DSC 1×08: Si Vis Pacem, Para Bellum

Com ingredientes certos, mas receita errada, episódio tem sabor de oportunidade perdida


Sinopse

Data estelar: 1308.9.

A USS Gagarin está numa batalha desesperada contra os klingons e recebe assistência da USS Discovery. São as duas contra seis naves inimigas — todas elas com dispositivos de camuflagem que tornam a luta ainda mais complicada. A despeito de todos os esforços, a Gagarin é destruída, forçando o capitão Lorca a bater em retirada.

Ele confirma ao almirante Terral o que relatórios da inteligência da Frota Estelar já sugeriam — o general Kol está no comando da reabilitada Nave dos Mortos e distribuiu a tecnologia de camuflagem entre casas aliadas, em seu esforço de governar um unificado Império Klingon. A Federação está sob risco de perder a guerra, o que torna a atual missão da Discovery ainda mais importante: um grupo de descida composto por Saru, Michael Burnham e Ash Tyler está no misterioso planeta Pahvo, local onde há um transmissor emite sinais subespaciais que, se ressintonizado, poderia servir como uma espécie de radar para detectar naves camufladas.

Até onde se sabe, o planeta só tem vida vegetal, e a missão do trio é caminhar até o transmissor e fazer as modificações necessárias. Saru se mostra impaciente para concluir a missão, mas Burnham e Tyler se sentem revigorados pela caminhada na floresta — o teletransporte só conseguiu colocá-los a 30 km do transmissor, por conta de interferência no sinal.

Durante a jornada, o trio é abordado por uma estranha nuvem brilhante de partículas que, a despeito de registrar no tricorder como parte da floresta, parece ter intenções e uma espécie de consciência, como que convidando os visitantes a segui-la — na direção oposta à do transmissor. Saru consegue estabelecer um contato inicial, que fica clara a presença de uma consciência. Isso muda os parâmetros da missão: será necessário convencer os pahvanos a deixarem que a Frota Estelar use seu transmissor.

O grupo segue a nuvem de partículas luminosas até uma espécie de cabana. Lá, enquanto Burnham e Tyler se sentem acolhidos pelo ambiente romântico, Saru tenta aprofundar o contato. Mas a verdade é que o kelpiano está muito perturbado. O que aos humanos soa como um suave sussurrar da floresta pahviana a ele soa como a ameaça constante e ruidosa de perigo, por conta de seus sentidos aguçados.

Quando o grupo se recolhe para dormir, Saru está torturado. Ele sai da cabana e pergunta se a nuvem brilhante não pode fazer o barulho parar. A nuvem então entra em sua mente e o deixa em um estado alterado de consciência — subitamente, ele está em paz.

No dia seguinte, Burnham e Tyler percebem a mudança de humor de Saru. Mas se apavoram quando o kelpiano esmaga seus comunicadores e anuncia que a missão mudara: eles agora vão viver lá, em Pahvo, abençoados pela harmonia do planeta. O comandante então sai para dizer a seus anfitriões que eles aceitarão o convite, dando a deixa para que Tyler e Burnham planejem uma ação alternativa — ela vai para o transmissor, enquanto ele distrai Saru.

E assim eles procedem, numa estratégia que funciona por algum tempo. Mas, quando o kelpiano percebe que está sendo enganado, ele parte em disparada atrás de Michael. Uma luta corpo a corpo se segue, em que Saru tenta destruir o equipamento da Frota Estelar. Burnham, contudo, consegue tonteá-lo com um feiser, enquanto ele, aos prantos, a acusa de sempre tirar as coisas dele — uma velha ferida se abrindo.

Os pahvanos se manifestam, e Michael faz um apelo desesperado para que eles os ajudem a colocar um fim no conflito com os klingons e cooperem com a Frota Estelar. Saru ainda os adverte de que o planeta será destruído, caso eles antagonizem os klingons, mas os pahvanos parecem decidir cooperar e acionam seu transmissor cristalino interestelar. O grupo de descida então é transportado à Discovery, mas Saru está desolado. Na enfermaria, ele pede desculpas por suas ações e confirma que estava consciente de tudo, mas nunca havia experimentado paz como a que sentiu em Pahvo.

Na ponte, o clima não está para festejos. O transmissor pahvano, em vez de transmitir apenas na frequência subespacial da Federação, mandou sinais também para os klingons — um convite, na tentativa de harmonizar as partes em conflito. Mas ninguém está apostando que uma solução diplomática é possível.

Com efeito, a nave de Kol detecta o sinal e se prepara para marchar a Pahvo. Por lá, também houve ação. L’Rell apareceu e ofereceu sua lealdade a Kol, destacando suas habilidades como interrogadora. O general então ordena que ela torture a almirante Cornwell. Mas a conversa toma um rumo inesperado, quando L’Rell diz à oficial da Frota Estelar que quer desertar. Ambas ensaiam uma fuga, mas, quando são flagradas, têm de lutar para disfarçar a aliança. Cornwell fica desacordada, e L’Rell diz que vai se desfazer do corpo — nisso, ela descobre que Kol matou todos os seus antigos aliados da casa de T’Kuvma. Sobre seus corpos, ela jura vingança.

De volta à ponte da nave-sarcófago, ela pede para ser aceita na casa de Kor, e Kol parece de início concordar, mas depois da a entender que sabe das mentiras dela e ordena que seja torturada e punida. Enquanto isso, a frota klingon viaja para Pahvo…

Comentários

“Si Vis Pacem, Para Bellum” tem todos os ingredientes de um episódio clássico de Jornada nas Estrelas. E, ao mesmo tempo, prova que não bastam os ingredientes; é preciso também ter a receita correta.

Numa primeira olhada, ele faz o serviço designado a ele — conduzir a trama geral de Discovery do ponto A ao ponto B, que, no caso em questão, é um confronto importante entre a Frota Estelar e o Império Klingon, tema que ficou “pendurado” para ser abordado no episódio seguinte.

Porém, numa análise um pouco mais detida, o que faltou foi a sensibilidade certa, sobretudo naquela se se apresenta como a trama principal do segmento — a aventura do grupo de descida no misterioso planeta Pahvo.

Muita expectativa foi criada em torno desse episódio, com membros da produção e gente que leu o roteiro original de Kirsten Beyer apontando-o como um ponto alto da temporada, Star Trek clássico capaz de arrancar lágrimas com o drama de Saru.

Houve, contudo, grande diferença entre a expectativa e a realidade. A distância entre ambas veio, em grande parte, da execução, em especial a edição, que mais uma vez prioriza o ritmo acelerado e acaba deixando o quebra-cabeça com peças faltando. Entende-se que é uma decisão estética, uma vez que tempo não faltava para executar a história. Do jeito que ficou, ele terminou com apenas 41 minutos, o segundo mais curto da temporada, perdendo apenas para “Battle at the Binary Stars”.

Aí a gente bate olho no que restou e fala, bem, temos um “estranho novo mundo”, à moda de Star Trek clássica, temos uma trajetória trágica e dramática para Saru, temos socos e pontapés no desfecho, no melhor estilo da série original, temos uma espécie alienígena que lembra muito as criaturas de energia superiores encontradas por Kirk e cia. dali a dez anos — os pahvanos são uma versão suavizada e mais misteriosa dos organianos, que também forçaram um confronto entre a Federação e o Império Klingon no clássico “Errand of Mercy”. Com todos esses ingredientes, o que poderia dar errado?

Bem, “errado” não é a palavra. O que mais me chama atenção aqui é o “potencial perdido”. Virando a pergunta de ponta-cabeça, como foi possível, com todos esses elementos, não gerar um episódio clássico, apaixonante, de Jornada nas Estrelas?

Fazendo uma aposta, diria que faltou profundidade — em tudo. Os pahvanos começam e terminam como um mistério, mas a mística do planeta e de seus habitantes não é desenvolvida. Em vez de vivenciarmos os efeitos de Pahvo sobre Saru, o que temos é “Saru fica doido e explica no final o que rolou”. Durante a história, jamais entramos na mente do kelpiano para sacar o que o planeta fez com ele. Nem uma pista. E, com uma explicação sumária, sem essa vivência (substituída por uma sequência rápida de cenas recicladas de outros episódios), acabamos ficando no raso — Saru é de uma espécie que não está no topo da cadeia alimentar em seu planeta e, como boa presa, tem uma sensação aguçada de perigo. Saru vive apavorado e tentando controlar seu pavor — meio como Spock tentava controlar suas emoções. Mas tudo isso nós já sabíamos. O episódio perde a oportunidade de aprofundar o tema ou dar novas nuances a ele. Começa a preocupar o fato de Saru soar como um “samba de uma nota só”.

A relação entre ele e Michael — a noção de “irmãos rivais” — é explorada aqui novamente e é consistente com o que vimos antes. Mas, de novo, ela não avança muito os dois personagens. Para uma série que se propõe a serialização, temos uma oportunidade perdida aqui de fazer o relacionamento deles evoluir.

Isso talvez tenha acontecido pela opção de levar Tyler junto para o grupo de descida e, com isso, desenvolver o relacionamento amoroso entre ele e Michael. OK, as cenas deles funcionam, mas, fora isso, Tyler parece supérfluo na história.

Enquanto o grupo de descida tem sua aventura em Pahvo, a bordo da Discovery vemos vários desenvolvimentos interessantes — um sinal de que Stamets, agora de volta ao seu estado ranzina, está de fato sofrendo efeitos adversos da fusão de seu DNA com o do tardígrado. Ele parece vagarosamente estar perdendo a sanidade, o que certamente aponta na direção de problemas mais adiante. A cadete Tilly é usada de forma efetiva como personagem nessa trama, indo além da função habitual de “sidekick” de Burnham. Bom para ela.

Lorca, mais uma vez, tem a chance de brilhar onde ele mais brilha — como um capitão combatente. A cena que abre o episódio, com o esforço para salvar a USS Gagarin do ataque dos klingons, é certamente a mais efetiva da série até agora em retratar uma batalha. E ajuda a ilustrar o fato de que Kol está distribuindo dispositivos de camuflagem para seus aliados, tornando bem menores as chances de a Federação vencer a guerra com facilidade.

E temos também uma sequência no “núcleo klingon” da série, em que vemos L’Rell interrogando a almirante Cornwell e tecendo suas mentiras, enquanto Kol consolida seu poder sobre o império na nave-sarcófago.

Todas esses elementos são apresentados quase como “marcos” que o episódio precisa atingir para manter a trama mais ampla de Discovery em andamento. É um jeito meio apressado e curioso de desenvolver o enredo — um que não permite que saboreemos o universo ficcional. Não estão faltando vozes klingons entre os klingons? A nave-sarcófago quase totalmente desabitada, na atabalhoada cena de “quase fuga” de L’Rell e Cornwell, serve de metáfora para os klingons. Onde está o Império? Onde estão as lideranças? As casas? O que eles estão fazendo?

Discovery se propôs a dar atenção ao “lado klingon”, o que é uma boa ideia. Mas ela parece viver uma crise de identidade quando não vai fundo o suficiente, mantendo apenas o mínimo necessário para seguirmos o enredo. Falando concretamente, até agora tivemos quatro personagens klingons principais: T’Kuvma, Voq, L’Rell e Kol. E tudo que podemos dizer sobre eles cabe em uma linha. T’Kuvma, o messias passional martirizado; Voq, o seguidor plebeu ungido à liderança; L’Rell, a trapaceira mentirosa; e Kol, o líder militar impiedoso.

Por um lado, já é mais variedade cultural do que costumávamos ver nos klingons em encarnações anteriores. Por outro lado, ainda fica longe de desenvolver esses personagens como “pessoas” em quem você possa acreditar. Suas motivações são todas muito simples, salvo talvez por L’Rell, o que é compatível com o tempo de tela que se devota a eles, mas incompatível com a ideia de que teríamos realmente uma visão profunda do Império Klingon e sua diversidade cultural.

É algo que não faria falta se os roteiristas não estivessem colocando os pés na água. Ou seja, se não tivéssemos cenas klingons independentes da trama a bordo da Discovery, não precisaríamos nos preocupar com a motivação deles. Mas, como temos, não basta por os pés na água — é preciso nadar.

A sensação geral é que falta respiro. E “Si Vis Pacem, Para Bellum”, justamente por se escorar numa premissa introspectiva — é o efeito que um planeta consciente e em harmonia tem sobre o perturbado Saru –, traz à tona a superficialidade com que certas linhas narrativas estão sendo tratadas na série.

Fica a admiração por tentarem ir mais longe, mas faltou coragem para apostar nisso para valer. Por que não fazer um episódio inteiro só com o grupo de descida em Pahvo, que explorasse mais o conceito e a mitologia desse planeta misterioso, assim como seus efeitos sobre a tripulação? E por que não um episódio inteiro para lidar com a trama de L’Rell e Kol, entrelaçada com o aprisionamento da almirante Cornwell e o sumiço de Voq, talvez temperado pela crise de Stamets e os esforços da Discovery para tentar equilibrar os rumos da guerra num momento em que os klingons parecem estar mais perto da vitória?

Uma das premissas básicas de um programa serializado é que a trama precisa servir aos personagens. Note como “Lethe”, apenas duas semanas antes, fez isso por Michael Burnham e Sarek, explorando esses personagens de forma profunda, refletida, fazendo evoluir a relação entre eles e lançando luz sobre o contexto de suas vidas.

Agora faça o contraste com “Si Vis Pacem, Para Bellum”, com todo o seu potencial inexplorado, invertendo essa lógica fundamental. Aqui, os personagens é que servem à trama, e nem mesmo Saru sai muito diferente do que começou.

Os ingredientes estavam todos lá. Com mais cinco minutos de duração distribuídos nos lugares certos e um cadinho mais de inspiração e reflexão, o episódio poderia nos ter oferecido uma receita bem diferente — e certamente mais apetitosa.

Avaliação

Citações

Lorca – There will be time to grieve. This is not that time.
(“Haverá uma hora para sofrer. Esta não é a hora.”)

Burnham – The needs of the many…
(“As necessidades de muitos…”)
Tyler – …are worth fighting for. Are worth dying for. But so are the needs of the few.
(“…merecem que lutemos por elas. Merecem que morramos por elas. Mas também as necessidades de poucos.”)
Burnham – Or the one.
(“Ou de um.”)

Saru – You won’t stop taking!
(“Você não para de tirar!”)

Trivia

  • O título do episódio é um antigo adágio em latim, que significa, “se você quer paz, prepare-se para a guerra”. É o nono episódio com título em latim na franquia.
  • Este é o terceiro episódio da franquia, e o segundo de Discovery, a não ter um teaser e começar diretamente no primeiro ato. Além dele, “Encounter at Farpoint”, de A Nova Geração, e “Magic to Make the Sanest Man Go Mad”, de Discovery, não tiveram um teaser.
  • Kirsten Beyer, roteirista do episódio, é conhecida do fandom por ter escrito vários romances de Star Trek: Voyager. Este é seu primeiro trabalho televisivo para a franquia.
  • Ted Sullivan, roteirista e co-produtor executivo, contou como Beyer teve a ideia para o episódio e especificamente o conceito do planeta Pahvo. “Ela queria explorar a ideia de paz em meio à guerra”, diz. “Ela escreveu uma bela história. Ela pega ideias e vira-as de ponta-cabeça, e acho que foi isso que ela fez tão belamente aqui. Acho que foi singular ver as coisas do ponto de vista de Saru.”
  • No roteiro original, Michael Burnham conta que o misterioso sinal subespacial emitido por Pahvo a encanta desde criança. Sua mãe adotiva, Amanda, ligava o rádio subespacial para que ela pudesse ouvi-lo em Vulcano. No episódio final, o diálogo é trocado pelo diário de bordo.
  • A atriz Jayne Brook revelou que a cena de interrogatório de sua personagem, a almirante Cornwell, por L’Rell era bem mais longa do que a que foi ao ar.
  • O romancista David Mack, que escreveu o primeiro livro de Discovery, também elogiou o roteiro original de Beyer antes da exibição. “Se o episódio ficar tão bom quanto o roteiro… quer dizer, o roteiro dela era incrível. O roteiro dela me fez chorar, era lindo. O final do roteiro é de partir o coração. Espero que a equipe de produção e de edição e de pós-produção e todo mundo, espero que eles executem o roteiro na tela tão bem quanto ela o escreveu na página. Se eles fizerem seu trabalho tão bem quanto ela, não haverá um olho seco na casa no 108.”
  • A tentativa dos pahvanos de trazer paz à Federação e ao Império Klingon lembra a atitude dos organianos em “Errand of Mercy”, da Série Clássica. Já sua influência sobre Saru lembrou o efeito que os esporos de Omicron Ceti III tiveram sobre Spock em “This Side of Paradise”.
  • A almirante Cornwell diz a L’Rell que a Federação não tem pena de morte. Se isso for verdade, sabemos que em 2256 a Frota Estelar ainda não instituiu a Ordem Geral Sete, que prevê pena de morte para quem desafiar a proibição de visitar Talos IV — planeta originalmente visitado pela Enterprise, sob o comando do capitão Pike, em 2254 (“The Cage”).
  • O romance de Tyler e Burnham começou numa linha do tempo alternativa, em “Magic to Make the Sanest Man Go Mad”, a exemplo do que aconteceu com o curto romante entre Worf e Troi em A Nova Geração, que foi visto primeiro em uma realidade alternativa em “Parallels”.
  • As cenas em Pahvo foram gravadas em locação em Hilton Falls e nas Kelso Conservation Areas, em Milton, Ontário, no Canadá. O clima estava chuvoso e quente, o que dificultou bastante a produção.

Ficha técnica

Escrito por Kirsten Beyer
Dirigido por John S. Scott
Exibido em 5/11/2017
Produção: 108

Elenco:

Sonequa Martin-Green como Michael Burnham
Jason Isaacs como Gabriel Lorca
Doug Jones como Saru
Anthony Rapp como Paul Stamets
Mary Wiseman como Sylvia Tilly
Shazad Latif como Ash Tyler

Elenco convidado:

Jayne Brook como Katrina Cornwell
Mary Chieffo como L’Rell
Wilson Cruz como Hugh Culber
Kenneth Mitchell como Kol
Michael Boisvert como Kovil
Conrad Coates como almirante Terral
Emily Coutts como Keyla Detmer
Anthony Grant como oficial de comunicação klingon
Julianne Grossman como computador da Discovery
Patrick Kwok-Choon como Rhys
Sara Mitich como Airiam
Oyin Oladejo como Joann Owosekun
Ronnie Rowe Jr. como Bryce
Tyler Evan Webb como guarda klingon

Confira o TB ao VIVO falando sobre o episódio

E leia a opinião do colunista Luiz Castanheira aqui.

201 Comments on "DSC 1×08: Si Vis Pacem, Para Bellum"

  1. Gente, cadê o episódio? 5:35 e até agora nada.

  2. Guilherme C. Grunewald | 6 de novembro de 2017 at 6:09 am |

    To aqui também… vou dormir e assisto quando acordar que não ta dando esse sono.

  3. Guilherme C. Grunewald | 6 de novembro de 2017 at 6:13 am |

    Opa… saiu!

  4. Que me dera eu pudesse dormi. Saindo pro trabalho agora. E nada de episódio.

  5. Opa saiu o episódio! Pelo menos vou poder baixar e ver durante o almoço!

  6. A Sra. Netflix atrasou o episódio dessa semana! O jeito foi assistir o episódio 8 a caminho do trabalho pelo celular mesmo. hehe Não obstante o consumo de dados do meu plano de telefonia móvel, a estratégia valeu a pena. Episódio excelente. Todos os seguimentos foram muito bem esplorados, a missão avançada no planeta, os klingons. Curti bastante, pena que só veremos a conclusão na semana que vem! :'(

    Esse episódio me lembrou muito Errand of Mercy de TOS e os nativos me lembraram os organianos, seres de energia que vivem em paz e equilíbrio.

  7. Episódio fraquinho. Já chuto o proximo: Cristal gigante do planeta Avatar atrai a nave sarcófage e a Discovery e forçam a paz entre a federação e o império do tipo que Orgânia fez/fará. Só que proibem a tecnologia de esporos. Enquanto isso LRell toma o poder de Kol.

  8. Esse foi ruim demais e cheio de falhas.

  9. Pelo menos acaba essa guerra chata de uma vez rsrsrsr

  10. Se prepare rsrsrs

  11. Eu gostei bastante. Mas acredito que o climax ficará para o próximo episódio.

  12. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 9:45 am |

    Episódio foi OK, o problema continua sendo a parte Klingon que não funciona a contento.
    2,5/4

  13. Eu tenho a impressão que a klingon L’Rell está manipulando o Kol, ela é um personagem muito interessante. Não sabemos o que de fato ela pretende, suas intenções. Não sei se a almirante foi realmente morta por ela. Sua personagem deixa mais perguntas no ar, do que respostas.

  14. Claudio Arrochela | 6 de novembro de 2017 at 11:24 am |

    Acho que o comentario do CAAL da pistas, meio que avatar e tratado de organia…. fiquei muito triste com a Michael falando que acabando a Guerra e sua utilidade seu destino seria a prisao novamente…e o Stamets rabugento de novo…sera que trocou com seu Eu do espelho de volta….??/

  15. Mauricio Silva de Moura | 6 de novembro de 2017 at 12:09 pm |

    Michael começa a mostrar seu carisma, começa a se sobressair na trama. Saru é fantástico. A série começa a dar gosto de acompanhar a sequencia. Muita coisa boa ainda estará por vir. Me agradou tambem a descida em outros planetas. Deveria ser esse o caminho para os roteiristas seguirem. devem explorar novas civilizações, novos mundos. Somente em naves não é muito interessante. tem que descer mesmo para novos mundos. essa é a graça da Franquia..

  16. Eduardo Henrique Chagas | 6 de novembro de 2017 at 12:21 pm |

    Se alguém estava sentido falta de episódios estilo TOS/TNG, com exploração, “planeta da semana”, “aliens da semana”, primeiro contato, primeira diretriz e demais tropos tradicionais de Jornada, aí está, dois em sequência. E desta vez, sem prejuízo do andamento do arco principal.

    Apesar de preferir o novo sistema de narrativa seriada, este ep e o anterior não me incomodaram, muito pelo contrário. Ainda não consegui achar um episódio genuinamente ruim em DSC.

    Tenho a impressão de que Jaman.. digo, a Almirante, não morreu. A capitão klingon dá um baile de dissimulação de todos os lados. Nem mesmo o “núcleo klingon” da novela me incomoda, como a muitos colegas. E gostei de ver que algumas Casas têm uniformes que remetem mais à armadura tradicional.

  17. André Pinheiro | 6 de novembro de 2017 at 1:23 pm |

    Olha isso. Fui buscar minha esposa na Rodoviária hoje, quase assisti, mas não rolou. Preferi dormi um pouco. Ainda bem. ahahhaha

    https://uploads.disquscdn.com/images/4fc25c9d728c9977fa6bfb5e565c8548711cd0487bfdc0cd6c2ed770424c6409.jpg

  18. Ronaldo Adriano | 6 de novembro de 2017 at 2:16 pm |

    Achei o filme gostoso de assistir, descer em um planeta tipo Avatar, foi muito refrescante até, o Saru foi explorado novamente, muito bom, estou virando fã incondicional deste personagem. Vasculhando no Youtube achei uma comparação interessante, a Capitâ da USS Saratoga vista no início do filme Star Trek IV ser a Michael Burnham quando estiver mais velha, as atrises são parecidas, e poderia se encaixar pois nunca soubemos o nome daquela capitâ

  19. “…não há pena de morte na Frota Estelar….”, só esqueceram de avisar a falecida Almirante sobre a Ordem Geral 7…..

    https://m0vie.files.wordpress.com/2013/03/tos-themenageriepart1j.jpg

    O episódio bom, porem daqueles que apenas agrega volume na temporada, ao meu ver o mais fraco até agora (o pior dos melhores), apesar da boa cena inicial da batalha em que a USS Gagari é destruída. Sinais do Ten. Saru com o seu jeito “estranho” de demonstrar afeto a Michael e sua corrida para alcança-la bem original. Questão curiosa: Tenente Staments demonstrando sinais de que está viajando pelo Universo do Espelho?! E quais universos seriam estes Espelho Clássico ou Kelvin time-line ou outros, já que há vários universos alternativos (TNG, Parallels – S7Ep11).

  20. Assim será daqui por diante? Às 6hs somente poderei assistir Segundas à noite.

  21. Ronaldo Adriano | 6 de novembro de 2017 at 2:53 pm |

    Acho um absurdo quando houvi pela primeiva vez inclusive esta orgem geral sete. Pensei comigo, em pleno século XXIII ainda teremos pena de morte? Achei um erro da cabeça dos roteiristas da década de 60 isto.

  22. Apenas uma dica. Nunca deixe de ir pegar sua esposa na rodoviária para ver Discovery. Rs.

  23. A Ordem Geral 7 foi implementada depois da visita da Enterprise a Talos IV. Não sabemos se já ocorreu. E também não há certeza se a almirante está morta.

  24. Do tipo?

  25. Acaba? Tem certeza?

  26. Ainda não há pena de morte! A ordem geral que diz respeito sobre TALOS IV ainda não foi instituída. A pena de morte foi adotada muito especificamente para esse caso, um alerta para quem adentrar no sistema Talos IV!

    Acontece que a Enterprise e seu antigo capitão Pike ainda não praticaram os eventos que forçariam a Federação e a Frota Estrelar a adotar a pena de morte.

    É absurda a adoção da pena de morte, qualquer que seja a escusa, principalmente quando a humanidade existe num futuro tão promissor.

    Cesare Beccaria, um iluminista italiano escreveu, ainda no séc. XVIII, a sua obra prima “Dos Delitos e Das Penas”. aonde combate veementente a pena de morte. Mas parece que alguém da Federação no Séc. XXIII ainda não leu esse livro.

  27. Água.

  28. Concordo, embora dessa vez teve uma condução melhor.

  29. Eu tb não gostei 🙁
    Vou ter que começar a ver a noite. Sempre corri para assistir o episódio da semana para ser um dos primeiros a comentar aqui! Droga… haha

  30. leonardo da costa ferreira | 6 de novembro de 2017 at 4:02 pm |

    Eu gostei do episódio. Alguns poucos comentários.

    Primeiro: O personagem do capitão Lorca parece tirar “o dele da reta” muito rápido quando a situação exige. Ele acusa a Michael de ter falhado na missão com muita veemência tanto que ela precisa do suporte do tenente Tyler. É medo de ser responsabilizado pelo Comando da Frota? Trauma do último comando? Aguardemos….

    Segundo: O tal episódio do universo espelho parece ser fundamental para explicar a atitude de muitos personagens da trama tais como o capitão Lorca e o tenente Staments. Todos tem tido posições muito ambíguas para o padrão Star Trek. Aguardo ansioso este episódio.

  31. Já havia mudado das 4hs para as 5hs quando iniciou nosso horário de verão, agora mudou novamente quando terminou o deles.

  32. A Kelvin time line não existe para os roteiristas.

  33. Manda para a CBS. Pera. Calma que tem mais 7 episódios.

  34. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 5:27 pm |

    Cutucou, guardou e correu pra galera.

  35. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 5:33 pm |

    Sim, mas acho que a questão da Língua acho que tem um impacto negativo, apesar de ser legal.
    Achei as cenas “Klingon” um pouco aceleradas e me confundiu um pouco, especialmente o final entre o Kol e a L’rell.
    Mas de resto foi bacana, a parte do Planeta com Saru (Doug dando um show) e a Michael ficou muito ST clássico. E como imaginei será o primeiro de uma série de 3, então vou esperar mais para avaliar o conjunto.

  36. Tomara que acabe.

  37. Curioso é que eu também acho que não existia roteiristas dentro da Kelvin time line, pelo menos bons roteiristas!

  38. Talos IV – 2254

  39. Pessoal, tava pensando… será que estes seres são organianos? São muito parecidos! Será que teremos um gancho com Errand of Mercy de TOS aqui? O que vocês acham?

  40. André Pinheiro | 6 de novembro de 2017 at 5:51 pm |

    Sobre o Staments, tenho a impressão que ele vai para o futuro nessas viagens, e por isso ele chama a cadete de capitã.

  41. André Pinheiro | 6 de novembro de 2017 at 5:55 pm |

    Seria na volta, mas como já tinha perdido uma hora de sono, não quis arriscar perder horário. Agora se continuar sempre as 6, eu consigo assistir, não consigo acordar as 5 hrs da manhã. ahahhaha

  42. A Ordem Geral 7 ainda não foi criada, pois o capitão Cristopher Pike e sua Enterprise ainda não visitaram Talos IV. Isso deve estar próximo de acontecer, após a guerra klingon.

  43. Talos IV – 2254 – Discovery 2256

  44. Bem pensado também

  45. Alexandre Santos, bons tempos em que Band tinha narradores e, principalmente, comentaristas……….

  46. Antonio de Pádua | 6 de novembro de 2017 at 7:08 pm |

    Tive este mesmo pensamento. Ele está alternando entre passado, presente e futuro

  47. Antonio de Pádua | 6 de novembro de 2017 at 7:10 pm |

    Achei o conceito geral do planeta “muito parecido” com o que vimos em Avatar.

  48. Prefiro acreditar que sim. Mesmo sem até hoje ter visto Errand of Mercy a fama do episódio foi suficiente para, ao ver este episódio agora de Discovery, eu ficar com uma intensa sensação de Deja vu às avessas.

  49. A parte inicial do episódio foi perfeita. Que cena de batalha bem realizada e a sensação de perda que eu senti quando a nave foi destruída foi tão palpável, parecia que eu fazia parte da tripulação da Discovery naquele momento.

  50. A parte Klingon não me trouxe incômodo, gostei, apenas achei que o Kol desistiu fácil demais de averiguar aquela situação daquela klingon que estava no corredor com a almirante (caraca como se escreve o nome da klingon amiguinha do Tyler?).

  51. Nota 3 para o episódio. O que me incomodou foi a parte do planeta por dois motivos. Pela semelhança com a situação dos Organianos (não vi ainda Errand of Mercy mas sei da fama) e porque tiraram muito facilmente da manga esta solução mágica para o problema da camuflagem Klingon. Ah, tem mais uma coisa, eu criei uma expectativa tão grande para a atuação do Doug Jones, por conta do último Aftertrek (pô, disseram que o cara iria merecer um Emmy), que na hora H não me cativou tanto. Ah, tem mais uma coisa, essa correria toda de Discovery está começando a me incomodar mais do que eu gostaria. Tomara que uma das primeira decisões sobre a segunda temporada seja acrescentar mais uns dez episódios. Abraços 🖖

  52. Certeza. Pensei isso na hora.

  53. Discovery é aquilo que o JJ teve a oportunidade, mas não a competência, de fazer. Mesmo, a meu ver, se considerarmos as diferenças e necessidades da tela grande.

  54. Trívia: A primeira vez em que um capitão de Star Trek grita “is that clear?!”. Será?

  55. Caraca nem lembro bem de Avatar, acho que dormi no cinema.

  56. Antonio de Pádua | 6 de novembro de 2017 at 8:23 pm |

    Em resumo, planeta aonde todas as formas de vida se interligam em uma consciência única

  57. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 8:32 pm |

    Capitão chefe de chão de fabrica!

  58. Pior episódio da série até aqui. Muito corrido. A batalha inicial não me passou nenhuma emoção. Não há simpatia nenhuma pela nave da Federação destruída. Enfim, o episódio não me divertiu em nada. E ainda não consigo engolir esse visual dos klingons. Tenho vontade de vomitar!

  59. I full agree. Mas imagino uma saída pelo menos para o visual Klingon. E se a técnica usada pra transformar Voq em Tyler se propagasse pela população klingon através de um vírus ou algo assim? Esse vírus faria com que a população klingon infectada mudasse sua aparência para humana (visual TOS) e com o passar das gerações esse vírus fosse se atenuando e os klingons aos poucos fossem recuperando sua forma origina, mas não de todo (visual TNG, DS9, VOY)? Ok, minha teoria não dá conta de ENT. Talvez os klingons de ENT venham do futuro via guerra temporal? Gente eu tentei pensar em ALGUMA COISA pra justificar o injustificável. Quem apoia?

  60. Dois anos antes de Discovery. Mas a almirante fala sobre o destino dos prisioneiros de guerra

  61. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 10:28 pm |

    A tentativa em ENT foi interessante de se explicar, mas o fato é que a emenda ficou pior que o soneto. Veja bem, como explicar Kor com a testa lisa em TOS e depois com a testa enrugada em DS9 (Ah sim ele deve ter ido no Dr Ray do quadrante Beta).

    A questão visual de TOS estava meramente atrelada as condições de maquiagem da época, se o Roddenberry tivesse os recursos atuais com certeza os Klingons se pareceriam mais alien do que foram, e esse é o caso desses “novos” Klingons.

    Não me incomoda o visual, mas se DSC tivesse se passando pelo sec 25 talvez desse para inventar algo, como não é, essa questão visual requer abstração por parte dos fãs (O que convenhamos já fazemos bastante em ST).

  62. Não vão fazer isso. Assimile ou seja destruído. rsrsrsrsrs

  63. Desistiu? Você viu todo o episódio? Ela jura lealdade e no fim ele disse que não caiu na mentira dela. Ela foi até convincente em matar a almirante mas a desculpa foi muito fraca.

  64. Difícil mesmo. Mas gostaria muito de ver essa questão bem amarrada. Se fosse assim os vulcanos, andorianos, etc deveriam ter mudado de aparência tbm ao sabor da evolução das técnicas de maquiagem.o/

  65. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 10:40 pm |

    Sisko deve ter um quadro de Lorca em sua sala com os dizeres: “Ao mestre com carinho”

  66. Vi todo o episódio. No entanto, mesmo com o Kol não confiando nela ao fim, julguei que na parte que citei ele confiou. E se a almirante fugiu viva, se o Kol houvesse desconfiado naquele momento a almirante ainda estaria sob custodia dele.

  67. João Luiz Silva Cruz | 6 de novembro de 2017 at 10:42 pm |

    A questão visual sempre é uma coisa controversa, os Romulanos já mudaram, os Trill, e até mesmo as testas enrugadas dos Klingons headbangers sofreram mudanças, coisas de Star Trek. Abraço.

  68. A luta já estava sendo travada, a Gagarin estava muito danificada. Lorca: “Teremos um momento para chorar mas este momento não é agora”. É a guerra.

  69. No primeiro momento em que você assistiu qual foi sua reação ao ver a almirante ser eletrocutada?
    Creio que ele achou que L´Rell matou a almirante pra fugir de qualquer desconfiança dela. Mas claro que ela estando lá com a almirante, sem estar na cela, já seria um ponto de desconfiança.

  70. Jotape Ferreira | 6 de novembro de 2017 at 11:17 pm |

    Também me lembrei de Avatar, até por causa do visual azulado.

  71. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:24 pm |

    Boa aposta. Mas não estou mais me incomodando com o visual klingon. Gostei da fala da minha mãe, que me iniciou em ST lá em 1900 e bolinha, quando passava nas tardes da Manchete. Disse ela -“Gostei desse visual dos klingons. Eles estão selvagens. Nao estao bobos (sic) cono em outros episodios de outras series. Dá medo”.
    Pronto. Acabou meu mal estar.

  72. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:26 pm |

    Cara, revendo Voyager e as outras series, de Boa, me irrita o contrário…o ritmo lento e a mania de resolver tudo nos últimos 5 minutos. Mas gosto não se discute e digo isso com o maior respeito. Mas tô gostando pacas de Discovery.

  73. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:29 pm |

    Para mim os episódios estão girando sempre entre 3 e 4. Mesmo revendo todos, não consigo achar ruim a ponto de dar um. Tem que ser muito ranzinza – rsrsrs. A L’rell tá no holofote essa semana. Espero que não morra. Mas não me surpreenderia se ela fosse outro alienígena. O modus operandi dela é muito romulano. Acho ela muito ardilosa e cerebral demais para um klingon.

  74. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:30 pm |

    Kkkkk

  75. Seria muita doideira, mas você está sendo preconceituoso com os Klingons. Eles formaram um Império que põe frente a Federação. Não podem ser chamados de burros.

  76. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:36 pm |

    Você imagina se ela for uma espiã do Tal Shiar infiltrada nessa guerra? O modo dela pensar e agir me parece romulano puro. Seria uma bela reviravolta.

  77. David Gaertner Curitiba | 6 de novembro de 2017 at 11:40 pm |

    Não Não, não quis ofender. Mas me parece que os klingons são mais Haevy Metal, são mais raiz e agressivos. Já romulano são ardilosa e dissimulados. E a L’rell é muito ardilosa. Mas em absoluto acho eles burrões .

  78. Para mim, tem sido a melhor intérprete Klingon até aqui.

  79. Fabiano Correia | 6 de novembro de 2017 at 11:47 pm |

    O episódio e um pouco interessante
    So esses klingons que não me convencem

  80. Ela é o “Mindinho” da série!

  81. Cara, que comentário legal esse de sua mãe. Ela é mais sabia que muitos trekkers mais jovens que ela. E que bacana ela ter te iniciado. Mande o comentário dela para os produtores, ou para o pessoal do Aftertrek, eles irão gostar e vai que eles comentam no ar. Será?

  82. Vamos negociar? Mais cinco episódios então!

  83. Saru desenvolvido de forma interessante (apesar de corrida mas esclarecida no final, na conversa com a Michael). Discussão guerra, paz, harmonia, 100% Star Trek.
    E vimos a primeira parte de um episódio duplo (triplo? Até o final da temporada?).
    Discovery sendo excelente mais uma vez… Mas apesar dos incontáveis recursos dramáticos de Seneqa MG, seu personagem começa a ficar “plano”. Que venha um novo Lethe.

  84. Bem, primeiro quero concordar com sua última frase, e saiba que eu defendo a nova série com unhas e dentes, quem me acompanha os posts sabe disso. Quanto a se resolver as coisas nos últimos minutos, isso era algo característico de qualquer série no “estilo antigo”, cada episódio por si, então agora não teremos tanto isso e eu também acho ótimo. Agora quanto à correria, meu caro, há de se ter tempo adequado para sutilezas, para a beleza, para a reflexão. Parafraseando um personagem de uma animação, quem adivinhar qual ganha um doce do pronenade de DS9, “Não se apressa a arte!”. Ah, mas temos beleza, sutilezas, reflexão em Discovery? Temos! Mas eu me pergunto como ficaria uma cena como a libertação do tartigrado por exemplo com mais alguns segundos para refletir e apreciar. Nesta correria toda do dia-a-dia, sinceramente, a próxima vez que eu tiver a rara oportunidade de apreciar um pôr do sol, ah meu amigo, tomara que eu tenha bem mais que alguns segundos para desfrutar. Abracos🖖

  85. E é a que fala mais rápido o idioma.

  86. Sim, e aí vão deixar a gente na mão, aguardando janeiro. Rs.

  87. David Gaertner Curitiba | 7 de novembro de 2017 at 7:27 am |

    Vai que dá certo né? Vou mandar

  88. Sim, não dá pra ter certeza da morte da Almirante. Ela é peça chave para os segredos de Lorca. Estou me divertindo muito com as discussões sobra as teorias a respeito de Stamets! Aliás, esse personagem, Lorca e Lilly sempre que aparecem (talvez pelo carisma e presença dos atores) roubam a cena. Concordo com a observação que Michael está se apagando. E Saru…sei não…não emplaca pra mim…quero ver mais da ciborgue/robô (ou sei-lá-o-quê), parece bem interessante.

  89. Preso no trânsito outro dia comecei a tentar encaixar todas as versões dos klingons de Jornada na cronologia das séries.
    Aspectos visuais à parte, os klingons mostrados em Enterprise parecem demonstram ser raivosos e bem avançados tecnologicamente> Não vi muito mais do que isso, mas talvez se a série tivesse mais algumas temporadas eles tivessem sido mais desenvolvidos.
    Em DSC vemos que disputas políticas racharam o império, que é algo bem frequente com os Klingons em todas as séries, alguns tentando se aproveitar disso com maquinações políticas e conspirações e um certo verniz religioso/messiânico.
    Em tempos difíceis não é incomum o surgimento dos “salvadores da pátria” ou dos “escolhidos por Deus” que têm convicção que podem levar sua gente para a glória. A história humana está cheia desses tipos geralmente criando grandes problemas.
    Mas o mais interessante é que em Discovery os Klingons, ao menos os líderes, tem se mostrados bastante ardilosos, que é como aparecem na série clássica onde sabotam, cooptam e influenciam outros povos (bem Guerra Fria). Ainda não temos os guerreiros honrados que tanto sucesso fazem entre os trekkers.
    Eles voltam a aparecer com destaque no terceiro filme, onde lembram mais piratas do que guerreiros e no sexto, onde a coisa fica interessante.
    Me parece que o império fica próximo da ruína completa nesse filme a ponto de precisar de ajuda dos inimigos, no caso a Federação, para sobreviver. Temos toda a analogia com o fim da Cortina de Ferro e a queda do Muro de Berlim já discutido várias vezes e o fim desse “status quo”, que assusta muita gente dos dois lados, é o que permite a trama mostrada no filme.
    Daí teremos novamente os klingons em destaque na figura do Worf, decadas depois.
    Um detalhe neste ponto é interessante.
    alguém lembra que em um momento da conferência de paz no filme VI é falado de um plano para evacuar Kronos devido ao acidente com a lua, mas na TNG Kronos continua lá firme e forte?
    Imagino que a evacuação tenha sido evitada graças à Federação e que a ajuda dela aos Klingons tenha durado por muito tempo, talvez décadas. Um império poderoso e orgulhoso teve que aceitar a ajuda de seu inimigo para sobreviver. Isso não deve ser muito bom para a auto estima.
    O que faz um povo enfraquecido e alquebrado para sobreviver para voltar a ter seu amor próprio?
    Volta-se para seu passado de “honra e glória”, para suas figuras míticas, mesmo que esse passado e essas figuras não tenha sido exatamente assim.
    Vamos citar dois exemplos humanos: O cowboy americano e o samurai japonês.
    Figuras míticas, mas que na realidade não foram tão nobres como a cultura popular os pintou.
    Daí os Klingos guerreiros apresentados a partir da Nova Geração. Acredito que criar essa imagem foi a maneira deles se auto afirmarem e manter, de certa forma, sua cultura viva aos eventos pós A Terra Desconhecida”.
    Essa imagem de “honra guerreira” é muito forte no Worf, que não podemos esquecer passou a maior parte da infância e juventude longe da convivência com os klingons tendo apenas a imagem mítica como parâmetro.
    Interessante também que essa imagem de guerreiros honrados é muito aclamada pelo alto comando klingon na Nova Geração e em DS9, mas sempre me pareceu mas como uma maneira de controlar o império do que realmente uma crença de valores. Esses comandantes não fazem nenhuma questão de seguir esses valores se é para se manter no poder como deixa claro toda a saga envolvendo a difamação da família do Worf e todas as maquinações do Gowron.
    As vezes me parece que o que temos de mais parecido com a humanidade em Jornada nas Estrelas são justamente os Klingons.

  90. Gostei desse!! Ficou assim meio Avatar, mas achei bem legal. Será que vai sair algum tratado tipo de Orgânia? Abs

  91. Preso no trânsito outro dia comecei a tentar encaixar todas as versões dos klingons de Jornada na cronologia das séries.
    Aspectos visuais à parte, os klingons mostrados em Enterprise parecem demonstram ser raivosos e bem avançados tecnologicamente> Não vi muito mais do que isso, mas talvez se a série tivesse mais algumas temporadas eles tivessem sido mais desenvolvidos.
    Em DSC vemos que disputas políticas racharam o império, que é algo bem frequente com os Klingons em todas as séries, alguns tentando se aproveitar disso com maquinações políticas e conspirações e um certo verniz religioso/messiânico.
    Em tempos difíceis não é incomum o surgimento dos “salvadores da pátria” ou dos “escolhidos por Deus” que têm convicção que podem levar sua gente para a glória. A história humana está cheia desses tipos geralmente criando grandes problemas.
    Mas o mais interessante é que em Discovery os Klingons, ao menos os líderes, tem se mostrados bastante ardilosos, que é como aparecem na série clássica onde sabotam, cooptam e influenciam outros povos (bem Guerra Fria). Ainda não temos os guerreiros honrados que tanto sucesso fazem entre os trekkers.
    Eles voltam a aparecer com destaque no terceiro filme, onde lembram mais piratas do que guerreiros e no sexto, onde a coisa fica interessante.
    Me parece que o império fica próximo da ruína completa nesse filme a ponto de precisar de ajuda dos inimigos, no caso a Federação, para sobreviver. Temos toda a analogia com o fim da Cortina de Ferro e a queda do Muro de Berlim já discutido várias vezes e o fim desse “status quo”, que assusta muita gente dos dois lados, é o que permite a trama mostrada no filme.
    Daí teremos novamente os klingons em destaque na figura do Worf, decadas depois.
    Um detalhe neste ponto é interessante.
    alguém lembra que em um momento da conferência de paz no filme VI é falado de um plano para evacuar Kronos devido ao acidente com a lua, mas na TNG Kronos continua lá firme e forte?
    Imagino que a evacuação tenha sido evitada graças à Federação e que a ajuda dela aos Klingons tenha durado por muito tempo, talvez décadas. Um império poderoso e orgulhoso teve que aceitar a ajuda de seu inimigo para sobreviver. Isso não deve ser muito bom para a auto estima.
    O que faz um povo enfraquecido e alquebrado para sobreviver para voltar a ter seu amor próprio?
    Volta-se para seu passado de “honra e glória”, para suas figuras míticas, mesmo que esse passado e essas figuras não tenha sido exatamente assim.
    Vamos citar dois exemplos humanos: O cowboy americano e o samurai japonês.
    Figuras míticas, mas que na realidade não foram tão nobres como a cultura popular os pintou.
    Daí os Klingos guerreiros apresentados a partir da Nova Geração. Acredito que criar essa imagem foi a maneira deles se auto afirmarem e manter, de certa forma, sua cultura viva aos eventos pós A Terra Desconhecida”.
    Essa imagem de “honra guerreira” é muito forte no Worf, que não podemos esquecer passou a maior parte da infância e juventude longe da convivência com os klingons tendo apenas a imagem mítica como parâmetro.
    Interessante também que essa imagem de guerreiros honrados é muito aclamada pelo alto comando klingon na Nova Geração e em DS9, mas sempre me pareceu mas como uma maneira de controlar o império do que realmente uma crença de valores. Esses comandantes não fazem nenhuma questão de seguir esses valores se é para se manter no poder como deixa claro toda a saga envolvendo a difamação da família do Worf e todas as maquinações do Gowron.
    As vezes me parece que o que temos de mais parecido com a humanidade em Jornada nas Estrelas são justamente os Klingons.

  92. O Voq deve ser um homem sem rosto da casa do Preto e Branco.

  93. Cara esse post vale um artigo! Tudo muito interessante, em especial a reflexão final. Qapla’

  94. huahuahuahau

  95. cara o visual ~la humano dos klingons foi estabelecido em Enterprise, por algum motivo ainda sobram alguns klingons puros…não consigo engolir mais os klingons de TOS, nossa como são covardes e frouxos!

  96. Excelente comentário, concordo com você em tudo. E mais, o seu post me inspirou a comentar uma cadinho também! Não vou dizer nenhuma novidade, vou dizer as mesmas coisas com outras palavras.

    Os klingons são um reflexo de nós mesmos! Hoje vemos em DIS os klingons mais belicosos do que nunca. E o mundo atual está mais belicoso também. Tememos uma guerra de proporções nucleares, que pode eclodir a qualquer momento, devido às tensões entre Coreia do Norte e EUA. Quem irá atirar primeiro?

    No mundo vemos também sentimentos nacionalistas fortes, como não se via a muito tempo. A xenofobia é crescente. Vamos fazer a América forte de novo, dizia o Trump em sua candidatura, enquanto prometia construir um muro entre nações. Os ingleses votaram em favor do Brexit.

    Sem falar no crescente fundamentalismo islâmico que assusta o ocidente, promovendo atentados constantes.

    Há ainda a guerra da síria, da instabilidade que o Putin representa para mundo. A China emergindo como potência e entrando em rota de conflito com os EUA em assuntos externos. Enfim, é uma gama de possibilidades a serem exploradas e os Klingons antes de TNG representaram uma faceta menos nobre da humanidade, conflitando com o nosso desejo de superação, muito bem representados pela Federação.

    Os klingons são sobretudo uma grande metáfora para problemas atuais da humanidade. Assim, através dos Klingons, Star Trek se torna atual e relevante. Eles são o espelho da nossa nossa ignorância, da nossa crueldade.

    A lua Praxis que explodiu sobre Kronos se correlacionava com o acidente nuclear em Chernobil, a paz só veio quando o império ruiu, assim como ruiu a União Soviética. O comunismo destruiu a economia da união soviética e tal como os Klingons, eles não podiam mais manter o nível de hostilidades e os gastos militares, então veio as conversações de paz e a abertura.

    Será que o império Klingon também passou por algum tipo de Glasnost e Perestroika? (esses nomes parecem ter saído do idioma Klingon) kkkkkk

    Curiosamente, se os Klingons eram os russos de ontem, hoje os klingons representa grande parte do eleitorado norte americano que comprou as ideias loucas de Trump e ajudou o eleger um maluco.

  97. Então, mas esses Klingons estão com visual ALIEN demais… Sério. só falta sair aquela segunda “boquinha” de dentro da boca deles…
    Agora, a engenharia Klingon é extremamente eficiente.
    Kol pegou a nave sarcófago a 3 Eps atrás ( sei lá quanto tempo se passou ), e repassou camuflagem a outras naves Klingons, que já implantaram a tecnologia. ( que sabemos que prosperou para todas as naves do império )
    Enquanto isso, a porra da Frota tem só UMA nave com a Tecnologia de motor de esporos.

    Sobre a batalha no inicio do EP.
    O Capitão Lorca é um doido suicida, se ele queria tanto proteger a USS Gagarin, ele deveria ter mirado os phaser nele nos torpedos que foram em direção a nave, e não jogar a Discovery em cima dos torpedos…
    Mas aquela era uma batalha perdida mesmo.
    Agora, como pode a frota estelar, em guerra, mandar apenas UMA Nave patrulhar uma região do espaço, sabendo que a capacidade bélica do Klingons é superior a deles.
    As naves deveriam fazer patrulha em dupla.. pelo menos.
    Klingons SÓ ATACAM se tiverem vantagem tática.

  98. Nota 3.0
    O Ep é OK… acho que teremos um mini arco com + 2 Eps.. ( assim espero )

    Agora, mudando de assunto.
    A engenharia Klingon é extremamente eficiente.
    Kol pegou a nave sarcófago a 3 Eps atrás ( sei lá quanto tempo se passou ), e repassou camuflagem a outras naves Klingons, que já implantaram a tecnologia. ( que sabemos que prosperou para todas as naves do império )
    Enquanto isso, a porra da Frota tem só UMA nave com a Tecnologia de motor de esporos.

    Sobre a batalha no inicio do EP.
    O Capitão Lorca é um doido suicida, se ele queria tanto proteger a USS Gagarin, ele deveria ter mirado os phaser nele nos torpedos que foram em direção a nave, e não jogar a Discovery em cima dos torpedos…
    Mas aquela era uma batalha perdida mesmo.
    Agora, como pode a frota estelar, em guerra, mandar apenas UMA Nave patrulhar uma região do espaço, sabendo que a capacidade bélica do Klingons é superior a deles.
    As naves deveriam fazer patrulha em dupla.. pelo menos.
    Klingons SÓ ATACAM se tiverem vantagem tática.

  99. Eu gostei da manobra, infelizmente… um torpedo passou.

  100. Será que os nativos do planeta não são organianos vivendo em outro mundo?

  101. Taí, uma boa teoria! Vai levar o crédito se estiver certo. Ela se parece uma romulana em espírito!

  102. Eduardo Henrique Chagas | 7 de novembro de 2017 at 3:55 pm |

    Mas os andorianos mudaram! É só comparar os que aparecem em TOS e TNG (acho que só teve um em TNG), e os de Enterprise. Mesma coisa os telaritas, os gorn, os tholianos.

    As séries 1990-2000 de Jornada eram ainda produções de orçamento médio (ao menos segundo os extras dos DVDs de DS9). Tinham limitações ligadas à época, à técnica e principalmente à grana (a mudança dos borg insetos para os borg robôs nos lembra disso). Puderam dar um upgrade em muita coisa herdada de TOS, principalmente no visual, mas ainda não eram tudo o que Jornada poderia ser, ao menos visualmente.

    DSC é uma produção premium, como os produtores gostam de falar de boca cheia. Com grana à vontade, faz muito mais sentido que os aliens sejam mais aliens, até os que já nos são familiares (por mais que isso contrarie a desculpa interna dada em TNG para existirem tantas raças humanoides “de testa” ou “de nariz”). Achei brilhante o comentário (qual foi o ep?) sobre humanos sequer terem os órgãos certos para serem abusados pelos klingons.

  103. Jotape Ferreira | 7 de novembro de 2017 at 4:06 pm |

    A almirante morreu mesmo? Se sim, só não foi mais “nhé” do que a morte do Kirkaço em “Gerações”, hehehe…

  104. Muito bom, Victor.
    só discordo do final, acho que a expressão “MAKE AMERICA GREAT AGAIN” tem um tom messiânico.

  105. Eu fiquei com a impressão de que ela arrastou o corpo da almirante lá para junto dos outros Klingons mortos, como meio de tirá-la de lá. Ela só estava desacordada. E a informação que ela deu para o Kol não era nenhuma novidade (para ela), ela já sabia disso quando fez o Lorca refém na nave prisão. Se ela tirar a almirante de lá, ela terá acesso à USS Discovery (já que irá pedir asilo) e ao Tyler (que é provavelmente o Voq)!

  106. Verdade! Tem um contexto messiânico sim. Muitos americanos acreditam na ideologia do “destino manifesto”.

  107. Star Trek Discovery – S01E09 Preview – Finalmente chegamos na Midseason

    https://www.youtube.com/watch?v=f4A8vzLUo2M

  108. Já viram essa abertura “alternativa” de Discovery feita por fãs?

    https://www.youtube.com/watch?v=4EwIgahBzKI

  109. A Discovery vai ficar saltando no espaço ao redor da nove sarcófago, aparece, atira e some. Depois aprece, atira e some de novo! Pelo jeito vai dar uma surra na nave sarcófago dos klingons. Só que o Stamets vai pirar de vez na batatinha.

  110. João Luiz Silva Cruz | 7 de novembro de 2017 at 6:00 pm |

    Parece que eram 3 naves federadas, pelo menos foi o que entendi.

  111. João Luiz Silva Cruz | 7 de novembro de 2017 at 6:27 pm |

    Eu vi, mas o cara fez mais para falar mal da abertura original. Então nem dou valor.

  112. Jotape Ferreira | 7 de novembro de 2017 at 6:33 pm |

    Não achei muito legal a música utilizada, deveriam ter colocado o tema de Jerry Goldsmith.

  113. Ele teve essa intenção? Um pena. A abertura original é linda. E ele fez um belo trabalho também. Ele tem o direito de não gostar do resultado da abertura original, mas não tem o direito de depreciar ou desmerecer o trabalho de outros.

  114. Eu gostei da música, mas o tema de Jerry Goldsmith é música para os meus ouvidos, sempre!

  115. João Luiz Silva Cruz | 7 de novembro de 2017 at 6:44 pm |

    Exato, eu vejo a abertura de Discovery faz jus a série, é uma abertura diferente para uma série com uma proposta diferente, e achei muito bem feita por sinal.

  116. Eduardo Henrique Chagas | 7 de novembro de 2017 at 6:46 pm |

    A “Manobra Lorca”! Mas também me parece que tem um prazo de validade bem curtinho…

  117. Possivelmente não. Não dariam ênfase ao arraste dela.

    E Mike e Tyler tem que justificar o teleporte a Sarcófago.

  118. João Luiz Silva Cruz | 7 de novembro de 2017 at 6:57 pm |

    Acho que não, no aftertrek a atriz deu uma entregada sem querer, dizendo que ela não morreria…depois tentou consertar…

  119. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  120. Sandro e Victor, escrevam um artigo e enviem para o TB publicar. Muito legal.

  121. David Gaertner Curitiba | 7 de novembro de 2017 at 7:31 pm |

    Cara que triste! Não acredito que passou tão rápido assim……quando voltam os novos episódios, Mesmo?

  122. Já vejo a L’rell pulando no pescoço do Tyler em um abraço daqueles de quem não se vê há muito tempo pra matar a saudade, e a Michael de lado levantando a sobrancelha vulcana. Rs.

  123. Pessoal, todas as nave federadas com exceção da Discovery eu imediatamente consigo as achar lindas, a Gagarin, a Europa, a Shenzhou, etc…

    A Discovery, no entanto, é como aquela pessoa que você acha interessante e legal, mas não necessariamente bonita, mas com o tempo ela fica até bonitinha, mas é por causa do carisma.

  124. Cena de batalha fantástica, me senti quase que um tripulante da Discovery compartilhando a dúvida e a apreensão se o segundo torpedo tinha ou não passado, e o sentimento de pesar vendo a nave ser destruída.

  125. Eu acho que o Tyler nem sabe que é Voq. A persona do Voq tá presa no inconsciente do Tyler, que se tornou a persona dominante. A Tyler pode até estar passando informações para a L’rell sem ter consciência disso! Como se sonâmbulo fosse. Que melhor espião aquele que não sabe que é espião.

  126. Cara eu acho a Discovery linda.

  127. Nossa por este trailer creio que não conseguirei ver o restante da temporada, pois a espera até janeiro vai acabar comigo antes.

  128. Mais alguém aí acha que a Tilly é a capitã da Discovery no universo espelho?

  129. Boa!!!

  130. Isso porque Stamets chamou a Tilly de capitã quando acordou da viagem!

  131. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:20 am |

    Então o Voq teria sofrido uma espécie de lavagem cerebral porém colocaram algumas coisas no sub consciente dele para passar as informações pros klingons
    Bem interessante Victor e bem Romulana essa tática(se eu não, e engano vi em algum lugar que a l’rell seria uma romulana disfarcada)

  132. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:21 am |

    Acho que não porque os organianos nessa época estavam disfarçados de uma civilização pré industrial

  133. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:23 am |

    Essas naves possuem um visual semelhante aos Nx

  134. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:24 am |

    Dado o fato que para subir de posição no universo espelho você tem que matar seus superiores…

  135. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:31 am |

    Gostei da sua análise sobre os klingons sandro
    Já imaginou a possibilidade de no século XXIII nos nos tornamos algo similar aos klingons ou ao universo espelho

  136. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:31 am |

    Concordo

  137. Fabiano Correia | 8 de novembro de 2017 at 12:34 am |

    24 casas pode ser que nem todos foram afetados pelo vírus de enterprise
    Afinal o império klingon e vasto

  138. Baixando minha nota pessoal de 3 para 2,5 após ver o TB ao vivo. Quem sabe após ler as resenhas mude ainda mais. Quando vi o episódio tive alguns incômodos que depois acabei relevando e até esquecendo ao ver os comentários aqui e tal, mas ao assistir o TB ao vivo percebi que meus incômodos iniciais foram de todos os participantes do TB. A parte do planeta mal desenvolvida, meio incompreensível em alguns pontos, só foi possível entender o problema real do Saru através da explicação dele no final e mesmo assim não houve liga, não me emocionei com o drama dele, pois o personagem não foi previamente desenvolvido ao ponto de compreendermos a sensação de medo tão intensa que ele viveu a vida inteira, ao ponto de considerar sua experiência no planeta um paraíso. O episódio passou a impressão de uma grande ideia não muito bem realizada. A parte da L’rell com a almirante passável mas com problemas. Fora a cena inicial magnífica da batalha todo o restante do episódio pecou pela correria, e uma aparente edição mal conduzida que cortou cenas mais do que deveria. A própria atriz que faz a almirante meio que lamentou no After Trek uma cena dela com a L’Rell que foi cortada na edição final. E tudo isso prejudicado por um hype exagerado, chegaram a dizer no After Trek anterior que o Doug Jones mereceria um Emmy por este episódio, e foi muito longe disso. Vamos aguardar com esperança um gran finale da meia-temporada digno desta série fantástica. Abraços.

  139. Deve ser isso mesmo. Creio uma das maiores evidências de o Tyler ser o Voq é o fato de que no After Trek nunca comentaram sobre o sumiço do personagem.

  140. Fábio! Quais erros?

  141. Concordo João com o final da cena entre Kol e L’rell. Achei que ficou confusa. Como ele deduziu que ela estava mentindo?

  142. E a que menos cospe também! Rsrsrs!

  143. João Luiz Silva Cruz | 8 de novembro de 2017 at 8:47 am |

    Bem sacado, pode ser mesmo

  144. Onde estava a mala da Bunham quando ela saiu correndo para ir naquela antena do planeta?
    Porque Saru não destruiu phasers juntamente com os comunicadores?

  145. Esse episódio vai ser bom, tô imaginando uma Tilly miserável no universo espelho, causando terror na galera. rs

  146. Stamets vai surtar de vez com vários saltos ao mesmo tempo

  147. Quem aposta comigo que o fim do ep vai ser o transporte da discovery pro mirror universe? rsrsrs

  148. A mala estava nas costas dela. Como uma mochila.
    Saru não destruiu os fasers porque o que ele queria evitar eram as comunicações, Fasers não são só para ataque ou defesa, podem ser usados como ferramentas de corte, para aquecimento, fontes de energia… Mas esta é a minha interpretação!

  149. Pra mim serve pra tapar o furo rs

  150. Eu realmente curti o episódio, não entendi como a live de ontem do Trek Brasilis achou inúmeros defeitos com relação a este episódio especificamente. Concordo com algumas coisas que foram ditas na live, mas com gostei das interações no planeta, dos personagens. Não era uma missão de exploração. Eles queriam estudar os recursos que aquele mundo tem a oferecer para vencer os klingons em batalha e esbarraram com uma nova forma de vida inteligente. Os nativos, por sua vez, dominaram a mente do Saru que passou a agir de forma estranha. Tudo foi bem satisfatório. Realmente não entendo como puderão aliviar a barra do episódio do anterior do Mudd e serem tão rigorosos com esse.

  151. Concordo com tudo! Mas gostaria de dizer algumas coisas a mais.

    Gente, quanto à nova concepção dos Klingons, não há como voltar atrás. O que está feito, está feito! O que não tem concerto, remediado está. hehehe

    Não teremos mais aqueles klingons metaleiros. Sinto muito!!!

    Agora, parem de lamentar e tentem curtir esses novos klingons. Há problemas? Há sim! Mas algumas mudanças de curso poderão ser tomadas já na próxima temporada.

    Vamos ser mais propositivos do que reclamões! hehe K’plá! 🙂

  152. Cara, concordo com pessoal do TB ao vivo em 95%. Eu já até havia comentado algumas coisas aqui desde o início. Até o momento não revi o episódio e sinceramente estou sem muita vontade, mas vou revê-lo e quem sabe terei uma nova visão.

  153. Olha, toda vez que os klingons entram em cena e tem algum destaque, o pessoal da live começa a reclamar. Porque esses não são os klingons que eles querem e que nos queríamos. E isso tem chateado muitos fãs.

    Mas quanto à nova concepção dos Klingons, não há como voltar atrás. O que está feito, está feito!
    Não teremos mais aqueles klingons metaleiros. Sinto muito!!! O que não tem concerto, remediado está.

    Agora, proponho pararmos de nos lamentarmos e procurar curtir esses novos klingons. Há problemas? Há sim! Todavia, eles artisticamente, ou criativamente ruins. São diferentes! Mas algumas mudanças de curso poderão ser tomadas já na próxima temporada para melhorá-los. Os próprios produtores já disseram que vão fazer um apanhado do que funcionou e o que não funcionou.

    Quanto aos phavianos e missão avançada no planeta, satisfatório. K’plá! 🙂

  154. Victor, o pessoal da live nunca foi contrário aos Klingons por conta da mudança visual, ao contrário. Eu tenho acompanhado a live desde o início e o apoio à série é intenso, inclusive sem ressalvas quanto à mudança visual dos Klingons. O que foi apontado foi a lentidão das falas, os discursos longos e enfadonhos e poucas atitudes, motivando quebra de ritmo, e nisso eu concordo em parte. Quando a participacao dos Klingons foi mais ativa houve elogios. Neste TB ao vivo agora que a crítica ficou mais intensa, neste caso achei sim um pouco severa demais.

  155. Eu não vejo problema com a linguagem, em si. De fato a produção ao colocar a linguagem como um aspecto das falas dos klingons é algo natural.

    Talvez, o tradutor possa ser utilizado mais vezes. Normalmente as maquiagens ajudam os atores a incorporar os personagens, todavia, em excesso, atenuam as expressões e ator tem que gesticular mais, ser mais treatal para compensar isso. Mas tenho que concordar que os klingons ficaram mais assustadores, o que não é ruim. Eles não se parecem mais com humanos fantasiados, o que é bom.

    Gostaria de ver uma assembléia klingon, com as cosas reunidas debatendo os rumos das guerras. Gostaria de ver os klingons sentido os prós e os contras das guerras que eles optaram por iniciar e especial, os verdadeiros motivos por trás dela.

    O discurso messiânico serviu apenas de desculpa para unir os klingons e Kol tem aproveitado isso a seu favor, porque ele se ressente tanto da Federação? Toda guerra tem dois lados. Não podemos apenas ver o lado da federação, senão cairemos num maniqueísmos.

    A L’rell é muito interessante e ela tem sindo melhor até que o Kol em muitos aspectos.

    Mas essa série tem tanto por fazer. Tem tando a apresentar ainda. Mas eu acho que uma critica da live de ontem está correta. O no formato de streaming, os produtores, a exemplo de Game of Thrones (que não é streaming), poderiam alterar a duração de um episódio para um tempo maior, para melhor desenvolver a trama.

  156. A Discovery não linda, mas faz um cafezinho com esporos que é uma beleza! hehehe

  157. E ela dá uns saltos que são uma maravilha!

  158. Não acho que se seguirmos esse caminho cheguemos ao século XXIII.

  159. Gostei do episodio mas nota 3,0 pois houve muitos cortes na trama que nitidamente atrapalham o conteúdo .

    Foi o mais curto até agora com 39min e pouco e me acostumei com pelo menos 47min dos anteriores, oque causou surpresa no final mas me pareceu que retiraram deliberadamente os últimos minutos deste episodio para aumentar no último deste ano antes da pausa até janeiro de 2018….

    Há dois cursos paralelos na trama e um terceiro , menor mas importante , sendo um mostrando pela primeira vez a tripulação da USS DSC descendo num planeta a ser explorado , outro com a Alm Katryn e os klingons, muito interessante e o terceiro com Stamets com sua personalidade voltando ao original ,mais ríspido e objetivo deixando o seu lado afetuoso e atencioso com todos para trás , como se fosse um doente bipolar mas na verdade desconfio que o último salto do esporo drive trouxe ele de volta do universo espelho e agora ele é o stamets original de novo e – detalhe , ele vê o futuro ,transita pelas dimensões do tempo e espaço e não foi à toa que o mostram chamando a cadete Tilly de capitão na engenharia, ela certamente será capitã da USS DSC no futuro da série ou num universo espelho em que ele já esteve .

    De início nesse episódio , vemos mais uma nave federada desconhecida até então no universo de ST TOS ,a USS Gagarin NCC 1309, do capt. T’Shen Kovil e soubemos que a tecnologia de camuflagem klingon está em pleno uso agora e destruiu a Gagarin , a Hoover e Muroc , sendo que a USS DSC não conseguiu ajudar a primeira mesmo com o esporo drive. Os klingons estão em vantagem tática e vencendo a guerra.( houve apenas uma USS Gagarin em TNG ,no ep The Mesure of a man ),

    Parece que a invisibilidade de naves é mais eficiente na guerra que o esporo drive.

    O trio da ponte da USS DSC , Tyler , Burnham e Saru , é mostrado no planeta Pahvo e neste encontram uma forma de vida alienígena jamais vista e que não aparece nos sensores . Parecem se apoderar de Saru e controlá-lo e podem ser uma Força decisiva na guerra da Federação x Klingons e de fato até o final da aventura percebemos que conseguirão reunir em sua órbita , a nave Sarcófago e a USS DSC., me dando a impressão que irão interceder para acabar com a guerra enquanto Burnham acredita que os klingons virão para atacar o planeta e se apoderar de sua capacidade de influir em campos eletromagnéticos e na tecnologia de camuflagem klingon… imaginando ela que , terão que defender o planeta , mas eu acho que não, me pareceu que os Pahvianos não precisam de ajuda…..são superiores…veremos no ep9….

    Nessa parte da história ficamos sabendo mais de Saru e de seus sentidos mais aguçados que os humanos e de sua grande capacidade de correr mais rápido e maior força tb.

    Já na trama da Alm Katryn , vemos a klingon L ‘Rell querendo desertar e dialogando com a Almirante em vez de torturá-la, mostrando ódio por Koll por causa de T’kuvma e de demais klingons mortos pelo Koll. Me deu a entender que combinou um teatro com a almirante para parecer que a havia matado,apenas para poder escapar com ela e desertar.

    Mas talvez Koll tenha percebido e o episódio termia com L’rell em vias de ser punida e não conseguir fugir…será que a almirante está apenas desmaiada e vai sozinha se recuperar e fugir ?

    L’Rell estava mesmo querendo desertar ? ou simulando isso? mas se assim foi , por que Koll vai puni-la? ou isso faz parte do plano da klingon para poder matar Koll e fugir?

    Os Pahvianos vão interceder na guerra ? …vão provocar um cessar fogo como os Organianos fizeram em TOS temp1 ep 27 ? ou vão fazer um Federado e um Klingon , descerem ao planeta sozinhos para se enfrentarem até a morte ?como ocorreu em TOS ,entre Kirk x Gorn , kkkkkkkk, quem sabe ?

    Ou desafiarão os dois lados a descerem ao planeta e cumprirem uma missão para que o vencedor ganhe o apoio dos Pahvianos?
    Ficaram muitas perguntas e espero que respondam no episódio 9 .

    Este episódio me lembrou bastante o estilo de TOS e parece que cada vez mais os episódios vão se parecer com aquele estilo que conhecíamos.

  160. Adorei o seu poder de síntese! Muito boa a descrição do episódio.

  161. Minha crítica quanto aos Klingons se refere ao que eles propuseram e apresentaram. Fizeram muito estardalhaço sobre assistirmos o lado Klingon que nunca foi visto, o ponto de vista Klingon, a fala Klingon.
    Isso pra mim funcionou até o segundo episódio. O discurso lento de Tkuvma até foi compreensível, mas a dinâmica não foi alterada nos demais episódios e ficamos meio que cansados de suas falas arrastadas em longos diálogos. O plot Klingon foi se definhando até vermos hoje Kol e LRell como personagens principais, o que para mim é pouco diante do vasto universo de casas apresentadas. Não sei se vão expandir mais, mas fica a impressão de que vamos ver os Klingons apenas com relação a ambição de Kol e a vingança de LRell. Embora, este tenha sido pra mim o episódio mais dinâmico dos Klingons. Nada tenho contra o visual. Deram até uma melhorada na maquiagem para facilitar mais a fala. O mistério das naves, rapidamente mostradas também acho legal para manter o climax da série.
    No geral eu gosto demais da série, apesar de um efeito aqui e outro ali não tão bem produzido, apesar de haver mais a sensação de terem cortado demais as cenas. No geral a série está cativando e merecidamente renovada. Ainda tem muito a desenvolver nos personagens. Então, é aguardar

  162. Aumentar o tempo dos episódios e reduzir um pouco a pressa seria muito legal, e aumentar o número de episódios por temporada seria perfeito.

  163. Seguindo o Lorca’s Tribble no Twitter, morri de rir deste twitte aqui:

    https://twitter.com/LorcasTribble/status/927643024879955969?ref_src=twsrc%5Etfw

  164. https://uploads.disquscdn.com/images/a07111ffe30092b510b3dd2290f0695873347f0e387afd9763a134f5a7302b81.png

    Alguém reparou na insígnia da federação no uniforme klingon? Estranho, não acham?

    Está na posição 00:26 do trailler.

  165. Seria um “troféu”?

  166. https://uploads.disquscdn.com/images/390e18ca665172820f10b8b9bb39b1b014b97be126f12d3a63cc8afa32cfea98.png

    Embora não esteja entre aqueles sedentos por batalhas espaciais em todos os episódios, reconheço que – ocasionalmente – um episódio com uma grande batalha faz parte da liturgia de Star Trek.

    No último After Trek foi dito que o próximo episódio lembraria “Balance of Terror” – Tomara.

  167. Dei uma nota 3,0 para este episódio (mas fiquei tentado a atribuir nota 2,5 ou mesmo 2,0).

    Se não o fiz foi por guardar uma esperança de a “maldição” dos episódios duplos de TNG tenha ficado para trás. Desde “The Best of Both Worlds”, em 100% dos episódios duplos, ficava com a nítida impressão de que a primeira parte era ótima e gerava grande expectativa, mas a conclusão era sempre decepcionante e um notório anti-clímax.

    Tomara que Discovery supere esse “paradoxo roteirístico” e entregue uma segunda parte bem melhor que a primeira.

  168. Desculpe a minha falha. Sinceramente pensava que Discovery se passava antes mesmo de Pike visitar Talos IV.

  169. João Luiz Silva Cruz | 8 de novembro de 2017 at 6:42 pm |

    LOL, pior que tem trekker parecido por aí…vou falar nada…

  170. João Luiz Silva Cruz | 8 de novembro de 2017 at 6:47 pm |

    Me lembrou TOS também, gostei da parte do Planeta, porém as cenas Klingon não foram bem feitas.
    Gostei da cena de Batalha também, acho que se aproximou mais do que a gente conhece do estilo star trek intercalando as cenas de comando com as imagens.

  171. Dois anos depois 2256….

  172. Ideia interessante.
    Realmente pode ser um troféu.

  173. Vai ver o Tyler ainda estava vestindo o uniforme da frota quando acabou a poção Polissuco.

  174. O MELHOR EPISÓDIO DESTA NOVA SÉRIE. ISSO SIM É JORNADA NAS ESTRELAS………..EXCELENTE.

  175. Desculpa aí…me empolguei e escrevi demais…..sorry!!!

  176. Humberto Junior | 8 de novembro de 2017 at 9:48 pm |

    Eu acredito que a almirante não citou a ordem geral 7 por pura questão de praticidade. Imaginemos o diálogo:
    Almirante: “Não há pena de morte na Frota Estelar… Com exceção da Ordem Geral 7, claro”
    L’Rell: “Ordem Geral 7?”
    Almirante: “Sim! Sim!”
    L’Rell: “Como assim?”
    Almirante: “Senta aqui, deixa te contar: tem esse Capitão Pike, sabe. Tem uns dois anos ele encontrou esse planeta Talos IV …”

  177. João Luiz Silva Cruz | 8 de novembro de 2017 at 10:11 pm |

    Acho que na live pegaram pesado com a ambientação no planeta, que para mim ficou excelente. No mais, as cenas da almirante sendo escoltada e do nada aparece o Kol (?!) e a cena final da L’rell com o Kol ficaram mal feitas, e nesse sentido eu concordo com o que o pessoal comentou na live.
    A série prometeu um desenvolvimento do arco Klingon e está entregando outro, é o grande problema de DSC na minha opinião, e não sei se eles irão conseguir resolver isso até o fim da temporada.

  178. Será que no episódio do Universo Espelho da Discovery teremos uma abertura diferente, estilo aos episódios “In a mirror, darkly” da série Enterprise?

  179. Nossa… como eu quero ver algo assim! hehe

  180. Além de que a própria Tilly disse em um dos primeiros episódios que ela ‘sabia que de algum jeito, ela iria ser capitã algum dia’…

  181. Imagina essa menina aloprando a tripulação! e o que será do lorca?

  182. João Luiz Silva Cruz | 10 de novembro de 2017 at 9:06 am |

    Caraca, vendo o artigo do César dos Star Trekkers descobrimos que o Tyler não é o Voq!
    http://www.startrekkers.com.br/comunicacoes/noticias-trekker/o-tenente-tyler-e-voq-sera-parece-que-nao.html

  183. Leandro Henrique Pereira Neto | 10 de novembro de 2017 at 11:26 am |

    Balança do Terror é uma batalha mais psicológica do que visual, duvido que façam isto, vai ser algo visual.

  184. Mas não concordo com a teoria dele. Não acredito que seja o Lorca. Ele ainda tem a sensibilidade nos olhos. As imagens projetadas no painel da ala médica podiam ser apenas uma mero detalhe do cenário, não necessariamente do interior do corpo do Tyler.

  185. João Luiz Silva Cruz | 10 de novembro de 2017 at 4:43 pm |

    Sim, a parte do Lorca ele errou, mas a do Tyler é plausível não acho que seja um mero enfeite.

  186. Há camas vazias na enfermaria ele exibem a mesma imagem!

  187. João Luiz Silva Cruz | 10 de novembro de 2017 at 9:26 pm |

    Ah, então lascou huahauhauhuahau

  188. Renato Naville Watanabe | 12 de novembro de 2017 at 6:11 pm |

    A parte do Lorca com certeza está errada, já que ele esteve em contato com o Pingo dele no último episódio sem nenhum problema.

  189. Muito longe ainda de TOS e TNG.

  190. Na enquete de votação prova que opinião é apenas opinião; a serie em si esta boa; o episódio mais ruim é sem duvida é o 7; que mostra vários pontos sem explicação. Quem assisti Star trek gosta de ciências; não precisa ser modinha. apesar que essa pegada de guerra contra klingons já esta me incomodando; espero que acabe logo. Falta lógica nos comentários e sobra sentimentos tipo ” não é como antigamente”; como se precisasse ser! Esse star terk é certo que tem a intenção de atrair mais publico o que me incomoda um pouco; mas é um mal necessário para continue a existir. Vida loga e prospera \// ( falta vulcanos nessa joça) Tem humanos demais.

  191. Christian Tavares | 13 de novembro de 2017 at 9:44 am |

    Essa série é um insulto à Jornada. A única coisa que eu realmente gosto é a agressividade dos Klingons que realmente faz jus ao conceito da espécie.

  192. “No roteiro original, Michael Burnham conta que o misterioso sinal subespacial emitido por Pahvo a encanta desde criança. Sua mãe adotiva, Amanda, ligava o rádio subespacial para que ela pudesse ouvi-lo em Vulcano. No episódio final, o diálogo é trocado pelo diário de bordo.”

    Eu me pergunto o motivo de algo tão belo, e que tanto contribuiria com o episódio, ter sido retirado.

  193. Prezado Salvador Nogueira, sobre uma das trívias, a sobre a pena de morte, creio que não é bem assim. Lá fala sobre Talos IV ser uma autorização a pena de morte, mas isso não significa que a pena de morte foi instituída na Federação. Possivelmente, pode ser interpretada como a pena de morte no brasil:

    Artigo 5º, inciso XLVII, alínea “a” da Constituição Federal (1988): Não haverá pena de morte, salvo em caso de guerra declarada.

    Se bobear, está no constituição da Federação:

    Artigo 7º: Não haverá pena de morte, salvo em caso de algum capitão inventar de ir em Talos IV

  194. Se queres a paz, prepara a guerra

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