Finale encerra a temporada reencontrando a esperança
Sinopse
Data estelar: 869631.7
Após o resgate de Caleb Mir e Anisha, em uma conversa tensa, Anisha responsabiliza Ake por tê-la prendido anos antes e por tê-la separado de Caleb. Enquanto isso, o almirante Vance e a comandante Thok entram em contato e informam que a barreira formada pelas minas Omega impede qualquer reforço da Federação, inclusive da USS Discovery. Também revelam que Nus Braka está reunindo uma aliança de piratas e saqueadores para dominar a galáxia enquanto a Federação permanece isolada. A missão da pequena tripulação da Athena passa a ser localizar e neutralizar as minas Omega antes que bilhões de vidas sejam colocadas em risco.
Pouco depois, naves dos Venari Ral iniciam um ataque contra a seção da Athena que permaneceu do lado de fora da barreira. Percebendo que a nave dificilmente resistirá, Ake ordena que os cadetes se escondam. Enquanto aguardam, Caleb pede desculpas aos amigos por tê-los abandonado em busca da mãe.
Durante o ataque, Ake ordena que Jett Reno provoque um falso vazamento de plasma para convencer os inimigos de que a nave está prestes a explodir. Nus Braka transporta-se para a Athena e fica surpreso ao encontrar Anisha viva ao lado de Ake. Ele captura as duas e as leva consigo, deixando Reno e o Doutor na nave. Antes de partir, Ake transmite ao Doutor uma mensagem codificada por meio de uma citação literária. Então, o Doutor projeta uma falsa explosão da Athena, enganando Braka e permitindo que a nave sobreviva ao ataque.
Após o confronto, o Doutor passa a apresentar falhas em sua comunicação, pronunciando frases aparentemente sem sentido. Reno assume o comando da nave e transforma a crise em um exercício para os cadetes, distribuindo funções específicas para cada um. Jay-Den e SAM trabalham para restaurar o funcionamento do Doutor. Darem assume os controles da nave. Tarima monitora frequências e sinais de longo alcance. Caleb tenta desenvolver uma forma de neutralizar as minas Omega, enquanto Genesis supervisiona os sistemas da Athena.
Quando um vazamento no núcleo de dobra obriga Reno a deixar a ponte, Genesis assume temporariamente o comando da nave. Ao mesmo tempo, Jay-Den percebe que as frases desconexas do Doutor escondem uma mensagem técnica. Com a ajuda de SAM, os cadetes conseguem interpretar a informação e descobrem que uma combinação específica de partículas pode estabilizar as minas Omega, tornando-as inofensivas.
Restava localizar Nus Braka e o dispositivo responsável pela ativação das minas. Caleb percebe que Tarima pode utilizar novamente sua ligação telepática. Os dois entram juntos em um espaço mental compartilhado, onde Caleb ajuda Tarima a superar o medo de seus próprios poderes. Utilizando essa conexão, ela consegue localizar Anisha e, consequentemente, descobrir a posição de Braka.
Enquanto isso, Ake e Anisha são levadas para um julgamento público organizado por Braka dentro da seção capturada da Athena. Braka transforma o julgamento em um espetáculo transmitido para seus aliados, colocando Ake como representante da Federação e nomeando Anisha como juíza. Durante a audiência, Braka acusa a Federação de abandonar seu povo durante a Queima e de destruir sua colônia natal. Ake rebate as acusações e afirma que a Federação jamais teve como política atacar civis inocentes.
Anisha relembra que foi presa por Ake e separada de Caleb, afirmando que jamais conseguiu superar aquela perda. Ake lembra que Anisha e Braka foram responsáveis pela morte de um oficial da Frota Estelar durante o roubo que levou à condenação dos dois. Mesmo reconhecendo o sofrimento causado, Ake tenta convencer Anisha de que o ódio não vai resolver os problemas do passado. Ainda assim, Anisha continua culpando Ake e a Federação.
Guiada pelas coordenadas obtidas por Tarima, a Athena aproxima-se discretamente da posição de Braka. Caleb embarca sozinho em uma nave auxiliar e se entrega voluntariamente a Braka, dizendo que quer permanecer ao lado da mãe. Na presença de Anisha, Caleb declara que a ama, mas afirma ter encontrado um novo propósito na Academia, onde aprendeu a lutar por algo maior do que seus próprios interesses.
Aproveitando a oportunidade, Ake revela que a destruição da colônia onde Braka cresceu não foi causada pela Federação, mas pelo próprio pai de Braka, responsável pelo ataque que originou toda a narrativa de Braka. A revelação faz com que muitos dos aliados de Braka abandonem a transmissão e deixem de apoiá-lo.
Enfurecido, Braka decide ativar as minas Omega. No entanto, SAM já havia executado o algoritmo desenvolvido pelos cadetes e neutralizado todo o campo de minas. Sem sua principal arma, Braka perde qualquer vantagem. A Frota Estelar finalmente consegue atravessar a barreira e chega ao local. Soldados da Federação prendem Braka e seus aliados. Antes de ser levado, Braka ainda tenta reagir, mas é golpeado por Anisha e, em seguida, por Ake.
Com a crise encerrada, mãe e filho finalmente conseguem se reencontrar em segurança. A Athena retorna a Betazed, onde a nave é reconstruída e a cerimônia de encerramento do ano letivo é retomada. Os cadetes são reconhecidos pelo papel desempenhado durante a missão e recebem a notícia de que serão apresentados à presidente da Federação.
Anisha aceita que Caleb encontrou seu lugar na Academia da Frota Estelar e decide respeitar sua escolha. A relação entre ela e Nahla Ake permanece marcada pelo passado, mas ambas demonstram disposição para iniciar uma convivência menos hostil. O Doutor recupera plenamente seu funcionamento, os cadetes voltam a se reunir, e Caleb registra seu primeiro diário oficial como cadete da Frota Estelar.
Comentários
Uma temporada de uma série caminha durante todos os episódios para chegar ao finale. (Sim, não foi exatamente uma revelação isso.) Todo finale carrega uma responsabilidade igualmente óbvia: concluir a temporada de forma satisfatória. Depois que J. J. Abrams popularizou o conceito da Mystery Box, a ideia de prender a atenção do público introduzindo um grande mistério logo no início da história, partindo do princípio de que a dúvida, muitas vezes, é mais poderosa do que a própria revelação, tivemos temporadas e mais temporadas de várias séries, incluindo Star Trek, em que se apresentava um grande conceito, um grande mistério, e quase sempre tudo terminava de forma mal resolvida. Starfleet Academy, felizmente, escapa dessa armadilha. Não é um episódio fixado em responder mais perguntas do que a minutagem permite, nem em fazer o clímax do século (embora escorregue um pouco na escala). Ele existe principalmente para resolver os dilemas das pessoas, que é onde, de fato, mora o coração da série.
Até por isso, ao contrário do que costuma acontecer em finais de temporada da era do streaming, este é um episódio surpreendentemente falado. Há ação, há perseguição, há combate espacial, mas o centro dramático está nas conversas. Talvez seja justamente aí que ele mais dialogue com a tradição de Jornada. Grandes episódios da franquia sempre entenderam que argumentos podem ser mais poderosos do que torpedos, e aqui isso volta a acontecer.
O julgamento organizado por Nus Braka é a grande sacada do episódio. Braka é um vilão tão poderoso porque é o herói da própria história. Por isso ele quer derrotar o conceito da Federação, não só a sua estrutura. Quer provar que todo o discurso de esperança, união e cooperação sempre foi uma mentira. Para fechar, ele faz tudo isso em um espetáculo transmitido para toda a galáxia, o que novamente é Starfleet Academy discutindo temas da nossa própria época. Esse é um deles: muito mais do que a disputa pela verdade, a batalha é para vencer a disputa pela opinião pública.
E talvez seja justamente aí que mora a discussão mais sofisticada do episódio. Braka tinha um trauma real. O abandono durante a Queima aconteceu, regiões inteiras ficaram isoladas e milhões morreram esperando uma ajuda que nunca chegou. O problema é que, ao longo dos anos, esse ressentimento foi sendo alimentado por uma versão incompleta da história. Quando descobrimos que a destruição de sua colônia não foi responsabilidade da Federação, mas do próprio pai, o episódio discute algo muito atual. Sociedades inteiras podem construir sua identidade em cima de narrativas (para usar um termo atual) repetidas durante tempo suficiente para se tornarem verdade. Uma mentira dita muitas vezes se torna realidade. Por isso vivemos um mundo cada vez mais cheio de nuances e de respostas e explicações difíceis.
Isso torna Nus Braka um antagonista muito mais interessante do que o personagem caricato que ele aparentava ser no começo da temporada. Ele não deixa de acreditar em si quando a verdade aparece. Continua convencido de que está certo. É justamente isso que aproxima os grandes vilões de Star Trek. Eles raramente se enxergam como vilões. Dukat e Khan também eram heróis da própria história. Braka acredita sinceramente que está libertando a galáxia de uma instituição hipócrita. É um sujeito que pautou sua vida no ressentimento (olha lá, outro tema atual).
Paul Giamatti aproveita isso de maneira brilhante. Desde o piloto havia algo de teatral em sua interpretação, quase exagerado, no piloto talvez exagerado até demais. Braka é um homem que performa para os outros o tempo inteiro, e Giamatti domina completamente esse registro. É uma atuação grande. Talvez seja um dos antagonistas mais interessantes produzidos pela franquia nos últimos anos.
Do outro lado está Holly Hunter. Já se tornou repetitivo dizer que ela é o grande acerto da série, mas o finale talvez concentre sua melhor atuação. Nahla Ake entende que não vencerá Braka humilhando o cara, nem querendo provocá-lo ainda mais. A força dela está justamente na serenidade. Ela admite falhas da Federação, reconhece dores que realmente aconteceram, mas se recusa a aceitar que esses erros justifiquem abandonar princípios. Holly Hunter faz tudo isso quase sem elevar a voz. É impressionante como consegue transmitir autoridade até quando fica em silêncio.
Tatiana Maslany também merece enorme destaque. A personagem permanece profundamente dividida até os minutos finais. Ama Caleb, odeia Ake, sente culpa, sente raiva, e nenhuma dessas emoções anula a outra. O episódio resiste à tentação de oferecer um perdão fácil. Ela e Ake não encerram décadas de dor com um abraço. Honestidade é uma qualidade e tanto para uma série hoje em dia. E isso ela foi nesse arco.
Enquanto isso, a Athena vive talvez seu momento mais bonito da temporada. Pela primeira vez em toda a série, os cadetes funcionam exatamente como uma tripulação da Frota Estelar. Não existe mais um craque resolvendo tudo sozinho. Genesis assume o comando quando precisa. Jay-Den interpreta a mensagem escondida do Doutor. SAM transforma a informação em solução prática. Tarima supera definitivamente o medo dos próprios poderes. Darem conduz a nave. Caleb encontra a resposta científica para neutralizar a Omega. Cada um resolve apenas uma parte do problema. A vitória pertence ao grupo. Suco de Star Trek.
Caleb também encerra seu arco da melhor maneira possível. Embora o arco dele fosse fácil de prever já no primeiro capítulo da série, o jovem talentoso e rebelde que está a contragosto na Frota Estelar, mas que, com o passar dos episódios, vai gostando do ambiente, faz amigos, se apaixona e no finale decide permanecer, isso tudo já sabíamos. Mas não sabíamos como seria feito. E foi super bem feito. Caleb nunca foi o metido a gênio que nos causava desprezo. Fomos, episódio a episódio, gostando mais dele, entendendo os seus dilemas e aproveitando a sua jornada, mesmo conhecendo o seu destino.
A direção de Olatunde Osunsanmi merece elogios justamente pela contenção. Muito criticado por uma câmera extremamente inquieta em Discovery, aqui ele parece entender que o episódio precisa respirar. Não temos loucuragem na movimentação de câmera. O episódio recebe enquadramentos mais sóbrios, permitindo que os atores conduzam as cenas.
A temporada termina exatamente onde precisava terminar. Não com heróis prontos, com oficiais prontos para serem perfeitos. Termina com jovens que finalmente entenderam o que significa vestir um uniforme da Frota Estelar e, mais importante do que isso, aprenderam a ser amigos uns dos outros, aprenderam a ser melhores seres humanos. É uma série que olha para frente com esperança. E Star Trek, no seu significado mais profundo, é uma franquia sobre esperança.
Avaliação




Citações
“Wait. I think I have to pee”
(Espere. Acho que preciso fazer xixi.)
Genesis Ache na ponte da Athena
“Remember the first day of class when I asked you to tell me who you are? You just told me.”
*Lembra-se do primeiro dia de aula, quando lhe pedi para me dizer quem você era? Você acabou de me dizer).
Jett Reno para Celeb Mir
“As far as final exams go, this one is a doozy. If you pass, we live. If you fail, we’re all dead. Good talk.”
(No que diz respeito a exames finais, este é dos difíceis. Se vocês passarem, vivemos. Se vocês reprovarem, estamos todos mortos. Boa conversa.)
Jett Reno para os cadetes
“She believes we can make a difference. She’s never given up on us.”
(Ela acredita que podemos fazer a diferença. Ela nunca desistiu de nós).
Caleb Mir sobre Nahla Ake
“Who you kidding? It was always going to be me in this chair”
(Quem vocês estão enganando? Sempre fui eu quem ocuparia esta cadeira).
Nus Braka na ponte da Athena
Trivia
- Este episódio foi dirigido pelo diretor de longa data da nova era, Olatunde Osunsanmi, que já dirigiu dezoito episódios de Trek desde “The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry”, de Discovery. Esta é a primeira vez que Osunsanmi dirige qualquer Star Trek desde sua passagem por trás das câmeras dirigindo “Section 31”.
- Há quatro créditos de roteiro neste episódio. O crédito da história vai para a showrunner Noga Landau e a criadora da série Gaia Violo, enquanto o crédito de “Escrito por” vai para Alex Kurtzman e Kirsten Beyer, que também escreveram “300th Night”.
- O título do episódio é uma referência ao Rubicon, um rio que ficou famoso na história romana quando César o atravessou, tornando-se uma metáfora para todas as épocas como um ponto sem retorno. Um episódio da quarta temporada de Discovery foi intitulado “Rubicon”.
- O episódio não incluiu a sequência de créditos de abertura habitual, substituindo-a por um cartão de título simples e os nomes dos roteiristas e do diretor.
- O emissor móvel do Doutor é visto pela primeira vez desde “Ouroboros, Parte II” de Star Trek: Prodigy. Fica estabelecido que o Doutor agora o usa sob o casaco, em vez de à vista.
- O Doutor confirma que é o mesmo de Star Trek: Voyager, e não um novo emissor móvel, dizendo a Reno que tem o dispositivo do século 29 há quase mil anos.
- É mostrado que, ao contrário do serviço do Doutor na USS Voyager e na USS Voyager-A, ele mantém constantemente seu programa no emissor, em vez de transferi-lo entre ele e os sistemas da USS Athena. Como resultado, Reno precisa colocar o emissor móvel no computador principal para transferir o Doutor para ele.
- A manobra executada por Darem Reymi de se teletransportar para as nuvens de um gigante gasoso para evitar a detecção é semelhante à manobra usada pela USS Enterprise em Star Trek para evitar a detecção por Nero e a Narada.
- Os créditos finais do episódio estabelecem que a lista atual de cadetes do primeiro ano faz parte da “Turma de 3196” da Academia da Frota Estelar, datando a primeira temporada de 3192 a 3193, assumindo um programa de quatro anos. As datas estelares da série correspondem ao final de 3191 e início de 3192, enquanto, de acordo com seu arquivo pessoal, Lura Thok tinha 50 anos e nasceu em 3145.
- Os créditos finais revelam que Vance fazia parte do Esquadrão Nova, um grupo de cadetes de elite visto em “The First Duty” de A Nova Geração e na 2ª temporada de Star Trek: Prodigy. Outros membros notáveis incluem Wesley Crusher, Maj’el e, temporariamente, Dal R’El.
- A frase “Agora… mostre-me belos traços de luz” de Jett Reno é uma ótima nova entrada no léxico de comandos de velocidade warp da cadeira do capitão.
- A presidente Rillak, que aparecia regularmente em Star Trek: Discovery, recebeu uma menção na notícia propagandística exibida na tela como parte da Venari Ral News Network. Ela aparentemente estava em desacordo com o almirante Vance sobre as medidas para combater a ameaça Venari Ral
- Três planetas foram mencionados no noticiário da Venari Ral como considerando se juntar ao cartel de mundos não membros de Braka: Aldebaran, Halka e o novo Qo’noS.
- Ake menciona que não há um “hino da Frota Estelar” no século 32, mas havia um hino da Federação no século 24, e pudemos ouvi-lo em “Take Me Out to the Holosuite” de Deep Space Nine.
- O truque do holograma no espaço não é novidade em Trek, já que vimos o próprio Doutor usá-lo no episódio “Basics, Part 1” de Voyager. Nesse caso, não apenas naves holográficas talaxianas foram enviadas para ajudar a USS Voyager em uma batalha contra os Kazon, mas o próprio Doutor foi lançado no meio da ação no espaço. Em “Peak Performance”, da série A Nova Geração, Worf usou um truque semelhante durante a simulação do jogo de guerra Zakdorn para programar remotamente fantasmas de sensores e fazer a Enterprise pensar que estava vendo uma nave romulana.
- O código de Ake para o Doutor realizar o truque do defletor holográfico vem dos escritos herméticos de Hermes Trismegistos, uma figura mítica e sincrética que funde o deus egípcio Thoth (sabedoria/escrita) e o grego Hermes (mensageiro), considerado o pai da Alquimia e fundador do Hermetismo. É perfeito para um personagem holográfico: “Afaste-se de tudo que é corpóreo e torne-se maior”.
- Mais tarde, Reno cita Leonardo da Vinci (outro famoso holograma da Voyager!) quando diz: “A ciência é o capitão, a prática são os soldados”.
- Pela sexta e última vez nesta temporada, ouvimos o reitor digital dos Alunos (Stephen Colbert) pelo interfone informando ao especialista Krebs que sua mosca talaxiana peluda agora está “acasalando consigo mesma” e perguntando: “Isso parece certo para você?”
- O reitor digital também faz referência à honra de todos os costumes locais para todos que visitam Betazed, incluindo aqueles que participam de casamentos locais, onde os participantes devem comparecer nus.
- Embora a Discovery não tenha conseguido salvar o dia — uma explicação clara para o motivo pelo qual o propulsor de esporos não teria acabado com o plano de Braka imediatamente —, vemos a nave da capitã Burnham do lado de fora do átrio de Athena nos momentos finais do episódio.
- Os créditos finais são divertidos, com curiosidades interessantes sobre cada personagem principal (e o ator que os interpreta), além de fotos autênticas do anuário e da infância do elenco quando eram “jovens zigotos”. Aqui está uma inclusão notável de cada personagem em destaque:
- Nahla Ake, esperanças e sonhos: “Dormir sob todas as estrelas e trazer de volta as meias tubulares”.
- Caleb Mir, quer ser lembrado por: “Ser o único ser senciente a sobreviver à omelete especial Kraag”.
- Jay-Den Kraag, quer ser lembrado por: “Sua famosa insuportável omelete de gormagander e cebolinha”.
- SAM, presidente, fundadora e imperatriz do CFCS – Clube de Fãs do Capitão Sisko.
- Darem Reymi, mais provável de: “Encomendar um nu de si mesmo”.
- Genesis Lythe, mais provável de: “Romper o tendão de Aquiles e nunca saber”.
- Tarima Sadal: “Ocam, você está pensando alto demais”;
- Charles Vance, apelido real na esquadra Nova: “Vancypants”;
- Lura Thok: “A pista de dança é o meu campo de batalha. A cozinha é a minha pista de dança”;
- Computador da Athena, se eu não fosse uma nave, seria: “Um tricorder, eles têm uma vida tão fácil”;
- Reitor digital dos estudantes, mais provável de: “Ter uma crise existencial.”
- Jett Reno, maior irritação: “Por que eu venho depois das duas vozes?”
- Doutor, mais orgulhoso de: “SAM”.
- Anisha Mir, mais orgulhosa de: “Você realmente precisa perguntar?”
- Nus Braka, mais provável de: “Lançar um álbum folk acústico, Songs in the Key of Braka’.
- Os créditos completos foram exibidos no final, juntamente com fotos do anuário de todos os atores quando eram mais jovens.
- Isso foi acompanhado de parabéns para a “turma de formandos da Academia da Frota Estelar de 3196”, confirmando oficialmente que a série se passa 5 anos após Star Trek: Discovery.
- As partículas Rubin provavelmente receberam esse nome em homenagem à falecida astrônoma Vera Rubin, americana que faleceu em 2016.
- O texto mencionou a presidente Rillak, indicando que a personagem apresentada em Discovery ainda está no poder… pelo menos até que o malvado Vance assuma o controle.
- O texto também mencionou “New Qo’noS”, que parece ser o nome dado aos klingons em Faan Alpha no episódio 4.
- A USS Discovery foi mencionada no início para eliminar a expectativa de que ela apareceria, mas parece que a nave fazia parte da formação que saudou a Athena em Betazed no final (vista muito brevemente fora da janela do átrio).
- O final da temporada termina com a música “Beautiful Child”, de Rufus Wainwright, que também fez um cover da clássica música de 1967 de Scott McKenzie, San Francisco (Be Sure to Wear Flower Covers in Your Hair”, na estreia da temporada.
Ficha Técnica
História de Noga Landau & Gaia Violo
Escrito por Alex Kurtzman e Kirsten Beyer
Dirigido por Olatunde Osunsanmi
Exibido em 12 de março de 2026
Título em português: “Rubincão”
Elenco
Holly Hunter como Nahla Ake
Sandro Rosta como Caleb Mir
Karim Diané como Jay-Den Kraag
Kerrice Brooks como SAM
George Hawkins como Darem Reymi
Bella Shepard como Genesis Lythe
Zoë Steiner como Tarima Sadal
Oded Fehr como Charles Vance
Gina Yashere como Lura Thok
Brit Marling como Computador principal (voz)
Stephen Colbert como reitor digital dos estudantes (voz)
Tig Notaro como Jett Reno
Robert \Picardo como Doutor
Elenco convidado
Tatiana Maslany como Anisha Mir
Paul Giamatti como Nus Braka
Ivan Wanis Ruiz como soldado Venari Ral
Piotr Michael como computador Venari Ral (voz)
TB ao Vivo
Enquete
Citações, Trivia, Ficha Técnica, Elenco e Elenco Convidado por Maria Lucia Rácz
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