Clifton Collins Jr. fala da maquiagem para Ayel

clifton-collins-2.jpgO ator Clifton Collins Jr, que interpreta o romulano Ayel, concedeu uma pequena entrevista ao site National Ledger, onde falou sobre a maquiagem de seu personagem e do trabalho de J. J. Abrams. O site The TrekMovie forneceu mais detalhes sobre os vilões. Veja também o que Simon Pegg disse sobre a fama, sua atuação como Scott e os segredos da produção.

Mais uma vez o elenco do filme continua enaltecendo a qualidade de trabalho do produtor e diretor J. J. Abrams. Agora foi a vez de Collins, “Ele é um ser humano incrível”, elogia Collins, “Um grande homem de família e um grande artista. Ele adora fazer brincadeira e nós estávamos trabalhando 18 horas diárias”.

Quanto ao processo de maquiagem de seu personagem comentou, “Se a gente estivesse em um bom dia, levava duas horas e meia de maquiagem. Senão, quatro”, disse o ator, que no entanto, preferiu não dar mais detalhes, “Eu adoro ocultar (não revelar) todos os meus personagens. Um sotaque ou um maneirismo físico. É divertido para mim”.

Fontes do site Trek Movie informaram que não é apenas o vilão Nero (Eric Bana) que possui tatuagens. Todos os demais membros do grupo, incluindo o personagem de Collins, possuem tatuagens específicas para cada um, daí a necessidade do ator Collins levar várias horas na cadeira de maquiagem.

simon-pegg-1.jpgOutro ator que voltou a comentar sobre o filme de Jornada foi Simon Pegg (Scott). Para a revista Total Film Pegg falou a respeito do sentimento de poder se tornar uma das celebridades de Jornada, após esse filme, “Eu entendo o quanto você pode mudar (de vida). Mas desde que aprecie isso, então chegará ao topo. Você quer continuar a trabalhar e com as melhores pessoas. Inevitavelmente você, de certa forma, cresce profissionalmente, e começa a participar de filmes maiores e é difícil dizer que não fará isso porque o fará famoso”.

Simon diz que uma das coisas que o incomodam no momento é estar sobre ordens do estúdio para não dizer nada a respeito do filme, “Eu tenho uma bomba da Paramount injetada no meu pescoço, de modo que se eu mencionar alguma coisa do filme, ela explode”, brincou o ator, “Nunca estive em nenhum filme que fosse tão secreto como esse. Tive de ir para o cenário de gravação num carro de golfe, vestindo uma capa para que não vissem o meu uniforme. Alguém tirou uma foto do Zachary Quinto, que faz o Spock, e após isso ficamos confinados”, disse o ator.

Para os fãs que estão preocupados com a interpretação que Pegg venha a dar ao seu personagem Scott, o ator deu um recado, “Algumas pessoas estão preocupadas, achando que eu irei minar a franquia por ser visivelmente cômico. Mas eu espero deixar suas mentes descansadas e dizer que estou me aproximando do personagem com a completa e absoluta dedicação ao original”.

Assim como fez com o primeiro poster do elenco, o designer Steve Moss apresentou um visual mais claro e nítido desse segundo poster com John Cho, Simon Pegg, Anton Yelchin e Karl Urban. O trabalho foi feito em Photoshop. Veja como ficaram.

trekposter-segundo.jpg

 

Fonte: Trek Movie e TrekToday

26 Comments on "Clifton Collins Jr. fala da maquiagem para Ayel"

  1. Agora sim, estou começando a acreditar nos atores que farão Scotty (Simon Pegg) e Chekov (Anton Yelchin).

    Será que no próximo filme Scotty começará a deixar crescer o BIGODE ????

    Peraí!!!

    Agora que me veio a mente se os diálogos sobre TECNOLOGIAS serão mais próximo da série ORIGINAL ou mais ao estilo de A NOVA GERAÇÃO…

    Ou seja, CRISTAIS de dilítio ou FUSÃO de anti-matéria?

  2. Será que Ayel terá as pontas das orelhas cortadas tal qual as de Nero?

    E sobre Simon Pegg, se ele for bom ator, acredito que certamente encontrou o tom apropriado para interpretar o personagem.

    Vamos torcer.

  3. Ralph Pinheiro | 23 de agosto de 2008 at 9:04 pm |

    Em TOS não havia uma clareza a respeito do sistema que fazia funcionar a Enterprise. Em vários episódios, os cristais de dilitio são ditos serem a fonte de energia da nave, onde ao serem drenados faria com que a nave perdesse capacidade de se manter em órbita. Mas, ao mesmo tempo, eles pareciam ser parte de todo um sistema.

    No episódio The Doomsday Machine, por exemplo, Scott diz que algo destruiu os geradores (seriam de fusão?) e desativou a antimatéria do motor de dobra.
    Mas os filmes e STNG deram uma melhor explicação.

    Não há escolha entre CRISTAIS de dilítio ou FUSÃO de anti-matéria. Na verdade, eles se complementam.
    A fusão serve para alimentar o sistema interno da nave, suporte de vida e propulsão de impulso. Já o dilítio serve para controlar a mistura matéria e anti matéria necessária a propulsão de dobra.
    Não sei se há uma definição sobre qual a energia alimenta o teletransporte, escudos e armas, que são sistema que requerem alto consumo. Para mim, somente a fusão não á conta.

  4. Ralph Pinheiro | 23 de agosto de 2008 at 9:06 pm |

    Só um adendo, a fusão a que me refiro é a fusão nuclear e não a mistura matéria anti-matéria.

  5. “Algumas pessoas estão preocupadas, achando que eu irei minar a franquia por ser visivelmente cômico. Mas eu espero deixar suas mentes descansadas e dizer que estou me aproximando do personagem com a completa e absoluta dedicação ao original”.

    Leiam de novo e vejam a responsabilidade que o Pegg tem sobre ele.. Imaginem o trabalho mental e o trabalho fisico que todos eles estao tendo .. eu tenho mais que asboluta certeza que eles estao dando o maximo de si pra fazer o filme ser um sucesso .. todos os atores estao elogiando o trabalho do Abrams.. entaum .. vamos esperar 9 meses. pra criança realmente nascer… e eu acho que esse parto vai ser bem natural .. e vai ter outros irmãos

  6. Boa, mas… enquanto a criança não nasce, por acaso alguém sabe se as HQs de Jornada pela Devir vão estar à venda em bancas de jornal ou somente em livrarias especializadas?

  7. Eu sou fã do Simon desde Shaun of the Dead. Excelente filme. Acho que será um ótimo Scotty. Ficou legal o Photoshop, mas acredito que as cores serão um pouco mais escuras, com o vermelho mais para o lado do vinho, o azul mais para o azul escuro e o amarelo bem puxado para o dourado. Palpite.

  8. Ralph Pinheiro | 24 de agosto de 2008 at 6:14 pm |

    Será que Abrams vai introduzir essa coisa de tatuagem para tornar mais ritualísta ou tradição de uma parte dos romulanos. Caso contrário por que só eles usam tatuagem?

  9. Marcio Guimaraens | 24 de agosto de 2008 at 10:03 pm |

    Agora vejam só com o nascimento e importante, na TOS temos Dilitium e Geradores e ninguem esclarece nela porque o principal da seria não é a ciencia e sim a relação entre os personagens. Com o amadurecimento da franquia em TNG temos incrementado na relação entre os personagens a ciencia. e certamnete essa união consolidou o universo de Jornada, apos este reload de TOS espero que não façam RELOAD de TNG apenas seguir de onde parou seria MUITO MANEIRO.

  10. Não concordo com esta afirmação, é claro que ST não é um documentário sobre ciência, porém conceitos de matéria e anti-matéria foram dados primeiramente em ST e o dilithium era, com certeza, a fonte de energia para que se pudesse fundir os elementos para criar energia. Como a anti-matéria não se encontra na natureza (pelo menos não no setor conhecido de nossa galáxia), ela deveria ser usada para a transformação de matéria em anti-matéria, para depois poder fundi-los em uma reação controlada. Tudo isso é ciência implicita e não simplesmente, como em outras séries, as naves viajarem à 10, 20 vezes a velocidade da luz, sem base científica nemhuma.

  11. Marcio Guimaraens | 25 de agosto de 2008 at 11:09 am |

    Pois então Verde, isso foi criado na TOS, e TNG e DS9 so confirmaram e amadureceram tais conceitos e o que foi legal disso é que a CIENCIA TEORICA tem estes elemento em estudo hoje em dia, como buracos de minhoca e dimensões do espaço etc…. E para 90% da humanidade hoje em dia tais conceitos são tão distantes de sua vida que ST pode parecer documentario sim.

    Mas importante disso tudo é o pessoal da PARAMOUNT para de tentar reinventar a roda, a RODA FOI CRIADA em 1966 hoje temos que gerar novos acabamentos e desenvolver o conceito dest RODA. Tanto é possivel que temos aí fanfilms com estorias bem maneira dando continuidade a serie muito bem ( dentro dos limites tecnicos é claro )

  12. Como diria Galvão Bueno: O Pegg precisa ter muita “força mental”, para aturar o fandom….

  13. Marcio Guimaraens | 25 de agosto de 2008 at 11:38 pm |

    Que força mental nada é PODER DE_MENTE

  14. Márcio
    Infelizmente, como já dissemos, a Paramount pensa no DINHEIRO, MONEY, BUFUNFA, GRANA e etc…, não existe o pensamento “mais romantico” da década de 60 quando o filme era feito pela DESILU e que mesmo assim causou o encerramento da TOS. O que temos hoje é bom demais se vc equiparar com séries e filmes de ficção que são produzidos hoje. Até mesmo os livros lançados hoje em dia, são muito inferiores aos grandes escritores do passado, como: Issac Asimov, Ray Bradbrury, Charles Clark, Paul Anderson e alguns poucos outros. Portanto, o melhor é aproveitar o que tem. Não digo para não criticar, pois quem sabe alguém escuta e dá uma melhorada nas coisas, mas estressar não é a melhor política.

  15. Eu não acho que só hoje os estúdios pensam no dinheiro. SEMPRE pensavam no dinheiro, até por que fazer filmes é uma atividade com fins lucrativos. O problema é que antigamente tinha-se a idéia que um bom filme gerava dinheiro. Hoje não, o negócio é “enganar” o consumidor, com efeitos especiais e um bom trailer.

    Olhe o ST1. Deram um visual 2001 uma odisséia no espaço justamente por causa disso! (money).

    São poucos os diretores audaciosos que conseguem desvincularem-se das mãos dos estúdios. Olha o exemplo do The Dark Knight. Foi um sucesso estrondoso, mas só por que o Schumacher teve a cara de pau de fazer uma porcaria de filme. A Warner aceitou fazer um filme de qualidade.

    Vou até mais, se não tivesse essa onda de prequel (como Begins, SW) não haveria STXI. A Paramount só está investindo por que o prequel tá na moda. E posso estar equivocado, mas a experiência do Nemesis com uma total falta de roteiro, talvez possa ter estimulado o estúdio a buscar um roteiro com mais “substância”.

    Como já foi salientado em outros posts, dificilmente o STXI vai ser pior que o Nemesis e Insurrection, que são o fundo do poço. Abrams é um diretor em ascensão, não ia se queimar assim tão fácil. Sem contar que todos os seus produtos investem nos personagens, não apenas na pirotecnia (quem já viu suas séries e filmes sabe).

  16. Bem, qdo vc chega no fundo só resta subir…

  17. Marcio Guimaraens | 27 de agosto de 2008 at 5:05 pm |

    Fala serio, fundo do poço foi foi V e siu o VI depois muito bom senão um dos 3 melhores da franquia. E nemesis, eu fico lendo todo mundo falar que foi uma m… mas o que teve de errado nele elam da colisão entre Enterprise E e Scimitarra ? Foi um filme normal, bem melhor do que o cerebro de Spock dentro da cabeça do MacCoy, so qua colisão… !!!! Eh não da para defender a colisão mata, mas veja o que tem de errado neste roteiro
    Romulanos desistem de umplano contra federação e alguem resolve que este plano deve retornar, para isso constroi uma puta Nave de Guerra e vai para porrada. O que tem de tão horrendo nisso ? É claro que Stewart e Spiuner deram tantos pitacos que complicaram demais a estoria, mas se não fosse Stewart Spiner e a colisão seria um bom filme

  18. Bem, tem um filósofo aqui no meu serviço que diz que: “Nada é tão ruim que não possa piorar”. Quem sabe ele tem razão, né?

  19. Marcio Guimaraens | 28 de agosto de 2008 at 7:23 pm |

    Confucio DIZ: ” Se chegares no fundo do poço, cuidado, pois eis que podes encontrar uma PÁ !”

    Sun Tzu DIZ: ” Se vires uma luz no fim do túnel, cuidado, pode ser o TREM chegando !”

  20. O problema do Nemesis não foram os efeitos ou a colisão da Enteprise. Uma “suspensão de descrença” é necessário para a Ficção Científica ser legal… Ou vai dizer que alguém ai acredita que a nave quando entra em dobra passa “zunindo”, que uma nave pode se destruir em uma “mega explosão” ou que os X-Wing possam manobrar como se fossem caças (com toda a aerodinâmica?)

    Nêmesis falhou por seu roteiro. Ao invés de mostrar a interação da tripulação (que nós adoramos), preferiu concentrar a trama em Shinzon, um péssimo vilão interpretado por um péssimo ator. A subtrama do B4 também foi patético.

    John Logan, por mais que se declare trekker, nao é um bom roteirista, convenhamos… e o Stuart Baird, nem se fala, é um péssimo diretor.

    Pelo menos ST V teve mais interação de personagens (cena da fogueira) que o patético Nemesis.

  21. Leandro Martins | 28 de agosto de 2008 at 9:20 pm |

    > O que tem de tão horrendo nisso ?

    O que tem?

    Aquilo que esta análise deixa claro.

  22. Post 21: Esse resumo do Nêmesis explica a bela porcaria que ele é! ehehehhe

  23. O que dá pena é que o Nemesis teve um dos maiores orçamentos de toda a franquia, o que comprova que par fazer alguma coisa boa não se precisa necessáriamente de tanto dinheiro.

  24. Marcio Guimaraens | 29 de agosto de 2008 at 2:41 pm |

    Cara se voce que rdizer que St V foi melhor por causa da cena da Fogueira …. Já era, não tenho nem roupa para debater esta afirmação, agora entre estes 2 roteiros resumidos abaixo voce escolhe:
    STV Irmão BASTARDO e VULCANO de SPOCK faz lavagem cerebral na tripulação para achar DEUS no centro da GALAXIA !

    STX Um bandido abandonado pelo imperio Romulano monta NAVE para se vingar da FEDERAÇÂO matando o senado ROMULANO e indo para porrada com ENTERPRISE E.

    So pra finalizar contigo, A nave passando na TELA e fazendo barulho NEM SE COMPARA com a COLISÃO, agora sinceramente não vou nem entrar em detalhes contigo, tu gosta de STV então …

    Se voce acha que roteiro bom é o do STV vai no cinema ver STXI que voce vai amar meu caro.

  25. Eu nao falei que o ST V é bom, ou que gostei. É um filme ruim realmente, mas em termos de desenvolvimento de personagem, é melhor que o Nêmesis, onde o desenvolvimento é nulo. Talvez eu seja uma exceção aqui, mas para mim ST é mto mais sobre dinâmica de personagens que efeitos especiais e batalhas especiais como alguns colegas querem demonstrar. É por esse motivo que Voyager, Enterprise e Nemesis falharam miseravelmente ao meu ver, e que acredito em ST XI, pois Abrams sempre mostrou uma direção no sentido de contar histórias sobre personagens (em LOST, por exemplo). Também é por esse motivo que não me importo com detalhes da Enterprise construída no solo ou coisa que o valha, desde que eu consiga observar, na intepretação dos novos atores, a “nossa” tripulação da série original, com todas as suas qualidades e defeitos, que tanto adoramos.

  26. Marcio Guimaraens | 31 de agosto de 2008 at 5:24 pm |

    Discordo que ST seja só relacionamento entre personagens. ST é relacionamento de personagens num futuro coerente e com muito efeitos especiais.
    De nada adianta efeitos especiais sem estoria, berm como relacionamento sem efeitos, Isso deixaria de ser Jornada, por isso um bom relacionamento entre personagens numa nave montada em solo vai ser horrivel porque fere o bom senso que todos os trekkers sempre valorizaram em ST. Nemesis fracassou por causa disso muito efeito sem estoria e pior efeito errado. Enterprise so fracassou por causa de Berman insistir em sair do universo, quando alguem acertou a mão já era tarde. La tinha efeito e estava começando a estoria. Reduzir ST a RELACIONAMENTO não conta MESMO. Todo Trekker quer ver RELACIONAMENTO depois de um FIRE PHOTON TORPEDOS !

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