LDS 1×09: Crisis Point

Vindicta na tela principal

A sessão de terapia humana está apenas começando

Sinopse

Data estelar: desconhecida.

Encontramos Mariner liderando uma revolução básica em um planeta ao qual a Cerritos está visitando, com a moça derrubando a estátua do déspota local com um Argo. Freeman e um time da Cerritos se teleportam e já cortam o barato da alferes, alegando as limitações da Primeira Diretriz. Mariner desconta em Freeman sua irritação pela decisão, e muito a contragosto ela tem que iniciar terapia com o aviário conselheiro da nave depois de ordens da capitão. Na primeira sessão, o dr. Migleemo argumenta que ela precisa encontrar maneiras de extravasar as frustrações e outros sentimentos que estão à flor da pele, depois que ela desconta sua raiva na coitada da planta bonsai do conselheiro.

Mariner derruba estátua com um Argo

No holodeck, Boimler encontra Tendi e Rutherford praticando tiro ao prato com um holográfico Leonardo da Vinci, enquanto Mariner fica emburrada em um canto. O alferes pede o uso do holodeck para treinar sua entrevista com a capitão, usando para isso uma simulação da tripulação que desenvolvera. Mariner percebe o potencial recreativo de tão detalhada simulação e reprograma os parâmetros do cenário, convertendo-o em um típica aventura cinematográfica de alto orçamento. Boimler reclama durante os créditos que isso não estava nos planos dele, mas a moça argumenta que esta será a melhor forma de terapia que ela pode ter, saindo em seguida com Tendi e Rutherford providenciar seus figurinos.

Boimler decide seguir com sua intenção de estudar Freeman mesmo durante a execução do filme e permanece com a tripulação holográfica na narrativa. O comando da Cerritos tem suas férias interrompidas depois que a Frota Estelar designa a nave para uma missão a Idlocana VI, onde supostamente houve um segundo contato por uma nave desconhecida se passando pela Frota Estelar. Em seguida, a tripulação embarca na Cerritos (após uma longa inspeção admirando as linhas da nave), e, uma vez na absurdamente iluminada ponte, Freeman dá sua dramática ordem para uma épica entrada em dobra.

Crisis Point: The Rise of Vindicta title card

Em órbita de Idlocana VI, a Cerritos encontra uma ave-de-rapina klingon, e a comandante da nave se apresenta a Freeman: Vindicta, a Vingança Personificada, e seu bando de perigosos cupinchas, composto por Tendi, uma hesitante pirata órion; Bionic 5, um ciborgue, e Shempo, um sujeito que incomoda Boimler por sua semelhança com o alferes, mas que não dura muito depois de errar a bebida preferida de sua chefe. Vindicta confirma que armou aquela armadilha para atrair Freeman para esta confrontação e segue criticando e insultando a capitão enquanto cita passagens de A Tempestade.

A tripulação da Cerritos percebe que parte dessa apresentação era uma gravação, pois Vindicta e os cupinchas abordam a Cerritos e começam a massacrar a tripulação. Enquanto Vindicta e Tendi violentamente lutam contra Ransom e os seguranças da Cerritos, Rutherf… digo, Bionic 5 segue para a engenharia para encontrar Billups e poder dizer tudo o que pensa a respeito dele sem consequências – o que se mostra basicamente uma chance para derreter elogios ao engenheiro-chefe da nave, com Bionic 5 e Billups até mesmo trabalhando juntos nos danos na engenharia.

Cerritos docada na Estação Douglas

Vindicta e Tendi encurralam parte da tripulação no bar panorâmico, mas têm dificuldades para passar por Shaxs, o que no fim conseguem graças a uma cabeça borg explosiva. Vindicta pede animada para Tendi apavorar mais ainda como uma pirata órion e aproveitar o cenário, mas ela fica incomodada demais com o grau de violência do filme, sem falar na visão estereotipada que representa de sua espécie, e sai irritada do holodeck.

Na ponte, Vindicta elimina mais alguns tripulantes e encurrala Freeman, surpreendendo-a com a detonação do núcleo de dobra de sua própria ave-de-rapina. A explosão danifica seriamente a Cerritos e a tira de órbita, iniciando uma reentrada descontrolada na atmosfera do planeta. No impacto, a seção de engenharia se desprende do disco, que cai rolando como uma moeda.

Boimler e Ransom

Bionic 5 e Billups se juntam a uma parte da tripulação da Cerritos em uma colina, depois de os salvarem com um dos milagrosos truques de teleporte típicos de filmes, enquanto Vindicta luta com Freeman na ponte destruída. Freeman fica confusa com os comentários raivosos de Vindicta sobre o seu passado e, no que ela estava prestes a eliminar a capitão, a holográfica Mariner do cenário aparece e salva Freeman, providenciando seu teleporte para junto do restante da tripulação, onde Bionic 5 interage mais ainda com o holográfico Billups e Boimler continua procurando maneiras de agradar a simulação de Freeman, sem obter resultados muito favoráveis.

Vindicta resmunga irritada que Boimler simulou até mesmo Mariner e começa a lutar com sua contraparte holográfica, enquanto argumenta a respeito dos defeitos e problemas de sua oponente ali – ou seja, dela mesma. Como Vindicta conhece o estilo de luta de sua oponente, ela consegue vencer e a encurrala. Mas aí é a vez da holoMariner surpreender Vindicta, contra-argumentando que ela não odeia a nave e gosta de trabalhar com seus amigos, e que não odeia sua mãe e entende o lado dela em procurar meter juízo em sua cabeça para que ela não perca sua carreira na Frota Estelar. A holoMariner termina perguntando retoricamente que, se ela só se importa consigo mesma, qual foi a razão dela para fingir perder a luta a fim de dar tempo para a nave ser evacuada e a autodestruição finalizar – o que pega Vindicta de calças curtas. A seção disco explode, finalizando o cenário e deixando apenas Rutherford, Boimler e Mariner no holodeck vazio, onde a moça pondera sobre o que acabou de vivenciar.

Vindicta e Tendi cobertas de sangue holográfico

Mais tarde, no bar panorâmico, Rutherford e Mariner comentam sobre como a experiência foi positiva para eles, e Mariner se desculpa com Tendi a respeito de tê-la escalado como uma pirata órion. A alferes diz que não tem problema e todos saem contentes do bar, com Mariner até mesmo encontrando animada a mãe e se desculpando pelo ocorrido de manhã, o que faz Freeman comentar ao dr. Migleemo que está é desconfiada pela reação da filha.

Boimler, por sua vez, retoma a exibição do filme para concluir seu treinamento com Freeman, mas retoma o cenário bem na cena em que Freeman fazia uma eulogia de Mariner e confessa para os sobreviventes que a alferes era sua filha. Boimler testemunha isso e fica horrorizado por ter descoberto tal segredo desta forma. Na entrevista, Boimler está tão baratinado por saber do laço familiar que se enrola todo e acaba até mesmo comentando sobre a formosura física de Mariner, ao se confundir com uma anotação mental sobre ser bom elogiar a Cerritos na entrevista. O comportamento nervoso dele faz Freeman concluir apenas que ele não se preparou bem para a entrevista.

Vindicta luta contra Mariner holográfica

No holodeck, o filme conclui com uma cena pós-créditos com Leonardo da Vinci dando um tiro em uma ressuscitada Vindicta e as assinaturas dos quatro participantes do programa sendo exibidas em seguida.

Comentários

Em Lower Decks, já tivemos nossos momentos no holodeck, tanto recreativo (Second Contact”) quanto profissional (Envoys”) e já tivemos tramas no holodeck (“Terminal Provocations”), mas não tínhamos tido ainda o tradicional Episódio do Holodeck da Temporada, algo sempre tão presente na franquia durante a era Berman. Com Crisis Point”, Lower Decks preencheu essa lacuna, com um episódio muito bom em sua categoria.

Crisis Point title card

A premissa básica conseguiu ser ao mesmo tempo óbvia e largamente inédita. Digo óbvia pois seria o segundo uso (se é que me entendem) que nós, fãs de ficção, fantasia e cultura pop faríamos se repentinamente tivéssemos um holodeck à disposição, e inédita na medida em que a maneira que esse uso ocorreu sempre foi meio rara em Jornada, com aquilo que mais se aproxima tendo sido Our Man Bashir”. Naquele episódio de Deep Space Nine, o cenário representado lembrava um filme, mas a dinâmica da ação era mais para um videogame, dadas as características naturais de um holodeck. Aqui, a coisa já foi totalmente para o ângulo de ser um blockbuster de verão de alto orçamento. É de se citar também que situação semelhante ocorreu em Worst Case Scenario” de Voyager, com a tripulação também adaptando à revelia um programa de treinamento do Tuvok para uma versão recreativa aventureira.

De cara, já somos jogados de cabeça nas tropes da vez do episódio, que aproveita para promover uma divertida aloprada com os filmes de Star Trek: dos créditos iniciais em fundo de estrelas (com aquele efeito de zoom básico para irritação de Boimler) até as assinaturas no final do filme como em Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida, passando pela cena de se admirar a nave atracada (Jornada nas Estrelas: O Filme e o final de A Volta para Casa), a cena de queda da nave em planeta (Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock e Jornada nas Estrelas: Generations), efeito de dobra dramaticamente exagerado, orquestração da música tema da série, cena recreativa da tripulação, briga em destroços e poços profundos, e por aí vai. Mariner até mesmo adicionou granulação na resolução da imagem, para dar aquela pitada de celuloide, e modificou a proporção de tela do holodeck para 2.35 por 1, embora só Kahless saiba como isso seria visível do ponto de vista de quem está dentro da simulação. E, é claro, a moça adora a Escola de Pensamento J.J. Abrams de Fotografia, jogando os famigerados lens flares para todo lado.

Tripulação da Cerritos em jetski

A carne dos ossos do episódio, contudo, é a maneira pela qual Mariner optou por usar o holofilme como uma terapia, para extravasar tudo o que tem dentro de si, não apenas em sua relação com a sua mãe, mas também na maneira pela qual a alferes se apresenta como um todo. Foi interessante abrir o leque para esse aspecto mais amplo, pois aprendemos ao longo da temporada que Mariner não tem apenas problemas com a figura de autoridade e maternidade ali presente e que isso acaba sendo apenas sua própria justificativa pessoal para agir de maneira inadequada com todos em volta (e consigo mesma).

Ela desejava ter uma catarse pessoal ao tocar o terror no cenário de modo violento, mas não contava que teria de fazer isso da maneira mais intensa, exatamente confrontando a si mesma. Atuando como Vindicta, deu uma lição sobre os aspectos negativos de Mariner, enquanto a leva a abrir os olhos para os aspectos positivos. E, por um segundo, poderíamos imaginar que a equipe criativa cairia para a via fácil de uma inversão de expectativa óbvia, revelando que Vindicta é quem seria o holograma o tempo todo, mas felizmente isso não ocorreu. Mariner tem todo o jeitão mesmo de que a melhor terapia para ela seria o holodeck; papo convencional não seria tão eficiente quanto ela ter tido tudo martelado na cabeça por uma boa luta contra seus próprios demônios.

Vindicta e seus cupinchas

Em si, o holodeck seria de fato uma maravilhosa ferramenta de psiquiatria, e sempre que usado desta forma tem o potencial de gerar boas tramas em Jornada. Embora apenas parte do roteiro holográfico tenha sido extrapolada a partir dos diários pessoais, a eulogia de Mariner feita por Freeman também adiciona tintas interessantes na relação das duas por parte de Freeman. Embora a capitão tenha participado da luta catártica de Mariner e Vindicta, ela estava ali muito fora do contexto para ter adicionado algo naquele momento.

É de se considerar que o episódio sugere bem que esse desenvolvimento de Mariner não será resetado meramente pelo fato de ser uma animação episódica, o que é bem valioso. A série, é claro, não precisa com isso abrir mão da personalidade em geral da alferes, mas evoluções como essas podem continuar a ser trabalhadas, e isso não significa que a série se encontraria em um beco sem saída criativo nesse sentido, pois os demais protagonistas podem também receber tratamento semelhante futuramente. Tem muito campo a ser explorado aí.

Rutherford e Billups na engenharia

A participação de Boimler, embora importante no sentido de que coloca a trama para andar, acabou por ser meio ofuscada pela bola curva no final, ao descobrir a relação entre Mariner e Freeman. É algo que já promete ter consequências diretas na série, e foi realizado de uma maneira perigosa para o alferes: não é como se ele tivesse apenas esbarrado por acaso com a informação, mas isso ocorreu como consequência de sua manipulação (ainda que indireta) dos diários pessoais da tripulação. Apesar de ele não ter lido a informação, ele conseguir tê-la inserido na simulação poderia gerar a situação que ocorreu ao final do “filme”, coisa com que agora ele vai ter de aprender a lidar, exigindo certo cuidado.

As tramas de Tendi e Rutherford foram menores, mas divertidas. Foi o primeiro momento onde elabora-se mais a respeito da origem órion da alferes, e aprendemos que ela ficou incomodada pelo papel estereotipado que acabou ganhando no filme devido a sua origem. No final, Mariner pede desculpas para a moça pelo ocorrido, e Tendi admite que ainda que existe fundo de verdade no estereótipo, ela apenas não se define por ele – e devemos concordar: Tendi é meiga demais para pagar de perigosa femme fatale. Em relação a Rutherford, foi algo semelhante: o alferes é boa-praça demais para ser maligno ao ponto de que, em um cenário onde poderia falar qualquer coisa para o seu chefe de maneira impune, ele prefere ficar se divertindo com as capacidades de engenharia da simulação. Essa dinâmica dos dois já foi sugerida em Envoys”, claro, com Billups se mostrando muito amigável em sua relação com Rutherford.

Cerritos colide com montanha com neve

Enterrado no meio da ação tem um elemento que considero muito bem-vindo, mas amplamente contraditório para a premissa da série: a Cerritos tem de fato oficiais não comissionados a bordo, ou seja, praças: Rutherford comenta sobre o sotaque do “chefe Lundy” estar preciso na simulação, e na luta dele contra Vindicta deu para ver que a insígnia de patente é igual à que o chefe O’Brien usava. Isso é um problema na medida em que faz com que nossos protagonistas não sejam realmente os tripulantes de posto mais baixo a bordo da nave, uma vez que “alferes” é um posto do corpo de oficiais, mas “chefe” é um posto do corpo de praças. Existe até mesmo cena entre O’Brien e Nog em “Facets”, de Deep Space Nine, que deixa isso absolutamente claro.

O que dá para assumir aqui é que Lundy pode ser um praça bem sênior comparado à idade dos jovens alferes protagonistas da série, então poderia ter um certo status acima deles, mas ainda assim, a rigor, os quatro têm posto superior, da mesma forma que nas forças militares de hoje em dia um jovem tenente recém-saído de uma academia militar é superior a um veterano sargento com anos e anos de corporação. Esse aspecto de os nossos protagonistas aqui terem posição acima dele é reforçado pelo fato de que, quando o chefe Lundy holográfico xinga Tendi, ela reage citando somente o nome dele, e não a posição, como seria mais natural se Lundy fosse hierarquicamente superior a Tendi.

Mariner e Freeman

Temos que racionalizar que a Frota teria uma cultura interna, informal ou não, onde esta senioridade de tempo de serviço dos praças tem precedente de autoridade sobre a patente dos alferes em particular. É o que explicaria, por exemplo, Nog continuar a se referir a O’Brien como “senhor” mesmo depois da promoção dele, em “Favor the Bold”, a alferes (além do respeito pessoal do ferengi para com O’Brien, claro). É uma explicação meio torta, e não contempla tripulantes que seriam praças e também jovens, mas vamos tocar o jogo com esta.

Por último, vale citar também que o holodeck se comportou de maneira absolutamente perfeita, sem nenhum problema, e até mesmo preencheu de modo criativo os parâmetros estabelecidos por Mariner a ponto de incluir uma marota cena pós-créditos. No final das contas, tivemos um episódio muito divertido que foi um bom microcosmos de Jornada nas Estrelas no cinema e que expande as tramas internas de continuidade de Lower Decks como um todo.

Avaliação

Citações

“Full stop, Beckett. We need to find an outlet for all that rage. Have you ever made paella?”
(Parada completa, Beckett. Precisamos achar uma maneira de extravasar essa raiva. Você já fez paella?)
Dr. Migleemo, para Mariner

“If this was actually happening, they’d send the Enterprise. But, you know, artistic license.”
(Se isso estivesse realmente acontecendo, eles iriam mandar a Enterprise. Mas, você sabe, licença artística.)
Boimler, sobre aspecto do roteiro de Ponto de Crise

“God, these stupid capes. So much fabric.”
(Meu Deus, essas capas estúpidas. Tecido demais.)
Mariner, sobre a mobilidade do seu figurino de Vindicta

“I know you dressed up like Toby Targ every Halloween, even when you were too old.”
(Eu sei que você se fantasiava de Toby Targ todo Dia das Bruxas, mesmo quando já era velha demais.)
Mariner como Vindicta, para Mariner Holográfica

“As captain, it was an honor serving beside her. As a mother, it was a privilege to call Mariner my daughter. That’s right, Mariner was my daughter the whole time. It’s a secret we didn’t want anyone to know. And if someone had ever found out she was my baby girl, I don’t know what I would have done. Probably kicked them off the ship, maybe even court-martialed them right out of Starfleet. I was being crazy. Thank goodness nobody ever found out.”
(Como capitão, foi minha honra ter servido ao seu lado. Como mãe, foi um privilégio poder ter chamado Mariner de minha filha. Isso mesmo, Mariner era minha filha o tempo todo. Era um segredo que nós não desejávamos que ninguém soubesse. E se alguém tivesse descoberto que ela era minha menina, eu não sei o que eu teria feito. Talvez os chutado para fora da nave, até mesmo mandado para uma corte-marcial para colocá-los para fora da Frota Estelar. Eu estava sendo maluca. Graças a Deus que ninguém nunca descobriu.)
Freeman holográfica, na eulogia de Mariner holográfica

Trivia

  • A equipe de produção inseriu no episódio aqueles antigos símbolos escondidos para dar a deixa de se trocar o rolo de filme quando este é exibido com um projetor de cinema: a primeira aparição é assim que Vindicta entra na ponte da Cerritos. Outra vem logo após a seção disco parar de rolar depois da queda no planeta.
  • A menção de Mariner sobre Boimler meio que ser o Xon do filme se refere ao personagem da cancelada série Star Trek: Phase II que iria substituir Spock, considerando que Leonard Nimoy não estava disposto a reprisar o papel para a nova série.
  • É possível observar no painel LCARS onde Mariner mexe com as características do programa que extratos do próprio roteiro do episódio foram utilizados para ilustrar a alferes trabalhando em ajustar o programa para ser um filme.
  • Este é o primeiro episódio da série a não informar nenhuma data estelar de quando ocorre a ação.
  • Mariner citar que vivem “na década de 80” talvez seja a primeira vez em Jornada que um personagem se refere a época em que vive de uma maneira informal, que soa natural para o contexto em que a frase é dita. Para se referir a uma década do século anterior ao seu, em Temporal Edict”, aí sim ela adicionou o ano completo.
  • Você pode conferir todas as referências e easter eggs do episódio neste artigo de Maria-Lucia Racz no Trek Brasilis.

Ficha Técnica

Escrito por Ben Rodgers
Dirigido por Bob Suarez

Exibido em 1º de outubro de 2020

Elenco

Tawny Newsome como Beckett Mariner
Jack Quaid como Brad Boimler
Noël Wells como D’Vana Tendi
Eugene Cordero como Sam Rutherford
Dawnn Lewis como Carol Freeman
Jerry O’Connell como Jack Ransom
Fred Tatasciore como Shaxs
Gillian Vigman como T’Ana

Elenco convidado

Paul Scheer como Andy Billups
Paul F. Tompkins como Migleemo
Gary Cole como Leonardo da Vinci
Nolan North como Winger Bingston, Jr.
Marcus Henderson como Jet

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