10 Responses to “TAS 1×03: Yesteryear”

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  1. Padô

    Episódio não só fenomenal como muito complicado para a relação do cannon e não cannon da série animada. E até polêmica em relação ao filme atual. Por isso vou tentar não falar mais. Mais bem que poderiamos ter uma coletânia dos episódios do passado de Spock com direito a análise. Que tal a sugestão Leandro Martins, hein?

  2. cesar antonio r martins

    ” … Até mesmo por que ficaria difícil de explicar como é que linha do tempo “correta” dependia de um evento futuro. …”.

    Sendo algo irônico, como ficaria difícil explicar???
    Já tivemos EXATAMENTE disso (a linha de tempo correta dependente de um evento futuro/uma incursão do futuro) em “Assignment: Earth”, lembra(m)?

    A-koo-che-moya, Gene …

  3. VERDE

    A principal falha do desenho nao foi comentada … lamentável.
    O Spock fala que está lá por que foi adorar os deuses deles, enquanto sabemos que os vulcanos nao eram politeistas e nem teistas, nao se fala mas dá a entender que nao acreditam em deuses ou em Deus.
    Nem sei como a Dorothy pode escrever falha tao gritante, enfim, era desenho bem infantil e nao consideraram sério o suficiente.

  4. Musassy

    considero a série animada como a 4ªtemporada de tos.muitos elementos são acrescentados como por exemplo o holodeck.a animação podia não ser grande coisa(apesar de eu adorar)mas é inegável o respeito pela série original.se alguns não consideram esta série do “cânon”azar o deles.tos provou que ainda tinha muita lenha pra queimar e só malha quem não apreciou esses desenhos.para mim a missão de 5 anos continuou por causa da ´serie animada.hoje em tempos de cgi e coisas deste tipo onde a animação avançou bastante,não seria o momento de fazer um longa animado com todas as séries?pensem nisso

  5. VERDE

    Azar do Roddenberry, Paramount e meu. Apesar de q a Paramount ganhou um dinheirinho com ela, assim como o Roddenberry, na epoca de produçao, tb ganhou, azar mesmo foi o meu que assisiti todos para poder fazer uma análise consciente.
    Mas gosto é gosto …

  6. Raul Mamoru

    Mas, Verde (post 3),

    Os vulcanos, apesar de sustentarem a própria cultura através da doutrina Kolinahr, não teriam um símbolo religioso fundamentado na extstência de Shakaree? (Star Trek V)

    Abração!

  7. Jorge Rodrigues

    Meu episódio favorito de TAS. E, como xiita e fundamentalista, reafirmo que o problema não reside, em absoluto, na utilização de viagens temporais e linhas do tempo alternativas, mas em roteiros com QI abaixo de 30.. Se STXI tiver um roteiro com 50% das qualidades do deste episódio de TAS, o filme será bom. Mas duvido.

    E duvido, dentre outros motivos, porque exatamente este personagem complexo, cheio de camadas e profundidades, foi tratado pelo diretor de STXI como uma “anomalia”, segundo palavras do mesmo.

  8. Jorge Rodrigues

    A ANIMAÇÃO.

    Faltou comentar que a animação era ainda muito “durinha”, mas há um dado interessante. O mesmo estúdio e equipe que produziram TAS fizeram, poucos anos após, uma série animada de Flash Gordon que contava com bons roteiros, muito próximos das histórias originais de Alex Raymond. Na seqüência fizeram uma série de Tarzan pouco exibida por aqui, e, por fim, cometeram uma coisa chamada He-Man, seu maior sucesso, mas claramente dirigida mais para um público infantil que juvenil.

    Muito do material animado das 4 séries é comum. Há uma seqüência, não lembro se de Kirk ou Spock, de perfil, subindo uma escada vertical com mãos e pés, que foi “coberta” com adereços, traços e cores, para se tornar Flash Gordon, Tarzan e, depois, o “Barbie” saradão He-Man. Os seres plantas voadores, que aparecem em dois episódios de TAS – já comentados na resenha de “Infinite Vulcan” -, também apareceram nos céus de Eternia, ligeiramente modificados, e pór aí vai. Mas, reafirmo, TAS e Flash Gordon eram séries bem acima da média de suas épocas.

  9. Verde

    Post 6>
    Desculpe, Raul, só vi agora.
    Veja, dentro da cultura vulcana existe variedade, como observamos em ENT.
    No caso, sabemos que o Spock e o Sarek não acreditavam numa Entidade Superior (deuses), como a maioria dos vulcanos na nova ordem seguem Surak, não havia culto aos deuses e nunca foi citado isso. O caso do Sybok não foi bem elaborado, o filme foi ruim e a conclusão já esperada. Na sequência das estórias não houveram repercussões como aconteceu com o Kolinarh ou o Katra.
    No entanto, esse é apenas um detalhe pois o nível dos episódios, na minha opinião, foram ruins. Eu me considero um trekker mesmo, conheço muita coisa do mundo de ST, mas não consigo gostar desses desenhos, embora os tenha na minha coleção.

  10. Angelo Russo

    Olá a todos. Esta é a minha primeira postagem no Trek Brasilis (a não ser que eu já tenha postado alguma coisa há alguns anos e não me lembre, já que tinha muito tempo que eu não entrava neste site). De qualquer forma, é o primeiro comentário que faço recentemente (em um momento em que me considero “mais maduro” em relação ao universo de Jornada nas Estrelas) e resolvi fazer esta postagem devido a algumas críticas feitas à série animada, série essa que somente adquiri há algumas semanas – e estou gostando bastante, apesar de ter assistido apenas a alguns episódios, um dos quais este que ora comento.
    Acredito que o último filme para cinema, Star Trek, tenha se baseado bastante neste episódio, já que a briga de Spock com outras crianças em Vulcano, ao chamarem Sarek de “traidor”, por ter se casado com uma humana, e a conversa de um adulto com Spock, falando das emoções dos vulcanos, são elementos que, até onde eu saiba, não apareceram em episódios de Star Trek, exceto neste episódio da série animada (me corrijam se eu estiver errado). Acredito que apenas a opinião de Gene Roddenberry não se justifica para retirar a série animada do cânone (ou nada mais poderia ter sido produzido após seu falecimento, já que a opinião dele seria indispensável). Na realidade, sabemos que, mesmo em vida, ele chegou a ser afastado da própria criação, em filmes para cinema, e chegou mesmo a ter sua opinião ignorada (por exemplo quando foi contrário à destruição da Enterprise em Star Trek III). Logo, existe muito mais na “história oficial” do que apenas o que ele concordava. A série animada foi produzida com a aquiescência dele, com a participação de roteiristas e atores da série original. Podem existir episódios ruins, mas se isso fosse o suficiente para retirar toda a animação do cânone, o que dizer de episódios como o do cérebro do Spock, da série original? Concordo com Musassy quando diz considerar a série animada como a quarta temporada de série original. O cuidado que a Filmation teve ao desenhar por cima das imagens originais, para manter a maior fidelidade possível (do interior e exterior da nave, por exemplo), sem “infantilizar” o desenho, além do que foi incorporado ao cânone (como o nome do meio do Capitão Kirk, o holodeck, a segunda entrada na ponte de comando, etc), bem como o fato de que o próprio Gene Roddenberry aprovou a série animada, na época, chamando DC Fontana, roteiristas e atores, já seria suficiente para a série animada ser vista, ao menos, com um pouco mais de admiração, pois é, definitivamente, parte de Jornada. Sem querer criar polêmica (mas criando, com certeza, caso meu comentário seja lido), acredito que a série animada possui mais elementos de Jornada nas Estrelas do que a ideia básica de Deep Space Nine e alguns de seus conceitos – por exemplo ao criar um “racha” na federação no momento de criação dos Maquis (os “niners” que me perdoem a franqueza, mas acho que muito do que está presente em DS9 não seria aprovado por Roddenberry, se ele pudesse, pois deturpa a sua visão de como se comportaria a humanidade no futuro). Nesse aspecto, Voyager (mesmo com vários episódios ruins) corrigiu essa falha, ao permitir que os maquis pudessem ser integrados a uma nave da federação, retornando ao conceito de Roddenberry de que os antigos rivais podem se tornar amigos e trabalhar juntos – ou talvez já fosse esse o objetivo ao serem criados os maquis, ou seja, utilizá-los na série que iria estrear; mas mesmo assim a ideia básica de DS9 é menos Jornada nas Estrelas do que a série animada (não vou tecer comentários sobre um episódio – BADDA-BING BADDA-BANG ou “Onze niners e um segredo” – no qual Sisko se refere à “nossa gente”, como se os negros e os brancos ainda não tivessem superado as diferenças que somente os americanos enxergam – para não tornar minha postagem mais extensa do que já foi, mas acredito que Roddenberry, que acreditava num futuro onde a humanidade conseguiria trabalhar até mesmo com seres de outras espécies, sem “especismo”, deve ter se “revirado no túmulo” quando esse comentário de “racismo” foi ao ar).
    Enfim, comecei com a série animada, comparei com o filme mais recente e a série original, passei por Voyager e DS9 (partindo da suposição de que DS9 é Jornada nas Estrelas, já que faz parte do cânone) apenas para tentar expressar minha opinião de que uma coisa é não aceitar alguns episódios absurdos de uma série (como o do exemplo do cérebro do Spock ou o episódio da segunda temporada de Voyager, “limiar”, no qual Tom Paris e a Capitão Janeway viram lagartos e abandonam sua “prole” em um planeta), outra coisa é rejeitar toda uma série, mesmo que animada e não com atores, por causa de um ou outro detalhe ou episódio. A propósito: teria sido possível à série original, com toda sua contenção de despesas, ter mostrado o planeta Vulcano com tanta riqueza de detalhe ou ter feito uma animação convincente do Sehlat, animal de de Spock (que já havia sido mencionado no episódio “Journey to Babel”, como sendo semelhante a um urso e possuidor de presas), como vemos neste episódio “Yesteryear”? De fato, a criação da série animada permitiu que fossem extrapoladas as limitações da série original, mostrando planetas, ambientes, alienígenas, animais ou naves que não seriam possíveis com a limitação financeira da série original.
    Espero que me desculpem pelo comentário extenso, mas peço a compreensão por ter sido minha primeira postagem (tentarei ser mais breve nas próximas, se vier a fazer novas). Até mais.

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