DSC 1×14: The War Without, The War Within

Episódio amarra pontas soltas e prepara fim da Guerra Klingon

Sinopse

Saru encontra a Imperatriz Georgiou na sala de transporte e a envia diretamente para aposentos fechados, ordenando segredo total sobre sua presença a bordo.

A situação da guerra ainda não está clara. A Discovery permanece sem contato com o Comando da Frota Estelar. Várias naves da Federação foram detectadas, mas nenhuma responde aos chamados. Enquanto isso, o capitão interino se preocupa com a condição e a recuperação de Tyler, aparentemente livre da mente de Voq. Ele pede que Michael Burnham vá vê-lo na enfermaria, mas ela se recusa — a dor e a mágoa são grandes demais. Saru respeita os limites de sua amiga.

E então a nave é abordada por oficiais federados. Numa operação rápida e eficiente, a almirante Cornwell assume o comando da nave, e o embaixador Sarek faz um elo mental com Saru, a fim de determinar se essa é mesmo a Discovery. Eles então ficam sabendo da incrível saga da nave ao universo do Espelho — e que Lorca não só era sua contraparte desse universo como estava agora morto.

Cornwell informa o estado da guerra, e as coisas não vão nada bem. Nos nove meses em que a Discovery esteve fora, os klingons avançaram e tomaram 20% do território federado, além de terem destruído um terço da frota. E isso atacando de forma desorganizada, uma vez que as casas klingons estão desunidas. O algoritmo da camuflagem fez uma falta danada, e a Federação está para perder a guerra.

Fica decidido que todas as informações do universo do Espelho serão marcadas como confidenciais e destruídas, para evitar a tentação de que federados tentem resgatar seus entes queridos perdidos na guerra nessa estranha realidade paralela.

A Discovery é ordenada a ir à Base Estelar 1, no Sistema Solar, um refúgio ainda considerado seguro pela Federação.

Nesse meio-tempo, Tyler recebe alta da enfermaria e é autorizado por Saru a circular pela nave livremente, com algumas restrições. No refeitório, ele acaba sendo bem recebido, após Tilly, Detmer e Bryce se aproximarem dele. No corredor, um encontro com Stamets não vai tão bem — o cientista está devastado pela morte de Culber e, embora se contenha, não parece disposto a perdoar o ex-quase-semi-klingon. Da mesma maneira, Michael também não quer revê-lo, a despeito de sugestões de Tilly nesse sentido. Mas acaba convencida e vai ao encontro de Tyler, sugerindo que ele agora precisará resgatar sua vida, do mesmo jeito que ela teve de fazer após o início da guerra. E, aparentemente, não será ao lado dela que ele vai fazer isso.

Quando a Discovery chega à Base Estelar 1, o choque — ela foi atacada. Seu casco exibe a marca da Casa de D’Ghor, e há apenas 274 sinais de vida klingons a bordo. Nem sinal dos 80 mil federados que ocupavam a instalação. Cornwell fica sem palavras, e Saru ordena a rápida partida em dobra.

Os klingons estão no quintal da Terra, e a Frota Estelar precisa de um plano desesperado para virar o jogo. Pelo menos agora as naves da Federação terão o algoritmo para neutralizar a camuflagem klingon. Mas isso ainda não é solução.

Em busca de pistas de como encerrar o conflito, Cornwell tenta conversar com L’Rell, detida a bordo da Discovery, mas ela diz que o único meio de encerrar esta guerra é derrotar os klingons ou morrer pelas mãos deles.

Burnham, por sua vez, decide recorrer à Imperatriz Georgiou, que, afinal de contas, no outro universo, era a Dominus de Qo’noS. Ela sugere um plano em que a Federação levará a guerra diretamente ao mundo-natal klingon, saltando com a Discovery diretamente para uma das cavernas desse planeta vulcânico a fim de rastrear todos os seus sistemas de defesa e permitir um ataque definitivo e mortal da Frota Estelar.

Para o salto, será preciso reativar o motor de esporos — um problema, uma vez que todo o estoque a bordo foi esgotado na destruição da nave capitânia do Império Terráqueo. Stamets apresenta uma solução: ir ao sistema Veda, onde há uma lua apropriada para terraformação com a última amostra remanescente de micélio Prototaxites stellaviatori.

O procedimento dá certo e a Discovery se prepara para uma viagem que não é feita por humanos desde que a Enterprise NX-01, comandada por Jonathan Archer, esteve em Qo’noS, há cerca de um século.

O plano, contudo, tomou um rumo mais sinistro. Antes de deixar a nave, Sarek teve uma conversa com a Imperatriz Georgiou, que deu a entender que há uma solução garantida para o fim da guerra — algo tão impensável que ela não poderia sugerir a Michael Burnham. Aparentemente, é com esse plano que o Conselho da Federação deseja partir, pois fica decidido que a missão será conduzida pela própria Imperatriz Georgiou, se fazendo passar pela capitão da Frota Estelar presumida morta na Batalha das Estrelas Binárias…

Comentários

“The War Without, the War Within” tem todas as qualidades e todos os vícios que marcaram a primeira temporada de Star Trek: Discovery. Ele é bom onde Discovery costuma ser boa — no tratamento dos personagens e nos valores de produção — e é mais fraca onde a série já mostrou certa dificuldade — na condução da complexa trama da Guerra Klingon.

De certa maneira, é mais um daqueles episódios que tem sabor de primeira parte em episódio múltiplo. Já tivemos um desses evidentemente no piloto “The Vulcan Hello”, em “Si Vis Pacem, Para Bellum”, e em “Despite Yourself”, a primeira parte da quadrilogia do Espelho. Dentre os quatro, ele não é o pior, mas também não é o melhor.

Aqui, sua razão de ser é servir como “preparação” para o que está sendo gestado como o ponto culminante da primeira temporada, o potencial fim da guerra numa missão com toques suicidas a Qo’noS. Independentemente de qualquer coisa, será interessante como será o retrato pintado por Discovery do mundo-natal klingon, já visitado no século 22 em Enterprise e no século 24 em A Nova Geração e Deep Space Nine.

Fazem parte desse conjunto de ações a apresentação do retrato da guerra até aqui — feito de forma expositiva, por conta dos nove meses perdidos pela nossa tripulação –, e os pontos cruciais do ataque à Base Estelar 1 e a terraformação da lua do sistema Veda. Desses, o mais satisfatório é o terceiro, em que vemos realmente algo ser feito, com ecos do Projeto Gênesis, que estaria sendo desenvolvido pela Dra. Carol Marcus em menos de 30 anos. Os outros dois colocam a Discovery em posição reativa, e funcionam mais como uma progressão A, B, C para nos levar a Qo’noS no episódio final.

Esse é um problema que tem sido uma das marcas do tratamento da Guerra Klingon em Discovery — quando vemos eventos ligados a ela, normalmente estamos reagindo a alguma coisa. É Lorca sendo capturado pelos klingons, é a Discovery indo ao resgate de Corvan II e da USS Gagarin. Os únicos momentos em que tivemos ofensivas da Discovery se passaram fora da tela, como os mencionados por Lorca (mas não vistos) no começo de “Choose Your Pain”.

A única exceção é, claro, “Into the Forest I Go”, em que a nave parte numa missão não sancionada para salvar Pahvo, decifrar a camuflagem klingon e destruir a nave-sarcófago. Não por acaso, foi o melhor da temporada.

O último episódio, claro, também promete ser pro-ativo, em vez de reativo. Se será tão bom quanto, ainda não sabemos. Minha desconfiança é que não será fácil, como não é fácil qualquer guerra virar de ponta-cabeça em uma única e decisiva batalha.

Fora a trama mais geral, há bastante para os personagens em “The War Without, the War Within”, e esses momentos em geral não decepcionam. A introdução da Imperatriz Georgiou ao universo Prime adiciona um novo tempero à trama e fornece a ela elementos importantes, além de cenas épicas. Podemos discutir se faz algum sentido lógico termos Georgiou apresentada como a velha capitão ao final do episódio; ninguém pode questionar o valor dramático, contudo. A cena final é de arrepiar, e só a cara de total horror de Saru já vale o episódio. (Como Doug Jones consegue se expressar tão bem debaixo de toda aquela borracha é algo que devia ser investigado pela ciência.)

Sem falar que não existe algo como “excesso de Michelle Yeoh”. É uma grande coisa que a produção tenha conseguido mantê-la na série, depois da morte abrupta no segundo episódio.

Tyler recebe a devida atenção aqui, depois de ter sido “abandonado” em “What’s Past Is Prologue”, e o plano de Voq e L’Rell começa a soar um pouco menos absurdo (mas só um pouco menos). Shazad Latif continua seu impressionante trabalho vivendo o complexo personagem, mas nem todas as cenas o ajudam nisso.

O encontro entre Tyler e Stamets é um ótimo exemplo de algo que funcionou, graças a uma também excelente atuação de Anthony Rapp. Já a receptividade da tripulação no refeitório a um cara que, bem ou mal, matou um médico da nave a sangue frio e ninguém sabe exatamente quem é foi um pouco animada demais para o meu gosto. A reação de Tilly me pareceu natural, conhecendo a cadete. A dos demais, um pouco exagerada. Claro, do ponto de vista deles, esse foi um cara que travou muitas batalhas ao lado da Discovery e é mais uma vítima das barbaridades kligons. Ainda assim, deveria rolar uma ponta de dúvida.

E é um contraste enorme com o encontro entre Ash e Michael. Ele a acusa de não aceitá-lo mais por descobrir que ele é um klingon. Ele é? Ele foi? Essa me parece uma cena mal escrita de ponta a ponta, a despeito do trabalho decente de Sonequa Martin-Green e Shazad Latif. O problema, do ponto de vista da audiência, não é se Tyler é ou não klingon; o problema é (1) ele tentou matar Michael e (2) nem ele nem ninguém sabe ainda o que ele é, klingon ou não. Perdeu-se aqui uma chance de fazer algo mais legal e interessante com os personagens, em vez de partir para o melodrama “seus pais foram mortos por klingons/você se apaixonou por um klingon”. Não funcionou.

Em compensação, Burnham e Tilly têm uma ótima cena na engenharia, em que discutem os perigos da próxima missão e um pouco de tudo que foi destilado nesta temporada de Discovery em termos de reflexão e crítica social.

Tilly diz: “Quando estávamos no universo terráqueo, eu fui lembrada de quanto uma pessoa é moldada por seu ambiente. E acho que o único modo pelo qual podemos impedir que nos tornemos eles é entender a escuridão que há dentro de nós, e lutar contra ela.”

Nessa mesma conversa, Tilly coloca a questão Voq/Tyler no caminho correto, apontando que o novo Tyler não é o velho Tyler ou o velho Voq. “Ele é algo… outro. Algo novo. E o que fizermos agora — a forma que o trataremos, é isso que ele vai se tornar.”

Interessante.

Por fim, há de se admirar o grande trabalho de James Frain como Sarek e de Jayne Brook como Katrina Cornwell. No caso do primeiro, até já seria esperado. Mas para Brook, almirantes em geral são personagens vilanizados em Star Trek, e ela conseguiu se mostrar uma personagem forte e ao mesmo tempo admirável desde o primeiro momento. Espero que continuemos a ver Cornwell em Discovery no segundo ano e além.

No frigir dos ovos, “The War Without, the War Within” acompanha o padrão da temporada. Se você está curtindo Discovery, deve gostar dele também. Se não está, talvez ele seja apenas mais um motivo para se aborrecer.

Avaliação

Citações

Sarek – We are at war. Logic dictates that each farewell may be our last. Do not regret loving someone, Michael.
(“Estamos em guerra. A lógica dita que cada despedida possa ser a última. Não se arrepende de ter amado alguém, Michael.”)

Trivia

  • Este episódio marca a primeira aparição de andorianos e telaritas no universo Prime em Discovery. Convenientemente, eles são a cara dos vistos no universo do Espelho em “The Wolf Inside”.
  • O mapa holográfico de Qo’noS visto aqui indica diversos locais citados antes na fraquia: a Primeira Cidade (A Nova Geração, “Sins of the Father”), as Planícies Centrais (A Nova Geração, “Hollow Pursuits”), Lago de Lusor (A Nova Geração, “Rightful Heir”), Monte Kang (Deep Space Nine, “In Purgatory’s Shadow”), Província Ketha (Deep Space Nine, “Once More Unto the Breach”, Além da Escuridão: Star Trek), Cavernas de No’Mat (A Nova Geração, “Rightful Heir”), Cavernas de Kahless (Voyager, “Day of Honor”), rio Skral (Deep Space Nine, “The Way of the Warrior”), região Mekro’vak (Deep Space Nine, “Looking for par’Mach In All the Wrong Places”).

Ficha técnica

Escrito por Lisa Randolph
Dirigido por David Solomon
Exibido em 04/02/2018
Produção: 114

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly

Elenco convidado:

Michelle Yeoh como Philippa Georgiou
Jayne Brook como Katrina Cornwell
Mary Chieffo como L’Rell
James Frain como Sarek
Michael Ayres como oficial do transporte
Emily Coutts como Keyla Detmer
Raven Dauda como Dra. Pollard
Riley Gilchrist como almirante Shukar
Julianne Grossman como computador da Discovery
Harry Judge como almirante Gorch
Patrick Kwok-Choon como Rhys
Sara Mitich como Airiam
Melanie Nicholls-King como almirante Drake
Oyin Oladejo como Joann Owosekun
Ronnie Rowe Jr. como Bryce

TB ao VIVO:

119 Comments on "DSC 1×14: The War Without, The War Within"

  1. Isso vai dar ruim.

  2. Essa ‘imperatriz’ vai longe…

  3. Capitã Imperatriz Georgiou.

  4. Um dos melhores episódios da série na minha opinião, nota 4.0!!! Amei cada detalhe, cada dialogo, cada pedacinho da trama, adorei ver como as estratégias se embaralharam. Sinto que acabei de assistir uma obra prima. Mal posso esperar pelo desfecho dessa guerra!

  5. Imagina quando os Klingons verem a Capitã Imperatriz Georgiou? Se sabiam que uma versão dela ela estava morta desde a Batalha das Estrelas Binárias, ao rever outra versão viva, vai ser um descrédito para os súditos de T’Kvuma. Vai desagregar as Casas Klingons e assim revertem a guerra a seu favor.

  6. Alessandro Ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 10:07 am |

    Com a Imperatriz “o pau come” kkkkkk desculpe o palavreado de baixo calão kkkkkkk mas acho que é por este caminho que os klingons terão respeito e deixarão a Federação de lado.
    Será que teremos um episódio de cerca de 50m ou por ser o gran finale teremos uns minutos a mais??

  7. Ou seja, a Michael estava certa em sua análise sobre os klingons desde o início. A Federação deveria ter dado um “olá vulcano” e atirado primeiro! Isso teria sido eficaz! Se os klingons tivessem visto a Shenzou destruir a nave sarcófago deles, tal atitude iria impor o respeito que era necessário para iniciar as conversações diplomáticas e por fim, trazer a paz.

  8. Alessandro Ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 10:58 am |

    É Star Trek explicando nossa história!!!

  9. E num é? rsrs

  10. É interessante que para parar com essa guerra foi preciso que um humano do universo espelho viesse a tomar as rédeas do conflito!

  11. Alessandro Ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 11:09 am |

    Estou curioso em ver exatamente o que eles farão a Q’onos, após ver o efeito visual no trailer, e bom, será que devido a citação a nossa NX-01 pode se dizer que este é de fato o Universo do cânone? Porque se for, Q’onos ainda existe no séc 24. Tomara que não explodam o planeta, assim como fizeram com Vulcano na KT.
    Na verdade nem a destruição de Romulus eu curti, a capital Romulana pra mim, é a mais linda de toda a franquia.

  12. Alessandro Ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 11:11 am |

    Sim, porém me pergunto também aonde está a “Seção 31” neste conflito? Não seria para ela estar em ação diante da ameaça mortal a Federação?
    Será que a Imperatriz irá ingressar na Sc 31? Qual será o destino dela?

  13. Não sei porque, mas o episódio 14 não está aparecendo para mim…🤔

  14. Capitã Imperatriz Georgiou será uma incógnita no último episódio?

  15. Gente, até a cena final tive muitos problemas com este episódio. Exigiu nível muito alto de suspensão de descrença, acima do que costumo praticar. Ou talvez tenha sido um mau dia meu. Toda esta história de ida ao planeta natal Klingon, mais uma vez uso dos saltos “miceliais”, e outras questões. Mas a cena final foi muito interessante e me deu novo ânimo com o episódio. Preciso rever.

  16. leonardo da costa ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 12:43 pm |

    Me parece que a Almirante e o Embaixador aceitaram o argumento da Imperatriz e decidiram explodir Cronos. Michael permitirá? Saru deixará? Tayler irá aceitar? A especialista irá enfrentar Georgiou novamente? Se o plano der certo…. Como irão explicar o fim do planeta natal Klingon? Pensando e escrevendo… Será que os danos causados pelo ataque da Discovery não acabaram com o planeta mas o deixaram debilitado ao ponto de precisar tirar recursos enérgicos de outro lugar? Tipo a lua de Práxis! Aquela que irá explodir decadas depois. Seria uma boa maneira de amarrar a cronologia. Cenas fortes virão.

  17. Fabiano Correia | 5 de fevereiro de 2018 at 1:02 pm |

    Sera que a Discovery se auto sacrificaria deixando Kronos altamente debilitado???

  18. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 1:33 pm |

    Não é por nada não né mas tá cansando…
    Homens na série:
    Vilão maléfico
    Traidor assassino
    Alienígena assexuado e genéticamente covarde
    Jovem e inteligente suboficial gay
    Figurante suboficial (sem falas)

    Mulheres na série:
    Imperatriz durona
    Comandante sábia e astuta
    Capitã forte e enérgica
    Subocial inteligente, dedicada e boa conselheira
    Guerreira determinada, inteligente e ótima lutadora

  19. Tá doido, cara? Melhor personagem da temporada é Lorca e você vem com esse mimimi de facebook?

  20. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 2:23 pm |

    Pense numa postagem sem sentido. Faz realmente diferença o sexo dos personagens ?

  21. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 2:30 pm |

    Episódio bom tentando preparar o terreno para o fim da temporada. Mas com muitas coisas estranhas a floresta crescer tao rápido, efeito genesis ? Em outras coisas …
    Ainda imagino que no final vai aparecer uma solução diplomática.
    Nota 3 de 4.

  22. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 2:42 pm |

    Concordo com você Allan. E ele morreu no ultimo episódio. Creio que a maior parte do público fã de ficção é homem e talvez mais alguns bons personagens masculinos seria de valor.

  23. Renan Cariolando Feitosa | 5 de fevereiro de 2018 at 2:59 pm |

    Concordo ctg, tá muito feminista a a série..

  24. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 3:08 pm |

    Exato. A série é ótima, personagens interessantes, enredo sendo bem construído até aqui, efeitos simplesmente fantásticos e é por isso que incomoda. Não é para voltar a série clássica mas se lá tínhamos dominância masculina e as personagens femininas pareciam decorativas o que era errado e continua sendo mas aqui inverte-se o paradigma. Um pouco mais de equilíbrio seria muito bom.

  25. Simples… se você não curte a série por abordar esses temas e construir personagens dessa forma, porque então você gasta o seu tempo assistindo? Liga a TV em alguma novela bíblica da Record que acho que você vai ser muito mais feliz!

  26. A solução genial que vale a liberdade da Imperatriz é explode base do seu inimigo?
    E a para realizar essa tarefa tem que dar o comando da nave para a Imperatriz? Só se é para mandar a Imperatriz para prisão por crime de guerra depois…

  27. Fala sério, a almirante hein!? haha Ok primeiro ela entrou durona e decidida na Discovery, mas depois foi tipo quase sem noção, não deu uma chance, nem um votinho de confiança para o Lorca PU e já foi decretando a morte dele pq definitivamente ele não era capaz de sobreviver no universo espelho, e olha que quase todo mundo trek que já foi parar no universo espelho voltou de lá vivo mas o Lorca sem chance. Depois quase perde o espaço, para não dizer o chão, quando os Klingons tomam a última estação espacial da federação, e para completar nem discute e apresenta a Capitã Malévola para comandar a Discovery. 😁
    Shazad Latif em fantástica atuação novamente, coitadinho do Ash. Eu vi uma entrevista do Shazad em que ele diz que no último episódio, a coisa vai ficar mais emocional ainda entre ele e Burnham. E, ele disse mais, parece que Tyler, Burnham, Tilly e a Phillipa vão estar ocupados com uma cena importante no episódio final.

  28. Wesley R. Vilas-Lobo | 5 de fevereiro de 2018 at 3:50 pm |

    Dizer q as duas naves trocaram de universo pura e simplesmente foi típica explicação de Lost. A outra Discovery sequer tinha motor de esporos.

  29. Antonio de Pádua | 5 de fevereiro de 2018 at 4:03 pm |

    Pleo que entendi o trabalho que fizeram foi de terraformação, como o desenvolvido pela Dra. Carol Marcus. Como vimos nos filmes, é rápido.

  30. Antonio de Pádua | 5 de fevereiro de 2018 at 4:06 pm |

    Acho que ela vai aprontar. A guerra vai ser ganha, mas vai sobrar alguma coisa ruim para a Federação

  31. Embora ainda não foi dito ou mostrado é certo que o almirantado da frota não confiam na imperatriz, ninguém na Federação é tão ingênuo de confiar 100% nela. Com certeza medidas de salvaguarda já foram tomadas e acredito que serão acionadas. Mas, por enquanto, a Federação precisa dela.

  32. Suspeito que no último capítulo veremos:

    1) Tyler vai dar a vida para salvar a MIachel.
    2) L’Rell fugirá depois desta surra…
    3) O império Klingon foi surpreendido, isso irá forçar o recuo da frota klingon e a assinatura de um cessar fogo.
    4) A imperatriz irá para detenção por crimes de guerra.
    5) A Michael será perdoada dos seus crimes e assumirá o posto de oficial de ciências da Discovery.
    6) Saru será promovido definitivamente ao posto de capitão.

  33. Para mim a Imperatriz é menos útil que o Tyler,que também é outra ameaça.
    “Mas está tranquilo pessoal a L’rell disse que agora é só o Tyler”.

  34. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 5:22 pm |

    Gênesis que só deve ser criado daqui a mais de 20 anos. Além disto era rápido mas não imediato.

  35. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 5:26 pm |

    O Lorca era importante.
    O Stamets é fundamental
    O Saru também

    Mas para você equilíbrio é ter homens brancos héteros, o problema é que isto não importa homem, mulher , gay, negro, nada disto é relevante para criar boas histórias.

  36. Alessandro Ferreira | 5 de fevereiro de 2018 at 5:27 pm |

    Quem sabe a Dra Carol inspirou-se nesta nova lua, para ao invés de esporos, utilizar proto-matéria? Na constituição de um mundo novo?

  37. Calma menino é só um seriado….. se seguirem uma constante das atuais séries, por ser uma final season, creio que poderá ser o maior episódio de um seriado Star Trek beirando os 60 min ou até mais…🖖🏻 🖖🏻🖖🏻🖖🏻

  38. Amém!!!

  39. Na certa foi um mal dia rsrs… por outro lado, eu realmente gostei muito deste episódio!

  40. Talvez a ISS Discovery estava próxima a ISS Charon, quando Stamets Mirror estava realizando algum experimento no núcleo de esporos da nave imperial, no mesmo instante em que Stamets Prime estava dando saltos com a Discovery e Lorca o mandou para o MU, nisto houve a troca de Universos, mas concordo, deveriam ter dado um final mais digno para ISS Discovery ao invés de simplesmente matá-la, simples assim.

  41. Na verdade, tinha sim…

  42. Creio que não pois a Imperatriz se interessou pela tecnologia de salto por esporos da Discovery quando Michael relatou como eles chegaram até lá….

  43. Se é que houve troca, pois a troca não é regra. Quem sabe Lorca Prime não seja prisioneiro klingon no Universo Prime mesmo.

  44. Tenho gostado da trama como um todo, já que se trata de um arco, mas o pior do dia foi a Almirante pulverizando a tigela com os biscoitinhos da sorte do Lorca MU, afinal que culpa tinha os biscoitinhos da sorte 😂

  45. Pode ser, mas sei não. Toda aquela história de terraformação, muito complicada. E aí voltam a usar a sporedrive para depois, sabemos, não usar mais. Teria sido melhor já ter encerrado este arco com o retorno ao PU. E toda esta coisa de o Tyler assumir a identidade no corpo do Voq modificado. Um tanto inverossímil, apenas após aquela mágica da L’rell, seria mais fácil aceitar se o Voq assumisse. Enquanto ele e a Michael conversavam eu pensava “se eles reatarem eu paro de assistir”. Ainda bem que não restaram, mas isso pode ocorrer no próximo episódio. Acho que complicaram demais, eu estava esperando apenas o retorno à guerra com a Discovery fazendo a diferença e virando o jogo. Criaram novos elementos, não precisava. Mas ok, vou rever o episódio e talvez mude de opinião. Mas aquela surpresa no final com a imperatriz assumindo o papel da Georgiou prime e todo o mistério envolvido, a troca de olhares entre Michael e Saru, aquilo tu gostei demais. Abraços 🖖

  46. O duro é esperar até 2019 conforme li por aqui. Deveriam voltar em setembro ou outubro deste ano novamente, com midseason. Dez episódios, pausa de dois meses e os dez episódios restantes (2018-2019)

  47. Isso ainda está por ser explicado e para mim, apesar de ser algo já sugerido em episódio anterior, foi um dos elementos que me desagradou neste episódio.

  48. Aquilo ali foi um ímpeto pela pura lembrança de ter dividido a cama com o cara, achando que era o outro.

  49. Quando a Imperatriz descobrir que o Tyler é um Klingon vai tentar matar o coitado…e aí deve rolar uma escolha de Minerva para Michael…espero estar errado,mas em Discovery o óbvio é regra.

  50. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 7:53 pm |

    Com a ausência do Lorca todos os grandes personagens da série, aqueles que mais marcam presença, são mulheres. Não importa o que você diga a matemática é simples e se você souber contar os dedos de uma única mão já vai perceber. Nada contra nenhum desses personagens mas o primeiro plano da série é sim das mulheres.

  51. Mas sabemos que a USS Discovery foi projetada exclusivamente para saltar, logo, trata-se de um projeto totalmente experimental voltado para esse fim. Se existia uma nave idêntica em outro universo, é porque as especificações do projeto eram as mesmas. Mas eles não tinham o Stamets Mirror ou um tardigrado como navegador, talvez a nave nunca tenham avançado tanto na pesquisa.

  52. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 7:55 pm |

    Uma simples observação sobre a falta de personagens masculinos que estejam em primeiro plano na série e sejam personagens tão bons quanto foi o Lorca é suficiente para você tirar uma série de conclusões sobre a minha pessoa. Todas equivocadas lhe garanto. E sobre a série já deixei aqui meus elogios.

  53. Na verdade só sugeri um modelo dramaturgia mais tradicional, não me incomodo nenhum um pouco que Discovery não tenha mais um personagem masculino em primeiro plano, muito embora o Stamets seja do sexo masculino, assim, personagem masculino heterossexual. Bem, acredito que você está desmerecendo a participação do Tyller também. Ele tem muito peso na trama embora não esteja na cadeira de comando. Assim, o Saru é do sexo masculino e está na cadeira de capitão… mas é muito alienígena. Bem, não sei aonde você quis chegar. Mas não me incomodo que a almirante, a Imperatriz ou a Michael estejam tomando as decisões por hora. E o Lorca foi fantástico. Concordamos que ele fará falta!

  54. Bom…. uma onda de energia que cria vida, bem esse lance de terraformação instantânea já era complicado em a Ira de Khan, mas nada muito diferente do que já com vi em jornada. Achei que foi até uma deixa para homenagear o projeto Genesis. Bom, achei o lance do Tyller e da Michael necessário, eles tinham que ter essa conversa. Como não se falarem depois de tudo o que houve entre eles? Adorei os conselhos da Tilly. Até fiquei comovido com drama do personagem. O apoio da tripulação e reação de repulsa do Stamets. Só não entendi direito esse lance de cirurgia de redesignação de espécie. Mas enfim… Gostei do desenrolar da guerra, a forma como estão tirando proveito das informações privilegiadas da Imperatriz faz muito sentido. Ela já derrotou os klingons em batalha. Curtir muito essa ação desesperada de ir até o planeta natal klingon. E tenho para mim que a Discovery está prestes a dar o seu último salto. Em breve será o fim dessa tecnologia. Vamos ser pacientes. Pressinto que o melhor estar por vir. 😉 🖖🖖🖖

  55. Essa confluência entre universos. Assumir que a passagem ou viagem entre os universos pressupõe uma troca de lugar entre os opostos faz parte da mitologia do universo espelho. Então faz algum sentido.

  56. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 8:52 pm |

    A questão é que isto não deveria ser um problema ou ser revelante. Para mim não é.
    Uma pena que para você seja então mude de série, na verdade Star Trek não é uma série para você.

  57. Sei lá, os roteiristas talvez pensaram que aquilo seria uma boa explicação caso não tragam o Lorca de volta, mas se trouxerem eu espero que tenham uma explicação melhor.

  58. Leandro Henrique Pereira Neto | 5 de fevereiro de 2018 at 9:21 pm |

    Também entendi isto. Afinal ela tinha um certo nível de intimidade com o Lorca PU e o conhecia de longa data, mesmo assim foi enganada.

  59. Eu acho que eles provavelmente é que terão alguma ação em Kronos, mas com certeza esse será o grande desafio para Tyler meio humano meio Klingon.

  60. Lodisval Félix | 5 de fevereiro de 2018 at 9:33 pm |

    Voyager é minha Star Trek favorita assim como a Capitã Janeway para mim é uma das melhores. Mas não consigo enxergar nessas personagens femininas uma com a grandeza dela. Discordo sobre Saru que parece pertencer a uma raça assexuada ou com sexos diversos de nossos conceitos. Mas coberto de dúvidas e medos ele é uma personagem que embora rica não tem a grandeza do Lorca ou mesmo de um Ricker. Stamets sem dúvida é uma personagem bem construída mas apesar de um certo destaque não parece pertencer ao mesmo plano de Michael Burnham, Philippi Georgiou(agora a imperatriz) ou até mesmo a vice almirante Katrina “Kat” Cornwell. É dificil não perceber que na ponte de comando retiradas as mulheres sobram Saru que parece exageradamente assexuado e alguns figurantes sem fala. Nesse cenário acho que uma possível, embora não pareça provável, volta de Lorca seria muito bem vinda.

  61. Queria ter tido a oportunidade de ver o Saru, de fato, como capitão da Discovery.

  62. Eu quero fazer uma crítica com relação a este episódio 14 apenas no que se refere às distâncias astronômicas. Não sei se vocês repararam, mas é dito que a base Estrelar 01 ficava mais ou menos a 100 unidades astronômicas da Terra ou 100 UA.

    Bom, até aí tudo bem, mas se assumirmos que essa base está a 100 UA de distância da Terra,

  63. A premissa inicial do seriado seria focar em Michael, mulher, posto subalterno que iria evoluindo no decorrer do tempo (uma Tenente Ripley), porém, com o término temporada, vejo outro personagem que vem se sobressaindo bem, mostrando o verdadeiro espírito da federação. O Cmd Saru tem roubado a cena nesta reta final e isto se deve pela brilhante atuação de Doug Jones, sem dúvida a melhor aquisição do seriado. Embora tenha começado a série meio deslocado, está fechando com chave de ouro. O discurso motivacional antes do retorno ao PU na engenharia da Discovery (presumo eu) foi o de um verdadeiro capitão federado, me fez lembrar Picard alternativo em Yesterday’s Enterprise e o Capitão Kirk convencendo Spock MU a promover uma revolução no Império Terráqueo. Isto se deve ao talento do ator, é de tirar o chapéu.

  64. Renan Cariolando Feitosa | 5 de fevereiro de 2018 at 11:16 pm |

    Tipo, da pra construir o enrendo de forma legal, sem precisar impor a sexualidade e feminismo, to nem ai se personagem a ou b é gay, se a principal é mulher, acho que dá pra construir sem impor isso…

  65. Neste ponto eu concordo, mas não é a regra do seriado, infelizmente. Parte e contraparte podem compartilhar o mesmo Universo. Isto vem desde DS9, um erro, creio eu! A história de Universo Paralelo vem desde o episódio The Alternative Factor em que um dos universos seria matéria e o outro antimatéria e caso um componente de um universo partilhar do mesmo universo de sua contraparte haveria uma aniquilação de tudo (matéria e antimatéria se aniquilam). Tanto é que um Lazaro tentatava a todo custo atravessar de um Universo para outro para encontrar a sua contraparte e o outro a todo custo tentatava impedi-lo. Esta premissa inicial deveria ter sido seguida até hoje, quando se trata-se de Universo Paralelo (não importa qual), a sua parte nunca poderia encontrar a sua contraparte. Se um está lá o outro obrigatóriamente deveria estar aqui, mas não foi a lógica seguida depois. Mirror, Mirror foi fiel a esta premissa, pois Kirk, Uhura, McCoy, Scott mirror foram parar no PU, enquanto as suas partes Prime foram parar no MU, eles nunca se encontraram. Porém isto não foi mais observado nos episódios em que se tratou do tema futuramente. Uma coisa interessante, em certa altura, no decorrer do episódio The Alternative Factor, Spock comenta com Cap. Kirk que Universo Paralelo já fora provado (reconhecida) cientificamente. Por que será?

  66. E como a Capitã Imperatriz Phillipa Georgiou Augustus Iaponius Centarius diz, para o último episódio:

    “Now take your station”

  67. Luiz Henrique Mendes | 6 de fevereiro de 2018 at 3:01 am |

    Ep sensacional. Aliás, que temporada, melhor first season das séries ST, disparada. Discovery conseguiu arranjar mais uma fã pra franquia, a minha filha rs. Nota máxima.

  68. Só que não né Victor? Sempre há uma troca é isso? Sisko prime vai pra lá e o Sisko espelho vem pra cá? Isso ocorreu nas outras situações em que o MU foi retratado? Cara me ajude aí com a sua memória pois a minha já está dando nó. E, sinceramente, chega de universo espelho.

  69. Já estou revendo o episódio, na metade ainda. Cara, certas coisas continuam difíceis. Mesmo aquela cena de apoio todo ao Tyler por parte da tripulação. Não dá. Foi muito cedo. Se o cara, após assumir de vez a identidade do Tyler após a mágica Klingon, tivesse passado um tempão, uma certa vivência entre a tripulação, com muitos momentos e tal. E tivesse demonstrado sofrimento com isso. Após muita água passando por baixo da ponte aí tudo bem, a tripulação aceitar e tal. Mas caraca foi muito cedo, e ele matou o Culber! Ele matou com suas próprias mãos! E as consequências por este ato? Não irá preso? Bastou o Saru dizer que não vê nada do Klingon nele? Ah por favor. Depois posto mais impressões. Abraços 🖖

  70. Mas aí que está a pegada, o Voq e o Tyller não são a mesma pessoa, só dividiram o mesmo corpo. As ações do Tyller não são as ações do Voq. Em nenhum momento o Voq fingiu ser o Tyller para enganar a todos. O Então, o Tyller é alguém diferente do Voq. E todos entenderem isso. Mas concordo que seja cedo para deixar o Tyller andando pela nave. Como o precedimento que o Tyller passou não é conhecido pelos médicos da federação não dá para saber se o L’Rell fez foi definitivo, se o Tyller veio para ficar. Tirando isso, a reação da tripulação no refeitório é digna dos humanos do século XXIII que se esforçam para não deixar os seus preconceitos falarem mais alto. Só não é possível exigir do Stamets e da Michael a mesma compreensão e distanciamento pelo que o Voq fez a eles.

  71. João Luiz Silva Cruz | 6 de fevereiro de 2018 at 7:44 am |

    Episódio para fechar algumas pontas de conflito entre os personagens e preparar o terreno para o último, a única coisa surpreendente e inusitada foi colocar a Georgiou no comando da nave, vamos ver o que vai dar isso.
    2,5/4

  72. João Luiz Silva Cruz | 6 de fevereiro de 2018 at 7:51 am |

    Particularmente não me incomodou, se for colocar na mesma régua o transporte e troca de personagens “via” tempestade iônica é tão bizarro quanto, o Smiley/Jake/Sisko/Kira em DS9 pior ainda… e por aí vai.
    A galera comenta que o MU não tem muito nexo, eu concordo e discordo, cientificamente pode ser plausível ter um universo daquela forma, com personagens e ambiente “invertido”, o que não é nada plausível é como o MU está conectado com PU de tal forma que só há trocas entre esses universos, não fez sentido em TOS, DS9 e não fará em DSC, nem em outra série que utilizar esse recurso.

  73. Bom, Waldir… não me recordo muito dos universos espelhos de DS9 porque quando os vi no Canal USA da TV à cabo foi “a long time ago”. rsrs Tenho medo de começar a rever todos os episódios de DS9 e destruir a minha memória afetiva, porque DS9 está entre minhas séries favoritas.

    De fato dependendo do fenômeno envolvido, parece que existe essa permuta entre os universos, como falei. Sei lá, como se os universos tentassem manter alguma equivalência entre sei. Ou porque os roteiristas assim quiseram. hehehe

    Sabemos que acidentes de teletransporte com nuvens iônicas vistos TOS e saltos com motor de esporos isso ocorre. É obrigatório que isso ocorra sempre? Não.

    Aliás, quando a Defiant viajou para o universo espelho não vimos nenhuma nave terráquea invadir o espaço federado em contrapartida.

    Tá… só estou especulando. Mas se não quiser falar do mirror universe, ok!

  74. Meu…muito bom, foi um episódio ponte ao meu ver….espero que não fique coisa demais para último…. Tipo achar o Lorca preso em Qonos, morte da Philipa…e tals….abs

  75. Verdade verdadeira. …engraçado como os consultores não reparam nisso, deve ser a pressa da edição

  76. Espero que episódio final da temporada encerre a trama sem deixar muitos ganchos para 2019! Já sofro de abstinência por antecipação.

  77. Com efeitos especiais e valores de produção de ponta e muito caros eles não conseguem ser tão eficientes para soltar novos episódios mais cedo. Quando Star Trek era uma série mais modesta, era muito mais fácil de se produzir.

  78. Victor, quando eu disse “chega de universo espelho” não era contigo não, mas com a série! Abraço!

  79. Cadê a seção 31? Também sinto falta dela. Hehe O engraçado que antes da série começar todo mundo acreditava que a USS Discovery era uma nave da seção 31 só porque ela tem o número 31 estampado no seu casco! kkkkkkkk

  80. Essa escorregada eu tbm peguei na hora. Do mesmo modo que os mísseis com material micelial se incendiam na atmosfera de Veda cedo demais.

  81. Se bem que ainda nao esta totalmente claro que o PU é o mesmo universo das demais séries.

  82. Pela teoria mais aceita de Multiverso, cada universo é tipo uma bolha (ou uma gota de água flutuando no vazio) e nem todos os universos de fato estao proximos. O que pode acontecer (em tese) é que o PU e o MU sejam bolhas tão próximas que vivem se tocando. Aí esse esfrega esfrega facilitaria a tranferencia.

  83. Pelo que entendi as pesquisas seguiram mesmo direções diferentes. Enquanto no PU a tecnologia de esporos tomou o rumo de um jumpdrive, no MU ela foi direcionada para o desenvolvimento de uma arma (a que destruiu o planeta da resistência) e como reator de energia (os minissóies dentro da nave imperial).

  84. Isso aí é bom hein. O Lorca MU poderia estar colaborando com os Klingons. Aliás a selvageria Terran no MU tem tudo a ver com o estilo Klingon no PU.

  85. Alessandro Ferreira | 6 de fevereiro de 2018 at 10:34 am |

    Além daquelas insignias pretas mostradas no ep 3. Bom, a série ainda não terminou né kkkkkk

  86. Renato Naville Watanabe | 6 de fevereiro de 2018 at 10:40 am |

    Finalmente um episódio mais calmo. Os últimos dois episódios foram num ritmo frenético demais.

    Uma coisa que me deixou um pouco apreensivo foi a fala da Michael no final do episódio de que parecia uma despedida do Sarek. Como sabemos que o Sarek está vivo até 100 anos depois de Discovery, talvez aconteça algo com a Michael…

    Outras coisas interessantes foram o mecanismo utilizado pelo Stamets, claramente similar ao Genesis mostrado em A Ira de Khan, e a situação similar do Tyler/Voq com Picard/Locutus

  87. Traçou paralelos interessantes! De fato eu até fiquei esperando a deixa para fazerem alguma menção ao projeto Genesis, achei incrivelmente parecido.

    O drama do Tyler/Voq é bem na linha do drama vivido pelo Picard/Locutus. Esse procedimento de redesignação de espécie é uma assimilação… rsrs A diferença que a personalidade original do Pircard sobrevive em TNG. Já em Discovery a personalidade derivada do Tyler é que sobrevive em detrimento da personalidade original, que é o Voq.

  88. Né? rsrsrs

  89. Teoricamente a rede micelial pode levar a outros universos, devem ser quase que infinitas as realidades

  90. Eu gostei +ou- desses EP….
    Alias, eu gosto muito mais de Discovery acontecendo no MU do que no PU..
    O PU é vastamente conhecido por nós Trekkies, mas o MU não. Então, fica mais fácil aceitar os acontecimento lá no MU, do que a putaria que Discovery mostra no PU.
    Cara…… deu eu um desanimo voltar para PU.
    Klingons dando uma surra na frota.
    Almirante invadindo nave, a procura de Lorca, já sabendo que ele é do MU ( como ela descobriu isso ??? )
    Tyler/Voq andando “livremente” pela Discovery, com o consentimento da Almirante, mesmo depois de todo mundo saber o que aconteceu.
    L´rell e Tyler/Voq ainda a bordo da Discovery, sendo que ambos possuem informações relevantes sobre o Império Klingon.
    Aceitação da imperatriz na ponte de comando da Discovery ( sendo que ela tem sua própria agenda…. e nem preciso dizer que Michael vai fazer alguma merda no próximo EP, para impedir que a Discovery destrua Qos´nos, repetindo toda a treta entre ela e a Capitã Gerogiou, antes da batalha das estrelas binárias )
    Sério… a Discovery precisa voltar para o MU…. ou precisa voltar 9 meses no passado, para não deixar que a Guerra vá tão longe ( algo que provavelmente vai acontecer na próxima temporada )

  91. João Luiz Silva Cruz | 6 de fevereiro de 2018 at 11:46 am |

    Já foi dito que é prime, mas se para você não é paciência, quem escreve o cânone quer gostemos ou não é a CBS.

  92. Cara, adoro Discovery, mas mão há como não concordar com algumas inconsistências apontadas por você.

  93. Cara, quando citei “basta de MU” não me referia a você mas à série! Abraços!

  94. Essa redesignação ainda é muito confusa… Afinal, o corpo que restou é de Voq ou de Tyler? Esse negócio de transformação “mecânica” (quebra osso, tira pele) é muito medieval e sem sentido. Se Tyler existiu mesmo, não teria sido melhor apagar a mente dele e reprogramar com a de Voq? Ou até mesmo fazer um transplante de cérebro usando o teletransporte?
    Ainda não engoli esse negócio de redesignação; me cheira ao episódio de TOS: Spock’s Brian…

  95. Era mais fácil enxertar a consciência de um em outro e ponto. E a nível molecular, como modificar e editar todo uma cadeia de DNA klingon em todas as células do corpo para um DNA humano? Se nos contratassem para serem consultores científicos da série… hehe

  96. Detalhe, os klingons tem uma medicina tão avançada e não usam nem anestesia, o Voq sofreu horrores para se submeter a cirurgia de redesignação de sexo… digo, de espécie! rsrs

  97. Cap. Imperatriz Phillipa Georgiou Augustus Iaponius Centarius dando uma geral na ponte.

    https://www.youtube.com/watch?v=2IGubYeBWDE

  98. Referencias ao cânon a parte: A Imperatriz liderará o ataque a Kronos e fará o desfecho da guerra a favor da Federação em troca da transferencia da tecnologia do motor de esporos. Ela usará a Discovery para poder voltar e recuperar seu império. O Lorca Prime pode estar em Rura Pente, desmemoriado ou pode estar no Paralelo junto com a Aliança. Daí já não posso passar mais nada….

  99. João Luiz Silva Cruz | 6 de fevereiro de 2018 at 7:35 pm |

    https://uploads.disquscdn.com/images/925e4d64dbf92eb799e049f06aaf0abd0d4e7a4b73d2d2d8631be41e72dede99.jpg

    Aumentou em mais 12 milhões de citações negativas, meu Deus que série ruim. SQN

  100. Leandro Henrique Pereira Neto | 6 de fevereiro de 2018 at 9:07 pm |

    Só uma coisa a Almirante não sabia que o Lorca era do espelho. Ela invadiu a nave daquele jeito porque a Discovery do espelho chegou no PU e foi destruída pelos Klingons, ela fala eu mesmo vi os destroços da Discovery.

  101. Leandro Henrique Pereira Neto | 6 de fevereiro de 2018 at 9:12 pm |

    Não sei ainda não diria isto, primeiro temos que analisar novamente toda a temporada com calma, sem a adrenalina da primeira vez.
    A primeira temporada de TOS teve muitos episódios bons. DS9 também. VOY , ENT, TNG estão com certeza fora da disputa.

  102. Liberdade da Imperatriz ou liberdade da Michael, já que deverá cumprir pena perpétua após a Guerra. A Imperatriz, embora confinada, não está presa. Talvez a barganha da Imperatriz seja o perdão da pena de Michael com a derrota do Império Klingon.

  103. Acho que nem seria necessário uma barganha neste sentido, diante dos valorosos serviços prestados à Federação, salvando inclusive a Terra, a Michael poderia receber um perdão pelos seus crimes.

  104. Com o sucesso inabalável de Star Trek Discovery, é só questão de tempo para termos a produção de uma segunda série derivada do universo de Star Trek. Será como nos anos 90 quando Star Trek DS9 debutou ao lado de TNG!!!

  105. João Luiz Silva Cruz | 7 de fevereiro de 2018 at 5:11 pm |

    No início estava receoso quanto a isso, mas agora não tenho mais dúvidas que Star Trek voltou com força no mundo (Algo que na minha opinião nem os filmes do JJ conseguiram fazer), graças a Discovery e a estratégia de transmissão por streaming.

  106. A almirante não sabia que Lorca era do espelho. Tyler foi aceito, porque é a Frota Estelar, nesse período, as pessoas são menos preconceituosas e principalmente confiam em seus colegas, visto que a médica no início do episódio faz referência ao fato de Voq não se manifestar. Tyler e Voq estão na Discovery porque ao tentar levar os dois mais a Imperatriz para a Estação Espacial 1, está já estava sob o domínio Klingon. A imperatriz está na ponte, porque tem a solução para a guerra, sabe como dominar Qon’nos, e tem na Almirante quem possa tirá-la do comando assim q

  107. Victor, eu também gostaria de ver pelo menos essa guerra com os Klingons acabar. Se no final aparecer algo para amarar a próxima temporada, tudo bem, mas que seja novo.

  108. Sisko prime vai ao Universo espelho para assumir o lugar do Sisko mirror, porque este havia sido morto. Não houve troca neste caso.

  109. Victor, estou assistindo novamente a série,via Netflix agora e sabe que só reforçou meu apreço pela série? As histórias ainda são bem atuais. Estou assistido sem dublagem e as vozes originais são mais agradáveis, principalmente a do Sisko. Vai lá e assiste de novo!

  110. João Luiz Silva Cruz | 8 de fevereiro de 2018 at 9:09 am |

    DS9 talvez seja a única que continua atual, desde a 1ª temporada até a última. Eu revi ano passado e está igual a vinho.

  111. Seria o mínimo!

  112. Personagens principais são mulheres! Irrelevante!

  113. A série é americana, produzida antes da eleição para presidente. Ninguém nesse meio artístico à época achava que Clinton perderia para o Pato Donald Trump.

  114. A volta do Lorca é bem vinda, muito mais pelo talento do Isaac, do que por ser homem.

  115. Bem! Eu prefiro bem mais ver as mulheres que os homens! E a Sonequa pra mim é uma gata! Mas gosto é gosto!

  116. Acredito que em termos visuais DS9 esteja um pouco datado, mas nada que me incomode muito.

    Mesmo assim, o forte da série sempre foram os seus personagens e interação entre eles.

    Aliás, a tensão sempre constante e cada vez maior com relação ao Dominium, a relação de desconfiança contante entre a federação e cardassianos, com o povo bajoriano no meio do fogo cruzado, foi algo sensacional e me manteve colado na frente da televisão.

    Aliás, os cardassianos para mim foram vilões formidáveis. São os maiores vilões de DS9 e um dos melhores de toda jornada. Aliás, adoro o arco final da guerra contra o Dominium.

    E porque não lembrar do Quark e do Odo… amo esse caras!!! Em DS9 os humanos eram os personagens mais sem gracinha…

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