63 Responses to “Orci, Kurtzman e as lições para o próximo filme”

Comments

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  1. galactico

    post 50.
    Tem algo de verdade ai Sadam. Mas a questão crítica daquele filme foi outra, a excessiva lentidão. Só que ninguém podia falar, naquela época ou agora, que não tinha “jornada” em ST I. Agora, com este filme, isso mudou…

  2. Saldan

    Post 51: Sadam???

    Quanto a se ter Jornada ali ou não, isso já rendeu trocentas discussões. Mas o fato é que 30 anos depois a franquia – e a forma de se fazer filmes – mudou. As discussões a respeito, portanto, também.

  3. VERDE

    Post 51
    O engraçado de tudo isso é que, apesar das críticas, somente agora é que o ST I foi ultrapassado em público. ST II, cantado em prosa e verso, não conseguiu. ST IV chegou mais perto, mas ainda sim teve uma respeitável distância e até mesmo o excelente ST VI não conseguiu o sucesso do I.
    Coisa estranha !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. Saldan

    Post 53 – Os filmes da franquia que renderam mais foram os que conseguiram sair do “nicho” e atrair um público mais amplo. Jornada I, com seu status de superprodução, colheu os frutos da onda Star Wars, ainda muito forte na época. E Jornada IV, um filme leve e com uma forte mensagem ecológica, foi visto com simpatia pelo público em geral.

  5. luiz castanheira

    Creio que o mais lucrativo nunca deixe de ser o II.

    Abraço
    Castanha

  6. VERDE

    Post 54
    É uma explicação lógica.

    Post 55
    Vc falou com o coração e não com a razão.

  7. Padô

    Saldan, “American Idiot” é o tema do disco do Green Day, uma opera rock que ironisa o estilo de vida dos americanos promovido pelo presidente Bush. E esse filme devido sua visão Repúblicana Bushista me faz pensar que ele foi feito só para os americanos do tal disco, e o resto do mundo que quiser assistir que assista. Mas isso é um assunto para outro artigo mais politíco, o quê talvez não interesse.

  8. Cesar Adr

    Nero, um insano (terrorista) com sede de vingança quer destruir a Federação, o que fazer?

    ST 2.0 pela versão politico brasileira:
    1 – Negociar sempre (enrolar e ficar em cima do muro)
    2 – Se render
    3 – Fingir que o cara é amigo (como um certo vizinho do caribe)
    Ah, e dizer que ele tem seus direitos!!!

    ST 2.0 pela versão politico européia:
    Pedir ajuda aos EUA, depois de 1945, eles não tem mais peito pra nada (vide o caso do balcãs).

    ST 2.0 pela politica americana:
    Não se negocia com terroristas. Quer se render? ah, não?!!! sinto muito, dar a outra face não é nossa politica.

  9. Cesar Adr

    Complemento:
    Em ST 2.0, o Capitão Pike ainda tenta negociar em nome da Federação, com os Romulanos, mas Nero é independente, o resultado nós sabemos.

  10. Saldan

    Post 57 – Ah, obrigado pelo banho de cultura. Agora, taxar o filme de “Bushista” porque foi feito para os americanos? Pergunto QUAL filme ou série americana é feito direcionado ao público estrangeiro? Mais: Porque na TOS o prefixo da Enterprise é, apropriadamente, “USS”? Porque o capitão e a maior parte da tripulação é americano e branco (com algumas concessões para dar a impressão de integração racial)?

    O detalhe é que o Obama adorou esse filme “Bushista”…

  11. luiz castanheira

    #56

    Pelo IMDB:

    ST XI = (365 – 150)/150 = 143%

    ST II = (97 – 11)/11 = 782%

    Por isto que disse que o filme II é imbatível.

    Abraço
    Castanheira

  12. Verde

    Post 61
    Em porcentagem de lucro, tudo bem, mas em público, que era o que estávamos comentando, não.
    O ST II ficou atrás do I, IV e agora do XI.

  13. Cesar Adr

    Com meu comentário no post 58, espero não passar a imagem que aprovo o imperialismo americano, só quis demonstrar que são as nações mais poderosas militarmente que detem o poder, e que o cinema americano sempre refletiu isso, ST 2.0 não tem nada de Bushista. A Federação sempre esteve mais para EUA, do que pra ONU.

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