DS9 3×05: Second Skin

Enredo com diversos furos sobrevive graças a seu forte potencial dramático

Sinopse

Data estelar: desconhecida

Kira e Dax estão a caminho de uma holosuíte quando Kira recebe um chamado de Bajor e fala com uma arquivista (de nome Alenis Grem) do Arquivo Central Bajoriano, que procura informações sobre uma tal Kira Nerys que ficou presa por uma semana no campo de concentração cardassiano de Elemspur, dez anos antes. Kira não tem lembrança de tal cativeiro e lembra claramente estar em outro lugar naquela época. Ela chega a contatar um suposto colega de cela (um bajoriano de nome Yeln), que confirma que ela ficou presa com ele, mas ela também não se lembra dele.

A major parte para Bajor para tentar esclarecer o mistério, porém ela não chega ao seu destino. Ela é raptada em Bajor e só vai acordar na capital cardassiana — e a sua aparência foi alterada para a de uma cardassiana. Um agente da Ordem Obsidiana, de nome Entek, diz que Kira na realidade é Iliana Ghemor, uma agente de campo da Ordem que sofreu cirurgia plástica e implantes de memórias para se infiltrar na resistência bajoriana, dez anos antes, se passando por uma terrorista de nome Kira Nerys (que foi raptada para esse fim).

Entek diz ter sido o seu supervisor na época e lamenta que os métodos de infiltração cardassianos sejam por demais agressivos (Iliana teve todas as suas memórias bloqueadas por questões de segurança). Ele diz que ela terá dificuldade em se recuperar e se reintegrar à sociedade cardassiana. De fato, ele tem certeza de que ela não vai acreditar em uma só palavra dele até o medicamento dado a ela fazer efeito e desbloquear as suas memórias originais.

Kira, de fato, não acredita em uma só palavra de Entek e ignora a introdução por parte dele do pai de Iliana, o legado Tekeny Ghemor, do Comando Central Cardassiano. Isso, apesar de os sentimentos dele por sua filha parecerem genuínos e de Kira estar hospedada justo na casa do legado e no quarto de Iliana. Frustrado que a memórias de Iliana parecem não estar retornando, Entek apresenta o corpo preservado criogenicamente da Kira Nerys “real” (com um visual de dez anos no passado). Kira ainda está irredutível, mas fraqueja quando Entek lhe conta sobre acontecimentos de sua vida que ela nunca partilhou com ninguém. Ele diz que estas são memórias implantadas pela Ordem especificamente para a missão de Iliana.

De volta à estação, Garak diz a Bashir (que passa a notícia imediatamente a Sisko e ao restante da tripulação) que Kira pode estar sendo detida pela Ordem Obsidiana na capital cardassiana. Garak diz não poder fazer nada a respeito, mas Sisko acaba forçando-o a mudar de opinião e a seguir com ele e Odo a bordo da Defiant para Cardássia.

Decidida a partir, Kira consegue baixar o campo de força do aposento em que ela se encontra presa. Mas Ghemor a faz reconsiderar uma fuga, sabendo que ela seria facilmente apanhada pela Ordem assim que saísse. A pedido de Ghemor, Kira assiste a uma gravação de Iliana, da época em que partiu em sua missão. Kira parece começar a ser afetada pela situação. Entek volta e inicia uma brutal sessão de interrogatório, visando descobrir a informação que Iliana deveria trazer para casa. Ghemor invoca a sua autoridade de legado e faz o interrogatório parar e manda Entek embora. Diz que não pode tolerar ver Kira (que acabara de quebrar um espelho e se encontrava à beira de um colapso) ser torturada e que vai tirá-la de lá com a ajuda de seus contatos secretos do submundo cardassiano. Chega um desses contatos, um jovem cardassiano de nome Ari.

Finalmente Kira percebe, pelo discurso de Ari, que Ghemor, na realidade, é um dissidente político e entende que o plano de Entek era obrigar Ghemor a se expor e, com a sua queda, destruir todo o movimento. O agente da Ordem se aproveitou da semelhança de Kira com Iliana, torturando-a psicologicamente não para obter informação dela, mas para provocar uma reação em Ghemor. Uma reação que exporia as suas ligações junto aos demais dissidentes. Entek e seus asseclas entram na sala, matam Ari e capturam Ghemor e Kira. Porém, logo chega a cavalaria de Garak, Sisko e Odo para o resgate. Quando Entek tenta reagir, ele é prontamente morto por Garak.

Ghemor volta com Sisko e cia para a estação, onde Bashir prova que Kira (já com suas feições originais restauradas) é de fato 100% bajoriana e se descobre que o bajoriano que “identificou” Kira na prisão sumiu sem deixar rastros (provavelmente ele próprio modificou os registros a serviço da Ordem, em primeiro lugar). Ghemor diz que espera um dia reencontrar Iliana, que ele acredita que ainda está viva, perdida em algum lugar em Bajor. Pede também para que ela e os seus companheiros tomem muito cuidado com Garak, que ele acredita poder traí-los a qualquer momento, se isso for do interesse dele. Os dois se despedem, aparentemente como pai e filha substitutos, um para o outro. Ghemor aceitou o asilo político do governo mathenita e Kira fica com uma pulseira que foi da mãe de Iliana.

Comentários

Uma controversa premissa (que tende automaticamente a alienar de saída uma fração da audiência ao seu final) e um grande problema logístico (e outros furos de roteiro, menores e secundários) quase põem por terra um episódio que funciona pela sinceridade e honestidade do seu final, pelas belas caracterizações e pelas boas atuações de Nana Visitor e (principalmente) dos três principais atores convidados. Mais detalhes, sem ter que virar um(a) cardassiano(a) no processo, nas linhas abaixo.

O ponto crucial e potencialmente mais polêmico do episódio é a sua infame premissa: “Será Kira uma cardassiana?”

A decisão final de responder tal questão com um sonoro “NÃO” foi a mais acertada, tanto para a personagem quanto para a série. Tal decisão, a priori, abandona implicitamente o “truque” de identidade trocada como linha condutora da história e deixa reais sentimentos aflorarem. (Além do que, decidir por outra resposta e não transformar Bashir em um idiota parece completamente impossível.)

Uma resposta “sim” seria uma reviravolta tamanha para a personagem e exigiria tanto planejamento para tratá-la (ou mesmo para mantê-la) na série, que simplesmente não seria executável na prática (ou pior, cairia no completo ridículo).

Um “talvez” seria mais tratável em termos da série, mas também seria uma espécie de “trapaça” no arco de história da personagem, que o transformaria em um arco mais de busca de identidade pessoal (mais como o de Odo), distanciando-se do caminho de colocar os seus fantasmas pessoais para trás e se libertar (em todos os sentidos) do seu passado. Seria claramente danoso à personagem.

A operação de resgate de Sisko é definitivamente complicada de se explicar (sem dúvida um grande problema logístico). E colocar todas as “minúcias que a tornam possível” por conta da bolsa de truques de Garak é um grande erro. Fica difícil de saber o que houve, o episódio foi escrito e produzido de acordo com o cronograma padrão de produção (ao contrário do anterior, “Equilibrium”, que foi literalmente escrito e reescrito durante as filmagens — o qual, curiosamente, apesar de seus vários problemas, não teve um furo deste tamanho). Será que tais explicações ficaram no chão da sala de edição? Será que a cara de pau imperou e Wolfe e cia. acharam que ninguém iria reparar?

Vamos quebrar a história para identificar a raiz do problema. O começo, com Garak descobrindo sobre o paradeiro de Kira, e Bajor e a Frota considerando essa situação (o sequestro de Kira pela Ordem) como uma quebra de segurança tão grande que autorizam uma missão tão arriscada parece ok. O final, com Sisko, Odo como uma bolsa, “documentos quentes” e Garak, já em solo cardassiano, conseguindo chegar à casa de Ghemor, possivelmente em alguma vila residencial militar, e realizar o seu pequeno “assalto”, parece funcionar também. Nossa turma conseguir voltar para algum tipo de “ponto de encontro” para deixar o planeta também parece possível, pois Entek deixa claro que a participação de Garak pegou a Ordem desprevenida.

Claramente o problema está no meio, em colocar o pessoal em solo cardassiano e tirá-los de lá e trazê-los de volta à DS9. O truque de “fazer a nave parecer um cargueiro”, de “The Homecoming”, é usado novamente aqui (o curioso é que, ao contrário de em “The Homecoming”, o truque de que “tem alguém importante esperando a minha carga” não funcionou aqui. A reação de Benil ao código reconhecido de Garak lembrou a de Boheeka, em The Wire, ao consultar o código do implante de Garak, fornecido por Quark).

Só que a Defiant, em vez de um explorador, e Cardássia Prime, em vez de Cardássia IV, fazem uma enorme diferença. Chega até a ser engraçado imaginar Sisko levando a Defiant até a órbita de Cardássia Prime (?!), se transportando (?!) para a superfície, se transportando de volta algum tempo depois (?!) e conseguindo chegar inteiro na estação (?!).

Para fazer isso funcionar, obviamente a Defiant teria que ter levado o nosso valoroso trio apenas a algum ponto de encontro com algum ex-colega de Garak da Ordem, que daí seguiria, com alguma nave bem discreta, ida e volta até Cardássia Prime. Como o roteiro nem tentou salvar a pátria de tal incursão, só nos resta rir mais um pouco. Sisko cirurgicamente alterado para parecer um cardassiano poderia ajudar no sucesso da missão também.

E existe um detalhe que torna tudo isso ainda mais engraçado: por que diabos Sisko não rumou camuflado até Cardássia? Existem duas respostas para isso, uma pior do que a outra.

A primeira é que, para ficar com o dispositivo de camuflagem a bordo da Defiant, a Federação empenhou a sua palavra de que tal dispositivo só seria utilizado no Quadrante Gama e que quaisquer informações adicionais sobre o Dominion seriam partilhadas com os romulanos. O “pequeno” problema de tal explicação é que tal informação ainda não havia sido estabelecida em tela (!).

A segunda é que os produtores não tinham muita certeza (e eu não estou brincando quanto a isso) se T’Rul tinha levado o dispositivo de camuflagem com ela para casa em Romulus ou não.

Isso sem falar na chegada de ajuda na hora certa para salvar Kira e Ghemor, que foi até interessante pela interação entre Entek e Garak, mas conveniente e clichê ao extremo.

O estratagema de Entek (em termos de meios para executar e motivos para realizar) funciona razoavelmente bem em termos de história. Parece que a sua escolha de Kira não se deve só à semelhança física com Iliana (que não seria um problema para a tecnologia da Ordem), mas sim ao fato de ela ser bajoriana e ocupar uma posição (de primeiro oficial da estação) que a torna portadora de informações suficientemente privilegiadas que justificariam um interrogatório mais agressivo (aos olhos de Ghemor) por parte de Entek. Fato que também justificaria o tempo que a Ordem demorou, após a retirada cardassiana de Bajor, para trazer “Iliana” para casa.

O que não pode ser explicado pelo que foi visto em tela é como Entek sabia do incidente de Kira com a tal felina. Isso poderia ter sido ao menos levantado pela major no final com Ghemor, deixando o ponto assumidamente como mistério. O que não foi o caso aqui.

Finalmente os personagens…

A história de “Kira versus Iliana” tem alguns pontos de real interesse. A escultura de Iliana é uma maneira sutil de causar confusão em Kira. A sua mãe era uma artista, assim como Iliana. Em contrapartida, Kira é uma negação no ramo, como a mãe de Iliana. Após o colapso, a primeira coisa que vemos Kira fazer é examinar a escultura e aparentemente imaginar: “Será possível?” Bom trabalho!

O começo do episódio explica que Kira não está tão acostumada assim, e parece mesmo ter certa aversão, a holosuítes. Quando Entek apresenta “o corpo de Kira Nerys”, Kira diz que aquilo tudo poderia bem ser uma simulação no interior de uma holosuíte, mas lá no fundo da personagem parece que já brota uma dúvida, um pouco pelo choque e um pouco talvez por falta de entendimento de tal tecnologia. O último ponto interessante é que o contraponto entre o interrogatório brutal de Entek e a compaixão desmedida de Ghemor parece recriar de alguma maneira a (aparentemente infalível — se julgarmos a sua perene utilização em dramas policiais) dinâmica do “tira malvado e do tira bonzinho”, e isso é o que mais afeta Kira em seu cativeiro.

Sisko manipulando Garak aqui (assim como fez com Quark em “The Search, Part I”) exemplifica o estilo do comandante, bem como a sua ousadia em resgatar Kira (apesar dos problemas com essa parte da trama). A interação entre Sisko e Garak é excelente e continuaria dando frutos ao longo da série, culminando com o clássico absoluto “In The Pale Moonlight”, da sexta temporada. Os outros regulares pouco apareceram (e nada do chefe O’Brien de novo esta semana).

Garak é sempre um ponto positivo para qualquer episódio. Temos com ele mais uma referência a como a ameaça do Dominion afetou a vida na estação e a alfaiataria de Garak (além do bar de Quark e da escola de Keiko, como visto em “The House of Quark”), a confirmação que ele só deixou a estação uma única vez (ver “Cardassians”, da temporada passada) nos últimos três anos e que ele não o fez por temer pela própria vida.

Entek é um perfeito modelo de vilão gelado e bem articulado, muito interessante de se assistir (e que teria um bom potencial para interagir com Garak no futuro, pena que virou pó). Ghemor é um pai amoroso e sensível e, acima de tudo, absolutamente crível (ainda que alguns possam reclamar que justo o mais simpático de todos os cardassianos tenha de ser também um dissidente político). Existe algo de muito tocante em sua tantalizante tragédia pessoal.

Temos Les Landau de novo na direção e as atuações dos atores corresponderam completamente. Talvez o seu maior problema com este episódio tenham sido alguns closes extremos do rosto de Nana Visitor, especialmente no final de atos. O ponto alto foi a cena em que Kira quebra o espelho (uma cena claramente não original, com certeza), que é executada aqui com absoluta perfeição. A briga entre Entek e Ghemor, Kira olhando para o espelho e o atingindo. Kira colapsando entre as pernas de Ghemor, meio que se agarrando na esperança que ele oferecia a ela. Mais humano impossível. A música de David Bell também funcionou bem na cena (o óbvio truque de Odo como sacola foi executado de forma perfeita também).

O destaque dentre os regulares vai para Visitor, que nunca falha quando genuína emoção é necessária, e aqui não foi exceção. O mais emocionante é a forma como ela dá vida à verdadeira Iliana na mensagem gravada dez anos antes. A reação de Kira a tal mensagem também é excelente. Brooks de novo se saiu bem. A fala em que ele confirma a sua extorsão para Garak é magistral.

O destaque dentre os convidados vai para Robinson, que parece conseguir fazer mágica com qualquer texto e em qualquer situação. Um claro exemplo é a cena em que ele mata Entek e, em seguida, lamenta por gostar do falecido. Sem o subtexto que Robinson coloca em cada fala de Garak, a cena seria um mero alívio cômico, o que absolutamente nunca é o caso com o personagem. Sierra e Pressman foram ótimos e os demais convidados não comprometeram.

É uma pena que a dinâmica entre Entek e Ghemor sirva tão pouco como um microcosmo da relação entre a Ordem Obsidiana e o Comando Central. Não por culpa de Entek; é a postura de Ghemor que é obviamente atípica para um militar cardassiano (ele é contrário à manutenção dos dois poderes).

A fala final de Ghemor parece um aviso tanto Kira e cia. quanto para a audiência de que Garak é um elemento imprevisível e perigoso no contexto da série. Esse ponto e a fala de Entek, de que a Ordem não vai deixar barato a “pequena aventura” de Garak nesse episódio, servem como setup para o lendário duplo “Improbable Cause” e “The Die Is Cast” mais à frente, nesta mesma terceira temporada.

O episódio sugere que o motivo para o governo bajoriano não investir pesadamente na remoção de Garak da Deep Space Nine é a continuada interferência por parte de Sisko, possivelmente mantendo o “alfaiate” por perto para uma eventual necessidade, envolvendo os cardassianos ou não.

A verdadeira história por trás da morte da mãe de Kira só seria revelada no episódio “Wrongs Darker Than Death or Night”, da sexta temporada. Mais detalhes sobre a morte do pai de Kira em “Ties of Blood and Water”, da quinta temporada, que marca também a volta de Ghemor à série. Iliana Ghemor nunca foi encontrada.

Algumas outras pequenas coisas: Que fim levaram os outros dois alegados companheiros de cela de Kira em Elemspur? Será que Bashir nunca fez um teste anterior do DNA de Kira? O quintal da casa de Ghemor ficou triste, de tão malfeito. Temos uma rápida menção à claustrofobia de Garak (que viria a “puxar o pé” do personagem mais tarde na série) e aos maquis (mais maquis em “Defiant”, ainda nesta temporada). Este é um dos raros episódios em que vimos Odo com uma arma (a de Entek) na mão (ainda que sem usar).

Uma breve tomada de localização da capital cardassiana foi “roubada” de “Tribunal”. A técnica de infiltração cardassiana (de mudar a aparência de seus agentes) pode ser conferida tanto no anterior “Tribunal” quanto no posterior “State of Flux” (da primeira temporada de Voyager, com Seska). A ideia da técnica de implante e supressão de memórias parece ser inspirada em filmes como Blade Runner e Total Recall.

O movimento de Ghemor nunca teve o seu potencial realmente aproveitado no curso da série, uma pena. Também nunca foi estabelecido (nem que sim, nem que não) se tal movimento tem de fato alguma relação com aquele da qual Natima Lang e cia. faziam parte (ver “Profit and Loss”).

“Second Skin” evita, sabiamente, qualquer tipo de final mais “impactante” com relação à identidade de Kira e, apesar de suas óbvias falhas, mostra saber muito bem onde está o seu coração, situando-se no sempre fértil terreno da interação entre cardassianos e bajorianos e da ocupação, fazendo Kira galgar mais um degrau (ganhando um “pai postiço cardassiano” de presente!) na escada de sua redenção pessoal. Uma boa hora de TV.

Avaliação

Citações

“Personally, I think Cardassia could use a few more artists.”
(Pessoalmente, eu penso que Cardássia poderia ter mais artistas.)
Ghemor

“Treason, like beauty, is in the eye of the beholder.”
(Traição, como beleza, está nos olhos de quem vê.)
Garak

Trivia

  • O roteirista do episódio, Robert Hewitt Wolfe, diz que mesmo antes de trabalhar em DS9 ele tentou vender uma história para a produção de A Nova Geração, em que personagens daquela série se tornariam romulanos no curso de um episódio (pra falar a verdade ninguém menos que Q transformaria Picard, Data e Troi em romulanos). História que acabou não levando a uma venda, apesar de “Face of the Enemy“, da sexta temporada das aventuras de Picard e cia., ter um tema relacionado.
  • Ira Behr diz que o episódio foi o primeiro roteiro de Wolfe que não sofreu nenhuma rescrita, nem dele e nem de Michael Piller. “Foi melhor que um rito de passagem para Wolfe”, diz o produtor.

Ficha Técnica

Escrito por Robert Hewitt Wolfe
Dirigido por Les Landau

Exibido em 24 de outubro de 1994

Título em português: “Segunda Pele”

Elenco

Avery Brooks como Benjamin Lafayette Sisko
René Auberjonois como Odo
Nana Visitor como Kira Nerys
Colm Meaney como Miles Edward O’Brien
Siddig El Fadil como Julian Subatoi Bashir
Armin Shimerman como Quark
Terry Farrell como Jadzia Dax
Cirroc Lofton como Jake Sisko

Elenco convidado

Andrew Robinson como Elim Garak
Gregory Sierra como Entek
Tony Papenfuss como Yeln
Cindy Katz como Yteppa
Lawrence Pressman como Tekeny Ghemor
Christopher Carroll como Gul Benil
Freyda Thomas como Alenis Grem
Billy Burke como Ari
Nana Visitor como Iliana Ghemor [não-creditada]

Balde do Odo

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Edição de Muryllo Von Grol
Revisão de Nívea Doria

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