Autor: Luiz Felipe do Vale Tavares

Jornada nas Estrelas em 4K HDR no Brasil

Os filmes para cinema de Jornada nas Estrelas sempre estiveram disponíveis para compra ou locação no Brasil nos mais diversos formatos de home-vídeo. Passando pelo formatos VHS, DVD e Blu-Ray, agora, a começar pelos três últimos filmes da que é chamada trilogia “Kelvin Timeline”, estão também disponíveis na formato 4K UHD (Ultra High Definition), embora não mais no formato de mídia física. É um consenso que o mercado de mídias físicas está em franco declínio. A época de ouro, com lançamentos impecáveis em DVD, já está no passado distante, e o Blu-Ray simplesmente não emplacou no Brasil. No exterior...

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TB analisa The Roddenberry Vault

O aniversário de 50 anos de Jornada nas Estrelas foi decepcionante, consenso geral entre os fãs. Salvo a estréia do 13º filme da franquia nos cinemas, Star Trek Sem Fronteiras, uma grata surpresa pela qualidade muito acima da média como filme “pipoca” e com raízes fortes na Série Clássica, não tivemos outros produtos de destaque no mercado durante o decorrer de 2016. A nova série de TV, Discovery, ficou para 2017 e com consecutivos atrasos na produção e tumultos nos bastidores, gerando desconfiança entre os fãs de que o produto final possa decepcionar. No entanto, o melhor presente dos...

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TB analisa blu-ray de Star Trek: Sem Fronteiras

Star Trek Sem Fronteiras foi uma grata surpresa neste ano de 2016 em que se comemorou os 50 anos de Jornada nas Estrelas. Um excelente filme que superou as expectativas, mantendo-se fiel às raízes da franquia. Muito além do cinema pipoca habitual (para as resenhas detalhadas do filme, o Trek Brasilis tem publicações aqui e aqui, e fala sobre a trilha sonora aqui). Agora, neste final de ano, o filme foi lançado no Brasil em Blu-Ray 3D, Blu-Ray 2D, DVD e versão digital (nas mais variadas distribuidoras desse formato). Também foi uma grata surpresa o lançamento em alta definição em Blu-Ray. Para os colecionadores brasileiros, não é novidade que o formato está morrendo rapidamente por estas bandas. O mercado de mídia física está em forte declínio no mundo tudo, especialmente no Brasil. O consumidor geral não migrou do DVD para o Blu-Ray, preferindo, sobretudo, as alternativas de streaming, como Net Now e Netflix. No entanto, o maior problema é sempre a pirataria, praticada em volumes estrondosos em nosso país, o que dificulta a competição no mercado pelos selos oficiais. O mercado de home theater brasileiro está em fase tão incerta que o próprio Blu-Ray poderá desaparecer em breve. Embora tenha sido lançado no Brasil quase que simultaneamente com o exterior em 2007, o formato foi vítima de uma política gananciosa por parte da maioria das distribuidoras que aqui operam, com...

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Sem Fronteiras é um belo presente aos fãs nos 50 anos da série

[SEM SPOILERS] No início deste ano, escrevi uma matéria no Trek Brasilis sobre a morna, quase fria, perspectiva dos fãs para os 50 anos de Jornada nas Estrelas. Naquela época, as perspectivas não poderiam ser piores. O primeiro trailer de Star Trek: Sem Fronteiras simplesmente não agradou – parecia filme genérico de ação – e não havia qualquer movimento da Paramount para divulgar o seu produto. Esse cenário mudou rapidamente a dois meses da estréia do filme. Quase que num passe de mágica, a Paramount acionou os motores de dobra espacial e começou uma eficaz, embora tardia, massificação de publicidade envolvendo o filme. Um trailer mais competente foi liberado para o público, mostrando que, entre as cenas de ação, haveria uma importante interação entre os personagens (digna de um episódio da Série Clássica). Também foi gravado um clipe promocional da Rihanna com a música tema do filme, Sledgehammer. Por fim, os atores começaram um tour internacional promocional. O Brasil não ficou de fora da festa. A Paramount presenteou os fãs com a primeira verdadeira convenção de Jornada nas Estrelas em anos no Museu da Imagem e do Som – MIS na cidade de São Paulo no dia 23 de julho, com painéis com participações de pessoas de notória importância para o fandom brasileiro, como Salvador Nogueira, Roosevelt Garcia, Paulo Gustavo e Silvio Alexandre. E não parou por aí. A Paramount...

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TB analisa o novo blu-ray de “A Ira de Khan”

Jornada nas Estrelas se aproxima de sua comemoração de 50 anos em setembro de 2016. Como parte da celebração, a Paramount lançou recentemente nos EUA e na Europa um novo blu-ray do melhor filme da série de cinema, “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan”, contendo no disco a edição original de cinema (112 min) e a edição estendida do diretor Nicholas Meyer (116 min), ambas masterizadas a partir de um novo escaneamento da película original em 4k. O Trek Brasilis importou o novo Blu-Ray dos Estados Unidos para esta exclusiva resenha, e você confere nossas impressões aqui! Sobre o filme em si, não há o que acrescentar ao que já fora dito nos últimos 35 anos. É um excelente filme de ficção-científica e merecedor de um lugar cativo dentre os 100 melhores filmes norte-americanos já produzidos. Para não alongarmos, vocês podem conferir o mega-artigo sobre o filme publicado no conteúdo clássico do Trek Brasilis aqui. Uma análise das cenas adicionais da edição do diretor também pode ser conferida neste link. Pois bem, quando a Paramount entrou no mercado de alta definição em 2009, apenas Jornada II recebeu tratamento vip em blu-ray. Os demais cinco filmes da tripulação clássica no cinema tiveram tratamento medíocre, com a reutilização de másteres de, na época, mais de 10 anos (utilizadas para as edições especiais em DVD), além de uma opção lamentável de uso intenso de filtros digitais...

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50 anos de Star Trek. O que esperar?

Parece que foi ontem que Star Trek completou 25 anos, em 1991. Eu tinha 13 anos de idade e já era trekker fervoroso. Era um momento muito legal para ser fã da franquia, que, naquela época, estava por todos os lados, não só no exterior, como no Brasil também. O sexto filme com a tripulação clássica, “A Terra Desconhecida”, estreou nos cinemas com excelente recebimento pelo público e crítica; revistas em quadrinhos estavam nas bancas; romances editados pela Aleph, nas livrarias, e a extinta Rede Manchete exibia na TV a “Série Clássica” e “A Nova Geração”. Star Trek reinava absoluto em 1991. Ocorre que, no Brasil, a alegria durou pouco. A Rede Manchete encerrou as atividades e não tivemos a exibição da terceira temporada da “Série Clássica” nem as temporadas após a primeira de “A Nova Geração”. Os quadrinhos desapareceram das bancas em 1992 após apenas nove edições. A Aleph parou de editar os livros. Em suma, lá pelos idos de 1994, quando o primeiro filme de “A Nova Geração”, “Generations”, estreou por estes lados, Jornada nas Estrelas não era mais relevante no Brasil. No exterior a franquia permaneceu firme por anos e anos, até que o esgotamento dos filmes e das séries cobrou o seu preço no início do Século XXI. O décimo filme para o cinema, “Nemesis”, foi um grande fracasso de público e de crítica. A série “Enterprise” capengava com uma audiência...

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Filme é montanha-russa de emoções com força nos personagens já consagrados

Essa resenha é livre de spoilers e vou logo ao ponto principal. Gostei muito do Além da Escuridão – Star Trek, talvez mais do que eu esperava. É um divertidíssimo filme de ficção, uma verdadeira montanha-russa, e seus 130 minutos de duração passam voando. Mas a força do novo filme não reside na trama – um tanto rasa – e nem nas supostas surpresas e reviravoltas – que só terão relevância para os fãs mais fervorosos. A força está nos personagens, com excelentes atuações de todos, especialmente Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban (impressionante como McCoy; merecia mais tempo em cena), Bruce Greenwood (Pike é de longe o meu personagem favorito nessa nova cronologia) e Benedict Cumberbatch (um dos grandes novos talentos na atualidade). Tiro o chapéu para o diretor J.J. Abrams, por ter escalado um elenco de jovens talentosos e carismáticos atores, capazes não de substituir o elenco original (isso jamais), mas sim acrescentar algo novo e moderno aos personagens, sempre de forma respeitosa. É muito gratificante ver a interação entre os personagens e como J.J. Abrams conseguiu reproduzir quase com perfeição a amizade e a camaradagem entre eles, como nos saudosos tempos da Série Clássica. Aqui reside a grande força do filme. O resultado é um excelente e delicioso passatempo. Jamais será um clássico, mas será muito importante se as bilheterias derem confiança para a Paramount relançar...

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TB analisa o Blu-Ray de Star Trek

O Trek Brasilis teve acesso em primeira mão ao disco Blu-Ray francês do novo filme da franquia, Star Trek, dirigido por J.J. Abrams. A França foi um dos primeiros países a receber esse filme para venda, em DVD e Blu-Ray, cerca de um mês antes do lançamento nos EUA. Embora sem restrição de região (roda em qualquer aparelho Blu-Ray), esse disco europeu não tem áudio e nem legendas em português, nem mesmo de Portugal, embora contenha legendas de praticamente todas os idiomas da Europa Ocidental. De qualquer forma, com exceção das opções de idioma e legenda, o disco é absolutamente idêntico ao americano e ao nacional quanto à qualidade de imagem, som e conteúdo dos extras. A edição americana tem um terceiro disco, com uma cópia digital para exibição em aparelhos portáteis, como celulares e iPods, além de demonstrações de novos jogos para PC e Xbox-360. A edição francesa, usada nessa resenha, foi comprada na loja Fnac de Paris e acompanhou como brinde uma revista em qudrinhos com uma história romulana como prelúdio do episódio Balance of Terror da Série Clássica. O Filme Jornada nas Estrelas já foi grande. Gozou de prestígio do público e crítica. Criou novos padrões para a televisão. Gerou milhões de fãs em vários países. Tudo isso quase foi perdido nos últimos 10 anos. Mas agora, Jornada nas Estrelas voltou a ser grande. O diretor, J.J. Abrams,...

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Star Trek: mais que cinema-pipoca

Jornada nas Estrelas já foi grande. Gozou de prestígio do público e crítica. Criou novos padrões para a televisão. Gerou milhões de fãs em vários países. Tudo isso quase foi perdido nos últimos 10 anos. Mas agora, Jornada nas Estrelas voltou a ser grande. O dia da estréia do novo filme, 8 de maio de 2009, finalmente chegou e agora podemos degustar essa nova amostra de Jornada nas Estrelas na telona. Embora eu tenha visto o filme na estreia, logo no dia 8 de maio, preferi aguardar passar a “ressaca” para escrever essa resenha. Por experiência própria em outros filmes anteriores que analisei, principalmente os da nova trilogia Star Wars, é fato que o hype e a empolgação inicial ofuscam a clareza de pensamento e contaminam o texto. Como exemplo, em momento que melhor descrevo como um surto psicótico, escrevi elogios e maravilhas sobre o Episódio II, “O Ataque dos Clones”; hoje eu jogaria pedras. Voltando ao Star Trek, passada essa fase inicial de poucos dias, posso afirmar com a mais absoluta certeza de que gostei muito do vi. Era o filme que eu esperava. O diretor, J.J. Abrams, entregou um produto divertido, dinâmico e com um certo conteúdo que o diferencia de outros filmes-pipoca mais recentes. Nunca exigi que o novo Star Trek fosse espetacular, mas pelo menos muito divertido e fiel às suas raízes. É e esse...

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Nada como música clássica…

Se há algum valor de produção em que a Série Clássica ultrapassa de longe as séries posteriores de Jornada nas Estrelas é a música composta para os episódios. Acredito que não há um fã que simplesmente ouvindo uma determinada música da série deixe de relembrar os momentos antológicos em que ela foi tocada. Ao ouvir a “Ancient Battle”, de Gerald Fried, quem não se lembra do combate corpo a corpo entre Kirk e Spock em “Amok Time”? Ao ouvir “Kirk does it Again”, de Sol Kaplan, quem não se lembra dos momentos de suspense de Kirk preso na USS Constellation enquanto ela se dirige em rota de colisão com o Devorador de Mundos em “The Doomsday Machine”? Também não podemos esquecer da divertidíssima trilha de “Shore Leave”, composta por Gerald Fried, reminiscente de músicas irlandesas. As séries atuais de Jornada nas Estrelas nunca tiveram músicas tão associáveis à própria série como teve a Série Clássica. As trilhas das demais séries da franquia são insuportavelmente repetitivas em seus temas, sendo que dificilmente algum fã conseguirá lembrar de um episódio ao ouvir a música deste. Lógico que há exceções, como a trilha de “The Inner Light” e “A Fistful of Datas”, da Nova Geração, e “Emissary”, da Deep Space Nine, que compõem o seleto grupo de raríssimas trilhas sonoras decentes das séries pós-TOS. Acredito que a última verdadeira magnífica trilha sonora...

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