Abrams, Jornada e a sombra de Star Wars

jj-abrams-1O jornal Los Angeles Times publicou um longo e exclusivo artigo sobre Jornada nas Estrelas, onde o assunto não poderia deixar de ser sobre o novo filme. Numa entrevista com o diretor J. J. Abrams, este opinou a respeito da reação dos fãs mais puristas, da importância do elenco e de elementos ícones para a história, assim como as diferenças e semelhanças em relação a outra franquia.

Abrams acredita que (como foi com Harve Bennett, produtor de Jornada II: A Ira de Khan), sendo alguém fora do círculo dos fãs, ele pôde ter uma visão mais abrangente do que a franquia precisava, “Eu acho que fui beneficiado porque vim para este filme como alguém que apreciava Jornada, mas não era fanático”, afirmou o produtor. “A desvantagem é que eu não sabia tudo o que precisava saber, logo no início e tive que aprender. A vantagem ainda é que eu poderia olhar para Jornada como um todo, um pouco mais como um típico freqüentador de cinema iria vê-la. Isso me permitiu aproveitar das coisas que eu sentia que eram verdadeiramente mais icônicas e de importantes aspectos na série original. E ainda não ser fiel a cada detalhe arcano. Deixou-me olhar para as coisas que eu sabia que eram críticas”.

Que coisas críticas seriam essas? “Os personagens foram a coisa mais importante da série. Precisávamos ser fiéis ao espírito desses personagens. Houve certas coisas icônicas. Se você vai fazer Jornada, tem que fazer a Enterprise e ela tem de ser parecida com a Enterprise (da série). Você tem de fazer os figurinos parecerem com as roupas que as pessoas conhecem. Você tem que ser capaz de olhar para ela, e saber o que é isso. Mesmo o texto, a letra de “Star Trek” tem de ser parecido com o que conhece”.

“Os phasers, os comunicadores, o logotipo da Frota – existem todas estas coisas que são as pedras fundamentais, os princípios daquilo que faz Jornada. Se você vai fazer esta série são essas coisas que você não deve mexer. E, no entanto, elas precisam suportar uma resolução que Jornada nunca teve de suportar antes. E não me refiro apenas ao sistema IMAX, embora o filme venha a passar lá também, mas o que eu quero dizer é que as audiências são tão conhecedoras das coisas agora e que eles já viram cada iteração de Jornada, Guerra nas Estrelas, duas distintas versões de Battlestar Galactica, já viram Alien, eles já viram inúmeros filmes de ficção científica. Eles já viram tudo. E pior ainda, viram um filme como Galaxy Quest que ridiculariza completamente o paradigma na sua totalidade”.

Falando de coisas icônicas, em uma outra entrevista você disse algo sobre a presença dos conhecidos Pingos. Eles estarão lá? “Sim. Existe um Pingo no filme. Mas você terá de procurar por ele. E existe uma outra surpresa que eu contei para você, mas por favor não escreva sobre isso”.

Acredito que seu maior desafio tenha sido com o elenco, principalmente com Chris Pine. Como ser o capitão Kirk sem imitar William Shatner? “Penso que cada ator teve um desafio semelhante. Nós tivemos sorte, em Jornada, com o designer de produção, o designer de vestuário, os efeitos visuais, o compositor – em todos os lugares que você olha nesta produção vê a sorte que tivemos em possuirmos pessoas fazendo o melhor trabalho. Estiveram todos muito bem. Mas tenho de dizer que o lugar onde eu não poderia ser mais grato, está no elenco. Para entrar em um filme como este, onde você está lançando personagens ícones, que foram tocados por atores que os definiram e os criaram, certamente tanto quanto Roddenberry, as chances de encontrar as pessoas adequadas para preencherem os sapatos são muito pequenas. E com todas essas pessoas que efetivamente trabalham no elenco é menor ainda. Eu me sinto como se conseguisse o impossível por encontrar atores que estão tão empenhados em seus papéis e por isso são todos justos, engraçados, reais, emocionais e complicados, mas ainda assim familiares. Eles são os personagens da série e ainda assim ninguém está fazendo uma imitação de um dos originais”.

“A razão porque isso funciona ou a razão pela qual penso que funciona é que eu e as pessoas que viram o filme têm se afastado da sensação de que estes são os personagens (originais). Há uma transição que acontece. É uma coisa estranha. Não é que você nunca vai esquecer o que fez o DeForest Kelley ou o George Takei ou Shatner ou nenhum deles. É quase como se outra porta abrisse e você estivesse deixando outra coisa em um espaço que era sagrado. Isso não diminui o que veio antes, não diminui a qualidade ou o impacto do que foi. É como você olhar para James Bond. Há pessoas por aí que sentem que Daniel Craig é o que procuram. E depois há pessoas que dizem que Roger Moore era o único James Bond, que nunca iria funcionar, e há pessoas que pensam que Sean Connery é claramente um verdadeiro Bond. A questão é: o que Craig está fazendo agora que não prejudique o que os outros atores fizeram? Eles podem coexistir”.

Você disse que teve de aprender mais sobre Jornada para produzir o filme, como fez isso? “Eu olhei para um grande número de episódios das séries que vieram depois da original, mas porque estávamos centrados na série original. Eu realmente não precisava saber cada episódio de Deep Space Nine, Voyager ou mesmo Enterprise. Mas, sim, eu assisti episódios, eu li muito, eu assisti os filmes, eu falei com as pessoas, seja com nosso consultor de Jornada ou um dos dois escritores (Alex Kurtzman e Roberto Orci) sobre o que significaria fazer aquilo que queríamos fazer”.

Você aceitaria fazer uma continuação, se esse filme tiver o sucesso esperado? “Eu prefiro não ser presunçoso dizendo que isto vai continuar. Digo apenas que estamos terminando este filme. O que posso dizer é que tenho a sensação de estar no meio do almoço e alguém pergunta – “O que queres para o jantar?”-  Não tenho idéia. Mas tenho que dizer que a idéia de ver este elenco e esses personagens vivendo e seguindo em novas aventuras….seria uma vergonha não fazê-lo. Existe uma grande oportunidade para novas histórias e eu com certeza gostaria de estar envolvido no processo. A Paramount tem fome de avançarmos sobre esse projeto, mas ainda estamos terminando o primeiro”.

Quanto aos fãs mais conservadores, comentou, “A chave é reconhecer que existem fãs puristas e fãs de Jornada, que vão ser muito ruidosos se verem coisas que não são aquilo que eles querem. Mas eu não posso fazer este filme para leitores de Nacelles Monthly (revista sobre naves da franquia) que estão apenas preocupados com o que os motores da nave parecem. Eles irão encontrar algo que detestam, não importa o que eu faça. E ainda, o filme, em sua essência, não é apenas inspirado naquilo que veio antes, é profundamente fiel ao que veio antes. A questão de fundo é que temos diferentes atores para tocarem esses personagens e é nesse ponto que não é literalmente o que eles viram antes. Será evidente quando as pessoas verem este filme que ele é verdadeiro para o que Roddenberry criou e o que esses incríveis atores fizeram na década de 60. Ao mesmo tempo, penso eu, o filme vai causar excitação e choque nas pessoas, pois é uma experiência completamente diferente daquilo que eles esperam”.

uhura-kirk-1Sobre os níveis de humor e sexualidade no filme. Vão existir? Até que ponto? “Sim. Entre o tipo de críticas pontuais que leio online, algumas pessoas dizem “Oh, olhe para isso, elas estão tentando pôr sexo”, por termos Kirk na cama com uma garota ou Uhura tirando sua blusa, e continuam, ‘Oh isso não é Jornada“. Outras pessoas escreveram, “Há comédia nele, não é essa a Jornada que conheço”. Olha, se você realmente assistir a série, ela estava sempre provocando reação o tempo todo e foi considerada muito sexy para o seu tempo. Teve o primeiro beijo interracial na televisão, e foi uma série que foi sexualmente aventureira. Foi muito divertida. Uma das minhas coisas favoritas sobre Jornada não foi apenas a brincadeira aparente, mas o humor na medida em que revelam sobre as relações entre os personagens principais e as suas reações às situações que enfrentam. Houve muita comédia, sem nunca quebrar sua realidade. Isso é importante para nós”.

Abrams responde a grande discussão entre o fandom de que estaria seguindo o caminho de Guerra nas Estrelas, “Bem, eu sou um fã de Guerra nas Estrelas. Quando criança, Guerra nas Estrelas foi muito maior do que a minha adoração por Jornada. Se olharmos para os últimos três filmes Star Wars e a tecnologia que lhes permitiu fazer, eles percorreram muito terreno em termos de concepção, localização, personagens alienígenas, naves – tanto que o espetáculo foi feito e parece que cada aspecto tem sido coberto, quer seja na geografia ou na concepção de cultura ou sistema meteorológico ou personagem ou tipo de nave. Tudo tem sido explorado nos filmes. O desafio de fazer Jornada, apesar do fato de que existia antes de Guerra nas Estrelas, é que estamos claramente na sombra do que George Lucas fez”.

“A chave para mim é nunca tentar superá-los porque é uma situação impossível de se vencer. Esses filmes são tão extraordinariamente desenhados que senti que a chave para Jornada foi o de ir de dentro para fora, ser tão verdadeiro para os personagens quanto possível, ser tão real e emocional e tão excitante quanto possível e não ser atrapalhado por todo o espectro que o filme de Guerra nas Estrelas realizou. Por exemplo, nós necessitávamos estabelecer que houvesse extraterrestres neste universo e ainda assim eu não quero que sintam que cada cena tenha quatro novos multi-coloridos personagens. Isso é algo que Guerra nas Estrelas fez muito bem com seu design de incríveis criaturas. A questão é como fazer sutilmente introduzir a idéia de que existem diferentes espécies aqui. E também para fazê-lo de forma diferente da Jornada na TV, que basicamente tinha alguém usando uma máscara sentado em uma cadeira. Foi o equilíbrio de fazer o que a história necessitava que fizéssemos, mas também não sentir como se estivéssemos tentando enganar ou fazer o que Lucas fez”.

briga-bar-1Sobre a cena do bar não se parecer com a da cantina de Guerra nas Estrelas, comentou,  “A cena da cantina é obviamente uma das clássicas cenas de Guerra nas Estrelas, e foi essa uma excelente introdução, como forma agradável e diversificada e cheia de possibilidades, que este universo estava em vias de ser. Na sequência dos filmes, especialmente os últimos três, tantas cenas têm essa sensação, de que eles estão apenas ampliando e expandindo o universo. Isso foi definitivamente algo que eu senti, uma aflição do tipo – “Meu Deus, eles fizeram tudo isso”. E o desafio é: como é que você faz isso sentir real e significativo e não como você estivesse copiando de alguém. Isso foi apenas um dos nossos desafios”.

Fonte: Trek Movie e TrekWeb

56 Comments on "Abrams, Jornada e a sombra de Star Wars"

  1. Ou seja, o Abrams tentou copiar Star Wars, mas fez o que pode pra isso não ficar tão escrachado.

    Uma pena mesmo.

  2. Copiando ou não, vai ser melhor do que os filmes da prequel de Star Wars, que só tem efeito especial…

  3. Sendo cópia ou não, o que importa é se o filme vai funcionar, e torço pra isso, da minha parte, não vou criar um papel de parede de SW no cérebro, e ativa-lo em cada cena que assistir de Jornada, esse filme me parece que terá alma!

    Gostei da entrevista porque o JJ deixou claro que conhece Jornada, mesmo sendo um cara de fora, entende seus personagens e universo, aparentemente mais que muitos fãs puristas por aí, que o ficam subestimando, como se o cara fosse um tapado, sendo que os experts em ST não conseguem enxergar simples fatos como, sexo e ação sempre estiveram presentes em Jornada, e o desafio é fazer uma mescla da linguagem daquela época com a nossa.

    Vingança dos Sith é simplesmente o 2 melhor filme da saga SW!!! Isso é muita coisa…. o nascimento de Darth Vader é um momento clássico do cinema.

  4. “A chave para mim é nunca tentar superá-los porque é uma situação impossível de se vencer. Esses filmes são tão extraordinariamente desenhados que senti que a chave para Jornada foi o de ir de dentro para fora, ser tão verdadeiro para os personagens quanto possível, ser tão real e emocional e tão excitante quanto possível e não ser atrapalhado por todo o espectro que o filme de Guerra nas Estrelas realizou. “

    Com isso ficou bem claro: Ele não vai cair no erro de tentar imitar SW ou fazer um pastiche de efeitos especiais. Como ele mesmo diz:

    Os personagens foram a coisa mais importante da série. Precisávamos ser fiéis ao espírito desses personagens.

    Ou seja: ele percebeu que ST não é só CGI e exotismo. Não adianta seguir os clichés que a Ficção Científica gerou em todas essas décadas:

    “…o que eu quero dizer é que as audiências são tão conhecedoras das coisas agora e que eles já viram cada iteração de Jornada, Guerra nas Estrelas, duas distintas versões de Battlestar Galactica, já viram Alien, eles já viram inúmeros filmes de ficção científica. Eles já viram tudo. E pior ainda, viram um filme como Galaxy Quest que ridiculariza completamente o paradigma na sua totalidade”.

    Assim, teremos um filme centrado NA HISTÓRIA E NOS PERSONAGENS, não em em referências herméticas que só pessoas iniciadas compreendem. Fico muito satisfeito também em saber que SW não é tabu para JJ Abrams. Ele sabe exatamente o contexto das coisas e deixa isso bem claro. Ele quer fazer CINEMA e ENTRETENIMENTO.

  5. “E ainda, o filme, em sua essência, não é apenas inspirado naquilo que veio antes, é profundamente fiel ao que veio antes.”

    Se essa frase de J.J. for do fundo do coração e repleta de verdade… Sinceramente, Já gostei do filme.

  6. Com referência ao texto.
    Essa sombra de SW ou “sobra” de SW ( quando lí o título , o golpe de vista me lembrou isso) é o que mais me incomoda.
    Não gosto de SW, se não gosto de B e gosto de A, e se A está ficando parecido com B então não vou gostar de A.
    Já há material sim para se ter uma idéia do que virá, trailler, comercial, entrevistas, quadrinhos, fotos, brinquedos… Assim como boas impressões do filme ( como efeitos especiais, maquiagens, roupas).
    Continuo afirmando, se os escritores e JJ tivessem tido o mesmo cuidado e capricho em tudo de como eles acertaram os uniformes, não haveriam mais críticas.
    Quanto ao JJ achar que não vai agradar todo mundo, ele está certo, porque não agradou mesmo.

  7. Não é melhor assistir ao filme do que crucificar Abrahams por antecipação? Algo me diz que será bem diferente de Star Wars, até porque se há realmente a intenção de ser fiel aos personagens, não há como ficar parecido. Não se esqueçam que a relação inter-personagens em Jornada tem muito mais estrada, e sempre foi muuuito mais explorada do que em SW. Continuo otimista. Ou se faz um filme que coloque ST nos trilhos de novo, ou senão vamos ficar com aquele gosto de quem parou tudo em Nêmesis, e não tinha mais força pra seguir adiante. Jornada não merece um fim melancólico. Essa história merece continuar.

  8. Qualquer coisa que seja introduzido de novidade em Star Trek vai ficar parecendo “chupada de Star Wars”.

    Isso se deve à décadas de “sabotagens” na linhagem de filmes da série no cinema.

    Brecadas na inovação, na criatividade, superação de desafios em efeitos visuais entre outros tornaram Star Trek obsoleto.

    Agora aparece Abrams trazendo inovação, criatividade, superação nos efeitos visuais e tecnologias que já existiam antes mesmo de Star Wars voltar ao cinema. Vejo no trabalho de Abrams, qualidade de Lucas que eu sempre quis ver nos filmes de Jornada.

    Enquanto Star Trek reinava no cinema (apesar da qualidade ruim), Guerra nas Estrelas saiu da cadeira e correu mais rápido e mais livre.
    Jornada ficou pesada, e ficou para trás, pra trás até de filmes como Galaxy Quest (é uma comédia mas quanto esmero, cuidado e atenção nos detalhes bem trabalhados nesta paródia).

    Eu já estou ficando velho, mas essa empreitada de Abrams me anima. Me anima porque já estava farto do descaso da Paramount e dos responsáveis pela respiração da franquia.

    Tinha mesmo é que vir gente de fora pra ARRUMAR A CASA!!!

  9. Desde que não seja um filme SÓ de efeitos especiais, já é uma grande coisa.

  10. Antonio de Pádua | 4 de fevereiro de 2009 at 8:41 am |

    Star Trek é uma história sobre naves, homens, exploração e combates no espaço. Star Wars também. Como diria Spock, não é lógico ficar buscando as semelhanças entre as franquias, pois é lógico que elas existem e tem de ser assim mesmo. Ou como diriam os Borgs, “semelhanças são irrelevantes”, o que é importante é curtir o filme e a franquia. Acho que Star Trek pode se beneficiar muito se incorporar o dinamismo de SW e esta poderia se beneficiar muito se adotasse um pouco da seriedade e inteligência de Star Trek.

  11. E por falar em cena do bar, já houve uma cena assim em Star Trek III:
    -Oh… Genesis, planeta ploibidooo…(versão brasileira)

    Disso ninguém fala.

  12. Bem, esta casa avisou que não iria mais tolerar ataques pessoais. Diretores, produtores e atores estão inclusos no pacote.
    Portanto, comentário excluído.

    Edit: Em complemento, cabe ressaltar que o ataque, além de tudo, não está embasado por argumentação, nem possui fatos concretos que o sustente.

  13. A influencia de SW sobre ST é notória, pois já os filmes do cinema tinham alienígenas bem estranhos. É claro que isso seria um processo natural, uma vez que só nao teve em TOS por causa do orçamento. Agora, termos de visual e dinâmica podemos dizer que nao haja nada de mal, contanto que o conteudo ainda seja ST. Concordo com J.J. numa coisa, comédia e erotismo já haviam em TOS e se considerarmos as devidas proporçoes para a época era até bem avançadinho.
    Portanto, acho que nao é para desesperar, pelo contrário, pode ser algo muito bom.
    No entanto, discordo do amigo trekker que falou que A VINGANÇA DOS SITH é um filme ótimo, acho o mesmo muito aborrecido, sendo A AMEAÇA DOS CLONES muito melhor, para um SW, claro.
    Esperemos ….

  14. No final, todo mundo vai assistir esse filme: os fãns, os xiitas, os que gostam de ficção, até os fãns de SW… Vai fazer tanto sucesso, que teremos mais 1 ou 2 continuações, uma trilogia eu acredito.
    A pergunta que fica é: teremos alguma série baseada neste novo universo de ST ? Ou teremos uma série ambientada num futuro pós-Nêmesis, ou ainda uma série diferente de tudo o que já assistimos ?

  15. Esperemos apenas que seja algo bom.

  16. Concordo com o post 7.

  17. ”SOMBRA” de SW? Que coisa é esta?
    JORNADA nunca esteve na sombra de ninguem.
    Quem surgiu primeiro? Tio Lucas usava fraldas quando KIRK, SPOCK E MAGRO salvavam a galaxia e faziam o melhor seriado de FC da historia.
    Acho que está havendo uma inversão de valores par justificar possiveis erros que serão duramente criticados quando o filme for apresentado.
    JORNADA é história, ST é ação com CGI (sem desmerecer Tio Lucas, pois o respeito pelo que ele fez pela FC em geral)
    Já JJ, não sei sse seu comprometimento com JORNADA é tão real, julgaremos depois de ver o filme todo

  18. Ele fez um filme de Star Trek como gostaria que tivessem sido os “novos” filmes de Star Wars!

    É isto!

  19. Respeitando, pelo que parece, as diferenças!

  20. Gente, alguém duvida que, na reunião de JJ com os diretores da Paramount, ele não ouviu o termo “Star Wars” umas trocentas vezes?
    Os caras querem mudanças e com certeza usram SW como compraração do que queriam para atrair um novo público. Se o filme for um sucesso, não duvido de um desenho tipo “Clone-Wars”. É mais barato e não precisa recontratar atores …

    Torço pelo filme e aguardo ancioso …

    Fui … 🙂

  21. Mediatando sobre essas palavras do J.J.Abrams:

    Bem, eu sou um FÃ de Guerra nas Estrelas. Quando criança, Guerra nas Estrelas foi muito MAIOR do que a minha adoração por Jornada. Se olharmos para os últimos três filmes Star Wars e a tecnologia que lhes permitiu fazer, eles percorreram muito terreno em termos de concepção, localização, personagens alienígenas, naves – tanto que o espetáculo foi feito e parece que CADA aspecto tem sido coberto, quer seja na geografia ou na concepção de cultura ou sistema meteorológico ou personagem ou tipo de nave. Tudo tem sido explorado nos filmes. O desafio de fazer Jornada, apesar do fato de que existia ANTES de Guerra nas Estrelas, é que estamos claramente na SOMBRA do que George Lucas fez”.

    Eu cresci vendo ST – The Next Generation, achava o máximo, apesar de já ter visto antes os FILMES da velha tripulação.

    Quando eu vi SW – Episódio I pensei que estava assistindo a um estranho episódio de ST – The Next Generation, um bem esquisito, não específicio, mas parecia muito, não sei o porquê. Aliás, em Coruscant passa o VULTO da Enterprise D na janela do apartamento do Senador Palpatine.

    Poucas coisas me lembravam STAR WARS no filme, acho que só o “gorducho” R2-D2, o ainda incompleto C-3PO, os Jedi, sobretudo o YODA, o árido planeta Tatooine com o Povo da Areia, a nave Sith Infiltrator (que parecia um TIE-fighter com nariz de X-wing) do Darth Maul e claro, o manto negro de Darth Sidious (o Imperador dos filmes SW – V e VI).

    Quando saiu o Episódio II – Ataque dos Clones eu comecei a me familiarizar com as diferenças em relação aos filmes “clássicos”, que eram tantas que quase me incomodavam, mas já se desenhava ali um Ben Kenobi agora com barba, um caçador de recompensas Jango Fett – pai e modelo genético de Boba Fett da Trilogia Original -, e novamente Tatooine, agora com o “iglu” da família de Owen Lars, ainda jovem, C-3PO agora com uma armadura suja e cinza, e agora os soldados clones (protótipos de Stormtroopers), destróieres que lembrava os do Império, uma aparição da estação Estrela da Morte em holograma, um antebraço direito mecânico que Anakin ganharia, e ao final novamente vemos Darth Sidious com seu manto negro.

    Até que o Episódio III chegou e, como disse o colega do Post 3: “Vingança dos Sith é simplesmente o 2º MELHOR filme da saga SW!!! Isso é muita coisa… O nascimento de Darth Vader é um momento clássico do cinema.

    E veja só, entre Star Wars – Episódios II e III há tanta história ainda não explorada que já rendeu 25 (vinte e cinco) capítulos de uma série em 2d de uma série chamada Clone Wars, e agora uma temporada de 22 (vinte e dois) episódios de eu série 3d chamada The Clone Wars, que aliás está excelente.

    Ah! E, provavelmente, em 2010 será lançada uma série Live Action de STAR WARS mostrando a sequência do Episódio III, focando os bastidores e o submundo dos acontecimentos da galáxia de SW.

    😀

    E continuem lendo NACELLES MONTHLY, amigos…

    Vida Longa & Próspera! \\//_

    E como disse o NOVO Jim Kirk: Apertem os sintos!

  22. Vou assistir o filme. Não tive a boa sensação que eu esperaria ter de um novo filme de ST.

    Os efeitos estão bons, mas ainda estou meio com o pé atrás.

    \\//_

  23. Abrams quis dizer que Jornada ficou à sombra de Star Wars no cinema. Embora Jornada tenha sido a série scifi de TV mais bem trabalhada, sem dúvida, o primeiro filme de Star Wars dá um banho em Jornada I.
    Gene Roddenberry não conseguiu enxergar o tipo preferencia das pessoas que assistem cinema. Pensou que seria o mesmo da TV. Jogou um estilo arrastado, filosófico demais, como se estivesse dirigindo uma série. Resultado: Jornada no cinema foi um fracasso retumbante.

  24. Wilson Roberto da Silva | 4 de fevereiro de 2009 at 1:06 pm |

    Foi uma grande sacada formar a antiga tripulação com novos atores, uma vez que, infelizmente, as pessoas envelhecem e abandonam esse “plano astral”.

    Vamos cruzar a ponte quando chegarmos à ela, ou seja, vamos descer o sarrafo depois de assistirmos ao filme.

    Vejo um futuro promissor para Jornada.

  25. O perigo é termos um Clone Wars na franquia tb!

    Existe um crítico de cinema que geralmente fala aquilo que eu pensei sobre determinado filme, então faço minha as palavras dele:

    “Infelizmente, se já poderia ser considerado um esforço medíocre em sua origem televisiva, o trabalho (The Clone Wars) se torna ainda pior como obra cinematográfica”

    e continua…

    “Claramente acrescentada ao universo de Star Wars para permitir que o público mais jovem encontre algum personagem com o qual possa se identificar diretamente, Ahsoka se transforma num equívoco tão grande quanto o insuportável Jake Lloyd de A Ameaça Fantasma – e é revelador que, apesar de ser identificada como “apenas uma criança”, a menina seja visualmente concebida como uma moça com seios e cintura fina cuja silhueta é ainda mais explorada pelas roupas mínimas (em outras palavras: o diretor Dave Filoni quer apelar simultaneamente às crianças e adolescentes, sem perceber que, com isso, sexualiza uma personagem infantil). Como se não bastasse, Ahsoka exibe uma personalidade tão antipática quanto à do próprio Anakin, o que obriga o público a passar quase duas horas acompanhando discussões aborrecidas entre dois personagens nada atraentes. E posso estar equivocado, mas… o fato de Darth Vader ter uma padawan não deveria ser algo extremamente importante no contexto geral da série? Então por que nunca havíamos ouvido falar de Ahsoka?”

    terminando…

    “The Clone Wars acaba se apresentando como um caça-níqueis que serve apenas para diminuir a relevância da série na qual está inserido.
    Quando Lucas irá perceber que, ao insistir em espremer sua criação por mais alguns trocados, está apenas sabotando o próprio legado?”

    para ler na íntegra:

    http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7254&id_filme=7090&aba=critica

    Acredito que a maioria aqui têm medo é de ST se tornar alguma coisa desse tipo!
    Nada que foi lançado na mídia até agora me leva a acreditar que teremos um novo filme ST no nível do últimos SW, que foram piores do que a trilogia original (salvo a Vingança dos Sith que considero superior ao Retorno de Jedi)

    Nunca li NACELLES… mas até que gostaria!

  26. Tambem concordo quando Abrams diz ter possibilidades de ver a Franquia com outros olhos, pois foi a mesma coisa que Meyer fez em STII, que convenhamos mudou a franquia (para melhor), para desgosto de Gene que não queria nada daquilo.
    Talvez o novo Gene somos nós…
    Ao menos que tenhamos um The Clone “Trekkers” Wars em maio!

  27. Opinião pessoal:

    Acho que o ST 1, apesar de um filme razoável, não tem nada a ver com TOS. Está totalmente descaracterizado. A influencia de 2001 uma odisséia no espaço é visível, o que talvez tenha o descaracterizado.

    O filme II tem muito mais TOS: ação, humor e ficção cientifica. O grande responsável por isso foi um não-trekker. Estranho não?

    Será que JJ será o novo Nicholas Meyer? Em maio saberemos.

  28. Ralph
    Estranhei muito esse comentário pelo fato de ter vindo de você. O primeiro SW, entendo que seja o de número 4, é um filme para adolescentes que nada tem de científico. Tem momentos que é cansativo, muito aborrecido mesmo. Comparar com ST I, na minha opiniao, é simplesmente brincadeira.
    Acredito que poderiam ter feito ST I melhor, mas mesmo assim é muito melhor que SW. Sao filmes totalmente diferentes e nao tem nivel de comparaçao.

  29. Mas em temos comerciais, Verde, Star Wars deu uma resposta mais enérgica em questão de público e bilheteria.

    Star Trek estava retornando, tinha tudo para ser bombástico, mas tropeçou no quesito “ingredientes para um filme no CINEMA”, faltou um pouco mais de tempero para o formato telona e o tempero original da velha e gostosa TOS ficou muito aguado, senão amargo.

    Star Trek II consertou isso.

  30. O interessante nessa questão de associar SW e ST é podermos nos perguntar: O QUE SIGNIFICA dizer que ST XI está ou não parecido com QUALQUER filme da franquia SW?

    Se essa associação vem do fato da equipe do novo filme já ter trabalhado em SW, então devemos lembrar que a ILM cuida dos efeitos de ST desde a década de 80. Oras, então deve ser algo relacionado com o enredo. Mas ai notamos que não tem nada a ver: SW é Joseph Campbel, é mitologia. SW está mais para “O Senhor dos Áneis” do que para a Ficção Científica. O próprio George Lucas repete à 30 anos que não tem preocupação, mas NENHUMA preocupação em ser rigoroso cientificamente. Seus aliens são trolls, duendes, dragões e fadas. O mocinho é um “mago-cavaleiro” que porta uma espada e a heroína é uma princesa em apuros. A ação é muito mais parecida com os filmes de piratas e capa/espada do que com “Velozes e Furiosos”.

    ST fala de exploração, trata de contar a história de uma tripulação frente ao desconhecido. Até onde sei, o novo filme não mudou isso. Então eu novamente pergunto: O que significa dizer que ST “está virando SW”?

  31. De tudo o que foi dito nesse artigo só podemos supor sim que teremos uma ST inconsequente e cópia de SW.

    Tudo me é muito lastimável. Me desculpem, más é isso mesmo, vai ser um filme duro de engolir. Não que será ruim, más vai ser duro de engolir.

  32. ” o fato de Darth Vader ter uma padawan não deveria ser algo extremamente importante no contexto geral da série? Então por que nunca havíamos ouvido falar de Ahsoka?”

    O Pablo Villaça é ótimo critico, mas não parece entender SW…que importância tem uma padawan, dos tempos de juventude, na vida pública do segundo homem no comando da galáxia? importância nenhuma!!!

  33. Post. 28. Vou fazer só esse comentário para que não fiquemos num bate rebate.

    A produção de uma série de TV é uma coisa, a produção para o cinema é outra completamente diferente. É mais dinâmica, de diálogos mais rápidos, cenas fortes.
    Então, em termos de agrado ao público do cinema, Star Wars deu banho sim, em Jornada.
    Por que? Porque simplesmente George Lucas soube dar dinâmica a uma história simples, procurando elementos de visual forte, numa mistura de humor, aventura e drama, coisa que Jornada tem de sobra mas não soube fazer corretamente na telona.

    Jornada poderia ter tido uma história bem melhor. A repercusão do retorno da franquia era muito grande, na época, muito maior do que hoje com J.J. Mas Gene achou que sua narrativa lenta e cheia de diálogos, como fazia na TV, poderia servir para o cinema. Errado.

    Porisso eu digo que o primeiro filme de SW foi superior ao primeiro de ST. Nesses termos.

    Acho que Abrams quer pegar o melhor de Jornada, inserindo o melhor de SW. Vai dar um híbrido. Se vai ser do agrado dos fãs aí é outra conversa. Mas para o público acho que vai ser a fórmula certa.

  34. Ralph:

    Acho que o problema do STI é mais tentar parecer com 2001 uma Odisséia no Espaço (que era um grande sucesso na época) que parecer com a série de TV original. Não lembro na TOS ter um episódio tão arrastado com o filme I.

  35. E por mais que os efeitos tenham sido lindos da Enteprise e V´GER, eu achei as cenas muito cansativas. Pareciam que só queriam mostrar a grandiosidade dos efeitos… ou trazer aquele clima calmo (nas cenas espaciais) de 2001 do Kubrick.

  36. Foi aqui nesse site que perdi as ilusões que tinha dos filmes de ST (não é ofensa), e revendo esses dias ST 1, é fácil constatar como os filmes eram sem muito esmero, sei lá, mas…Kirk diz que a Enterprise é a única nave em condições de enfrentar a ameaça, pois bem, que raios de Frota Estelar é essa que a única nave em condições de combate é justamente aquela que está no estaleiro???!!!! e tem que terminar tudo nas coxas e sair correndo com as calças na mão?! isso é como imaginar a frota da marinha americana composta por um só porta aviões.

    Tomara que esse tipo de coisa não se repita, afinal, vamos fazer jus ao nome Frota Estelar.

  37. Tomalak, tu tem razão mesmo, tem aquela cena em que o Spock sai da Enterprise e se lança em direção a entrada da outra seção do V ger, com direito a luzes iguais a 2001.

    Entretanto acho louvável que eles quisessem se aproximar mais de 2001 que de SW, em se tratando de FC, tem sentido.

  38. Se nós soubessemos exatamente como são feitos as salsichas e os filmes de cinema, não comeriamos a primeira (as salsichas) não assistiríamos o segundo (os filmes).

    É muito mais bussiness que arte, sem dúvida. Talvez a verdade esteja no meio termo. Não estou esperando de ST uma obra prima do cinema, assim como não quero que seja um lixo. A memória humana é traiçoeira, e costumamos idealizar aquilo que amamos muito. E as percepções são mais variadas. Já vi gente dizer que o filme ST 1 é extremamente fiel a série clássica e a ficção científica, e já vi gente dizendo que não existe sexo, humor e ação em Jornada, e que esse é o maior pecado do novo filme. Eu penso justamente o oposto, a reunião desses elementos é que fez a TOS tão diferente das outras por ai.

    Reboot? Reinvenção? A própria Jornada foi reiventada e rebootada quantas vezes? O quão é parecido a primeiro ano da clássica com o filme 1? e com o filme 2? e com o filme 5 (Sybok alguém?). Quais são as diferenças entre TNG e TOS? A série Enterprise é canônica??

    A realidade é que Jornada sempre foi fruto da época em que vive. Do amor livre de TOS, do cerebral ST 1 (2001 uma Odisséia no Espaço), a assexuada TNG (Anos 80 = Aids?)

    Questiono: como será a Jornada de Abrams? Como é o mundo em que vivemos hoje? Alguns dirão que o filme ficará infantil, parecido com SW (não que eu acha SW infantil). Não sei, não vi o filme ainda. Sei não irei ao cinema para ver Shatner e Companhia. Sei que será bem diferente. Só espero uma coisa: que me divirta, como TOS me divertiu. Que me dê duas horas de emoção, que eu me importe com os personagens e que resgate a emoção que eu tinha, quando via TOS na telona e na telinha.

  39. Com certeza Cesar!
    Um almirante que manda todas as naves defensivas do planeta literalmente para o espaço(profundo) mantendo apenas UMA deveria ser (maluco) e expulso… ou então a Frota Estelar seria muiiito desplicente… ou não existiria Frota(pois pressupõe um grupo coletivo de naves).

    Mas depois de TOS, falando com sinceridade, a frota SEMPRE foi muito frouxa(ou trouxa) em todos os quesitos, tratados que a prejudicavam, diretrizes que a prejudicavam(algumas prejudicavam mas era necessário pra manter o “NOVO GRAU” da civilização humana), todas as naves tinham funções parecidíssimas… e olha que com a quantidade de apuros que a frota já tinha passado ninguém NUNCA pensou na idéia de naves prontas para a guerra… só Sisko? Aliás naves passando por sistemas e situações perigosas com crianças e gatos e tudo mais. Tudo bem nascer uma criança na nave, mas sair da doca com dezenas delas eu acho irresponsável da parte da frota e das famílias.

    Enfim… também se formos analizar todas as inconsequencias… não sobraria QUASE nenhum filme… os dois que temos poucas situações desse tipo são STII(eu sinceramente não ligo a mínima se Checov tinha ou naum conhecido Khan… ) e STVI.

    ST IV a frota mostra A MESMA incopetência (de seus capitães e almirantes) do que em STI… STIII idem(NENHUMA NAVE PROTEGIA O PLANETA NEMESIS??? SO TINHA A EXCELSIOR CAPAZ DE PERSEGUIR A ENTERPRISE???)…
    No filme primeio contato… PORQUE CARGAS DÁGUA OS BORGS NÃO VOLTARAM AO PASSADO LÁ NO PLANETA DELES(tranquilos e felizes…)?? NÃO TIVERAM QUE ENFRENTAR TODA A FROTA E CORRER O RISCO DE ALGUMA NAVE SEGUIR ELES NO PROCESSO…(o que ocorreu)) Sabe porque os borg fizeram isso??? Só pra ter alguma história “nova”. afff… E olha que esse filme é um dos menos piores avaliando dessa mneira!

    É muita coisa jovem!
    Se o JJ naum se contradizer(mesmo que contradizer algo da franquia) pra mim já vai ser ótimo, pois É O MÍNIMO QUE ESSE POVO QUE GANHA MILHÕES TEM QUE FAZER! UMA FROTA, UM FILME COM SENSO, UM VILÃO COM SENSO!!

    E com tanto passado sombrio nesse sentido em ST… não temo QUASE nada no novo filme… exceto ser pura ação desceberada.

    Abraços!

  40. Disse tudo também TOMALAK!

  41. Marcos:

    tu sabe que esses dias eu cheguei a mesma conclusão. Se o filme tiver uma coerência intrínseca ou interna (em si mesmo), em ligação com o coerência externa (“O CANON!!111”) já tá bom para mim. Por que ultimamente estão sendo produzidos filmes com roteiros tão fracos, e tão implausíveis, com furos tão grandes…

  42. Corrigindo: quis dizer coerência interna SEM ligação com a externa…

  43. Sem querer chutar o cachorro morto, meu problema com Enterprise não foi desrespeito com o “CANON!!!111” que já foi para o saco no primeiro episódio. Foi com a própria “coerência interna” que eu chamo. A utilização do “Future Guy” sem propósito algum, uma guerra temporal sem pé nem cabeça, um grupo de inimigos desinteressantes (Xindi). Se os produtores não se deram o trabalho de explicar quem é o Future Guy, então por que eu deveria me importar?

  44. Lamentável

  45. O J. J. (o outro, não eu) foi sincero e honesto…
    Mas até aí os xiitas podem distorcer as declarações prá um lado e os revolucionários pro outro…

    GENTEEEEEEEEEEEE!!!!

    Star Trek é M.R. da Paramount e eles fazem o que bem entenderem gostem vcs ou não…Então eles não estão nem aí pros xiitas e libertários de plantão…

    Como diria Zefram Cochrane no filme First Contact

    “You want to know what my vision is? Dollar signs, money. I didn’t build this ship to usher in a new era for humanity. You think I want to go to the stars? I don’t even like to fly, I take trains. I built this ship so I could retire to some tropical island filled with naked women. Thats Zefram Cochrane. Thats his vision. This other guy, this historical figure, I never met him. I can’t imagine I ever will.”

    Só faltou ser dita pelo Gene, que visionário ou não também queria “dollar signs, money”!

    Até que prá quem é dono e pode fazer o que bem entender a Paramount procurou agradar os fans da série antiga…Até aqui tá muito bom…Quem não gostou, pena eu ainda não ter achado um tutorial how-to-make-yourself-a-star-trek-movie…

    Quanto ao filme e ao J. J. (o outro, não eu), como diria o mesmo Cochrane e tb o Riker…

    “Don’t be a great man, just be a man, and let history make its own judgments.

    Abrax a todos…

  46. Raul
    Eu concordo com tudo isso, apenas enfatizo a quem o público é dirigido. Não tenha nada contra SW, apenas é que não é ST e nem ficção séria. Se ambienta no espaço mas não é cientícfico. Isso nao me incomoda.. Tenho todos os 6 DVD´s em casa, mas não é jornada e dizer que SW 4 é melhor que ST I, apenas não concordo (opinião pessoal).
    ST I é arrastado? é. Deveriam tirar um monte de cenas desnecessárias? sim. É muito sério? concordo. Mas é o que existe de mais próximo de ficção verdadeira na cinema.
    Existem filmes de ficção que são: comédias, fantasia, político (Como ODIA EM QUE A TERRA PAROU), suspense, terror, western, drama, e etc… Poderia citar um nome para cada especialidade dessas, mas filme de pura ficção é a coisa mais rara, e bom, mais difícil ainda.
    Concluindo, aproveitar o que tem de melhor em termos de produção de SW ou de qualquer outra obra cinematógrica, legal, concordo … Introduzir comédia, erotismo, bang-bang, tudo bem, TOS sempre teve isso. Somente não esqueçamos que deve haver uma estória boa por trás disso para que seja um legítimo ST.
    Senão poderíamos fazer um filme com a Xuxa como capitã da Enterprise e colocar o Darth Vader como próximo vilão …. (paciência….).

  47. Ô Verde,

    Star Trek I eu acho lindo!
    Desde a Enterprise refit até V´ger, passando pela simpatia da tripulação ao carisma inesquecível de Persis Khambatta.

    A trama era legal, mas ficou mesmo paradão, né!
    Não combina com pipoca.

    O problema dessa conversa é que ainda não vimos a histórinha desse novo Star Trek.
    É um pouco precipitado colocar esse assunto no espeto no nosso churras.

    Mas Verde, não gostei disso:
    “…fazer um filme com a Xuxa como capitã da Enterprise e colocar o Darth Vader como próximo vilão …”

    Agora fiquei com saudade e com uma vontade de assistir a uma outra pérola da Ficção Científica:
    Os Trapalhões na Guerra dos Planetas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  48. Vixi, nunca vi isso. É bom?

  49. Tem em DVD! Enquanto Jornada não vem, dá pra passar o tempo!

    É legal!
    Isso sim combina com pipoca!

  50. Vou confiar em vc, hein? Pois não soa nada bem.

  51. Putz meu… essas discussões entre SW e ST são um saco…..

  52. VERDE,
    Se voce gosta do DIDI MOCO SONRISAL, pode assistir Os Trapalhões e a guerra dos planetas.
    Numa palavra TOSQUERA.

  53. Uma outra coisa me chamou a atenção nesse artigo. Perceberam como o $J$J$ é convencido, arrogante e confiante. Além de achar que ele é incompetente com o cannon e um terrorista com os fãs, agora vou ter que dizer que tenho medo dele, deu até o seguinte pesadelo:
    “O satânico imperador Palpatine treina seu novo aprendiz Dart$J$J$ para destruir o proximo filme de ST, fazendo com que a Paramount entre em uma terrivel crise financeira, e por isso ela resolve vender a franquia. Palpatine ordena que seu testa de ferro, o Ewok Jorge Lucas, compre tudo aproveitando o baixo preço. Então a famosa série começa a ser reorganizada para se tornar o prequel das duas trilogias de SW. Spock terá agora poderes mentais mais fortes, e terá um padawan chamado Chris Pine, Uhura como a nova princesa do espaço, Sulu irá dizer já nesse filme ao utilzar uma espada no lugar do phaser: Uma arma elegânte, para tempos mais apelativos. Checov, o alien, e Scott como Jar-Jar Binks”.
    Tudo em letras douradas saindo da parte de baixo da tela, indo para o infinito, um fundo negro com estrelas.

  54. Na boa, esse assunto ST X SW já deu e continua enchendo o saco, vamos gastar as nossas energias em coisas mais produtivas não? Quero muito ver o filme e quem sabe não dá certo essa abordagem? 😉

  55. Dobra total para Tatoine!!!!! Engage

  56. felipe maricato moura | 14 de fevereiro de 2009 at 1:42 pm |

    Espero siceramente que o filme não vire pura ação, jornada é ação mas não pura ação jornada é também descoberta, jornada é ciência é tecnologia, não um monte de dinossauros falamentos e robos rídiculos.

    Por favor não exploda com jornada. Não enterre jornada. Doeria muito.

Leave a comment

Your email address will not be published.


*