SFA 1×03: Vitus Reflux

Academy tenta, antes de salvar o mundo, aprender a viver nele

Sinopse

Durante um dia de aula normal na academia, a comandante Thok faz exercícios conjuntos entre cadetes da Academia e da Escola de Guerra, levando ambos os grupos ao limite. Darem Reymi fica extremamente competitivo, ele já vinha acordando muito cedo seus dias para treinar, determinado a se destacar entre os cadetes. Ao mesmo tempo, Genesis demonstra um desempenho ainda mais disciplinado. A rivalidade entre os dois grupos se intensifica quando cadetes da Escola de Guerra provocam Caleb Mir durante uma atividade, lançando uma bola contra sua cabeça. Thok intervém para conter a situação.

Após o treino, os cadetes vão para os vestiários. Então, o sistema de teletransporte é acionado, fazendo com que vários cadetes sejam transportados aleatoriamente pelo campus, alguns nus. Thok fica preocupada com a escalada da tensão, mas a chanceler Nahla Ake decide não interromper as atividades. Ela acha que os jovens cresceram sob condições extremas após a Queima e precisam de espaços para extravasar.

Ake mostra para os pupilos uma prática de botânica, apresentando uma espécie rara de fungo chamada Vitus Reflux, uma planta capaz de repetir sons e palavras que escuta, funcionando como um organismo mimético. Durante a aula, eles ainda descobrem que, no século XXVIII, uma pegadinha muito parecida foi aplicada na Academia.

Começa a seleção para o time de elite de Calica, uma competição tática baseada em simulações de combate. Jay-Den Kraag decide não participar por rejeitar atividades violentas, enquanto Genesis coloca Caleb contra sua vontade. O treinamento da equipe fica sob responsabilidade conjunta de Thok e Jett Reno, que explicam as regras e conduzem os cadetes a uma simulação de campo de batalha, onde os participantes enfrentam cenários de combate com phasers.

No final, Darem e Genesis disputam para ver quem será o capitão da equipe. Darem provoca Genesis utilizando questões pessoais relacionadas ao pai dela, que é almirante, para tirar sua concentração, o que ele consegue, vencendo a prova e se tornando o capitão da equipe. Caleb tenta se aproximar de Tarima para entender sua decisão de ingressar no Colégio de Guerra. Tarima é fria com ele e afirma que são apenas estranhos.

Um vídeo com erros e falhas dos cadetes durante os treinos é transmitido para toda a Academia. Ake acusa Kelrec, chanceler da Escola de Guerra, de ajudar na trapaça. Então, os próprios cadetes da Academia desafiam os da Escola de Guerra para uma partida secreta de Calica durante a noite.

A cadete holográfica SAM calcula que as chances de vitória da equipe da Academia são mínimas. Mesmo assim, o grupo decide continuar. Darem propõe uma estratégia agressiva, de sair todo mundo atacando ao mesmo tempo, mas o plano falha rapidamente e a equipe da Academia perde as primeiras partidas. Ignorando as ideias de Genesis, Darem é eliminado logo em seguida. Genesis assume o comando da equipe e passa a aplicar suas estratégias, utilizando SAM como holograma, fazendo com que os adversários atirem nela e revelem suas posições. A estratégia permite que a equipe marque pontos e comece a reagir.

Antes que a partida continue, Thok e Jett Reno chegam ao local e interrompem a disputa. Os cadetes são levados para um sermão de Ake, que afirma que eles não compreenderam as lições sobre empatia, paciência e convivência. Como punição, os cadetes recebem novas tarefas braçais e ficam sob restrições de circulação.

Após a punição, Genesis percebe que Ake vinha dando pistas indiretas sobre como lidar com o conflito. Ela organiza então um plano estratégico envolvendo todos os membros da equipe, distribuindo funções específicas para cada um, em um plano de infestar a Escola de Guerra. Dá quase tudo certo, exceto com Caleb, fantasiado de Mugato, que é parado por Tarima, que admite ter sentimentos por ele e, na hora de dar um beijo, aciona o alarme, obrigando Caleb a fugir, não sem antes receber um beijo dela.

Darem, após uma conversa com Jett Reno, pede desculpas para Genesis e passa a reconhecer suas falhas. Ele retorna ao grupo de forma mais colaborativa, aceitando participar do plano coletivo. O campus é infestado com os fungos que Ake tinha ensinado para eles, e até Kelrec, chanceler da Escola de Guerra, admite derrota para a Academia.

Comentários

Starfleet Academy chega ao seu terceiro episódio assumindo de vez o seu mandato. Esta é uma série teen e é, antes de tudo, uma série sobre jovens começando a vida em uma nova escola. Passada a fase de apresentação do conceito e dos personagens, o terceiro capítulo mergulha sem pudor na experiência mais básica e universal de todas: tentar se encaixar, descobrir quem você é em um grupo novo e lidar com a frustração de perceber que as pessoas são o que elas são, não o que a gente gostaria que elas fossem.

O episódio procura ser mais leve do que os anteriores, que já não eram nenhuma Lista de Schindler. A trilha ajuda nessa mudança de tom, mais jovem, mais pop, algo raro em Star Trek, aliás, que às vezes faz parecer que só se ouve Beethoven no futuro. Não chega a ser uma comédia, mas é um episódio que não se leva a sério, e se permite brincar mais com os personagens, com o prosaico e com pequenos conflitos juvenis, que na juventude parecem questão de Estado. Há mais piadas, mais ironia, mais diálogos rápidos, e a série querendo nos mostrar apenas seus personagens convivendo.

Isso faz com que Vitus Reflux funcione como um episódio de vida no campus. As grandes questões políticas e institucionais ficam em segundo plano, enquanto o foco se desloca para problemas menores e emocionalmente mais próximos da gente: dificuldade de adaptação, solidão, rivalidade entre grupos, insegurança e a eterna busca do jovem por pertencimento. Essa escolha de caminho naturalmente afastará os espectadores que já se veem distantes desses dramas e esperam de Star Trek dilemas mais éticos e científicos do que dramas pessoais.

Esses dramas e brigas juvenis já foram feitos de diversas maneiras, jeitos e formas ao longo das décadas, o que só aumenta o desafio de fazer bem feito. E isso Academy faz. Os personagens nunca são NPCs, a gente se importa com eles o tempo inteiro, eles têm profundidade, mas no tom certo. A série nunca tenta transformar jovens estudantes em grandes sábios. O grande beneficiado desse episódio é Darem. Pela primeira vez, ele deixa de ser apenas o arquétipo do babaca e ganha densidade emocional. Suas mensagens para casa constroem um retrato interessante de um jovem privilegiado, pressionado por expectativas familiares e frustrado ao perceber que talvez não seja tudo tão fácil ou automático quanto ele sempre acreditou. O episódio acerta de novo na dosagem ao não transformar isso em drama pesado, mas em uma melancolia silenciosa, que todo mundo já sentiu em algum momento da vida. Na juventude, a gente sempre se sente o centro da existência, e quando cai na vida adulta, aprende que a banda não toca desse jeito, o que torna o drama de Darem muito relacionável para a maioria de nós. E arte, no fim das contas, é isso: conseguir fazer a gente se enxergar do outro lado.

O mesmo vale para Tarima, que experimenta a vida fora de Betazed, onde o pai é o manda-chuva. Genesis, com os problemas com o pai almirante, vive dramas também muito relacionáveis, quando muitas vezes os pais projetam grandes sombras na vida dos filhos, colocando-os em bifurcações sobre que caminho escolher, que decisão tomar, que carreira seguir. É impressionante como Academy consegue acertar todos os beats, sem nunca cair no clichê.

Caleb, por sua vez, vive talvez o arco mais previsível, mas ainda assim necessário. Sua recusa em confiar, sua insistência em agir sozinho e sua dificuldade em se integrar ao grupo finalmente começam a cair. Era o arco óbvio que o personagem iria fazer ao longo da série, desde o momento em que Ake o resgatou da prisão8. Apesar de óbvio, o arco talvez seja o mais Star Trek de todos, ao não permitir que o personagem vire o mito do gênio solitário que resolve tudo sozinho o tempo inteiro e que ninguém compreende, para um personagem que se vê envolvido numa tentativa de cooperar, de agregar, de estar com os outros. E esse é um recado super Jornada, e cada vez mais necessário em nossos tempos, que supervalorizam a individualidade em detrimento do coletivo.

O tom mais leve do episódio, que pode ser apontado, novamente, por fãs menos confortáveis com o conceito da série como superficialidade, eu discordo. O humor aqui não serve para aliviar a trama. Não existe nenhum momento em que estamos num grande desfecho emocional e, pum, uma piadinha Marvel para quebrar a ação. Não. Tudo é feito naturalmente, até mesmo os papos entre personagens mais velhos sempre têm aquela pegada de ironia, sarcasmo e pequenas excentricidades. Esse humor também joga na nossa cara uma proposição arriscada, porém acertada da série: dialogar com uma linguagem mais contemporânea, mais próxima das séries jovens atuais do que da solenidade clássica de Star Trek. Há momentos em que essa escolha parece quase descolada de Jornada, como se estivéssemos assistindo a personagens do século 21 vestindo uniformes do século 32. Mas essa fricção nunca parece um erro, nunca parece uma série de Star Trek travestida de série teen. É a série sendo aquilo que ela nasceu para ser: equilibrar o teen com o Trek. Starfleet Academy claro que herda o público tradicional da franquia, mas também parece ser a mais apta de todas para disputar um novo.

O elemento que melhor articula essa transição entre gerações é, curiosamente, a rivalidade entre a Academia e a Escola de Guerra. O conflito tem, além das brigas juvenis, uma guerra quase ideológica em várias esferas. De um lado, a Academia com uma formação baseada em valores históricos de diplomacia, exploração e empatia. Do outro, a Escola de Guerra com uma cultura moldada pela sobrevivência, pela contenção e pela memória de décadas de trauma por causa da Queima. E nunca é apresentado como bem contra mal, mas como dois modos de entender a vida.

O futuro mais áspero desse século 32 é muito bem representado pelo esporte que eles praticam, o calica, que parece uma espécie de paintball futurista. É um esporte meio distante do que a gente imagina de uma sociedade federada, mas mostra para a gente que esse universo do século 32 não é aquele do 22, 23 e 24. As culturas são outras. Há algo de profundamente revelador nisso: até as brincadeiras dessa geração carregam a marca do trauma coletivo.

Nahla Ake é uma capitã cada vez mais brilhante e uma personagem que, episódio a episódio, vai crescendo no conceito. Ela entende que a formação desses jovens não pode ser só acadêmica, que eles têm que brigar, discutir, se divertir, errar, acertar, namorar. Ela tenta ensinar princípios que pertencem a um mundo que esses jovens nunca viveram. Elogiar Holly Hunter também começa a ser chover no molhado: o melhor ator de cada episódio deveria ser o prêmio Holly Hunter. Ela equilibra a chanceler com a amiga, a tutora com a protetora, como quem vai só trocando a marcha do carro.

Para não dizer que não falei das flores, a comandante Thok é uma personagem que não sai da própria caricatura, e é algo que começa a incomodar. É uma personagem sem nuance, sem profundidade, sempre parecendo que fizeram uma junção de Klingon com Jem’Hadar porque, ah, vai ser legal. É um ponto a se observar.

No fim, o terceiro episódio é o mais modesto em termos de impacto, mas muito importante em termos de identidade. Ele quer criar intimidade, quer aprofundar as pessoas. E ao fazer isso, Starfleet Academy dá um passo raro dentro da própria franquia: inverte a lógica da missão coletiva pela lógica da experiência pessoal. Definitivamente, Vitus Reflux não é um episódio sobre uma grande missão para salvar o futuro. É um episódio sobre aprender a viver nele. E talvez seja exatamente isso que torne esta nova empreitada de Star Trek, paradoxalmente, tão fiel ao espírito original da franquia. Depois de passar quase 60 anos olhando para o futuro perguntando como ele poderia ser melhor, agora ela olha para dentro, vendo como a gente pode ser melhor.

Avaliação

Citações

“I can promise you, they shenanned once, they’ll shenann again.”
(Posso garantir que, se eles fizeram travessuras uma vez, vão fazer novamente.)
Thok prevendo a escalada das travessuras da Escola de Guerra

“Why is this always on my watch?”
(Por que isso sempre acontece no meu turno?)
Reno, cansada das travessuras dos cadetes

“Commander, in our line of work, something is on fire all…the time, and everything is on fire some of the time!”
(Comandante, no nosso trabalho, tem algo pegando fogo o tempo todo, e tudo está pegando fogo parte do tempo.)
-Nahla Ake para Thok, falando sobre o pesadelo de relações públicas que é a guerra de travessuras

Trivia

  • O episódio foi dedicado “em memória amorosa” a Carla Mingiardi, que trabalhou nos departamentos de figurino e guarda-roupa de Star Trek: Discovery, Star Trek: Short Treks e outros seriados, falecida em 2024.
  • Este é o décimo segundo episódio da série moderna de Star Trek dirigido por Doug Aarniokoski, após cinco para Discovery, cinco para Picard e um para Short Treks, o episódio centrado em Saru.
  • O nome de Aarniokoski foi incluído como um dos cadetes no placar de testes da Calica.
  • Este é um dos dezoito episódios de Star Trek com títulos derivados do latim.
  • O nome do fungo que dá título ao episódio pode ser traduzido livremente como “a vida flui ao contrário”.
  • Um dos DOTs diz “ai” depois de ser atingido por Thok. Será que eles sentem dor?
  • Ake faz referência à lição de respeitar o adversário de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, que afirma: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória conquistada, você também sofrerá uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, sucumbirá em todas as batalhas.”
  • Uma placa motivacional da Academia apresenta a citação “Não há caminho fácil da Terra às estrelas”, uma tradução do latim “Non est ad astra mollis e terris via”, do antigo filósofo romano Sêneca.
  • A Academia tem uma associação de ex-alunos, que devem ser todos bastante idosos, já que a escola está fechada há mais de um século.
  • O pijama da capitão Ake está coberto por miniaturas gráficas do núcleo de dobra especial.
  • Os khionianos como Darem têm vários apêndices.
  • O nome Jay-Den significa “aquele que atravessa oceanos de fogo” em klingon.
  • Os laplings já foram considerados à beira da extinção, assim como a Academia da Frota Estelar, e foram vistos anteriormente como parte da coleção de Kivas Fajo no episódio “The Most Toys” da série A Nova Geração.
  • A representação de Calica é uma versão de alta tecnologia do Capture the Flag americano.
  • É possível perceber que os acessórios de Darem vêm do futuro porque seus fones de ouvido e sua corda de pular brilham em verde claro.
  • Reno faz uma referência indireta à USS Discovery quando diz que “deixou uma nave estelar na borda da criação” por causa de seu relacionamento com Lura Thok.
  • Pode parecer curioso que o holograma Sam participe de aulas de educação física, mas como seu papel é o de observadora da vida orgânica — o que ficará mais claro em um episódio futuro —, faz sentido que ela opte por se juntar aos seus colegas nesse tipo de atividade.
  • Enquanto usa a maquiagem Jem’Hadar, as gengivas e a língua de Gina Yashere parecem ter uma cor cinza uniforme, o que significa que a produção deve estar corrigindo digitalmente a cor da boca da atriz na pós-produção.
  • Os dois cadetes antagônicos da Escola de Guerra são um vulcano e uma romulana, que neste período histórico vêm do mesmo planeta — Ni’Var, o renomeado planeta natal dos vulcanos — conforme estabelecido em Star Trek: Discovery.
  • Assim como os chuveiros mistos a bordo da USS Cerritos, de Lower Decks, os cadetes da Academia compartilham um único vestiário misto.
  • A aula de mecânica temporal de Jett Reno inclui exemplos da interface do computador TCARS da Frota Estelar, introduzida no episódio “Relativity” de Star Trek: Voyager, ambientado no século 29, e vista novamente em “Tomorrow and Tomorrow and Tomorrow” de Strange New Worlds.
  • O nome Jay-Den significa “Aquele que atravessa oceanos de fogo” em klingon.
  • A história de Darem sobre sua apresentação musical na infância gira em torno do belaklavion, um instrumento mencionado anteriormente por Ro Laren em “Preemptive Strike” de A Nova Geração,
  • Embora Kelrec, líder da Escola de Guerra, seja chamado de comandante, seu uniforme exibe uma patente de capitão com quatro barras.
  • Nem sempre é fácil retratar um esporte com sucesso na televisão e no cinema, mas Aarniokoski está mais do que à altura da tarefa aqui. As regras são bastante bem definidas e traduzidas de forma adequada — especialmente a parte sobre jogar com oito jogadores — e o elemento crítico e tradicional da mascote da escola participando como última linha de defesa. O Lapling, é claro, é representado por Ocam Sadal (Romeo Carere), e o ator por baixo da mascote Mugato da Academia Militar era Kostyn Mitruk.
  • A mascote da Escola de Guerre da Frota Estelar é o mugato, apresentado em “A Private Little War” da Série Clássica, enquanto a mascote da Academia da Frota Estelar é o Lapling, apresentado em “The Most Toys” de A Nova Geração. A escolha do Lapling como mascote da Academia foi uma ideia do escritor da Academia Kiley Rossetter.
  • Há vários modelos de naves da Federação no escritório do capitão Ake, incluindo representações das naves Galaxy, Excelsior, classe NX, Defiant, Oberth e classe Intrepid.
  • Os artefatos nas vitrines de Ake incluem um tradutor universal da era da Série Clássica, um tricorder da era de Discovery e um tradutor universal e comunicador da era de Enterprise.
  • O corredor fora dos aposentos do comandante Kelrec e os próprios aposentos são cenários reutilizados da estação espacial Baraam de Star Trek: Section 31.
  • A escolha musical no escritório do Comandante Kelrec, da Escola de Guerra, é o concerto n.º 4 em fá menor, Op. 8, RV 297, “Inverno” (L’inverno), terceiro movimento: Allegro, de Antonio Vivaldi.
  • Este episódio apresenta anúncio do Bajor Club (Templo Celestial) na Academia da Frota Estelar. O gráfico apresenta um buraco de minhoca animado, uma imagem de e o emblema bajoriano.
  • Jett Reno revela que deixou a USS Discovery para ficar com Lura Thok. Reno foi vista pela última vez servindo na Discovery em 3191, durante o final da série, o episódio “Life, Itself”.

Ficha Técnica

Escrito por Alex Taub e Kiley Rossetter
Dirigido por Doug Aarniokoski

Exibido em 22 de janeiro de 2026

 Título em português: “Virus Reflex”

Elenco

Holly Hunter como Nahla Ake
Sandro Rosta como Caleb Mir
Karim Diané como Jay-Den Kraag
Kerrice Brooks como SAM
George Hawkins como Darem Reymi
Bella Shepard como Genesis Lythe
Zoë Steiner como Tarima Sadal
Oded Fehr como Charles Vance
Gina Yashere como Lura Thok
Stephen Colbert
como reitor digital dos estudantes (voz)
Tig Notaro
como Jett Reno

Elenco convidado

Raoul Bhaneja como Comandante Kelrec
Romeo Carere como Ocam Sadal
Alexander Eling como B’Avi
Dale Whibley como Kyle Djokovic
Cecilia Lee
como Ozolo
Scott Gemmel
como membro da turma de Darem
Mia Yaguchi-Chow
como membro da turma de Darem
Ritchie Lawrence
como membro da turma de Darem
Lily Du como Vitus Reflux (voz)
Kostyn Mitruk como mugato
Chris Hong como holo-guarda
John Fray como instrutor de botânica
Brian David Gilbert como DOT (voz)
Rekha Shankar
como DOT (voz)
Jeremy Culhane
como DOT (voz)

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Citações, Trivia, Ficha Técnica, Elenco e Elenco Convidado por Maria Lucia Rácz

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