo que tenha sido leviano. O negócio é usar a inteligência sem prejudicar ninguém e foi o que ele fez.
    Quanto ao SW, como já disse antes, eu gosto de SW, mas aplicar certos conceitos em ST é fantasiar, pois ST segue mais o rigor científico enquanto que SW segue o non-sense (como o robo gripado) a magia e etc…Em suma, SW é quadrinhos filmado e ST é o supra sumo de SciFi na TV e no cinema, pois acima dele ninguém mais assiste e só encontramos em livros.

  37. Ralph Pinheiro | 7 de outubro de 2008 at 1:58 pm |

    Post 33 e 36.

    Não estou desfazendo da capacidade de Kirk, Verde e SergioR, apenas digo que do jeito que apresentaram ficou meio com cara de esperteza apenas, mas sei que há uma razão boa para isso. Porisso seria interessante dar uma boa versão sobre o assunto,já que querem contar a história de como Kirk chegou a ser capitão. Quem sabe os roteiristas não tenham se baseado no livro?

    O que falta a Jornada é o retorno ao espírito de TOS, da aventura, das dificuldades em lhe dar com o perigo, de superar os limites, etc. Isso ficou um pouco perdido nas demais séries.

    Star Wars Clássica, por ser uma saga de muita ação, bem dinâmica, aproxima bastante o público, isso talvez tenha faltado a Jornada para emplacar no cinema (Veja que A Ira de Khan foi uma das que mais agradou). Então, acho que eles querem fazer o mesmo.
    Espero que consigam.

  38. Raul Mamoru:
    “Jornada nas Estrelas é insuperável em termos de conteúdo, densidade e humanidade.”

    Poxa, Raul, pra mim você disse tudo aí! Concordo plenamente. Jornada é isso tudo pra mim também.

    Só que você complementou dizendo, Raul:

    “Que venham elementos de Star Wars em nosso universo!
    Daí sim, aos poucos eles entenderão o que é, na realidade, Star Trek.”

    Tenho que discordar de você nesse ponto, Raul, pelo menos até se definir que elementos de SW seriam esses. Se forem apenas elementos edificantes que em nada maculem ou contradigam o que Jornada já é e sempre foi, aí sim, tudo beleza!

    Gostei também o que o Saldan disse:

    “O essencial é que cada franquia mantenha a sua identidade, senão é preferível partir logo para um crossover …”

    Pra mim a resposta está aí, cada Universo tem a sua identidade e isso deve ser preservado. A beleza está aí. Alguém gosta de Jornada pelo que ela é e de SW pelas suas qualidades distintas.

    Os roteirista do novo ST e JJ Abrams vem dizendo muito que tentaram capturar a essência de Jornada. Se isso for verdade, acredito que o que eles incluíram de SW foram coisas válidas poderiam ser usadas sem ferir o Universo de ST.

    Também acho que os fãs de SW são bem vindos em ST. Na verdade sempre quis que ST fosse mais atraente para todo mundo, desde que não tivesse que pagar com o preço de ser descaracterizada para tanto.

    Só uma observação, e me corrijam se eu estiver errado, mas acho que o Saldan falou crossover quando quis dizer amálgama. Crossover é quando dois personagens, Universos, seja o que for, se encontram e após o encontro seus contextos permanecem como eram, pelo menos em sua maioria, não havendo alterações substanciais em regra. Amálgama seria mais uma fusão, duas coisas que seriam unidas de tal forma a criarem uma terceira distinta.

    Não acho a idéia de uma amálgama entre ST e SW atraente, mas um crossover seria uma satisfação bem interessante de se ver realizado. Spock e Yoda trocando umas idéias no cinema seria algo muito legal.

    Pra mim ST e SW devem seguir com força como as franquias que são, de preferência cada uma fazendo mais dinheiro que a outra, já que isso é condição essencial em nosso mundo para que as coisas continuem sendo feitas.

    Mas na minha opinião SW desanimou muita gente com essa última trilogia, tão aguardada e anunciada. Os três filmes pouco me empolgaram e sei que decepcionaram um grande amigo meu, que apesar de também gostar de Jornada, é grande fã de SW.

    Pelo que sei o último filme lançado, um de animação que mais uma vez retrata a Guerra dos Clones, não foi bem de bilheteria. Pelas notícias que vejo, George Lucas me parece um tanto incomodado com tudo isso, procurando mostrar serviço. Tanto que parece querer que seu Universo incida de forma bem mais ampla, cogitando novas aventuras nos cinemas e fora dele. Acho que um tempo atrás os fãs de SW nunca imaginaram ver tantos projetos sendo anunciados e planejados com a franquia.

    Tenho pra mim que o George Lucas ficou com um gosto ruim na boca depois de seu resultado com os últimos filmes (foram sucesso, fizeram muito dinheiro, mas acho que todo mundo esperava mais, não das bilheterias, mas sim dos filmes em si) e está buscando investir mais em seu Universo, o que é muito positivo, principalmente para os fãs.

    Coisas boas e grandiosas como ST e SW não devem ser deixadas de lado depois de não se saírem tão bem em alguma investida, como série ou filme. São coisas que merecem sempre uma nova chance, pois se acertarem com certeza trará bons resultados.

    Gosto de SW, mas pra mim ST é insuperável. Questão de gosto é claro. Curioso é que quando criança preferia SW com seus robôs engraçados e seu gigante peludo, e odiava Jornada, que era muito chata. Lembro vagamente quando bem novo (pois me tornei fã de Jornada com 10 anos de idade), talvez com seis ou sete anos, fui assistir um filme da Jornada achando que era algo de SW e fiquei com bastante raiva, pois evidentemente não tinha nada haver, apesar de muita gente achar que tudo é a mesma coisa.

    SW é mesmo um conto de fadas no espaço pra mim, talvez o melhor que poderiam ter criado, e Jornada é ficção científica propriamente dita, com importante em foque no ser humano.

  39. Parece que só tem PhDs aqui nesse debate.

    E por favor qual a vantagem em comparar pejorativamente ST com SW, ao dizer que uma franquia é melhor que a outra?

    Numa comparação pra lá de exdrúchula, poderíamos dizer que “SW” é o almoço e “ST” é o jantar.

    E nada mais do que isso…

  40. Desculpem pelo fato do texto ter saído gigantesco e pelos erros que eu tenha cometido, como no caso de “enfoque” aí no final, hehe.

    Valeu!

  41. Rodrigo
    Na minha opinião (vou resumir) SW é um tipo de filme e ST é outro. Não se trata de quem é melhor, é como se um fosse drama e outro faroeste. SW é fantasia e ST SciFi, somente isso.

  42. Certo. Se bem que para aquele pessoal que gosta de ficção muito científica, Trek pode parecer muito fantasioso…

    *16
    Valeu pela explicação, Ralph. Agora entendi “o tipo de claro”, é como um espaço em branco, né? (desculpa mas achei a sua escolha de palavras meio estranha…)

  43. Valeu, VERDE!

    Era exatamente isso que eu deveria ter escrito:

    Só que SW tem samurais, monstros, reinos e frotas intermináveis.

    Em termos de MATERIAL, SW tem muito mais CONTEÚDO do que Star Trek.

    Só pra exemplificar:

    Saem nada menos que uns TRÊS gibis por MÊS desde 1978.

    Livros, uns 4 ou mais por ano.

    Games, quase CEM desde o ATARI até PS3 e X360.

    Brinquedos e colecionáveis em geral, só Deus sabe.

  44. Alvaro Monteiro | 8 de outubro de 2008 at 3:03 am |

    SW é fantasia delirante…tem seu lugar ..
    Nada a ver com Jornada que é ficção científica de verdade.
    Água e vinho.

  45. Valter
    Não podemos esquecer que ficção é FICÇÃO, isto é, algo que não existe. Neste aspecto podemos chamar de fantasia ou fantasioso, mas no SciFi muita coisa que era ficção, em pouco tempo, se transformou em realidade e coisas hoje que são fantasiosas podem se tornar realidade no futuro, a diferença das estórias tipo fantasia é que NÃO SE TORNARÁ REALIDADE.
    Ou estou errado?

  46. Ralph Pinheiro | 8 de outubro de 2008 at 8:36 am |

    post 42.
    Eu procuro ser fiel a tradução e evitar de fazer a minha própria interpretação do texto e as vezes fica estranho, mas procuro pôr um parênteses para tentar explicar.

  47. Mr. Rafael,

    Saudações!
    Os elementos de Star Wars que não coloquei se focam na riqueza da criatividade visual e na velocidade das ações (pois cinema é movimento).
    Em plena década de 70, o visual de Star Wars era tradicional (em certos figurinos) e inovador (nos efeitos e na mecanicidade dos elementos, objetos e cenários).

    A ação sempre foi um dos atrativos que amarra o cine espectador (sempre foi e sempre será assim).

    Star Trek, que nasceu um pouco antes e renasceu depois de Star Wars, sempre foi mais conservador.
    Isso devido ao fato do dever de acompanhar a série dos 60’s, que foi visualmente limitada por motivos financeiros.
    O ritmo de ação se manifesta em menor grau e essa diferença existe pelo seguinte fato:

    O primeiro se vale das imagens devido à fraqueza da história.
    O segundo se vale da história, o visual é um complemento.

    Em ambos os lados há deficiências porque não vemos plenitude do que é cinema em nenhum dos dois.

    Star Wars nunca terá o que Star Trek sempre teve: História que mexa com a nossa realidade.
    Star Trek, para se completar, basta ser o que Star Wars sempre foi: Riqueza Visual e Ação!

    Por isso, espero que Jornada nas Estrelas seja, desta vez, visualmente mais rico e recheado de ação mais jovial, fundamentado em uma história sólida, que alcance a alma de todos os espectadores.

  48. Nelson Pieka Rivaldo | 8 de outubro de 2008 at 10:26 am |

    Post 31: Saldan, eu tenho receio quando um fã de Star Wars elogia Jornada porque sempre que conversei com fãs de SW e comentei que eu preferia Jornada ouvia a seguinte resposta: “eu acho Jornada muito chata.” Meu medo é esse, que ST fique descarecterizada para atrair fãs de ação ao invés de ser o que sempre foi uma produçã com um conteudo mais denso.

    Acredito que essa seja a principal diferença entre as duas estórias. Jornada nas Estrelas é uma visão futurista da humanidade. É sobre como os humanos enfrentam aquelas situações e como superam suas diferenças para que juntos possam voltar pra casa. E Guerra nas Estrelas é, nas palavras do próprio Lucas, um conto de fadas. É mais leve, tem mais ação e mais magia.

    Como colocou o Rodrigo, post 39, não se trata de dizer qual das duas é melhor, são apenas diferentes. Embora a maioria tenha sua preferencia. Preferencia que fica bem clara nessas discusões.

    No final todos teremos uma vida longa e próspera pois a força estará conosco.

  49. Post 28
    “Insisto que acho que Star Wars está morta. Digo isto porque tivemos 06 filmes e os últimos três foram fraquíssimo e também porque não existe um Canon verdadeiro a ser seguido.”

    Não existe um canon verdadeiro a ser seguido? O canon de Star Wars extra-filmes e TV é muito melhor organizado que o de Jornada e costumeiramente seguido à risca!

  50. São dois objetivos diferentes.

    Essas histórias “Trek versus Wars” são divertidas mas não gostaria que produzissem nada sério sobre isso por que não vejo muito sentido…

  51. Como anomalia que sou, Trekker, por parte de mãe, e Warrior, por parte de pai, gosto muito das duas, e, por minha própria natureza, sempre preferi o progresso, independente de ser original ou não.

    Sendo bem claro, na provável contramão da história, prefiro ST-TNG e SW 1, 2 e 3, a ST-TOS e SW-4, 5 e 6.

    Tenho só 30 anos, não sou muito jovem e tampouco velho. Mas do pouco que conheço desses universos, me encanta muito ver a riqueza visual da Nota Trilogia de Star Wars, p.ex.: Dróides e Clones, e o dinamismo da Nova Geração de Jornada nas Estrelas, p.ex.: Worf e Romulanos.

    Não se ofendam, mas “cada doido com sua loucura”.

    Não é mesmo?
    .

    Parafraseando o post 48, do Nelson Pieka Rivaldo:

    “No final todos teremos uma vida longa e próspera pois a Força estará SEMPRE conosco.”

  52. Cruzes…

  53. Ai galera respeito suas opniões mais a minha e essa
    startrek e serie e sempre será para mim pois não vejo como filme, mais star war e filme e pode ter um roteiro pouco trabalhado mais e um dos melhores filmes que ja assisti, e vai marcar muitas gerações ainda como ja marcou a nossa, basta trabalharem em cima dessa historia rica !!
    Abraço
    que a força estejam com vcs

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