ESPECIAL 60 ANOS | EPÍLOGO: Os proprietários e as empresas mudam, Star Trek fica
Aquisição da Paramount é só mais um movimento numa longa dança que remonta aos tempos da Desilu.
Aquisição da Paramount é só mais um movimento numa longa dança que remonta aos tempos da Desilu.
Mercado descobre seus limites, e fusão corporativa traz novo rumo, enquanto os fãs celebram os 60 anos.
Expansão do universo ficcional com novas séries fez contraste à retração do mundo durante a COVID-19.
Alavancada pela Netflix, nova série dá início à terceira era televisiva da saga, e fãs vivem uma renascença.
Netflix inaugura era do streaming e fecha em 2016 acordo global de dez anos pelo catálogo completo da saga.
Trilogia de J.J. Abrams rejuvenesce a franquia, e a Série Clássica ganha novos efeitos visuais.
Fiascos nos EUA colocavam fim à segunda era televisiva de Star Trek; no Brasil, saga dos inéditos iria até 2007.
USA Network se consolida como a “casa de Star Trek”, e Trek Brasilis vira registro vivo do fandom nacional
TV por assinatura deu nova vida à franquia no Brasil no fim dos anos 1990, após uma última tentativa na TV aberta.
Reprises incansáveis de velhos episódios na TV deram enorme combustível às convenções brasileiras.
Série Clássica volta com nova dublagem três vezes por semana e renasce, 25 anos após seu lançamento.
Após críticas, Victor Berbara, dono da VTI, se reúne com o grupo Jetcom para alinhar traduções da saga.