SFA 1×05: Series Acclimation Mil

Uma carta de amor a Deep Space Nine

Sinopse

Data estelar: Desconhecida

SAM faz suas observações sobre o convívio com cadetes orgânicos e as dificuldades em entender os comportamentos emocionais deles, já que ela é a única cadete holográfica da Academia. Criada como uma emissária destinada a observar e avaliar espécies orgânicas, ela analisa interações sociais entre os cadetes, incluindo a aproximação entre Caleb e Tarima.

Seus criadores entram em contato e determinam que ela abandone atividades que ela gostava, como aulas de música, para participar do seminário sobre as coisas inexplicáveis da galáxia. Então, SAM conhece a professora Illa. Embora não possa ingressar oficialmente na disciplina naquele momento, ela fica totalmente fascinada por Benjamin Sisko, o emissário dos profetas, e começa a estudar seu legado e desaparecimento.

Ela inicia pesquisas sobre Sisko, incluindo sua atuação como capitão da Deep Space Nine e seu papel na religião bajorana. Em busca de respostas mais concretas, SAM procura o Clube Bajorano da Academia e conversa com a chanceler Nahla Ake. Ake conta a ela sobre Bajor e explica a importância de Sisko para os bajorianos, incentivando a continuidade da investigação, mas com maior sensibilidade cultural.

Paralelamente, mais uma vez Ake enfrenta questões diplomáticas com o comandante Kelrec, da Escola de Guerra. Um consumo energético incomum revela preparativos para a visita de uma chanceler militar do planeta Alpherat. Kelrec altera condições ambientais, incluindo o aquecimento de partes do oceano para acomodar enguias de fogo destinadas a um jantar formal. Ake decide ajudá-lo a organizar um ensaio para o encontro.

O ensaio do jantar reúne Ake, Kelrec, o Doutor e Jett Reno, que tentam preparar uma refeição cerimonial com rituais muito complexos. Tudo parece ir bem até Kelrec acusar Ake de ter abandonado a Frota Estelar durante a Queima. O momento é interrompido por um incidente envolvendo uma criatura alienígena que libera gases involuntariamente.

Enquanto isso, SAM continua sua investigação visitando virtualmente o Museu Sisko. Durante a pesquisa genealógica, encontra uma gravação holográfica de Jake Sisko adulto, que descreve o pai como líder, emissário e pai. SAM recebe a sugestão de explorar elementos culturais ligados à família Sisko, incluindo o restaurante da família.

Darem Reymi sugere a visita a um bar frequentado por cadetes, que Sisko frequentava em sua juventude. SAM vai ao local acompanhada pelos colegas. Caleb altera temporariamente suas configurações para permitir que ela sinta como se estivesse bêbada. Cadetes da Escola de Guerra chegam ao bar, procurando briga. Caleb e Tarima trocam olhares e saem da festa, onde finalmente se beijam. A situação se agrava quando provocações aumentam e uma briga é iniciada. De volta à Academia, o Doutor trata os ferimentos e faz um sermão, especialmente direcionado a SAM.

SAM retorna à professora Illa e admite não ter encontrado respostas claras sobre Sisko. Illa entrega a ela um manuscrito inédito escrito por Jake Sisko. Ao ler o texto, SAM encontra o que parece ser uma projeção de Jake, que fala com ela sobre Sisko e afirma que ele foi alguém que foi ao mesmo tempo escolhido e capaz de escolher seu próprio caminho. Jake conta que, em todos os momentos, seu pai esteve ao lado dele. A experiência leva SAM a entender que o papel de emissário vai além de respostas definitivas. Ela volta a falar com Illa e descobre que, na verdade, ela é Illa Dax. SAM envia uma mensagem aos seus criadores afirmando que continuará sua missão sob seus próprios termos e que compartilhará suas conclusões quando estiver pronta.

Comentários

Series Acclimation Mil é uma carta de amor a Deep Space Nine. Porém, como você deve saber, não é tão fácil assim escrever cartas de amor a coisas importantes. Esse era o desafio imposto ao episódio (autoimposto, na verdade, eles que foram procurar). A questão da morte ou não de Sisko sempre tinha sido deixada em aberto no finale da série, e tocar nesse assunto requeria cuidado. Seria muita soberba chegar e querer dar sequência a história do emissário, sem mais nem menos, mas aqui eles acertam na veia. Não tentam transformar o episódio num episódio de Deep Space Nine, não tentam resolver a questão do emissário, que foi propositalmente deixada em aberta em What You Leave Behind, mas homenageiam a série dentro de um episódio de Academy.

Benjamin Sisko é o eixo narrativo, mas ele aparece sempre sendo citado. Vemos o uniforme, ele é algo etéreo, fazendo parecer maior que a vida, o que respeita exatamente o final que Ira Behr, showrunner da série, queria, com Sisko e o universo se tornando um só, com ele indo para junto dos Profetas. O episódio entende fé do mesmo jeito que DS9 sempre fez: como parte da experiência cultural, uma coisa que não contradiz nada e nem precisa ser explicada ou resolvida. O pior erro que o episódio poderia cometer seria querer explicar cientificamente o inexplicável, como George Lucas tentou fazer em Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma, com os famigerados midichlorians. Se os Profetas são deuses ou alienígenas do buraco de minhoca, fica a critério do espectador.

SAM finalmente ganha o seu episódio. Ela repete algo já usado bastante na franquia: Spock era o vulcano da Enterprise, Data era o primeiro sintético, agora temos ela como a primeira cadete holográfica. Mas funciona de novo. Ela tem um desejo e uma urgência muito dela, muito juvenil, em viver, em se relacionar com seus pares, em ter todas as experiências que se pode ter no contexto dela. Parece quase um Data mais jovem e sem amarras. A cena da festa é impagável, com ela ficando bêbada (mais por configuração e menos por álcool, é verdade) e sendo educada com a situação. Como todos os jovens, na verdade, se formam: no erro e no acerto, na fusão de experiências negativas e positivas pelas quais passam, tirando daí suas lições e conceitos para a vida.

A pira dela no Sisko bate muito com isso. Primeiro, óbvio, o desejo de entender como funciona um emissário, porque afinal ela é uma, mas também o desejo total de conhecer, de viver. Ela saca aquilo que a gente já sabia: falar de Sisko é falar de múltiplas identidades ao mesmo tempo, o capitão, emissário, líder político, pai. Mas aí que está um dos brilhantismos do roteiro: ao invés de transformar o personagem em mito intocável, o episódio escolhe olhar para ele através da memória afetiva de Jake. É o que torna o episódio uma homenagem real a DS9 sem se tornar apenas fan service. Sisko não aparece com respostas definitivas, ele é alguém que foi escolhido por forças maiores e, ao mesmo tempo, escolheu trilhar seu próprio caminho.

Essa ambiguidade dialoga diretamente com o arco de SAM. Seus criadores a tratam como ferramenta de observação, interrompendo suas experiências sempre que querem. A série nunca explicita essa relação de forma didática, mas a sensação de interferência constante cria uma rima visual (para voltar a citar George Lucas) com as histórias envolvendo os Profetas e o próprio Sisko. Aquele drama da vida do emissário, de que qualquer caminho que ele escolhe, ele perderá.

A presença da professora Illa Dax, interpretada por Tawny Newsome, amplia ainda mais essa pegada Niner. Ainda que haja uma forçada na barra do simbionte ter sobrevivido esse tempo todo, é compensado por vermos, de novo, uma Dax na ativa. E a forma como a cena foi feita é uma escolha madura, a série entende que nomes importantes dentro da franquia não precisam entrar em cena com honras de Estado, mas podem simplesmente existir, entrando na vida de novos personagens de maneira orgânica.

O ensaio diplomático do jantar é a história B do episódio, como tantas vezes feito na segunda era televisiva. É uma história mais leve, mais cômica. O roteiro assume um humor mais aberto do que o habitual, permitindo que personagens veteranos como o Doutor explorem um registro mais descontraído sem quebrar o clima geral.

A trama tem problemas, como o nosso querido chanceler da Escola de Guerra esquentando parte do oceano. É o tipo de coisa que fere a suspensão de descrença. Além disso, Jett Reno parece cada vez mais subaproveitada, a série não parece realmente interessada nela. Essa dicotomia de tom talvez seja o maior risco do episódio. Em alguns momentos, a transição entre a investigação espiritual de SAM e as situações cômicas da Academia parece abrupta, como se estivéssemos assistindo a dois episódios distintos, o que vira um problema quando uma parte realmente se propõe a ser emotiva e profunda. Ainda assim, a estrutura funciona melhor do que se imagina, justamente porque ambas as tramas falam, à sua maneira, sobre aprendizado coletivo.

A cena com Cirroc Lofton, voltando a interpretar Jake Sisko, é realmente emocionante. Todo o texto é muito bonito, o jeito que é feito é perfeito. Jake não surge como herdeiro de um mito, mas como filho falando sobre o pai. Isso muda completamente o peso da sequência. A conversa não busca explicar o destino de Sisko nem resolver mistérios deixados por Deep Space Nine, mas dar a dimensão humana por trás da figura do emissário. Quando ele descreve o pai como alguém que foi escolhido e, ao mesmo tempo, escolheu permanecer presente, em todas as fases da sua vida, da sua forma, ele não explica o inexplicável, ele humaniza.

A voz de Avery Brooks no encerramento é um daqueles momentos que vamos lembrar para sempre na franquia. A fala, tirada de um álbum de Avery, em que canta e recita poemas, nesse caso, um poema, conversa com todo o episódio, como se fosse para ser. Avery acompanhou, através de Cirroc, todo o desenvolvimento do episódio, aprovou tudo, e esse fim, com a voz dele, sela uma carta de amor a uma série que, em tempos de guerra, sempre lembra que há uma luz esperando para entrar.

Avaliação

Citações

“How did you know that Sisko grew tomatoes? I couldn’t find that in any of the records. Are those Trill markings? Wait a minute. Illa isn’t a surname, is it?”
“You’re a good detective. I expect to see you in my class next year. Find it in the course catalogue under my full name: Illa Dax.”
“Wait. You’re Dax? Like the Dax? As in “mentor to Sisko” Dax?”
“Wow. I should have known you’d do your research. Benjamin would have liked you. He loved people who got into trouble for the right reasons.”
(Como você sabia que Sisko cultivava tomates? Não encontrei isso em nenhum dos registros. Essas são marcas Trill? Espere um minuto. Illa não é um sobrenome, é?
Você é uma boa detetive. Espero vê-la na minha aula no próximo ano. Encontre-a no catálogo do curso sob meu nome completo: Illa Dax.”
Espere. Você é Dax? Como o Dax? Como em “mentor de Sisko” Dax?
Uau. Eu deveria saber que você faria sua pesquisa. Benjamin teria gostado de você. Ele adorava pessoas que se metiam em encrencas pelas razões certas.)
SAM e Illa Dax

Divine laws are simpler that human ones. Which is why it takes a lifetime to understand them Only love can understand them. Only love can interpret these words as they were meant to be interpreted.
“As leis divinas são mais simples que as humanas e é por isso que leva uma vida inteira para ser poder entendê-las. Só o amor pode entendê-las. Somente o amor pode interpretar essas palavras como elas deveriam ser interpretadas.”
Benjamin Sisko

Trivia

  • A co-roteirista Tawny Newsome e Cirroc Lofton (Jake Sisko) colaboraram intensamente por meses antes da produção, garantindo a fidelidade ao legado de DS9. Newsome observou que Lofton quase merecia ser creditado como produtor por suas contribuições ao episódio.
  • Este é o primeiro crédito de roteiro de Star Trek para Tawny Newsome, que já interpretou Beckett Mariner em Star Trek: Lower Decks e Star Trek: Strange New Worlds. Newsome faz parte da equipe de roteiristas da Academia e é coprodutora do seriado.
  • O experiente diretor Larry Teng (Medium, Warehouse 13, The Walking Dead, Supergirl) faz sua estreia na direção de um episódio de Star Trek.
  • Illa Dax é interpretada pela coautora do episódio, Tawny Newsome. A maquiagem cardassiana da personagem é bastante pesada, provavelmente para diminuir a ênfase em seu rosto familiar, após sua aparição como Beckett Mariner no episódio crossover live-action Strange New Worlds / Lower Decks.
  • “Series Acclimation Mil” começa com outra reviravolta interessante no cartão de título padrão no início do episódio, desta vez riscando as palavras habituais “A CBS Studios Production” com um marcador roxo brilhante e uma nota manuscrita dizendo: “A Story About Me” (Uma história sobre mim), enquanto a narração de Kerrice Brooks surge inesperadamente.
  • Jay-Den Kraag aparece usando um skant, variante de uniforme masculino raramente vista desde a 1ª temporada de A Nova Geração.
  • O tema principal das primeiras temporadas de Star Trek: Deep Space Nine toca durante os créditos finais deste episódio. Esta é a segunda vez que uma versão completa do tema é tocada em uma série posterior de Star Trek, sendo a primeira vez no teaser de Lower Decks, “Hear All, Trust Nothing”.
  • O episódio aborda a questão do destino de Benjamin Sisko após seu desaparecimento nas Cavernas de Fogo em Bajor, em “What You Leave Behind” de Deep Space Nine. O episódio sugere fortemente, principalmente através de uma gravação de 2408 e da visão de SAM sobre Jake Sisko, que ele não voltou para sua família, mas que seu legado como pai amoroso continuou vivo em Jake, bem como no povo bajoriano, que o reverencia como quase um deus no século 32.
  • O filho de Benjamin Sisko e Kasidy Yates está ausente da árvore genealógica no museu, e a visão de Jake também não menciona seu meio-irmão, mesmo quando ele fala sobre o terreno que Sisko comprou em Bajor para morar com sua esposa e seu filho ainda por nascer.
  • O Doutor parece não lidar bem com a perda de pessoas ao longo de sua longa vida, pois diz a SAM que os fotônicos devem simplesmente seguir em frente após uma perda. Isso já foi visto quando ele encerrou uma conversa com SAM em “Kids These Days”, assim que ela mencionou Gwyndala e a tripulação da USS Prodigy.
  • Quando SAM visita a sala de aula de Illa, uma foto do Guardião da Eternidade aparece em uma das telas.
  • O Museu Sisko tem representações da Deep Space 9, da USS Defiant e do buraco de minhoca bajoriano. Ele também tem o orbe do emissário e uma árvore genealógica dos Siskos.
  • O livro de Jake, Anslem, foi visto pela primeira vez nos eventos futuros alternativos de “The Visitor”, onde (ao contrário da linha do tempo principal) acabou sendo publicado para lançamento público. Seu título, uma tradução bajoriana da palavra pai, foi estabelecido na trilogia de romances Star Trek: Deep Space Nine — Millennium.
  • Jay-Den menciona que ninguém sabe se Jake terminou Anslem, ecoando como o destino do livro ficou sem solução após o episódio “The Muse”. Illa revela que Jake o terminou, mas nunca o publicou, deixando Anslem aos cuidados de Dax.
  • O episódio termina com “Obrigado, Avery” para Avery Brooks (Benjamin Cisco). O diálogo final de Brooks foi retirado de um poema falado do álbum de jazz independente do ator, HERE…, gravado em 2006. A inclusão da poesia foi sugerida por Cirroc Lofton, que forneceu o álbum à produção e obteve a aprovação pessoal de Avery Brooks.
  • Lofton manteve contacto com Avery Brooks ao longo dos anos, referindo-se frequentemente a ele como uma força orientadora na sua vida durante as filmagens de Deep Space Nine e depois disso.
  • Um final potente e pessoal para encerrar o episódio, onde você percebe a sutil e impactante referência nas nuvens: a imagem de Benjamin Sisko.
  • A lista de mundos escolhidos pela matriz holográfica da SAM incluía a Terra, Vulcano, Orion, Kasq, Denobula, Andoria, Bajor, Delta, Ferengar (escrito incorretamente como Ferenginar), Hirogen Prime, Risa e Betazed.
  • Os tópicos exibidos na tela na sala de aula “Confrontando o Inexplicável” incluem “Origens da Molécula Omega”, “Efeitos Psiônicos da Grande Barreira”, “Déjà vu: Teorias do Universo Alternativo”, “Pedras Katra”, “Entidades Imortais/Não Corpóreas”, “Campos de Divergência Subespacial”, “Continuums Alternativos”, “O Destino de Benjamin Sisko: Emissário dos Profetas” e “Evolução Acelerada de Múltiplas Espécies”, uma exibição sobre os Progenitores vista pela última vez em Star Trek: Discovery.
  • O indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor dubla os criadores kasq da inteligência artificial SAM. Ele já estrelou a série de TV The Man Who Fell To Earth, produzida e dirigida pelo co-showrunner de Starfleet Academy, Alex Kurtzman.
  • O barman foi interpretado por Darius “Jackie Cox” Rose, um artista drag que apareceu no Ru Paul’s Drag Race e que apresentou vídeos e eventos online de Star Trek para a Paramount.
  • Pela primeira vez desde que a série terminou nos Estados Unidos, há 26 anos e oito meses, temos novamente uma aparição ao vivo de um personagem original de Deep Space Nine em Star Trek, Jake Sisko (Cirroc Lofton).
  • A menção de Jake a “derrubar um Q” refere-se aos eventos do episódio “Q-Less”.
  • O planeta natal do Dr. Phlox, Denobula, está escrito incorretamente como “Denoblia” no gráfico exibido na tela durante o monólogo de abertura de SAM.
  • O arquivo pessoal de Darem indica incorretamente que sua formação acadêmica é em ciências, quando na verdade ele está no curso de comando com faixa vermelha.
  • Novos nomes notáveis avistados no Mural dos Heróis incluem almirante Jonathan Archer”, suboficial Miles O’Brien e embaixadora Gwyndala.
  • Caleb come um bastão bajorianos jumja, na primeira referência do episódio a Deep Space Nine, visto no episódio “In the Hands of the Prophets”.
  • Quando Sam menciona os feromônios de Caleb, um cadete Orion próximo se inclina para cheirar — apropriado, já que sabemos que as fêmeas dessa espécie podem usá-los para controlar os machos.
  • A história oficial registra o nascimento de Benjamin através de Sarah Sisko e dos profetas, como revelado nos episódios “Image in the Sand” e “Shadows and Symbols” de Deep Space Nine
  • A história de SAM contando os eventos de “What You Leave Behind” inclui a menção de que Sisko ainda vive no Templo Celestial, de acordo com a fé bajorana, a coisa mais próxima que ouvimos sobre o estado do buraco de minhoca bajorano desde que ele apareceu em segundo plano durante “Hear All, Trust Nothing”.
  • O Clube Bajor da Academia da Frota Estelar pergunta aos recém-chegados se eles são “de Bajor”, uma expressão comum usada pelos profetas durante encontros com alienígenas semelhantes a deuses.
  • As telas de vídeo na sala de reuniões do Clube Bajor exibem imagens de viagens através do buraco de minhoca bajoriano, o símbolo oval de Bajor e estojos de Orbs.
  • O Museu Benjamin Sisko fica em sua cidade natal, Nova Orleans, e inclui uma história da cidade em sua exposição, com menções à inauguração do Superdome, ao furacão Katrina, à inauguração de uma Estação Avançada de Controle Climático em 2123, ao Movimento anti-replicador de alimentos de 2236 e à inauguração do Centro de Pesquisa Warp Zefram Cochrane em 2256.
  • O uniforme da Frota Estelar em exibição parece ser um traje real de arquivo de Star Trek: Deep Space Nine, completo com pontos de fixação de velcro na cintura para um coldre de faser.
  • A primeira exposição no pódio inclui um boné, luva e cartões dos Niners, e uma réplica da bola de beisebol autografada pela tripulação da Deep Space Nine no final de “Take Me Out to the Holosuite”.
  • Outros itens em exibição incluem, entre outros itens, um orbe bajorano com estojo, e uma máquina de escrever, como uma homenagem, ao que parece, a Benny Russell.
  • De acordo com a árvore genealógica da família Sisko, Jake Sisko se casou com Ayana Sisko e teve dois filhos, Dominic Sisko e Kara Sisko, seguidos por dois netos.
  • A gravação holográfica de Jake Sisko foi feita em 2408, seis anos após os eventos de A Nova Geração. Esta é a primeira visão não alternativa do futuro do século 25, além de Picard, apresentada por Star Trek.
  • Foi extremamente reconfortante ver Jake ainda usando camisas e blusas assimétricas, conforme Samanthan Rutherford disse no episódio “Grounded” de Lower Decks
  • A referência de SAM a Sisko querendo “construir veleiros e iniciar motins” é, obviamente, uma referência à construção de uma nave leve bajoriana em “Explorers” e aos eventos de “Past Tense”.
  • O bar Academy está localizado onde ficava o The Launching Pad, um bar frequentado por Sisko e seu arqui-inimigo vulcano Solok, conforme relatado em “Take Me Out to the Holosuite”.
  • A franquia Quark’s Bar, vista pela primeira vez em “Stardust City Rag” de Picard em Stardust City, parece continuar até o século 32, onde um letreiro Quark’s é visto em São Francisco.
  • Junto com os letreiros de néon do Quark’s e da clínica Mariposas, um letreiro de néon com os dizeres “King Mei” pode ser visto no horizonte de São Francisco; esse foi visto pela primeira vez na superfície de Turkana IV no episódio “Legacy” de A Nova Geração, onde aparece no teto de um dos túneis.
  • O Doutor (Robert Picardo) observa que seu criador, Lewis Zimmerman, conheceu Sisko, uma referência aos eventos de “Doctor Bashir, I Presume”.
  • De acordo com o diretório na parede do turboelevador, o prédio da Academia tem 27 subníveis, e a Athena atracada tem 35 conveses.
  • A imagem do Vale Kendra, em Bajor, vista em Anslem é a mesma imagem usada na cena de abertura de do episódio “Penumbra” de Deep Space Nine.
  • Embora este episódio marque a primeira menção a Kasidy Yates desde “What You Leave Behind”, um outdoor anunciando sua empresa de frete foi visto em “Remembrance”, de Star Trek: Picard.
  • Durante a primeira cena do jantar simulado a ária Habanera da ópera Carmen, de Georges Bizet, é ouvida ao fundo. Esta é a primeira vez que uma música composta por Bizet é ouvida em Star Trek.

Ficha Técnica

Escrito por Kirsten Beyer e Tawny Newsome
Dirigido por Larry Teng

Exibido em 5 de fevereiro de 2026

Título em português: “Série Aclimatação Mil”

Elenco

Holly Hunter como Nahla Ake
Sandro Rosta como Caleb Mir
Karim Diané como Jay-Den Kraag
Kerrice Brooks como SAM
George Hawkins como Darem Reymi
Bella Shepard como Genesis Lythe
Zoë Steiner como Tarima Sadal
Stephen Colbert como reitor digital dos estudantes (voz)
Tig Notaro como Jett Reno
Robert Picardo como Doutor

Elenco convidado

Chiwetel Ejiofor como Maker (voz)
Cirroc Lofton
como Jake Sisko (gravação holográfica e visão)
Raoul Bhaneja
como comandante Kelrec
Tawny Newsome como Illa Dax
Romeo Carere como Ocam Sadal
Alexander Eling
como B’Avi
Dale Whibley como Kyle Djokovic
Cecilia Lee como Dzolo
Daniela Sandiford como instrutora de música
Julian Young
como líder do clube
Darius “Jackie Cox” Rose como barman
Diedrie Henry como computador de exposição do museu (voz)

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Citações, Trivia, Ficha Técnica, Elenco e Elenco Convidado por Maria Lucia Rácz

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