Equipe da ILM comenta efeitos de Star Trek

vulcan-endingO site CGSociety publicou um artigo sobre a produção de efeitos visuais em Star Trek, realizado pela equipe da Industrial Light & Magic (ILM). Os supervisores, Russell Earl e Roger Guyett, deram uma palinha desse trabalho. Temos também os comentários de J. J. Abrams sobre o assunto.

Em apenas seis meses, a Industrial Light & Magic (ILM) produziu para Star Trek cerca de 800 filmagens de efeitos visuais. Outra empresa que ajudou foi a Digital Domain (DD), com 150 tomadas, em quatro meses de trabalho (responsável pelas cenas de Kirk no corvett e Scotty na tubulação). As duas ajudaram a trazer a visão de uma Jornada “mais realista”, para a telona.

“Eu não era grande fã de Jornada, mas eu vi que o script era ótimo. Chegar a ver esses ícones com o toque de J.J. me fez um pouco fã”, disse Russell Earl, o co-supervisor de efeitos da ILM.

“Abrams queria manter a familiaridade (com o material da franquia), enquanto baseava tudo na realidade, assim, houve muitas discussões sobre como incorporar o form follows function (princípio de design moderno). Algumas das pessoas do ILM, que são aficcionados por Jornada, acrescentaram back-stories (eventos iniciais) para o que a nave faz aqui e a tripulação guarda acolá. O desejo de Abrams pela realidade exigia uma extensa investigação dentro do fantástico, encontrar uma mistura de ciência e arte para louvar cenas como a batalha no buraco negro, o teletransporte, ou o planeta de gelo”, explicou Russell Earl. “Tentamos desenvolver diferente, o que chamávamos de vizinhança no espaço. Nós não queríamos apenas um vazio negro do espaço, com estrelas. Existem diferentes batimentos no filme, por isso tínhamos áreas distintas”.

enterprise-saturnoAbrams trouxe Carolyn Porco, líder da equipe da Imaging Science, a missão Cassini, da NASA, para Saturno. Ela aconselhou a IML sobre a aparência e os atributos dos anéis de Saturno. “Passamos um tempo falando com ela para que pudéssemos focalizar a verdadeira ciência”.

Earl possui experiência tanto na arte digital quanto nas mídias tradicionais. Seu primeiro trabalho de peso foi com Doug Trumbull em De Volta para o Futuro. Apesar de todos os filmes anteriores de Jornada utilizarem miniaturas (de naves) de alguma forma, Earl e Roger Guyett preferiram o caminho digital, “devido à dimensão do filme e o calendário comprimido, tivemos que excluir (tradicionais) modelos desde o início. Não havia os modelos tradicionais em miniatura ou utilizados no filme acabado”.

Um dos desafios foi o de distribuir o peso e a dimensão das naves que variavam de 90 9 metros para um shuttle, a 718 metros de comprimento para a nova Enterprise, e com a Narada, de um quilômetro e meio oito quilômetros de comprimento. Para mostrar a escala e detalhar exigiria a construção de tantos modelos físicos em miniatura que seria proibitivo. “De certo modo”, disse Earl “passamos quase todo o tempo construindo detalhes num modelo de computador”.

A equipe estudou grandes navios cruzeiros como referência. “Quando você realmente olha para algo como um navio de cruzeiro ou um navio de Guerra, você vê o quanto existe imperfeição. Passamos muito tempo tentando trazer a mesma imperfeição para o perfeito mundo do CGI. Muitas vezes quando você constrói uma nave e a tornamos rude, sentimos instantaneamente que ela torna-se mais real, mas a Enterprise era suposta ser uma nova nave. Nós tentamos construir em módulos com LOD final (conceito de desempenho gráfico), construímos alguns elementos para as melhores tomadas, e enfeitamos quando você a via de perto”.

vulcano-implosaoNo que diz respeito a implosão do planeta Vulcano, ela teve duzentos e cinqüenta tomadas. O  supervisor de composição, Pasquarello Eddie comentou: “Foi um das primeiras e últimas coisas a saírem prontas. Passava o meu dia constantemente lidando com todas as questões de composição, bem como manter a sequência no bom caminho, tendo a certeza de que estávamos fazendo a coisa de uma forma linear, tudo a partir da composição para rotogravura”.

Uma ferramenta chamada “Fracture” foi construída pela ILM para destruir o planeta, e foi modificada para lidar com a destruição da nave também. “Nós percebemos que o processo parecia muito sólido, o qual trabalhou bem para o planeta e as paisagens, mas não funcionou para as naves, então viemos com uma técnica diferente”, disse Michael DiComo, supervisor da produção digital da IML.

O diretor J. J. Abrams, em entrevista ao site PostMagazine.com, deu sua opinião sobre o trabalho de passar para o público cenas de dimensões grandiosas, “Algumas cenas, como a implosão de Vulcano, demoram muito tempo e há uma incrível quantidade de cálculos matemáticos para fazer essas tomadas funcionarem. O tempo computacional e a renderização criam longas transformações entre as iterações de filmagens”.

“Para mim, as mais delicadas e emocionantes cenas foram aquelas incorporações dos elementos práticos (vivos), onde você se conecta com os elementos digitais. A “Polarilla”, na cena de perseguição no gelo, foi muito difícil de obter e nós trabalhamos bastante nisso. Essa cena levou um tempo muito longo. E o visual de efeito do teletransporte levou bastante tempo também”.

polarillaNOTA: Polarilla foi um apelido dado por Abrams ao animal branco que persegue Kirk em Delta Vega. Seria uma mistura de urso polar com gorila. Não confundir com o Mugato.

Para a criação desse animal, um detalhe interessante. O supervisor de animação da ILM, Paul Cavanagh disse que eles fizeram uma série de ensaios sobre a animação do “polarilla”, tentando encontrar as melhores criaturas por base a partir de uma série de fontes, incluindo imagens da BBC Motion Gallery, no YouTube, e visitas ao Jardim Zoológico de San Francisco. No final, eles decidiram que seria melhor ficarem com um urso polar, com o peso de um urso-pardo, mas que tivesse os quadris e ombros de um gorila.

Já a cena com o monstro vermelho (ou Big Red, Cavanagh lembrou que ele possuía 120 olhos e que a equipe tive que descobrir como o Big Red poderia pegar a perna de Kirk, tal como enunciado no script. Mas  a boca da criatura era “muito grande”, a equipe de animação sentiu que não funcionaria se a criatura tivesse de agarrar Kirk com o seu braço. “Nós pensamos, por que sua língua não poderia agarrar a perna de Kirk?”, disse Kavanagh. “Tivemos que descobrir como fazer isso criativamente. E isso é realmente a parte divertida do trabalho. Nós decidimos que fazê-lo escorregar e deslizar, mas não tanto, pareceu também uma boa tirada cômica”.

Fonte: geekgestalt e TrekWeb

41 Comments on "Equipe da ILM comenta efeitos de Star Trek"

  1. Como é que é????

    718 metros de comprimento para a nova Enterprise???

    Apenas 1.500 metros de comprimento para a Narada????

    Só podem estar zoando. Ou será que fumaram orégano?

    :p

  2. Leandro Martins | 6 de junho de 2009 at 4:53 pm |

    Bem citado sobre os comprimentos, Rodrigo, já fizemos os ajustes.

  3. Hoje em dia os efeitos não espantam mais, caiu no banal. Já sabemos que tudo pode ser feito com computador. Não há mais surpresa. Não mais espanta… então sobra só a história do filme…

  4. Realmente os efeitos não nos espantam mais. Viraram um simples complemento para a estória. A não ser que radicalize e faça como Cameron em seu novo Avatar e fique perigando no imaginário e absurdo para impressionar (mas isso ainda é para o futuro).

  5. O chato é que todos os efeitos grandiosos que esse filme prometeu além de não ser mais novidade foram usados em cenas que não chamaram a atenção. O clima de aventura super acelerado foi a única coisa boa para mim.
    As Edselprise ter mais de 700 metros quando um shuttle ter 9m é só no contexto, pois nas comparações do enquadramento das duas juntas a Horrorendoprise só teria 120m. Isso já foi comentado em alguns sites.
    E a foto da nave nesse artigo mostra o quanto a seção engenharia é desproporcional.
    Para mim eles terão que fazer todo o trabalho de composição da nave de novo. Pois se eles quiserem melhorar o desempenho dela nas críticas só mudando ela inteira de novo.
    A explosão de Vulcano foi bem sem graça. Pra quê falar tanto nela, seria por que ninguem achou graça e necessidade.
    Os monstros também não tiveram graça, e muito menos comédia. Na verdade o primeiro foi bem chato e o segundo bem burro.

  6. Post 2:

    Leandro, mesmo corrigindo a Narada ainda só seria apenas 11,14 (onze vírgula quatorze) vezes MAIOR que a Enterprise, e no filme se vê claramente que a Narada é ainda muito maior do que isso…

  7. Realmente, os efeitos especiais hoje em dia já na impressionam, mas acho que esses colaboradores merecem nossa admiração, independente se o trabalho ficou a gosto ou não, afinal, eles são essenciais pra estória e foram eles que nos deram um novo momento clássico, a bela dama Enterprise na órbita de Saturno.

    Acho que sem graça, é algo que os efeitos especiais de Star Trek definitivamente não são, os números de bilheteria mostram o contrário.

    Avatar me deixa curioso, afinal, que tipo de efeitos especiais pode impressionar depois do King Kong de Peter Jackson? E aquela estória do filme é muito clichê, mas…o cara é James Cameron!

  8. The Enterprise Tour gives the dimensions as:

    Length 2500 feet [760 meters];

    Saucer Diameter 1100 feet [340 meters];

    Ship Height 625 feet [190 meters].

    Porém, acho que o mais provável seja isso:

    ILM model supervisor Bruce Holcomb states that the Enterprise is “2000 feet [600 meters]” long.

    Ou talvez menos ainda…

  9. Leandro Martins | 6 de junho de 2009 at 9:06 pm |

    @6: Eu concordo com você que realmente parece pouco, mas o valor que passaram no artigo foi de cinco milhas, oito quilômetros. Se for especular aqui, eu acredito que a razão de parecer muito maior do que apenas onze vezes é que a Narada tem bem mais massa do que apenas onze vezes a Enterprise. Assim, teria sido bom eles passarem também as demais dimensões de ambas.

  10. Eduardo Cordeiro | 7 de junho de 2009 at 1:17 am |

    Esses caras da ILM e o Abrams não entendem nada sobre a Enterprise.
    E ainda por cima vem com esses números absurdos para o tamanho da nave.
    Durante a cena em que o jovem Kirk observa a construção da nave em Iowa, claramente se ve uma pessoa andando ao lado da Nacele de dobra. Essa pessoa teria o que? 12 metros de altura?

    Continuo com os 300m para a nave. Não entendo o porquê dessa insistência com mais de 700m para a nave…deve ser que esses caras tenham algum problema com tamanho…….

  11. Taí uma coisa que eu gostei do filme é das dimensões das naves. Acho que desde o primeiro filme não se via algo assim, que passa na imagem a inferioridade da Enterprise, em relação ao inimigo.

    De um modo geral gostei de todo o visual do filme, incluindo aí os efeitos especiais. Só não me agradou os tonéis de cerveja na engenharia. Aquilo ultrapassa o limite do “realista” e evidencia uma locação equivocada. Funciona até ao contrário, parece que aquilo é antiquado e longe de um século futuro ao nosso.

    Ok, o efeito da destruição de Vulcano também é fraco. Seria mais interessante também mostrar as grandes cidades entrando em colapso do que só o planeta.

    O efeito do teletransporte é bem interessante. Uma novidade agradável, ou contrário da ausência dos feixes dos phasers.

  12. Post 3
    Seria bom mesmo que melhorassem os roteiros. Se a vulgarização dos efeitros especiais pode realizar esse sonho, devemos agradecer por isso.
    Os filmes de hoje, com raríssimas excessões, são muito negativos em relação a roteiros e interpretações, isso pode ser uma recuperação do cinema.
    Post 5
    Padô
    Vulcano não explodiu, mas implodiu, foi comprimido a volume zero, evaporando rapidamente e sequida.

  13. Tá explicado porque o phaser não é contínuo e porque não há a bolha de escudo. Carinhas da ILM também não eram (ou não são) fans de ST. Os efeitos são bem feitos, ajudam a compor a história, mas não são a essência. Poucos filmes conseguem impressionar pelos efeitos (caso do mais novo King Kong). Ontem vi Terminator 4 no cinema (fila absurdamente grande, diferente de ST). Efeitos legais, mas não impressionam mais (foram feitos pela ILM – acho que tio Lucas é o cara mais rico de “Roliudi”).

    Bem, eu gostei deste filme, mas de forma estanque (ele por ele mesmo). Mas, ao elevá-lo a categoria de ST, ele se torna ST 2.0 mesmo. ST 1.0 supera efeitos. Não troco a cena do acampamento entre o trio McCoy-Kirk-Spock por tooooodo este novo filme.

  14. E a cena do acampamento é do filme V, que pertence ao considerado filme da série.

  15. correção:
    E a cena do acampamento é do filme V, que pertence ao considerado pior filme da série.

  16. Olha só que legal esse vídeo feito por um fã:

    STAR TREK: Kelvin

    http://www.youtube.com/watch?v=lZlLn5hS_aw&fmt=22

  17. ^16: Lá no início das notícias de ST XI, ainda quando estavam escassas, eu havia dito que a Kelvin daria motivo para uma boa série – três ou quatro temporadas, sem ficar preso ao rótulo dos antigos personagens. Mas, com a destruição da nave no filme e a morte de Robau , a série nasceria sem muita emoção e com aquela previsibilidade que JJ tenta evitar no filme ao mudar o futuro dos personagens.

  18. Eu comentei aqui logo que vi o trailer que tinha achado o efeito de teletransporte meio Peter Pan…

    Agora fui procurar uma informação (queria saber se o efeito da clássica foi mesmo feito apartir de água e purpurina) e achei isso:

    “The first attempts at the “transporter effect” were too “Peter Pan”-like, according to Gene Roddenberry.”

    hehe…

  19. Alguém aqui pode informar para mim onde posso obter o game para PC “STAR TREK: LEGACY” ???

  20. De que adiantam todos esses efeitos se a história é tão ruim?? (Com metade dessa grana pagam um bom roteirista!!!)
    Não era esse o antigo espiritu treker, para quem os excelentes efeitos de The motion Picture, foram uma boa surpressa, mas nunca foi o foco da trama.
    E o que é ainda pior…ficar discutindo os efeitos…..
    Parece que todo mundo já esqueceu mesmo do filme hein…?
    Ainda bem, porque foi uma porcaria mesmo!

  21. Post 15.
    Star trek V pior que insurrection ou nemesis???
    Me poupe….

  22. E porque ficam aqui discutindo uma questão tão superficial como os efeitos??
    Simples, porque já não se tem mais nada a discutir sobre o novo filme.
    Até Star Trek V, injustamente considerado o pior filme da serie clásica, teve mas conteúdo…

  23. Post 13: Não dá para atribuir certas mudanças apenas ao fato da ILM ser responsável pelos efeitos – afinal, a empresa também fez os efeitos de Jornada 2, 3, 4, 6 e 8, além das primeiras temporadas da TNG.

  24. E a cena daquele mostrengo perseguindo Kirk no planeta gelado…Ninguem reparou que Spock (novo) condenou à morte o Kirk com aquela ação?
    Essa questão passou batida, eu não consigo entender.
    Os chamados trekkers, por muito menos que isso já rasgaram a vestes. Só que agora ficam encantados com a “magica” desse novo filme…
    Pô, será que eu sou o unico que não recebeu para falar bem dessa espelunca?

  25. Ralph Pinheiro | 7 de junho de 2009 at 1:43 pm |

    O público sempre gostou de histórias de lutas descomunais, encarniçadas e épicas, do bem contra o mal.
    Tudo associado a efeitos especiais, explosões, destruições, cenas de efeito rápido, sem deixar o público respirar. Isso sempre atrai mesmo que digam que seja manjado.

    O que me decepcionou em Star Trek foi a falta de algo épico, como eles tanto apregoaram.
    Tem efeitos de primeira? sim tem. Tem grandiosidade nas cenas espaciais? sim tem. Mas ainda assim faltou algo a mais. Não sei explicar, mas ficou a sensação de que poderiam ter ido mais a fundo, no vilão, nos personagens. Não sei. Foi o que senti. Porisso não agradou tanto ao público como dizem.
    Foi bom, mas poderia ter sido melhor. Essa é minha opinião.

  26. Primeiro Oficial | 7 de junho de 2009 at 3:39 pm |

    Pessoal a verdade é que STAR TREK esta de volta. Doa a quem doer. No minimo temos uma vasta área para ser explorada a partir deste novo filme. Um novo começo sem sombra de duvida.
    No minimo teremos mais 10 anos de ST pela frente e isto muito me alegra.
    Quem não gostou, paciência. Eu sou fá de ST a mais de 25 anos e aprovei. Achei o filme memoravel e digno da franquia.

  27. Bom, já que este tópico é para discutir os efeitos de CGI criados pela ILM, quem assistiu ao Exterminador do Futuro viu o T-800 igualzinho ao Arnold de 1984, com ainda 35 anos, feito em CGI e nem parecia animação! Estava ali em carne sintética e osso!!!! O que quero levantar aqui? Que devido à evolução na computação gráfica (espero que fique longe de se tornar uma Skynet), há agora a possibilidade de trazer de volta o velho capitão no novo filme! Pelo menos, se o problema é a idade e o peso, já dá pra reconstruí-lo em 3D com uma aparência mais jovem e mais magro, usando esse recurso sobre o próprio ator interpretando. Se bem que é aquela velha ladainha de mexer com viagem temporal outra vez! Agora, sobre esse filme, quando vi o Governator ali no filme, tão real… fico imaginando a manipulação que vão fazer no futuro com a popularização desse tipo de efeito. Veio-me à mente agora aquela manipulação das fotos no Iraque, publicada pelo New York Times há alguns anos. Se já falsificam no Photoshop com fotos estáticas, imaginem manipulando imagens em movimento através de CGI. Daria até um forum de discussão! Polêmicas, polêmicas e mais polêmicas!

  28. Ralph, o que faltou foi aquele momento, tipo quando o Kirk descobre que o V´yer é na verdade o Voyager (que sacada…!), o como quando assistimos o video do projeto génesis (pura fição científica), tudo isso recheado com as implicações filosóficas e/ou morais. Vamos gente, que é isso o que jornada é. Nunca ninguém disse que tinha de ser um arrasa quarteirões…

  29. Post 21
    Correção: pior dos filmes com a tripulação original

  30. Fecho com os posts 24, 25 e 28.

    Post 26: sim temos ST de volta, mas espero que algumas cositas aqui e ali sejam repensadas, de forma a trazer o trem pros trilhos. Tem que chegar a coisa um pouco mais pra cá, tá muito pra lá… (é só ver os posts 24, 25 e 28).

    Mas gostei do filme, temos novas esperanças…

  31. Acho que até podemos dizer que o filme não fez a cabeça dos fãs, acho que de uns ou outros, ou pior, que alguns bon fãs vão se fechar no quarto com o material antigo. E ST mesmo estando em baixa dava dinheiro com os produtos licenciados, o que não acho que vá ocorrer com esse filme ai, ele é muito vago e de estética muito pouco atrativa. Ninguém por exemplo está comentando os itens clássicos escondidos nas cenas, porque não interessa. Até agora só a bilheteria amenicana foi positiva. Des resto foi bem baixo (lógico que a crise do dolar encareceu as remeças de dinheiro as subsidiárias e tornou o lucro baixo). Mas é isso.
    Tirado a emplosão (valeu verde) de Vulcano todas as outra midificações no cannon foram sem importância.

    Só espero não ter que ver um remake de TNG antes de se voltar ao caminho da evolução correta da nova tripulação do século 25 ao meu ver. Dava para se fazer isso dentro desse roteiro com poucas modificações (só mudar os nomes para começar), e sem criar polêmicas vázias.

    Sobre a intensão de se defender que a Horrendoprise tem mais de 700m é por que assim ela seria a maior nave desse tamanho, algo como: “A minha é maior que a sua, nhé nhé nhé”. Ou seja, infantilidade.

  32. Nó último paragrafo onde escreví tamanho eu deveria escrever desse nome ou linhagem, desculpem.

  33. Posso indicar DUAS coisas que fizeram MUITA falta a esse filme:

    1 – Tudo que eu vi e li nos gibis
    Contagem Regressiva
    .

    2 – Ir mais fundo ao passado de TODOS os personagens principais.

    Ah! Minha U.S.S. Enterprise da Playmates Toys já repousa sobre minha estante de livros de ficção e dvds…

    😀

    Vida Longa e Próspera!!!

  34. Alberto G. Monteiro | 7 de junho de 2009 at 8:26 pm |

    Esta nova Enterprise não tem mais do que 300 metros nem aqui nem na China. Façam uma pequena comparação com o “parabrisa” que inventaram na ponte de comando que vocês vão se certificar disso. Quanto ao que disse o Ralph, realmente este filme é bom, é rápido, é dinâmico mas todos os personagens e principalmente o vilão, foram tratados com muita superficialidade. Nero aparece, some, aparece de novo e não bota medo em ninguém. Achei o Nero muito melhor em Countdown, no filme tudo ficou perdido. Até St V tem seus méritos, este filme foi uma grande oportunidade de aprofundamento nas relações entre o trio Spock, Kirk e Macoy, ele tem cenas lindíssimas mas era meio tosco na trama e nos efeitos. Hoje, já assisto ele com outros olhos e até gosto dele. Hoje vi a Enterprise e outros badulaques na PBkids, balancei mas estava absurdamnete cara e não é tão bem feitinha assim. Minha enterprise A comprada pela net no japão custou a mesma coisa e é uma réplica linda e perfeita, vou esperar.

  35. Caraca, Trekkers!

    A tal PB Kids está vendendo a Nave U.S.S. Enterprise do filme Star Trek, importada pela Gulliver, em 6x de R$45,80 ou R$ 274,80.

    Tá muito cara mesmo. Pois eu, que moro no interiorzão de MG, comprei e recebi a minha direto das mãos do vendedor, que entregou em minha casa, pagando à vista R$ 170,00.

  36. Eu lí o ST:Countdown e nas páginas notei que a Enterprise-E seria algo como 1/4 do tamanho da Narada. E a Ent-E tem, segundo o capitão Picard em Generations, pouco mais de 700m. Quer dizer que a Constituition Enterprise seria mais comprida do que a mais avançada nave da Frota no século 24?

    E mais: como uma nave de mineração (mesmo que modificada com tecnologia Borg) poderia ser tão maior que a Enterprise-E?

  37. Correção:

    A citação de Picard é em First Contact.

    Foi uma falha no acesso ao banco de dados da Frota…

  38. Acho que dá pra avaliar o tamanho da Enterprise em cenas como:

    – Kirk vendo a nave sendo construída em Yowa.

    – Os shuttles levando os cadetes para embarcar.

    – O shuttle do Pike sai em direção à Narada.

    – O “escape pod” é lançado com Kirk em Delta Vega.

  39. Geralmente, eles mesmo nao se preocupam muito com relaçoes de tamanho em variadas cenas, dá apenas uma idéia aproximada, com pode haver grandes discrepancias

  40. O melhor exemplo que consigo lembrar de filme hollywoodiano no qual os efeitos especiais valorizam a trama é “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”. Os efeitos foram aplicados no filme EM FUNÇÃO do roteiro e, não, o contrário. Grande parte da ação deste filme se passa dentro da cabeça do protagonista, enquanto ele dorme, sem que se perca os vínculos com o mundo real o tempo todo.
    Os efeitos especiais do novo Star Trek têm qualidade e não acho que estejam exagerados, a ponto de anular o trabalho de interpretação ou chamar mais atenção do que o encadeamento de cenas na construção da história. Alguns dos filmes que mais pecam nesse sentido são Star Wars I, II e III que, ainda assim, gosto de rever de vez em quando, por outros motivos.
    Quanto aos monstros no planeta gelado, quando vi aquela cena no cinema ri do início ao fim. Só consigo encará-la como uma PARÓDIA às cenas de monstro, tradicionais em filmes de FC e de ação fantasiosa. Quem não curtiu aquela cena não reparou nas expressões de humor do Chris Pine. Acho que até o George Lucas sempre se auto-parodiou um pouco com cenas de monstro.

  41. Adalberto Soares | 11 de junho de 2009 at 9:18 pm |

    Neste link temos uma noção do que poderia ser a nova Enterprise em relação a nossa querida EntA. http://cache.gawker.com/assets/images/gizmodo/2009/05/enterprise-vs-bsg3.jpg

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