Star Trek Voyager completa 23 anos de vida

As aventuras da capitã Janeway e sua tripulação no Quadrante Delta completam exatos 23 anos de estreia hoje (16/01). Em 1995, a terceira série live-action derivada de Star Trek era lançada, junto com um novo canal, a UPN, nos Estados Unidos. “Caretaker“, episódio duplo, iniciou a saga de 172 segmentos, em sete temporadas.

No Brasil, um dos primeiríssimos contatos dos trekkers com a nova série foi numa convenção da antiga Frota Estelar Brasil em São Paulo, nos dias 3 e 4 de junho de 1995, quando além do piloto, outro episódio da primeira temporada foi apresentado aos fãs. Pouco tempo depois, a CIC Vídeo lançou “Caretaker” em VHS para venda direta, e depois a Paramount trouxe para cá as duas primeiras temporadas em boxes de DVDs.

Já na televisão brasileira, a série foi exibida pelo canal a cabo USA, dublada, no começo dos anos 2000, e hoje está totalmente à disposição na Netflix.

Para saber mais sobre Star Trek Voyager, visite a seção do TB, em seu conteúdo clássico, que contém muitos artigos e guia de episódios. E nós recomendamos também o livro Jornada nas Estrelas – O Guia da Saga, lançado em 2016, que traz tudo sobre a série e as demais jornadas nas estrelas.

23 Comments on "Star Trek Voyager completa 23 anos de vida"

  1. A melhor série para explorar o mundo Borg

  2. Off topic:

    Em breve nos EUA, 26 de janeiro, irá estrear um filme independente, Please Stand By, a história segue Wendy (Dakota Fanning), uma jovem fã autista de Star Trek que fará o que for preciso para enviar seu script Star Trek de 427 páginas para uma competição de escrita em Hollywood.

    Parece uma história linda e comovente:

    https://youtu.be/fTfwnub46dk

  3. Fernando Penteriche | 16 de janeiro de 2018 at 8:02 pm |

    Coloquei no Facebook do TB com um obrigado a você, Victor!

  4. Muito obrigado! Só dou as dicas que qualquer fã daria! 😉

  5. Posso discordar? Hehe A melhor série a falar dos Borgs foi TNG que criou todo conceito destes “vilões” e nos fez sentir um medo real deles, culminando no filme Frist Contact! VOY, por sua vez, começou até muito bem com a entrada da personagem da 7 de 9, mas não curti muito o final da série e como eles venceram os Borgs tão facilmente!

  6. João Luiz Silva Cruz | 16 de janeiro de 2018 at 8:52 pm |

    Eu sei que a maioria gosta de VOY, eu mesmo quando vi pela primeira vez achei legal, mas ao longo do tempo percebi que foi a série que desgastou a franquia, fora que só tem uns 3 personagens realmente que foram bem desenvolvidos. E de certa forma atrapalhou ENT.
    De qualquer forma um foi um bom “filler” de ST.

  7. Era uma série muito irregular, muitos episódios ruins numa temporada, de vinte episódios só salvavam quatro ou cinco muito bons.

    Além do que os personagens eram unidimensionais, não eram desenvolvidos a contento e muitos atores da série simplesmente não tinham carisma.

    Uma pena!

  8. Leandro Henrique Pereira Neto | 16 de janeiro de 2018 at 11:22 pm |

    Já falei antes gosto de VOY, mas reconheço seus problemas e que foi um grande potencial desperdiçado.
    Porém as críticas sobre os personagens serem unidirecionais é um problema recorrente também em TNG.
    DS9 sobre desenvolver bem melhor os personagens sendo neste quesito a melhor série de jornada.

  9. Acho que TNG, embora apresentasse problemas de desenvolvimento de personagens semelhantes a VOY, tinta alguns atores realmente muito bons e roteiros melhor, além do que, para se iniciou nos oitenta, o seu formato era bem competente.

    Patrick Stewart e Brent Spiner roubavam a cena, entrando no time dos meus atores favoritos, não só de TNG mas de toda a franquia.

    Infelizmente VOY não inovou, não ousou, fez apenas mais do mesmo.

    ENT embora tivesse atores melhores e mais carismáticos, vinha cometendo os mesmos pecados, até que na quarta temporada, com a entrada do produtor Many Cotto, a série deu um salto incrível de qualidade narrativa, entregando vários fãs services, inovando ainda na forma de contar histórias, adotando o formato de miniarcos de três episódios.

    Infelizmente, essa “revolução” veio tarde demais e não foi o bastante para redimir-se perante a audiência.

    Tanto VOY e ENT sofrem nas mãos dos de dois produtores medíocres, Brannon Braga e Rick Berman, que na minha opinião eram caras com visões bastante limitadas do que Star Trek poderia ser, além do que estavam bastante acomodados na função para poderem realmente entender o público e atrair uma nova audiência.

    Lamentavelmente se engessaram num formato de programa que teve o seu auge nos anos 90, quando os caras ainda faziam TNG, e não acompanharam a evolução da TV.

  10. Leandro Henrique Pereira Neto | 17 de janeiro de 2018 at 11:30 am |

    Concordo, a sorte de TNG foi ter 2 grandes atores Patrick Stewart e Brent Spiner e por isto seus personagens tiveram mais desenvolvimento e cenas bem melhores.
    Em VOY somente o Doutor e a Seven tiveram um trabalho melhor desenvolvido.

    Uma coisa interessante de temos jornada completo no NETFLIX é que pude ver as séries com outra perspetiva, desfazendo muito das ilusões que a memória afetiva cria.

    Revendo a série no NETFLIX percebi que atualmente :

    – Não suporto ENT, não gosto dos personagens e poucos episódios me interessam, mesmo os das quarta temporada que tem temas interessantes e muito difícil para mim revê-los.
    – TNG tem dezenas de episódios muito ruins, envelheceu muito mal. A sorte é que tem alguns ótimos episódios.
    – VOY continua igual, alguns ótimos episódios e um monte de episódio chato.
    – TOS tem alguns dos episódios em termos de conteúdo mais brilhantes da franquia (principalmente quando lembramos quando foram feitos) mas tem muito lixo também. Sua grande vantagem foi construir um trio de personagens principais imortal, juntos os 3 são uns melhores conjunto de personagens da televisão de todos os tempos.
    – DS9 de todas as séries é que envelheceu melhor, tem muito lixo também, mas a sua forma de desenvolvimento e narrativa permitiu manter uma média de qualidade maior e mesmo depois de anos consegue ser interessante.

    Sobre Orville, vejo muitos elogiando a série e metendo o pau em DIS. Mas como você colocou Orville é o mesmo estilo narrativo de jornada do anos 90/2000 (TNG, VOY , ENT), não é para mim. Não quero mais do mesmo, respeito quem quer ficar preso a uma narrativa antiga, mas é o meu caso.

    Sou um consumidor avido de séries de vários estilos (FC, Policial, Drama, Fantasia ) desde os anos 80, e a forma narrativa mudou muito com o passar dos anos , e me acostumei a esta evolução narrativa e de complexidade.

    DIS é uma forma de narrativa totalmente diferente de jornada, tem seus defeitos e gosto dela por ser mais moderna, mostrar uma tripulação que não é perfeita, onde a equipe não está pronta e funcionando perfeitamente desde o primeiro episódio, e sim uma equipe que vai evoluindo e sendo construída com o tempo. É uma série mais Dark, mas onde os personagens ainda acreditam que existe esperança que um “universo” melhor.

  11. Alessandro Ferreira | 17 de janeiro de 2018 at 11:54 am |

    É difícil para mim dizer que alguma série de ST é ruim, eu de fato amo todas as séries… a minha visão crítica, não chega a ser tão crítica.. a USS Voyager me fascinou demais, pena que não explorado melhor o pós chegada, tem os livros, ok, mas eu não tenho acesso a este conteúdo. É lamentável mesmo que Enterprise tenha sido cancelada, o potencial da série era enorme, queria muito ver mais sobre o desenvolvimento da transição Frota Estelar da Terra para a integração com as demais Frotas das outras espécies.

  12. De Enterprise eu só gosto mesmo é dos dois episódios do Universo Espelho da quarta temporada, que para mim eram os melhores até a chegada de Discovery (quando o arco do Universo Espelho de Discovery acabar, poderei reavaliar quem foi melhor).

  13. Concordo. Os borgs têm uma premissa muito boa e o conflito com a Espécie 8472 foi incrível. Mas os borgs tbm se tornaram um porto seguro para a Voyager, a série estava muito chata e precisou de doses cavalares de borgs para se manter assistível.

  14. Você tem razão. Voyager manteve um formado que vinha desde os anos 80. E isso, boa parte do tempo enquanto DS9 ainda estava em produção. A série se prendeu aos borgs para melhorar de qualidade e não soube inovar, mesmo estando a 70 mil anos-luz de casa.

    Talvez Enterprise tivesse estreado apenas após o fim de DS9 e sem que existisse a VOY, a série seria muito mais bem recebida, mesmo com todos os defeitos que tem.

    Ainda assim gosto da VOY, pq para assistir episódios isolados e sem compromisso, é um bom passatempo.

  15. Concordo que as vezes é melhor deixarmos a nossa memória afetiva em paz. rsrs

    Rever séries do passado pode ser um problema as vezes, mas foi o que nós trekkers fizemos durante muitos anos, sem séries, sem filmes, se quiséssemos revistar o universo de jornada, tínhamos que rever e rever aquilo que já foi feito!

    Graças às Kahless, finalmente temos uma série nova!

  16. Kahlesshh (Tyler/Voq falando).

  17. Estou vendo a primeira temporada e dei minha primeira parada técnica ao me deparar com o primeiro episódio de holodeck da capitã, deu uma preguiça…

  18. VOY jamais me empolgou muito. Gostei de alguns episódios, como “Year of Hell” (as duas partes).

    Depois de TOS, minha preferida é ENT. Como todas as séries da franquia, ela também tem sua cota de muitos episódios esquecíveis. Mas melhorou muito na última temporada. Prendeu minha atenção nas duas últimas temporadas. Sempre achei que ENT expandiu o universo de Jornada em termos de espécies (vulcanos, andorianos, tellaritas, klingons e romulanos). Não os criou, mas desenvolveu com variados graus de sucesso.

    Não que tenha aprovado tudo o que fizeram com vulcanos e klingons, mas apreciei muito a profundidade que deram aos andorianos.

    DISC tem prendido minha atenção mas não empolgado. A abordagem da guerra klingon me parece insatisfatória: falha ao mostrar um contexto maior, não fornece uma percepção global do que está acontecendo (nossa visão do cenário é muito limitada) e insiste em mostrar batalhas preguiçosas.

    Talvez a razão disso esteja nas limitações orçamentárias de uma primeira temporada e, nas próximas temporadas, com mais dinheiro, possam demonstrar uma ambição maior.

    Todavia, não quero com isso, deixar a impressão de que odeio ou torço contra DISC. De maneira alguma. Estou na torcida para que dê certo. Afinal, ficamos muito tempo sem uma série de jornada para assistir!

    Que venham novos episódios e novas temporadas.

  19. Não é a melhor série de Star Trek mas eu gosto. Eu acho os episódios divertidos. Só o que eu nunca consegui engolir muito são as paradas de planeta em planeta que a Voyager fazia visto que a tripulação tá tentando voltar pra casa. Inclusive a Seven de Nine questiona a Janeway sobre a questão em um dos episódios e a resposta que ela dá de que “nós somos exploradores” nunca me convenceu. Uma nave perdida em um quadrante distante e inexplorado da galáxia fazendo paradas constantes ao invés de se concentrar em retornar ao espaço da federação sempre me pareceu um motivo bastante plausível pra um motim, pois certamente nem todo tripulante que sonha em rever a família pensa como a capitã.

  20. João Luiz Silva Cruz | 19 de janeiro de 2018 at 8:38 pm |

    Eu tava tentando rever também, parei no segundo episódio de uma cena com a Kess chorando e o Neelix consolando, bicho é complicado ver os piores personagens de Jornada atuando.

  21. Sabe que achei o Neelix menos chato agora? Por conta da voz, antes o pouco que eu vi foi dublado pelo antigo canal USA, e a voz contribuía bastante com a chatice.

  22. João Luiz Silva Cruz | 20 de janeiro de 2018 at 1:39 pm |

    Sim, aquela dublagem era horrível, aumentava o nível de chatice.

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